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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>EDITORIAL</b></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>A trajetoria    do informe epidemiologico do SUS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Jarbas    Barbosa da Silva Junior</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Editor Geral -    IESUS</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Informe Epidemiol&oacute;gico    do SUS (IESUS) foi criado em 1992 ap&oacute;s a constitui&ccedil;&atilde;o do    Centro Nacional de Epidemiologia (CENEPI). O n&uacute;mero 1, de junho de 1992,    trazia na sua apresenta&ccedil;&atilde;o que o IESUS era &#8220;o resultado    inicial de um esfor&ccedil;o do CENEPI em organizar e divulgar de forma mais    ampla algumas informa&ccedil;&otilde;es epidemiol&oacute;gicas acumuladas de    forma compartimentalizada em v&aacute;rios &oacute;rg&atilde;os do Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de&#8221;. A periodicidade era mensal e visava implementar uma    das atribui&ccedil;&otilde;es do CENEPI, a de &#8220;conformar, organizar e    difundir a informa&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica para todos os n&iacute;veis    do SUS&#8221;. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com este contexto    e com a miss&atilde;o estabelecida, o IESUS publicava s&eacute;ries de dados    das doen&ccedil;as e agravos de notifica&ccedil;&atilde;o, e ainda os dados    de interna&ccedil;&otilde;es hospitalares dos setores p&uacute;blicos e conveniados    do SUS, estes &uacute;ltimos, divulgados at&eacute; 1996; ainda fazia a difus&atilde;o    de artigos que, em geral, analisavam os dados de alguma situa&ccedil;&atilde;o    epidemiol&oacute;gica relevante para o pa&iacute;s, como por exemplo, a ocorr&ecirc;ncia    de c&oacute;lera no Brasil, publicada no primeiro n&uacute;mero. Nesse primeiro    per&iacute;odo, o IESUS assumia um car&aacute;ter h&iacute;brido, entre um boletim    de divulga&ccedil;&atilde;o de dados epidemiol&oacute;gicos e uma revista de    difus&atilde;o de artigos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao longo de sua    trajet&oacute;ria, e da trajet&oacute;ria do CENEPI e do SUS, a publica&ccedil;&atilde;o    passou por algumas transforma&ccedil;&otilde;es, tanto de conte&uacute;do quanto    de projeto gr&aacute;fico. Passaram a freq&uuml;entar, cada vez mais assiduamente,    as p&aacute;ginas do IESUS, os artigos de car&aacute;ter cient&iacute;fico,    uns encaminhados espontaneamente por profissionais que viam no Informe uma oportunidade    de divulgar conhecimentos para a grande clientela dos servi&ccedil;os e alguns    outros solicitados pelo CENEPI a especialistas que, com sua experi&ecirc;ncia    profissional, muito contribu&iacute;ram para enriquecer a publica&ccedil;&atilde;o.    J&aacute; em 1997, a linha editorial passou a priorizar a publica&ccedil;&atilde;o    desses artigos. No final desse ano, o IESUS foi indexado nas bases &#8211; LILACS    &#8211; Literatura Latino Americana em Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de e na ADSa&uacute;de    &#8211; base bibliogr&aacute;fica da Universidade de S&atilde;o Paulo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 1998, o Corpo    Editorial passou a ser constitu&iacute;do por um grupo de profissionais de excel&ecirc;ncia    nas &aacute;reas de Epidemiologia e Sa&uacute;de P&uacute;blica e teve seu corpo    de relatores oficialmente constitu&iacute;do, a partir de convite a v&aacute;rios    profissionais das diversas &aacute;reas do conhecimento, que passaram a integrar    o Corpo de Consultores do CENEPI. Tamb&eacute;m em 1998, a mala direta passou    por um processo de reestrutura&ccedil;&atilde;o, com a incorpora&ccedil;&atilde;o    de institui&ccedil;&otilde;es e pessoas f&iacute;sicas e atualiza&ccedil;&atilde;o    de cadastros. Hoje, o Informe est&aacute; atingindo todos os munic&iacute;pios    brasileiros, com uma tiragem ampliada para 25.000 exemplares, constituindo-se    na revista cient&iacute;fica de maior circula&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s.    