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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prêmio Rede de Formação de Recursos Humanos em vigilância em Saúde Avaliação da frequência de hábitos e comportamentos de risco na população que auto-referiu hipertensão arterial na pesquisa de "Prevalência de fatores de risco das doenças crônicas não transmissíveis no Distrito Federal"]]></article-title>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="verdana"><b><a name="topo"></a>RESUMO</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Pr&ecirc;mio Rede de Forma&ccedil;&atilde;o de Recursos Humanos em vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="verdana"><b>Avalia&ccedil;&atilde;o da frequ&ecirc;ncia de h&aacute;bitos  e comportamentos de risco na popula&ccedil;&atilde;o que auto-referiu hipertens&atilde;o arterial na  pesquisa de &quot;Preval&ecirc;ncia de fatores de risco das doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas n&atilde;o  transmiss&iacute;veis no Distrito Federal&quot;</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>&Eacute;disa Brito Lopes<sup>I</sup>; Maria Martha Jogaib Vieira Caetano<sup>II</sup>; Simony Pereira Afonso Ferreira Leite<sup>I</sup>; Marina Kiyomi Ito<sup>III</sup> - orientadora</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> <sup>I</sup>Secretaria de Estado de Sa&uacute;de do Distrito Federal, Bras&iacute;lia-DF,  Brasil</font>    <br> <font size="2" face="verdana"><sup>II</sup>Secretaria de Estado de Sa&uacute;de e Defesa Civil do Rio de Janeiro,  Rio de Janeiro-RJ, Brasil</font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <font size="2" face="verdana"><sup>III</sup></font><font size="2" face="verdana">Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de, Universidade de Bras&iacute;lia,  Bras&iacute;lia-DF, Brasil</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>OBJETIVO: </b>analisar o perfil epidemiol&oacute;gico dos indiv&iacute;duos que referiram  hipertens&atilde;o arterial (HAS) neste inqu&eacute;rito.    <br> <b>METODOLOGIA: </b>estudo epidemiol&oacute;gico transversal  realizado no ano de 2007. Foram selecionados indiv&iacute;duos de 18 anos ou mais  mediante um procedimento de amostragem aleat&oacute;ria ponderada de conglomerados e  multi-est&aacute;gio representativo do DF. Gr&aacute;vidas e adultos incapazes de responder  de forma independente ao question&aacute;rio foram exclu&iacute;dos do estudo. O question&aacute;rio  apresentou perguntas sobre situa&ccedil;&atilde;o socioedemogr&aacute;fica, de estado de sa&uacute;de e de  comportamento. Peso corporal, altura e circunfer&ecirc;ncia abdominal foram aferidos  durante a aplica&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio. Realizaram-se duas aferi&ccedil;&otilde;es independentes  das press&otilde;es sist&oacute;lica e diast&oacute;lica, no meio e ao final da entrevista, e  an&aacute;lise de glicemia em jejum. Os dados foram codificados e inseridos no banco de dados do programa  Epi Info vers&atilde;o  6.0 onde suas frequ&ecirc;ncias brutas foram analisadas. No presente estudo foi realizado um  recorte na base de dados do projeto VIVA SA&Uacute;DE DF para os indiv&iacute;duos que  referiram HAS. Os indiv&iacute;duos que referiram HAS foram classificados em  hipertensos controlados e n&atilde;o controlados com base na segunda medida de press&atilde;o  arterial realizada.    <br>   <b>RESULTADOS: </b>dos 2.518 indiv&iacute;duos que participaram e  tiveram a press&atilde;o arterial aferida na pesquisa 27,8% referiram HAS. Entre os indiv&iacute;duos hipertensos,  as maiores propor&ccedil;&otilde;es foram observadas nas &iacute;aixas et&aacute;rias de  60 e mais anos, 38,8%. Entre os que referiram HAS e que tiveram os n&iacute;veis  press&oacute;ricos aferidos no  momento da entrevista, 37,6% apresentaram n&iacute;veis press&oacute;ricos controlados. Em  65,0% dos indiv&iacute;duos obesos a press&atilde;o arterial estava elevada no momento da  entrevista. N&atilde;o houve associa&ccedil;&atilde;o entre obesidade e descontrole da press&atilde;o arterial (OR=1,33; IC95%: 0,96-1,84; p=0,08).  Diabetes foi referido por 17,5% dos hipertensos. A an&aacute;lise da glicemia revelou que 45,7%  estavam com valores glic&ecirc;micos acima de 100mg/dL e em 31,7% observou-se  altera&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea da press&atilde;o arterial e da glicemia em jejum. A raz&atilde;o de chances dos indiv&iacute;duos com glicemia alterada ter  tamb&eacute;m n&iacute;veis press&oacute;ricos n&atilde;o controlados foi 1,5 vezes maior em rela&ccedil;&atilde;o aos  indiv&iacute;duos com glicemia controlada (OR=1,55; IC95%: 1,08-2,21; p=0,01). 77,6%  fazem uso regular de medicamentos, dos quais 62,7% apresentaram n&iacute;veis  press&oacute;ricos n&atilde;o controlados no momento da entrevista. A ado&ccedil;&atilde;o da atividade  f&iacute;sica foi relatada por 5,6% dos hipertensos com PA controlada e 2,7% dos n&atilde;o  controlados. Esta pr&aacute;tica apresentou associa&ccedil;&atilde;o lim&iacute;trofe com o controle da HAS  (OR=0,46; IC95%: 0,19-1,09; p=0,05). O h&aacute;bito de adicionar sal no  prato e o h&aacute;bito de fumar n&atilde;o apresentaram associa&ccedil;&atilde;o com o controle da press&atilde;o  arterial.    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O: </b>Os resultados apontam que a preval&ecirc;ncia de  hipertens&atilde;o na popula&ccedil;&atilde;o adulta do Distrito Federal &eacute; semelhante &agrave; m&eacute;dia  nacional e que, como encontrado em outros estudos, o seu controle n&atilde;o &eacute;  efetivo, mesmo entre aqueles que fazem uso de tratamento medicamentoso,  associado ou n&atilde;o &agrave;s demais formas de controle desta doen&ccedil;a. Fica evidenciada a  necessidade de realizar outros estudos para se conhecer melhor a estrutura e  funcionamento dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de e identificar as fragilidades do sistema  no diagn&oacute;stico, tratamento e acompanhamento da HAS.</font></p>      ]]></body>
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