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<journal-title><![CDATA[Boletim de Pneumologia Sanitária]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efetividade do esquema 3(3SZEEt/9EEt)<a href="#nota">*</a> no retratamento da tuberculose na rotina das unidades de saúde]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The authors present a report of the results of a survey of the effectiveness of scheme 3 (3SZEEt/9EEt)<a href="#nota">*</a>1 on the treatment of tuberculosis in 1997. The informations are compared to others from equivalent studies conducted in Rio Grande do Sul. Data from 12 states involving results from 743 patients are compared with the results from Scheme I (2RHZ/4RH)<a href="#nota">*</a> and showed less good results. Results also showed higher rates of non compliance, treatment failure, drug toxicity and deaths"]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp; </p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="texto"></a>Efetividade    do esquema 3(3SZEEt/9EEt)<a href="#nota">*</a> no retratamento da tuberculose    na rotina das unidades de sa&uacute;de</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp; </p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Hisbello S.    Campos<sup>I</sup>; Fernando Augusto Fiuza de Melo<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>M&eacute;dico do    Centro de Refer&ecirc;ncia Professor H&eacute;lio Fraga;    <br>   <sup>II</sup>M&eacute;dico do Instituto Clemente Ferreira e do Servi&ccedil;o do DAR-Hospital    do Servidor P&uacute;blico Estadual Doutor em Medicina pela Escola Paulista    de Medicina/Unifesp &#8211; S&atilde;o Paulo</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os autores apresentam    os resultados de um inqu&eacute;rito, realizado em 1997, sobre a efetividade    do Esquema 3 (3SZEEt/9EEt) no retratamento da tuberculose. As informa&ccedil;&otilde;es    obtidas s&atilde;o comparadas &agrave;s de estudos semelhantes realizados no    Rio Grande do Sul e &agrave;s de um estudo especial de coorte realizado em 1992.    Os dados obtidos em doze estados, refletindo o resultado do tratamento em 743    doentes, quando comparados aos resultados do tratamento com o esquema 1 (2RHZ/4RH)<a href="#nota"><font size="3">*</font></a>    indicaram menor poder de cura. Ao mesmo tempo, apontaram para maior risco de    abandono, de fal&ecirc;ncia, de mudan&ccedil;a de esquema por toxicidade e de    &oacute;bito.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Palavras-chave:</b>    retratamento da tuberculose com esquema 3.</font></p> <hr size="1">     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> The authors present    a report of the results of a survey of the effectiveness of scheme 3 (3SZEEt/9EEt)<a href="#nota"><font size="3">*</font></a><sup>1</sup>    on the treatment of tuberculosis in 1997. The informations are compared to others    from equivalent studies conducted in Rio Grande do Sul. Data from 12 states    involving results from 743 patients are compared with the results from Scheme    I (2RHZ/4RH)<a href="#nota"><font size="3">*</font></a> and showed less good    results. Results also showed higher rates of non compliance, treatment failure,    drug toxicity and deaths&quot;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Key-words:</b>    tuberculosis retreatment with schem 3.</font></p> <hr size="1">     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Introdu&ccedil;&atilde;o    </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A literatura internacional    vem classificando a tuberculose como &#8221;reemergente no mundo&#8221;. Tal    classifica&ccedil;&atilde;o, entretanto, n&atilde;o corresponde &agrave; realidade,    se considerarmos que doen&ccedil;as reemergentes s&atilde;o aquelas que reaparecem    ap&oacute;s um per&iacute;odo de decl&iacute;nio significativo, o que n&atilde;o    se adequa &agrave; tuberculose. Sua incid&ecirc;ncia mant&eacute;m-se alta h&aacute;    muito tempo nos pa&iacute;ses em desenvolvimento, onde &eacute; amplamente dominante.    