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<journal-title><![CDATA[Epidemiologia e Serviços de Saúde]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fatores associados à mortalidade infantil no Município de Foz do Iguaçu, Paraná, Brasil: estudo de caso-controle]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Associated factors and infant mortality in the Municipality of Foz do Iguaçu, State of Paraná, Brazil - a case control study]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade do Vale do Rio dos Sinos Curso de Fisioterapia ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: to identify factors related to infant mortality in Foz do Iguagu, State of Paraná, Brazil. METHODOLOGY: a case-control study was conducted using secondary data obtainedfrom Brazil's Live Birth Information System and Mortality Information System; the study cases were children who died in 2007 before reaching one year; for each case, the authors defined as controls two children born of the same sex, in the same hospital, and still alive; multivariate analysis was performed with logistic regression. RESULTS: there were 69 cases and 138 controls; gestational age less than 37 weeks, low birth weight, children with congenital anomalies and Apgar score less than 7 at five minutes were considered risk factors, with odds ratios of 5.96 (CI95%: 1.35-26.4), 4.32 (CI95%: 1.14-16.4), 7.87 (CI95%: 2.0-30.9) e 4.44 (CI95%: 1.21-16.2), respectively. CONCLUSION: excluding congenital anomalies, the risk factorsfor infant mortality identified in Foz do Iguagu are related to the supply and quality of health services, especially in its neonatal component.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="verdana"><b><b>ARTIGO ORIGINAL</b></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b><a name="topo"></a>Fatores associados &agrave; mortalidade infantil no Munic&iacute;pio de Foz do  Igua&ccedil;u, Paran&aacute;, Brasil: estudo de caso-controle<a href="#endereco"><sup>*</sup></a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana"> Associated  factors and infant mortality in the Municipality  of Foz do Igua&ccedil;u, State of Paran&aacute;, Brazil  - a case control study</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">  <b>Roberto Valiente Doldan<sup>I</sup>; Juvenal  Soares Dias da Costa<sup>II</sup>; Marcelo  Felipe Nunes<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <sup>I</sup>Mestrado  Profissionalizante de Sa&uacute;de P&uacute;blica Baseada em Evid&ecirc;ncias, Centro de Pesquisas  Epidemiol&oacute;gicas, Universidade Federal de Pelotas, RS, Brasil.    <br>     <sup>II</sup>Departamento  de Medicina Social, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Pelotas,  Pelotas-RS, Brasil. Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Coletiva, Universidade do Vale do Rio  dos Sinos, S&atilde;o Leopoldo-RS, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Curso  de Fisioterapia, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, S&atilde;o Leopoldo-RS, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2"><strong><font face="verdana">RESUMO</font></strong></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><strong>OBJETIVO:</strong></font> <font size="2" face="Verdana">identificar fatores relacionados &agrave; mortalidade infantil em Foz do  Igua&ccedil;u, estado do Paran&aacute;, Brasil.    <br>   </font><font size="2" face="verdana"><strong>METODOLOGIA:</strong></font> <font size="2" face="Verdana">foi realizado um estudo  de caso-controle utilizando-se dados secund&aacute;rios obtidos do Sistema de  Informa&ccedil;&otilde;es sobre Nascidos Vivos e do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Mortalidade;  os casos estudados foram crian&ccedil;as que morreram em 2007 antes de  completarem um ano de vida; para cada caso foram definidas como controles duas  crian&ccedil;as do mesmo sexo, nascidas no mesmo hospital e que ainda estivessem  vivas; foi realizada an&aacute;lise multivariada com regress&atilde;o log&iacute;stica.    <br>     </font><font size="2" face="verdana"><strong>RESULTADOS:</strong></font><b><font size="2" face="Verdana"> </font></b><font size="2" face="Verdana">participaram do estudo 69 casos e 138 controles; a idade gestacional inferior a 37 semanas, baixo  peso ao nascimento, crian&ccedil;as com anomalias cong&ecirc;nitas e com escore de Apgar menor de 7 aos cinco  minutos foram considerados fatores de risco, apresentando <i>odds ratios </i>ajustadas  de 5,96 (IC<sub>95%</sub>: 1,35-26,4), 4,32 (IC<sub>95%</sub>: 1,14-16,4), 7,87 (IC<sub>95%</sub>: 2,0-30,9) e4,44 (IC<sub>95%</sub>: 1,21-16,2), respectivamente.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><strong>CONCLUS&Atilde;O: </strong></font><font size="2" face="Verdana">exclu&iacute;do as anomalias cong&ecirc;nitas, os fatores de risco para mortalidade infantil identificados em Foz do Igua&ccedil;u est&atilde;o  relacionados &agrave; oferta e qualidade dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de, principalmente em seu  componente neonatal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">          <b>Palavras-chave: </b>mortalidade infantil; fatores de risco; mortalidade neonatal; estudos de  casos e controles; prematuridade; anomalias cong&ecirc;nitas.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><strong>SUMMARY</strong></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><strong>OBJECTIVE:</strong></font> <font size="2" face="Verdana">to identify factors related to infant mortality in Foz do Iguagu, State of Paran&aacute;, Brazil.    <br>   </font><font size="2" face="verdana"><strong>METHODOLOGY:</strong></font> <font size="2" face="Verdana">a case-control study was conducted using secondary data  obtainedfrom Brazil's Live Birth Information System and Mortality Information  System; the study cases were children who died in 2007 before reaching one  year; for each case, the authors defined as controls two children born of the  same sex, in the same hospital, and still alive; multivariate analysis was  performed with logistic regression.    <br>     </font><font size="2" face="verdana"><strong>RESULTS:</strong></font> <font size="2" face="Verdana">there were 69 cases and 138  controls; gestational age less than 37 weeks, low birth weight, children with  congenital anomalies and Apgar score less than 7 at five minutes were  considered risk factors, with odds ratios of 5.96 (CI<sub>95%</sub>: 1.35-26.4), 4.32 (CI<sub>95%</sub>:  1.14-16.4), 7.87 (CI<sub>95%</sub>: 2.0-30.9) e  4.44 (CI<sub>95%</sub>: 1.21-16.2), respectively.    <br>   </font><font size="2" face="verdana"><strong>CONCLUSION:</strong></font> <font size="2" face="Verdana">excluding  congenital anomalies, the risk factorsfor infant mortality identified in Foz do  Iguagu are related to the supply and quality of health services, especially in  its neonatal component.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">  <b>Key  words: </b>infant mortality; risk factors; perinatal  mortality; case-control studies; prematurity; congenital anomalies.</font><font size="2" face="Verdana"><i>&nbsp;</i></font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A mortalidade infantil, do ponto de vista epidemiol&oacute;gico, &eacute; um dos principais indicadores de sa&uacute;de e de desenvolvimento  social, pois est&aacute; vinculada &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es socioecon&oacute;micas e sanit&aacute;rias da popula&ccedil;&atilde;o.<sup>1</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> Nos &uacute;ltimos anos, tem se observado o decl&iacute;nio das taxas de  mortalidade infantil (TMI) em todas as macrorregi&otilde;es do Brasil, com algumas  diferen&ccedil;as regionais. Segundo Victora e colaboradores, os decr&eacute;scimos anuais da mortalidade  infantil aumentaram ap&oacute;s 1980: ocorreram 47 mortes por 1000 nascidos vivos em  1990, 27 mortes/1000 em 2000 e 19/1000 em 2007, representando uma redu&ccedil;&atilde;o de  4,4% no per&iacute;odo 2000-2008.<sup>2</sup> Isto indica uma tend&ecirc;ncia decrescente da  mortalidade; por&eacute;m, esses n&uacute;meros ainda s&atilde;o alarmantes, na medida em que  muitas dessas mortes s&atilde;o consideradas evit&aacute;veis.