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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aspectos demográficos do processo de envelhecimento populacional em cidade do sul do Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study analyses the demographic evolution of the population of the Municipality of Londrina, Paraná State, Brazil, in the aging process. The general population was studied over the period from 1970 to 2000 by gender and age, using population census data from the Brazilian Institute of Geography and Statistics Foundation (IBGE). Ratios of aging and dependency were calculated, the latter ratio divided into youngest (age 0-15 years) and retirees (age 60+). The outcomes indicate: a strong migratory process due to a rural exodus (decline in rural population from 52.07% to 3%); smaller family size rates, and Increase in the number of female heads-of-family; changes in age distribution, with proportional growth of retired (from 4.03% to 9.34% during the period); aging ratio increase (from 0.10 to 0.35); and fall in the total dependency ratio due to the ratio for the youngest category and increase of the oldest, which demonstrating a relevant socioeconomic impact.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b><a name="top"></a>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Aspectos demogr&aacute;ficos do processo de    envelhecimento populacional em cidade do sul do Brasil</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Demographic aspects of ageing process in a    brazilian southern city</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Gilberto Berguio Martin<sup>I</sup>; Luiz    Cordoni J&uacute;nior<sup>II</sup>; Yara Gerber Lima Bastos<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Secretaria de Estado da Sa&uacute;de    do Paran&aacute;, Curitiba-PR    <br>   </font><font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Universidade Estadual de Londrina,    Londrina-PR</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr align="center" size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O trabalho analisa a evolu&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica    relacionada ao processo de envelhecimento no Munic&iacute;pio de Londrina, Estado    do Paran&aacute;, Brasil. Foi estudada a evolu&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica    da popula&ccedil;&atilde;o geral no per&iacute;odo de 1970 a 2000, por sexo    e faixa et&aacute;ria, utilizando-se como fonte de dados os censos populacionais    da Funda&ccedil;&atilde;o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica    (IBGE). Calculou-se o &iacute;ndice de envelhecimento e o &iacute;ndice de depend&ecirc;ncia,    este subdividido em &iacute;ndice de depend&ecirc;ncia-jovem e &iacute;ndice    de depend&ecirc;ncia-idoso. Os fen&ocirc;menos observados foram: o processo    migrat&oacute;rio ocorrido com o &ecirc;xodo rural (a popula&ccedil;&atilde;o    rural passou de 52,07% para, aproximadamente, 3%); redu&ccedil;&atilde;o do    tamanho da fam&iacute;lia, com a intensifica&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a    da mulher na chefia dos n&uacute;cleos familiares; altera&ccedil;&otilde;es na    distribui&ccedil;&atilde;o por faixa et&aacute;ria, com crescimento proporcional    da popula&ccedil;&atilde;o idosa (de 4,03% para 9,34%, no per&iacute;odo estudado);    aumento do &iacute;ndice de envelhecimento (de 0,10 para 0,35); e queda do &iacute;ndice    de depend&ecirc;ncia total, basicamente em raz&atilde;o do &iacute;ndice de    depend&ecirc;ncia-jovem e do aumento do &iacute;ndice de depend&ecirc;ncia-idoso,    o que significa um impacto socioecon&ocirc;mico relevante.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> demografia; envelhecimento    populacional; transi&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">This study analyses the demographic evolution    of the population of the Municipality of Londrina, Paran&aacute; State, Brazil,    in the aging process. The general population was studied over the period from    1970 to 2000 by gender and age, using population census data from the Brazilian    Institute of Geography and Statistics Foundation (<i>IBGE</i>). Ratios of aging    and dependency were calculated, the latter ratio divided into youngest (age    0-15 years) and retirees (age 60+). The outcomes indicate: a strong migratory    process due to a rural exodus (decline in rural population from 52.07% to 3%);    smaller family size rates, and Increase in the number of female heads-of-family;    changes in age distribution, with proportional growth of retired (from 4.03%    to 9.34% during the period); aging ratio increase (from 0.10 to 0.35); and fall    in the total dependency ratio due to the ratio for the youngest category and    increase of the oldest, which demonstrating a relevant socioeconomic impact.