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para consolidar    ainda mais seu car&aacute;ter cient&iacute;fico e aperfei&ccedil;oar a dissemina&ccedil;&atilde;o    de informa&ccedil;&otilde;es epidemiol&oacute;gicas para os servi&ccedil;os    de sa&uacute;de, em 1999, foram introduzidas v&aacute;rias transforma&ccedil;&otilde;es:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> a) O IESUS adotou    um novo projeto gr&aacute;fico, em tamanho A4, cuja capa utilizava o s&iacute;mbolo    do SUS como ele-mento visual, associando a publica&ccedil;&atilde;o ao desenvolvimento    da epidemiologia dentro do sistema de sa&uacute;de;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> b) Adotou-se tamb&eacute;m    a formata&ccedil;&atilde;o t&iacute;pica de publica&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica,    voltada para divulgar an&aacute;lises, estudos e dados t&eacute;cnicos e cient&iacute;ficos,    destinados prioritariamente aos profissionais de sa&uacute;de, cumprindo um    dos objetivos do Centro Nacional de Epidemiologia &#8211; CENEPI/FUNASA, de    difus&atilde;o do conhecimento epidemiol&oacute;gico;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> c) As tabelas    com os dados das Doen&ccedil;as de Notifica&ccedil;&atilde;o Compuls&oacute;ria    passaram a ser divulgadas, exclusivamente, pelo Boletim Epidemiol&oacute;gico,    que tamb&eacute;m estava dispon&iacute;vel via Internet;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> d) O Informe passou    a trabalhar com artigos originais nas seguintes linhas tem&aacute;ticas: avalia&ccedil;&atilde;o    de situa&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de; estudos etiol&oacute;gicos; avalia&ccedil;&atilde;o    epidemiol&oacute;gica de servi&ccedil;os, programas e tecnologias e avalia&ccedil;&atilde;o    da vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica; artigos de revis&atilde;o sobre temas    relevantes para a sa&uacute;de p&uacute;blica; e ainda relat&oacute;rios de    reuni&otilde;es ou oficinas de trabalho; coment&aacute;rios; notas; e artigos    reproduzidos; e</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> e) Passou-se a    adotar as normas de Vancouver para as Refer&ecirc;ncias Bibliogr&aacute;ficas,    que foram traduzidas e reproduzidas no volume 8, n&uacute;mero 2 de 1999, de    forma a orientar os leitores do IESUS de forma direcionada ao novo padr&atilde;o    cient&iacute;fico da revista. As normas de Vancouver passaram a ser o marco    orientador tamb&eacute;m para a condu&ccedil;&atilde;o &eacute;tica editorial    da publica&ccedil;&atilde;o e para a condu&ccedil;&atilde;o de processos administrativos.    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Essas modifica&ccedil;&otilde;es    fizeram parte do processo de aprimoramento do Informe Epidemiol&oacute;gico    do SUS e da melhor defi-ni&ccedil;&atilde;o do papel de cada uma das publica&ccedil;&otilde;es    do CENEPI. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Atendendo &agrave;    necessidade de aprimoramento cont&iacute;nuo da publica&ccedil;&atilde;o, o    Informe Epidemiol&oacute;gico do SUS passar&aacute;, a partir do seu primeiro    n&uacute;mero de 2003, por uma profunda mudan&ccedil;a, a come&ccedil;ar pelo    t&iacute;tulo da revista que ser&aacute; modificado para representar melhor    a principal miss&atilde;o da revista: a divulga&ccedil;&atilde;o da epidemiologia    aplicada nos servi&ccedil;os de sa&uacute;de e a divulga&ccedil;&atilde;o do    conhecimento epidemiol&oacute;gico para os profissionais que atuam no SUS. Essa    mudan&ccedil;a atende tamb&eacute;m &agrave; compet&ecirc;ncia do gestor federal    na &aacute;rea de epidemiologia, que &eacute; o desenvolvimento da epidemiologia    nos servi&ccedil;os de sa&uacute;de do SUS. Al&eacute;m de mudan&ccedil;as gr&aacute;ficas;    haver&aacute; a incorpora&ccedil;&atilde;o de novos conte&uacute;dos para fortalecer    o papel da publica&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Assim, este n&uacute;mero    marca a etapa final da trajet&oacute;ria do IESUS. Confiamos que a publica&ccedil;&atilde;o    cumpriu a sua finalidade e consolidou-se como um instrumento de divulga&ccedil;&atilde;o    da epidemiologia no SUS. A continuidade da publica&ccedil;&atilde;o, por meio    de novo formato e com os novos desafios, visa atender ao permanente processo    de fortalecimento da epidemiologia de servi&ccedil;os e do pr&oacute;prio SUS.    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp; </p>      ]]></body>
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