<sup>3</sup> V&aacute;rios estudos associam esse  decr&eacute;scimo &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es socioecon&oacute;micas  em que vivem essas popula&ccedil;&otilde;es, bem como a fatores associados  &agrave;s m&atilde;es e &agrave;s crian&ccedil;as, mostrando concentra&ccedil;&atilde;o de &oacute;bitos entre os estratos mais  pobres.<sup>1,4</sup> Mesmo com o decr&eacute;scimo observado, este se processa de  forma lenta, nem sempre gradual, resultando em patamares ainda n&atilde;o  satisfat&oacute;rios e distantes dos registrados em pa&iacute;ses desenvolvidos. A redu&ccedil;&atilde;o  das taxas de mortalidade infantil no Brasil &eacute; ainda um desafio para a sociedade  e para o sistema de sa&uacute;de.<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s diferen&ccedil;as regionais, pode-se afirmar que a TMI do  Nordeste ainda &eacute; muito maior que a do Sudeste, que, por sua vez, &eacute; maior que a  da regi&atilde;o Sul, caracterizando condi&ccedil;&otilde;es socioecon&oacute;micas diferentes e demonstrando a falta de  uniformidade na formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas do setor Sa&uacute;de direcionadas &agrave;  &aacute;rea materno-infantil.<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mortalidade infantil, o Paran&aacute;, a exemplo de outros  estados da regi&atilde;o Sul, tem apresentado valores decrescentes nos &uacute;ltimos anos:  em 2006, essa taxa situou-se em 14/1000; e em 2007, reduziu-se para 13,2/1000,<sup>5</sup>  o que indica uma situa&ccedil;&atilde;o bastante favor&aacute;vel no Paran&aacute;, comparativamente a  outros estados do Pa&iacute;s.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Foz do Igua&ccedil;u sofreu um crescimento urbano acelerado durante a constru&ccedil;&atilde;o  da usina hidroel&eacute;trica de Itaipu Binacional. Atualmente, com o t&eacute;rmino dessa  obra de propor&ccedil;&otilde;es excepcionais, observa-se o empobrecimento da popula&ccedil;&atilde;o. Tais  situa&ccedil;&otilde;es contribu&iacute;ram sobremaneira para o surgimento de alguns agravos comuns &agrave; fronteira e, consequentemente, refletem-se em  oscila&ccedil;&otilde;es na taxa de mortalidade infantil do munic&iacute;pio. Por exemplo, embora o  Paran&aacute; tenha apresentado taxas decrescentes ao longo dos anos, sua TMI em 2006  foi de 13,7/1000, inferior &agrave; do ano seguinte, 2007, quando aumentou para 16/1000.<sup>5</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O objetivo deste estudo foi descrever as  principais causas de mortalidade infantil em Foz do Igua&ccedil;u, Paran&aacute;, no ano de  2007 e determinar os fatores associados ao &oacute;bito infantil.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana">    <b>Metodologia</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Foz do Igua&ccedil;u est&aacute; localizada na regi&atilde;o oeste do Estado do Paran&aacute;,  na fronteira com o Paraguai e a Argentina, e segundo a Funda&ccedil;&atilde;o Instituto  Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), possui uma popula&ccedil;&atilde;o estimada de  316.753 habitantes em 2007.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Foi realizado um estudo de caso-controle para identificar fatores  associados ao &oacute;bito infantil em crian&ccedil;as cujas m&atilde;es fossem residentes em Foz do  Igua&ccedil;u-PR.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A popula&ccedil;&atilde;o do estudo esteve conformada pelas crian&ccedil;as registradas  nos bancos de dados do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Nascidos Vivos (Sinasc) e  do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Mortalidade (SIM), da Secretaria Municipal de  Sa&uacute;de de Foz do Igua&ccedil;u. A articula&ccedil;&atilde;o entre o SIM e Sinasc ocorreu via  utiliza&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o da data e local de nascimento dos casos registrados  nas Declara&ccedil;&otilde;es de &Oacute;bito (SIM), para a sele&ccedil;&atilde;o dos controles no Sinasc. A  mensura&ccedil;&atilde;o e o acompanhamento das taxas de mortalidade infantil t&ecirc;m sido feitos  no munic&iacute;pio utilizando-se de sistemas de informa&ccedil;&otilde;es de mortalidade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> O acesso aos bancos foi realizado em setembro de 2008.