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Key words:</b> demography; population aging;    demographic transition.</font></p> <hr align="center" size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">At&eacute; recentemente, a compreens&atilde;o    vigente era a de que popula&ccedil;&atilde;o envelhecida constitu&iacute;a uma    realidade de pa&iacute;ses desenvolvidos e que o nosso pa&iacute;s era um &quot;pa&iacute;s    de jovens&quot;. A situa&ccedil;&atilde;o atual, entretanto, &eacute; um pouco    mais complexa. Vivemos em uma na&ccedil;&atilde;o com grandes propor&ccedil;&otilde;es    de jovens, ao lado de uma crescente popula&ccedil;&atilde;o que atingiu e passa    dos 60 anos de idade. Essa realidade coloca para o Brasil, j&aacute; h&aacute;    algum tempo, o grande desafio de alocar recursos para fazer frente &agrave;s    necessidades decorrentes desse quadro de sobreposi&ccedil;&atilde;o, onde ambos    os grupos et&aacute;rios apresentam intensa demanda por servi&ccedil;os.<sup>1,2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No in&iacute;cio do s&eacute;culo XX, t&iacute;nhamos    uma distribui&ccedil;&atilde;o et&aacute;ria com 44,4% da popula&ccedil;&atilde;o    na faixa de zero a 14 anos, 52,3% na faixa de 15 a 59 anos, apenas 3,3% com    60 ou mais anos e uma expectativa de vida de pouco mais de 30 anos. Atualmente,    14.536.029 brasileiros contam com mais de 60 anos, representando 8,6% da popula&ccedil;&atilde;o    total. O n&uacute;mero de idosos existente na nossa popula&ccedil;&atilde;o    faz do pa&iacute;s respons&aacute;vel por um dos maiores contingentes de idosos    do mundo.<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com o processo do envelhecimento populacional,    d&aacute;-se o fen&ocirc;meno das chamadas transi&ccedil;&otilde;es Demogr&aacute;fica    e Epidemiol&oacute;gica.<sup>4,5</sup> Se esse processo de transi&ccedil;&atilde;o for    comprimido e acontecer em um n&uacute;mero menor de anos, as repercuss&otilde;es    sociais ser&atilde;o muito acentuadas, particularmente se os recursos materiais    dessa sociedade forem limitados. Nesse caso, o maior desafio ser&aacute; o de    absorver e lidar com as necessidades dos idosos, desde que as prioridades continuem    como s&atilde;o, claramente relacionadas a outros grupos et&aacute;rios da popula&ccedil;&atilde;o.<sup>6</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O fen&ocirc;meno tamb&eacute;m se faz presente    no Munic&iacute;pio de Londrina, Estado do Paran&aacute;, onde, segundo dados    da Funda&ccedil;&atilde;o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica    (IBGE), a popula&ccedil;&atilde;o de 60 anos ou mais evoluiu de 3,41%, em 1960,    para 7,32%, em 1991.<sup>7</sup> Essa tend&ecirc;ncia apresenta uma caracter&iacute;stica    preocupante. Se de um lado, observa-se a aus&ecirc;ncia de uma real melhoria    das condi&ccedil;&otilde;es de vida de uma grande parcela dessas popula&ccedil;&otilde;es,    de outro, contrariamente ao que ocorreu nos pa&iacute;ses desenvolvidos, o processo    brasileiro d&aacute;-se com rapidez muito intensa.<sup>5-8</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A transi&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica    por que passa o Brasil e a cidade de Londrina, particular objeto deste estudo,    e suas conseq&uuml;&ecirc;ncias preocupantes refletem-se neste trabalho, cujo    objetivo &eacute; analisar a evolu&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica relacionada    ao processo de envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o residente no Munic&iacute;pio    paranaense.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Metodologia</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estudo foi realizado no Munic&iacute;pio de    Londrina, localizado a 380 quil&ocirc;metros da capital do Estado do Paran&aacute;,    Curitiba. Sua popula&ccedil;&atilde;o, em 2001, era de 447.065 habitantes, dos    quais 97%, aproximadamente, residentes na &aacute;rea urbana.