Reemerge, apenas, em &aacute;reas restritas dos pa&iacute;ses desenvolvidos,    seja pela co-&iacute;nfec&ccedil;&atilde;o do <i>M. tuberculosis</i> e o HIV, por bols&otilde;es    de pobreza, como pela imigra&ccedil;&atilde;o de popula&ccedil;&otilde;es pobres    para regi&otilde;es mais desenvolvidas<sup><i>(1)</i></sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A quest&atilde;o    que realmente importa &eacute; por que uma doen&ccedil;a milenar como a tuberculose,    cujas estrat&eacute;gias de controle, cujos cuidados preventivos, terap&ecirc;uticos    e profil&aacute;ticos s&atilde;o sobejamente conhecidos n&atilde;o foi dominada    e continua matando milh&otilde;es de pessoas a cada ano? Infelizmente, o desenvolvimento    de esquemas quimioter&aacute;picos cada vez mais pr&aacute;ticos e efetivos    n&atilde;o se traduziu em redu&ccedil;&atilde;o da sua magnitude, mantendo-a    como uma doen&ccedil;a ainda n&atilde;o controlada em grande parte do mundo.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Doen&ccedil;a    com profundas ra&iacute;zes sociais, a tuberculose &eacute; adubada pela fome    e por condi&ccedil;&otilde;es desfavor&aacute;veis de habita&ccedil;&atilde;o    e de saneamento. Enquanto esses problemas existirem, enquanto as desigualdades    sociais se mantiverem em patamares absurdos, a tuberculose continuar&aacute;    sendo um problema de Sa&uacute;de P&uacute;blica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A descoberta e    o conseq&uuml;ente tratamento adequado do doente s&atilde;o consideradas as    principais estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&atilde;o sobre a doen&ccedil;a.    Atrav&eacute;s delas, reduzem-se as fontes de infec&ccedil;&atilde;o e o impacto    da doen&ccedil;a na comunidade<sup><i>(2)</i></sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Desde a d&eacute;cada    de 60, o Brasil padronizou os esquemas terap&ecirc;uticos e, a partir de 1979,    implantou o esquema de curta dura&ccedil;&atilde;o, o Esquema-1 (E-1). O pa&iacute;s,    entretanto, n&atilde;o optou por um &uacute;nico esquema de tratamento, mas    por um &#8220;sistema terap&ecirc;utico&#8221; com um tratamento de primeira    linha (E-1); uma varia&ccedil;&atilde;o para o tratamento da meningoencefalite    tuberculosa (Esquema-2 (E-2) e, um tratamento de reserva, para os falidos com    o E-1 (Esquema-3 (E-3)<sup><i>(3)</i></sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Passados mais    de 30 anos, a grande efic&aacute;cia do E-1 (2RHZ/4RH) continua indiscut&iacute;vel,    embora as taxas crescentes de abandono do tratamento venham causando n&iacute;veis    decrescentes de sua efetividade. O mesmo n&atilde;o parece ocorrer com a op&ccedil;&atilde;o    de reserva, o E-3 (SZEEt/9EEt). Elaborado com base nos conhecimentos e ofertas    de medicamentos existentes na &eacute;poca, associa drogas com maior potencial    de toxicidade e menor poder bactericida. Essas caracter&iacute;sticas podem    fazer supor que seus resultados pr&aacute;ticos sejam inferiores aos do E-1.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O presente estudo    visa avaliar a efetividade do E-3, desde a sua introdu&ccedil;&atilde;o em 1979    at&eacute; os dias atuais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Quimioterapia    padronizada da tuberculose no Brasil</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A quimioterapia    &eacute; considerada o principal bra&ccedil;o de atua&ccedil;&atilde;o das estrat&eacute;gias    de controle da tuberculose. Um doente curado, particularmente se for portador    de uma forma cl&iacute;nica bacil&iacute;fera, &eacute; uma fonte infectante    a menos. A partir da descoberta da estreptomicina, em 1944, e do desenvolvimento    de novos f&aacute;rmacos ativos contra o bacilo tuberculoso, o combate &agrave;    tuberculose passou a ser efetivo, tornando poss&iacute;vel curar a maioria dos    doentes descobertos. Paralelamente, o uso incorreto das drogas criou um novo    obst&aacute;culo &agrave; cura: a sele&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento    de bacilos resistentes. No Brasil, esse fato levou &agrave; cria&ccedil;&atilde;o    de uma nova forma de classifica&ccedil;&atilde;o dos doentes, substituindo a    classifica&ccedil;&atilde;o proposta pela NTA, que levava em considera&ccedil;&atilde;o    o progn&oacute;stico e o uso dos recursos hospitalares, base inicial do tratamento.    