<sup>6</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Os casos foram definidos como crian&ccedil;as nascidas no Munic&iacute;pio de  Foz do Igua&ccedil;u que foram a &oacute;bito no pr&oacute;prio munic&iacute;pio ano de 2007 antes de  completarem um ano de idade. A rela&ccedil;&atilde;o dos &oacute;bitos obtida do SIM totalizou 69  casos. Os controles (dois controles por caso) foram selecionados entre crian&ccedil;as  do mesmo sexo nascidas imediatamente ap&oacute;s o caso, no mesmo hospital e que  sobreviveram durante o primeiro ano de vida - ou seja, n&atilde;o registradas no SIM do ano 2007 -; a partir da rela&ccedil;&atilde;o de controles obtida do Sinasc, foram inclu&iacute;das 138 crian&ccedil;as. Cumpre destacar que todos os controles  foram filtrados no SIM, para verificar se permaneciam vivos no per&iacute;odo de  coleta dos dados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Construiu-se a base de dados do estudo a partir dos bancos do Sinasc e do SIM, selecionando-se as seguintes vari&aacute;veis: a) caracter&iacute;sticas demogr&aacute;ficas e antecedentes  obst&eacute;tricos maternos (cor da pele, escolaridade, idade, estado civil e n&uacute;mero  de filhos mortos; b) assist&ecirc;ncia &agrave; gestante (n&uacute;mero de consultas de pr&eacute;-natal  e tipo de parto); e c) condi&ccedil;&otilde;es do rec&eacute;m-nascido (idade gestacional, peso ao  nascer, presen&ccedil;a de anomalias cong&ecirc;nitas e escore Apgar no 5<sup>&deg;</sup> minuto). As  informa&ccedil;&otilde;es sobre os &oacute;bitos foram coletadas do SIM.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Em virtude do tamanho  da amostra e da log&iacute;stica para obten&ccedil;&atilde;o dos dados, foram mantidos os  rec&eacute;m-nascidos gemelares, podendo impactar nos resultados estat&iacute;sticos  relacionados &agrave;s vari&aacute;veis 'baixo peso' e 'prematuridade'.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Por meio do programa  Access vers&atilde;o 23, elaborou-se uma base  de dados para o estudo com as vari&aacute;veis de interesse dos casos e controles,  posteriormente transferidas para o SPSS vers&atilde;o 13.0. Em seguida, utilizando-se  do programa  Stata vers&atilde;o 11.0, foi realizada a  regress&atilde;o log&iacute;stica bruta (bivariada) com todas as vari&aacute;veis, estimando-se o  valor da raz&atilde;o de chances (<i>odds ratio, </i>OR) individualmente, com intervalo de confian&ccedil;a de 95%. Posteriormente, foi  feita a regress&atilde;o log&iacute;stica ajustada (multivariada) incluindo no modelo as  vari&aacute;veis que atingiram n&iacute;vel de signific&acirc;ncia igual ou superior a 0,20 na  an&aacute;lise bruta.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">  <b>Considera&ccedil;&otilde;es  &eacute;ticas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O projeto de pesquisa  foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica e Pesquisa da Universidade Federal de  Pelotas, conforme of&iacute;cio n<sup>&deg;</sup>  067/09, de 18 de mar&ccedil;o de 2009.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana">    <b>Resultados</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Em 2006, segundo dados do SIM,  as tr&ecirc;s principais causas de morte foram: afec&ccedil;&otilde;es do per&iacute;odo perinatal (53,0%); malforma&ccedil;&otilde;es cong&ecirc;nitas (21,0%); e doen&ccedil;as do sistema  respirat&oacute;rio (4,4%). Em 2007, as duas primeiras  causas sofreram uma pequena redu&ccedil;&atilde;o em sua frequ&ecirc;ncia, sendo as tr&ecirc;s principais  causas: afec&ccedil;&otilde;es do per&iacute;odo  perinatal (47,8%); malforma&ccedil;&otilde;es cong&ecirc;nitas (14,5%); e doen&ccedil;as do sistema  respirat&oacute;rio (4,3%).