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<institution><![CDATA[,Universidade Estadual do Pará Professora Assistente I da disciplina de Pediatria do Departamento de Saúde Integrada do Curso de Medicina da Mestre em Medicina e Especialista em Pediatria e Neonatologia]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Médica Residente de Pediatria do Hospital Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará  ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Médica Graduada pela Universidade Federal do Pará  ]]></institution>
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<self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0101-59072006000100007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0101-59072006000100007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0101-59072006000100007&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[OBJETIVO: analisar a freqüência de recém-nascidos de muito baixo peso, as complicações associadas mais freqüentes, a taxa de letalidade e a principal causa de óbito. MÉTODO: estudo de coorte observacional, descritivo, de 1º de janeiro a 30 de junho de 2003, com todos os recém-nascidos de muito baixo peso ao nascer ( = 1.500 gramas) internados na unidade neonatal do Hospital Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará. RESULTADOS: dentre os 1.394 recém-nascidos internados na unidade estudada, 200 (14,3%) apresentaram muito baixo peso ao nascer, a média de peso ao nascer de 1.133,2 gramas, o tempo médio de internação de 19 dias, sendo a maioria do sexo masculino e sem assistência pré-natal . Observou-se como complicações mais freqüentes: infecção hospitalar (86%;, síndrome do desconforto respiratório (71,5%); anóxia perinatal (39,5%); tocotraumatismo (20,5%); hipoglicemia (10%); hemorragia pulmonar (9%) e persistência do canal arterial (4%). Dentre os 200 neonatos, 60,5% evoluíram ao óbito, sendo 53,7 % do sexo masculino e tendo como principal causa mortis a infecção hospitalar (39%). CONCLUSÃO: esses resultados sugerem que a prevenção do muito baixo peso ao nascer deverá ser uma das prioridades na assistência pré-natal, pois seguramente é um dos aspectos mais significativos da mortalidade infantil.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: To analyze the frequency of very low weight newborn, the most common associated complications, lethality rate and the major cause of obit in this population. METHOD: observational prospective study during the period from January 1st to June 30th, 2003. All of them had birth weight d&#8221; 1.500g, according to Centers for Disease Control on USA, with admissions at the unit neonatla of Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará Hospital. RESULTS: within the population studied, 200 were very low weight, witch corresponded to 14,3% from all new born inmates, in the same period. Of these, 50,5% were male and there was statistically significant association between the very low weight at birth and the realization of pre-birth medical assistance, with the absence of assistance in 81,5% of cases. The mean time of internment was 19 days. The most common affections were: infection (86%), pulmonary hemorrhage (71,5%), hipoglycohaemia (10%), arterial channel persistence (4%) and peri-ventricular hemorrhage (1,5%). Within 200 new bornes, 121 went to obit, being 53,7% males. The majority had as the main cause of death the hospital infection. CONCLUSION: These results suggest that the prevention of very low weight at birth must be one of the priorities in the prebirth assistance, because it´s surely one of the most significant aspects on childhood mortality.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Muito baixo peso ao nascer]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b><a name="topo"></a>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Rec&eacute;m-nascidos de muito baixo peso    em um hospital de refer&ecirc;ncia<sup><a href="#nota"><font size="3">1</font></a></sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Very low birth weigth in general hospital</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Salma Sar&aacute;ty Malveira<sup>I</sup>;    Anabela do Nascimento Moraes<sup>II</sup>; Aurimery Gomes Chermont<sup>III</sup>;    Deyse L&uacute;cia Ferreira da Costa<sup>IV</sup>; Tatiana Francisco da Silva<sup>V</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Professora Assistente I da disciplina de Pediatria    do Departamento de Sa&uacute;de Integrada do Curso de Medicina da Universidade    Estadual do Par&aacute;. Mestre em Medicina e Especialista em Pediatria e Neonatologia.    <br>   <sup>II</sup>Professora Assistente II do DAMI II/CCS/UFPA. Mestre em Medicina e Especialista    em Pediatria e Cardiologia Pedi&aacute;trica.    <br>   <sup>III</sup>Professora Assistente II do DAMI II/CCS/UFPA. Mestre em Medicina e Especialista    em Pediatria e Neonatologia.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>IV</sup>M&eacute;dica Residente de Pediatria do Hospital Funda&ccedil;&atilde;o Santa    Casa de Miseric&oacute;rdia do Par&aacute;    <br>   <sup>V</sup>M&eacute;dica Graduada pela Universidade Federal do Par&aacute;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para corresp&ocirc;ndencia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><i>OBJETIVO:</i></b><i> analisar a freq&uuml;&ecirc;ncia    de rec&eacute;m-nascidos de muito baixo peso, as complica&ccedil;&otilde;es    associadas mais freq&uuml;entes, a taxa de letalidade e a principal causa de    &oacute;bito.    <br>   <b>M&Eacute;TODO:</b> estudo de coorte observacional, descritivo, de 1&ordm;    de janeiro a 30 de junho de 2003, com todos os rec&eacute;m-nascidos de muito    baixo peso ao nascer ( = 1.500 gramas) internados na unidade neonatal do Hospital    Funda&ccedil;&atilde;o Santa Casa de Miseric&oacute;rdia do Par&aacute;.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> dentre os 1.394 rec&eacute;m-nascidos internados na unidade    estudada, 200 (14,3%) apresentaram muito baixo peso ao nascer, a m&eacute;dia    de peso ao nascer de 1.133,2 gramas, o tempo m&eacute;dio de interna&ccedil;&atilde;o    de 19 dias, sendo a maioria do sexo masculino e sem assist&ecirc;ncia pr&eacute;-natal    . Observou-se como complica&ccedil;&otilde;es mais freq&uuml;entes: infec&ccedil;&atilde;o    hospitalar (86%;, s&iacute;ndrome do desconforto respirat&oacute;rio (71,5%);    an&oacute;xia perinatal (39,5%); tocotraumatismo (20,5%); hipoglicemia (10%);    hemorragia pulmonar (9%) e persist&ecirc;ncia do canal arterial (4%). Dentre    os 200 neonatos, 60,5% evolu&iacute;ram ao &oacute;bito, sendo 53,7 % do sexo    masculino e tendo como principal causa mortis a infec&ccedil;&atilde;o hospitalar    (39%).    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> esses resultados sugerem que a preven&ccedil;&atilde;o    do muito baixo peso ao nascer dever&aacute; ser uma das prioridades na assist&ecirc;ncia    pr&eacute;-natal, pois seguramente &eacute; um dos aspectos mais significativos    da mortalidade infantil.</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Descritores:</b> Muito baixo peso ao nascer,    rec&eacute;m-nascidos, hospital.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>OBJECTIVE:</b> To analyze the frequency of    very low weight newborn, the most common associated complications, lethality    rate and the major cause of obit in this population.    <br>   <b>METHOD:</b> observational prospective study during the period from January    1st to June 30th, 2003. All of them had birth weight d&#8221; 1.500g, according    to Centers for Disease Control on USA, with admissions at the unit neonatla    of Funda&ccedil;&atilde;o Santa Casa de Miseric&oacute;rdia do Par&aacute; Hospital.    <br>   <b>RESULTS:</b> within the population studied, 200 were very low weight, witch    corresponded to 14,3% from all new born inmates, in the same period. Of these,    50,5% were male and there was statistically significant association between    the very low weight at birth and the realization of pre-birth medical assistance,    with the absence of assistance in 81,5% of cases. The mean time of internment    was 19 days. The most common affections were: infection (86%), pulmonary hemorrhage    (71,5%), hipoglycohaemia (10%), arterial channel persistence (4%) and peri-ventricular    hemorrhage (1,5%). Within 200 new bornes, 121 went to obit, being 53,7% males.    