Assim foi que, a partir de 1964, os doentes passaram a ser classificados em:    VT (virgem de tratamento e sens&iacute;vel ao tratamento); PS (provavelmente    sens&iacute;vel ao tratamento); C1 (cr&ocirc;nico pass&iacute;vel de recupera&ccedil;&atilde;o    cir&uacute;rgica) e C2 (cr&ocirc;nico grave n&atilde;o pass&iacute;vel de recupera&ccedil;&atilde;o    cir&uacute;rgica)<sup><i>(4,5)</i></sup>. Ao mesmo tempo, padronizou-se o esquema terap&ecirc;utico    numa estrat&eacute;gia para reduzir o risco da resist&ecirc;ncia bacteriana    e para assegurar a democratiza&ccedil;&atilde;o do tratamento. O Brasil foi    um dos pioneiros nessa estrat&eacute;gia, definindo tratamentos <i>standard</i> para    cada tipo de doente. Os VT e PS eram tratados por 18 meses com a estreptomicina    (S), a isoniazida (H) e o &aacute;cido para-amino-salic&iacute;lico (PAS). Nos    tr&ecirc;s primeiros meses de tratamento (fase de ataque), os rem&eacute;dios    eram administrados em regime hospitalar, para a qual destinava-se a maioria    dos leitos da tuberculose. Para o tratamento dos cr&ocirc;nicos, havia a op&ccedil;&atilde;o    cir&uacute;rgica (C1) ou esquemas de segunda linha, compostos pelo etambutol    (E), pela etionamida (Et), pela pirazinamida (Z), pela viomicina (V), pela capreomicina    (C) e por outras, al&eacute;m das condutas cir&uacute;rgicas preconizadas na    &eacute;poca (C2)<sup><i>(4)</i></sup>. Considerando a car&ecirc;ncia de leitos hospitalares e    a pouca disponibilidade dos medicamentos de 2&ordf; linha, os classificados    como C2, em geral eram condenados &agrave; progress&atilde;o da doen&ccedil;a    e &agrave; morte tardia, dependendo de sua resposta imunit&aacute;ria.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A partir de 1965,    com base em experimentos bem conduzidos, o tempo de tratamento foi reduzido    para 12 meses, mantendo-se a S, a H e o PAS. Para o retratamento, foi proposto    esquema contendo o E, a Et e a Z. Multiplicam-se os dispens&aacute;rios e o    tratamento torna-se basicamente ambulatorial<sup><i>(4)</i></sup> .</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 1979, a introdu&ccedil;&atilde;o    da rifampicina (R) no esquema terap&ecirc;utico possibilitou a redu&ccedil;&atilde;o    do tempo de tratamento para 6 meses, sendo implantado em todo o pa&iacute;s    o E-1 (2RHZ/4RH). Esse esquema, aliando grande efetividade &agrave; baixa toxicidade,    fez ressurgir o sonho de controlar a doen&ccedil;a. Para os casos de fal&ecirc;ncia    desse esquema, foi padronizado o E-3, composto pela S, E, Et e Z. Apesar de    a Norma atual estabelecer que o tratamento deva ser desenvolvido sob regime    ambulatorial e supervisionado, na maior parte do pa&iacute;s ainda predomina    o tratamento autoadministrado<sup><i>(6)</i></sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Aparentemente,    o E-3 &eacute; menos potente e tem maior potencial de toxicidade que o E-1.    Entretanto, s&atilde;o raros os estudos que tentaram quantificar o poder de    cura deste esquema medicamentoso. Em 1993, Picon e cols. publicaram os resultados    do tratamento com este esquema em 58 doentes estudados entre 1983 e 1987 no    Rio Grande do Sul<sup><i>(7)</i></sup>. Ainda no RS, em 1990, Henn e cols apresentaram um comunicado    em Congresso M&eacute;dico no qual reviram 212 doentes tratados com o E-3 na    d&eacute;cada de 80<sup><i>(8)</i></sup>. Numa publica&ccedil;&atilde;o de Diniz e cols, foram    apresentados os resultados do estudo de coorte sobre a efetividade do tratamento    da tuberculose na rotina das Unidades de Sa&uacute;de das capitais brasileiras,    feito periodicamente pelo Centro de Refer&ecirc;ncia Prof. H&eacute;lio Fraga.    