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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Epidemiologia de idosos internados na enfermaria de clínica médica de hospital público]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: analyze the epidemiology of elderly interned in infirmary of medical clinic. METHOD: transversal study realized in Ophir Loyola Hospital, since october to december of 2005, through the information collected from 30 aged with 65 years or more, random selected, between protocols containing sex, age, educational status, civil state, financial resources, social environment, emotional aspects, functional and cognitive capacities, cause of internment, procedures, problems and hospital permanency time. RESULTS: 18 (60%) was men and 12 (40%) women, more than 93% with less than 85 years, 63,33% with first grade incomplete, 50% was married, mensal income of 1 minimal salary in 80% of the patients an 66,6% with important role on familiar bills. More than 56% denied social environment habits, 63,3% do not showed depression tendency. At the functional evaluation, 53,3% was independent for the diary life activities. Cerebrovascular accident, in 23,33%, was the main cause of internation, vesical sounding was made in 10 (33,33%) of the patients, with 6 of these evaluating to infection, and the hospital permanency time had a medium of 21,9 days. CONCLUSION: predominance of men, with 65-74 years, with low educational status, married, living together with the partner, having important financial role in family, little social environment, without depression tendency, independents for the self-care and with cognitive capacity preserved. The main cause of internment was cerebrovascular accident, the vesical sounding the more realized procedure, urinary tract infection the main intercurrence and the hospital permanency time was prolonged.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b><a name="topo"></a>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Epidemiologia de idosos internados na enfermaria    de cl&iacute;nica m&eacute;dica de hospital p&uacute;blico</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Epidemiology of elderly interned in infirmary    of medical clinic at public hospital<sup><a href="#nota">1</a></sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Cristiane Ribeiro Mau&eacute;s<sup>I</sup>;    Samantha Manuela Cardoso Rodrigues<sup>I</sup>; Hamilton da Costa Cardoso<sup>II</sup>; Hamilton Moraes    Cardoso<sup>III</sup>; Jos&eacute; Emidio de Brito Freire Junior<sup>IV</sup>;Vanessa Coutinho Ribeiro<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup> Residente em Cl&iacute;nica M&eacute;dica do    Hospital Ophir Loyola    <br>   <sup>II</sup> Professor adjunto IV do Internato de Cl&iacute;nica M&eacute;dica da Universidade    do Estado do Par&aacute;    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup> Supervisor da Resid&ecirc;ncia de Cl&iacute;nica M&eacute;dica do Ophir Loyola        <br>   <sup>IV</sup> Graduandos em Medicina pela Universidade Estadual do Par&aacute; UEPA</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <b><i>OBJETIVO:</i></b><i> analisar a epidemiologia    dos idosos internados em enfermaria de Cl&iacute;nica M&eacute;dica.    <br>   <b>M&Eacute;TODO:</b> estudo transversal, realizado no Hospital Ophir Loyola,    no per&iacute;odo de outubro a dezembro de 2005 por interm&eacute;dio da coleta    de dados de 30 idosos com 65 anos ou mais, selecionados aleatoriamente, por    meio de protocolos que constam de sexo, idade, grau de escolaridade, estado    civil, recursos financeiros, conv&iacute;vio social, aspecto emocional, capacidades    funcional e cognitiva, causas de interna&ccedil;&atilde;o, procedimentos, intercorr&ecirc;ncias    e tempo de perman&ecirc;ncia hospitalar.    <br>   <b>RESULTADOS:</b> 18 (60%) eram homens e 12 (40%), mulheres, mais de 93% com    idade inferior a 85 anos, 63,33% com 1 grau incompleto, 50% eram casados, renda    mensal de at&eacute; 1 sal&aacute;rio m&iacute;nimo em 80% dos pacientes e 66,66%    apresentam papel importante nas despesas familiares, mais de 56% negaram h&aacute;bitos    de conv&iacute;vio social, 63,33% n&atilde;o evidenciaram tend&ecirc;ncia &agrave;    depress&atilde;o. Na avalia&ccedil;&atilde;o funcional, 53,33% mostraram-se    independentes para as atividades de vida di&aacute;ria. O acidente vascular    cerebral em 23,33% foi a maior causa de interna&ccedil;&atilde;o. A sondagem    vesical foi realizada em 10 (33,33%) pacientes, dos quais 6 desenvolveram infec&ccedil;&atilde;o.    O tempo de perman&ecirc;ncia hospitalar teve uma m&eacute;dia de 21,9 dias.    