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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prevalência de gardnerella e mobiluncus em exames de colpocitologia em Tome-Açu, Pará: Prevalence of gardnerella and mobiluncus in vaginal cytology examinations in Tome-Açu - Pará]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: gardnerella vaginalis, alone or associated to Mobiluncus sp., is one of the main etiological agents of infection in women of reproductive age, due to lack of appropriate hygiene habits, number of sexual partners or imbalance of the vaginal microbiota. Therefore, our objective was to assess the prevalence of bacterial vaginosis caused by G. vaginalis and/or Mobiluncus sp., and associate this to the sociocultural conditions in women attended at Hospital de Quatro Bocas in Tomé-Açu - Pará - Brazil, through gynecological cancer screening. METHODS AND RESULTS: cervico-vaginal smears and socio-cultural information of 156 women aged 17 to 73 were analyzed for diagnosis and prevention of gynecological cancer from October 2003 to July 2004. All samples were processed in the conventional way and analyzed at Universidade Federal do Pará's Laboratory of Cytopathology by three observers (a blind study). Among all 156 women, the largest prevalence was associated to G. vaginalis (48,15%) in 21 to 30- year-old women, or to the association of G. vaginalis and Mobiluncus sp (36,36%). As for the occupation and instruction degree, the infection was most prevalent in women with incomplete primary school (47,37%), housewives (21,05%) and market workers (22,81%). CONCLUSIONS: our data reaffirm previous researches that relate the prevalence of bacterial vaginosis caused by G. vaginalis and/or Mobiluncus sp. to low instruction degree in sexually active women.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Vaginose Bacteriana]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="verdana"><b><a name="topo"></a>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="verdana"><b>Preval&ecirc;ncia de gardnerella e mobiluncus    em exames de colpocitologia em Tome-A&ccedil;u, Par&aacute;<font size="3"><sup><a href="#n1">1</a></sup></font></a><a name="s1"></a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Prevalence of gardnerella and mobiluncus in    vaginal cytology examinations in Tome-A&ccedil;u - Par&aacute;</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Adriana Borges Oliveira<sup>I</sup>; Carlos    Andr&eacute; da Silva Fran&ccedil;a<sup>I</sup>; Taiany Bicalho dos Santos<sup>II</sup>;    Maria Alice Freitas Garcia<sup>II</sup>; Mihoko Yamamoto Tsutsumi<sup>III</sup>;    Lacy Cardoso de Brito J&uacute;nior<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> </font><font size="2" face="verdana"><sup>I</sup>Biom&eacute;dicos    <br>   </font><font size="2" face="verdana"><sup>II</sup>Farmac&ecirc;utico-Bioqu&iacute;micos    e Especialistas em Citologia Cl&iacute;nica pela UFPA    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </font><font size="2" face="verdana"><sup>III</sup>Professor Auxiliar IV do    Instituto de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas da UFPA    <br>   </font><font size="2" face="verdana"><sup>IV</sup>Professor Doutor Adjunto III    do Instituto de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas da UFPA</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b><i>OBJETIVO:</i></b><i> a Gardnerella vaginalis,,    isoladamente ou associada ao Mobiluncus sp., &eacute; um dos principais agentes    causadores de infec&ccedil;&otilde;es em mulheres em idade reprodutiva, seja    pela falta de h&aacute;bitos de higiene adequados, n&uacute;mero de parceiros    sexuais ou desequil&iacute;brios da microflora vaginal. Assim, buscou-se verificar    a preval&ecirc;ncia de G. vaginalis e/ou Mobiluncus sp., associadas &agrave;s    condi&ccedil;&otilde;es s&oacute;cio-culturais em mulheres atendidas no Hospital    de Quatro Bocas de Tom&eacute;-A&ccedil;u - Par&aacute;, atrav&eacute;s de exame    preventivo de c&acirc;ncer de colo do &uacute;tero.    <br>   <b>M&Eacute;TODO E RESULTADOS:</b> analisados materiais cervico-vaginais e informa&ccedil;&otilde;es    s&oacute;cio-culturais de 156 mulheres, com faixas et&aacute;rias de 17 e 73    anos, per&iacute;odo de outubro de 2003 a julho de 2004, para o diagn&oacute;stico    de preven&ccedil;&atilde;o de c&acirc;ncer ginecol&oacute;gico. Todas as amostras    foram processadas de modo convencional e analisadas no Laborat&oacute;rio de    Citopatologia da Universidade Federal do Par&aacute; por tr&ecirc;s observadores    (estudo cego). Como resultados verificou-se que das 156 mulheres pesquisadas    , a maior preval&ecirc;ncia estava associada &agrave; G. vaginalis (48,15%),    faixa et&aacute;ria de 21 a 30 anos, ou pela associa&ccedil;&atilde;o G. vaginalis    e Mobiluncus sp (36,36%). Em rela&ccedil;&atilde;o ao grau de escolaridade e    ocupa&ccedil;&atilde;o, a maior preval&ecirc;ncia ocorreu em mulheres com 1<sup>o</sup>    grau incompleto (47,37%), com atividades do lar (21,05%) e com&eacute;rcio (22,81%).    <br>   <b>CONCLUS&Otilde;ES:</b> estes dados refor&ccedil;am pesquisas que relacionam    a preval&ecirc;ncia de G. vaginalis e/ou Mobiluncus sp, em mulheres com vida    sexual e menor grau de escolaridade.</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>PALAVRAS-CHAVES</b>: Vaginose Bacteriana,    <i>Gardnerella vaginalis</i>, Mobiluncus sp.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>OBJECTIVE</b>: gardnerella vaginalis, alone    or associated to Mobiluncus sp., is one of the main etiological agents of infection    in women of reproductive age, due to lack of appropriate hygiene habits, number    of sexual partners or imbalance of the vaginal microbiota. Therefore, our objective    was to assess the prevalence of bacterial vaginosis caused by G. vaginalis and/or    Mobiluncus sp., and associate this to the sociocultural conditions in women    attended at Hospital de Quatro Bocas in Tom&eacute;-A&ccedil;u - Par&aacute;    - Brazil, through gynecological cancer screening.    <br>   <b>METHODS AND RESULTS</b>: cervico-vaginal smears and socio-cultural information    of 156 women aged 17 to 73 were analyzed for diagnosis and prevention of gynecological    cancer from October 2003 to July 2004. All samples were processed in the conventional    way and analyzed at Universidade Federal do Par&aacute;'s Laboratory of    Cytopathology by three observers (a blind study). Among all 156 women, the largest    prevalence was associated to G. vaginalis (48,15%) in 21 to 30- year-old women,    or to the association of G. vaginalis and Mobiluncus sp (36,36%). As for the    occupation and instruction degree, the infection was most prevalent in women    with incomplete primary school (47,37%), housewives (21,05%) and market workers    (22,81%).    <br>   <b>CONCLUSIONS</b>: our data reaffirm previous researches that relate the prevalence    of bacterial vaginosis caused by G. vaginalis and/or Mobiluncus sp. to low instruction    degree in sexually active women.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>KEY WORDS</b>: Bacterial vaginosis, <i>Gardnerella    vaginalis</i>, Mobiluncus sp.