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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prevalência e fatores associados à incapacidade funcional em idosos institucionalizados no Município de Cuiabá, Estado de Mato Grosso, Brasil, 2009-2010]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Prevalence of functional disability and associated factors among institutionalized elders in the Municipality of Cuiabá, State of Mato Grosso, Brazil, 2009-2010]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Fundação Oswaldo Cruz Departamento de Epidemiologia, Escola Nacional de Saúde Pública ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: to evaluate the prevalence of disability and associated factors in institutionalized elders. METHODS: cross-sectional study with 154 elders (&#8805;60 years) in long term care institutions in the municipality of Cuiabá-MT, Brazil, since November2009 to January 2010; prevalences of dependency in Basic Activities of Daily Living (ADL) and Instrumental Activities of Daily Living (IADL) were estimated by Katz and Lawton scales, and prevalence ratios by strata of independent variables; Poisson regression was usedfor adjustment. RESULTS: prevalence of dependence in ADL was 44.0%; individuals withoutfamily contact and reporting regular/bad health were twice as likely to have ADL dependency; prevalence of dependence in IADL was 88.7%, associated with female sex, absence of family contact and cognitive impairment. CONCLUSION: the prevalence of dependency in ADL in institutionalized elders was 6.4 times higher than observed in those living in the community, and IADL dependence was 3.0 times higher, although risk factors associated are similar in both groups.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b><a name="topo"></a>Preval&ecirc;ncia e fatores  associados &agrave; incapacidade funcional em idosos institucionalizados no Munic&iacute;pio  de Cuiab&aacute;, Estado de Mato Grosso, Brasil, 2009-2010<a href="#endereco"><sup>*</sup></a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Prevalence of functional disability and  associated factors among institutionalized elders in the Municipality of Cuiab&aacute;,  State of Mato Grosso, Brazil, 2009-2010</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Paulo Henrique de Oliveira<sup>I</sup>; In&ecirc;s Echenique Mattos<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Secretaria de Estado de Sa&uacute;de  do Mato Grosso, Cuiab&aacute;-MT, Brasil. Secretaria Municipal de Sa&uacute;de de Cuiab&aacute;,  Cuiab&aacute;-MT, Brasil    <br> <sup>II</sup>Departamento de Epidemiologia, Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica, Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz,  Rio de Janeiro-RJ, Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>OBJETIVO</b></font><font size="2" face="Verdana"><b>: </b>avaliar a preval&ecirc;ncia de incapacidade funcional e fatores  associados em idosos institucionalizados.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><b>M&Eacute;TODOS</b></font><font size="2" face="Verdana"><b>: </b>estudo seccional com  154 idosos (&#8805;60 anos) em institui&ccedil;&otilde;es de longa perman&ecirc;ncia no munic&iacute;pio de  Cuiab&aacute;-MT, Brasil, de novembro/2009 a janeiro/2010; preval&ecirc;ncias de  depend&ecirc;ncia em Atividades B&aacute;sicas da Vida Di&aacute;ria (AVD) e Atividades  Instrumentais da Vida Di&aacute;ria (AIVD) foram estimadas pelas escalas de Katz e Lawton, e  raz&otilde;es de preval&ecirc;ncia por estratos de vari&aacute;veis independentes; utilizou-se a  regress&atilde;o de Poisson para ajustamento.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><b>RESULTADOS</b></font><font size="2" face="Verdana"><b>: </b>a preval&ecirc;ncia de  depend&ecirc;ncia para AVD foi de 44,0%; indiv&iacute;duos sem contato familiar e que  referiram sa&uacute;de regular/ruim apresentaram probabilidade duas vezes maior de  depend&ecirc;ncia para AVD; a preval&ecirc;ncia de depend&ecirc;ncia para AIVD foi de 88,7%,  associada positivamente ao sexo feminino, aus&ecirc;ncia de contato familiar e d&eacute;ficit  cognitivo.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font><font size="2" face="Verdana"><b>: </b>a preval&ecirc;ncia de depend&ecirc;ncia para AVD nos idosos  institucionalizados foi 6,4 vezes maior do que a observada em idosos da  comunidade, e a depend&ecirc;ncia em AIVD 3,0 vezes maior, embora os fatores de risco  associados aos dois tipos de depend&ecirc;ncia sejam similares nos dois grupos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>: Idoso; Sa&uacute;de do Idoso; Sa&uacute;de do Idoso Institucionalizado;  Estudos Transversais.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><b>OBJECTIVE</b></font><font size="2" face="Verdana"><b>: </b>to evaluate the  prevalence of disability and associated factors in institutionalized elders.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><b>METHODS</b></font><font size="2" face="Verdana"><b>: </b>cross-sectional study with 154 elders (&#8805;60 years) in long term care  institutions in the municipality of Cuiab&aacute;-MT, Brazil, since November2009 to  January 2010; prevalences of dependency in Basic Activities of Daily Living  (ADL) and Instrumental Activities of Daily Living (IADL) were estimated by Katz  and Lawton scales, and prevalence ratios by strata of independent variables;  Poisson regression was usedfor adjustment.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><b>RESULTS</b></font><font size="2" face="Verdana"><b>: </b>prevalence of  dependence in ADL was 44.0%; individuals withoutfamily contact and reporting  regular/bad health were twice as likely to have ADL dependency; prevalence of  dependence in IADL was 88.7%, associated with female sex, absence of family  contact and cognitive impairment.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><b>CONCLUSION</b></font><font size="2" face="Verdana"><b>: </b>the prevalence of  dependency in ADL in institutionalized elders was 6.4 times higher than  observed in those living in the community, and IADL dependence was 3.0 times  higher, although risk factors associated are similar in both groups.