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> predom&iacute;nio de idosos do sexo masculino, na faixa    et&aacute;ria de 65-74 anos, de baixa escolaridade, casados, residindo com o    c&ocirc;njuge, tendo papel financeiro importante no contexto familiar, pouco    conv&iacute;vio social, sem tend&ecirc;ncia &agrave; depress&atilde;o, independentes    para o auto-cuidado e com capacidade cognitiva preservada. A principal causa    de interna&ccedil;&atilde;o foi acidente vascular cerebral, a sondagem vesical    o procedimento mais realizado, infec&ccedil;&atilde;o do trato urin&aacute;rio    a intercorr&ecirc;ncia mais observada e o tempo de perman&ecirc;ncia hospitalar    foi prolongado.</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Descritores:</b> idosos, hospitaliza&ccedil;&atilde;o,    epidemiologia.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <b>OBJECTIVE:</b> analyze the epidemiology of    elderly interned in infirmary of medical clinic.    <br>   <b>METHOD:</b> transversal study realized in Ophir Loyola Hospital, since october    to december of 2005, through the information collected from 30 aged with 65    years or more, random selected, between protocols containing sex, age, educational    status, civil state, financial resources, social environment, emotional aspects,    functional and cognitive capacities, cause of internment, procedures, problems    and hospital permanency time.    <br>   <b>RESULTS:</b> 18 (60%) was men and 12 (40%) women, more than 93% with less    than 85 years, 63,33% with first grade incomplete, 50% was married, mensal income    of 1 minimal salary in 80% of the patients an 66,6% with important role on familiar    bills. More than 56% denied social environment habits, 63,3% do not showed depression    tendency. At the functional evaluation, 53,3% was independent for the diary    life activities. Cerebrovascular accident, in 23,33%, was the main cause of    internation, vesical sounding was made in 10 (33,33%) of the patients, with    6 of these evaluating to infection, and the hospital permanency time had a medium    of 21,9 days.    <br>   <b>CONCLUSION:</b> predominance of men, with 65-74 years, with low educational    status, married, living together with the partner, having important financial    role in family, little social environment, without depression tendency, independents    for the self-care and with cognitive capacity preserved. The main cause of internment    was cerebrovascular accident, the vesical sounding the more realized procedure,    urinary tract infection the main intercurrence and the hospital permanency time    was prolonged.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <b>KEY WORDS:</b> elderly, hospitalization,    epidemiology</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">No &uacute;ltimo s&eacute;culo ocorreram transforma&ccedil;&otilde;es    significativas nas condi&ccedil;&otilde;es s&oacute;cio-econ&ocirc;micas e de    sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o brasileira e, conseq&uuml;entemente,    na sua estrutura demogr&aacute;fica, acarretando altera&ccedil;&otilde;es na    pir&acirc;mide et&aacute;ria da popula&ccedil;&atilde;o e seu conseq&uuml;ente    envelhecimento, as quais s&atilde;o ocasionadas pela tend&ecirc;ncia &agrave;    diminui&ccedil;&atilde;o da mortalidade e da fecundidade, e pelo prolongamento    da esperan&ccedil;a de vida<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O Brasil encontra-se em um processo de   transi&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica com aumento progressivo da   popula&ccedil;&atilde;o idosa<sup>1</sup>, cujo o n&uacute;mero passou de 3 milh&otilde;es   em 1960, para 7 milh&otilde;es em 1975 e 14 milh&otilde;es em   2002. Estima-se que alcan&ccedil;ar&aacute; 32 milh&otilde;es em 2020 e   que em 2050, uma em cada cinco pessoas ter&aacute; 60 anos   de idade ou mais<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; expectativa    de vida, o estado do   Par&aacute;, segundo o IBGE (2004), ocupa a 13<sup>a</sup> posi&ccedil;&atilde;o   entre os estados brasileiros, com m&eacute;dia de idade atingindo 71,1 anos<sup>3</sup>.    Esse processo de   envelhecimento populacional provoca mudan&ccedil;as no   setor da sa&uacute;de, sendo observado um predom&iacute;nio de   doen&ccedil;as cr&ocirc;nico-degenerativas que, em geral, exigem   tratamento prolongado e caro<sup>4</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Dados do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de    mostram que   a popula&ccedil;&atilde;o idosa em 2000 representou 14,7 % das   interna&ccedil;&otilde;es, com gasto m&eacute;dio chegando a ser 60 %   superior em compara&ccedil;&atilde;o com crian&ccedil;as e jovens<sup>5</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Desse modo, com o crescimento desta parcela   da popula&ccedil;&atilde;o, no &acirc;mbito hospitalar, a identifica&ccedil;&atilde;o   das particularidades dos idosos &eacute; de fundamental   import&acirc;ncia para uma abordagem especializada   adequada, de forma que haja tamb&eacute;m crescimento   qualitativo, visando &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o correta de   problemas e a proposi&ccedil;&atilde;o de formas de atendimento   diferenciadas que permitam uma melhor qualidade no   atendimento e uma melhor utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos   dispon&iacute;veis dentro da realidade existente<sup>6</sup>. &Eacute; relevante,   portanto, analisar o perfil de idosos internados em uma   enfermaria de Cl&iacute;nica M&eacute;dica no Hospital Ophir   Loyola.