<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>2176-6223</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Pan-Amazônica de Saúde]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev Pan-Amaz Saude]]></abbrev-journal-title>
<issn>2176-6223</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Instituto Evandro Chagas. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Ministério da Saúde]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S2176-62232010000400001</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.5123/S2176-62232010000400001</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Conhecimento, ética e inovação no horizonte do bem-estar humano: reposicionando um discurso]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Knowledge, ethics and innovation in the horizon of human well-being: repositioning a discourse]]></article-title>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Conocimiento, ética e innovación en el horizonte del bienestar humano: reposicionando un discurso]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Soares]]></surname>
<given-names><![CDATA[Manoel do Carmo Pereira]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Editor Associado da RPAS Instituto Evandro Chagas  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Belém Pará]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2010</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2010</year>
</pub-date>
<volume>1</volume>
<numero>4</numero>
<fpage>9</fpage>
<lpage>10</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S2176-62232010000400001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S2176-62232010000400001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S2176-62232010000400001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>EDITORIAL | EDITORIAL |  EDITORIAL</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>&nbsp;</i></font></p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Conhecimento, &eacute;tica e inova&ccedil;&atilde;o no horizonte do bem-estar humano: reposicionando um discurso</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">Knowledge, ethics and innovation in the horizon of  human well-being: repositioning a discourse</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">Conocimiento, &eacute;tica e innovaci&oacute;n en  el horizonte del bienestar humano: reposicionando un discurso</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Manoel  do Carmo Pereira Soares</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Editor Associado da RPAS Instituto Evandro  Chagas/SVS/MS, Bel&eacute;m, Par&aacute;, Brasil</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pretendemos,  neste editorial, sem  abrir m&atilde;o do  rigor frente &agrave;s quest&otilde;es do conhecimento,  visitar pontos que possam melhorar as  nossas perguntas afetas &agrave; tem&aacute;tica apresentada como  t&iacute;tulo. Para arbitrar um tempo de in&iacute;cio para a conversa, aludimos a <i>Teeteto, </i>escrito por volta do ano 369   a.C., um dos di&aacute;logos de Plat&atilde;o, onde se apresentam as  indaga&ccedil;&otilde;es sobre 'o que &eacute;' e 'o que n&atilde;o &eacute;' conhecimento<sup>1</sup>. Remonta a  essas reminisc&ecirc;ncias filos&oacute;ficas considerar o conhecimento  como 'cren&ccedil;a verdadeira justificada'. Ainda que pontos de tal proposi&ccedil;&atilde;o  mere&ccedil;am questionamentos, &eacute; razo&aacute;vel admitir que, na sua vertente cient&iacute;fica, o  ato de conhecer seja compat&iacute;vel com a justificativa met&oacute;dica e rigorosa de uma  cren&ccedil;a (ou hip&oacute;tese).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A teoria do conhecimento que chega at&eacute; n&oacute;s mant&eacute;m forte influ&ecirc;ncia  do Renascimento e de seus cientistas. &Eacute; a partir da&iacute; que ganha for&ccedil;a a defesa  do ato de conhecer obtido pela via experimental, apresentando-se como an&aacute;lise e  s&iacute;ntese racionais dos fen&ocirc;menos em meio &agrave; experi&ecirc;ncia humana. Adotou-se a  express&atilde;o &quot;epistemologia&quot;  para denominar um campo filos&oacute;fico onde se fazem as  discuss&otilde;es sobre os caminhos do conhecimento cient&iacute;fico. Vale salientar que <i>episteme, </i>na Gr&eacute;cia