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Key words: </b>Aged; Health of  the Elderly; Health of the Institutionalized Elderly; Cross-Sectional Studies.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O envelhecimento populacional no Brasil foi influenciado, entre outros fatores, pela r&aacute;pida queda da  fecundidade e redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade, relacionado a fatores biol&oacute;gicos, econ&ocirc;micos, ambientais,  cient&iacute;ficos e culturais.<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em consequ&ecirc;ncia do envelhecimento, cresce a import&acirc;ncia das doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, que requerem cuidados  continuados e custosos e necessitam de um planejamento a curto, m&eacute;dio e longo  prazos. Na &aacute;rea da Sa&uacute;de P&uacute;blica, &eacute; preciso reduzir o impacto dessas doen&ccedil;as  para a popula&ccedil;&atilde;o geral, especialmente os idosos, com vistas a prevenir a  depend&ecirc;ncia e melhorar a qualidade de vida. Para isso, devem ser propostas  medidas de interven&ccedil;&atilde;o dirigidas &agrave; preven&ccedil;&atilde;o e &agrave; redu&ccedil;&atilde;o de complica&ccedil;&otilde;es que  possam levar a perda da funcionalidade.<sup>2</sup> Assim, a constru&ccedil;&atilde;o de  pol&iacute;ticas p&uacute;blicas adequadas de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de para esse grupo populacional  emerge como um dos principais desafios deste s&eacute;culo.<sup>3</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A condi&ccedil;&atilde;o funcional de um indiv&iacute;duo refere-se &agrave; capacidade que ele tem para desempenhar atividades habituais de sua vida  di&aacute;ria.<sup>4</sup> A avalia&ccedil;&atilde;o funcional possibilita verificar em que n&iacute;vel as  doen&ccedil;as ou agravos que o idoso apresenta  impedem-no da realiza&ccedil;&atilde;o dessas atividades, levando-o &agrave; incapacidade de cuidar  de si mesmo.<sup>5</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre os instrumentos utilizados para essa avalia&ccedil;&atilde;o, encontram-se aqueles que medem as  habilidades funcionais e incluem as Atividades B&aacute;sicas da Vida Di&aacute;ria (AVD), constitu&iacute;das por comportamentos b&aacute;sicos e  habituais de autocuidado, e as Atividades Instrumentais da Vida Di&aacute;ria (AIVD),  que englobam tarefas mais complexas e relacionadas &agrave; autonomia e participa&ccedil;&atilde;o  social.<sup>4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O idoso considerado saud&aacute;vel &eacute; aquele com capacidade de gerir sua vida e escolher suas  atividades de lazer, trabalho e conv&iacute;vio social.<sup>6</sup> A depend&ecirc;ncia  f&iacute;sica e fatores como dificuldades  socioecon&ocirc;micas e comprometimento da sa&uacute;de do cuidador da fam&iacute;lia, predisp&otilde;em  para a institucionaliza&ccedil;&atilde;o do idoso sob a &oacute;tica do familiar.<sup>7</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diante desse contexto, as Institui&ccedil;&otilde;es de Longa Perman&ecirc;ncia para Idosos  (ILPI), destinadas a prestar assist&ecirc;ncia &agrave; popula&ccedil;&atilde;o idosa, tornam-se cada vez  mais importantes e necess&aacute;rias. Segundo estimativas do Instituto de Pesquisas  Econ&ocirc;micas Aplicadas (Ipea) e da Funda&ccedil;&atilde;o Instituto Brasileiro de Geografia e  Estat&iacute;stica (IBGE), em 2006, a popula&ccedil;&atilde;o idosa na  regi&atilde;o Centro-Oeste era de 858.991, dos quais 5.529 residiam em 249 ILPI.<sup>8</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&Eacute; de grande relev&acirc;ncia a caracteriza&ccedil;&atilde;o e defini&ccedil;&atilde;o da magnitude das  incapacidades funcionais dessa popula&ccedil;&atilde;o, uma vez que se trata de um indicador  do estado de sa&uacute;de,<sup>6</sup> cujo decl&iacute;nio est&aacute; associado &agrave; mortalidade no  grupo et&aacute;rio.<sup>9</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No Brasil, pouco se conhece sobre a preval&ecirc;ncia de incapacidade funcional  entre os idosos institucionalizados.  Na cidade de  Passo Fundo-RS, Guedes e Silveira<sup>10</sup> demonstraram que 40,4% dos idosos institucionalizados  necessitavam de auxilio para a maioria das atividades b&aacute;sicas da vida di&aacute;ria e  a atividade de banho (67,9%) era a de maior  preval&ecirc;ncia de dependentes, associada ao sexo feminino, faixa et&aacute;ria de 75 a 79 anos, analfabetismo e  comprometimento mental.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo teve por objetivo estimar a preval&ecirc;ncia de incapacidade  funcional, mediante an&aacute;lise das atividades b&aacute;sicas e instrumentais da vida di&aacute;ria, e identificar fatores associados em idosos  institucionalizados no munic&iacute;pio de Cuiab&aacute;, estado de Mato Grosso, Brasil,  entre novembro de 2009 e janeiro de 2010.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>M&eacute;todos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Trata-se de estudo transversal, realizado entre  novembro de 2009 e janeiro de 2010, com 154 indiv&iacute;duos  de 60 e mais anos de idade,  residentes em Institui&ccedil;&otilde;es de Longa Perman&ecirc;ncia para Idosos (ILPI) no munic&iacute;pio  de Cuiab&aacute;-MT.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Por ocasi&atilde;o do estudo, existiam  na cidade quatro ILPI, onde viviam 174 indiv&iacute;duos eleg&iacute;veis para o estudo.