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>OBJETIVO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Analisar a epidemiologia dos idosos internados   em enfermaria de Cl&iacute;nica M&eacute;dica.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> Estudo transversal, de casu&iacute;stica composta    por   pacientes com 65 anos ou mais internados na   enfermaria de cl&iacute;nica m&eacute;dica do Hospital Ophir   Loyola, no per&iacute;odo de outubro a dezembro de 2005,   aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica e Pesquisa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Coleta de dados obtida atrav&eacute;s de protocolo   composto por nome, sexo, idade, grau de escolaridade,   estado civil, recursos financeiros, conv&iacute;vio social,   aspecto emocional, capacidades funcional e cognitiva,   causa de interna&ccedil;&atilde;o, procedimentos (estudos   radiol&oacute;gicos contrastados, endoscopias, cateterismos,   pun&ccedil;&otilde;es, bi&oacute;psias, drenagens, sondagens, intuba&ccedil;&atilde;o   oro-traqueal, di&aacute;lise, transfus&otilde;es e cirurgias),   intercorr&ecirc;ncias e tempo de perman&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Os pacientes foram submetidos &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o    da capacidade funcional, atrav&eacute;s da escala de Katz para atividades de    vida di&aacute;ria &#8211; relacionadas ao auto-cuidado e de Lawton para atividades    instrumentalizadas de vida di&aacute;ria &#8211; relacionadas ao ambiente intra    e extra-domiciliar, do estado emocional atrav&eacute;s da escala de depress&atilde;o    de Yesavage e da capacidade cognitiva atrav&eacute;s do Mini exame do estado    mental (Mini-mental).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Analise estat&iacute;stica com a aplica&ccedil;&atilde;o    do Teste Qui-Quadrado, sendo a hip&oacute;tese da nulidade ao n&iacute;vel de    5% (p&lt;0,05). Utilizou-se o software Biostat 3.0 e a planilha eletr&ocirc;nica    Excel 7.0 para Windows 98.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"> <b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><a name="g1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g01.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="g2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g02.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="g3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g03.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="g4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g04.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="g5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g05.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="g6"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g06.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="g7"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g07.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="g8"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g08.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="g9"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g09.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="g10"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g10.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="g11"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g11.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="g12"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g12.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="g13"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g13.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="g14"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g14.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="g15"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/3a05g15.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Constatou-se um n&uacute;mero maior de homens    que   de mulheres com idade inferior a 85 anos. Este achado   &eacute; concordante com os estudos de Amaral e col. (2004)<sup>7</sup>   e Motta<sup>4</sup> (2001).