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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Triagem urinária para erros inatos do metabolismo em crianças com atraso no desenvolvimento]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Professora Assistente II do Departamento Matemo-InfantillI/CCS/UFPA  ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Coordenadora Clínica do Centro de Referência de Erros Inatos do Metabolismo/UNIFESP Professora Adjunto da Universidade Federal de São Paulo ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Coordenadora do Laboratório do Centro de Referência de Erros natos do Metabolismo/UNIFESP Professora Adjunto da Universidade Federal de São Paulo ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Chefe do Laboratório de Erros Inatos do Metabolismo/CCB/FPA Professor Adjunto do Departamento de Fisiologia/CCB/UFPA ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVES: to investigate the frequency of positive urinary screening for inborn errors of metabolism among children with delayed development and to correlate clinical characteristics of the population studied with the screening results. METHODS: this was a cross-sectional descriptive study, performed within the Early Stimulation Program of the Mother-Child and Adolescent Referral Unit of the State of Pará, on 197 children with delays development, by means of undertaking qualitative urine tests. RESULTS: around 52.8% (104/197) of the patients presented positive results for at least one test. Children originating from other municipalities outside of Belém, the State Capital, had a higher proportion of positive tests, with p=0.003*. There was a higher proportion of positive tests when similar cases were reported in the family, or when there were stillbirths or deaths among siblings. Among the clinical manifestations investigated, convulsions and feeding problems had prominent frequencies. CONCLUSIONS: the results encountered show the relevance of research regarding inborn errors of metabolism among children with delayed development. Urinary screening is also an important laboratory tool for use in initial investigations.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Erros inatos do metabolismo]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="verdana"><b><a name="topo"></a>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b><font size="4">Triagem urin&aacute;ria para    erros inatos do metabolismo em crian&ccedil;as com atraso no desenvolvimento</font></b><a href="#nota"><sup><font size="3">1</font></sup></a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Urinary screening for inborn errors of metabolism    among children with delayed development</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Isabel Cristina Neves de Souza<sup>I</sup>;    Ana Maria Martins<sup>II</sup>; V&acirc;nia D'Almeida<sup>III</sup>; Luiz Carlos    Santana da Silva<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><sup>I</sup>Professora Assistente II do Departamento    Matemo-InfantillI/CCS/UFPA    <br>   <sup>II</sup>Professora Adjunto da Universidade Federal de S&atilde;o Paulo.    Coordenadora Cl&iacute;nica do Centro de Refer&ecirc;ncia de Erros Inatos do    Metabolismo/UNIFESP    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Professora Adjunto da Universidade Federal de S&atilde;o Paulo.    Coordenadora do Laborat&oacute;rio do Centro de Refer&ecirc;ncia de Erros natos    do Metabolismo/UNIFESP    <br>   <sup>IV</sup>Professor Adjunto do Departamento de Fisiologia/CCB/UFPA. Chefe    do Laborat&oacute;rio de Erros Inatos do Metabolismo/CCB/FPA</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b><i>OBJETIVOS:</i></b><i> verificar a freq&uuml;&ecirc;ncia    de positivos na triagem urin&aacute;ria para erros inatos do metabolismo, em    crian&ccedil;as com atraso no desenvolvimento e correlacionar aspectos cl&iacute;nicos    da popula&ccedil;&atilde;o estudada com os resultados da triagem.    <br>   <b>M&Eacute;TODO</b>: estudo transversal, descritivo, realizado no Programa    de Estimula&ccedil;&atilde;o Precoce da Unidade de Refer&ecirc;ncia Materno-Infantil    e Adolescente do Estado do Par&aacute;, em 197 crian&ccedil;as com atraso no    desenvolvimento, atrav&eacute;s da realiza&ccedil;&atilde;o de teste, qualitativos    de urina.    <br>   <b>RESULTADOS</b>: cerca de 52,8% dos pacientes apresentaram resultados positivos    para, pelo menos, um teste. As crian&ccedil;as oriundas de outros munic&iacute;pios    do Estado do Par&aacute; detiveram maior propor&ccedil;&atilde;o de positivos,    com p=0,003*. Dentre as manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas investigadas,    as convuls&otilde;es os problemas de alimenta&ccedil;&atilde;o destacaram-se    pela freq&uuml;&ecirc;ncia.    <br>   <b>CONCLUS&Otilde;ES</b>: os resultados encontrados mostram a relev&acirc;ncia    da pesquisa de erros inatos do metabolismo em crian&ccedil;as com atraso no    desenvolvimento. A triagem urin&aacute;ria ainda &eacute; um recurso laboratorial    importante a ser utilizado, na investiga&ccedil;&atilde;o inicial de erros inatos.</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><b>Descritores:</b> Erros inatos do metabolismo,    triagem urin&aacute;ria, atraso no desenvolvimento.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>OBJECTIVES:</b> to investigate the frequency    of positive urinary screening for inborn errors of metabolism among children    with delayed development and to correlate clinical characteristics of the population    studied with the screening results.    <br>   <b>METHODS:</b> this was a cross-sectional descriptive study, performed within    the Early Stimulation Program of the Mother-Child and Adolescent Referral Unit    of the State of Par&aacute;, on 197 children with delays development, by means    of undertaking qualitative urine tests.    <br>   <b>RESULTS:</b> around 52.8% (104/197) of the patients presented positive results    for at least one test. Children originating from other municipalities outside    of Bel&eacute;m, the State Capital, had a higher proportion of positive tests,    with p=0.003*. There was a higher proportion of positive tests when similar    cases were reported in the family, or when there were stillbirths or deaths    among siblings. Among the clinical manifestations investigated, convulsions    and feeding problems had prominent frequencies.<b>    <br>   CONCLUSIONS:</b> the results encountered show the relevance of research regarding    inborn errors of metabolism among children with delayed development. Urinary    screening is also an important laboratory tool for use in initial investigations.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Key words:</b> inborn errors of metabolism,    urinary screening, delayed development.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">A primeira descri&ccedil;&atilde;o dos erros    inatos do metabolismo (EIM) ocorreu h&aacute; um s&eacute;culo, tempo em que    a ci&ecirc;ncia b&aacute;sica e a tecnologia obtiveram grandes progressos contribuindo    para um maior conhecimento sobre a patog&ecirc;nese das doen&ccedil;as metab&oacute;licas    heredit&aacute;rias (DMH) e, conseq&uuml;entemente, para o diagn&oacute;stico,    manejo, tratamento e aconselhamento gen&eacute;tico dessas doen&ccedil;as.<sup>7,2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os EIM comp&otilde;em um vasto grupo de dist&uacute;rbios    gen&eacute;ticos ocasionados por defici&ecirc;ncias enzim&aacute;ticas espec&iacute;ficas    ou decorrentes de falhas no transporte de prote&iacute;nas, que podem levar    ao ac&uacute;mulo de subst&acirc;ncias, normalmente, presentes em pequena quantidade,    a defici&ecirc;ncia de produtos intermedi&aacute;rios cr&iacute;ticos, a defici&ecirc;ncia    de produtos finais espec&iacute;ficos ou ainda o excesso prejudicial de vias    metab&oacute;licas acess&oacute;rias.<sup>14</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A detec&ccedil;&atilde;o dos EIM &eacute; realizada,    em parte, por programas de triagem neonatal, mas a grande maioria depende, essencialmente,    da suspeita cl&iacute;nica, visto que, os sintomas, geralmente, n&atilde;o s&atilde;o    espec&iacute;ficos. Cerca de 30% dos erros inatos do metabolismo cursam com    anormalidades neurol&oacute;gicas.<sup>26,5,6,16</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A triagem urin&aacute;ria para erros inatos do    metabolismo (TEIM) tem se mostrado v&aacute;lida, ainda neste tipo de investiga&ccedil;&atilde;o,    pois &eacute; simples de realizar, possui baixo custo, com uma sensibilidade    em torno de 67,4% e efici&ecirc;ncia de 80,4%. A TEIM abrange alguns testes    qualitativos na urina, &uacute;teis para detectar um grande n&uacute;mero de    altera&ccedil;&otilde;es no metabolismo dos amino&aacute;cidos, dos carboidratos,    dos &aacute;cidos org&acirc;nicos, dos glicosaminoglicanos e das porfirinas.