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<institution><![CDATA[,Pesquisador do Instituto Evandro Chagas, Ambulatório/Laboratório de Ensaios Clínicos em Malária/SVS/MS, Doutor em Medicina  ]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b><a name="topo"></a>ARTIGO ESPECIAL</b></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Aspecto hist&oacute;rico da mal&aacute;ria<a href="#nota"><sup>1</sup></a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Maria de Nazar&eacute; Almeida Rocha<sup>I</sup>; Eleonora    A. P. Ferreira<sup>II</sup>; Jos&eacute; Maria de Souza<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Mestre e Doutoranda do Curso de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o    em Teoria e Pesquisa do Comportamento da UFPA    <br> <sup>II</sup>Doutora em Psicologia pela UNB e Professora do Curso de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o    em Teoria e Pesquisa do Comportamento da UFPA    <br> <sup>III</sup>Pesquisador do Instituto Evandro    Chagas, Ambulat&oacute;rio/Laborat&oacute;rio de Ensaios Cl&iacute;nicos em    Mal&aacute;ria/SVS/MS, Doutor em Medicina</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os pa&iacute;ses envolvidos com a 1<sup>a</sup> Guerra    Mundial   reportaram grandes baixas em decorr&ecirc;ncia da mal&aacute;ria.   Esse fato estimulou a pesquisa, especialmente na   Europa, visando encontrar medidas eficazes no combate   e controle da doen&ccedil;a.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De fato, a mal&aacute;ria foi identificada como    &quot;<i>a doen&ccedil;a que causou mais mal ao maior n&uacute;mero de na&ccedil;&otilde;es    do Continente</i>&quot; pela XI Confer&ecirc;ncia Sanit&aacute;ria Pan- Americana,    em 1942.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O uso do diclorodifeniltricloroetano (DDT), inseticida    de a&ccedil;&atilde;o residual, foi elemento importante no controle da mal&aacute;ria    durante a segunda Guerra Mundial. Este inseticida, borrifado nos domic&iacute;lios    semestralmente, foi uma das principais interven&ccedil;&otilde;es na tentativa    de erradicar a doen&ccedil;a<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por&eacute;m, a utiliza&ccedil;&atilde;o do DDT    foi abandonada em   virtude dos preju&iacute;zos causados ao ecossistema. Os   ambientalistas argumentaram que seu principal   problema &eacute; a a&ccedil;&atilde;o indiscriminada, que atinge tanto as   pragas quanto o resto da fauna e flora da &aacute;rea afetada<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 1942, criou-se no n&iacute;vel federal, para    controlar a doen&ccedil;a, o Servi&ccedil;o Especial de Sa&uacute;de P&uacute;blica    (SESP), na regi&atilde;o amaz&ocirc;nica e no Vale do Rio S&atilde;o Francisco,    e o Servi&ccedil;o Anti-Mal&aacute;ria do Estado de S&atilde;o Paulo. O objetivo    foi alcan&ccedil;ado e em 1970 foram notificados apenas 52.500 casos de mal&aacute;ria,    sendo 73% na Regi&atilde;o Amaz&ocirc;nica<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em cumprimento ao estabelecido pela XVIII   Assembl&eacute;ia Mundial da Sa&uacute;de, no M&eacute;xico em 1955,   foi aprovada a cria&ccedil;&atilde;o de uma campanha de erradica&ccedil;&atilde;o   da mal&aacute;ria.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nos anos 70, surge no pa&iacute;s novo perfil    demogr&aacute;fico com mudan&ccedil;as ecol&oacute;gicas decorrentes da instala&ccedil;&atilde;o    de projetos de coloniza&ccedil;&atilde;o na Regi&atilde;o Amaz&ocirc;nica<sup>1</sup>.    