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<article-id pub-id-type="doi">10.5123/S1679-49742012000200014</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Acidentes e doenças relacionadas ao trabalho em Jequié, Bahia, registrados no Instituto Nacional de Seguridade Social, 2008-2009]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Occupational injuries and diseases in the municipality of Jequié, state of Bahia, Brazil, registered in National Institute of Social Security, 2008-2009]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: to investigate the profile of accidents and occupational diseases among workers of the municipality of Jequié, state of Bahia, Brazil, registered in the National Social Security Institute, in 2008-2009. METHODS: cross-sectional descriptive study based on data from the Occupational Accidents Registries (CAT) provided by the Reference Center on Occupational Health (Cerest). RESULTS: 144 new cases of occupational accidents and diseases were registered; typical accidents were the most frequent (44.5%), followed by commuting accidents (333%), and work-related diseases (22.2%). The majority of notifications (80.6%) were by the employer, followed by Cerest (11.1%) and the union of workers (7.6%); industrial transformation sector had the highest number of accidents (40.6% of typical accidents; 54.1% of commuting accidents). CONCLUSION: similarity was observed on local occurrence compared with types of accidents and occupational diseases involving workers in Brazil.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Epidemiologia Descritiva]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Descriptive Epidemiology]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2"><b><font face="verdana">ARTIGO ORIGINAL</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="verdana"><a name="topo"></a>Acidentes  e doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho em Jequi&eacute;, Bahia, registrados no Instituto  Nacional de Seguridade Social, 2008-2009</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="verdana">Occupational  injuries and diseases in the municipality  of Jequi&eacute;, state of Bahia, Brazil,  registered in National Institute of Social Security, 2008-2009</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">    <strong>Marcela  Andrade Rios<sup>I</sup>; Adriana  Alves Nery<sup>I</sup>; Murilo  da Silva Alves<sup>II</sup>; Cl&eacute;ber  Souza de Jesus</strong></font><font size="2" face="verdana"><strong><sup>III</sup></strong></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> <sup>I</sup>Programa  de P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o em Enfermagem e Sa&uacute;de, Departamento de Sa&uacute;de, Universidade  Estadual do Sudoeste da Bahia, Jequi&eacute;-BA, Brasil    <br>     <sup>II</sup>Departamento  de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de, Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhe&uacute;s-BA, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Departamento  de Sa&uacute;de, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Jequi&eacute;-BA, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>OBJETIVO</b><strong>: </strong>conhecer o perfil dos acidentes e doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho no munic&iacute;pio  de Jequi&eacute;, estado da Bahia, Brasil, registrados no Instituto Nacional de  Seguridade Social em 2008-2009.    <br>     <b>M&Eacute;TODOS</b><strong>: </strong>estudo descritivo, com dados das Comunica&ccedil;&otilde;es  de Acidente do Trabalho (CAT) disponibilizadas pelo Centro de Refer&ecirc;ncia em  Sa&uacute;de do Trabalhador (Cerest).    <br>     <b>RESULTADOS</b><strong>: </strong>foram registrados 144 casos novos de  acidentes e doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho; acidente t&iacute;pico foi o mais  frequente (44,5%), seguido por acidentes de trajeto (33,3%) e doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho (22,2%). A maior  parte das comunica&ccedil;&otilde;es (80,6%) ocorreu por parte do empregador, seguida pelo  Cerest (11,1%) e sindicatos de trabalhadores 7,6%). O ramo de atividade com maior n&uacute;mero de acidentes de trabalho foi  o das ind&uacute;strias de transforma&ccedil;&atilde;o (40,6% de acidentes t&iacute;picos; 54,1% de  acidentes de trajeto).    <br> <b>CONCLUS&Atilde;O</b><strong>: </strong>observou-se  semelhan&ccedil;a nas ocorr&ecirc;ncias locais,  comparadas com a tipologia dos acidentes e doen&ccedil;as envolvendo trabalhadores no  Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">    <strong>Palavras-chave: </strong>Trabalho; Notifica&ccedil;&atilde;o de Acidentes de Trabalho; Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de do  Trabalhador; Epidemiologia Descritiva.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>OBJECTIVE</b><strong>: </strong>to investigate the profile of accidents and occupational diseases among  workers of the municipality of Jequi&eacute;, state of Bahia, Brazil, registered in  the National Social Security Institute, in 2008-2009.    <br>     <b>METHODS</b><strong>: </strong>cross-sectional  descriptive study based on data from the Occupational Accidents Registries  (CAT) provided by the Reference   Center on Occupational  Health (Cerest).    <br>     <b>RESULTS</b><strong>: </strong>144 new cases of occupational accidents and  diseases were registered; typical accidents were the most frequent (44.5%), followed  by commuting accidents (333%), and work-related diseases (22.2%). The majority  of notifications (80.6%) were by the employer, followed by Cerest (11.1%) and  the union of workers (7.6%); industrial transformation sector had the highest  number of accidents (40.6% of typical accidents; 54.1% of commuting accidents).    <br>     <b>CONCLUSION</b><strong>: </strong>similarity was observed on local occurrence compared with  types of accidents and occupational diseases involving workers in Brazil.