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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Implantação do SINASC e Perfil dos Nascidos Vivos de Blumenau, 1994-1997]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Blumenau began partial implementation of the Live Birth Information System (SINASC) of the Ministry of Health in 30/09/93. Since 1994 it had electronic registration and in 1997, the Epidemiological Surveillance Department assumed its total control. The study of Birth Certificates from 01/01/94 to 31/12/ 97 shows an improvement in the quality of information for all fields, with less than 1% of missing data in 1997. We found that 99.7% of births occured at hospitals, 48% in public hospitals and that 41,7% of deliveries were by cesarean (most of them in private hospitals). Fifty-two percent of the newborns were male. Progressive improvement of biological risk indicators such as low birth weight (8.7% in 1994 to 6.8% in 1997), prematurity (5.1% in 1994 to 4.9% in 1997) and Five minute Apgar less than or equal to 7 (6.5% in 1994 to 3.1% in 1997), was observed. With regard to the mothers' characteristics we found that 14% were adolescents and 54.4% had not concluded basic schooling (less than 8 years). SINASC information is a powerful instrument for health surveillance at the local level health systems.]]></p></abstract>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Cesareans]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b><a name="topo"></a>Implanta&ccedil;&atilde;o do SINASC e Perfil dos Nascidos Vivos de Blumenau, 1994-1997</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Ernani Tiaraju de Santa Helena<sup>I</sup>; Jaqueline Wisbech<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>I</sup>Departamento de Sa&#250;de Comunit&#225;ria da FURB</font>    <br> <font face="Verdana" size="2"><sup>II</sup>Vigil&#226;ncia Epidemiol&#243;gica da Secretaria Municipal de Sa&#250;de de Blumenau</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">O SINASC iniciou sua implanta&#231;&#227;o parcial em Blumenau em 30/09/93, estando dispon&#237;vel informatizando desde janeiro de1994, sendo completamente municipalizado em 1997. O estudo das DNs de 01 de janeiro de1994 a 31 dezembro de 1997 evidenciou uma melhora progressiva no preenchimento de todos os campos, sendo o percentual de campos ignorados inferior a 1% no ano de 1997. Com rela&#231;&#227;o &#224;s caracter&#237;sticas do parto, 99,7% dos partos ocorreram em hospitais, 48% destes em hospital p&#250;blico e 41,7% de partos cir&#250;rgicos com maior preval&#234;ncia no hospital privado. O perfil dos nascidos vivos mostrou 52% do sexo masculino, com melhora progressiva nos indicadores de risco biol&#243;gico como baixo peso (8,7% em 1994 para 6,8% em 1997), prematuridade (5,1% em 1994 para 4,9% em 1997) e apgar de 5<sup>o</sup> minuto menor ou igual a 7 (6,5% em 1994 para 3,1% em 1997). Com rela&#231;&#227;o &#224; m&#227;e, observamos 14% de adolescentes e 54,4% com menos de 8 anos de estudo. O fato do SINASC ser municipalizado contribuiu para sua melhoria e vem permitindo uso regular enquanto instrumento para vigil&#226;ncia &#224; sa&#250;de.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Palavras-Chave:</b></font><font face="Verdana" size="2"> Nascidos Vivos; Baixo peso; Prematuridade; Partos Cir&#250;rgicos.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Blumenau began partial implementation of the Live Birth Information System (SINASC) of the Ministry of Health in 30/09/93. Since 1994 it had electronic registration and in 1997, the Epidemiological Surveillance Department assumed its total control. The study of Birth Certificates from 01/01/94 to 31/12/ 97 shows an improvement in the quality of information for all fields, with less than 1% of missing data in 1997. We found that 99.7% of births occured at hospitals, 48% in public hospitals and that 41,7% of deliveries were by cesarean (most of them in private hospitals). Fifty-two percent of the newborns were male. Progressive improvement of biological risk indicators such as low birth weight (8.7% in 1994 to 6.8% in 1997), prematurity (5.1% in 1994 to 4.9% in 1997) and Five minute Apgar less than or equal to 7 (6.5% in 1994 to 3.1% in 1997), was observed. With regard to the mothers' characteristics we found that 14% were adolescents and 54.4% had not concluded basic schooling (less than 8 years). SINASC information is a powerful instrument for health surveillance at the local level health systems.