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Epidemiologia e Serviços de Saúde

versão impressa ISSN 1679-4974versão On-line ISSN 2337-9622

Epidemiol. Serv. Saúde v.20 n.4 Brasília dez. 2011

http://dx.doi.org/10.5123/S1679-49742011000400008 

ARTIGO ORIGINAL

 

Fatores associados à mortalidade infantil no Município de Foz do Iguaçu, Paraná, Brasil: estudo de caso-controle*

 

Associated factors and infant mortality in the Municipality of Foz do Iguaçu, State of Paraná, Brazil - a case control study

 

 

Roberto Valiente DoldanI; Juvenal Soares Dias da CostaII; Marcelo Felipe NunesIII

IMestrado Profissionalizante de Saúde Pública Baseada em Evidências, Centro de Pesquisas Epidemiológicas, Universidade Federal de Pelotas, RS, Brasil.
IIDepartamento de Medicina Social, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas-RS, Brasil. Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo-RS, Brasil
IIICurso de Fisioterapia, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo-RS, Brasil

Endereço para correspondência

 

 


RESUMO

OBJETIVO: identificar fatores relacionados à mortalidade infantil em Foz do Iguaçu, estado do Paraná, Brasil.
METODOLOGIA: foi realizado um estudo de caso-controle utilizando-se dados secundários obtidos do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos e do Sistema de Informações sobre Mortalidade; os casos estudados foram crianças que morreram em 2007 antes de completarem um ano de vida; para cada caso foram definidas como controles duas crianças do mesmo sexo, nascidas no mesmo hospital e que ainda estivessem vivas; foi realizada análise multivariada com regressão logística.
RESULTADOS: participaram do estudo 69 casos e 138 controles; a idade gestacional inferior a 37 semanas, baixo peso ao nascimento, crianças com anomalias congênitas e com escore de Apgar menor de 7 aos cinco minutos foram considerados fatores de risco, apresentando odds ratios ajustadas de 5,96 (IC95%: 1,35-26,4), 4,32 (IC95%: 1,14-16,4), 7,87 (IC95%: 2,0-30,9) e4,44 (IC95%: 1,21-16,2), respectivamente.
CONCLUSÃO: excluído as anomalias congênitas, os fatores de risco para mortalidade infantil identificados em Foz do Iguaçu estão relacionados à oferta e qualidade dos serviços de saúde, principalmente em seu componente neonatal.

Palavras-chave: mortalidade infantil; fatores de risco; mortalidade neonatal; estudos de casos e controles; prematuridade; anomalias congênitas.


SUMMARY

OBJECTIVE: to identify factors related to infant mortality in Foz do Iguagu, State of Paraná, Brazil.
METHODOLOGY: a case-control study was conducted using secondary data obtainedfrom Brazil's Live Birth Information System and Mortality Information System; the study cases were children who died in 2007 before reaching one year; for each case, the authors defined as controls two children born of the same sex, in the same hospital, and still alive; multivariate analysis was performed with logistic regression.
RESULTS: there were 69 cases and 138 controls; gestational age less than 37 weeks, low birth weight, children with congenital anomalies and Apgar score less than 7 at five minutes were considered risk factors, with odds ratios of 5.96 (CI95%: 1.35-26.4), 4.32 (CI95%: 1.14-16.4), 7.87 (CI95%: 2.0-30.9) e 4.44 (CI95%: 1.21-16.2), respectively.
CONCLUSION: excluding congenital anomalies, the risk factorsfor infant mortality identified in Foz do Iguagu are related to the supply and quality of health services, especially in its neonatal component.

Key words: infant mortality; risk factors; perinatal mortality; case-control studies; prematurity; congenital anomalies. 


 

 

Introdução

A mortalidade infantil, do ponto de vista epidemiológico, é um dos principais indicadores de saúde e de desenvolvimento social, pois está vinculada às condições socioeconómicas e sanitárias da população.1