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> Na an&aacute;lise bruta das  caracter&iacute;sticas maternas, nenhuma das vari&aacute;veis desse grupo apresentou associa&ccedil;&atilde;o  estatisticamente significativa com o &oacute;bito (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="#tt"><img src="img/revistas/ess/v20n4/4a08t1.gif" border="0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Quanto &agrave;s vari&aacute;veis  relacionadas &agrave; assist&ecirc;ncia e &agrave;s caracter&iacute;sticas dos rec&eacute;m-nascidos, apresentaram maior  risco de &oacute;bito os rec&eacute;m-nascidos  cujas m&atilde;es  fizeram menos do que quatro consultas durante o pr&eacute;-natal (OR=2,56), as  crian&ccedil;as que nasceram com peso menor de 2.500g (OR=17,9), com menos de 37  semanas de idade gestacional (OR=32,2), com anomalias cong&ecirc;nitas (OR=10,1) e com  escore Apgar no 5<sup>&deg;</sup>  minuto igual ou menor de 7 (OR=20,3). Deve-se destacar que a idade gestacional inferior a 37 semanas foi o principal fator de risco para os &oacute;bitos infantis   (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="#tt"><img src="img/revistas/ess/v20n4/4a08t2.gif" border="0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> Os resultados da  an&aacute;lise de regress&atilde;o log&iacute;stica m&uacute;ltipla condicional est&atilde;o apresentados na  <a href="#t3">Tabela 3</a>. As vari&aacute;veis que permaneceram estatisticamente significativas foram:  idade gestacional menor de 37 semanas; peso ao  nascimento menor de 2.500g; presen&ccedil;a de anomalias cong&ecirc;nitas; e escore Apgar ao 5<sup>&deg;</sup>   minuto n&atilde;o superior a 7 (<a href="#t3">Tabela 3</a>).</font></p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="#tt"><img src="img/revistas/ess/v20n4/4a08t3.gif" border="0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana">  <b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Muitos autores  questionam estudos baseados em bancos de dados secund&aacute;rios quanto aos problemas  de subnotifica&ccedil;&atilde;o e classifica&ccedil;&atilde;o, pois se sabe que em algumas regi&otilde;es do  Brasil, esses sistemas funcionam de forma ainda prec&aacute;ria. Por&eacute;m, a cobertura e  a qualidade dos dados no munic&iacute;pio, comparados &agrave;s regi&otilde;es, s&atilde;o bastante  satisfat&oacute;rios. Foi avaliada a qualidade do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es sobre  Nascidos Vivos no Estado do Paran&aacute;, no per&iacute;odo de 2000 a 2005. O estudo descritivo,  sobre dados secund&aacute;rios fornecidos por esse banco de dados, demonstrou que a  qualidade do Sinasc no Paran&aacute; melhorou nesse per&iacute;odo, considerada excelente  para a maioria das vari&aacute;veis em 2005.  Uma vari&aacute;vel  de exce&ccedil;&atilde;o encontrada no estudo,  por exemplo, foi 'ocupa&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e', com pequenas varia&ccedil;&otilde;es entre as regionais  de sa&uacute;de.<sup>7</sup> Al&eacute;m disso, ambos os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o, SIM e  Sinasc, s&atilde;o amplamente utilizados para constru&ccedil;&atilde;o de indicadores epidemiol&oacute;gicos e,  segundo Laurenti, Jorge e Gotlieb,<sup>8</sup> os dados vitais,  aliados a outros sistemas de informa&ccedil;&otilde;es de morbidade, constituem na principal  fonte para se conhecer o perfil epidemiol&oacute;gico de uma &aacute;rea. Esses mesmos dados,  ademais, subsidiam numerosas an&aacute;lises epidemiol&oacute;gicas, reconhecidas nacional e  internacionalmente.<sup>9</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> No presente estudo, foi mostrado que as principais causas de  mortalidade infantil em Foz do Igua&ccedil;u, como no Brasil,<sup>2</sup> foram  aquelas classificadas como afec&ccedil;&otilde;es do per&iacute;odo perinatal. Fonseca e Coutinho<sup>10</sup> procuraram, por meio de um estudo de coorte realizado em  maternidade no Munic&iacute;pio do Rio de Janeiro-RJ, de 1999 a 2003, identificar as  vari&aacute;veis biol&oacute;gicas e a   evitabilidade dos &oacute;bitos perinatais. Entre os 512 &oacute;bitos  analisados, 50,0% foram considerados evit&aacute;veis, sugerindo uma inadequa&ccedil;&atilde;o no  pr&eacute;-natal; tamb&eacute;m se confirmou a associa&ccedil;&atilde;o do baixo peso, da prematuridade e do  crescimento intra-&uacute;tero restrito com a mortalidade perinatal. Victora11 publicou uma subdivis&atilde;o detalhada da mortalidade por causas