The majority had as the main cause of death the hospital infection.    <br>   <b>CONCLUSION:</b> These results suggest that the prevention of very low weight    at birth must be one of the priorities in the prebirth assistance, because it&acute;s    surely one of the most significant aspects on childhood mortality.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Key-words:</b> very low birth weight</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O peso ao nascer &eacute; um dos mais significativos    indicadores da qualidade de vida da crian&ccedil;a <sup>1,2</sup>, sendo o muito baixo    peso considerado relevante na taxa de mortalidade infantil, o que levou a Organiza&ccedil;&atilde;o    Mundial de Sa&uacute;de (OMS) a identific&aacute;-lo como fator isolado mais    importante <sup>1,3,4,5</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Neonatos com peso ao nascer igual ou inferior    a 1.500g s&atilde;o denominados de muito baixo peso (MBP) pelo <i>Centers for    Disease Control</i> (CDC) dos Estados Unidos, enquanto a OMS considera peso    menor que 1.500g (at&eacute; 1.499g).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O parto prematuro e o retardo do crescimento    intra-uterino s&atilde;o os dois processos b&aacute;sicos que isolados ou associados,    fazem com que uma crian&ccedil;a apresente muito baixo peso ao nascer <sup>6,7</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A determina&ccedil;&atilde;o desses processos    abrange um conjunto comum de fatores, dentre os quais destacam-se a situa&ccedil;&atilde;o    s&oacute;cio-econ&ocirc;mica, a idade materna, o baixo peso materno no in&iacute;cio    da gravidez, o tabagismo, a instabilidade emocional durante a gesta&ccedil;&atilde;o    e a defici&ecirc;ncia na assist&ecirc;ncia pr&eacute;-natal <sup>6,7,8</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em rela&ccedil;&atilde;o ao rec&eacute;m-nascido,    v&aacute;rios fatores de risco concorrem para a condi&ccedil;&atilde;o de MBP    ao nascer como o sexo, as altera&ccedil;&otilde;es placent&aacute;rias e a gemelaridade    <sup>7,8</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recentes avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos na    assist&ecirc;ncia aos neonatos de alto risco t&ecirc;m possibilitado maior sobrevida    desses rec&eacute;m-nascidos de MBP, &agrave;s custas do elevado tempo de perman&ecirc;ncia    em unidades de terapia intensiva neonatal. Contudo, os procedimentos invasivos    a que s&atilde;o submetidos e o tempo de interna&ccedil;&atilde;o prolongado    associam-se ao maior risco de adquirir complica&ccedil;&otilde;es que contribuem    para o aumento da mortalidade em unidades neonatais <sup>5,6,7,8</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entre as complica&ccedil;&otilde;es associadas    ao MBP destacam-se as infec&ccedil;&otilde;es neonatais, a s&iacute;ndrome do    desconforto respirat&oacute;rio, a an&oacute;xia perinatal, a hemorragia peri-intraventricular,    o dist&uacute;rbio metab&oacute;lico, a enterocolite necrosante e no prematuro    a persist&ecirc;ncia do canal arterial <sup>9,10,11,12,13</sup>, sendo considerada a infec&ccedil;&atilde;o    hospitalar a complica&ccedil;&atilde;o mais freq&uuml;ente em unidades neonatais,    sobretudo entre os rec&eacute;m-nascidos de MBP <sup>14,15,16,17,18</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O peso de nascimento relacionado ou n&atilde;o    a prematuridade, &eacute; o fator individual mais importante na determina&ccedil;&atilde;o    das probabilidades do neonato sobreviver e ter crescimento e desenvolvimento    normais, uma vez que &eacute; o maior preditor da mortalidade e morbidade que    acompanha o perfil de rec&eacute;m-nascidos de MBP ao nascer <sup>19,20,21</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Frente &agrave; magnitude do problema, justifica-se    o direcionamento das a&ccedil;&otilde;es que visam o aprimoramento da assist&ecirc;ncia    perinatal e neonatal a essa popula&ccedil;&atilde;o, principalmente por ser    o Hospital Funda&ccedil;&atilde;o Santa Casa de Miseric&oacute;rdia do Par&aacute;    (HFSCMPA) um grande hospital p&uacute;blico de ensino e de refer&ecirc;ncia    maternoinfantil do Estado.