Nos últimos anos, tem se observado o declínio das taxas de mortalidade infantil (TMI) em todas as macrorregiões do Brasil, com algumas diferenças regionais. Segundo Victora e colaboradores, os decréscimos anuais da mortalidade infantil aumentaram após 1980: ocorreram 47 mortes por 1000 nascidos vivos em 1990, 27 mortes/1000 em 2000 e 19/1000 em 2007, representando uma redução de 4,4% no período 2000-2008.2 Isto indica uma tendência decrescente da mortalidade; porém, esses números ainda são alarmantes, na medida em que muitas dessas mortes são consideradas evitáveis.3 Vários estudos associam esse decréscimo às condições socioeconómicas em que vivem essas populações, bem como a fatores associados às mães e às crianças, mostrando concentração de óbitos entre os estratos mais pobres.1,4 Mesmo com o decréscimo observado, este se processa de forma lenta, nem sempre gradual, resultando em patamares ainda não satisfatórios e distantes dos registrados em países desenvolvidos. A redução das taxas de mortalidade infantil no Brasil é ainda um desafio para a sociedade e para o sistema de saúde.2

Em relação às diferenças regionais, pode-se afirmar que a TMI do Nordeste ainda é muito maior que a do Sudeste, que, por sua vez, é maior que a da região Sul, caracterizando condições socioeconómicas diferentes e demonstrando a falta de uniformidade na formulação de políticas públicas do setor Saúde direcionadas à área materno-infantil.2

Em relação à mortalidade infantil, o Paraná, a exemplo de outros estados da região Sul, tem apresentado valores decrescentes nos últimos anos: em 2006, essa taxa situou-se em 14/1000; e em 2007, reduziu-se para 13,2/1000,5 o que indica uma situação bastante favorável no Paraná, comparativamente a outros estados do País.

Foz do Iguaçu sofreu um crescimento urbano acelerado durante a construção da usina hidroelétrica de Itaipu Binacional. Atualmente, com o término dessa obra de proporções excepcionais, observa-se o empobrecimento da população. Tais situações contribuíram sobremaneira para o surgimento de alguns agravos comuns à fronteira e, consequentemente, refletem-se em oscilações na taxa de mortalidade infantil do município. Por exemplo, embora o Paraná tenha apresentado taxas decrescentes ao longo dos anos, sua TMI em 2006 foi de 13,7/1000, inferior à do ano seguinte, 2007, quando aumentou para 16/1000.5

O objetivo deste estudo foi descrever as principais causas de mortalidade infantil em Foz do Iguaçu, Paraná, no ano de 2007 e determinar os fatores associados ao óbito infantil.

 

Metodologia

Foz do Iguaçu está localizada na região oeste do Estado do Paraná, na fronteira com o Paraguai e a Argentina, e segundo a Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), possui uma população estimada de 316.753 habitantes em 2007.

Foi realizado um estudo de caso-controle para identificar fatores associados ao óbito infantil em crianças cujas mães fossem residentes em Foz do Iguaçu-PR.

A população do estudo esteve conformada pelas crianças registradas nos bancos de dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), da Secretaria Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu. A articulação entre o SIM e Sinasc ocorreu via utilização da informação da data e local de nascimento dos casos registrados nas Declarações de Óbito (SIM), para a seleção dos controles no Sinasc. A mensuração e o acompanhamento das taxas de mortalidade infantil têm sido feitos no município utilizando-se de sistemas de informações de mortalidade.

O acesso aos bancos foi realizado em setembro de 2008.6

Os casos foram definidos como crianças nascidas no Município de Foz do Iguaçu que foram a óbito no próprio município ano de 2007 antes de completarem um ano de idade. A relação dos óbitos obtida do SIM totalizou 69 casos. Os controles (dois controles por caso) foram selecionados entre crianças do mesmo sexo nascidas imediatamente após o caso, no mesmo hospital e que sobreviveram durante o primeiro ano de vida - ou seja, não registradas no SIM do ano 2007 -; a partir da relação de controles obtida do Sinasc, foram incluídas 138 crianças. Cumpre destacar que todos os controles foram filtrados no SIM, para verificar se permaneciam vivos no período de coleta dos dados.

Construiu-se a base de dados do estudo a partir dos bancos do Sinasc e do SIM, selecionando-se as seguintes variáveis: a) características demográficas e antecedentes obstétricos maternos (cor da pele, escolaridade, idade, estado civil e número de filhos mortos; b) assistência à gestante (número de consultas de pré-natal e tipo de parto); e c) condições do recém-nascido (idade gestacional, peso ao nascer, presença de anomalias congênitas e escore Apgar no 5° minuto). As informações sobre os óbitos foram coletadas do SIM.

Em virtude do tamanho da amostra e da logística para obtenção dos dados, foram mantidos os recém-nascidos gemelares, podendo impactar nos resultados estatísticos relacionados às variáveis 'baixo peso' e 'prematuridade'.