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Key-Words:</b></font><font face="Verdana" size="2"> Live Birth; Low Birth Weight; Prematurity; Cesareans.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A implanta&ccedil;&atilde;o do Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o   de Nascidos Vivos em Blumenau teve inicio   em 30 de setembro 1993. Em 17 de abril de   1995, como parte do Projeto FAISCA (F&oacute;rum   de Assist&ecirc;ncia Integrada &agrave; Sa&uacute;de da Crian&ccedil;a e   do Adolescente), foi elaborada rotina que   estabelecia o fluxo da informa&ccedil;&atilde;o (a partir das   Declara&ccedil;&otilde;es de Nascidos Vivos) e crit&eacute;rios para   identifica&ccedil;&atilde;o e vigil&acirc;ncia &agrave;s crian&ccedil;as consideradas de risco.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar das dificuldades institucionais do   processo de implanta&ccedil;&atilde;o do SUS e da altern&acirc;ncia   de governo municipal, que gerou alguma   descontinuidade do Sistema, pode-se constatar   a import&acirc;ncia deste Sistema na elabora&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es de vigil&acirc;ncia e pol&iacute;ticas de sa&uacute;de.<sup>1</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Diversos estudos apresentam as   caracter&iacute;sticas dos nascidos vivos em cidades   brasileiras, bem como avaliam o processo de   implanta&ccedil;&atilde;o e o potencial de uso do Sistema   enquanto fonte de informa&ccedil;&atilde;o para o diagn&oacute;stico   e planejamento de sa&uacute;de.<sup>2,3,4,5,6</sup> Alguns autores   apresentam a possibilidade de estabelecimento   de liga&ccedil;&atilde;o entre este Sistema e outros do   Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o   de Mortalidade), bem como outros sistemas   desenvolvidos em n&iacute;vel local, voltados para a identifica&ccedil;&atilde;o de riscos e a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o.<sup>7,8,9</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente trabalho tem por objetivo   apresentar as informa&ccedil;&otilde;es do Sistema de   Nascidos Vivos - SINASC - de Blumenau, no   per&iacute;odo de 1994 a 1997, descrevendo o perfil dos nascidos vivos do munic&iacute;pio.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Materiais e M&eacute;todos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Foram estudados os nascidos vivos de m&atilde;es   residentes em Blumenau, nascidos entre 01 de janeiro de 1994 e 31 de dezembro de 1997. Foram considerados nascidos vivos aqueles cuja  &quot;expuls&atilde;o completa de um produto de concep&ccedil;&atilde;o   do corpo materno, independentemente da   dura&ccedil;&atilde;o da gravidez, o qual, depois da   separa&ccedil;&atilde;o, respire ou d&ecirc; qualquer sinal de vida,   tal como batimentos do cora&ccedil;&atilde;o, pulsa&ccedil;&otilde;es do   cord&atilde;o umbilical ou movimentos efetivos dos   m&uacute;sculos de contra&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria, estando ou n&atilde;o cortado o cord&atilde;o umbilical e estando ou   n&atilde;o desprendida a placenta. Cada produto de   um nascimento que re&uacute;na essas condi&ccedil;&otilde;es se   considera como uma crian&ccedil;a nascida viva.