Isso contribuiu para o recrudescimento da mal&aacute;ria e o surgimento de epidemias    localizadas, principalmente, nas zonas de garimpo, em &aacute;reas habitacionais    dos projetos de coloniza&ccedil;&atilde;o e em canteiro de obras<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O empenho na erradica&ccedil;&atilde;o mundial    da mal&aacute;ria,   apoiada pela Organiza&ccedil;&atilde;o Pan-Americana da Sa&uacute;de   (OPAS) at&eacute; 1992, concentrou-se no combate aos   mosquitos. Essa linha de a&ccedil;&atilde;o foi substitu&iacute;da pela   Estrat&eacute;gia Mundial de Luta contra a Mal&aacute;ria, formulada   para: (a) fornecer diagn&oacute;stico precoce, efetivo e   tratamento imediato e eficaz da doen&ccedil;a; (b) planejar e   implementar medidas preventivas seletivas e   sustent&aacute;veis, incluindo o controle de vetores; (c) detectar   cedo a doen&ccedil;a, conter ou prevenir as epidemias; (d)   fortalecer as capacidades locais na investiga&ccedil;&atilde;o aplicada   e b&aacute;sica para permitir e promover a avalia&ccedil;&atilde;o regular   da situa&ccedil;&atilde;o da mal&aacute;ria de um pa&iacute;s, em particular    os   fatores ecol&oacute;gicos, sociais e econ&ocirc;micos determinantes   da doen&ccedil;a<sup>4</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">De acordo com a OPAS foram registrados   1.187.316 casos da doen&ccedil;a nas Am&eacute;ricas em 1992<sup>5</sup>.   Por&eacute;m, observamos que a situa&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica    da   mal&aacute;ria tem se agravado nas ultimas d&eacute;cadas, mesmo   na presen&ccedil;a das medidas vinculadas aos programas   oficiais de controle.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Brasil, a partir de 1993, mudou a estrat&eacute;gia    de erradica&ccedil;&atilde;o para um controle integrado da mal&aacute;ria por    meio de: diagn&oacute;stico - precoce e preciso - e tratamento - imediato e    eficaz - dos casos; escolha seletiva de objetivos, estrat&eacute;gias e m&eacute;todos    espec&iacute;ficos de controle ajustados &agrave;s caracter&iacute;sticas particulares    da transmiss&atilde;o existentes em cada localidade<sup>6</sup>. Essas novas medidas adotadas    parecem que n&atilde;o foram suficientes para conter o avan&ccedil;o da doen&ccedil;a.    Pois, na Amaz&ocirc;nia, a incid&ecirc;ncia da mal&aacute;ria voltou a crescer    registrando 635.644 (IPA 31,9) casos at&eacute; o final de 1999. Essa reincid&ecirc;ncia    apresentou como agravante maior letalidade e resist&ecirc;ncia do agente etiol&oacute;gico    aos esquemas terap&ecirc;uticos utilizados<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No Brasil, 99% dos casos existentes, concentram-se    na Amaz&ocirc;nia, formada pelos Estados do Acre, Amap&aacute;, Amazonas, Maranh&atilde;o,    Mato Grosso, Par&aacute;, Rond&ocirc;nia, Roraima e Tocantins<sup>1 e 6</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na Amaz&ocirc;nia Legal, em 1999, o Plano de    Intensifica&ccedil;&atilde;o das A&ccedil;&otilde;es de Controle da Mal&aacute;ria    (PIACM), estabeleceu como meta a redu&ccedil;&atilde;o da incid&ecirc;ncia de    mal&aacute;ria em 50% at&eacute; o final de 2001, em fun&ccedil;&atilde;o do    elevad&iacute;ssimo n&uacute;mero de casos. Para os gastos com esse Plano, o    Governo Federal liberou uma verba de R$ 103,4 milh&otilde;es e coube aos estados    e munic&iacute;pios a contribui&ccedil;&atilde;o de R$ 36,6 milh&otilde;es<sup>6</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como resultado desse Plano, no Estado do Par&aacute;,    houve uma redu&ccedil;&atilde;o de 34,01% no n&uacute;mero de l&acirc;minas    positivas, no per&iacute;odo 1999-2001<sup>6</sup>. Em 2002, foram observadas    apenas 183.574 l&acirc;minas positivas<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em seq&uuml;&ecirc;ncia ao PIACM, o governo brasileiro    criou o Programa Nacional de Controle da Mal&aacute;ria (PNCM), com o objetivo    de fornecer diretrizes aos governos: federal, estadual e municipal, em parceria    com a sociedade organizada, para desenvolver atividades de controle da doen&ccedil;a.    