<sup>3</sup> Sua densidade    demogr&aacute;fica &eacute; de 259,07 hab/km<sup>2</sup>. O Munic&iacute;pio &eacute; p&oacute;lo    de uma Regi&atilde;o Metropolitana de outros sete e refer&ecirc;ncia para uma    &aacute;rea de influ&ecirc;ncia estimada em 4,5 milh&otilde;es de habitantes.<sup>9</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A popula&ccedil;&atilde;o geral de Londrina foi    estudada em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua evolu&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica    no per&iacute;odo de 1970 a 2000, por sexo e faixa et&aacute;ria, utilizando-se    como fonte de dados os censos demogr&aacute;ficos brasileiros.<sup>3,10-16</sup> Considerou-se    como popula&ccedil;&atilde;o idosa aquela com 60 anos ou mais, de acordo com    o que estabelece a legisla&ccedil;&atilde;o brasileira.<sup>17</sup> A Organiza&ccedil;&atilde;o    das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU) tamb&eacute;m considera como idosas, para    os pa&iacute;ses em desenvolvimento, pessoas acima de 60 anos.<sup>18</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Utilizou-se o c&aacute;lculo do &iacute;ndice    de envelhecimento, medido pela rela&ccedil;&atilde;o entre o n&uacute;mero de    habitantes com mais de 65 anos &#8211; n&iacute;vel inferior da faixa de idade    que, neste trabalho, para uma padroniza&ccedil;&atilde;o coerente com a defini&ccedil;&atilde;o    de popula&ccedil;&atilde;o idosa estabelecida, foi reduzido para 60 anos &#8211;    e o n&uacute;mero de habitantes com menos de 15 anos.<sup>19</sup> Tamb&eacute;m foi utilizado    o &iacute;ndice ou raz&atilde;o de depend&ecirc;ncia, definido como a raz&atilde;o    entre a soma da popula&ccedil;&atilde;o menor de 15 anos de idade e mais de    65 anos, divididos pela popula&ccedil;&atilde;o de 15 a 64 anos, em percentuais.<sup>2,19</sup>    Para o estudo, pela raz&atilde;o j&aacute; indicada, foi adotado o ponto de    corte de 60 anos. O &iacute;ndice de depend&ecirc;ncia est&aacute; subdividido    em &iacute;ndice de depend&ecirc;ncia-jovem (raz&atilde;o entre a popula&ccedil;&atilde;o    menor de 15 anos e a popula&ccedil;&atilde;o de 15 a 59 anos) e o &iacute;ndice    de depend&ecirc;ncia-idoso (raz&atilde;o entre a popula&ccedil;&atilde;o maior    de 60 anos e a popula&ccedil;&atilde;o de 15 a 59 anos).<sup>19</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O projeto do estudo foi submetido ao Comit&ecirc;    de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Estadual de Londrina, recebendo    parecer favor&aacute;vel &agrave; sua realiza&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foi poss&iacute;vel identificar em Londrina, no    per&iacute;odo estudado, v&aacute;rios dos fen&ocirc;menos presentes na evolu&ccedil;&atilde;o    do processo de envelhecimento de outras popula&ccedil;&otilde;es, j&aacute;    apontados por diversos autores.<sup>5,8,20-22</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O primeiro fen&ocirc;meno observado, e o mais    marcante deles, foi o processo migrat&oacute;rio ocorrido com o &ecirc;xodo    rural, que se intensificou, principalmente, a partir da d&eacute;cada de 60,    in&iacute;cio do predom&iacute;nio da popula&ccedil;&atilde;o urbana sobre a    rural no Munic&iacute;pio (<a href="#fig1">Figura 1</a>). Em 50 anos, a popula&ccedil;&atilde;o    rural, que significava 52,07% em 1950, caiu para pouco mais de 3% da popula&ccedil;&atilde;o    londrinense total no ano 2000.</font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v14n3/3a03f1.gif" border="0"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Al&eacute;m do &ecirc;xodo rural, houve intensa    imigra&ccedil;&atilde;o de contingentes vindos de outros Munic&iacute;pios.    Considerando-se os dados censit&aacute;rios do IBGE de 1970, observa-se que,    naquele ano, nada menos que 60,9% da popula&ccedil;&atilde;o de Londrina era    composta de pessoas que n&atilde;o haviam nascido na cidade. Essa propor&ccedil;&atilde;o    representava 138.862 habitantes, 45.600 dos quais (cerca de 20% da popula&ccedil;&atilde;o    total desse ano) haviam se mudado para Londrina durante os cinco anos anteriores,    ou seja, entre 1965 e 1970. J&aacute; em 1996, segundo a Contagem da Popula&ccedil;&atilde;o    do IBGE, esse n&uacute;mero ca&iacute;ra para 9% da popula&ccedil;&atilde;o    total.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O quadro migrat&oacute;rio de 1970 mostrava,    ainda, que 50,25% (69.783 migrantes) vieram de outras regi&otilde;es urbanas,    provavelmente de centros menores que Londrina e de economia rural, predominantemente,    enquanto que 49,75% eram origin&aacute;rios, diretamente, de regi&otilde;es    rurais de outros Munic&iacute;pios.