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">  <strong>Key  words: </strong>Work; Occupational Accidents Registry; Surveillance  of the Workers Health; Descriptive Epidemiology.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><strong>Introdu&ccedil;&atilde;o</strong></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os acidentes e as  doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho configuram-se como um complexo problema econ&ocirc;mico,  social e de  Sa&uacute;de P&uacute;blica para um pa&iacute;s, com repercuss&otilde;es nas condi&ccedil;&otilde;es de vida e sa&uacute;de dos  trabalhadores e suas fam&iacute;lias, gerando &ocirc;nus econ&ocirc;mico e social.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> O acometimento de  acidentes e doen&ccedil;as pelos trabalhadores  vem desde os  tempos mais remotos, descrito por Hip&oacute;crates, Pl&iacute;nio, Paracelso e Ramazzini.<sup>1</sup>  Com o advento da Revolu&ccedil;&atilde;o Industrial e a expans&atilde;o do modo de produ&ccedil;&atilde;o  capitalista, o trabalho, at&eacute; ent&atilde;o uma realiza&ccedil;&atilde;o individual, assumiu conota&ccedil;&atilde;o  comercial, na qual o homem vende sua for&ccedil;a de trabalho para sobreviver tornando-se, desse modo, mais  vulner&aacute;vel a acidentes e doen&ccedil;as relacionadas &agrave;s novas formas de ocupa&ccedil;&atilde;o  laboral.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O trabalho, enquanto  categoria social, exp&otilde;e aqueles que o exercem a m&uacute;ltiplos condicionantes de  acidentes e doen&ccedil;as, geram preju&iacute;zo aos trabalhadores e empregadores e afetam a economia do pa&iacute;s. Trata-se de uma importante  quest&atilde;o para a Sa&uacute;de P&uacute;blica, merecedora, portanto, de melhor compreens&atilde;o para  ser controlada.<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Estudo realizado pelo  Institute of Occupational Safety Engineering, da University of Technology de  Tampere, Finl&acirc;ndia, em parceria com a Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho  (OIT), estimou cerca de 270 milh&otilde;es os acidentes  de trabalho no mundo, causando ao menos tr&ecirc;s dias de aus&ecirc;ncia no trabalho a  cada ano, em m&eacute;dia. Por  dia, 1000 trabalhadores morrem  no exerc&iacute;cio do seu trabalho. Neste contexto, o Brasil ocupa o quarto lugar no  mundo em rela&ccedil;&atilde;o ao risco de morte no trabalho.<sup>3,4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O termo acidente de  trabalho &eacute; definido pela legisla&ccedil;&atilde;o brasileira no Artigo 19 da Lei n<sup>o</sup> 8.213, de 24 de julho de 1991:</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> &quot;o <i>que ocorre  pelo exerc&iacute;cio do trabalho a servi&ccedil;o da empresa ou pelo exerc&iacute;cio do trabalho  dos segurados (...), provocando les&atilde;o  corporal ou perturba&ccedil;&atilde;o funcional que cause a morte ou a perda ou redu&ccedil;&atilde;o,  permanente ou tempor&aacute;ria, da capacidade para o trabalho.</i>&quot;</font><font size="2" face="verdana"><sup>5</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> No &acirc;mbito da  Previd&ecirc;ncia Social, os acidentes de trabalho referem-se &agrave;s doen&ccedil;as ocupacionais  e &agrave;s les&otilde;es decorrentes de causas externas, ocorridas no ambiente das atividades ocupacionais e/ou no trajeto de ida ou retorno ao  local de trabalho.<sup>5</sup> Quando ocorre um acidente de trabalho, t&iacute;pico ou  de trajeto, ou quando surgem sintomas de doen&ccedil;a relacionados   com o processo  laboral, &eacute; necess&aacute;rio que a empresa fa&ccedil;a a notifica&ccedil;&atilde;o, por interm&eacute;dio do  formul&aacute;rio de Comunica&ccedil;&atilde;o de Acidente do Trabalho (CAT), ao Instituto Nacional  de Seguridade Social (INSS), parte integrante do Minist&eacute;rio da Previd&ecirc;ncia  Social.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A emiss&atilde;o desse documento registra e reconhece, oficialmente, o agravo e  garante ao trabalhador, a depender do caso, a possibilidade do recebimento de  aux&iacute;lio acidente ou aux&iacute;lio doen&ccedil;a. Al&eacute;m disso, as informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis na  CAT servem para estudos sobre esses agravos, possibilitando o delineamento de  pol&iacute;ticas de preven&ccedil;&atilde;o.<sup>6</sup> Por&eacute;m, esse instrumento de notifica&ccedil;&atilde;o se  enquadra na realidade dos profissionais celetistas exclusivamente, deixando  mais de 40,0% de trabalhadores fora  das estat&iacute;sticas de acidentes e doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho.<sup>7</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A CAT &eacute; preenchida em  seis vias, destinadas ao INSS, &agrave;  empresa, ao segurado ou dependente, ao sindicato de classe do  trabalhador, ao Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) e &agrave; Delegacia Regional do  Trabalho.<sup>6</sup> Por meio dela, &eacute; poss&iacute;vel obter informa&ccedil;&otilde;es a respeito do  empregador, empregado, acidente ou doen&ccedil;a e atestado m&eacute;dico.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A comunica&ccedil;&atilde;o  destinada ao SUS, no caso do munic&iacute;pio de Jequi&eacute;-BA e demais cidades  pertencentes &agrave; 13<sup>a</sup> Diretoria  Regional de  Sa&uacute;de (Dires) do Estado da Bahia, s&atilde;o enviadas ao Centro de Refer&ecirc;ncia em Sa&uacute;de  do Trabalhador (Cerest) local. Os Cerest comp&otilde;em a Rede Nacional de Aten&ccedil;&atilde;o  Integral &agrave; Sa&uacute;de do Trabalhador e t&ecirc;m por finalidade  atender aos trabalhadores do munic&iacute;pio que apresentem doen&ccedil;as ou sejam v&iacute;timas  de acidentes relacionados ao trabalho, assim como reunir informa&ccedil;&otilde;es e realizar  pesquisas na &aacute;rea de Sa&uacute;de do Trabalhador.