&quot;<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As vari&aacute;veis de estudo foram obtidas a   partir das Declara&ccedil;&otilde;es de Nascidos Vivos   (DNs). Estas Declara&ccedil;&otilde;es s&atilde;o formul&aacute;rios   previamente numerados, em tr&ecirc;s vias, e de   preenchimento obrigat&oacute;rio para que os pais   possam efetuar o registro de nascimento da   crian&ccedil;a. As Declara&ccedil;&otilde;es em branco s&atilde;o   repassadas pela Secretaria de Estado da Sa&uacute;de,   atrav&eacute;s da 9<sup>a</sup> Regional, para a Vigil&acirc;ncia   Epidemiol&oacute;gica da Secretaria Municipal de   Sa&uacute;de de Blumenau, que faz a distribui&ccedil;&atilde;o &agrave;s   unidades hospitalares. Estas Declara&ccedil;&otilde;es foram   preenchidas por profissionais de sa&uacute;de das salas   de parto (na sua maioria parteiras ou   enfermeiras) a partir de entrevista com as m&atilde;es   ou a partir das informa&ccedil;&otilde;es constantes no   registro de interna&ccedil;&atilde;o ou ainda no cart&atilde;o de pr&eacute;-natal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As Declara&ccedil;&otilde;es do ano de 1994 e 1995   foram coletadas semanalmente pela Vigil&acirc;ncia   Epidemiol&oacute;gica e encaminhadas &agrave; 9<sup>a</sup> Regional   de Sa&uacute;de, que procedia a digita&ccedil;&atilde;o das DNs.   No ano de 1996 a Secretaria Municipal de   Sa&uacute;de (SEMUS) assumiu a coleta e digita&ccedil;&atilde;o das Declara&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Somente a partir de 1997, a Vigil&acirc;ncia   Epidemiol&oacute;gica da SEMUS assumiu o controle   das Declara&ccedil;&otilde;es: distribui&ccedil;&atilde;o para os hospitais   das DNs em branco, coleta de duas vias das   Declara&ccedil;&otilde;es preenchidas, controle das DNs   rasuradas, controle do preenchimento,   digita&ccedil;&atilde;o, relat&oacute;rio de cr&iacute;tica mensal e anual.   Aquelas DNs que tinham campos n&atilde;o   preenchidos foram devolvidas aos hospitais para   o correto preenchimento, sendo feito busca no   livro de registro da sala de parto, registro   hospitalar e prontu&aacute;rio m&eacute;dico quando   necess&aacute;rio. Mensalmente foram feitas visitas ao   cart&oacute;rio que procedia os registros de nascimento   no intuito de buscar registros que tivessem sido   feitos sem DN. N&atilde;o foram encontrados casos   de registro sem DN no per&iacute;odo estudado. A   vari&aacute;vel Bairro era conferida utilizando-se o endere&ccedil;o registrado na DN que era verificado no guia de ruas oficial do munic&iacute;pio, onde estava identificado o nome do bairro.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As Declara&ccedil;&otilde;es foram digitadas no <i>software</i>  SINASC do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de - em suas   diversas vers&otilde;es. Os relat&oacute;rios de cr&iacute;tica foram   feitos para o ano de 1997 para confer&ecirc;ncia das   informa&ccedil;&otilde;es junto aos livros de registro das salas de parto e prontu&aacute;rios m&eacute;dicos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados s&atilde;o apresentados de modo   descritivo, em frequ&ecirc;ncia simples com formato   tabular. Foram utilizados programas TABWIN   (vers&atilde;o BETA) do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e   EPINFO - vers&atilde;o 6.04.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">De inicio &#233; importante examinar a qualidade das informa&#231;&#245;es constantes nas Declara&#231;&#245;es. A <a href="#t1">Tabela 1</a> apresenta o n&#250;mero de campos considerados como &quot;ignorados&quot; para cada vari&#225;vel de estudo. Pode-se observar que o percentual de ignorados para a quase totalidade das vari&#225;veis n&#227;o ultrapassou os 4%, sendo observada uma melhora progressiva no preenchimento. No ano de 1997, quando o Sistema foi completamente municipalizado, os &quot;ignorados&quot; n&#227;o chegaram a 1% em nenhum campo.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v7n3/3a04t1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Um elemento importante para a utiliza&#231;&#227;o no n&#237;vel municipal diz respeito ao endere&#231;o e bairro. A&#237; encontram-se problemas quanto &agrave; qualidade do preenchimento (incompletos, ileg&#237;veis e inconsistentes) que necessitam de um</font> <font face="Verdana" size="2">acompanhamento e confirma&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es entre sala de parto (onde as DNs s&#227;o preenchidas) e a interna&#231;&#227;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A <a href="#t2">Tabela 2</a> apresenta as freq&#252;&#234;ncias simples de nascidos vivos pelas principais vari&#225;veis constantes nas Declara&#231;&#245;es de Nascidos Vivos para os anos de estudo.