<sup>10</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 1970, o papel de chefia do domic&iacute;lio    e/ou da fam&iacute;lia era masculino em quase 92% dos lares; j&aacute; em 1996,    a situa&ccedil;&atilde;o sofre altera&ccedil;&atilde;o marcante, quando mais    de 21% dos domic&iacute;lios ou fam&iacute;lias passam a ter mulheres assumindo    a responsabilidade formal de chefia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A queda do coeficiente de mortalidade infantil,    marcante no processo de envelhecimento populacional, encontra-se bastante evidente    em Londrina, onde viu-se reduzida de 66,71 por mil nascidos vivos em 1970,<sup>23</sup>    para 11,09 por mil nascidos vivos em 2001,<sup>24</sup> conforme demonstra a    <a href="#tab1">Tabela 1</a>.<sup>23,25,26</sup></font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v14n3/3a03t1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">O coeficiente de natalidade por mil habitantes    em Londrina vem decaindo seguidamente. Era de 41,0 em 1970,<sup>23</sup> 28,81 em 1980    e 20,91 em 1990, chegando a 18,63 em 2.000.<sup>25</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">J&aacute; o coeficiente de mortalidade por causas    externas, por acometer, predominantemente, a popula&ccedil;&atilde;o mais jovem,    tem repercuss&atilde;o de impacto no c&aacute;lculo da expectativa de vida.    Para o mesmo per&iacute;odo, considerando a base de 100.000 habitantes, ele    foi de 67,94 em 1980 e, muito embora viesse crescendo at&eacute; 1995 (75,68    em 1990 e 89,53 em 1995), apresenta queda em 2000, quando atinge 57,70.<sup>25</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre as repercuss&otilde;es desses fen&ocirc;menos    sobre o comportamento populacional, h&aacute; que se destacar as altera&ccedil;&otilde;es    observadas na distribui&ccedil;&atilde;o por faixa et&aacute;ria, com a gradativa    redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de habitantes mais jovens e o crescimento    proporcional da popula&ccedil;&atilde;o com mais de 60 anos (<a href="#fig2">Figura    2</a>). Em 30 anos, a popula&ccedil;&atilde;o idosa de Londrina, proporcionalmente,    mais do que dobra de tamanho, saindo de 4,03% (9.209 pessoas) em 1970, para    9,34% (41.780 pessoas) em 2.000.</font></p>     <p><a name="fig2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v14n3/3a03f2.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">O que chama aten&ccedil;&atilde;o nas demais    faixas et&aacute;rias &eacute; a queda proporcional na faixa dos 0-4 anos, 40%    menor em 2000 do que era em 1970. Em 30 anos, esse indicador reduziu-se de 13,94%    para 8,35%. Um comportamento semelhante &eacute; identificado na faixa dos 5    aos 9 anos, que, nesse mesmo per&iacute;odo, cai 39,45%, assim como no estrato    dos 10 aos 19 anos, que cai 21,89%.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A distribui&ccedil;&atilde;o proporcional de    habitantes por faixa et&aacute;ria estabiliza-se, praticamente, na faixa dos    20 aos 29 anos, no per&iacute;odo compreendido entre 1970 e 2000. A maior varia&ccedil;&atilde;o    verificada nesse per&iacute;odo de 30 anos foi na propor&ccedil;&atilde;o de    habitantes idosos (60 e mais anos), que cresceu mais de 130%. J&aacute; em n&uacute;mero    de habitantes idosos, a mesma varia&ccedil;&atilde;o passou de 358% (<a href="#fig2">Figura    2</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Paralelamente &agrave;s modifica&ccedil;&otilde;es    constatadas nos grupos et&aacute;rios populacionais, tamb&eacute;m acontece    uma gradativa, por&eacute;m relevante, redu&ccedil;&atilde;o na taxa de crescimento    populacional de Londrina. Na d&eacute;cada de 50, essa taxa foi de 6,6% ao ano,    em m&eacute;dia; na d&eacute;cada de 60, foi de 5,4%, caindo, drasticamente,    na d&eacute;cada de 70, para 2,82%; e, depois, para 2,36% na d&eacute;cada de    80 e 2,02% na de 90.<sup>26</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A raz&atilde;o de envelhecimento populacional    propicia um quadro evolutivo de aumento durante o per&iacute;odo pesquisado:    de 0,10 em 1970, para 0,35 em 2000.