<sup>22,10,8</sup></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>OBJETIVO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">- Verificar a freq&uuml;&ecirc;ncia de positivos    na triagem urin&aacute;ria para EIM, em crian&ccedil;as com atraso no desenvolvimento,    matriculadas no Programa de Estimula&ccedil;&atilde;o Precoce da Unidade de    Refer&ecirc;ncia Materno Infantil e Adolescente (URE-MIA)/ SESPA.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">- Correlacionar aspectos cl&iacute;nicos da popula&ccedil;&atilde;o    estudada com os resultados da triagem para EIM.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">O estudo transversal descritivo realizado no    Programa de Estimula&ccedil;&atilde;o Precoce da URE-MIA/ Secretaria Estadual    de Sa&uacute;de do Estado do Par&aacute; (SESPA), que atende crian&ccedil;as    at&eacute; 7 anos com atraso no desenvolvimento.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A casu&iacute;stica estudada foi de 197 crian&ccedil;as,    com idade compreendida entre 01 a 83 meses, atendidas no Programa de Estimula&ccedil;&atilde;o    Precoce, per&iacute;odo de 27 de novembro de 2000 a 9 de novembro de 2001.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Exclu&iacute;das do estudo: duas crian&ccedil;as    que eram atendidas, por&eacute;m, n&atilde;o matriculadas no Programa de Estimula&ccedil;&atilde;o    Precoce; cinco casos de atraso no desenvolvimento, associados ao aspecto facial    t&iacute;pico e outros dismorfismos que caracterizavam doen&ccedil;a gen&eacute;tica    n&atilde;o metab&oacute;lica, classicamente, conhecida (4 de S&iacute;ndrome    de Down e 1 de Cri-du-chat) e tr&ecirc;s casos de doen&ccedil;as diagnosticadas    pelo teste do pezinho (2 de hipotiroidismo cong&ecirc;nito e 1 de fenilceton&uacute;ria)    j&aacute; em tratamento.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Atendidos os crit&eacute;rios &eacute;ticos da    pesquisa em seres humanos, foram utilizados termos de consentimento livre e    esclarecido para todos os casos, previamente, &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o    de entrevista. As informa&ccedil;&otilde;es obtidas foram complementadas com    consulta de prontu&aacute;rio.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A Triagem Urin&aacute;ria para Erros Inatos do    Metabolismo foi realizada no Laborat&oacute;rio de Erros Inatos do Metabolismo    do Departamento de Fisiologia (Centro de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas -    Universidade Federal do Par&aacute;). Os testes realizados abrangeram 11 provas    de an&aacute;lise bioqu&iacute;mica do tipo qualitativa na urina, de acordo    com os cl&aacute;ssicos trabalhos de Buist (1968) e Thomas, Howell (1973), que    seriam Rea&ccedil;&atilde;o de Benedict, rea&ccedil;&atilde;o do Brometo de    Cetil-trimedil-am&ocirc;nio (BCTMA), rea&ccedil;&atilde;o da Dinitrofenilhidrazina,    teste do Cloreto F&eacute;rrico, rea&ccedil;&atilde;o do Nitrosonaftol, rea&ccedil;&atilde;o    do Millon, rea&ccedil;&atilde;o de Erlich, rea&ccedil;&atilde;o da Paranitroanilina,    rea&ccedil;&atilde;o do Cianeto-nitroprussiato, teste do Nitroprussiato de Prata    e rea&ccedil;&atilde;o do Azul de Toluidina. <sup>4,27</sup> Os dados coletados    atrav&eacute;s do formul&aacute;rio de pesquisa e os resultados dos testes de    triagem para erros inatos do metabolismo foram organizados em planilha, do programa    Microsoft Excel, vers&atilde;o 2000. A an&aacute;lise dos resultados foi realizada    com a aplica&ccedil;&atilde;o do teste do Qui-quadrado, fixando-se em 0,05,    o n&iacute;vel de rejei&ccedil;&atilde;o da hip&oacute;tese de nulidade.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os resultados significantes foram caracterizados    com um asterisco (*)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os resultados obtidos demonstraram que 52,8%    (104/197) apresentaram resultados positivos para pelo menos um teste; 32% foram    negativos e 15,2% foram considerados duvidosos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Na distribui&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as    estudadas de acordo com a proced&ecirc;ncia e a triagem para EIM, destaca-se    que 53,8% eram de outros munic&iacute;pios do Estado do Par&aacute;. Houve diferen&ccedil;a,    estatisticamente, significante com p=0,003* na correla&ccedil;&atilde;o das    duas vari&aacute;veis (proced&ecirc;ncia e TEIM).