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>OBJETIVO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Conhecer a freq&uuml;&ecirc;ncia de rec&eacute;m-nascidos    de MBP, as complica&ccedil;&otilde;es associadas mais freq&uuml;entes, a taxa    de letalidade e a principal causa de &oacute;bito.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estudo de coorte observacional, descritivo de    200 rec&eacute;m-nascidos com peso ao nascer &pound; 1.500g, internados na unidade    neonatal do HFSCMPA, no per&iacute;odo de per&iacute;odo de 1&ordm; de janeiro    a 30 de junho de 2003.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Realizou-se coleta de dados diariamente em protocolo    elaborado pelas pesquisadoras contendo informa&ccedil;&otilde;es como: nome    do rec&eacute;m-nascido, data de nascimento, peso de nascimento, sexo, tipo    de parto, n&uacute;mero de consulta pr&eacute;-natal, data e tipo de alta, tempo    de interna&ccedil;&atilde;o, causa do &oacute;bito e principais complica&ccedil;&otilde;es    existentes, baseadas em suspeita cl&iacute;nica com ou sem confirma&ccedil;&atilde;o    laboratorial.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estratificou-se a amostra pelo peso de nascimento    em quatro faixas: 501- 750g; 751-1000g; 1001-1250g e 1251-1500g &#91;National    Institute of Child Health and Human Development (NICHD) Neonatal Research Network,    1993&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As principais causas de &oacute;bito identificadas    e as complica&ccedil;&otilde;es mais freq&uuml;entes foram expressas em percentual.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Iniciado o estudo ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o    pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa do Centro de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas    e de Sa&uacute;de do Curso de Medicina da Universidade Estadual do Par&aacute;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados foram processados e analisados com aux&iacute;lio    do programa Microsoft Excel, vers&atilde;o 6.0.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v20n1/1a07t1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v20n1/1a07t2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v20n1/1a07t3.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v20n1/1a07t4.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="tab5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v20n1/1a07t5.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os rec&eacute;m-nascidos de MBP constituem fator    muito importante na sobreviv&ecirc;ncia infantil, uma vez que o risco de morte    nesse grupo aumenta &agrave; medida que diminui o peso de nascimento <sup>1,2,4,5,14</sup>.    Fatores como a prematuridade, idade materna, desnutri&ccedil;&atilde;o intrauterina    e defici&ecirc;ncia na assist&ecirc;ncia pr&eacute;-natal s&atilde;o considerados    de risco para o baixo peso ao nascer e conseq&uuml;ente aumento na morbi-mortalidade    neonatal <sup>12,15,19,20</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A <a href="#tab1">TABELA I</a> demonstra que    a popula&ccedil;&atilde;o estudada apresentou m&eacute;dia de peso ao nascer    de 1.133,2g, tempo m&eacute;dio de interna&ccedil;&atilde;o de 19 dias e a maioria    do sexo masculino que nasceu sem assist&ecirc;ncia pr&eacute;-natal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados deste estudo demonstram elevada freq&uuml;&ecirc;ncia    de rec&eacute;m-nascidos de muito baixo peso (<a href="#tab2">TABELA II</a>)    quando comparada aos relatos da literatura <sup>1,6,7</sup>. Essa elevada freq&uuml;&ecirc;ncia    pode estar relacionada &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es s&oacute;cio-econ&ocirc;micas    prec&aacute;rias, gravidez m&uacute;ltipla, estresse durante a gesta&ccedil;&atilde;o    e, especialmente, &agrave; defici&ecirc;ncia na assist&ecirc;ncia pr&eacute;-natal,    que &eacute; seguramente um dos aspectos mais importantes na redu&ccedil;&atilde;o    da incid&ecirc;ncia de rec&eacute;m-nascidos com peso igual ou inferior a 1.500g.