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A vagina &eacute; colonizada por variado n&uacute;mero    de bact&eacute;rias de esp&eacute;cies diferentes que vivem em harmonia com    o <i>Lactobacillus sp</i>, sendo a esp&eacute;cie bacteriana predominante no    meio vaginal e respons&aacute;vel pela determina&ccedil;&atilde;o pH &aacute;cido    (3,8 a 4,5) que inibe o crescimento das demais esp&eacute;cies bacterianas nocivas    &agrave; mucosa vaginal. Por&eacute;m, a aus&ecirc;ncia ou baixa na concentra&ccedil;&atilde;o    de <i>Lactobacillus sp</i> na flora vaginal associa-se, significativamente,    a processos patog&ecirc;nicos como as vaginoses bacteriana, citol&iacute;tica    e as doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis <sup>1; 2;3; 4; 5; 6;    7</sup>. Assim, dados da literatura indicam que a vaginose bacteriana est&aacute;    associada a uma s&iacute;ndrome em que h&aacute; diminui&ccedil;&atilde;o importante    de lactobacilos e aumento dos agentes anaer&oacute;bicos, como a <i>Gardnerella    vaginalis</i>, <i>Bacteroides sp</i>, <i>Peptostreptococcus</i>, <i>Mobiluncus    sp</i>, <i>Bacter&oacute;ides sp</i>, micoplasmas <sup>1; 4; 6; 7; 8</sup> entre    outros. Principalmente entre mulheres em idade reprodutiva e sexualmente ativas    <sup>9; 10, 11; 12, 13</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A <i>Gardnerella vaginalis</i>, um dos agentes    bacterianos mais freq&uuml;entemente associados &agrave; vaginose bacteriana,    tem como principais caracter&iacute;sticas: a modifica&ccedil;&atilde;o do pH    vaginal (acima de 4,5); morfologia de cocos-bacilos curtos, gram-negativos ou    gram-vari&aacute;veis, pleom&oacute;rficos, n&atilde;o capsulados, im&oacute;veis    e anaer&oacute;bicos facultativos; com a gera&ccedil;&atilde;o de corrimento    abundante de cor branco acinzentada e de odor f&eacute;tido ("peixe podre")    oriundos da produ&ccedil;&atilde;o de aminopeptidases com forma&ccedil;&atilde;o    de aminas (principalmente, putrecina, cadaverina e trimetilamina), que rapidamente    se volatizam em pH elevado e produzem o odor caracter&iacute;stico e, por serem    citot&oacute;xicas, ocasionam a esfolia&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas    epiteliais e o corrimento vaginal <sup>2; 3; 4; 7; 9</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">No exame de Papanicolaou, freq&uuml;entemente,    a <i>G. vaginalis</i> apresenta-se sob a forma de leucorr&eacute;ia e altera&ccedil;&otilde;es    celulares de grande valor diagn&oacute;stico chamadas de "c&eacute;lulas-guia",    um efeito citol&oacute;gico caracterizado pela presen&ccedil;a de c&eacute;lulas    escamosas recobertas por densas col&ocirc;nias do microorganismo, que se coram    em escuro pela colora&ccedil;&atilde;o de Papanicolaou <sup>2; 3; 7; 9; 11</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As bact&eacute;rias do g&ecirc;nero <i>Mobiluncus    sp</i>, por sua vez, s&atilde;o, tamb&eacute;m, assim como a <i>G. vaginalis,</i>    anaer&oacute;bicas, gram-vari&aacute;veis, usualmente gram-negativo e frequentemente    est&atilde;o associadas &agrave; vaginoses bacterianas. Com prefer&ecirc;ncia    por pH alcalino, estes agentes compreendem esp&eacute;cies bem definidas e morfologicamente    diferentes como o <i>Mobiluncus mulieris</i> e o <i>Mobiluncus curtisii</i>,    nos exames a fresco apresentam-se como bacilos espiralizados e m&oacute;veis,    ou bacilos curvos ao exame citol&oacute;gico de Papanicolaou <sup>1; 3; 5; 8;    9; 11</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>OBJETIVO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Verificar a preval&ecirc;ncia de <i>Gardnerella    vaginalis</i> e/ou <i>Mobiluncus sp</i>. diagnosticados atrav&eacute;s do exame    Papanicolaou, associadas &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es s&oacute;cio-culturais    de mulheres atendidas no Hospital Amaz&ocirc;nia de Quatro Bocas de Tom&eacute;-A&ccedil;u,    Par&aacute; - Brasil.