perinatais  em 1985. A  s&iacute;ndrome do sofrimento respirat&oacute;rio (21,0%), a hip&oacute;xia ou a anoxia (11,7%)  e outros problemas respirat&oacute;rios (28,7%), juntos, contabilizaram 61,4% dessas  mortes. Prematuridade e baixo-peso ao nascer foram respons&aacute;veis por 13,0%, infec&ccedil;&otilde;es neonatais  (excluindo t&eacute;tano) por 12,7% e outras causas por 14,0% dos &oacute;bitos. Victora<sup>11</sup> tamb&eacute;m ressaltou as interven&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para reverter esse  quadro, com destaque para a aten&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-natal, ao parto e ao rec&eacute;m-nascido. Esperava-se encontrar  associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis relacionadas &agrave; assist&ecirc;ncia e  &agrave; mortalidade infantil; entretanto, n&atilde;o foi encontrada associa&ccedil;&atilde;o entre  mortalidade infantil e n&uacute;mero de consultas de pr&eacute;-natal. Em Caxias do Sul,  Estado do Rio Grande do Sul, estudo de caso-controle   realizado no per&iacute;odo 2001-2002 tampouco encontrou  essa associa&ccedil;&atilde;o.<sup>12</sup> Em Campinas, Estado de S&atilde;o Paulo, por&eacute;m, outro  estudo de caso-controle apontou, sim, rela&ccedil;&atilde;o entre o n&uacute;mero de visitas ao  pr&eacute;-natal e a ocorr&ecirc;ncia dos &oacute;bitos neonatais.<sup>13</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A literatura tem  demonstrado, n&atilde;o obstante a redu&ccedil;&atilde;o  na  mortalidade p&oacute;s-neonatal, o maior n&uacute;mero de &oacute;bitos concentrado no per&iacute;odo  neonatal precoce,&nbsp;compreendido entre zero e seis dias de vida. Este componente da  mortalidade infantil, mesmo em decl&iacute;nio, mant&eacute;m-se proporcionalmente maior que  os &oacute;bitos p&oacute;s-neonatais e constitui um problema de Sa&uacute;de P&uacute;blica, haja vista os  diversos fatores que colaboram para seu evento.<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> No presente estudo, idade gestacional inferior a 37 semanas, baixo  peso ao nascimento, presen&ccedil;a de anomalias cong&ecirc;nitas e escore Apgar no 5<sup>&deg;</sup>  minuto n&atilde;o superior a 7 representaram fatores de risco para a mortalidade  infantil. A prematuridade, o baixo peso ao nascimento e o escore Apgar baixo j&aacute;  foram reconhecidos como fatores de risco para mortalidade   infantil no Munic&iacute;pio de Caxias do Sul.<sup>2</sup> O baixo peso  tamb&eacute;m foi associado &agrave; mortalidade infantil e neonatal em Campinas.<sup>13</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> Sabe-se que o maior &iacute;ndice de mortes ainda corresponde ao per&iacute;odo  neonatal, quase sempre ligado &agrave; prematuridade e, por consequ&ecirc;ncia, ao  nascimento de crian&ccedil;as com baixo peso (&lt;2.500g). &Eacute; este o segundo mais  importante indicador de mortalidade apontado pelo estudo de Mendon&ccedil;a e Duarte,<sup>14</sup>  realizado em quatro maternidades  do Munic&iacute;pio do Rio de Janeiro-RJ.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Os fatores de risco relacionados &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es do rec&eacute;m-nascido  contribuem, sobretudo, para a eleva&ccedil;&atilde;o da mortalidade n&atilde;o  somente perinatal, tamb&eacute;m neonatal tardia e  p&oacute;s-neonatal. Com o objetivo de identificar fatores de risco para &oacute;bitos neonatais, Paulucci e Nascimento<sup>15</sup>  desenvolveram um estudo de caso-controle em Taubat&eacute;-SP,  no ano de 2003, em que  as vari&aacute;veis  'baixo peso ao nascimento', 'prematuridade', 'Apgar no 5<sup>o</sup> minuto menor  que 8' e 'anomalias cong&ecirc;nitas' apresentaram  signific&acirc;ncia estat&iacute;stica. Os estudiosos demonstraram a import&acirc;ncia da  preven&ccedil;&atilde;o do baixo peso e do bom atendimento na sala de parto. Quanto ao escore  Apgar no 5<sup>o</sup> minuto, sabe-se  que esse  indicador est&aacute; intimamente relacionado &agrave; qualidade do cuidado no momento do  parto: se esta assist&ecirc;ncia apresentar defici&ecirc;ncias, pode resultar em sofrimento  fetal, com baixa pontua&ccedil;&atilde;o no escore Apgar, mesmo em crian&ccedil;as a termo e com  peso adequado.