Antiga, opunha-se a <i>doxa, </i>este &uacute;ltimo termo sendo aplicado  a um tipo de conhecimento obtido sem rigor, vulgar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Edgar Morin<sup>2</sup> nos repassa que Francis Bacon, na aurora da ci&ecirc;ncia ocidental, idealizou e propagou que a  miss&atilde;o do conhecimento era, a partir de ent&atilde;o, livrar-se de seus rastros  imprecisos e inc&ocirc;modos; devia cumprir um projeto que lhe exigia emancipa&ccedil;&atilde;o e  purifica&ccedil;&atilde;o para tornar-se ci&ecirc;ncia. Mas &eacute; poss&iacute;vel que o projeto em  perspectiva, embora fabuloso, tenha assumido uma parcialidade indevida,  negligenciando outros valores, em dire&ccedil;&atilde;o ao logicismo como  ideologia. Com esse esp&iacute;rito precavido &eacute; que se pretende aqui estender para  al&eacute;m do habitual as considera&ccedil;&otilde;es acerca da aproxima&ccedil;&atilde;o e da intera&ccedil;&atilde;o entre o  conhecimento, a &eacute;tica, a inova&ccedil;&atilde;o, a criatividade, a condi&ccedil;&atilde;o humana e o seu  bem-estar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No escopo zooantropol&oacute;gico, o homem se diferencia das outras  esp&eacute;cies de animais, conforme Ernst Dessirer, n&atilde;o  por ser racional, mas sim por usufruir de um sistema simb&oacute;lico de comunica&ccedil;&atilde;o<sup>3</sup>;  de uma nova sintaxe. Pode o homem, por exemplo, captar e testemunhar o 'transbordamento'  est&eacute;tico do mundo, forjado pelos gestos antr&oacute;picos - &eacute; a arte. A arte relativiza o gesto frente ao mundo, utiliza-se de uma linguagem que amplia e  redimensiona a sensibilidade do observador. Um percurso sanit&aacute;rio, cient&iacute;fico  ou pedag&oacute;gico sem o concurso da arte &eacute; invi&aacute;vel, pois sem uma rede art&iacute;stica o  ser humano n&atilde;o se sustenta em dire&ccedil;&atilde;o a nada, tudo estagna e embrutece, n&atilde;o h&aacute; criatividade, inclusive a cient&iacute;fica. Mesmo a verdade  comporta mist&eacute;rios.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para promover breve ajuizamento de tais quest&otilde;es, cumpre-nos  requisitar dois pressupostos: a linguagem e a antropologia, conforme esses dois  campos s&atilde;o compreendidos pelo autor deste texto no di&aacute;logo com as suas  refer&ecirc;ncias. Com efeito, concordamos com o ponto de vista sob o qual s&oacute; mudamos  ou inovamos o nosso padr&atilde;o de a&ccedil;&atilde;o se, rompendo como o 'mesmo', nos reposicionamos e mudamos a nossa rela&ccedil;&atilde;o com a linguagem e a antropologia  formais. Isso, seja pelo atravessamento por alguma conting&ecirc;ncia intuitiva ou  transcendental, como possa ter ocorrido com Isaac Newton  na sua concep&ccedil;&atilde;o da lei da gravita&ccedil;&atilde;o universal;  seja pelo alerta algo involunt&aacute;rio de um confrade iluminado, do modo como Kant admitiu que ler Hume &quot;despertou-me  do meu sonho dogm&aacute;tico&quot;, ou mesmo como disse Whitman: &quot;Eu estava em  fogo brando, e Emerson me fez ferver&quot;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A antropologia aqui defendida pede aten&ccedil;&atilde;o para aquilo que se d&aacute; a  priori no processo de estrutura&ccedil;&atilde;o da pessoa humana. &Eacute;, pois, a pessoalidade (n&atilde;o a individualidade ou a naturalidade) o adequado 'modo de  exist&ecirc;ncia' humano. A pessoalidade pede o que &eacute; 'constitutivo' -  no dizer de Gilberto Safra<sup>4</sup>, por exemplo. Nessa vis&atilde;o alargada  depreende-se que h&aacute; tamb&eacute;m uma linguagem constitutiva (indiz&iacute;vel, embora  desvel&aacute;vel) que precede a linguagem que vem <i>a posteriori, </i>adquirida (diz&iacute;vel, compartilhada, encarnada). Por conseguinte, na  constru&ccedil;&atilde;o transgeracional do conhecimento, haver&aacute; sempre subjacente um  problema de linguagem a ser resolvido: &quot;como transmitir a totalidade  daquilo que se quer dizer?