Por meio do programa Access versão 23, elaborou-se uma base de dados para o estudo com as variáveis de interesse dos casos e controles, posteriormente transferidas para o SPSS versão 13.0. Em seguida, utilizando-se do programa Stata versão 11.0, foi realizada a regressão logística bruta (bivariada) com todas as variáveis, estimando-se o valor da razão de chances (odds ratio, OR) individualmente, com intervalo de confiança de 95%. Posteriormente, foi feita a regressão logística ajustada (multivariada) incluindo no modelo as variáveis que atingiram nível de significância igual ou superior a 0,20 na análise bruta.

Considerações éticas

O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade Federal de Pelotas, conforme ofício n° 067/09, de 18 de março de 2009.

 

Resultados

Em 2006, segundo dados do SIM, as três principais causas de morte foram: afecções do período perinatal (53,0%); malformações congênitas (21,0%); e doenças do sistema respiratório (4,4%). Em 2007, as duas primeiras causas sofreram uma pequena redução em sua frequência, sendo as três principais causas: afecções do período perinatal (47,8%); malformações congênitas (14,5%); e doenças do sistema respiratório (4,3%).

Na análise bruta das características maternas, nenhuma das variáveis desse grupo apresentou associação estatisticamente significativa com o óbito (Tabela 1).

 

 

Quanto às variáveis relacionadas à assistência e às características dos recém-nascidos, apresentaram maior risco de óbito os recém-nascidos cujas mães fizeram menos do que quatro consultas durante o pré-natal (OR=2,56), as crianças que nasceram com peso menor de 2.500g (OR=17,9), com menos de 37 semanas de idade gestacional (OR=32,2), com anomalias congênitas (OR=10,1) e com escore Apgar no 5° minuto igual ou menor de 7 (OR=20,3). Deve-se destacar que a idade gestacional inferior a 37 semanas foi o principal fator de risco para os óbitos infantis (Tabela 2).

 

 

Os resultados da análise de regressão logística múltipla condicional estão apresentados na Tabela 3. As variáveis que permaneceram estatisticamente significativas foram: idade gestacional menor de 37 semanas; peso ao nascimento menor de 2.500g; presença de anomalias congênitas; e escore Apgar ao 5° minuto não superior a 7 (Tabela 3).

 

 

Discussão

Muitos autores questionam estudos baseados em bancos de dados secundários quanto aos problemas de subnotificação e classificação, pois se sabe que em algumas regiões do Brasil, esses sistemas funcionam de forma ainda precária. Porém, a cobertura e a qualidade dos dados no município, comparados às regiões, são bastante satisfatórios. Foi avaliada a qualidade do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos no Estado do Paraná, no período de 2000 a 2005. O estudo descritivo, sobre dados secundários fornecidos por esse banco de dados, demonstrou que a qualidade do Sinasc no Paraná melhorou nesse período, considerada excelente para a maioria das variáveis em 2005. Uma variável de exceção encontrada no estudo, por exemplo, foi 'ocupação da mãe', com pequenas variações entre as regionais de saúde.7 Além disso, ambos os sistemas de informação, SIM e Sinasc, são amplamente utilizados para construção de indicadores epidemiológicos e, segundo Laurenti, Jorge e Gotlieb,8 os dados vitais, aliados a outros sistemas de informações de morbidade, constituem na principal fonte para se conhecer o perfil epidemiológico de uma área. Esses mesmos dados, ademais, subsidiam numerosas análises epidemiológicas, reconhecidas nacional e internacionalmente.9