<sup>11</sup>  Entretanto, uma das institui&ccedil;&otilde;es, na qual residiam 20 idosos, n&atilde;o permitiu a  realiza&ccedil;&atilde;o desta pesquisa, que se limitou &agrave;s tr&ecirc;s demais institui&ccedil;&otilde;es. Foram  exclu&iacute;dos os idosos que, na data da entrevista, residiam nessas institui&ccedil;&otilde;es h&aacute;  menos de 30 dias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um question&aacute;rio estruturado foi desenhado especificamente para o estudo,  com base em instrumentos usualmente utilizados para a avalia&ccedil;&atilde;o de idosos na  pr&aacute;tica cl&iacute;nica. Os dados foram obtidos mediante entrevista com os idosos, complementada por  informa&ccedil;&otilde;es de prontu&aacute;rios e da equipe t&eacute;cnica e administrativa das  institui&ccedil;&otilde;es. Os idosos foram abordados nas institui&ccedil;&otilde;es, individualmente, e ap&oacute;s ser-lhes explicado o projeto  do estudo, aqueles que concordaram em participar foram entrevistados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade funcional para as atividades b&aacute;sicas da vida di&aacute;ria (AVD) foi realizada com base  na escala de Katz,<sup>5</sup> que avalia o n&iacute;vel de autonomia dos idosos no  desempenho de seis atividades  cotidianas: vestir-se; banhar-se; ir ao  banheiro; sentar-se, deitar-se e levantar-se da cama ou cadeira; contin&ecirc;ncia; e  alimentar-se. O escore varia entre 0 e 6 pontos, sendo 1 ponto atribu&iacute;do a cada  resposta 'Sim'. Com base na escala de Katz, os idosos foram classificados como  independentes (6 a  5 pontos), dependentes parciais (4   a 3 pontos) ou dependentes totais (menos de 3 pontos).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A mensura&ccedil;&atilde;o da capacidade funcional  das atividades instrumentais da vida di&aacute;ria (AIVD) foi  operacionalizada com base em uma adapta&ccedil;&atilde;o da escala de Lawton.<sup>12</sup>  Essa adapta&ccedil;&atilde;o foi necess&aacute;ria porque os idosos institucionalizados n&atilde;o realizam  algumas das atividades avaliadas por essa escala, de tal forma que foram  avaliados apenas quatro itens: usar telefone; ir a locais distantes utilizando  algum meio de transporte; fazer compras; e cuidar do dinheiro. Para fins de classifica&ccedil;&atilde;o  dos indiv&iacute;duos, manteve-se a pontua&ccedil;&atilde;o obtida nesses itens, seguindo a mesma  proporcionalidade da escala original, conforme foi utilizada em outro estudo.<sup>13</sup>  Classificaram-se como indiv&iacute;duos independentes os que obtiveram escores entre  12 e 9 pontos, como indiv&iacute;duos com capacidade apoiada na assist&ecirc;ncia aqueles  com escores entre 8 e 5 pontos, e como dependentes os que obtiveram escores  menores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As vari&aacute;veis independentes estudadas  foram: sexo; idade (60 a  69 anos; 70 a  79 anos; e 80 e mais anos); estado conjugal (casado; com companheira; solteiro;  divorciado; ou vi&uacute;vo); escolaridade (analfabeto; qualquer n&iacute;vel de  escolaridade); contato com familiares (Sim; N&atilde;o); amigos dentro da institui&ccedil;&atilde;o  (Sim; N&atilde;o); amigos fora da institui&ccedil;&atilde;o (Sim; N&atilde;o); religi&atilde;o (Sim; N&atilde;o); sa&uacute;de  autorreferida (com base na pergunta 'Como avalia sua sa&uacute;de?', agrupada em  'Muito boa/boa' e 'Regular/ruim/muito ruim'); presen&ccedil;a de morbidades (Sim;  N&atilde;o); N&atilde;o); n&uacute;mero de comorbidades (0   a 2; 3 ou mais); uso de medicamentos (0 a 2; 3 ou mais); tempo de  institucionaliza&ccedil;&atilde;o (at&eacute; 5 anos; 5 anos ou mais); e presen&ccedil;a de d&eacute;ficit  cognitivo (Sim; N&atilde;o).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A presen&ccedil;a de d&eacute;ficit cognitivo foi aferida com o Mini  Exame do Estado Mental (MEEM).<sup>14</sup>  Considerou-se que o indiv&iacute;duo apresentava d&eacute;ficit  cognitivo quando seu escore no MEEM era igual ou menor que o valor  correspondente ao percentil 25 da distribui&ccedil;&atilde;o de escores do teste na popula&ccedil;&atilde;o  de estudo, conforme metodologia proposta por Laks e colaboradores.<sup>15</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A an&aacute;lise descritiva da popula&ccedil;&atilde;o de  estudo foi realizada a partir das distribui&ccedil;&otilde;es de frequ&ecirc;ncia para as  vari&aacute;veis categ&oacute;ricas, bem como de medidas de tend&ecirc;ncia central e de dispers&atilde;o  para as vari&aacute;veis num&eacute;ricas. Com o prop&oacute;sito de avaliar poss&iacute;veis diferen&ccedil;as  entre os sexos nas propor&ccedil;&otilde;es de depend&ecirc;ncia para as AVD e para as AIVD, foi  utilizado o teste do qui-quadrado, considerando-se um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foram estimadas as preval&ecirc;ncias de  depend&ecirc;ncia para as AVD e para as AIVD segundo as vari&aacute;veis do estudo, e  respectivas raz&otilde;es de preval&ecirc;ncias (com intervalo de confian&ccedil;a de 95%), para  an&aacute;lise dos fatores associados. A regress&atilde;o de Poisson com vari&acirc;ncia robusta foi utilizada para  ajustamento das vari&aacute;veis associadas aos desfechos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os Programas SPSS 17.0 e Stata 10  foram utilizados para realizar as an&aacute;lises estat&iacute;sticas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O protocolo de pesquisa foi aprovado  pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica - CEP/ENSP  n<sup>o</sup> 184/09 CAAE: 0196.0.031.00009. Os participantes do estudo  assinaram Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Participaram do estudo 154 idosos,  cuja m&eacute;dia de idade era de 77,1 (&plusmn; 9,2) anos e a mediana, de 77 anos. O tempo  m&eacute;dio de institucionaliza&ccedil;&atilde;o correspondeu a 4,2 (&plusmn;6,5) anos, com mediana de  1,9 anos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Observa-se, na <a href="#t1">Tabela 1</a>, que 61,0%  dos indiv&iacute;duos participantes eram do sexo masculino, a maioria de idade  superior a 70 anos, predominantemente solteiros e com n&iacute;vel de escolaridade  inferior &agrave; 4<sup>a</sup> s&eacute;rie do Ensino Fundamental. Embora um grande n&uacute;mero  de idosos apresentasse tempo de institucionaliza&ccedil;&atilde;o inferior a 5 anos,  verificou-se que 15,6% j&aacute; se encontravam institucionalizados h&aacute; mais de 10  anos. A maior parte dos idosos relatou manter contato com os familiares. Quanto  &agrave;s caracter&iacute;sticas cl&iacute;nicas, a presen&ccedil;a de morbidades foi referida por 55,8% deles e o uso de mais de dois medicamentos  ao dia, por 36,4%. Entre as principais morbidades referidas, encontravam-se os problemas oculares e articulares, com preval&ecirc;ncia acima de 30,0%. A ocorr&ecirc;ncia de quedas nos 12 meses  anteriores &agrave; entrevista foi referida por 28,7% dos indiv&iacute;duos entrevistados. A  preval&ecirc;ncia de hipertens&atilde;o arterial autorreferida foi de 16,8% e a de Diabetes <i>mellitus </i>correspondeu  a 15,8%, enquanto 22,5% referiram acidente vascular cerebral - AVC.