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Jequi&eacute;, interior do estado da Bahia, possui uma economia diversificada,  abarcando os ramos da agricultura,  pecu&aacute;ria,  minera&ccedil;&atilde;o, ind&uacute;strias do setor petrol&iacute;fero e empresas voltadas &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de  alimentos, cal&ccedil;ados e confec&ccedil;&otilde;es. Contudo, h&aacute; poucos estudos relativos aos acidentes e doen&ccedil;as  do trabalho no Munic&iacute;pio, fazendo com que o cen&aacute;rio desses agravos seja  ignorado das institui&ccedil;&otilde;es e sociedade geral.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> Este estudo tem por  objetivo conhecer o perfil dos acidentes e doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho no munic&iacute;pio  de Jequi&eacute;-BA, registrados no INSS no per&iacute;odo 2008-2009.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <strong>M&eacute;todos</strong></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Trata-se de um  estudo descritivo, transversal, com base nas informa&ccedil;&otilde;es contidas nas  Comunica&ccedil;&otilde;es de Acidente do Trabalho emitidas no per&iacute;odo 2008-2009 e  registradas no INSS, envolvendo trabalhadores do munic&iacute;pio de Jequi&eacute;-BA,  sudoeste da Bahia, distante 365km da capital Salvador-BA. Jequi&eacute;-BA conta com  popula&ccedil;&atilde;o de 151.895 habitantes, segundo o censo demogr&aacute;fico  realizado pela Funda&ccedil;&atilde;o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE)  em 2010.<sup>8</sup> As CAT foram disponibilizadas pelo Cerest do munic&iacute;pio.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Uma das vias das  comunica&ccedil;&otilde;es dos acidentes laborais emitidas pelos sindicatos de trabalhadores, empregadores, segurados e Cerest,  ap&oacute;s registro no INSS do  Munic&iacute;pio, s&atilde;o enviadas e arquivadas no Cerest.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Para o presente  estudo, foram selecionadas as Comunica&ccedil;&otilde;es de  Acidente do Trabalho - CAT - de dois tipos: inicial; e comunica&ccedil;&atilde;o de &oacute;bito. O  primeiro tipo de comunica&ccedil;&atilde;o, CAT inicial, corresponde ao registro de acidente  ou doen&ccedil;as relacionada ao trabalho sem notifica&ccedil;&atilde;o anterior, enquanto a CAT  comunica&ccedil;&atilde;o de &oacute;bito refere o falecimento decorrente de acidente ou doen&ccedil;a do  trabalho.<sup>5</sup> Foram exclu&iacute;das do estudo as CAT de reabertura, ou seja,  as comunica&ccedil;&otilde;es de rein&iacute;cio de tratamento ou afastamento por agravamento de  les&atilde;o de acidente do trabalho ou doen&ccedil;a profissional, registradas junto ao INSS  anteriormente.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Para a coleta de  dados, adotou-se um formul&aacute;rio com campos estruturados, referentes a: vari&aacute;veis  do empregador (ramo de atividade  econ&ocirc;mica); acidentado (caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas e ocupa&ccedil;&atilde;o); acidente ou  doen&ccedil;a relacionada ao trabalho (tipo de acidente ou doen&ccedil;a, turno e horas  trabalhadas at&eacute; o acometimento por acidente, local de ocorr&ecirc;ncia, agente  causador, situa&ccedil;&atilde;o geradora e ocorr&ecirc;ncia de &oacute;bito); atestado m&eacute;dico &#91;partes do  corpo atingidas, natureza da les&atilde;o, c&oacute;digo da Classifica&ccedil;&atilde;o Estat&iacute;stica  Internacional de Doen&ccedil;as e Problemas Relacionados &agrave; Sa&uacute;de - D&eacute;cima Revis&atilde;o (CID-10) atribu&iacute;do, unidades   de atendimento  m&eacute;dico, necessidade de afastamento e de interna&ccedil;&atilde;o hospitalar, dura&ccedil;&atilde;o do  tratamento&#93;; e aspectos referentes ao emitente da comunica&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os dados foram  armazenados, tabulados e analisados pelo programa Epi Info vers&atilde;o 3.5.1. A an&aacute;lise se baseou  em estat&iacute;sticas descritivas, al&eacute;m do c&aacute;lculo dos coeficientes de mortalidade e  letalidade por acidentes de trabalho.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Para a codifica&ccedil;&atilde;o  das vari&aacute;veis, foram adotadas as seguintes  classifica&ccedil;&otilde;es: Classifica&ccedil;&atilde;o Nacional de Atividades Econ&ocirc;micas (CNAE 2.0)  (2007), para o ramo de atividade econ&ocirc;mica dos empregadores; Classifica&ccedil;&atilde;o Brasileira de  Ocupa&ccedil;&otilde;es (CBO) (2002), para as ocupa&ccedil;&otilde;es dos  trabalhadores; e a CID-10 (2008), para as les&otilde;es  causadas pelos acidentes e/ou doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Com o intuito de  verificar a causa dos acidentes e doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho - embora se reconhe&ccedil;a a exist&ecirc;ncia de  multicausalidade nessas ocorr&ecirc;ncias -, a vari&aacute;vel foi classificada de acordo com a causa mais imediata relacionada  ao evento. O mesmo crit&eacute;rio de classifica&ccedil;&atilde;o foi utilizado em outros estudos.<sup>9,10</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> Para o c&aacute;lculo do  coeficiente de mortalidade por acidentes de trabalho, foram utilizados, como denominador das equa&ccedil;&otilde;es, o  n&uacute;mero de trabalhadores formais do munic&iacute;pio, nos anos de 2008 e 2009, fornecido pelo Programa de  Dissemina&ccedil;&atilde;o de Estat&iacute;sticas do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O coeficiente de  letalidade foi calculado pelo n&uacute;mero de &oacute;bitos decorrentes dos acidentes de  trabalho e pelo n&uacute;mero total de acidentes de trabalho no Munic&iacute;pio, ambos comunicados e  registrados por meio das CAT, para cada ano considerado, por 100 trabalhadores formais.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O estudo foi aprovado  pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade  Estadual do Sudoeste da Bahia, com registro de Protocolo n<sup>o</sup> 149/2010.