&quot;. Cabe ao homem, desde que &eacute; 'dado &agrave; luz', dar  unidade &agrave; sua antropologia e &agrave; sua linguagem, juntar o adquirido ao  constitutivo, a ele concedido pelo Outro Absoluto. O constitutivo se d&aacute;,  portanto, antes do amadurecimento neuro-ps&iacute;quico-intelectual que propicia a  alteridade na vida de rela&ccedil;&atilde;o cotidiana. Esse registro pode ser acessado mesmo  nos alienados e naqueles com defici&ecirc;ncias cognitivas ou psico-socio-culturais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Podemos  assim inferir que uma proposta unilateral, verticalizada, moralizante,  corretiva ou  estritamente higi&ecirc;nico-sanit&aacute;ria,  que n&atilde;o contemple acesso &agrave;quilo que &eacute; origin&aacute;rio, n&atilde;o  pode ser &eacute;tica nem trazer bem-estar.  Renovar-se ou inovar sem considerar visitar ou ser visitado pelo  inef&aacute;vel &eacute; imposs&iacute;vel. As palavras s&oacute; n&atilde;o bastam. Sem isso ficam pelo caminho  as propostas de justi&ccedil;a ou inclus&atilde;o social, de conforto ou de aperfei&ccedil;oamento - situa&ccedil;&otilde;es que ora se  fazem e refazem, em meio a acordos, contratos e nas suas conveni&ecirc;ncias  temporo-espa&ccedil;o-circunstanciais. Antropologia e linguagem, dadas em suas intera&ccedil;&otilde;es e paradoxalidades, na  concep&ccedil;&atilde;o aceita para aferir razo&aacute;vel potencial de sustentabilidade frente &agrave;s  quest&otilde;es do sentido do ser, t&ecirc;m que se fazer 'em comunidade', com elevado grau  de liberdade, dispensando a mera funcionalidade ou institucionalidade dos  gestos n&atilde;o criativos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Contudo,  o aparato t&eacute;cnico e cient&iacute;fico que orienta grande parcela dos processos do  mundo contempor&acirc;neo tende a considerar um 'erro metodol&oacute;gico' aceitar o humano  como pessoa. Descarta-se  o seu <i>ethos, </i>baseando-se numa pedagogia  reduzida &agrave; racionalidade, fundada na quantidade, na produtividade e na  reprodutibilidade, mostrando-se incompat&iacute;vel com a vida em comunidade  propriamente dita; quando de fato &eacute; pela &eacute;tica que se coloca o ser humano e os  limites de seus gestos em quest&atilde;o, inclusive aqueles em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; barb&aacute;rie. &Eacute;  no encontro com a dignidade do outro que as quest&otilde;es da verdade e dos mist&eacute;rios  de si se d&atilde;o. A par disso, os profissionais da sa&uacute;de se ressentem da falta de  conhecimento acerca da condi&ccedil;&atilde;o do ser humano e, notadamente, daquelas  condi&ccedil;&otilde;es mais origin&aacute;rias, constitutivas, comunit&aacute;rias. Mesmo quando se  assiste um paciente, n&atilde;o se assiste apenas um paciente: h&aacute; multivozes em cada  um -atrav&eacute;s de cada  pessoa fala tamb&eacute;m a sua fam&iacute;lia, a sua gente, a sua hierarquia de valores, os  seus saberes e o seu lugar. Enfim, eticamente, quando duas pessoas conversam, a  humanidade dialoga.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesse  sentido, pensar comunitariamente seria, por exemplo: pensar o  nascimento/natalidade como in&iacute;cio do processo de acolhimento, morada e  sustenta&ccedil;&atilde;o (<i>holding</i>) do ser humano solit&aacute;rio que, de modo prec&aacute;rio, &eacute;  jogado na exist&ecirc;ncia; pensar o adoecimento/morbidade como um momento para  'estar com' o seu paciente ou comunidade, testemunhando e ajudando na l&uacute;cida  travessia do sofrimento como condi&ccedil;&atilde;o inerente &agrave; pessoa humana; pensar a  morte/mortalidade como momento que tamb&eacute;m pede testemunho, compreendendo que  preparar para a morte, &eacute;, na verdade, preparar para atravessar o medo da  solid&atilde;o que se vislumbra com a finitude humana. Inaugura-se assim o cientista da  sa&uacute;de, aquele que busca apropriar-se  do conhecimento, mas para ser o &quot;curador&quot; de  sua comunidade. Que publica e socializa as suas descobertas, pois tamb&eacute;m  carrega a necessidade humana de universalizar a sua obra e de ser testemunhado  pelos seus pares.