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v21n3/3a05t1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre os 102 idosos avaliados pelo  Mini Exame do Estado Mental - MEEM -, a presen&ccedil;a de d&eacute;ficit cognitivo foi detectada em  23,5%, que apresentaram um valor de escore abaixo do percentil 25 da  distribui&ccedil;&atilde;o de escores nos idosos estudados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As preval&ecirc;ncias de depend&ecirc;ncia total  e parcial nas atividades b&aacute;sicas da vida di&aacute;ria (AVD) corresponderam a 31,2 e  13,0%, respectivamente. Na <a href="#t2">Tabela 2</a>, pode-se observar que a maior parte dos  idosos conseguia desempenhar essas atividades sem ajuda: as atividades  'Vestir-se' e 'Banhar-se' apresentam maior dificuldade de execu&ccedil;&atilde;o. Em rela&ccedil;&atilde;o  &agrave;s atividades instrumentais da vida di&aacute;ria (AIVD), a preval&ecirc;ncia  de depend&ecirc;ncia total foi de 53,2% e a de depend&ecirc;ncia parcial, de 30,5%. 'Usar  telefone' foi a atividade instrumental com maior preval&ecirc;ncia de depend&ecirc;ncia,  seguida de 'Fazer compras' (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v21n3/3a05t2.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">As m&eacute;dias de idade dos idosos que  apresentavam tanto depend&ecirc;ncia para AVD quanto para AIVD foram mais  elevadas quando comparadas &agrave;s dos independentes, sendo essa diferen&ccedil;a  estatisticamente significativa. N&atilde;o houve signific&acirc;ncia estat&iacute;stica  quanto ao tempo de interna&ccedil;&atilde;o entre os idosos dependentes e os independentes,  tanto para AVD quanto para AIVD. A preval&ecirc;ncia de depend&ecirc;ncia (parcial ou  total) em AVD foi de 44,0% e em AIVD, correspondeu a 88,7%. A preval&ecirc;ncia de depend&ecirc;ncia em AVD  e AIVD e as  raz&otilde;es de preval&ecirc;ncia segundo as vari&aacute;veis independentes consideradas na  an&aacute;lise encontram-se na <a href="#t3">Tabela 3</a>. Observa-se que entre as vari&aacute;veis  independentes analisadas, somente a sa&uacute;de autorreferida como regular, ruim ou  muito ruim apresentou associa&ccedil;&atilde;o positiva e estatisticamente significativa, com  depend&ecirc;ncia em AVD (RP 1,63; IC<sub>95%</sub>: 1,04-2,55). Ao avaliar as  rela&ccedil;&otilde;es entre as mesmas vari&aacute;veis e a depend&ecirc;ncia em AIVD, verificou-se que as  mulheres tinham probabilidade maior de serem dependentes para as AIVD, comparativamente  aos homens (RP 1,24; IC<sub>95%</sub>: 1,08-1,41). Da mesma forma, a aus&ecirc;ncia  de contato familiar esteve associada a maior probabilidade de depend&ecirc;ncia em  AIVD (RP 1,26; IC<sub>95%</sub>: 1,03-1,55); e idosos com d&eacute;ficit cognitivo  apresentaram probabilidade de maior preval&ecirc;ncia de depend&ecirc;ncia em AIVD, em  rela&ccedil;&atilde;o aos que n&atilde;o apresentaram essa condi&ccedil;&atilde;o (RP 1,48; IC<sub>95%</sub>: 1,23-1,64).</font></p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v21n3/3a05t3.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="#t4">Tabela 4</a>, encontram-se as raz&otilde;es  de preval&ecirc;ncia ajustadas de depend&ecirc;ncia para as AVD, para vari&aacute;veis selecionadas do estudo. Ap&oacute;s o  ajuste, ser do sexo feminino, n&atilde;o ter contato com os familiares e autorreferir sa&uacute;de regular/ruim/muito ruim mantiveram  associa&ccedil;&otilde;es estatisticamente significativas com o desfecho. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;  depend&ecirc;ncia para as AIVD, permaneceram significantes as seguintes vari&aacute;veis:  sexo feminino; aus&ecirc;ncia de contato  com os  familiares; e presen&ccedil;a de d&eacute;ficit cognitivo (<a href="#t5">Tabela 5</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="t4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v21n3/3a05t4.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v21n3/3a05t5.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">V&aacute;rios instrumentos t&ecirc;m sido utilizados para avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade  funcional em idosos e, em algumas situa&ccedil;&otilde;es, t&ecirc;m sido adotados diferentes  pontos de corte para um mesmo instrumento. Al&eacute;m disso, existe falta de  padroniza&ccedil;&atilde;o na classifica&ccedil;&atilde;o da depend&ecirc;ncia. Essas quest&otilde;es acarretam  dificuldades para a compara&ccedil;&atilde;o dos resultados de diferentes estudos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Com o objetivo de avaliar a  funcionalidade dos idosos de Cuiab&aacute;-MT, optou-se por utilizar a escala de Katz, sendo considerado o valor correspondente &agrave;  soma dos escores em cada atividade. A preval&ecirc;ncia  estimada de depend&ecirc;ncia parcial foi de 13,0%; e de depend&ecirc;ncia total, 31,0%.