Essa iniciativa melhorou tanto a estrutura das unidades de sa&uacute;de quanto    o controle dos riscos de transmiss&atilde;o da doen&ccedil;a na Regi&atilde;o<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar das descobertas de novos produtos, e novas    estrat&eacute;gias de tratamento, a doen&ccedil;a ainda apresenta &iacute;ndice    de incid&ecirc;ncia muito elevado<sup>4</sup>. Tal fato refor&ccedil;a a necessidade    de se criar medidas de preven&ccedil;&atilde;o e controle da doen&ccedil;a atrav&eacute;s    de estrat&eacute;gias pedag&oacute;gicas que permitam a mudan&ccedil;a de comportamento    e que reforcem a participa&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria na ades&atilde;o    ao tratamento e na an&aacute;lise preliminar dos fatores de riscos das popula&ccedil;&otilde;es    afetadas. Acreditamos que apenas com continuidade dessas a&ccedil;&otilde;es,    somadas ao surgimento de novas pesquisas reveladoras de melhores estrat&eacute;gias,    novos produtos e tratamentos, poder&iacute;amos sonhar com uma erradica&ccedil;&atilde;o    efetiva da doen&ccedil;a.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">01. BRASIL. MINIST&Eacute;RIO DA SA&Uacute;DE/    SECRETARIA DE VIGIL&Acirc;NCIA EM SA&Uacute;DE (2003) Programa Nacional de Preven&ccedil;&atilde;o    e Controle da Mal&aacute;ria (PNCM). Bras&iacute;lia.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">02. AMBIENTE BRASIL S/S LTDA. DDT - Dicloro-difenil-tricloroetano    (2005). Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.ambientebrasil.com.br/" target="_blank">www.    webmaster@ambientebrasil.com.br</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">03. SILVA, IBA. (2003). Mal&aacute;ria vivax:    Manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e laboratoriais relacionadas com    o fator de necrose tumoral alfa. Disserta&ccedil;&atilde;o de doutorado apresentada    ao Centro de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas da Universidade Federal do Par&aacute;,    Bel&eacute;m-PA.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">04. ORGANIZA&Ccedil;&Atilde;O PAN-AMERICANA DA    SA&Uacute;DE (2005). 136<sup>a</sup>. Sess&atilde;o do Comit&ecirc; Executivo.    Mal&aacute;ria e Objetivos de desenvolvimento do Milenium. Buenos Aires, Argentina.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">05. DE SOUZA, JM. (1997). Mal&aacute;ria. In.    Le&atilde;o, RNQ. (Cord.). <i>Doen&ccedil;as Infecciosas e Parasit&aacute;rias:    Enfoque Amaz&ocirc;nico</i>. Bel&eacute;m: CEJUP; UEPA; Instituto Evandro Chagas.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">06. COUTO, AARA. (2001). Caracteriza&ccedil;&atilde;o    de Cepas de Plasmodium falciparum e Monitora&ccedil;&atilde;o Longitudinal da    Resist&ecirc;ncia &agrave;s Drogas em Duas &Aacute;reas da Amaz&ocirc;nia Brasileira.    Tese de doutorado apresentada &agrave; Universidade Federal do Par&aacute; e    Museu Paraense Emilio Goeldi, Bel&eacute;m-Par&aacute;.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="/img/revistas/rpm/v20n3/seta.gif" border="0"></a>Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia    <br>   </b>Maria de Nazar&eacute; Almeida Rocha    <br>   Trav. Angustura, 3669, Marco    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   CEP 66095040, Bel&eacute;m PA.    <br>   Fone: 3276.5756    <br>   Celular: (91) 91122094 - <a href="mailto:mnar@amazom.com.br">Email: mnar@amazom.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="nota"></a><a href="#topo"><sup>1</sup></a>    Trabalho realizado nas Comunidades S&atilde;o Pedro, S&atilde;o Jo&atilde;o    e Santa Maria localizadas no Lago do Reservat&oacute;rio da Usina Hidrel&eacute;trica    de Tucuru&iacute;, Munic&iacute;pio de Tucuru&iacute;, Par&aacute;</font></p>      ]]></body><back>
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<collab>BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE^dSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE</collab>
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