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Outros par&acirc;metros de repercuss&atilde;o    do envelhecimento populacional s&atilde;o dados pelos &iacute;ndices de depend&ecirc;ncia    total, de depend&ecirc;ncia-jovem e de depend&ecirc;ncia-idoso. No per&iacute;odo    estudado (<a href="#tab2">Tabela 2</a>), observa-se que o &iacute;ndice de depend&ecirc;ncia    total cai, basicamente, &agrave;s custas do &iacute;ndice de depend&ecirc;ncia-jovem,    enquanto o &iacute;ndice de depend&ecirc;ncia-idoso aumenta.</font></p>     <p><a name="tab2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v14n3/3a03t2.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre os desdobramentos desse fen&ocirc;meno,    h&aacute; que se destacar o crescimento do percentual de pessoas do sexo feminino    na faixa et&aacute;ria de 60 e mais anos. Em 1970, 46,56% dos idosos eram do    sexo feminino, chegando a uma participa&ccedil;&atilde;o de 53,8% na popula&ccedil;&atilde;o    geral do Munic&iacute;pio, no ano de 1996.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Todo esse processo migrat&oacute;rio gerou uma    necessidade intensa de espa&ccedil;o de moradia, fato que acabou desencadeando    o fen&ocirc;meno do crescimento da periferia urbana, provavelmente ligado &agrave;    quest&atilde;o dos valores imobili&aacute;rios. Os loteamentos regulares tradicionais    e desenvolvidos de forma legal, predominantes at&eacute; final da d&eacute;cada    de 60, foram sendo substitu&iacute;dos por duas outras formas de solu&ccedil;&atilde;o    para a car&ecirc;ncia habitacional, geralmente freq&uuml;entes nas periferias    da cidade ou regi&otilde;es mais distantes do seu centro.<sup>27</sup> A primeira dessas    formas de ocupa&ccedil;&atilde;o, que predominou nas d&eacute;cadas de 70 e    80, foi a dos conjuntos habitacionais de moradias populares; e a segunda forma,    a das ocupa&ccedil;&otilde;es irregulares &#8211; assentamentos ou invas&otilde;es    &#8211;, intensificadas no final da d&eacute;cada de 80 e durante a d&eacute;cada    de 90, acabando por se transformar em favelas.<sup>27</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Considerando-se a &eacute;poca de in&iacute;cio    do fen&ocirc;meno dessas migra&ccedil;&otilde;es, principalmente as d&eacute;cadas    de 60 e 70, podemos afirmar que a gera&ccedil;&atilde;o idosa apresentada nessa    pesquisa &eacute; de origem rural. Foi dela, geralmente, que surgiram os principais    atores desse intenso movimento social migrat&oacute;rio, de caracter&iacute;stica    nacional, por&eacute;m muito marcante na regi&atilde;o objeto deste estudo.    H&aacute; 30 ou 40 anos, essas pessoas contavam entre 20 e pouco mais de 40    anos de idade e encontravam-se no centro das decis&otilde;es familiares e iniciativas    de a&ccedil;&atilde;o, como o desencadeamento da mudan&ccedil;a da zona rural    para a cidade, o que provocou todo o realinhamento urbano apresentado pela Londrina    de hoje.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Concomitantemente a esse rearranjo urbano decorrente    do processo migrat&oacute;rio, observa-se uma redu&ccedil;&atilde;o do tamanho    da fam&iacute;lia e novas situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o criadas no seu    interior &#8211; como a redefini&ccedil;&atilde;o de protagonismos &#8211;, com    a intensifica&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a da mulher na chefia dos n&uacute;cleos    familiares.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao mesmo tempo em que se redesenhavam as caracter&iacute;sticas    demogr&aacute;ficas, os coeficientes de natalidade e de mortalidade por causas    externas, com repercuss&atilde;o importante na expectativa de vida, tamb&eacute;m    passaram a sofrer altera&ccedil;&otilde;es, interferindo na composi&ccedil;&atilde;o    et&aacute;ria da popula&ccedil;&atilde;o do Munic&iacute;pio. Os comportamentos    observados s&atilde;o bastante compat&iacute;veis com o comportamento em popula&ccedil;&otilde;es    que envelhecem coletivamente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com todas essas altera&ccedil;&otilde;es de repercuss&atilde;o    demogr&aacute;fica, o resultado final acaba sendo o progressivo envelhecimento    da popula&ccedil;&atilde;o de Londrina ao longo desses 30 anos pesquisados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O crescimento da participa&ccedil;&atilde;o    proporcional da popula&ccedil;&atilde;o idosa no total de habitantes do Munic&iacute;pio    (4,05% para 9,34%) significou um incremento de mais de 130%. E isso tudo em espa&ccedil;o    de tempo que pode ser considerado muito curto para a evolu&ccedil;&atilde;o    e desenvolvimento desse processo: em 30 anos, mais que dobrou o percentual de    idosos na popula&ccedil;&atilde;o geral. Foi uma velocidade de crescimento mais    intensa que a do Brasil no seu conjunto, cuja popula&ccedil;&atilde;o idosa    evoluiu de 5,1% para 8,6%, no mesmo per&iacute;odo.