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">De outubro de 2003 a julho de 2004 realizou-se,    no Laborat&oacute;rio de Patologia Geral &#8211; Imunopatologia e Citologia,    estudo descritivo de 156 l&acirc;minas de Exame de Papanicolaou oriundas do    Laborat&oacute;rio de Citopatologia, tamb&eacute;m do Instituto de Ci&ecirc;ncias    Biol&oacute;gicas da Universidade Federal do Par&aacute; &#8211; Brasil, e de    informa&ccedil;&otilde;es s&oacute;cio-culturais provenientes de ficha padr&atilde;o    de anamnese, em faixas et&aacute;rias entre 17 e 73 anos, atendidas em um Hospital    de Quatro Bocas da Cidade de Tom&eacute;-A&ccedil;u. Para tanto, os autores    assinaram termo de utiliza&ccedil;&atilde;o de dados, conforme orienta&ccedil;&atilde;o    do comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa Humana.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Todas as l&acirc;minas correspondentes a estes    casos foram submetidas a escrut&iacute;nios por dois observadores independentes    e reda&ccedil;&atilde;o dos resultados segundo a nomenclatura proposta pelo    sistema Bethesda. Utilizou-se como crit&eacute;rio de inclus&atilde;o para presen&ccedil;a    de <i>G. vaginalis e/ou Mobiluncus sp</i>, a concord&acirc;ncia dos dois examinadores    quanto &agrave; presen&ccedil;a destes agentes e crit&eacute;rio de exclus&atilde;o    quando &agrave; discord&acirc;ncia de pelo menos um dos observadores, ou ainda    a presen&ccedil;a de citologia normal, processos inflamat&oacute;rios inespec&iacute;ficos,    processos inflamat&oacute;rios espec&iacute;ficos por outros agentes infecciosos    que n&atilde;o <i>G. vaginalis e Mobiluncus sp</i> e de processos citol&oacute;gicos    com altera&ccedil;&otilde;es pr&eacute;-malignas ou malignas, por&eacute;m,    sem vaginose bacteriana associada &agrave; <i>G. vaginalis e/ou Mobiluncus sp</i>.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Posteriormente, foi feita a correla&ccedil;&atilde;o    dos dados de preval&ecirc;ncia de <i>G. vaginalis e/ou Mobiluncus sp</i> com    informa&ccedil;&otilde;es populacionais, como faixa et&aacute;ria, n&iacute;vel    de escolaridade e tipo de ocupa&ccedil;&atilde;o das pacientes, a fim de se    tentar caracterizar a preval&ecirc;ncia de <i>G. vaginalis e/ou Mobiluncus sp</i>    na popula&ccedil;&atilde;o estudada, atrav&eacute;s de an&aacute;lise estat&iacute;stica    do tipo comparativa, utilizando-se o programa Bioestat 4.0, com teste quiquadrado    com n&iacute;vel de p&lt;0,05 para a rejei&ccedil;&atilde;o de nulidade, assinalando-se    com (*) o que for significativo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Houve concord&acirc;ncia entre os observadores    para a presen&ccedil;a de <i>G. vaginalis e/ou Mobiluncus sp</i> em 57/ 156    (36,54%).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; idade (<a href="#tab1">Tabela    I</a>) foi observado que a maior preval&ecirc;ncia de <i>G. vaginalis</i>, 13/27    (48,15%) e da associa&ccedil;&atilde;o <i>G. vaginalis</i> e <i>Mobiluncus sp</i>,    08/22 (36,36%) em mulheres na faixa et&aacute;ria de 21 a 30 anos.</font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n4/4a08t1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Com rela&ccedil;&atilde;o ao grau de escolaridade    (<a href="#tab2">Tabela II</a>) foi observado que a maior preval&ecirc;ncia    de <i>G. vaginalis</i>, 11/27 (40,74%), e da associa&ccedil;&atilde;o <i>G.    vaginalis</i> e <i>Mobiluncus sp</i>, 14/22 (63,64%), ocorreu em mulheres com    1<sup>o</sup> grau incompleto.</font></p>     <p><a name="tab2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n4/4a08t2.