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <strong>Resultados</strong></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Nos anos de 2008 e 2009, foram registrados 236 acidentes e doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho, dos  quais 59 (25,0%) referiam CAT de reabertura (descartados, portanto) e 144 atenderam aos crit&eacute;rios de inclus&atilde;o do  estudo: 71 comunica&ccedil;&otilde;es (49,3%) referentes a 2008; e 73 (50,7%) para o ano de 2009.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O tipo de acidente que mais acometeu os trabalhadores foi o t&iacute;pico (44,5%), seguido do acidente de trajeto  (33,3%) e das doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho (22,2%).  Comparando-se apenas os anos estudados, obsevou-se um aumento de 90,1% no n&uacute;mero de  registros de doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho, de 11 para 21 notifica&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Em rela&ccedil;&atilde;o ao  emitente, o estudo revelou que a maior parte das comunica&ccedil;&otilde;es (80,6%) ocorreu  por conta do empregador, seguido pelo Cerest (11,1%), sindicatos de  trabalhadores (7,6%) e dependente de segurado (0,7%). Esses percentuais, entretanto, modificam-se de acordo com o tipo de acidente ou doen&ccedil;a, sendo que as doen&ccedil;as  relacionadas ao trabalho possuem o Cerest como principal emissor de CAT  (37,5%).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os ramos de atividade  com maior n&uacute;mero de acidentes de trabalho foram as ind&uacute;strias de transforma&ccedil;&atilde;o, com 40,6% dos acidentes t&iacute;picos  e 54,1% de acidentes de  trajeto. O ramo que envolve o com&eacute;rcio e a repara&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos automotores e  motocicletas contribuiu para as doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho com 25,0% dos  registros.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s  caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas dos trabalhadores, a m&eacute;dia de idade foi de  35,6 anos: idade m&iacute;nima de 20 e m&aacute;xima de 65 anos. Houve predom&iacute;nio de  acidentes t&iacute;picos e de trajeto nos trabalhadores do sexo masculino, na faixa  et&aacute;ria de 20 a  29 anos e solteiros. Para as doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho, observou-se  equil&iacute;brio entre os sexos dos indiv&iacute;duos atingidos - trabalhadores casados, de 40 a 49 anos de idade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> Os acidentes e  doen&ccedil;as registrados ocorreram, majoritariamente, entre trabalhadores com renda  mais baixa (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v21n2/2a14t1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"> Entre os acidentes e  doen&ccedil;as registrados, a maior propor&ccedil;&atilde;o foi de trabalhadores da produ&ccedil;&atilde;o de bens  e servi&ccedil;os industriais (56,9%),  destacando-se a confec&ccedil;&atilde;o de cal&ccedil;ados (47,6%)  e a  constru&ccedil;&atilde;o civil e obras p&uacute;blicas (10,1%) (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Quanto &agrave;s caracter&iacute;sticas  dos acidentes, no turno diurno ocorreu o maior n&uacute;mero desses eventos (87,5%),  havendo equil&iacute;brio entre os turnos matutino (42,8%) e vespertino (44,6%). Os  acidentes aconteciam, predominantemente,  no inicio de  jornada de trabalho - menos de uma hora trabalhada: 28,6% - e no final da jornada  - mais de cinco horas  trabalhadas: 33,9% (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v21n2/2a14t2.gif" border="0"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os locais com maior  ocorr&ecirc;ncia de acidentes t&iacute;picos foram os estabelecimentos da empregadora  (65,9%), seguidos pela &aacute;rea rural (10,9%). Os acidentes de trajeto referiram a via p&uacute;blica (rua) como principal local  de ocorr&ecirc;ncia, especialmente as ruas e avenidas do distrito industrial do  munic&iacute;pio (33,3%).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Em rela&ccedil;&atilde;o ao agente  causador dos eventos, verifica-se na <a href="#t2">Tabela 2</a> que entre os ve&iacute;culos, as motocicletas foram o  principal meio de transporte envolvido no acidente de trajeto (62,1%), seguidas pelas  bicicletas (18,9%).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Ao analisar a  situa&ccedil;&atilde;o geradora do acidente descrita  nas CAT,  conforme se observa ainda na <a href="#t2">Tabela 2</a>, predominaram: quedas (56,2%), nos  acidentes de trajeto; aprisionamento,  atrito ou abras&atilde;o (39,0%), nos acidentes  t&iacute;picos; e situa&ccedil;&otilde;es de rea&ccedil;&atilde;o do corpo a seus movimentos (41,7%), entre as doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os membros superiores  foram a parte do corpo mais atingida nos acidentes t&iacute;picos (67,2%) e doen&ccedil;as relacionadas ao  trabalho (50,0%). Os membros inferiores foram mais acometidos nos acidentes de   trajeto (37,5%).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Fraturas  representaram as les&otilde;es que mais afetaram os trabalhadores acidentados (48,4%  dos acidentes t&iacute;picos; 56,2% nos acidentes de trajeto), seguidas por  escoria&ccedil;&otilde;es, abras&atilde;o e corte (20,3% nos t&iacute;picos; 18,8% nos de trajeto) e  distens&atilde;o ou tor&ccedil;&atilde;o (9,4% para t&iacute;picos; 14,6% para os de trajeto).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Inflama&ccedil;&atilde;o de  articula&ccedil;&atilde;o, tend&atilde;o ou m&uacute;sculo constituiu a natureza da les&atilde;o que mais atingiu  os trabalhadores com doen&ccedil;a comunicada  ao INSS (46,9%), seguida por h&eacute;rnia de qualquer natureza (28,1%) e asfixia (12,5%).