</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/iesus/v7n3/3a04t2.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">A distribui&#231;&#227;o de nascimentos por local de ocorr&#234;ncia apresenta uma predomin&#226;ncia dos nascimentos hospitalares em compara&#231;&#227;o com os partos domiciliares e outros, estando de acordo com dados de outros munic&#237;pios. A maioria dos nascimentos hospitalares ocorreram no Hospital Santo Ant&#244;nio, principal hospital de atendimento para pacientes do SUS.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A distribui&#231;&#227;o dos nascidos vivos por m&#234;s de nascimento &#233; relativamente homog&#234;nea, com uma m&#233;dia mensal entre 384 e 401 nascidos vivos. Chama a aten&#231;&#227;o que os meses com menor n&#250;mero de nascimentos foram outubro e novembro para toda a s&#233;rie examinada. Com rela&#231;&#227;o &agrave; distribui&#231;&#227;o dos nascimentos em rela&#231;&#227;o ao sexo observa-se o predom&#237;nio do sexo masculino em rela&#231;&#227;o ao feminino.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Com rela&#231;&#227;o a baixo peso, h&#225; uma diminui&#231;&#227;o da propor&#231;&#227;o de 8,7% para 6,8% dos nascidos vivos no per&#237;odo analisado; em 1994, 5,1% nasceram com menos de 37 semanas de gesta&#231;&#227;o, apresentando melhoria em 1997 (4,9% considerados prematuros). A propor&#231;&#227;o de nascidos vivos com Apgar de 5<sup>o</sup></font> <font size="2" face="Verdana">minuto menor ou igual a 7 diminuiu   consideravelmente de 6,5% em 1994 para 3,1%   em 1997.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Com rela&#231;&#227;o ao tipo de parto, tem-se um elevado n&#250;mero de partos cir&#250;rgicos 41,7%, com importantes diferen&#231;as entre hospitais. A <a href="#t3">Tabela 3</a> mostra a propor&#231;&#227;o de partos cir&#250;rgicos realizados em cada hospital, sendo evidente o predom&#237;nio deste tipo de parto no Hospital Santa Catarina (que somente atende conv&#234;nios e particulares) quando comparado a outros tipos de parto. Contudo, ao se analisar somente os partos cir&#250;rgicos, este Hospital &#233; respons&#225;vel por somente 20% do total, e a maioria deste tipo de parto ocorre no Hospital Santa Isabel (38.9%).</font></p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/iesus/v7n3/3a04t3.gif" border="0"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">H&#225; que se destacar, ainda, a frequ&#234;ncia elevada de gestantes adolescentes (14,0%) e o predom&#237;nio de m&#227;es com escolaridade com menos de oito anos de estudo (54,4%), pois s&#227;o considerados, em diversos estudos, como poss&#237;veis fatores de risco sociais &agrave; sa&#250;de das crian&#231;as.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Com vistas a explorar as informa&#231;&#245;es obtidas atrav&#233;s do Sistema, optou-se por estratificar as informa&#231;&#245;es do ano de 1997 por hospital de nascimento e por bairro de resid&#234;ncia da m&#227;e.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O perfil da clientela do Hospital Santo Ant&#244;nio (p&#250;blico) constou de 67% das m&#227;es com 1<sup>o</sup> grau incompleto e 19% com menos de 20 anos de idade, dos quais 2,7% n&#227;o fizeram nenhuma consulta pr&#233;-natal. Neste Hospital, 64,5% dos partos foram normais, sendo observado Apgar de 5<sup>o</sup> minuto menor que 8 em 3,8% dos nascidos vivos. A propor&#231;&#227;o de baixo peso (7,2%) e de prematuros (5,9%) foi pouco maior que a m&#233;dia do munic&#237;pio. Estes dois fatores de risco, considerados de maior valor preditivo de &#243;bito neonatal, foram mais elevados no Hospital Santa Catarina (privado), onde obteve-se 8,3% de baixo peso e 6,9% de prematuros e um elevado n&#250;mero de partos cir&#250;rgicos (70,1%). Por outro lado, no que tange ao perfil das gestantes, observou-se que todas as   pacientes   deste   Hospital   tiveram</font> <font face="Verdana" size="2">oportunidade de fazer pr&#233;-natal, somente 7,1% tinham menos de 20 anos e 9,8% tinham escolaridade de 1<sup>o</sup> grau incompleto, enquanto 24,8% tinham n&#237;vel superior (<a href="#t4">Tabela 4</a>).