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="#tab3">TABELA III</a> observa-se    que a infec&ccedil;&atilde;o hospitalar ocorreu como complica&ccedil;&atilde;o    mais freq&uuml;ente. Embora a literatura nacional e internacional demonstre    que o risco de adquirir infec&ccedil;&atilde;o &eacute; maior quanto menor o    peso de nascimento, este estudo evidenciou uma incid&ecirc;ncia elevada de infec&ccedil;&atilde;o    hospitalar em neonatos com peso superior a 1250g <sup>10,16,17</sup>. Acredita-se    que esse fato pode ser explicado pelas diferentes condi&ccedil;&otilde;es do    ambiente hospitalar ao qual o neonato est&aacute; exposto e relaciona-se diretamente    com a qualidade do servi&ccedil;o hospitalar prestado, que inclui o n&uacute;mero    suficiente de profissionais de sa&uacute;de em rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero    de rec&eacute;m-nascidos internados, lavagem adequada das m&atilde;os, assepsia    de material, &aacute;rea f&iacute;sica e n&uacute;mero de leitos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A s&iacute;ndrome do desconforto respirat&oacute;rio    esteve presente como a segunda complica&ccedil;&atilde;o mais freq&uuml;ente    (<a href="#tab3">TABELA III</a>), com um percentual maior que os valores apresentados    na literatura. Melhorias no atendimento &agrave; gestante e ao rec&eacute;m-nascido    podem levar &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da incid&ecirc;ncia dessa complica&ccedil;&atilde;o,    pois, apesar dos avan&ccedil;os significativos nos cuidados perinatais, a mesma    continua sendo uma das causas mais freq&uuml;entes de morbidade entre os neonatos    com peso igual ou inferior a 1.500g <sup>19,22</sup>. Ainda na <a href="#tab3">TABELA    III</a>, chama a aten&ccedil;&atilde;o a an&oacute;xia perinatal como complica&ccedil;&atilde;o    importante entre os rec&eacute;m-nascidos de muito baixo peso, com um percentual    superior ao encontrado por Marino (2001)<sup>23</sup> em estudo descritivo de    123 rec&eacute;m-nascidos de muito baixo peso em uma maternidade do Estado de    S&atilde;o Paulo. Esse dado indica a necessidade de reformula&ccedil;&atilde;o    do atendimento &agrave; m&atilde;e e ao rec&eacute;m-nascido na sala de parto.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O tocotraumatismo tamb&eacute;m ocorreu como    complica&ccedil;&atilde;o importante nesse estudo, concordando com o relato    feito por Brenelli et al (1992)<sup>20</sup>. Essa complica&ccedil;&atilde;o    apresentou-se com um percentual significativo, provavelmente em decorr&ecirc;ncia    de assist&ecirc;ncia <i>intrapartum</i> deficiente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Observa-se na <a href="#tab3">TABELA III</a>    a hipoglicemia como o principal dist&uacute;rbio metab&oacute;lico diagnosticado.    Esses dados est&atilde;o de acordo com a literatura que afirma ser esse o dist&uacute;rbio    metab&oacute;lico mais freq&uuml;ente no per&iacute;odo neonatal <sup>24</sup>,    fato que ressalta a necessidade de abordagem laboratorial precoce dessa altera&ccedil;&atilde;o,    devendo-se, sempre que poss&iacute;vel, iniciar a alimenta&ccedil;&atilde;o    precoce com leite materno.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Observando a <a href="#tab3">TABELA III</a>,    chama aten&ccedil;&atilde;o &agrave; baixa freq&uuml;&ecirc;ncia de hemorragia    periventricular, diagnosticada em apenas 1,5% dos casos, dado que contraria    os relatos da literatura que descrevem cerca de 30% dessa complica&ccedil;&atilde;o    entre os rec&eacute;m-nascidos de muito baixo peso <sup>12</sup>. Acredita-se    que tal ocorr&ecirc;ncia esteja relacionada &agrave; n&atilde;o realiza&ccedil;&atilde;o    de controle sistem&aacute;tico atrav&eacute;s de ultrasonografia transfontanela,    m&eacute;todo importante no diagn&oacute;stico precoce dessa grave complica&ccedil;&atilde;o    que poder&aacute; no futuro influenciar negativamente no desenvolvimento desses    