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O cap&iacute;tulo XIX da  CID-10, 'Les&otilde;es, envenenamentos e algumas consequ&ecirc;ncias de causas externas',  representou 82,8% dos acidentes t&iacute;picos e 75,0% dos acidentes de trajeto,  enquanto 65,6% dos casos de doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho foram  classificados de acordo ao cap&iacute;tulo XIII, 'Doen&ccedil;as do sistema osteomuscular e  do tecido conjuntivo'.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> As institui&ccedil;&otilde;es do  SUS, aqui representadas pelo hospital geral p&uacute;blico e pelo Cerest,  encarregaram-se da maior parte dos atendimentos aos trabalhadores (<a href="#t3">Tabela 3</a>).</font></p>     <p><a name="t3"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v21n2/2a14t3.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"> A maioria dos  trabalhadores com CAT emitida (75,0%) n&atilde;o necessitou de interna&ccedil;&atilde;o, enquanto 25,0% permaneceram  hospitalizados e 0,7% (uma CAT, apenas) n&atilde;o  contava com essa informa&ccedil;&atilde;o. Entre os casos de internamento, 41,7% foram  provocados por acidentes t&iacute;picos, 33,3% por acidentes de trajeto e 25,0% por  doen&ccedil;as.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Apenas 3,5% dos trabalhadores n&atilde;o necessitaram de afastamento para  recupera&ccedil;&atilde;o do seu estado de sa&uacute;de. Os trabalhadores acometidos por doen&ccedil;as necessitaram de um  maior tempo de recupera&ccedil;&atilde;o (31   a 60 dias), comparados &agrave;queles que sofreram acidentes de  trabalho: 53,1% (<a href="#t3">Tabela 3</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Foram encontrados  acidentes t&iacute;picos, de trajeto e doen&ccedil;as do trabalho com mais de 120 dias de afastamento, demostrando a  exist&ecirc;ncia de ocorr&ecirc;ncias relevantes sobretudo, para a sa&uacute;de dos trabalhadores:  perda auditiva induzida por ru&iacute;do (PAIR), lombalgias,   s&iacute;ndrome do t&uacute;nel do  carpo, tendinites, fraturas expostas, queimaduras de 3<sup>o</sup> grau, politraumatismos e patologias respirat&oacute;rias.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O estudo revela, ademais, consequ&ecirc;ncias fatais por acidentes de trabalho.  Foram comunicados dois &oacute;bitos (n=1 em 2008; n=1 em 2009) entre trabalhadores do sexo masculino, na  idade de 20 e 29 anos, solteiros, remunerados mensalmente com at&eacute; dois sal&aacute;rios m&iacute;nimos.  Ambos pertenciam aos ramos da agricultura e do com&eacute;rcio, v&iacute;timas de acidentes  t&iacute;pico e de trajeto, respectivamente. O acidente de trajeto ocorreu em via  p&uacute;blica (rodovia): um acidente de tr&acirc;nsito envolvendo autom&oacute;vel. J&aacute; o acidente  t&iacute;pico contou com arma de fogo como agente causador: uma situa&ccedil;&atilde;o de viol&ecirc;ncia  (assalto) no ambiente de trabalho, em &aacute;rea rural. Os &oacute;bitos ocorreram no  momento dos acidentes.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os coeficientes de  letalidade encontrados foram de 1,7% em 2008 e de 1,9% em 2009. Os coeficientes de  mortalidade foram de 5,8 por 100 mil trabalhadores em 2008 e de 5,9 por 100 mil trabalhadores em 2009.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <strong>Discuss&atilde;o</strong></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> Ao tratar do perfil  dos acidentes e doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho em 2008 e 2009, o estudo demonstrou  n&atilde;o haver grandes modifica&ccedil;&otilde;es no n&uacute;mero de comunica&ccedil;&otilde;es realizadas nos dois  anos estudados. O elevado n&uacute;mero de CAT de reabertura refletiu o que   muitos trabalhadores  experimentaram: necessidade de reiniciar o tratamento e/ou manifesta&ccedil;&atilde;o de um  agravo da les&atilde;o que gerou incapacidade funcional.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Em rela&ccedil;&atilde;o ao tipo de  acidente, prevaleceu o acidente t&iacute;pico, seguido por trajeto e doen&ccedil;a  relacionada ao trabalho. Aqui, observou-se  semelhan&ccedil;a  com a tipologia dos acidentes e doen&ccedil;as envolvendo trabalhadores no Brasil,  segundo publica&ccedil;&atilde;o da Previd&ecirc;ncia Social.<sup>6</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Em Botucatu, interior  de S&atilde;o Paulo, foi desenvolvida uma pesquisa sobre CAT emitidas nos anos 2000 e 2001. Entre os 772 registros analisados, o acidente t&iacute;pico foi o  principal causador de acidente (85,0%), seguido pelo acidente de trajeto (11,9%) e pelas doen&ccedil;as relacionadas ao  trabalho (3,1%).<sup>11</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Quanto ao n&uacute;mero de registros dessas doen&ccedil;as, o achado do estudo em tela  revelou porcentagem maior desse evento quando comparado aos resultados de  outras pesquidas,<sup>6,11</sup> possivelmente explicado pela exist&ecirc;ncia de um  Centro de Refer&ecirc;ncia em Sa&uacute;de do Trabalhador e sua efici&ecirc;ncia no diagn&oacute;stico de  doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho. O estudo tamb&eacute;m indica a possibilidade de os  trabalhadores do munic&iacute;pio de Jequi&eacute;-BA estarem mais expostos &agrave; condi&ccedil;&otilde;es de  trabalho que levam a adoecimento, especialmente nas atividades industriais.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Considerando-se, de acordo com o INSS, que o empregador &eacute; o principal respons&aacute;vel  pela comunica&ccedil;&atilde;o de acidente ou doen&ccedil;a relacionada ao trabalho ocorrida com  seu empregado,<sup>6</sup> verificou-se - em se tratando de acidentes - que os  empregadores notificam de maneira mais efetiva. Talvez, pelo fato de o acidente estar ligado  ao trabalho de forma mais evidente que a doen&ccedil;a, na qual a comunica&ccedil;&atilde;o &eacute;  realizada ap&oacute;s a conclus&atilde;o do diagn&oacute;stico nexo-causal.