</font></p>     <p><a name="t4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/iesus/v7n3/3a04t4.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">O bairro de resid&#234;ncia da m&#227;e &#233; uma vari&#225;vel importante para se ter uma vis&#227;o mais apurada das caracter&#237;sticas dos nascidos vivos no espa&#231;o urbano do munic&#237;pio. A <a href="#t5">Tabela 5</a> apresenta a distribui&#231;&#227;o de nascimentos por bairro, em que tr&#234;s bairros (da Velha, Fortaleza e Garcia) s&#227;o respons&#225;veis por 39,11% dos nascimentos.</font></p>     <p><a name="t5"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/iesus/v7n3/3a04t5.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Optou-se por apresentar aqueles bairros que tiveram um n&#250;mero maior que 100 nascidos vivos no ano para evitar distor&#231;&#245;es das freq&#252;&#234;ncias. O bairro da Itoupava Norte contou com maior propor&#231;&#227;o de nascidos vivos com baixo peso (9,2%), prematuros (8,4%) e partos cir&#250;rgicos (49,4%), seguido da Ponta Aguda com 8.3% de baixo peso e 5.2% de prematuros. Com rela&#231;&#227;o a situa&#231;&#227;o m&#227;e, o bairro Vorstadt apresentou a maior propor&#231;&#227;o sem consulta pr&#233;-natal (4,0%), elevada propor&ccedil;&atilde;o de m&atilde;es   adolescentes (17,8%), m&atilde;es com baixa   escolaridade (59.0%) e ainda elevada propor&ccedil;&atilde;o de abortos (11,9%).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Discuss&#227;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A qualidade do preenchimento das DNs vem aumentando progressivamente conforme observado na <a href="#t1">Tabela 1</a>, com percentuais de ignorados muito inferiores ao observado em outros munic&#237;pios das regi&#245;es Sul e Sudeste.<sup>3-6,10</sup> Entretanto, n&#227;o se t&#234;m informa&#231;&#245;es que avaliem o percentual de crian&#231;as sem registro de nascimento nos cart&#243;rios, ato inicial para condi&#231;&#227;o de cidad&#227;o. A melhoria da qualidade da informa&#231;&#227;o do SINASC tem permitido uma melhoria das informa&#231;&#245;es do Sistema de Informa&#231;&#245;es de Mortalidade no caso de &#243;bitos infantis, pois est&#225; sendo feita a confer&#234;ncia das informa&#231;&#245;es das duas Declara&#231;&#245;es e quando as informa&#231;&#245;es referentes aos campos de &quot;&#211;bito fetal e em menor de um ano&quot; n&#227;o constam na Declara&#231;&#227;o de &#211;bito, assumem as informa&#231;&#245;es constantes na DN como fidedignas.<sup>9</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O baixo peso ao nascer &#233; referido como o mais importante preditor para mortalidade neonatal, estando associado &#224; hip&oacute;xia perinatal e apresenta&#231;&#227;o p&#233;lvica,<sup>11</sup> representando ainda importante fator de risco para morbidade para doen&#231;as respirat&#243;rias e neurol&#243;gicas.<sup>12</sup> Est&#225; associado a diversos fatores m&#233;dico-sociais se destacando a prematuridade, aus&#234;ncia ou pequeno n&#250;mero de consultas pr&#233;-natal, uso de</font> <font face="Verdana" size="2">drogas pela m&#227;e (tabaco e outras), e gesta&#231;&#227;o em adolescentes.<sup>13</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As propor&#231;&#245;es de baixo peso obtidas neste estudo s&#227;o mais baixas do que as encontradas em algumas capitais brasileiras.<sup>5,10,14</sup> Schwarcz e colaboradoes (1984) em estudo colaborativo encontraram 9,2% de baixo peso em estudo de 59 maternidades de 11 pa&#237;ses latino-americanos.<sup>15</sup> Outros autores verificaram percentuais de baixo peso entre 5,7 e 10,7%.<sup>4,6,10,11,14</sup> A melhora observada neste indicador nos anos estudados pode sugerir uma melhoria das condi&#231;&#245;es de pr&#233;-natal e nascimentos e/ou melhoria no registro da informa&#231;&#227;o por parte dos profissionais de sa&#250;de, merecendo, portanto, estudos mais aprofundados.