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> No que diz respeito aos dados sociais, foi   observada maior freq&uuml;&ecirc;ncia de 1<sup>o</sup> grau incompleto,   com rela&ccedil;&atilde;o ao grau de escolaridade; e 50% dos idosos   referiram ser casados e coabitarem com c&ocirc;njuge.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> A renda mensal foi de at&eacute; um sal&aacute;rio    m&iacute;nimo   em 24 (80%) pacientes, o que est&aacute; em concord&acirc;ncia   com os achados de Chaimowicz (1997)<sup>5</sup> que afirma   que mais da metade dos idosos que residem com suas   fam&iacute;lias no Brasil pertencem a domic&iacute;lios cuja renda   total n&atilde;o ultrapassa 3 sal&aacute;rios m&iacute;nimos. Al&eacute;m disso,   a renda &eacute; indispens&aacute;vel nas despesas familiares em   20 (66,66%), o que tamb&eacute;m foi observado no Censo   2000 ao constatar que 62,4% dos idosos brasileiros   eram respons&aacute;veis pelos domic&iacute;lios (IBGE, 2002)<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Este tipo de disposi&ccedil;&atilde;o domiciliar,    o qual   apresenta semelhan&ccedil;a com a pesquisa de Ramos   (2003)<sup>8</sup>, al&eacute;m de prevalente, est&aacute; associado a um n&iacute;vel   s&oacute;cio-econ&ocirc;mico baixo, visto que, 8 em casa 10 idosos   apresentaram renda mensal de at&eacute; 1 sal&aacute;rio m&iacute;nimo.   Vale ressaltar que este trabalho foi realizado em um   hospital p&uacute;blico, e, portanto, com predom&iacute;nio de   pacientes de baixa renda.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Sabe-se que o idoso apresenta peculiaridades   distintas das demais faixas et&aacute;rias, e a avalia&ccedil;&atilde;o do   estado de sa&uacute;de deve ser feita objetivando a   identifica&ccedil;&atilde;o de problemas subjacentes &agrave; queixa   principal, incluindo as avalia&ccedil;&otilde;es sociais, funcionais,   cognitivas, ps&iacute;quicas, nutricionais, que interferem   diretamente na sa&uacute;de, grau de autonomia e   independ&ecirc;ncia<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> No conv&iacute;vio social, 17 (56,66%) idosos    negaram   o h&aacute;bito de sair de casa ou de participar de grupos de   terceira idade. No entanto, a avalia&ccedil;&atilde;o emocional   utilizando a escala de Yesavage<sup>11</sup>, n&atilde;o evidenciou   tend&ecirc;ncia &agrave; depress&atilde;o em 19 (63,33%) casos, apesar   de se tratar de idosos internados, sem privacidade,   com seus h&aacute;bitos e cotidiano alterados pela   hospitaliza&ccedil;&atilde;o e com certo isolamento social.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> No que diz respeito &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o    funcional<sup>11</sup>, mais da metade dos pacientes (53,33%) mostraram-se   independentes para as atividades da vida di&aacute;ria. J&aacute;   quanto &agrave;s atividades instrumentalizadas de vida di&aacute;ria,   houve preval&ecirc;ncia de depend&ecirc;ncia parcial.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Assim sendo, essas avalia&ccedil;&otilde;es    evidenciaram idosos independentes para as atividades de auto-cuidado, por&eacute;m    dependentes parcialmente para as atividades intra e extradomiciliares, em concord&acirc;ncia    com Motta (2001)<sup>4</sup> que relatou resultados semelhantes em uma popula&ccedil;&atilde;o    de 312 idosos, tendo em vista que entre as atividades mais afetadas est&atilde;o    o uso do telefone, o ato de fazer compras, o cuidado com as finan&ccedil;as    e com as medica&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Na avalia&ccedil;&atilde;o cognitiva<sup>11</sup>, apenas    3 (10%)   pacientes atingiram o escore maior ou igual a 27   pontos no Mini-mental, 19 (63,33%) alcan&ccedil;aram entre   19 e 26 pontos e 3 (10%), menos de 10 pontos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Em rela&ccedil;&atilde;o aos dados de interna&ccedil;&atilde;o,    os   diagn&oacute;sticos de admiss&atilde;o hospitalar foram: acidente   vascular cerebral em 7 (23,33%) pacientes, neoplasia   em 6 (20%), pneumonia em 4 (13,33%), diabetes em   4 (13,33%), insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca em 3 (10%),   insufici&ecirc;ncia renal aguda em 3 (10%), hemorragia   digestiva em 2 (6,66%) e diarr&eacute;ia em 1 (3,33%)   paciente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Esses &uacute;ltimos dados s&atilde;o semelhantes    aos   encontrados por Gorzoni e Lima (1995)<sup>9</sup>, em um   estudo com 163 idosos, que observaram como causas   prevalentes de interna&ccedil;&atilde;o, insufici&ecirc;ncia card&iacute;aca,   diabetes e acidente vascular cerebral e Amaral e   col.