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Todavia,  o mundo que ora se apresenta exila (terap&ecirc;utica e sedutoramente) as pessoas das  suas quest&otilde;es de alteridade e interioridade, ignorando que h&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas  quais o pr&oacute;prio sofrimento &eacute; fonte de saber e chega a ser necess&aacute;rio e  saud&aacute;vel. Esse div&oacute;rcio, por exemplo, aflora no dia a dia da pesquisa  cient&iacute;fica envolvendo seres humanos, quando se fazem contornos sobre a justa  medida do 'consentimento informado' de uma comunidade submetida a estudo. De  fato, a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica &eacute; incompat&iacute;vel com a &eacute;tica? O conhecimento &eacute;  incompat&iacute;vel com o saber? A socializa&ccedil;&atilde;o do conhecimento &eacute; uma utopia j&aacute;  abandonada pelos cientistas da modernidade? Em 1945, o m&eacute;dico e  psicanalista Donald Winnicott escreveu<sup>5</sup>: &quot;De fato, quando  apenas s&atilde;os, somos decididamente pobres&quot;. No tom do texto aqui repassado,  concordamos que, em meio a tantos progressos e confortos, somos de fato pobres  se formos apenas s&atilde;os, racionais, operacionais, eficientes, reguladores,  produtivos, duradouros, entificados; desprovidos de 'ser'.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1 Plat&atilde;o. Di&aacute;logos I: Teeteto (ou do conhecimento),  Sofista (ou do ser), Prot&aacute;goras (ou sofistas). Tradu&ccedil;&atilde;o, textos complementares  e notas de Edson Bini. S&atilde;o Paulo: Edipro; 2007. 320 p.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2 Morin E. O m&eacute;todo 4. Tradu&ccedil;&atilde;o  de Juremir Machado da Silva. 3. ed. Porto Alegre: Sulina; 2002. 320 p.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3 Jablonka E, Lamb MJ. Evolu&ccedil;&atilde;o  em quatro dimens&otilde;es: DNA, comportamento e a hist&oacute;ria da vida. Tradu&ccedil;&atilde;o de Claudio &Acirc;ngelo. S&atilde;o Paulo: Companhia  das Letras; 2010. 511 p.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4 Safra G. A po-&eacute;tica na cl&iacute;nica  contempor&acirc;nea. 2. ed. S&atilde;o Paulo: Ideias &amp; Letras; 2004. 160 p.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5 Winnicott DW. Da pediatria &agrave;  psican&aacute;lise: obras escolhidas. Tradu&ccedil;&atilde;o de Davy Bogomoletz. Rio de Janeiro:  Imago; 2000. 456 p.</font><p>&nbsp;</p> <script type="text/javascript"> var gaJsHost = (("https:" == document.location.protocol) ? "https://ssl." : "http://www."); document.write(unescape("%3Cscript src='" + gaJsHost + "google-analytics.com/ga.js' type='text/javascript'%3E%3C/script%3E")); </script> <script type="text/javascript"> try { var pageTracker = _gat._getTracker("UA-7885746-4"); pageTracker._setDomainName("none"); pageTracker._setAllowLinker(true); pageTracker._trackPageview(); } catch(err) {}</script>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Platão]]></surname>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Diálogos I: Teeteto (ou do conhecimento), Sofista (ou do ser), Protágoras (ou sofistas). Tradução, textos complementares e notas de Edson Bini]]></source>
<year>2007</year>
<page-range>320</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Edipro]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Morin]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O método 4: Tradução de Juremir Machado da Silva]]></source>
<year>2002</year>
<edition>3</edition>
<page-range>320</page-range><publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Sulina]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jablonka]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lamb]]></surname>
<given-names><![CDATA[MJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Evolução em quatro dimensões: DNA, comportamento e a história da vida. Tradução de Claudio Ângelo]]></source>
<year>2010</year>
<page-range>511</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Companhia das Letras]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Safra]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A po-ética na clínica contemporânea]]></source>
<year>2004</year>
<edition>2</edition>
<page-range>160</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ideias & Letras]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Winnicott]]></surname>
<given-names><![CDATA[DW]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Da pediatria à psicanálise: obras escolhidas. Tradução de Davy Bogomoletz]]></source>
<year>2000</year>
<page-range>456</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Imago]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