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Chama aten&#231;&#227;o o elevado n&#250;mero de partos cir&#250;rgicos em nosso meio. Este tipo de parto &#233; recomendado em situa&#231;&#245;es espec&#237;ficas de risco de vida ao feto e/ou &agrave; m&#227;e.<sup>16</sup> O SINASC n&#227;o fornece informa&#231;&#245;es que permitam avaliar a qualidade das indica&#231;&#245;es desta modalidade de parto. Contudo, &#233; interessante observar que houve maior preval&#234;ncia de partos cir&#250;rgicos, baixo peso e prematuridade no hospital privado do que no hospital p&#250;blico e em m&#227;es com elevada escolaridade. A indica&#231;&#227;o e uso deste tipo de parto pode, portanto, estar mais associada a fatores de ordem cultural e econ&#244;mica do que a fatores m&#233;dicos bem estabelecidos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Ao se analisarem fatores de risco biol&#243;gicos (baixo peso e prematuridade), alguns bairros apresentaram valores acima da m&#233;dia do munic&#237;pio, podendo ser encarados como &#225;reas potenciais para a&#231;&#245;es de vigil&#226;ncia a sa&#250;de. Contudo, o munic&#237;pio de Blumenau conta com bairros definidos por &quot;linhas duras&quot;, isto &#233;, n&#227;o seguindo acidentes naturais (c&#243;rregos, riachos, morros, etc.) ou vias p&#250;blicas, e com grande heterogeneidade interna (o bairro da Velha faz divisa com o Centro e vai at&#233; a divisa oeste da cidade) representando limita&#231;&#245;es para o planejador. Uma an&#225;lise mais detalhada exige uma distribui&#231;&#227;o espacial em &#225;reas homog&#234;neas, seja agrupando bairros, seja por n&#237;veis de agrega&#231;&#227;o de informa&#231;&#227;o em micro&#225;reas dentro dos bairros.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Como alternativa para resolver parcialmente este problema, criou-se um sistema auxiliar para acompanhamento de crian&#231;as definidas como de &quot;risco neonatal&quot; agrupadas pelas &#225;reas de abrang&#234;ncia das unidades de sa&#250;de e/ou unidades de sa&#250;de da fam&#237;lia de acordo com o endere&#231;o fornecido na DN.<sup>17</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Faz-se necess&#225;ria uma an&#225;lise mais apurada quanto aos fatores de risco associados a morbimortalidade neonatal contidos nas DNs, seja atrav&#233;s de estudos em colabora&#231;&#227;o com os Hospitais, bem como pela liga&#231;&#227;o com outros sistemas de informa&#231;&#227;o. Para tanto, a melhora na qualidade do preenchimento atrav&#233;s da educa&#231;&#227;o e di&#225;logo permanente com os profissionais dos hospitais e a democratiza&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es relativas aos nascidos vivos, bem como outros Sistemas de Informa&#231;&#227;o (Mortalidade-SIM, Agravos e Doen&#231;as de Notifica&#231;&#227;o Compuls&#243;ria-SINAN, Vigil&#226;ncia Nutricional-SISVAN, entre outros) s&#227;o decisivas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Bibliografia</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">1.&nbsp;PREFEITURA DE BLUMENAU, Secretaria Municipal de Sa&#250;de. Plano Municipal de Sa&#250;de 1997-2000. Blumenau, 1997, mimeo.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">2.&nbsp;Mello Jorge MHP, Gotlieb SLD, Sobbol MLMS, Almeida MF, Latorre MRDO.</font> <font face="Verdana" size="2">Sistema de Informa&#231;&#227;o sobre Nascidos Vivos-SINASC. S&#227;o Paulo, Centro Brasileiro para Classifica&#231;&#227;o de Doen&#231;as, S&#233;rie Divulga&#231;&#227;o n<sup>o </sup>7, 1992.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">3.&nbsp;Mello Jorge MMHP, Gotlieb SLD, Andrade SM. An&#225;lise dos registros de nascimentos vivos em localidade urbana no Sul do Brasil. <b>Revista de Sa&#250;de P&#250;blica </b>31:78-89,</font> <font face="Verdana" size="2">1997.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">4.&nbsp;Mello Jorge MHP, Gotlieb SLD, Sobbol MLMS, Almeida MF, Latorre MRDO. Avalia&#231;&#227;o do Sistema de Informa&#231;&#227;o sobre Nascidos Vivos e o uso de seus dados em epidemiologia e estat&#237;sticas de sa&#250;de. <b>Revista de Sa&#250;de P&#250;blica </b>27(Supl),</font> <font face="Verdana" size="2">1993.