rec&eacute;m-nascidos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Considerou-se elevada a taxa de letalidade (<a href="#tab4">TABELA    IV</a>) quando comparada aos estudos de Trindade, Corrales, Bentlin e Rugolo    na Faculdade de Medicina de Botucatu (2000) <sup>15</sup> e de Marino (2001)    <sup>23</sup> em uma maternidade de S&atilde;o Paulo. Esse fato pode estar relacionado    &agrave;s defici&ecirc;ncias inerentes ao pr&oacute;prio rec&eacute;mnascido    criticamente doente e as v&aacute;rias complica&ccedil;&otilde;es relacionadas    a prematuridade, o que leva &agrave; interna&ccedil;&otilde;es prolongadas e    ao uso freq&uuml;ente de procedimentos invasivos, aumentando o risco para a    aquisi&ccedil;&atilde;o de infec&ccedil;&atilde;o e morte. Al&eacute;m disso,    a defici&ecirc;ncia na qualidade da assist&ecirc;ncia perinatal em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; disponibilidade de recursos humanos e tecnol&oacute;gicos, pode contribuir    para o pior progn&oacute;stico do rec&eacute;m-nascido de muito baixo peso.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Comprovou-se a infec&ccedil;&atilde;o hospitalar    como a principal causa de morte (<a href="#tab5">TABELA V</a>), estando de acordo    com o relato de Stoll (2000)<sup>16,17</sup> que apresentou varia&ccedil;&atilde;o    de 4 a 56% na taxa de mortalidade neonatal associada &agrave; infec&ccedil;&atilde;o.    Medidas importantes como equipe assistencial treinada e em n&uacute;mero suficiente,    lavagem adequada das m&atilde;os, desinfec&ccedil;&atilde;o dos equipamentos    utilizados no manuseio do rec&eacute;m-nascido, &aacute;rea f&iacute;sica apropriada,    est&iacute;mulo ao alojamento conjunto e &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o    com leite materno, influenciam significativamente no n&uacute;mero de &oacute;bitos    por infec&ccedil;&atilde;o entre os rec&eacute;m-nascidos de muito baixo peso.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&Eacute; importante o conhecimento da freq&uuml;&ecirc;ncia    de rec&eacute;m-nascidos de muito baixo peso internados na unidade de cuidados    neonatais do Hospital Funda&ccedil;&atilde;o Santa Casa de Miseric&oacute;rdia    do Par&aacute;, bem como a principal causa de &oacute;bito e afec&ccedil;&otilde;es    mais freq&uuml;entes entre essa popula&ccedil;&atilde;o. Isso permitir&aacute;    n&atilde;o s&oacute; reconhecer quais as mortes que poderiam ser evitadas, com    mudan&ccedil;as de condutas assistenciais e aprimoramento na abordagem preventiva    e terap&ecirc;utica, como tamb&eacute;m ir&aacute; auxiliar na defini&ccedil;&atilde;o    das prioridades na organiza&ccedil;&atilde;o da assist&ecirc;ncia perinatal    dessa popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados deste estudo demonstraram elevada freq&uuml;&ecirc;ncia    de rec&eacute;m-nascidos de muito baixo peso que tiveram como principal complica&ccedil;&atilde;o    e causa de &oacute;bito a infec&ccedil;&atilde;o hospitalar, fato que resultou    em elevada taxa de letalidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Portanto a preven&ccedil;&atilde;o do nascimento    de rec&eacute;m-nascidos de muito baixo peso dever&aacute; ser uma das prioridades    na assist&ecirc;ncia pr&eacute;-natal, pois, seguramente, &eacute; um dos aspectos    mais importante na redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade infantil.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. MARIOTONI GGB, BARROS FILHO AA. Peso ao nascer    e mortalidade hospitalar entre nascidos vivos,1975-1996. <i>Rev Sa&uacute;de    P&uacute;blica</i> 2000; 34(1): 71-6.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2. MENEZES AMB, BARROS FC, VICTORA CG, TOMASI    E, HALPERN R, OLIVEIRA ALB. Fatores de risco para mortalidade perinatal em Pelotas,    RS, 1993. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 1998; 32(3): 209-16.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3. UNICEF Indicadores b&aacute;sicos. 2000. Dispon&iacute;vel    na world wide web &lt;<a href="http://unicef.org.br">http://unicef.org.br</a>.    Acessado em 11 de setembro de 2003.