(2004)<sup>9</sup> que relataram, principalmente, doen&ccedil;as   circulat&oacute;rias, neoplasias e doen&ccedil;as respirat&oacute;rias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, em 2004,    indicou como   principal causa de hospitaliza&ccedil;&atilde;o de idosos, as doen&ccedil;as   do aparelho circulat&oacute;rio, seguidas das doen&ccedil;as   digestivas, respirat&oacute;rias e neopl&aacute;sicas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> Dos 30 pacientes, apenas 3 apresentaram imobilidade    justificando a ocorr&ecirc;ncia de 3 casos de &uacute;lceras de dec&uacute;bito    como intercorr&ecirc;ncia, apesar da prescri&ccedil;&atilde;o de medidas preventivas,    como mudan&ccedil;a de dec&uacute;bito freq&uuml;ente e uso de colch&otilde;es    especiais. Dos 30 pacientes, 5 (16,66%) evolu&iacute;ram a &oacute;bito, sendo    3 por neoplasia e 2 por sepse, sendo interessante ressaltar que, no Brasil,    o perfil da mortalidade aproxima-se do observado em pa&iacute;ses desenvolvidos,    com predom&iacute;nio das doen&ccedil;as cardiovasculares e das neoplasias como    principais causas de &oacute;bito. Estima-se que, em 2020, um ter&ccedil;o dos    &oacute;bitos ser&aacute; devido &agrave;s doen&ccedil;as cardiovasculares<sup>10</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os idosos representam um importante seguimento    de pacientes internados e s&atilde;o respons&aacute;veis por maior tempo de    perman&ecirc;ncia hospitalar, sendo que dados do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de    mostram que a popula&ccedil;&atilde;o idosa em 2000 representou 14,7 % das interna&ccedil;&otilde;es,    com gasto m&eacute;dio chegando a ser 60 % superior em compara&ccedil;&atilde;o    com crian&ccedil;as e jovens<sup>5</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Outro fato verificado neste trabalho foi de    que   o tempo de perman&ecirc;ncia hospitalar se mostrou elevado (m&eacute;dia de    21,9 dias) em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; m&eacute;dia nacional que   &eacute; de 7,6 dias para idosos, semelhante ao encontrado   por Amaral e col. (2004).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Al&eacute;m disso, o aumento dos dias de interna&ccedil;&atilde;o   pode ter favorecido a ocorr&ecirc;ncia de infec&ccedil;&otilde;es   nosocomiais e um desfecho desagrad&aacute;vel, visto que   houve 2 &oacute;bitos por sepse.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Estes dados confirmam o papel das doen&ccedil;as   cr&ocirc;nico-degenerativas no consumo maior de servi&ccedil;os   de sa&uacute;de e no comprometimento da qualidade de vida   do idoso pelo adoecimento seguido de interna&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O acompanhamento particularizado, no &acirc;mbito   hospitalar, &eacute; de fundamental import&acirc;ncia para uma   abordagem adequada desses pacientes<sup>6</sup>, a qual inclui   a avalia&ccedil;&atilde;o geri&aacute;trica ampla, cuidados geri&aacute;tricos    e   interven&ccedil;&otilde;es que visam propiciar menor incapacidade   e maior sobrevida ap&oacute;s interna&ccedil;&atilde;o, melhora do estado   cognitivo e funcional al&eacute;m de menor uso de   medicamentos na alta<sup>8</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Desse modo, com o crescimento quantitativo   desta parcela da popula&ccedil;&atilde;o, torna-se necess&aacute;ria uma   mudan&ccedil;a na aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de dos idosos, de    forma que   haja tamb&eacute;m crescimento qualitativo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Logo, torna-se fundamental o reconhecimento    das particularidades dos idosos durante o per&iacute;odo de interna&ccedil;&atilde;o    hospitalar, objetivando a identifica&ccedil;&atilde;o correta de problemas e    a proposi&ccedil;&atilde;o de formas de atendimento diferenciadas que permitam    uma melhor qualidade no atendimento e uma melhor utiliza&ccedil;&atilde;o dos    recursos dispon&iacute;veis.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Em geral s&atilde;o homens</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">2. Entre 65 e 74 anos</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">3. Baixa escolaridade</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">4. Casados</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">5. Residem com o c&ocirc;njuge</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">6. Tem um importante papel financeiro em suas   fam&iacute;lias</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 7. Pouco conv&iacute;vio social</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 8. Sem tend&ecirc;ncia a depress&atilde;o</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 9. Independentes para atividades da vida di&aacute;ria</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 10. Dependentes parciais para as atividades    instrumentalizadas da vida di&aacute;ria </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> 11. Boa capacidade cognitiva</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 