Como esse estudo incluiu apenas 14 doentes tratados com o E-3, fica inviabilizada    uma an&aacute;lise comparativa dos resultados encontrados<sup><i>(9)</i></sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b><a name="texto"></a>Material    e m&eacute;todos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 1997, foi solicitada    informa&ccedil;&atilde;o sobre o resultado do tratamento com o esquema 3 a cada    Coordena&ccedil;&atilde;o Estadual do Programa de Controle da Tuberculose. Apenso    &agrave; solicita&ccedil;&atilde;o, havia um formul&aacute;rio padronizado a    ser preenchido com os dados de cada caso (<a href="#anexo">Anexo 1</a>). Apenas    12 estados responderam (AC, AM, PA, RO, MA, PE, PI, SE, MS, TO, PR, SC), enviando    dados de 743 doentes tratados com o esquema 3. Todos haviam completado o tratamento    em 1997. Dos doentes analisados, 506 (68%) eram do sexo masculino; 2(0,3%) tinham    menos de 10 anos; 171 (24,5%) tinham entre 11 e 30 anos; 457 (65,4%) tinham    entre 31 e 60 anos e 69 (9,9%) tinham mais de 60 anos. Em 44 dos casos n&atilde;o    havia informa&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; idade; 707 doentes (97,8%) eram    portadores de formas pulmonares; 16 (2,2%) de formas extra-pulmonares e em 20    doentes n&atilde;o havia informa&ccedil;&atilde;o sobre a forma cl&iacute;nica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Padronizou-se    que o resultado do tratamento quimioter&aacute;pico seja registrado segundo    a codifica&ccedil;&atilde;o abaixo:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Cura comprovada</i>   &#8211; quando h&aacute; negativa&ccedil;&atilde;o bacteriol&oacute;gica ao    final do tratamento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Tratamento completado</i>    ou <i>Cura cl&iacute;nica n&atilde;o comprovada bacteriologicamente</i> - melhora cl&iacute;nica/radiol&oacute;gica    sem negativa&ccedil;&atilde;o bacteriol&oacute;gica ao final do tratamento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <i>Abandono</i> &#8211;    sem contato com a Unidade de Sa&uacute;de onde o tratamento &eacute; feito por    mais de 30 dias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <i>Mudan&ccedil;a    de esquema por toxicidade</i> &#8211; intoler&acirc;ncia medicamentosa ou manifesta&ccedil;&otilde;es    de toxicidade que motivaram a mudan&ccedil;a do esquema terap&ecirc;utico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <i>Mudan&ccedil;a    de diagn&oacute;stico</i> &#8211; altera&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico    ap&oacute;s in&iacute;cio da quimioterapia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <i>Transfer&ecirc;ncia    de US</i> &#8211; o tratamento foi continuado em outro estado.</font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>&Oacute;bito por    tuberculose</i> &#8211; morte por tuberculose ap&oacute;s o in&iacute;cio do tratamento.</font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>&Oacute;bito por    outra causa</i>&#8211; morte por causa n&atilde;otuberculosa durante o tratamento.    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <i>Fal&ecirc;ncia    do esquema </i>&#8211; bacteriologia positiva em duas amostras ao final do tratamento.    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <i>Continuou tratamento    ap&oacute;s 12 meses</i> &#8211; prorroga&ccedil;&atilde;o da quimioterapia ap&oacute;s    o d&eacute;cimo-segundo m&ecirc;s.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Sem informa&ccedil;&atilde;o    </i> &#8211; aus&ecirc;ncia de informa&ccedil;&otilde;es sobre a evolu&ccedil;&atilde;o    do doente ap&oacute;s o in&iacute;cio do tratamento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Resultados    </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na <a href="#tab1">tabela    1</a> s&atilde;o apresentados os resultados do tratamento com o esquema 3 ao    final do d&eacute;cimosegundo m&ecirc;s. Pode-se notar a baixa propor&ccedil;&atilde;o    de cura e/ou de resultados favor&aacute;veis (45,9%) e que parcela pequena (1,5%)    continuou o tratamento al&eacute;m do d&eacute;cimo-segundo m&ecirc;s. N&atilde;o    houve diferen&ccedil;a significativa entre os resultados quando comparados os    grupos segundo as formas cl&iacute;nicas ou as faixas et&aacute;rias.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab1"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bps/v8n1/1a02t1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para possibilitar    melhor an&aacute;lise dos resultados obtidos com o E-3, montou-se a <a href="#tab2">Tabela    2</a>. Nela, foram inclu&iacute;dos apenas os doentes cujos resultados do tratamento    eram conhecidos ao final do 12<sup>o</sup> m&ecirc;s de tratamento. Pouco mais    que a metade deles teve alta por cura e cerca de um quarto abandonou o tratamento.    