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">A consang&uuml;inidade dos pais foi observada    em 7,6%. Quanto &agrave; ocorr&ecirc;ncia de abortos, natimortos e &oacute;bitos    em irm&atilde;os corresponderam a 14%, 6,1% e 8,7% respectivamente.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A an&aacute;lise das manifesta&ccedil;&otilde;es    cl&iacute;nicas mais freq&uuml;entes em indiv&iacute;duos com suspeita de um    erro inato do metabolismo mostrou que 59% apresentavam convuls&otilde;es e 52%    tinham problemas de alimenta&ccedil;&atilde;o, o que pode ser observado no <a href="#graf1">gr&aacute;fico    1</a>.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><a name="graf1"></a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n2/2a05graf1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Os EEG e as tomografias do cr&acirc;nio realizadas    apresentaram altera&ccedil;&otilde;es em crian&ccedil;as positivas para TEIM    em 31% e 32,6%, respectivamente, como ilustrado no <a href="#graf2">gr&aacute;fico    2</a>.</font></p>     <p><a name="graf2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n2/2a05graf2.gif"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os resultados obtidos pela triagem urin&aacute;ria    para EIM s&atilde;o compat&iacute;veis com a literatura, visto que a freq&uuml;&ecirc;ncia    de crian&ccedil;as positivas (52,8% ) &eacute; intermedi&aacute;ria aos 40%    encontrados por Martins <i>et al</i> (1999) e os 63,4% relatados por Oliveira    <i>et al</i> (2001 ).<sup>18,20</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A propor&ccedil;&atilde;o de positivos na triagem    para EIM foi maior entre as crian&ccedil;as procedentes de outros munic&iacute;pios    do estado do Par&aacute;, com Qui-quadrado=11,18 e p=0,003*. Esses resultados    devem ser mais bem estudados, pois se trata apenas de casos suspeitos de EIM.    Estudos de gen&eacute;tica de popula&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m sido realizados    em nossa regi&atilde;o, sendo interessante informar alguns aspectos da pesquisa    de Guerreiro, Chautard-Freire-Maia (1988) que realizaram estudos demogr&aacute;ficos    e gen&eacute;ticos em u'a amostra constitu&iacute;da por 1.002 indiv&iacute;duos    da popula&ccedil;&atilde;o de Bel&eacute;m, onde estimaram o grau de mistura    racial, pelo m&eacute;todo de Ottensooser e encontraram o componente branco    de 53%, negro de 23% e &iacute;ndio de 24%. E o &iacute;ndice de exogamia estimado    entre os pais dos indiv&iacute;duos estudados foi de 8,9, cerca de tr&ecirc;s    vezes menor que o de Manaus (23,9), outra capital da Amaz&ocirc;nia, mostrando    uma menor mobilidade. E algo interessante a se destacar nesta pesquisa &eacute;    que no Par&aacute; n&atilde;o ocorre o mesmo que em outros estados da regi&atilde;o    norte, onde os imigrantes nordestinos tendem a ficar nas capitais. Fato este    atribu&iacute;do ao grau de prosperidade do Estado do Par&aacute;, onde existem    zonas adicionais com boas perspectivas econ&ocirc;micas. Isto conduz a interpreta&ccedil;&otilde;es    como: um menor componente de brancos na popula&ccedil;&atilde;o de Bel&eacute;m    em rela&ccedil;&atilde;o a outros munic&iacute;pios do Par&aacute;, que teriam    aumentado este componente de brancos pelo processo migrat&oacute;rio de nordestinos.    Bickel (1987) afirmou que fatores &eacute;tnicos parecem contribuir para a varia&ccedil;&atilde;o    da incid&ecirc;ncia das DMH. O que se constata pelas diferen&ccedil;as entre    as freq&uuml;&ecirc;ncias encontradas nos trabalhos realizados na Europa e &Aacute;sia.<sup>12,3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A realiza&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico    cl&iacute;nico de EIM &eacute; dif&iacute;cil, pois na maioria dos casos os    sinais e sintomas n&atilde;o s&atilde;o espec&iacute;ficos.<sup>28</sup> O que    corrobora com a necessidade de se buscar outros dados cl&iacute;nicos que possam    refor&ccedil;ar a suspeita cl&iacute;nica.A consang&uuml;inidade &eacute; um    dado importante na hist&oacute;ria familiar, visto que ela aumenta o risco para    os EIM, em fun&ccedil;&atilde;o da heran&ccedil;a autoss&ocirc;mica recessiva    em sua maioria.