<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre diversas outras repercuss&otilde;es de    ordem econ&ocirc;mica e social, h&aacute; que se destacar a interfer&ecirc;ncia    desse fato nos &iacute;ndices de depend&ecirc;ncia e na raz&atilde;o de envelhecimento    da popula&ccedil;&atilde;o londrinense. O &iacute;ndice de depend&ecirc;ncia-idoso    aumenta, o que significa um impacto socioecon&ocirc;mico relevante, ao se considerar    a afirma&ccedil;&atilde;o de Veras,<sup>2</sup> que diz ser &quot;<i>o &ocirc;nus    financeiro da faixa idosa &#91;...&#93; muito mais alto que o das crian&ccedil;as</i>&quot;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto ao aumento proporcional de mulheres idosas,    Martin &amp; Cabrera<sup>28</sup> tamb&eacute;m demonstraram o fato em Londrina,    mediante an&aacute;lise das informa&ccedil;&otilde;es contidas nas declara&ccedil;&otilde;es    de &oacute;bitos de pessoas com mais de 60 anos e que morreram no per&iacute;odo    de 1980 a 1996. Constataram, em rela&ccedil;&atilde;o ao estado conjugal no    momento do &oacute;bito, que as mulheres idosas estavam cada vez mais sozinhas    que os homens. Segundo os autores, do total de idosos que se encontravam vi&uacute;vos    ao morrer (e que significavam 39,89% do total de &oacute;bitos de idosos), 65,69%    eram do sexo feminino, em 1980, 63,23% em 1990 e 69,03% em 1996. J&aacute; do    universo dos que se encontravam casados ao morrer (49,08%), para os mesmos anos,    o sexo masculino tinha a propor&ccedil;&atilde;o de 72,27%, 72,60% e 76,46%,    respectivamente, demonstrando a possibilidade de estar ocorrendo, no Munic&iacute;pio    de Londrina, o fen&ocirc;meno definido por Berqu&oacute; <i>apud</i> Paschoal<sup>1</sup>    como a &quot;Pir&acirc;mide da Solid&atilde;o&quot;, decorrente do grande n&uacute;mero    de idosas vi&uacute;vas, solteiras ou <span style='font-size:10.0pt;font-family:Verdana'>descasadas    <font size="2" face="Verdana">- por conseguinte,</font></span> provavelmente    solit&aacute;rias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto ao quadro geral dos dados aqui apresentados,    pode-se dizer que foi poss&iacute;vel identificar e destacar, em Londrina, fatos    que tamb&eacute;m aconteceram no processo de envelhecimento de outras popula&ccedil;&otilde;es,    notadamente fen&ocirc;menos sociais e demogr&aacute;ficos:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">a) migra&ccedil;&atilde;o, express&atilde;o do    &ecirc;xodo rural, conseq&uuml;ente e intensa urbaniza&ccedil;&atilde;o caracterizada    pelo crescimento perif&eacute;rico das cidades; e</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">b) mudan&ccedil;a do perfil familiar das suas    popula&ccedil;&otilde;es, marcadamente pela redefini&ccedil;&atilde;o de alguns    pap&eacute;is, como o da mulher dentro dessa estrutura, refletido no crescimento    da sua fun&ccedil;&atilde;o como provedora (antes reservado, predominantemente,    ao sexo masculino), bem como na assun&ccedil;&atilde;o da chefia da fam&iacute;lia;    al&eacute;m da redu&ccedil;&atilde;o do tamanho dessa nova fam&iacute;lia, em    processo de transforma&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Destaque-se, ainda, o que &eacute; bastante comum    em outras popula&ccedil;&otilde;es em processo de envelhecimento, igualmente    encontrado nos dados aqui apresentados: a identifica&ccedil;&atilde;o da queda    das taxas de alguns coeficientes de mortalidade, de natalidade e de crescimento    populacional, com repercuss&otilde;es sobre a distribui&ccedil;&atilde;o et&aacute;ria,    especialmente na redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de jovens e no crescimento    do n&uacute;mero de idosos, colocando Londrina na atual situa&ccedil;&atilde;o    de cidade com popula&ccedil;&atilde;o idosa crescente.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os autores deste trabalho concluem que Londrina    e outras cidades brasileiras apresentam um perfil semelhante em rela&ccedil;&atilde;o    ao processo de envelhecimento. Portanto, devem-se estabelecer pol&iacute;ticas    p&uacute;blicas intersetoriais, especialmente na &aacute;rea da Sa&uacute;de    P&uacute;blica, para atender a essa popula&ccedil;&atilde;o idosa nas suas crescentes    necessidades de sa&uacute;de e bem-estar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Paschoal SMP. Epidemiologia do envelhecimento.    