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Aires e colaboradores<sup>13</sup> encontraram preval&ecirc;ncia de 40,0% de depend&ecirc;ncia  funcional em idosos institucionalizados de Passo Fundo-RS, resultado pr&oacute;ximo  ao do presente estudo. Converso e Iartelli,<sup>16</sup> em investiga&ccedil;&atilde;o  realizada em tr&ecirc;s ILPI de Taubat&eacute;-SP, utilizaram para avalia&ccedil;&atilde;o a escala de  Barthel e verificaram que 75,6%  dos idosos  institucionalizados eram funcionalmente independentes. Vale destacar que, al&eacute;m  de utilizarem um instrumento diferente, os autores relataram que a  institucionaliza&ccedil;&atilde;o de muitos desses idosos deveu-se &agrave; presen&ccedil;a de d&eacute;ficit  cognitivo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre os idosos de Cuiab&aacute;-MT, as atividades de autocuidado com maior  propor&ccedil;&atilde;o de depend&ecirc;ncia foram, respectivamente, vestir-se (42,9%) e banhar-se (40,9%). No estudo de Guedes e  Silveira<sup>10</sup> sobre uma ILPI de Passo Fundo-RS, foi verificada maior  preval&ecirc;ncia de depend&ecirc;ncia na atividade  'Banhar-se', com percentual bem mais alto do que o observado em Cuiab&aacute;-MT.  Entretanto, embora a atividade avaliada seja a mesma, a escala utilizada para  medir a capacidade funcional nesse estudo foi a escala de Barthel.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Lima-Costa e colaboradores<sup>17</sup> compararam dados das Pesquisas  Nacionais por Amostra de Domic&iacute;lios (PNAD) dos anos de 1998, 2003 e 2008 e verificaram que a  preval&ecirc;ncia da incapacidade funcional permaneceu est&aacute;vel em todas as  macrorregi&otilde;es do pa&iacute;s e em todas as faixas et&aacute;rias idosas, com valores de 6,5, 6,4 e 6,9%, respectivamente para  os tr&ecirc;s per&iacute;odos supracitados. No ano de 2008, a maior preval&ecirc;ncia  foi observada na regi&atilde;o Nordeste (7,9%) e a menor na regi&atilde;o Norte (6,0%).  Em outra  investiga&ccedil;&atilde;o, realizada em Goi&acirc;nia-GO,<sup>18</sup> com idosos de ambos os  sexos, tamb&eacute;m vivendo na comunidade, utilizando a escala de Barthel, a  preval&ecirc;ncia de depend&ecirc;ncia para banhar-se foi de 15,0%, e para vestir-se, de 7,5%, valores bem abaixo  dos observados entre os idosos institucionalizados.  No estudo de  Del Duca e colaboradores,<sup>19</sup> em Pelotas-RS, tamb&eacute;m com idosos da  comunidade, desta vez utilizando a escala de Katz, foi observada maior  preval&ecirc;ncia de depend&ecirc;ncia (21,3%)  para o  controle das fun&ccedil;&otilde;es de urinar e/ou evacuar, seguida do ato de vestir-se (9,9%) e de tomar banho (8,9%).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No presente estudo, os idosos com depend&ecirc;ncia para AVD apresentaram m&eacute;dias  de idade, de n&uacute;mero de comorbidades e de uso de medicamentos mais altas em  compara&ccedil;&atilde;o com os independentes. No estudo realizado em Passo Fundo-RS,<sup>10</sup>  a m&eacute;dia de idade dos idosos institucionalizados dependentes para AVD tamb&eacute;m foi  maior em compara&ccedil;&atilde;o com a m&eacute;dia de idade dos idosos independentes. A partir dos  80 anos de idade, costuma ocorrer um decl&iacute;nio fisiol&oacute;gico na capacidade de realiza&ccedil;&atilde;o  de AVD.<sup>20</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre os idosos de Cuiab&aacute;-MT, a presen&ccedil;a de co-morbidades, sa&uacute;de  autorreferida como regular/ruim/muito ruim e aus&ecirc;ncia de contato com os  familiares apresentaram associa&ccedil;&atilde;o positiva com a depend&ecirc;ncia para AVD. Ser  mulher, analfabeto(a) ou solteiro(a) esteve associado a depend&ecirc;ncia para a  realiza&ccedil;&atilde;o da maioria das atividades da vida di&aacute;ria, segundo estudo de Guedes e  Silveira realizado com idosos institucionalizados.<sup>10</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dirik e colaboradores,<sup>21</sup> em estudo realizado com idosos de  institui&ccedil;&otilde;es de longa perman&ecirc;ncia na Turquia, observaram que sexo feminino e n&iacute;vel cognitivo baixo estavam relacionados a  depend&ecirc;ncia funcional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nos Estados Unidos da Am&eacute;rica, Dunlop e colaboradores,<sup>22</sup> ao  desenvolverem estudo de seguimento com indiv&iacute;duos idosos da comunidade,  encontraram associa&ccedil;&atilde;o entre desenvolvimento de depend&ecirc;ncia funcional e  presen&ccedil;a de determinadas condi&ccedil;&otilde;es cr&ocirc;nicas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A sa&uacute;de autorreferida tem se mostrado associada ao decl&iacute;nio funcional em  estudos com indiv&iacute;duos idosos que vivem na comunidade. Lebr&atilde;o e Laurenti, em  estudo longitudinal sobre as condi&ccedil;&otilde;es de vida, sa&uacute;de, bem-estar e envelhecimento em  S&atilde;o Paulo-SP (pesquisa SABE),<sup>23</sup> verificaram associa&ccedil;&atilde;o positiva  entre pior avalia&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e depend&ecirc;ncia. Embora, de modo geral, considere-se que a depend&ecirc;ncia  para AVD seja uma vari&aacute;vel preditora da mortalidade nesse grupo populacional,  poder-se-ia, tamb&eacute;m, atribuir essa associa&ccedil;&atilde;o ao fato de os idosos, por  apresentarem comprometimento funcional, avaliarem mal a pr&oacute;pria condi&ccedil;&atilde;o de  sa&uacute;de.<sup>9</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Rosa e colaboradores<sup>24</sup> observaram que a falta de rela&ccedil;&otilde;es  sociais entre idosos que viviam na comunidade apresentava forte associa&ccedil;&atilde;o com depend&ecirc;ncia moderada/grave. No mesmo  estudo, idosos com baixo n&iacute;vel de escolaridade apresentaram estimativa de risco  de depend&ecirc;ncia para AVD cinco vezes maior, em compara&ccedil;&atilde;o com o grupo de maior  escolaridade, e as mulheres apresentaram maior estimativa de risco em rela&ccedil;&atilde;o  aos homens. Maciel e Guerra,<sup>25</sup> ao estudar idosos residentes em  comunidade no Nordeste do Brasil, observaram que a depend&ecirc;ncia para AVD estava  associada a idade, estado civil, sa&uacute;de autorreferida, morbidades  e fun&ccedil;&atilde;o  cognitiva. Reyes-Ortiz e colaboradores,<sup>26</sup> na pesquisa SABE (com  idosos da cidade de S&atilde;o Paulo-SP), observaram alta preval&ecirc;ncia de depend&ecirc;ncia  para as atividades b&aacute;sicas da vida di&aacute;ria de idosos mais velhos, do sexo  feminino, solteiros(as) e com baixo n&iacute;vel de escolaridade. Tamb&eacute;m em um estudo  desenvolvido com idosos que viviam na comunidade de Guatambu-SC, a preval&ecirc;ncia de incapacidade funcional foi maior em  indiv&iacute;duos mais velhos, do sexo feminino, com menor escolaridade, sa&uacute;de  autorreferida ruim e condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas desfavor&aacute;veis.