A propor&ccedil;&atilde;o de abandono foi inferior &agrave;quela notificada    com o E-1 no mesmo ano<sup><i>(2)</i></sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab2"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bps/v8n1/1a02t2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Dentre os casos    em que houve informa&ccedil;&atilde;o quanto ao m&ecirc;s de abandono do tratamento,    pode-se notar que a metade dos abandonos ocorreu nos quatro primeiros meses    de quimioterapia (<a href="#tab3">Tabela 3</a>). Como o E-3 compreende quatro    drogas nos tr&ecirc;s primeiros meses, sendo uma injet&aacute;vel (S), &eacute;    poss&iacute;vel que isso influencie a decis&atilde;o de abandonar o tratamento    nesse per&iacute;odo. N&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa entre    os sexos, grupos et&aacute;rios e formas cl&iacute;nicas da tuberculose no que    se refere &agrave; freq&uuml;&ecirc;ncia do abandono de tratamento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab3"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bps/v8n1/1a02t3.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na <a href="#tab4">tabela    4</a> pode-se ver a compara&ccedil;&atilde;o dos resultados obtidos nesse estudo    com aqueles publicados por Picon e cols e por Henn e cols. Incluiu-se, tamb&eacute;m,    os resultados dos 14 doentes estudados na coorte de 1992. Pode-se notar que    nossos resultados revelam menor propor&ccedil;&atilde;o de cura e maior de abandono.    Chama a aten&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m, o maior n&iacute;vel de toxicidade    encontrado nos estudos do Sul do pa&iacute;s.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab4"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bps/v8n1/1a02t4.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na <a href="#tab5">tabela    5</a>, apresenta-se a compara&ccedil;&atilde;o entre os resultados do tratamento    com o E-1 e com o E-3 na rotina das Unidades de Sa&uacute;de (US) no ano de    1997. Para possibilitar compara&ccedil;&atilde;o, nessa tabela, s&atilde;o inclu&iacute;dos    os doentes cujos resultados do tratamento s&atilde;o conhecidos. Os &oacute;bitos    incluem os causados por tuberculose ou por outra causa. Possivelmente, a menor    propor&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;a de esquema reflete o menor grau de    toxicidade do E-1. Em ambos os grupos, o percentual de resultados favor&aacute;veis    &eacute; influenciado pelo grau de abandono do tratamento. Assim, &eacute; poss&iacute;vel    supor que o menor &iacute;ndice de cura e a maior taxa de abandono do E-3 reflitam    sua maior toxicidade e menor efetividade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab5"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bps/v8n1/1a02t5.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Discuss&atilde;o    </b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A an&aacute;lise    dos resultados terap&ecirc;uticos com o Esquema 3 revelou menor poder de cura    e maior taxa de abandono quando comparado ao Esquema 1. Certamente, este fato    reflete as menores atividades bactericida e esterilizante e o maior potencial    de toxicidade das drogas que comp&otilde;em o Esquema 3. Possivelmente, esse    fato j&aacute; era previs&iacute;vel na implanta&ccedil;&atilde;o do esquema    no sistema de tratamento padronizado da tuberculose, mas as condi&ccedil;&otilde;es    da &eacute;poca eram outras </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A taxa encontrada    de abandono nesse estudo (24,8%) foi quase 10% maior que a notificado com o    esquema 1 no mesmo ano (15,2%). De forma semelhante, as taxas de abandono nos    estudos do RS<sup>7,8</sup> e no estudo especial de coorte de 1992<sup><i>(9)</i> </sup>    tamb&eacute;m foram elevadas, embora menores no RS (18 e 8,8%), o que j&aacute;    poderia fazer prever que os resultados favor&aacute;veis seriam inferiores com    esse esquema. Caracteristicamente, a taxa mensal de abandono &eacute; maior    nos tr&ecirc;s primeiros meses, talvez espelhando a fase onde os efeitos indesej&aacute;veis    sejam maiores, dado que &eacute; nessa fase que se emprega maior n&uacute;mero    de f&aacute;rmacos. Nesse estudo, o abandono acumulado nos tr&ecirc;s primeiros    meses foi de 42,5%. O m&eacute;rito do presente estudo foi o de quantificar    essas propor&ccedil;&otilde;es na rotina das US.