12. Internados principalmente por doen&ccedil;as    c&eacute;rebrovasculares,   neoplasias, infec&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias,   diabetes e doen&ccedil;as do aparelho circulat&oacute;rio</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 13. O procedimento realizado com mais freq&uuml;&ecirc;ncia   foi a sondagem vesical</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 14. A intercorr&ecirc;ncia mais observada foi    a infec&ccedil;&atilde;o   do trato urin&aacute;rio</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> 15. O per&iacute;odo de interna&ccedil;&atilde;o    &eacute; prolongado</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 1. SALDANHA AL, CALDAS CP. -<i> Sa&uacute;de    do idoso: a arte de cuidar</i>. Rio de Janeiro: Ed. Interci&ecirc;ncia, 2004.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 2. LIMA-COSTA MF e VERAS R. Sa&uacute;de p&uacute;blica    e envelhecimento. <i>Cad. Sa&uacute;de P&uacute;blica.</i> 2003; 19(3). IBGE:    banco de dados. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.ibge.gov.br" target="_blank">http://www.ibge.gov.br/estatisticas</a>.    Acessado em 30 de setembro de 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 3. JORD&Atilde;O NETTO A. <i>Gerontologia b&aacute;sica</i>.    S&atilde;o Paulo: Lemos Editorial; 1997. SUS: banco de dados. Dispon&iacute;vel    em: <a href="http://www.datasus.gov.br/" target="_blank">http://www.datasus.gov.br/estatisticas</a>.    Acesso em 25 set. 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 4. MOTTA LB. Levantamento do perfil de idosos    internados em um hospital geral: an&aacute;lise do processo de interna&ccedil;&atilde;o    frente &agrave;s demandas da popula&ccedil;&atilde;o geri&aacute;trica. <i>Textos    Envelhecimento</i>. 2001; 3(6).</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 5. CHAIMOWICZ F. A sa&uacute;de dos idosos brasileiros    &agrave;s v&eacute;speras do s&eacute;culo XXI: problemas, proje&ccedil;&otilde;es    e alternativas. <i>Rev. Sa&uacute;de P&uacute;blica.</i> 1997; vol.31(3):184-200.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 6. WINOGRAD CH et al. Screening for frailty:    criteria and predictors of outcomes. <i>Journal of American Geriatrics Society</i>.1991;    v.39: 778-784.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 7. AMARAL ACS e col. Perfil de morbidade e mortalidade    de pacientes idosos hospitalizados. <i>Cad. Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>.    Nov-dez, 2004; 20(6):1617-1626.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 8. RAMOS LR Fatores determinantes do envelhecimento    saud&aacute;vel em idosos residentes em centro urbano. <i>Cad. Sa&uacute;de    P&uacute;blica</i>. Jun, 2003; 19(3): 793-798. Escalas geri&aacute;tricas. Dispon&iacute;vel    em: <a href="http://www.scielo.br/pdf/csp/v19n3/15882.pdf" target="_blank">http//www.pronep.com.br/escalas/geri&aacute;tricas</a>.    Acessado em : 12 de junho de 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 9. GORZONI ML, LIMA CA. An&aacute;lise dos par&acirc;metros    cl&iacute;nicos de idosos internados em enfermaria de cl&iacute;nica m&eacute;dica.    <i>Rev. Assoc. Med. Bras</i>. Maio-jun, 1995; 41(3):227-32.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 10. LIMA-COSTA M. F. e col. Tend&ecirc;ncias    da mortalidade entre os idosos brasileiros (1980-2000). <i>Epidemiologia e servi&ccedil;os    de sa&uacute;de</i>. 2004; 13(4): 217-228.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 11. CARVALHO-FILHO E.T. e col. Iatrogenia em    pacientes idosos hospitalizados. <i>Rev. Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>. vol.32,    n1,fev 1998.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 12. VENTURI I. e col. Os servi&ccedil;os de    sa&uacute;de e a inclus&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o idosa: uma avalia&ccedil;&atilde;o    das prioridades em sa&uacute;de. <i>O Mundo da sa&uacute;de</i>. ano 29, 29(1),    2005.</font><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="/img/revistas/rpm/v21n3/seta.gif" border="0"></a>Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</b>    <br>   Hamilton da Costa Cardoso    <br>   Trav. S&atilde;o Francisco, 596    <br>   Batista Campos &#8211; 66023185 &#8211; Bel&eacute;m-PA    <br>   Telefone: 91 &#8211; 32226554 / 81297407    <br>   e-mail: <a href="mailto:hamiltonmcardoso@yahoo.com.br">hamiltonmcardoso@yahoo.com.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido em 19.06.2007    <br>   Aprovado em 19.09.2007</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="nota"></a><a href="#topo"><sup>1</sup></a>Trabalho    realizado no Hospital Ophir Loyola &#8211; Bel&eacute;m-PA</font></p>      ]]></body><back>
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