<sup>16</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Percebe-se, na  maioria dos estudos relacionados &agrave; mortalidade infantil, que os rec&eacute;m-nascidos  de muito baixo peso representam uma parcela significativa na   mortalidade infantil,  ainda que as novas tecnologias permitam um cuidado de maior qualidade ao rec&eacute;m-nascido.<sup>17</sup> No Munic&iacute;pio de  Londrina, tamb&eacute;m no Estado do Paran&aacute;, foi realizado um estudo longitudinal com 360 rec&eacute;m-nascidos pesando entre 500 e 1.500g, observados durante o per&iacute;odo  intra-hospitalar at&eacute; sua alta ou &oacute;bito. Apesar do uso das tecnologias, a mortalidade  observada naqueles de muito baixo peso foi alta, quando comparada &agrave; dos pa&iacute;ses  desenvolvidos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O presente estudo  demonstrou haver importantes fatores  de risco  envolvidos da assist&ecirc;ncia ao rec&eacute;m-nascido.  A redu&ccedil;&atilde;o da  mortalidade infantil constitui o maior desafio para os gestores de sa&uacute;de,  principalmente no seu componente neonatal. Sabe-se, exclu&iacute;das as anomalias cong&ecirc;nitas, que as demais vari&aacute;veis est&atilde;o  intrinsecamente relacionadas &agrave; oferta de servi&ccedil;os de sa&uacute;de de qualidade,  principalmente pelo programa de pr&eacute;-natal e assist&ecirc;ncia ao parto, para a  melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de vida da popula&ccedil;&atilde;o geral.<sup>18</sup></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana">  <b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 1. Menezes AMB, Victora CG, Barros FC, Albernaz  E, Menezes FS, Jannke HA, et al. Mortalidade infantil em duas coortes de base  populacional no Sul do Brasil: tend&ecirc;ncias e diferenciais. Cadernos de Sa&uacute;de  P&uacute;blica. 1996; 12 Supl 1: S79-86.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 2. Victora CG, Aquino EML, Leal MC, Monteiro CA,  Barros FC, Szwarcwald CL. Sa&uacute;de de m&atilde;es e crian&ccedil;as no Brasil: progressos e  desafios. The Lancet. 2011;32-46. (S&eacute;ries sobre sa&uacute;de no Brasil; no. 2).</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 3. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Departamento de Inform&aacute;tica  do SUS. Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o de Nascidos Vivo. Foz do Igua&ccedil;u: Centro de  Epidemiologia; 2008. &#91;acessado em 21 set. 2008&#93;. Dispon&iacute;vel em <a href="http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinasc/cnv/nvpr.def" target="_blank">http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?sinasc/cnv/nvpr.def</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 4. Boing AF, Boing AC. Mortalidade infantil por  causas evit&aacute;veis no Brasil: um estudo ecol&oacute;gico no per&iacute;odo 2000-2002. Cadernos  de Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2008; 24(2):447-455.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 5. Secretaria de Sa&uacute;de do Estado do Paran&aacute;.  Mortalidade infantil: Estat&iacute;stica: Foz do Igua&ccedil;&uacute;. &#91;acessado em 20 jan. 2010&#93;. Dispon&iacute;vel  em <a href="http://www.sesa.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1692" target="_blank">http://www.sesa.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1692</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 6. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Departamento de  Inform&aacute;tica do SUS. Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es sobre mortalidade.   &#91;acessado em 15 mar. 2008&#93;. Dispon&iacute;vel  em <a href="http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0205" target="_blank">http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?</a></font><a href="http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0205" target="_blank"><font size="2" face="Verdana">area=0205</font></a><font size="2" face="Verdana">.