<sup>10,9,16,14</sup> A propor&ccedil;&atilde;o de consang&uuml;inidade    na popula&ccedil;&atilde;o estudada foi de 7,6%, dados estes similares aos encontrados    por Simoni <i>et al</i> (1998) de 6,6%, e inferiores aos resultados de Martins    <i>et al</i> (1999) de 24%. Esse maior contingente de consang&uuml;&iacute;neos    na casu&iacute;stica de Martins <i>et al</i>, pode ser justificada por esta    ser origin&aacute;ria de um servi&ccedil;o de refer&ecirc;ncia para EIM, em    que em apenas 12% dos casos, foi afastada doen&ccedil;a metab&oacute;lica heredit&aacute;ria.<sup>25,18</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A ocorr&ecirc;ncia de &oacute;bito em irm&atilde;os    foi 8,7% e na correla&ccedil;&atilde;o dessa vari&aacute;vel com resultado da    triagem para EIM, a propor&ccedil;&atilde;o entre positivos e negativos foi    de 4:1, o que, sugere que a pesquisa da hist&oacute;ria familiar &eacute; importante.    Deve-se sempre verificar a exist&ecirc;ncia de casos semelhantes entre os familiares,    em especial irm&atilde;os com nosologias mal definidas ou &oacute;bitos de causa    duvidosa ou desconhecida.<sup>11,19,9,14</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A ocorr&ecirc;ncia de convuls&otilde;es encontrada    foi de 59,4%. Jardim (1993) destacou as convuls&otilde;es como um dos fen&oacute;tipos    mais comuns, ocorrendo em aproximadamente 24% dos EIM. Martins <i>et al</i>    (1999) relataram freq&uuml;&ecirc;ncia similar de 20%.<sup>13,18</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A freq&uuml;&ecirc;ncia de convuls&atilde;o foi    encontrada em percentuais inferiores (9,8% ) por Silva <i>et al</i> (2002) na    investiga&ccedil;&atilde;o dos principais motivos de encaminhamento para o LEIM    da Universidade Federal do Par&aacute;, em 650 pacientes de alto risco para    EIM e tamb&eacute;m por Oliveira <i>et al</i> (2001) em estudo com 101 rec&eacute;m-nascidos    internados na Unidade Neonatal do Hospital S&atilde;o Paulo, cujo percentual    foi de 13,9%.<sup>24,20</sup> J&aacute; Lehnert, Niederhoff (1984), Pereira    <i>et al</i> (1997), Simoni <i>et al</i> (1998), Wajner <i>et al</i> (2001),    inseriram as convuls&otilde;es entre altera&ccedil;&otilde;es neurol&oacute;gicas,    e as relataram em seus estudos com percentuais vari&aacute;veis entre 50 a 89,2%    nos pacientes suspeitos de EIM.<sup>15,21,25,29</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A ocorr&ecirc;ncia de letargia e coma foram referidas    como manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas de acidemias org&acirc;nicas,    defeitos do ciclo da ur&eacute;ia e determinados dist&uacute;rbios do metabolismo    dos amino&aacute;cidos por Burton (1998). Na amostra estudada se observou que    a freq&uuml;&ecirc;ncia de crian&ccedil;as que tiveram letargia e/ou coma foi    de 6,1 %, sendo que 4,6%, tamb&eacute;m, se mostraram positivas para a TEIM,    ou seja, 4 vezes maior que a propor&ccedil;&atilde;o de negativos, neste grupo.    Um percentual inferior foi encontrado por Oliveira <i>et al</i> (2001) em rec&eacute;m-nascidos    internados em UTI neonatal do Hospital S&atilde;o Paulo, de 2,9% com coma e    0,9% com letargia, como eventos que motivaram o encaminhamento para a realiza&ccedil;&atilde;o    da triagem para EIM.<sup>5,20</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Burton (1998) destaca ainda como altera&ccedil;&otilde;es    sugestivas de encefalopatia metab&oacute;lica aguda, o t&ocirc;nus muscular    diminu&iacute;do ou aumentado. Neste estudo foram encontradas 33% de crian&ccedil;as    com hipertonia e uma menor freq&uuml;&ecirc;ncia de hipotonia, 25,9%, ou seja,    mais da metade da popula&ccedil;&atilde;o estudada (58,9%) apresentou altera&ccedil;&atilde;o    do t&ocirc;nus. Todavia, n&atilde;o ocorreram diferen&ccedil;as significativas    entre as propor&ccedil;&otilde;es de positivos e negativos para EIM, em rela&ccedil;&atilde;o    as vari&aacute;veis hipotonia e hipertonia.<sup>5</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Os problemas de alimenta&ccedil;&atilde;o, como    dificuldade de suc&ccedil;&atilde;o e recusa alimentar, foram citados por Lehnert,    Niederhoff(1984), Waber (1990) e Burton (1998), como informa&ccedil;&otilde;es    cl&iacute;nicas poss&iacute;veis de serem encontradas em pacientes com EIM.    Neste estudo a propor&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as com problemas de alimenta&ccedil;&atilde;o    foi de 53%.