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As diferen&ccedil;as    observadas nos percentuais de cura e de abandono entre os estados avaliados    refletem, principalmente, os diferentes n&iacute;veis de organiza&ccedil;&atilde;o    e de resolu&ccedil;&atilde;o locais, j&aacute; que s&atilde;o proporcionais    &agrave;quelas encontradas quando se analisam os resultados do tratamento com    o esquema 1. Aparentemente, os resultados desse estudo n&atilde;o sofrem influ&ecirc;ncia    da forma cl&iacute;nica ou do grupo et&aacute;rio.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Mesmo apoiando    as conclus&otilde;es em resultados referentes a um &uacute;nico ano, informados    por apenas 12 UF (743 doentes), alguns pontos merecem reflex&atilde;o. Por exemplo,    a an&aacute;lise das coortes de 1997 (<a href="#tab5">Tabela 5</a>) revela resultados    favor&aacute;veis em 58% dos doentes tratados com o esquema 3 <i>versus</i> 78% com    o esquema 1. &Eacute; sabido que o abandono de tratamento vem-se tornando um    problema crescente ao longo do tempo, em particular nas capitais, refletindo    problemas na qualidade da assist&ecirc;ncia prestada aos doentes. &Eacute; poss&iacute;vel    que as diferen&ccedil;as nos resultados obtidos nos estudos no RS reflitam tamb&eacute;m    uma melhor organiza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os naquele estado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Assim como na    an&aacute;lise dos resultados do Esquema 1, as taxas de abandono influenciam    a efetividade do esquema 3. Se exclu&iacute;dos o abandono, a efic&aacute;cia    (cura / total - abandono x 100) encontrada nesse estudo do esquema 3 foi de    76,5%, contra 92% do esquema 1 no mesmo ano, e contra 75,5 e 81% nos estudos    do RS<sup><i>(7,8)</i></sup>. Certamente uma efic&aacute;cia acima de 75%, pode ser considerada    como razo&aacute;vel para um esquema de reserva.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Entretanto, outros    pontos devem ser considerados nessa an&aacute;lise: 1- No esquema 3, incluise    um rem&eacute;dio injet&aacute;vel, a estreptomicina (S), o que &eacute; um    fator relevante na ades&atilde;o ao tratamento; 2- o potencial t&oacute;xico    &eacute; maior com os f&aacute;rmacos que comp&otilde;em o E-3; 3- o impacto    provocado pela coinfec&ccedil;&atilde;o BK-HIV. Esse &uacute;ltimo ponto pode    ser uma vari&aacute;vel importante a ser considerada na diferen&ccedil;a entre    as taxas de cura encontradas nesse estudo e nos estudos ga&uacute;chos (58%    vs 69 e 68%). Deve-se salientar que nesse estudo n&atilde;o foram inclu&iacute;dos    os estados do Rio de Janeiro e de S&atilde;o Paulo (n&atilde;o responderam &agrave;    solicita&ccedil;&atilde;o), que representam mais de um ter&ccedil;o das taxas    de notifica&ccedil;&atilde;o nacional e, sem d&uacute;vida, os que mais sofrem    o impacto da co-infec&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O combate ao abandono    n&atilde;o se faz prioritariamente nos pacientes com indica&ccedil;&atilde;o    ao E-3, mas sim entre os que entram no sistema. O uso correto do E-1, reduzindo    o abandono e a irregularidade na tomada das refei&ccedil;&otilde;es, atrav&eacute;s    de uma melhor organiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de aten&ccedil;&atilde;o    prim&aacute;ria, tratando o paciente de maneira digna e humana e/ou ampliando    o regime de supervis&atilde;o, tornaria o E-3 cada vez menos necess&aacute;rio.    