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">5.&nbsp;Rodrigues CS, Magalh&#227;es Jr. HM, Evangelista PA, Ladeira RM, Laudares S. Perfil dos nascidos vivos no munic&#237;pio de Belo Horizonte, 1992-1994. <b>Cadernos de Sa&#250;de P&#250;blica </b>13:53-57, 1997.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">6.&nbsp;Maia MAC. Caracteriza&#231;&#227;o dos nascidos vivos hospitalares no primeiro ano de implanta&#231;&#227;o do Subsistema de Informa&#231;&#227;o sobre Nascidos Vivos, em munic&#237;pio de Minas Gerais, Brasil, 1996. <b>Revista de Sa&#250;de P&#250;blica </b>31:581-585, 1997<i>.</i></font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">7.&nbsp;Almeida MF, Mello Jorge MHP. O uso da t&#233;cnica de &quot;Linkage&quot; de sistemas de informa&#231;&#227;o em estudos de coorte sobre mortalidade neonatal. <b>Revista de Sa&#250;de P&#250;blica </b>30:141-147, 1996.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">8.&nbsp;Oliveira H, Pereira IPA. Estat&#237;sticas de Mortalidade e Nascidos Vivos: considera&#231;&#245;es sobre principais problemas. <b>Informe Epidemiol&#243;gico do SUS </b>VI(3):15-19, 1997.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">9.&nbsp;Noronha CP, Silva RI, Theme Filha MM. Concord&#226;ncia de dados das Declara&#231;&#245;es de &#211;bitos e de Nascidos Vivos para a mortalidade neonatal no munic&#237;pio do Rio de Janeiro. <b>Informe Epidemiol&#243;gico do SUS </b>VI(4):57-65, 1997.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">10. Silva RI, Theme Filha MM, Noronha CP. Sistema de Informa&#231;&#227;o sobre Nascidos</font> <font face="Verdana" size="2">Vivos na cidade do Rio de Janeiro 1993/1996. <b>Informe Epidemiol&#243;gico do SUS</b> VI(2):33-48, 1997.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">11. Pinheiro CEA, Hornburg G, Batista FA. Epidemiologia perinatal da Grande Florian&#243;polis: II - preval&#234;ncia e an&#225;lise do baixo peso ao nascer. <b>Arquivos Catarinenses de Medicina </b>21:60-65, jan-mar, 1992.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">12. Kliegman RM. Neonatal technology, perinatal survival, social consequences and perinatal paradox. <b>American Journal of Public Health </b>85:909-913, 1995.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">13. Lippi UG, Andrade AS, Bretagnon JRD, Melo E. Fatores obst&#233;tricos associados ao baixo peso ao nascer. <b>Revista de Sa&#250;de</b></font> <font face="Verdana" size="2"><b>P&#250;blica </b>23:382-387, 1989.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">14. Alcantara RPS, Lira RJ, Guimar&#227;es MJB,</font> <font face="Verdana" size="2">Lima AAF. Perfil de nascidos vivos do Recife, 1993-1996. In: Resumos do IV Congresso Brasileiro de Epidemiologia, Rio de Janeiro, p.168, 1998.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">15. Schwarcz D, Diaz AG, Fescina R, Rosello JLD, Belitzky R, Martell M. Bajo peso al nacer y mortalidad perinatal en maternidades de Am&#233;rica Latina. In: Organizaci&#243;n Panamericana de la Salud. Salud maternoinfantil y atenci&#243;n primaria en las Am&#233;ricas, M&#233;xico, p.105-17, 1984.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">16. Benson R. Manual de Obstetr&#237;cia e Ginecologia. Guanabara-Koogan, Rio de Janeiro, 1981.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">17. PREFEITURA DE BLUMENAU, Secretaria Municipal de Sa&#250;de. <b>Manual de Vigil&#226;ncia de Rec&#233;m-nascidos de risco. </b>Blumenau, 1997, mimeo.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b><b><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="img/revistas/ess/v20n1/seta.gif" border="0"></a></b></b>Endere&#231;o para correspond&#234;ncia:</b>    <br> Secretaria Municipal de Sa&#250;de -    <br> Vigil&#226;ncia Epidemiol&#243;gica.    <br> Rua Itaja&#237;, 210 -    <br> Centro - Blumenau/SC -    <br> CEP: 89.015-200</font>    ]]></body>
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