<sup>27</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As atividades instrumentais da vida di&aacute;ria s&atilde;o mais elaboradas e sua  execu&ccedil;&atilde;o est&aacute; relacionada &agrave;s fun&ccedil;&otilde;es cognitivas do idoso.<sup>28</sup> A escala  de Lawton tem sido empregada tanto em seu formato completo como em formato  abreviado - por exemplo, ao  excluir perguntas relativas a atividades que, em alguns contextos  socio-culturais, n&atilde;o s&atilde;o desempenhadas pelos idosos.<sup>29,30</sup> No  presente estudo, optou-se por excluir algumas atividades n&atilde;o realizadas por  indiv&iacute;duos institucionalizados.  A escala de  Lawton &eacute; um instrumento dirigido &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o da funcionalidade do idoso em  atividades cotidianas mais complexas, frente &agrave;s atividades b&aacute;sicas.</font> <font size="2" face="Verdana">Por meio dessa escala, pode-se  avaliar at&eacute; oito aspectos de funcionalidade, com escores finais variando entre 0 e 8. Entretanto, tr&ecirc;s  desses aspectos - prepara&ccedil;&atilde;o de alimentos; cuidado da casa; e lavagem de roupas  -, por contemplarem atividades tradicionalmente mais desenvolvidas pelas  mulheres, costumam ser exclu&iacute;dos quando a escala &eacute; aplicada a indiv&iacute;duos do  sexo masculino: ent&atilde;o, considera-se, para a avalia&ccedil;&atilde;o, somente a pontua&ccedil;&atilde;o obtida  nos cinco outros itens aplicados.<sup>13</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diversos estudos na &aacute;rea de geriatria e gerontologia utilizam a escala de  Lawton modificada, com varia&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de itens utilizados - at&eacute; mesmo para  aplica&ccedil;&atilde;o a mulheres -, e, para fins de  pontua&ccedil;&atilde;o, considera-se o escore obtido nas quest&otilde;es aplicadas.<sup>26,28,30</sup>  Foram observadas preval&ecirc;ncias elevadas de depend&ecirc;ncia parcial e total, sendo  que as mulheres se mostraram mais dependentes do que os homens.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Neste estudo com idosos institucionalizados, 83,7% dos indiv&iacute;duos  apresentavam incapacidade funcional para AIVD.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foi encontrado somente um estudo brasileiro que avaliou a depend&ecirc;ncia para  AIVD entre idosos institucionalizados, em que foi verificada preval&ecirc;ncia de  71,0%.<sup>31</sup> No presente estudo, utilizou-se a escala de Lawton com oito itens; por&eacute;m, alguns deles n&atilde;o puderam ser  avaliados em 50,0 a 100,0% dos indiv&iacute;duos, por estes n&atilde;o terem a  oportunidade de realizar a atividade: 96,8% dos indiv&iacute;duos apresentavam alguma depend&ecirc;ncia para a  atividade 'Fazer compras' e 100,0%  necessitavam  de auxilio ou n&atilde;o conseguiam ir a locais distantes utilizando algum meio de  transporte, resultados pr&oacute;ximos aos observados em Cuiab&aacute;-MT. A preval&ecirc;ncia de  depend&ecirc;ncia para AIVD em idosos vivendo na comunidade &eacute; bastante variada. Na  cidade de Pelotas-RS, Del Duca e colaboradores<sup>19</sup> observaram que  28,8% dos idosos pesquisados apresentavam depend&ecirc;ncia; e na cidade de Sapporo, Jap&atilde;o, 12,2% dos idosos da  comunidade eram dependentes.<sup>28</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em pesquisa com idosos da comunidade, realizada na zona urbana do munic&iacute;pio  de Uberaba-MG, observou-se  que, em  ambos os sexos, o grau de dificuldade para realiza&ccedil;&atilde;o de atividades  instrumentais aumentou na medida da eleva&ccedil;&atilde;o da faixa et&aacute;ria.<sup>32</sup>  Estudando idosos de Goi&acirc;nia-GO que viviam na comunidade, Costa e colaboradores,<sup>18</sup>  a partir da escala de Lawton, verificaram que 72,6% dos indiv&iacute;duos apresentavam algum comprometimento  para essas atividades. Em seu estudo, manusear dinheiro (88,4%) e usar transporte (87,0%) foram  os itens da avalia&ccedil;&atilde;o que apresentaram maior grau de depend&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No Brasil, a preval&ecirc;ncia de depend&ecirc;ncia para as AIVD entre os idosos  institucionalizados e os que vivem na comunidade &eacute; similar, por&eacute;m se observa  uma grande diferen&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o a outros pa&iacute;ses que apresentam baixa  preval&ecirc;ncia. Uma poss&iacute;vel explica&ccedil;&atilde;o  estaria  relacionada aos anos de escolaridade dos indiv&iacute;duos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No Distrito Federal, Danilow e colaboradores<sup>33</sup> observaram que  menos de 40,2% dos idosos institucionalizados  tinham mais de 4 anos de estudo. Em  estudo realizado no Sul do Brasil, 74,4% dos idosos contavam 0 a 4 anos de estudo,<sup>34</sup>  enquanto no Jap&atilde;o, um inqu&eacute;rito nacional realizado com indiv&iacute;duos de 60 anos de idade ou mais mostrou que  74,5% tinham mais de 7 anos de estudo.<sup>28</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em Cuiab&aacute;-MT, indiv&iacute;duos com d&eacute;ficit cognitivo, sem contato familiar e do sexo  feminino tiveram maior probabilidade de apresentar perda de autonomia. A  associa&ccedil;&atilde;o entre sexo feminino e depend&ecirc;ncia para AIVD pode-se explicar pela  baixa escolaridade dessa gera&ccedil;&atilde;o de idosas e por sua maior longevidade.<sup>17</sup> O  d&eacute;ficit cognitivo apresenta associa&ccedil;&atilde;o com baixa escolaridade, uma rela&ccedil;&atilde;o  esperada j&aacute; que as AIVD requerem fun&ccedil;&otilde;es mais elaboradas.