<sup>15,28,5</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O retardo de crescimento foi encontrado em 43,6%,    sendo que na correla&ccedil;&atilde;o desta vari&aacute;vel com o resultado    da TEIM, 25% eram positivos. Essa manifesta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica    foi relatada por Waber (1990) e Martins <i>et al</i> (1999).<sup>28,18</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A altera&ccedil;&atilde;o do odor da urina e/ou    suor &eacute; uma das manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas destacadas    por Wilcox (1995) e Ara&uacute;jo (2004) foi referida em 41,6% dos casos avaliados,    sendo que 21,8% das crian&ccedil;as tamb&eacute;m apresentaram TEIM positiva.<sup>30,1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A propor&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as    positivas para a TEIM e com relato de infec&ccedil;&otilde;es freq&uuml;entes    foi de 15,2%, quase duas vezes a propor&ccedil;&atilde;o de negativos. Entretanto,    propor&ccedil;&atilde;o muito similar foi encontrada nos que n&atilde;o apresentaram    a altera&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se conseguindo estabelecer uma maior associa&ccedil;&atilde;o    entre esta vari&aacute;vel com a positividade para as provas de triagem para    EIM.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As altera&ccedil;&otilde;es oculares foram encontradas    em 36,55% das crian&ccedil;as, sendo que 19,79%, tamb&eacute;m, apresentaram    TEIM positiva. Ara&uacute;jo (2004) e Wilcox (1995) relataram que as altera&ccedil;&otilde;es    oculares, como catarata, retinopatia, luxa&ccedil;&atilde;o de cristalino, opacifica&ccedil;&atilde;o    de c&oacute;rnea e glaucoma, podem ser encontradas nas DMH. E nesta popula&ccedil;&atilde;o    suspeita de erros inatos foi poss&iacute;vel estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o    entre altera&ccedil;&otilde;es oculares e a positividade para a TEIM.<sup>1,30</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Na avalia&ccedil;&atilde;o dos exames complementares    das 197 crian&ccedil;as estudadas, observa-se que 58,3% apresentaram altera&ccedil;&otilde;es    eletroencefalogr&aacute;ficas. Nos que apresentaram estas altera&ccedil;&otilde;es,    a propor&ccedil;&atilde;o de positivos em rela&ccedil;&atilde;o aos negativos    foi maior (2,1:1). Este dado parece ser de import&acirc;ncia no grupo de crian&ccedil;as    com atraso no desenvolvimento em rela&ccedil;&atilde;o aos EIM, juntamente com    as manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas sugestivas e o resultado da triagem    urin&aacute;ria.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As altera&ccedil;&otilde;es tomogr&aacute;ficas    ocorreram em 64,5% dos casos. Na correla&ccedil;&atilde;o desta vari&aacute;vel    com o resultado da triagem para EIM, foram encontrados 32,6% de positivos, neste    grupo. A propor&ccedil;&atilde;o de positivos em rela&ccedil;&atilde;o aos negativos    foi maior em ambos os grupos (com ou sem altera&ccedil;&otilde;es tomogr&aacute;ficas),    sendo que no grupo que n&atilde;o apresentou altera&ccedil;&otilde;es, a propor&ccedil;&atilde;o    de positivos foi mais expressiva. &Eacute; poss&iacute;vel que se possa encontrar    uma melhor correla&ccedil;&atilde;o entre altera&ccedil;&otilde;es tomogr&aacute;ficas    e EIM se forem mais espec&iacute;ficas, visto que mais de trinta tipos de descri&ccedil;&otilde;es    diferentes foram encontradas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">1. A freq&uuml;&ecirc;ncia de 52,8% de positivos    para a TEIM mostra a relev&acirc;ncia da investiga&ccedil;&atilde;o e sinaliza    para o prosseguimento da pesquisa de EIM nas altera&ccedil;&otilde;es de desenvolvimento.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">2. Quanto ao perfil da popula&ccedil;&atilde;o    estudada, apenas a proced&ecirc;ncia, apresentou-se estatisticamente significante,    na correla&ccedil;&atilde;o com a TEIM. Lembrando que, os casos positivos na    triagem, s&atilde;o apenas suspeitos, recomenda-se estudo mais aprofundado para    esclarecer este resultado.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">3. Os resultados obtidos refor&ccedil;am a import&acirc;ncia    de informa&ccedil;&otilde;es sobre hist&oacute;ria familiar, na suspeita de    EIM, em especial a ocorr&ecirc;ncia de natimorto e &oacute;bito mal definido    em irm&atilde;os.