Tais conclus&otilde;es poderiam simplesmente sugerir que n&atilde;o haveria    necessidade de alterar o E-3, n&atilde;o fossem algumas decis&otilde;es e observa&ccedil;&otilde;es    recentes:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1) A op&ccedil;&atilde;o    por incluir o E como refor&ccedil;o no retratamento deve repercutir sobre o    esquema proposto como reserva, agora com 2 drogas j&aacute; usadas anteriormente<sup><i>(10)</i></sup>    &#91;9&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2) Aumento dos    efeitos adversos e intera&ccedil;&otilde;es das drogas antituberculosas entre    os pacientes portadores de HIV/AIDS, obrigando o uso mais frequente da S e E    em substitui&ccedil;&atilde;o a H e R no E-1.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3) Alguns novos    levantamentos de resist&ecirc;ncia micobacteriana indicando uma crescente resist&ecirc;ncia    isolada da R e do E e, como conseq&uuml;&ecirc;ncia, menor prote&ccedil;&atilde;o    conferida pelas drogas tradicionais entre elas a S e a H<sup><i>(11, 12,13)</i></sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O alto custo do    tratamento alternativo para pacientes portadores de TBMR e a atual experi&ecirc;ncia    brasileira com fluoroquinolonas revelando o alto poder bactericida e esterilizante    destas drogas, conhecimento n&atilde;o presente quando da elabora&ccedil;&atilde;o    do esquema de reserva <sup><i>(14,15,16)</i></sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Tais quest&otilde;es    poderiam simplificar o sistema, considerando como TBMR todo os pacientes que    apresentassem fal&ecirc;ncia ao E-1 ou ao E-1R, com duas possibilidades: um    novo esquema de reserva incluindo uma fluoroquinolona ou um esquema decidido    com base em estudos de resist&ecirc;ncia, quem sabe facilitados com a incorpora&ccedil;&atilde;o    de m&eacute;todos r&aacute;pidos de cultura e sensibilidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Finalmente, h&aacute;    que se avaliar o custobenef&iacute;cio destas propostas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias    bibliogr&aacute;ficas </b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1. Melo, F.A.F.;    Afiune, J.B. Drogas antituberculosas no Brasil. Multirresist&ecirc;ncia. Ars    Curandis 1992; 25:51-58.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de/DNPS. Manual de normas para o controle da tuberculose, 1<sup>a</sup>    Ed., Bras&iacute;lia 1979.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. Hijjar, M.A.    Apresenta&ccedil;&atilde;o do Manual de normas para o controle da tuberculose,    4<sup>a</sup> Ed., MS/FNS/DNPS 1995.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de/SNT. Rev Serv Nac Tuberc 1966; X(37):105-106..</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Figueiredo,    F.P. Nova classifica&ccedil;&atilde;o dos doentes admitidos em hospitais de    tuberculose. Rev do Serv Nac Tub 1964; 8: 191.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 6. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de/FUNASA/CENEPI/ CRPHF. Manual de Normas T&eacute;cnicas &#8211;    Estrutura e Operacionaliza&ccedil;&atilde;o do Programa, Bras&iacute;lia, 5<sup>a</sup>    Ed., 2000 (no prelo).</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. Picon, P.D.;    Rizzon, C.F.C.; Freitas, T.M.; Azevedo, S.N.B.; Gutierrez, R.S. Resultados do    Tratamento in Tuberculose: epidemiologia, diagn&oacute;stico e tratamento em    cl&iacute;nica e sa&uacute;de p&uacute;blica &#91;Eds&#93;. Picon PD, Rizzon CFC. Ott    WP. Editora M&eacute;dica e Cient&iacute;fica Ltda., Rio de Janeiro 1993;504-523.    </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Henn, L.A.;    Espina, C.A.; Ferreira, R.T. Avalia&ccedil;&atilde;o da efic&aacute;cia do esquema    3/DNPS em 212 pacientes com tuberculose pulmonar. J Pneumol;16 &#91;Supl.1&#93; 1990;96-97.    </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. Diniz, L.S.;    Gerhardt, G.; Miranda, J.A.; Manceau, J.N. Efetividade do tratamento da tuberculose    em oito munic&iacute;pios de capitais brasileiras. Bol Pneum Sanit 1995;3:8-18.    </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de/FNS/DNPS. Manual de normas para o controle da tuberculose, 4<sup>a</sup>    Ed., Bras&iacute;lia. 1995.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 11. Melo, F.A.F.;    Afiune, J.B.; Ribeiro, L.H.G.; Castelo, A. Resist&ecirc;ncia prim&aacute;ria    do M. tuberculosis num servi&ccedil;o ambulatorial de refer&ecirc;ncia em S&atilde;o    Paulo: evolu&ccedil;&atilde;o por tr&ecirc;s d&eacute;cadas e compara&ccedil;&atilde;o    com outros estudos nacionais. J Pneumol 1996; 22:3-7.