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 7. Silva GF, Mathias TAF. Qualidade dos Sistemas  de Informa&ccedil;&atilde;o sobre Nascidos Vivos no Paran&aacute;, 2000 a 2005 &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o de  Mestrado&#93;. Curitiba (PR): Universidade Estadual do Paran&aacute;; 2008.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 8. Laurenti R, Jorge Mello MHP, Gotlieb SLD. A confiabilidade dos dados de mortalidade e morbidade por doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas n&atilde;o  transmiss&iacute;veis. Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva. 2004; 9(4):909-920.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 9. Rouquayrol MZ, Almeida Filho N. Epidemiologia  e Sa&uacute;de. 5<sup>a</sup> ed. Rio de Janeiro: Medsi; 1999.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 10. Fonseca SC, Coutinho ESF. Caracter&iacute;sticas biol&oacute;gicas  e evitabilidade de &oacute;bitos perinatais em uma localidade na cidade do Rio de  Janeiro, 1999 a 2003. Revista Brasileira de Sa&uacute;de Materno-Infantil.  2008; 8(2): 171-178.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 11. Victora CG. Interven&ccedil;&otilde;es para reduzir a  mortalidade infantil pr&eacute;-escolar e materna no Brasil. Revista Brasileira de  Epidemiologia. 2001; 4(1):3-69.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 12. Mendes KG, Olinto MTA, Costa JSD. Case-control study on infant  mortality in Southern Brazil. Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2006; 40(2):240-248.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 13. Almeida SDM, Barros MBA. Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de e mortalidade neonatal: estudo caso-controle realizado em Campinas, SP. Revista Brasileira  de Epidemiologia. 2004; 7(1):22-35.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 14. Mendon&ccedil;a GAS, Duarte JLM. Fatores associados &agrave;  morte neonatal em rec&eacute;m-nascidos de muito baixo peso em quatro maternidades no Munic&iacute;pio do Rio de Janeiro, Brasil. Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica.  2005; 21(1):181-191.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 15. Paulucci RS, Nascimento  LFC. Mortalidade neonatal  em Taubat&eacute;:  um estudo caso-controle. Revista Paulista de Pediatria.  2007; 25(4):358-363.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 16. D'Orsi E, Carvalho MS. Perfil de nascimentos no Munic&iacute;pio do Rio de  Janeiro: uma an&aacute;lise espacial. Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica. 1998; 14(2):367-379.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 17. Carvalho ABR, Brito ASJ, Matsuo T. Assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de e mortalidade de rec&eacute;m-nascidos de muito baixo peso.  Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2007; 41(6): 1003-1012.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 18. Barros FC, Victora CG, Matijasevich A, Santos IS, Horta BL,  Silveira MF, et al. Preterm  births, low birth weight and intrauterine growth restriction in three birth  cohorts in Southern Brazil: 1982, 1993 and 2004.   Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2008; 24  Supl 3: S390-398.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b><b><a name="endereco" id="endereco"></a><a href="#topo"><img src="img/revistas/ess/v20n1/seta.gif" border="0"></a></b></b></font><font size="2" face="Verdana"><b>Endere&ccedil;o  para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Av. Unisinos,  950, Cristo Rei,    <br>   S&atilde;o  Leopoldo-RS, Brasil.    <br>   CEP:93022-000    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <i>E-mail:</i><a href="mailto:episoares@terra.com.br">episoares@terra.com.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido em 19/08/2010    <br> Aprovado em 16/11/2011</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup><a href="#topo">*</a></sup>Apresentado  originalmente como Disserta&ccedil;&atilde;o no Mestrado Profissional em Sa&uacute;de P&uacute;blica Baseada  em Evid&ecirc;ncias, Universidade Federal de Pelotas/Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.</font></p>      ]]></body><back>
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