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">4. Dentre as manifesta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas    investigadas, as convuls&otilde;es e os problemas de alimenta&ccedil;&atilde;o    se destacaram em termos de freq&uuml;&ecirc;ncia, enquanto que letargia e coma    foram as que apresentaram maior propor&ccedil;&atilde;o de resultados positivos    em rela&ccedil;&atilde;o aos negativos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">1. ARA&Uacute;JO, APQC. Doen&ccedil;as Metab&oacute;licas    com Manifesta&ccedil;&otilde;es Psiqui&aacute;tricas. <i>Rev Psiquiatr Clin</i>    2004; 31(6):285-289.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">2. BARIC I, Fumic K, Hoffmann GF. In born Erros    of Metabolism atthe Turn of Millenium. <i>Croat Med J</i> 2001 ;42:379-383.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">3. BICKEL H. Early diagnosis and treatment of    in born errors of metabolism. <i>Enzyme</i> 1987; 38:14-26.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">4. BUISTN. Set of s&iacute;mple side-room tests    for detection of in born errors of metabolism. <i>British Med J</i> 1968;2:745-9.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">5. BURTON, B K. In born Errors Of Metabolism    in infancy: A Guide to Diagnosis. <i>Pediatrics</i> 1998;102 (6):69-80.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">6. CHAVES CARBALLOE. Detection of in herited    neurometabolic disorders. <i>Pediatr Clin North Am</i> 1992; 39(4):801-820.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">7. GARROD AE. The incidence of alkaptonuria.    A study in chemical individuality. <i>Lancet</i> 1902;2: 1616-1620. Available    from: URL: <a href="http://www.siem.org/uk" target="_blank">http://www.ssiem.org/uk</a>.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">8. GIUGLIANI R, DUTRA FILHO CS, Barth M, Dutra    JC, Wajner M, Wannmacher CMD, Montagner LT. Sensitivity of screening tests in    high risk patients. <i>Clinical Pediatrics</i> 1989;28(11):494-497.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">9. GIUGLIANI R. Erros inatos do metabolismo no    per&iacute;odo neonatal. In: Miura E, Procianoy R. <i>Neonatologia: Princ&iacute;pios    e Pr&aacute;tica</i>. 2<sup>o</sup> ed. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas;    1997. p. 254-267.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">10. GIUGLIANIR. Erros inatos do metabolismo:    uma vis&atilde;o panor&acirc;mica. <i>Pediatria Moderna</i> 1988;23(1):29-40.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">11. GOODMAN SI.lnherited metabolic disease in    the newbom: approach to diagnosis and treatment 1986;33: 197-223.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">12. GUERREIRO JF, chautard-freire-maia. ABO and    Rh blood groups, migration and estimates of racial admixture for the population    of Belem, State of Para, Brazil. <i>Rev Brasil Genet</i> 1988;11(1): 171-186.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">13. JARDIMLB. Erros Inatos do Metabolismo e Epilepsia.    <i>JLBE</i> 1993;6(1):21-26.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">14. KARAM SM, SCHWARTZ IV, GIUGLIANI R. Introdu&ccedil;&atilde;o    e aspectos cl&iacute;nicos dos erros inatos do metabolismo. ln: Carakushansky    G. <i>Doen&ccedil;as Gen&eacute;ticas em Pediatria</i>. Rio de Janeiro: Guanabara    Koogan; 2001. p.155-158.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">15, LEHNERT W, NIEDERHOFF H. Seven years of experience    with seletive screening for organic acidurias. <i>Eur J Pediatr</i> 1984;142:208-210.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">16. LEONARD JV, MORRIS AAM. Inborn errors of    metabolism around time ofbirth. <i>Lancet</i> 2000; 356:583-587.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">17. LINDOR NM, KARNES, PS.lnitial assessment    of infants and children with suspected inborn errors of metabolism. <i>Mayo    Clin Proc</i> 1995;70:987-988.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">18. MARTINS AM, D'ALMEIDA V, TAVARES FM, OLIVEIRA    RB, MACEDO DM, AOKI MM, NAKAHARA MV, PACHECO P, MICHELETTI C, SANTOS LMG, MENDES    CC, GUEDES ZCF, VILANOVA LCP, AZEVEDO R, NOGUEIRA JRL, FRANGIPANI BJ, FRANCO    RC. Caracter&iacute;sticas de um Ambulat&oacute;rio Geral de Doen&ccedil;as    Metab&oacute;licas Heredit&aacute;rias. Dispon&iacute;vel em: URL: <a href="http://www.brazilpednews.org.br/dezem99/ao99021.htm" target="_blank">http://www.brazilpednews.org.br/dezem99/ao99021.htm</a>.