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 12. Natal, S.    Fatores de predi&ccedil;&atilde;o para resist&ecirc;ncia aos tuberculost&aacute;ticos.    Tese de Doutorado, Instituto de Medicina Social/UERJ, 2000.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 13. Melo, F.A.F.;    De Felice, E.A.A.; Spada, D.T.A.; Afiune, J.B.; Castelo, A. Resist&ecirc;ncia    prim&aacute;ria do M. tuberculosis em uma refer&ecirc;ncia na cidade de S&atilde;o    Paulo. Evolu&ccedil;&atilde;o por quatro d&eacute;cadas. J Pneumol. 2000;26    (Supl.3):S130.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 14. Comiss&atilde;o    de terceira linha do Hospital Sanat&oacute;rio Partenon. Efic&aacute;cia terap&ecirc;utica    do esquema de terceira linha ofloxacina-amicacina-tiacetazonahidrazida para    tuberculose multirresistente. J Pneumol. 1995; 21:225-231.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. Seiscento,    M.; Melo, F.A.F.; Ide Neto, J.; Noronha, A.M.L.; Afiune, J.B.; Inomata, T.;    Cruz, M.L. Tuberculose multirresistente (TBMR): aspectos cl&iacute;nico-laboratoriais,    epidemiol&oacute;gicos e terap&ecirc;uticos. J Pneumol. 1997; 23:237-244. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 16. Dalcolmo,    M.P.; Fortes, A.; Melo, F.A.F.; Motta, R.; Ide Neto, J.; Cardoso, N.; Andrade,    M.; Barreto, A.W.; Gerhardt, G. Estudo de efetividade de esquemas alternativos    para o tratamento da tuberculose multirresistente no Brasil. J Pneumol. 1999;25:63-69.    </font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#texto"><font size="3">*</font></a><a name="nota"></a>    - S &#8211; Estreptomicina. Z &#8211; Pirazinamida. E &#8211; Etambutol. Et    &#8211; Etionamida. R &#8211; Rifampicina. H &#8211; Isoniazida </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="anexo"></a><a href="#texto">ANEXO</a>    </b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Carta    enviada &agrave;s Coordena&ccedil;&otilde;es do Programa de Tuberculose das    Secretarias Estaduais de Sa&uacute;de</b></font></p>     <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    Rio de Janeiro, 15 de maio de 1997.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ao Coordenador    Estadual do PCT </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estamos realizando    estudo sobre a efetividade do Esquema # (SM + BEM + ETH + PZA) no tratamento    da tuberculose. Solicitamos preencher as fichas anexas com os dados dos doentes    conhecidos pelo seu sistema, que iniciaram tratamento com o esquema 3 nos &uacute;ltimos    5 anos.</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <b>FICHA DE REGISTRO DE DADOS    <br>   EFETIVIDADE DO ESQUEMA 3</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">UF (Colocar sigla    do estado)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nome: ____________________________________________________________</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Sexo:&nbsp;&nbsp; Masc &nbsp;&nbsp;&nbsp;Fem    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Idade no in&iacute;cio do tratamento: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Forma cl&iacute;nica:    Pulmonar&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Extra-pulmonar </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Resultado do tratamento    (ao final do 12<sup><u>o</u></sup> m&ecirc;s)    <br>   Cura (negativa&ccedil;&atilde;o bacteriol&oacute;gica ao final do tratamento)        <br>   Favor&aacute;vel (melhora cl&iacute;nica / radiol&oacute;gica sem negativa&ccedil;&atilde;o    bacteriol&oacute;gica ao final do tratamento)     <br>   Abandono     <br>   Mudan&ccedil;a de esquema por toxicidade     <br>   Mudan&ccedil;a de diagn&oacute;stico     <br>   Transfer&ecirc;ncia de US     <br>   &Oacute;bito por tuberculose     <br>   &Oacute;bito por outra causa     <br>   Fal&ecirc;ncia do esquema     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Continuou tratamento ap&oacute;s 12 meses     <br>   Sem informa&ccedil;&atilde;o     <br>   </font></p>      ]]></body><back>
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