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O maior n&uacute;mero de  acidentes de trabalho nas ind&uacute;strias de transforma&ccedil;&atilde;o pode ser explicado pela  exist&ecirc;ncia, no munic&iacute;pio, de ind&uacute;strias cal&ccedil;adistas instaladas a partir do  final da d&eacute;cada de 1990, motivadas por  pol&iacute;ticas de incentivos fiscais, localiza&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica e competitividade na produ&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de produtos pelo estado da  Bahia, onde a m&atilde;o-de-obra,  como nas regi&otilde;es Norte e Nordeste em geral, &eacute; mais barata que no resto  do pa&iacute;s.<sup>12</sup> Ressalta-se, ainda, que os  trabalhadores desse ramo de atividade  econ&ocirc;mica podem estar expostos a condi&ccedil;&otilde;es de trabalho desfavor&aacute;veis, contribuindo para a  ocorr&ecirc;ncia de acidentes.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O ambiente do  com&eacute;rcio tamb&eacute;m conta com participa&ccedil;&atilde;o significativa na propor&ccedil;&atilde;o de acidentes  e doen&ccedil;as, demonstrando que setor de servi&ccedil;os tem ocupado lugar de destaque na  gera&ccedil;&atilde;o de desgastes ao trabalhador.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> As caracter&iacute;sticas  sociodemogr&aacute;ficas dos trabalhadores  foram  semelhantes aos achados de outros estudos.<sup>6,10,13</sup> O sexo masculino,  mais acometido por acidentes de trabalho, e a estabilidade entre os dois sexos  quanto &agrave;s doen&ccedil;as revelam persist&ecirc;ncia das quest&otilde;es de g&ecirc;nero nas atividades de  trabalho em que, todavia, se observa uma distin&ccedil;&atilde;o por sexo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Alguns pesquisadores,  ao estudarem o enfoque do g&ecirc;nero e a rela&ccedil;&atilde;o sa&uacute;de-trabalho, salientam que as  doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho, especialmente as les&otilde;es por esfor&ccedil;os repetitivo  (LER), estas fortemente associadas &agrave;s atividades de processamento de informa&ccedil;&otilde;es, apresentam como  m&atilde;o-de-obra executora principal a feminina.<sup>14,15</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A maior frequ&ecirc;ncia de  acidentes laborais no in&iacute;cio da jornada de trabalho e ap&oacute;s cinco horas trabalhadas,  possivelmente, est&aacute; associada ao fato de, no in&iacute;cio de sua jornada, o  trabalhador apresentar maior desaten&ccedil;&atilde;o e ficar, portanto, mais suscept&iacute;vel  aos riscos do   processo de trabalho,  enquanto a maior frequ&ecirc;ncia observada no final da jornada estaria associada a  seu cansa&ccedil;o f&iacute;sico e mental.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> Somado a isso, h&aacute; os  acidentes de trajeto, quando o trabalhador  sai do domic&iacute;lio para o trabalho ou retorna dele. Sobre os acidentes de trajeto, nos &uacute;ltimos anos, verificou-se um crescimento no  n&uacute;mero de motocicletas em todo o pa&iacute;s, da mesma forma em Jequi&eacute;-BA. Segundo  dados do Departamento Estadual de Tr&acirc;nsito (Detran/BA), o n&uacute;mero de  motocicletas supera o de autom&oacute;veis no munic&iacute;pio.<sup>16</sup> A motocicleta  proporciona rapidez e economia, principais raz&otilde;es porque &eacute; utilizada por  trabalhadores em seu deslocamento ao trabalho e &agrave; resid&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Estudo epidemiol&oacute;gico  realizado em munic&iacute;pio do estado de S&atilde;o Paulo com CAT registradas no INSS revelou que as  motocicletas tamb&eacute;m representaram o principal agente causador de acidentes.<sup>17</sup>  Esse fato vem confirmar a necessidade de melhorias na educa&ccedil;&atilde;o para o tr&acirc;nsito,  nas condi&ccedil;&otilde;es de sinaliza&ccedil;&atilde;o de vias e nos processos de fiscaliza&ccedil;&atilde;o, visando a&ccedil;&otilde;es preventivas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O n&uacute;mero elevado de fraturas, na primeira posi&ccedil;&atilde;o  quanto &agrave; natureza da les&atilde;o decorrente de acidentes, demonstra serem graves tais  les&otilde;es. Elas podem requerer maior tempo para reconstitui&ccedil;&atilde;o do tecido &oacute;sseo,<sup>18</sup>  afastamento do trabalhador para tratamento, preju&iacute;zos econ&ocirc;micos para a empresa e  preju&iacute;zos &agrave; sa&uacute;de f&iacute;sica e/ou mental do trabalhador acidentado, bem como  maiores gastos para o SUS.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os &oacute;bitos de  trabalhadores associados &agrave; viol&ecirc;ncia e aos acidentes de tr&acirc;nsito refletem a problem&aacute;tica do  aumento das causas externas de mortalidade, fato j&aacute; demonstrado por outros  pesquisadores.<sup>19</sup> Se diversos estudos t&ecirc;m revelado a viol&ecirc;ncia urbana  nos ambientes de trabalho, s&atilde;o poucos os que dissertam sobre esse tipo de  evento na &aacute;rea rural, caso de um dos &oacute;bitos ocorrido no munic&iacute;pio de Jequi&eacute;-BA,  com um trabalhador agropecu&aacute;rio.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> As a&ccedil;&otilde;es preventivas  de acidentes de trabalho necessitam ultrapassar os  ambientes das empresas empregadoras do meio urbano. A&ccedil;&otilde;es conjuntas com  diversos setores da sociedade, como Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, &oacute;rg&atilde;os de Tr&acirc;nsito,  poder Legislativo e &oacute;rg&atilde;os ambientais, devem garantir a qualidade t&eacute;cnica das pol&iacute;ticas e a&ccedil;&otilde;es em Sa&uacute;de do Trabalhador  a serem implementadas.<sup>20,21</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> No que diz respeito &agrave;s doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho comunicadas, a  maior ocorr&ecirc;ncia de Les&otilde;es por Esfor&ccedil;os Repetitivos e Dist&uacute;rbios Osteomusculares Relacionados ao  Trabalho (LER/DORT) pode revelar as transforma&ccedil;&otilde;es no processo de trabalho  decorrentes da introdu&ccedil;&atilde;o de novos modelos organizacionais e de gest&atilde;o.