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">19. MARTINS AM, SCHMIDT BJ. Erros Inatos do metabolismo.    ln: N&oacute;brega FJ. coord. <i>Pediatria: Fundamentos</i>. S&atilde;o Paulo:    Contexto; 1990.p.155-168.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">20. OLIVEIRA AC, SANTOS AMN, MARTINSAM, D'ALMEIDA    V. Screening for inborn errors of metabolism among newborns with metabolic disturbance    and/or neurological manifestations without determined cause. <i>S&atilde;o Paulo    Med J</i> 2001;119(5):160:164.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">21, PERREIRA MB,CONCEI&Ccedil;&Atilde;O GC, COELHO    JC, WAJNE RM, GIUGLIANI R. Detection of metabolic disorders in high-risk patients.    <i>Arq Neuropsiquiatr</i> 1997;55(2):209-212.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">22. PERRY TL, HANSEN S, MACDOUGALL L. Urinary    screening test in prevention ofmental deficiency. <i>Canad Med Ass J</i> 1966;    95(3):89-95.</font><p><font size="2" face="verdana">23. SANSEVERINO MTV. Avalia&ccedil;&atilde;o    de um protocolo para diagn&oacute;stico de erros Inatos do metabolismo em crian&ccedil;as    agudamente enfermas &#91tese&#93. Rio Grande do Sul: Universidade Federal do Rio Grande    do Sul; 1993.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">24. SILVA LCS, PERES EM, KOBAYASHI VLVA, FREITAS    PEB, ALVES RS, CASTRO CMN, SOUZA ERD, MESSIAS JRNS, OLIVEIRA MC, SOUZA ICN,    CUNHA LS, MICHELI NK, BURIN MG, COELHO JC, GIUGLIANI R. A experi&ecirc;ncia    do Laborat&oacute;rio de Erros Inatos do Metabolismo da Universidade Federal    do Par&aacute;: An&aacute;lise de uma amostra de 650 pacientes de alto risco.    In: <i>14<sup>o</sup> Congresso Brasileiro de Gen&eacute;tica Cl&iacute;nica</i>;    2002; Ribeir&atilde;o Preto. Anais. Ribeir&atilde;o Preto: Sociedade Brasileira    de Gen&eacute;tica Cl&iacute;nica; 2002. p.59.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">25. SIMONI BJ, OLIVEIRA CPH, GRASSIANO DM, SANTOS    CMRC, BARUQUE MGA, GOMES LNF, GOMES, MACHADO CS, FERNANDES MJ, BRAGA MJ, ALBUQUERQUE    RM, OLIVEIRA MLC. Screening for inborn errors of metabolism in high-risk children    from Rio de Janeiro, Brazil. <i>Early Human Development</i> 1998;50:350-311.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">26. SOUZA, CFM, SCHWARTZ, IV, GIUGLIANI, R. Triagem    neonatal de Dist&uacute;rbios Metab&oacute;licos. <i>Ci&ecirc;nc Sa&uacute;de    Coletiva</i>. 2002;7(1):129-132.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">27. THOMAS GH, HOWELL RR. Selected screening    tests for genetic metabolic diseases. Chicago: Year Book Medical Publishers;    1973.p.43.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">28. WABER L. Inborn errors of metabolism. <i>Ped    Ann</i> 1990;19(2):105-117.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">29. WAJNER M, BARSCHAK AG, LUFT AP, PIRES R,    GRILLO E, LOHR A, FUNAYAMA C, SANSEVERINO MT, GIUGLIANI R, VARGAS C. Acid&uacute;rias    org&acirc;nicas: diagn&oacute;stico em pacientes de alto risco no Brasil. <i>Jornal    de Pediatria</i> 2001 ;77(5):401-406.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">30. WILCOX WR. Inborn errors of metabolism of    acute onset in infancy. 1995. Available from: URL: <a href="http://www.neonatology.org/" target="_blank">http://www:neonatology.org/syllabus/iem.01.htm</a>.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="/img/revistas/rpm/v21n2/seta.gif" border="0"></a>Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</b>:    <br>   Isabel Cristina Neves de Souza    <br>   Rua Municipalidade, 949,    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Ed. J&uacute;piter, Apto. 404, Umarizal    <br>   Bel&eacute;m, Par&aacute;.    <br>   CEP: 66.050-350    <br>   Tel: (091) 32596454    <br>   E.mail:<a href="mailto:icnsouza@ufpa.br">icnsouza@ufpa.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Recebido em 16.11.2006    <br>   Aprovado 18.04.2007</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><a name="nota"></a><a href="#topo"><sup>1</sup></a>Trabalho    realizado a partir da disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado em Pediatria, UNIFESP/EPM,    aprovada em agosto de 2002</font></p>     ]]></body>
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