In: Papal&eacute;o Netto M, et al. Gerontologia: a velhice e o envelhecimento    em vis&atilde;o globalizada. S&atilde;o Paulo: Atheneu; 1996. p.26-43</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2. Veras, RP. A Vida mais longa no mundo: determinantes    demogr&aacute;ficos. In: Papal&eacute;o Netto M, et al. Pa&iacute;s jovem com    cabelos brancos: a sa&uacute;de do idoso no Brasil. 2<sup>a</sup> ed. Rio de    Janeiro: Relume Dumar&aacute;; 1994. p.23-49.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica.    Censo Demogr&aacute;fico, 2000: dados preliminares &#91;monografia na Internet&#93;    Rio de Janeiro: IBGE; 2000 &#91;acessado em 11 jun. 2002a&#93; Dispon&iacute;vel    em: &lt;URL: <a href="http://www.ibge.gov.br">htt://www.ibge.gov.br</a>&gt;</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4. Figueiredo A. A&ccedil;&otilde;es governamentais    para o idoso. In: Papal&eacute;o Netto, M et al. O Idoso e a fam&iacute;lia.    S&atilde;o Paulo; 1997.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5. Ramos LR, Veras, RP, Kalache, A. Envelhecimento    populacional: uma realidade brasileira. Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica    1987;21:211-224.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">6. Kalache A, Veras RP, Ramos LR. O Envelhecimento    da popula&ccedil;&atilde;o mundial: um desafio novo. Revista de Sa&uacute;de    P&uacute;blica 1987;21:200-210.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">7. Silva, SF. A Constru&ccedil;&atilde;o do SUS    a partir do munic&iacute;pio: etapas para municipaliza&ccedil;&atilde;o plena    da sa&uacute;de. S&atilde;o Paulo: Hucitec; 1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">8. Leme, LEG. Aspectos demogr&aacute;ficos do    envelhecimento. In: Anais do Simp&oacute;sio Internacional o Idoso e a Fam&iacute;lia    1999; S&atilde;o Paulo, Brasil. S&atilde;o Paulo; 1999a. p.18-19.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">9. Londrina. Prefeitura do Munic&iacute;pio.    Caracter&iacute;sticas gerais do Munic&iacute;pio &#91;dados na Internet&#93;    &#91;acessado em 20 jul. 2002b&#93;. Dispon&iacute;vel em: &lt;URL: <a href="http://www.londrina.pr.gov.br/planejamento/perfil2001/csumario.php3">http://www.londrina.pr.gov.br/planejamento/perfil2001/csumario.php3</a>.&gt;</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica.    Censo Demogr&aacute;fico: 1970. Rio de Janeiro: IBGE; 1972.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">11. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica.    Departamento Regional Sul. Divis&atilde;o de Pesquisa do Paran&aacute;. Contagem    da popula&ccedil;&atilde;o 1996: dados distritais &#8211; popula&ccedil;&atilde;o    por situa&ccedil;&atilde;o e sexo. Rio de Janeiro: IBGE; 1997.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">12. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica.    Anu&aacute;rio estat&iacute;stico: 1997. Rio de Janeiro: IBGE; 1998. v.57.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">13. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica.    S&iacute;ntese de indicadores sociais re&uacute;ne informa&ccedil;&otilde;es    sociais de forma in&eacute;dita &#91;dados na Internet&#93;. Bras&iacute;lia,    1999 &#91;acessado em 20 nov. 1999&#93;. Dispon&iacute;vel em &lt;URL:<a href="http://www.ibge.gov.br">http://www.ibge.gov.br</a>&gt;</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">14. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica.    Departamento de Popula&ccedil;&otilde;es e Indicadores Sociais. IBGE divulga    t&aacute;bua de vida de 2000 &#91;dados na Internet&#93; Rio de Janeiro: IBGE:    2000 &#91;acessado em 5 dez. 1999b&#93;. Dispon&iacute;vel em: &lt;URL: <a href="http://www.ibge.gov.br">http://www.ibge.gov.br</a>&gt;.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">15. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica.    Contagem da Popula&ccedil;&atilde;o 1996 &#91;dados na Internet&#93;. Rio de    Janeiro: IBGE; 1996 &#91;acessado em 18 nov. 2001&#93;. Dispon&iacute;vel em:&lt;URL:<a href="http://www.ibge.gov.br">http://www.ibge.gov.br</a>&gt;</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">16. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica.    