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4. SERRA SOA, VIEIRA MA, SCOCHI CGS. 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Risk factors for the increasing trend in low birth weight among live births    born by vaginal delivery, Brazil. <i>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</i> 2000;    34(6): 596-602.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">8. NASCIMENTO LFC, GOTLIEB SLD. Fatores de risco    para o baixo peso ao nascer com base em informa&ccedil;&otilde;es da declara&ccedil;&atilde;o    de nascido vivo em Guaratinguet&aacute;, SP, no ano de 1998. Informe Epidemiol&oacute;gico    do SUS 2001;10(3): 113-20.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">9. HOLANDA MRR, FALC&Atilde;O AR, MAIA CRS, DANTAS    MT, BRITO MHM, FONSECA SMD. Preval&ecirc;ncia de microorganismos isolados em    hemoculturas de rec&eacute;m-nascidos internados em uma UTI neonatal. In: 17&ordm;    Congresso brasileiro de perinatologia; 2001; Florian&oacute;polis (SC). Anais.    2001. p.157 .</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10. MUSSI-PINHATA MM, NASCIMENTO SD. 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Dispon&iacute;vel na world wide web&lt;<a href="http://www.cibersaude.com.br/revistas.asp?fase=r002&id_edicao=95">http://www.cibersaude.com.br/revistas.asp?fase=r002&amp;id_edicao=95</a></font><font size="2" face="Verdana">.    Acessado em 13 de setembro de 2003.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">14. TURRINI RNT, SANTO AH. Infec&ccedil;&atilde;o    hospitalar e causas m&uacute;ltiplas de morte. <i>J Pediatr</i> 2002; 78(6):    485-90.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">15. TRINDADE CEP, CORRALES CM, BENTLIN MR, RUGOLO    JR. A. Morbi-mortalidade de rec&eacute;m-nascidos de pr&eacute;-termo de muito    baixo peso da faculdade de medicina de Botucatu-UNESP. Compara&ccedil;&atilde;o    entre os per&iacute;odos de 1990-1993 e 1994-1997. In: Congresso brasileiro    de pesquisa em sa&uacute;de da crian&ccedil;a e do adolescente. Congresso brasileiro    sobre o ensino em pediatria; 2000; S&atilde;o Paulo (SP). Anais. 2000. p.78.    (15)</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">16. STOLL BJ, GORDON T, KORONES SB, SHANKARAN    S, TYSON JE, BAUER CR, ET AL. Early-onset sepsis in very low birth weight neonates:    a report from the national institute of child health and human development neonatal    research network. <i>The Journal of Pediatrics</i> 1996; 129(1): 72-80.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">17. STOLL BJ, HANSEN N, FANAROFF AA, WRIGHT LL,    CARLO WA, EHRENKRANZ RA, ET AL. Late-onset sepsis in very low birth weight neonates:    the experience of the NICHD neonatal research network. <i>Pediatrics</i> 2002;    110(2): 285-91.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">18. STOLL BJ, HANSEN N, FANAROFF AA, WRIGHT LL,    CARLO WA, EHRENKRANZ RA, ET AL. Changes in pathogens causing early-onset sepsis    in very low birth weight infants. <i>The New England Journal of Medicine</i>    2002; 347(4): 240-6.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">19. 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Acessado em 18 de setembro de 2003.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="/img/revistas/rpm/v20n1/seta.gif" border="0"></a>    Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Hospital Funda&ccedil;&atilde;o Santa Casa de Miseric&oacute;rdia do Par&aacute;    <br>   Rua Oliveira Bello, 395 - Umarizal    <br>   CEP 66050-380 - Bel&eacute;m - Par&aacute;    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   e-mail: <a href="mailto:salmasaraty@terra.com.br">salmasaraty@terra.com.br</a>    <br>   Fone: (91) 4009-2224 Fax: (91) 4009-2271</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido em 07.12.2005    <br>   Aprovado em 29.03.2006</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="nota"></a><a href="#topo"><sup>1</sup></a>Trabalho    realizado na Unidade Neonatal do Hospital Funda&ccedil;&atilde;o Santa Casa    de Miseric&oacute;rdia do Par&aacute;</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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