No presente estudo, foi mostrado que as principais causas de mortalidade infantil em Foz do Iguaçu, como no Brasil,2 foram aquelas classificadas como afecções do período perinatal. Fonseca e Coutinho10 procuraram, por meio de um estudo de coorte realizado em maternidade no Município do Rio de Janeiro-RJ, de 1999 a 2003, identificar as variáveis biológicas e a evitabilidade dos óbitos perinatais. Entre os 512 óbitos analisados, 50,0% foram considerados evitáveis, sugerindo uma inadequação no pré-natal; também se confirmou a associação do baixo peso, da prematuridade e do crescimento intra-útero restrito com a mortalidade perinatal. Victora11 publicou uma subdivisão detalhada da mortalidade por causas perinatais em 1985. A síndrome do sofrimento respiratório (21,0%), a hipóxia ou a anoxia (11,7%) e outros problemas respiratórios (28,7%), juntos, contabilizaram 61,4% dessas mortes. Prematuridade e baixo-peso ao nascer foram responsáveis por 13,0%, infecções neonatais (excluindo tétano) por 12,7% e outras causas por 14,0% dos óbitos. Victora11 também ressaltou as intervenções necessárias para reverter esse quadro, com destaque para a atenção pré-natal, ao parto e ao recém-nascido. Esperava-se encontrar associação entre as variáveis relacionadas à assistência e à mortalidade infantil; entretanto, não foi encontrada associação entre mortalidade infantil e número de consultas de pré-natal. Em Caxias do Sul, Estado do Rio Grande do Sul, estudo de caso-controle realizado no período 2001-2002 tampouco encontrou essa associação.12 Em Campinas, Estado de São Paulo, porém, outro estudo de caso-controle apontou, sim, relação entre o número de visitas ao pré-natal e a ocorrência dos óbitos neonatais.13

A literatura tem demonstrado, não obstante a redução na mortalidade pós-neonatal, o maior número de óbitos concentrado no período neonatal precoce, compreendido entre zero e seis dias de vida. Este componente da mortalidade infantil, mesmo em declínio, mantém-se proporcionalmente maior que os óbitos pós-neonatais e constitui um problema de Saúde Pública, haja vista os diversos fatores que colaboram para seu evento.3

No presente estudo, idade gestacional inferior a 37 semanas, baixo peso ao nascimento, presença de anomalias congênitas e escore Apgar no 5° minuto não superior a 7 representaram fatores de risco para a mortalidade infantil. A prematuridade, o baixo peso ao nascimento e o escore Apgar baixo já foram reconhecidos como fatores de risco para mortalidade infantil no Município de Caxias do Sul.2 O baixo peso também foi associado à mortalidade infantil e neonatal em Campinas.13

Sabe-se que o maior índice de mortes ainda corresponde ao período neonatal, quase sempre ligado à prematuridade e, por consequência, ao nascimento de crianças com baixo peso (<2.500g). É este o segundo mais importante indicador de mortalidade apontado pelo estudo de Mendonça e Duarte,14 realizado em quatro maternidades do Município do Rio de Janeiro-RJ.

Os fatores de risco relacionados às condições do recém-nascido contribuem, sobretudo, para a elevação da mortalidade não somente perinatal, também neonatal tardia e pós-neonatal. Com o objetivo de identificar fatores de risco para óbitos neonatais, Paulucci e Nascimento15 desenvolveram um estudo de caso-controle em Taubaté-SP, no ano de 2003, em que as variáveis 'baixo peso ao nascimento', 'prematuridade', 'Apgar no 5o minuto menor que 8' e 'anomalias congênitas' apresentaram significância estatística. Os estudiosos demonstraram a importância da prevenção do baixo peso e do bom atendimento na sala de parto. Quanto ao escore Apgar no 5o minuto, sabe-se que esse indicador está intimamente relacionado à qualidade do cuidado no momento do parto: se esta assistência apresentar deficiências, pode resultar em sofrimento fetal, com baixa pontuação no escore Apgar, mesmo em crianças a termo e com peso adequado.16

Percebe-se, na maioria dos estudos relacionados à mortalidade infantil, que os recém-nascidos de muito baixo peso representam uma parcela significativa na mortalidade infantil, ainda que as novas tecnologias permitam um cuidado de maior qualidade ao recém-nascido.17 No Município de Londrina, também no Estado do Paraná, foi realizado um estudo longitudinal com 360 recém-nascidos pesando entre 500 e 1.500g, observados durante o período intra-hospitalar até sua alta ou óbito. Apesar do uso das tecnologias, a mortalidade observada naqueles de muito baixo peso foi alta, quando comparada à dos países desenvolvidos.

O presente estudo demonstrou haver importantes fatores de risco envolvidos da assistência ao recém-nascido. A redução da mortalidade infantil constitui o maior desafio para os gestores de saúde, principalmente no seu componente neonatal. Sabe-se, excluídas as anomalias congênitas, que as demais variáveis estão intrinsecamente relacionadas à oferta de serviços de saúde de qualidade, principalmente pelo programa de pré-natal e assistência ao parto, para a melhoria das condições de vida da população geral.18

 

Referências

1. Menezes AMB, Victora CG, Barros FC, Albernaz E, Menezes FS, Jannke HA, et al. Mortalidade infantil em duas coortes de base populacional no Sul do Brasil: tendências e diferenciais. Cadernos de Saúde Pública. 1996; 12 Supl 1: S79-86.