<sup>17</sup>  Fatores ligados &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o  do trabalho, como fragmenta&ccedil;&atilde;o das tarefas, cobran&ccedil;a de produtividade e ritmo acelerado,  associados a fatores biomec&acirc;nicos, como atividades repetitivas, for&ccedil;a,  mobili&aacute;rio e posi&ccedil;&otilde;es ergonomicamente inadequados, levam ao aumento na  ocorr&ecirc;ncias de doen&ccedil;as osteomusculares, cuja evolu&ccedil;&atilde;o apresenta um car&aacute;ter  insidioso.<sup>17,22</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> &Eacute; importante  ressaltar que a subnotifica&ccedil;&atilde;o e o inadequado preenchimento das CAT s&atilde;o fatores  de dificuldade para a realiza&ccedil;&atilde;o de estudos epidemiol&oacute;gicos sobre os acidentes  e doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho. A fonte de dados representada pelo CAT  deixa de considerar a parcela de trabalhadores que n&atilde;o contribui com a  Previd&ecirc;ncia Social, o que ademais, constitui importante limita&ccedil;&atilde;o para o  presente estudo. A despeito desses entraves, a utiliza&ccedil;&atilde;o das CAT &eacute; fundamental enquanto ferramenta  de estudo dos agravos que afetam a sa&uacute;de dos trabalhadores.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Algumas medidas v&ecirc;m sendo adotadas para melhor conhecer a magnitude dos  acidentes e viol&ecirc;ncias, identificando problemas ocultos, como a rela&ccedil;&atilde;o das viol&ecirc;ncias  dom&eacute;stica e sexual e os acidentes de trabalho. Um exemplo da efic&aacute;cia dessas  medidas &eacute; a institui&ccedil;&atilde;o do Sistema de Vigil&acirc;ncia de Viol&ecirc;ncias e Acidentes  (VIVA), composto pela  vigil&acirc;ncia das causas externas em emerg&ecirc;ncias hospitalares selecionadas (VIVA Cont&iacute;nuo) e  pela vigil&acirc;ncia de viol&ecirc;ncias em servi&ccedil;os de refer&ecirc;ncia (VIVA Inqu&eacute;rito). Com o  sistema VIVA, implantado pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de no ano de 2006, tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel  caracterizar os atendimentos por viol&ecirc;ncias e acidentes que incluem les&otilde;es de  menor gravidade, e dessa forma, demonstrar a ocorr&ecirc;ncia de causas externas nos ambientes de trabalho, dando  melhor visibilidade a um problema todavia pouco discutido.<sup>23,24</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">N&atilde;o obstante suas  limita&ccedil;&otilde;es, o presente estudo, ao focalizar a situa&ccedil;&atilde;o local dos acidentes e  doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho, busca contribuir para o estabelecimento de  prioridades e estrat&eacute;gias de a&ccedil;&atilde;o espec&iacute;ficas, dirigidas aos trabalhadores  acidentados e/ou expostos a acidentes e doen&ccedil;as decorrentes do processo  laboral, no munic&iacute;pio de Jequi&eacute;-BA.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Esta pesquisa  pretende chamar a aten&ccedil;&atilde;o sobre um problema que n&atilde;o compete apenas aos  profissionais de sa&uacute;de e sim a todos os segmentos da sociedade. Nesse sentido,  algumas recomenda&ccedil;&otilde;es s&atilde;o indicadas visando contribuir para a formula&ccedil;&atilde;o e  implementa&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es de vigil&acirc;ncia &agrave; sa&uacute;de do trabalhador: realizar educa&ccedil;&atilde;o  permanente junto aos profissionais de sa&uacute;de, para o diagn&oacute;stico de acidentes e  doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho, assim como para a import&acirc;ncia da comunica&ccedil;&atilde;o  de tais eventos; sensibilizar as empresas sobre a necessidade da ado&ccedil;&atilde;o de  medidas preventivas e de comunica&ccedil;&atilde;o de acidentes e doen&ccedil;as junto ao INSS; alertar os gestores locais da necessidade de  implementa&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o para o tr&acirc;nsito envolvendo, especialmente,  motociclistas e ciclistas; e divulgar amplamente a problem&aacute;tica dos acidentes  e doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho para a popula&ccedil;&atilde;o geral, mais al&eacute;m dos  trabalhadores e empregadores formais.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <strong>Agradecimentos</strong></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&Agrave; equipe do Centro de  Refer&ecirc;ncia em Sa&uacute;de do Trabalhador - Cerest - do munic&iacute;pio de Jequi&eacute;-BA, pela  disponibiliza&ccedil;&atilde;o das Comunica&ccedil;&otilde;es de Acidente do Trabalho - CAT - e pelo  acolhimento dos pesquisadores  durante o  estudo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <strong>Contribui&ccedil;&atilde;o  dos autores</strong></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Todos os autores contribu&iacute;ram para a elabora&ccedil;&atilde;o, an&aacute;lise e revis&atilde;o final do  manuscrito.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <font size="3" face="verdana"><strong>Refer&ecirc;ncias</strong></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 1. Silva CT. Sa&uacute;de do trabalhador: um desafio  para a qualidade total no Hemorio. &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado&#93;. Rio de Janeiro  (RJ): Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica; 2000.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 2. Gon&ccedil;alves CGO, Dias A. Tr&ecirc;s anos de acidentes  do trabalho em uma metal&uacute;rgica: caminhos para seu entendimento. Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva. 2001; 16(2):635-646.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">3. Hamalainen P. The effect of  globalization on occupational accidents. Safety Science. 2009;  47(6):733-742.