<sup>21</sup> A falta  de apoio social, por sua vez, pode-se associar &agrave; depend&ecirc;ncia por reduzir a  oportunidade de conv&iacute;vio dos idosos com outras pessoas.<sup>25</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Idade avan&ccedil;ada, escolaridade baixa, sa&uacute;de autorreferida ruim, n&uacute;mero de  medicamentos em uso e presen&ccedil;a de d&eacute;ficit cognitivo mostraram-se associados a  depend&ecirc;ncia para as atividades instrumentais da vida  di&aacute;ria em idosos que viviam em comunidade no Nordeste do Brasil.<sup>25</sup>  No estudo de Rosa e colaboradores,<sup>21</sup> tamb&eacute;m sobre amostra de idosos  que viviam em comunidade no munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo-SP, os indiv&iacute;duos  analfabetos tiveram probabilidade cinco vezes maior de depend&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente estudo apresenta limita&ccedil;&otilde;es. Por se tratar de um estudo  transversal, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel estabelecer a sequ&ecirc;ncia temporal entre as vari&aacute;veis  independentes e os desfechos analisados, comprometendo as evid&ecirc;ncias de rela&ccedil;&atilde;o causal.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As informa&ccedil;&otilde;es utilizadas foram autorreferidas e podem n&atilde;o refletir, efetivamente, a situa&ccedil;&atilde;o dos idosos  institucionalizados. Por&eacute;m, foram tomados cuidados relativos &agrave; confirma&ccedil;&atilde;o dos  dados nos registros dos indiv&iacute;duos e junto &agrave; equipe t&eacute;cnica e administrativa  das institui&ccedil;&otilde;es. Al&eacute;m disso, um &uacute;nico pesquisador realizou toda a coleta de  dados, o que contribuiu para a padroniza&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos de investiga&ccedil;&atilde;o  empregados no estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As informa&ccedil;&otilde;es sobre AVD e AIVD podem ser influenciadas pela fun&ccedil;&atilde;o  cognitiva, escolaridade e outras vari&aacute;veis, embora a validade e confiabilidade das escalas de Katz e  Lawton estejam suficientemente estabelecidas na literatura. O desempenho nas atividades de vida di&aacute;ria de 32 (20,8%) indiv&iacute;duos que apresentavam  dificuldade de fala por sequela de acidente vascular cerebral e outros  problemas neurol&oacute;gicos foi informado pela equipe t&eacute;cnica ou administrativa da  ILPI. Entretanto, estudos que tamb&eacute;m utilizaram informa&ccedil;&otilde;es de cuidadores para  essa avalia&ccedil;&atilde;o encontraram  resultados  similares.<sup>21,22</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outra limita&ccedil;&atilde;o poderia ser a exclus&atilde;o de alguns itens da escala de Lawton  para avalia&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o de estudo. Existem  poucos instrumentos na literatura para avalia&ccedil;&atilde;o das atividades instrumentais  de vida di&aacute;ria e a escala de Lawton &eacute; a mais difundida e reconhecida nesse  sentido. N&atilde;o h&aacute; instrumento espec&iacute;fico para a avalia&ccedil;&atilde;o dessas atividades em idosos institucionalizados.  As quest&otilde;es exclu&iacute;das dizem respeito ao preparo das refei&ccedil;&otilde;es, lavagem de  roupas e administra&ccedil;&atilde;o de medicamentos pelo pr&oacute;prio indiv&iacute;duo, atividades que, em  uma institui&ccedil;&atilde;o de idosos, s&atilde;o realizadas por funcion&aacute;rios designados para  essas tarefas. Na literatura, observa-se a utiliza&ccedil;&atilde;o da escala de Lawton com  diferente n&uacute;mero de itens e, consequentemente,  diferentes  escores.<sup>26,28</sup> Essa varia&ccedil;&atilde;o est&aacute; relacionada ao contexto  sociocultural no qual se desenvolve o estudo e ao grupo populacional avaliado  e, dessa forma, optou-se por utiliz&aacute;-la no presente estudo, excluindo-se os  itens n&atilde;o aplic&aacute;veis ao grupo populacional estudado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A preval&ecirc;ncia de depend&ecirc;ncia em AVD nos idosos institucionalizados de  Cuiab&aacute;-MT foi 6,4 vezes maior do que a  observada em idosos da comunidade, em estudo realizado com base em dados da  PNAD de 2008,<sup>17</sup> e a depend&ecirc;ncia em AIVD foi 3,0 vezes maior, em compara&ccedil;&atilde;o com os  achados de Del Duca e colaboradores.<sup>19</sup> Contudo, os fatores de risco associados a  esses dois tipos de depend&ecirc;ncia entre os idosos de Cuiab&aacute;-MT foram similares  aos descritos tanto na literatura nacional como na internacional, para idosos  que vivem na comunidade.<sup>21,23,25-27,32</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">S&atilde;o escassos os estudos realizados com idosos institucionalizados no  Brasil, quase todos estudos seccionais. Os resultados deste e de outros  trabalhos apontam para a necessidade da realiza&ccedil;&atilde;o de estudos longitudinais que  avaliem fatores de risco para depend&ecirc;ncia nesse grupo populacional, de forma a  subsidiar o planejamento de estrat&eacute;gias de promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e preven&ccedil;&atilde;o de  incapacidades, que visem &agrave; independ&ecirc;ncia e melhor qualidade de vida do idoso  institucionalizado.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Contribui&ccedil;&atilde;o dos autores</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A concep&ccedil;&atilde;o do trabalho foi de IE Mattos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">PH Oliveira realizou a coleta  dos dados e  sua an&aacute;lise estat&iacute;stica, sob a orienta&ccedil;&atilde;o de IE Mattos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ambos os autores participaram da reda&ccedil;&atilde;o do manuscrito e da discuss&atilde;o dos  achados do estudo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Carvalho  JAM, Garcia RA. O envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o brasileira: um enfoque  demogr&aacute;fico. Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2003; 19(3):725-733.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2. Minist&eacute;rio  da Sa&uacute;de. Plano de a&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas para o enfrentamento das doen&ccedil;as  cr&ocirc;nicas n&atilde;o transmiss&iacute;veis no Brasil 2011-2012. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 2011. (S&eacute;rie  B. Textos B&aacute;sicos de Sa&uacute;de).</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3. Wong  LLR, Carvalho JA. O r&aacute;pido processo de envelhecimento populacional do Brasil.  Revista Brasileira de Estudos Popula&ccedil;&atilde;o. 2006; 23(1):5-26.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4. 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Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica  Aplicada. Caracter&iacute;sticas das institui&ccedil;&otilde;es de longa perman&ecirc;ncia para idosos:  regi&atilde;o Centro-Oeste. Bras&iacute;lia:  IPEA; 2008.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">9. Fagerstrom C, Holst G, Hallberg IR.  Feeling hindered by health problems and functional capacity at 60 years and  above. Archives of Gerontology and Geriatrics. 2007; 44(2):181-201.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10. Guedes JM, Silveira RCR. An&aacute;lise da capacidade  funcional da popula&ccedil;&atilde;o geri&aacute;trica institucionalizada na cidade de Passo Fundo,  RS. Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncias do Envelhecimento Humano. 2004; 1(2):10-21.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">11. Secretaria Municipal de Assist&ecirc;ncia  Social e Desenvolvimento Humano (Cuiab&aacute;). Conselho Municipal de Defesa dos  Direitos da Pessoa Idosa. Declara&ccedil;&atilde;o &#91;Informa&ccedil;&atilde;o pessoal&#93;. Cuiab&aacute;, 2012.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">12. Lawton MP, Brody EM. Assessment  of older people: self-maintaining and instrumental activities of daily living.  The Gerontologist. 1969; 9(3):179-186.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">13. Gallo JJ, Paveza GJ. Activities  of daily living and instrumental activities of daily living assessment. In:  Gallo JJ, Bogner HR, Fulmer T, Paveza GJ, editors. Handbook of Geriatric  Assessment. 4th ed. Burlington:  Jones and Bartlett Publishers; 2006.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">14. Folstein MF, Folstein SE, McHugh  PR. &quot;Mini-Mental   State&quot;. A practical  method for grading the cognitive state of patients for the clinician. Journal  of Psychiatric Research. 1975; 12(3):189-198.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">15. Laks J, Baptista EMR, Contino  ALB, Paula EG, Engelhardt E. 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Capacidade de idosos da comunidade para desenvolver atividades de  vida di&aacute;ria e atividades instrumentais de vida di&aacute;ria. Acta Paulista de  Enfermagem. 2006; 19 Supl 1: S43-45.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">19. Del  Duca GF, Silva MC, Hallal PC. Incapacidade funcional para atividades b&aacute;sicas e  instrumentais da vida di&aacute;ria em idosos. Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2009; 43(5):796-805.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">20. Fone S, Lundgren-Lindquist B. Health status and functional  capacity in a group of successfully ageing 65-85 years old. Disability and  Rehabilitation. 2003; 25(18):1044-1051.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">21. Dirik A, Cavlak U, Akdag B.  Identifying the relationship among mental status, functional independence and  mobility level in Turkish institutionalized elderly: gender differences.  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Influ&ecirc;ncia dos fatores biopsicossociais  sobre a capacidade funcional de idosos residentes no Nordeste do Brasil.  Revista Brasileira de  Epidemiologia. 2007; 10(2):178-189.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">26. Reyes-Ortiz CA, Ostin GV, Pelaez M, Ottenbacher KJ.  Cross-national  comparison of disability in Latin American and Caribbean  persons aged 75 and older. Archives  of Gerontology and Geriatrics. 2006; 42(1):21-33.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">27. Santos KA, Koszuoski R, Dias-da-Costa  JS, Pattussi MP. Fatores associados com a incapacidade funcional em idosos do Munic&iacute;pio de Guatambu, Santa Catarina, Brasil. Cadernos  de Sa&uacute;de P&uacute;blica. 2007; 23(11):2781-2788.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">28. Konno K,  Katsumata Y, Arai A, Tashino H. Functional status and active life expectancy  among senior citizens in a small town in Japan. 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Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica.  2008; 24(2):409-415.</font><p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2"><b><font size="2" face="verdana"><b><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="img/revistas/ess/v20n1/seta.gif" border="0"></a></b></b></font></b></font><font size="2" face="Verdana"><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br> Avenida Senador  Filinto Muller, 1905,    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Edif&iacute;cio  Viar&eacute;ggio, Apto 1104    <br>  Quilombo,  Cuiab&aacute;-MT, Brasil.    <br> CEP: 78043-409    <br> <i>E-mail: </i><a href="mailto:phenriqueoliveira@hotmail.com">phenriqueoliveira@hotmail.com</a> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido em 15/04/2011    <br> Aprovado em 13/08/2012</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo"><sup>*</sup></a>Este artigo apresenta parte dos resultados da  Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado do primeiro autor, apresentada &agrave; Escola Nacional de  Sa&uacute;de P&uacute;blica, da Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz, em junho de 2010.</font></p>      ]]></body><back>
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