2. Victora CG, Aquino EML, Leal MC, Monteiro CA, Barros FC, Szwarcwald CL. Saúde de mães e crianças no Brasil: progressos e desafios. The Lancet. 2011;32-46. (Séries sobre saúde no Brasil; no. 2).

3. Ministério da Saúde. Departamento de Informática do SUS. Sistema de Informação de Nascidos Vivo. Foz do Iguaçu: Centro de Epidemiologia; 2008. [acessado em 21 set. 2008]. Disponível em http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinasc/cnv/nvpr.def

4. Boing AF, Boing AC. Mortalidade infantil por causas evitáveis no Brasil: um estudo ecológico no período 2000-2002. Cadernos de Saúde Pública. 2008; 24(2):447-455.

5. Secretaria de Saúde do Estado do Paraná. Mortalidade infantil: Estatística: Foz do Iguaçú. [acessado em 20 jan. 2010]. Disponível em http://www.sesa.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1692

6. Ministério da Saúde. Departamento de Informática do SUS. Sistema de Informações sobre mortalidade. [acessado em 15 mar. 2008]. Disponível em http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0205.

7. Silva GF, Mathias TAF. Qualidade dos Sistemas de Informação sobre Nascidos Vivos no Paraná, 2000 a 2005 [Dissertação de Mestrado]. Curitiba (PR): Universidade Estadual do Paraná; 2008.

8. Laurenti R, Jorge Mello MHP, Gotlieb SLD. A confiabilidade dos dados de mortalidade e morbidade por doenças crônicas não transmissíveis. Ciência & Saúde Coletiva. 2004; 9(4):909-920.

9. Rouquayrol MZ, Almeida Filho N. Epidemiologia e Saúde. 5a ed. Rio de Janeiro: Medsi; 1999.

10. Fonseca SC, Coutinho ESF. Características biológicas e evitabilidade de óbitos perinatais em uma localidade na cidade do Rio de Janeiro, 1999 a 2003. Revista Brasileira de Saúde Materno-Infantil. 2008; 8(2): 171-178.

11. Victora CG. Intervenções para reduzir a mortalidade infantil pré-escolar e materna no Brasil. Revista Brasileira de Epidemiologia. 2001; 4(1):3-69.

12. Mendes KG, Olinto MTA, Costa JSD. Case-control study on infant mortality in Southern Brazil. Revista de Saúde Pública. 2006; 40(2):240-248.

13. Almeida SDM, Barros MBA. Atenção à saúde e mortalidade neonatal: estudo caso-controle realizado em Campinas, SP. Revista Brasileira de Epidemiologia. 2004; 7(1):22-35.

14. Mendonça GAS, Duarte JLM. Fatores associados à morte neonatal em recém-nascidos de muito baixo peso em quatro maternidades no Município do Rio de Janeiro, Brasil. Cadernos de Saúde Pública. 2005; 21(1):181-191.

15. Paulucci RS, Nascimento LFC. Mortalidade neonatal em Taubaté: um estudo caso-controle. Revista Paulista de Pediatria. 2007; 25(4):358-363.

16. D'Orsi E, Carvalho MS. Perfil de nascimentos no Município do Rio de Janeiro: uma análise espacial. Cadernos de Saúde Pública. 1998; 14(2):367-379.

17. Carvalho ABR, Brito ASJ, Matsuo T. Assistência à saúde e mortalidade de recém-nascidos de muito baixo peso. Revista de Saúde Pública. 2007; 41(6): 1003-1012.

18. Barros FC, Victora CG, Matijasevich A, Santos IS, Horta BL, Silveira MF, et al. Preterm births, low birth weight and intrauterine growth restriction in three birth cohorts in Southern Brazil: 1982, 1993 and 2004. Cadernos de Saúde Pública. 2008; 24 Supl 3: S390-398.

 

 

Endereço para correspondência:
Av. Unisinos, 950, Cristo Rei,
São Leopoldo-RS, Brasil.
CEP:93022-000
E-mail:episoares@terra.com.br

Recebido em 19/08/2010
Aprovado em 16/11/2011

 

 

*Apresentado originalmente como Dissertação no Mestrado Profissional em Saúde Pública Baseada em Evidências, Universidade Federal de Pelotas/Ministério da Saúde.