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 4. Gon&ccedil;alves CGO, Dias A. Tr&ecirc;s anos de acidentes do trabalho em  uma metal&uacute;rgica: caminhos para seu entendimento. Ci&ecirc;ncia Sa&uacute;de Coletiva. 2011; 16(2):635-646.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">5. Brasil. Lei n<sup>o</sup> 8.212, de 24 de julho de 1991. Disp&otilde;e sobre a organiza&ccedil;&atilde;o da  &quot;seguridade social, institui plano de custeio e de outra providencias.  Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o, Bras&iacute;lia, 25 jul. 1991. Se&ccedil;&atilde;o 1.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 6. Minist&eacute;rio da Provid&ecirc;ncia Social. Minist&eacute;rio  do   Trabalho e Emprego.  Anu&aacute;rio estat&iacute;stico de acidentes do trabalho 2007. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Provid&ecirc;ncia Social; 2008.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 7. Instituto Brasileiro de Geografia e  Estat&iacute;stica. Pesquisa   mensal de emprego:  indicadores, trabalho e rendimento. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de  Geografia e Estat&iacute;stica; 2009.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 8. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Informa&ccedil;&otilde;es de Sa&uacute;de.  Popula&ccedil;&atilde;o   residente - Bahia &#91;Internet&#93;. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2012 &#91;acessado em 28 abr. 2012&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?ibge/cnv/popba.def" target="_blank">http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?ibge/cnv/popba.def</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 9. Concei&ccedil;&atilde;o PSA, Nascimento IBO, Oliveira OS,  Cerqueira   MRM. Acidentes de  trabalho atendidos em servi&ccedil;o de emerg&ecirc;ncia. Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2003; 19(1):111-117.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 10. Kirchhof ALC, Capellari C. Descri&ccedil;&atilde;o das  comunica&ccedil;&otilde;es de acidentes de trabalho registradas no Instituto Nacional de  Seguridade Social de Santa Maria, RS, no ano de 2000. Revista Ga&uacute;cha de Enfermagem. 2004; 25(2):194-201.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 11. 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Enfoque de g&ecirc;nero e  rela&ccedil;&atilde;o sa&uacute;de/trabalho no contexto de reestrutura&ccedil;&atilde;o produtiva e precariza&ccedil;&atilde;o  do trabalho. Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2000; 16(1):195-204.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 15. Guedes MC. A inser&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores mais  escolarizados no mercado de trabalho brasileiro: uma an&aacute;lise de g&ecirc;nero. Trabalho,  Educa&ccedil;&atilde;o Sa&uacute;de. 2010; 8(1):55-75.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 16. Secretaria da Administra&ccedil;&atilde;o do Estado da  Bahia. Departamento Estadual de Tr&acirc;nsito. Estat&iacute;sticas Gerais &#91;Internet&#93;.  Bahia: Secretaria da Administra&ccedil;&atilde;o do Estado da Bahia; 2011 &#91;acessado em 06 jan. 2011&#93;. 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Revista Baiana de Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2006; 30(1):77-89.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 20. Nobre LCC. Trabalho de crian&ccedil;as e  adolescentes: os desafios da intersetorialidade e o papel do Sistema &Uacute;nico de  Sa&uacute;de. Ci&ecirc;ncia Sa&uacute;de Coletiva. 2003; 8(4):963-971.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 21. Machado JMH, Porto MFS. Promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e  intersetorialidade: a experi&ecirc;ncia da vigil&acirc;ncia em sa&uacute;de do trabalhador na  constru&ccedil;&atilde;o de redes. Epidemiologia e Servir&ccedil;o de Sa&uacute;de.   2003; 12(3):121-130.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 22. Gra&ccedil;a CC, Ara&uacute;jo TM, Silva CEP. Preval&ecirc;ncia  de dor musculoesquel&eacute;tica em cirurgi&otilde;es dentistas. Revista Baiana de Sa&uacute;de  P&uacute;blica. 2006; 30(1):59-76.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 23. Andrade SSCA, S&aacute; NNB, Carvalho MGO, Lima CM,  Silva MMA, Moraes Neto OL, et al. Perfil das v&iacute;timas de viol&ecirc;ncias e acidentes  atendidas em servi&ccedil;os de urg&ecirc;ncia e emerg&ecirc;ncia selecionados em capitais  brasileiras: Vigil&acirc;ncia de Viol&ecirc;ncias e Acidentes, 2009. Epidemiologia  e Servi&ccedil;o de Sa&uacute;de.   2012; 21(1):21-30.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> 24. Mascarenhas MDM, Silva MMA, Malta DC, Moura  L, Mac&aacute;rio EM, Gawryszewski VP, et al. Perfil epidemiol&oacute;gico dos atendimentos  de emerg&ecirc;ncia por viol&ecirc;ncia no Sistema de Servi&ccedil;os Sentinelas de Vigil&acirc;ncia de  Viol&ecirc;ncias e Acidentes (Viva) - Brasil, 2006. Epidemiologia e Servi&ccedil;o de Sa&uacute;de. 2009; 18(1):17-28.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2"><b><font size="2" face="verdana"><b><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="img/revistas/ess/v20n1/seta.gif" border="0"></a></b></b></font></b></font><font size="2" face="verdana"><strong>Endere&ccedil;o  para correspond&ecirc;ncia:</strong>    <br>   Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia,    <br>   Campus de Jequi&eacute;,    <br>   Departamento de Sa&uacute;de,</font>    <br>   <font size="2" face="verdana">Avenida Jos&eacute; Moreira Sobrinho, s/n,    <br>   Jequiezinho,  Jequi&eacute;-BA, Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> CEP: 45206-190    <br> <i>E-mail: </i><a href="mailto:marcelariosenf@hotmail.com">marcelariosenf@hotmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Recebido em 13/06/2011    <br> Aprovado em 31/05/2012</font></p>      ]]></body><back>
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