Censo Demogr&aacute;fico, 1991 &#91;dados na Internet&#93; Rio de Jasneiro:    IBGE; 1991 &#91;acessado em 30 abr. 2002b&#93;. Dispon&iacute;vel em: &lt;URL:    <a href="http://www.ibge.gov.br">http://http://www.ibge.gov.br</a>&gt;</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">17. Brasil. Decreto n. 1948, de 3 de julho de    1996. Regulamenta a lei n<sup>o</sup> 8.842 de 4 de janeiro de 1994. LEX: Colet&acirc;nea    de Legisla&ccedil;&atilde;o e Jurisprud&ecirc;ncia, S&atilde;o Paulo, 60:1657-61,    1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">18. Paschoal SMP. Epidemiologia do envelhecimento.    In: Papal&eacute;o Netto M, et al. Gerontologia: a velhice e o envelhecimento    em vis&atilde;o globalizada. S&atilde;o Paulo: Atheneu; 1996. p. 26-43.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">19. Rede Interagencial de Informa&ccedil;&otilde;es    para a Sa&uacute;de. Indicadores b&aacute;sicos de sa&uacute;de no Brasil: conceitos    e aplica&ccedil;&otilde;es. Bras&iacute;lia: Organiza&ccedil;&atilde;o Pan-Americana    da Sa&uacute;de; 2002.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">20. Can&ccedil;ado FAX. O Envelhecimento humano,    uma realidade dos S&eacute;culos XX e XXI. In: Costa MO, Pedroso ERP, Santos    AGR. Infectologia geri&aacute;trica. S&atilde;o Paulo: Funda&ccedil;&atilde;o    BYK; 1997. p.13-33.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">21. Veras RP, Ramos LR, Kalache A. Crescimento    da popula&ccedil;&atilde;o idosa no Brasil: transforma&ccedil;&otilde;es e conseq&uuml;&ecirc;ncias    na sociedade. Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica 1987;21:225-233.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">22. Papal&eacute;o Netto M, Ponte JR. Envelhecimento:    desafio da transi&ccedil;&atilde;o do s&eacute;culo. In: Papal&eacute;o Netto    M, et al. Gerontologia: a velhice e o envelhecimento em vis&atilde;o globalizada.    S&atilde;o Paulo: Atheneu; 1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">23. Soares DA. Evolu&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel    de sa&uacute;de do munic&iacute;pio de Londrina, no per&iacute;odo de 1960 a    1972 &#91;tese de Doutorado&#93;. Londrina (PR): Universidade Estadual de Londrina;    1976.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">24. Londrina. Prefeitura do Munic&iacute;pio.    Autarquia do Servi&ccedil;o Municipal de Sa&uacute;de. Plano Municipal de Sa&uacute;de    para o Bi&ecirc;nio 1996-1997: Rumos da Sa&uacute;de para Londrina. Londrina:    Prefeitura Municipal; 1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">25. Paran&aacute;. Secretaria de Estado da Sa&uacute;de.    Instituto de Sa&uacute;de do Paran&aacute;. S&eacute;rie hist&oacute;rica dos    principais indicadores de sa&uacute;de: munic&iacute;pio de Londrina, 2002.    Curitiba: SES; 2003.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">26. Londrina. Prefeitura do Munic&iacute;pio.    Popula&ccedil;&atilde;o &#91;dados na Internet&#93; &#91;acessado em 20 jul.    2002e&#93;. Dispon&iacute;vel em:&lt;URL: <a href="http://www.londrina.pr.gov.br/planejamento/perfil2001/f_popula%E7%E3o.php3">http://www.londrina.pr.gov.br/planejamento/perfil2001/f_popula&ccedil;&atilde;o.php3</a>.&gt;</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">27. Londrina. Prefeitura do Munic&iacute;pio.    Habita&ccedil;&atilde;o &#91;dados na Internet&#93; &#91;acessado em 20 jul.    2002c&#93;. Dispon&iacute;vel em: &lt;URL: <a href="http://www.londrina.pr.gov.br/planejamento/perfil2001/f_popula%E7%E3o.php3">http://www.londrina.pr.gov.br/planejamento/perfil2001/r_eqco_habita&ccedil;&atilde;o.php3</a>.&gt;</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">28. Martin GB, Cabrera MAS. Principais caracter&iacute;sticas    do idoso no momento do &oacute;bito &#91;monografia Especializa&ccedil;&atilde;o&#93;.    Londrina (PR): Inbrape; 2002.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#top"><img src="/img/revistas/ess/v14n3/seta.gif" border="0"></a><b>Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Universidade Estadual de Londrina,    <br>   Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de,    <br>   N&uacute;cleo de Estudos em Sa&uacute;de Coletiva.    <br>   Rua Robert Koch, 60,    <br>   Vila Oper&aacute;ria, Londrina-PR.    <br>   CEP:86038-440    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <i>E-mail</i>:<a href="mailto:nesco@uel.br">nesco@uel.br</a>; <a href="mailto:cordoni@sercomtel.com.br">cordoni@sercomtel.com.br</a></font></p>      ]]></body><back>
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