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Observa-se que a maior preval&ecirc;ncia de <i>G.    vaginalis</i> estava associada a mulheres com atividades de comercio 09/27 (33,33%)    e do lar (donas de casa e domesticas), 07/27 (25,93%). Por sua vez, a maior    preval&ecirc;ncia da associa&ccedil;&atilde;o <i>G. vaginalis</i> e <i>Mobiluncus    sp</i>, verificou-se em mulheres com atividades do lar (donas de casa e domesticas),    14/22 (63,64%), e aut&ocirc;nomas, 05/22 (22,73%) dos casos (<a href="#tab3">Tabela    III</a>)</font></p>     <p><a name="tab3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpm/v21n4/4a08t3.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">O exame de Papanicolaou demonstrou ter boa sensibilidade    para o diagn&oacute;stico de <i>G. vaginalis</i>. Resultados semelhantes t&ecirc;m    sido observados tamb&eacute;m por outros autores na literatura <sup>2; 3; 10;11;    15</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Este estudo mostrou, ainda, que a maior preval&ecirc;ncia    de <i>G. vaginalis</i>, e da associa&ccedil;&atilde;o <i>G. vaginalis</i> e    <i>Mobiluncus sp</i>, foi registrada em mulheres na faixa et&aacute;ria de 21    a 30 anos e com 1<sup>o</sup> grau incompleto. Por sua vez, a baixa preval&ecirc;ncia    destes agentes em mulheres com idade inferior a 21 anos, ou a sua aus&ecirc;ncia    em mulheres nas faixas et&aacute;rias de 61 a 70 anos e acima de 70 anos, sugerem    que esta bact&eacute;ria tem uma conota&ccedil;&atilde;o sexual possivelmente    associada ao desequil&iacute;brio do ecossistema vaginal relacionada &agrave;    diminui&ccedil;&atilde;o da concentra&ccedil;&atilde;o de <i>Lactobacillus sp</i>,    conforme j&aacute; descrito na literatura <sup>2; 6; 7, 10; 12; 14; 15; 16,    20</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">GIRALDO et al. (6) observaram que mulheres profissionais    do sexo apresentavam maior freq&uuml;&ecirc;ncia de vaginose bacteriana, quando    comparadas a mulheres n&atilde;o-profissionais do sexo e associaram esta maior    freq&uuml;&ecirc;ncia ao fato das mulheres profissionais do sexo apresentarem    m&uacute;ltiplos parceiros, pr&aacute;ticas de sexo oral e anal, freq&uuml;&ecirc;ncia    de rela&ccedil;&otilde;es superior a tr&ecirc;s intercursos sexuais por semana    e a utiliza&ccedil;&atilde;o de duchas vaginais. Estudos recentes t&ecirc;m    relacionado ainda algumas caracter&iacute;sticas demogr&aacute;ficas e h&aacute;bitos    sexuais &agrave; preval&ecirc;ncia de infec&ccedil;&otilde;es genitais, por    <i>G. vaginalis</i> e dist&uacute;rbios da microflora vaginal <sup>22</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">BRENNA et al. (19) sugerem ainda que mulheres    jovens com baixo grau de escolaridade s&atilde;o as maiores respons&aacute;veis    pelos atendimentos ginecol&oacute;gicos para tratamento de quadros de leucorr&eacute;ias    e vulvovaginites ocasionadas por <i>G. vaginalis</i>, em fun&ccedil;&atilde;o    do baixo grau de esclarecimento sobre h&aacute;bitos sexuais e de higiene.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os dados verificados sugerem que a faixa et&aacute;ria    e o tipo de ocupa&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o feminina estudada    s&atilde;o fatores que podem estar diretamente ligados a fatores que predisp&otilde;em    quadros de infec&ccedil;&atilde;o por <i>G. vaginalis</i>, em associa&ccedil;&atilde;o    ou n&atilde;o com o <i>Mobiluncus sp</i>, seja por condi&ccedil;&otilde;es associadas    aos h&aacute;bitos sexuais da popula&ccedil;&atilde;o estudada, ou pela falta    de boas pr&aacute;ticas de higiene (dados n&atilde;o estudados), que acabam    por provocar dist&uacute;rbios da microflora vaginal.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Resultados semelhantes s&atilde;o observados    por outros autores na literatura quando afirmam que a infec&ccedil;&atilde;o    por <i>G. vaginalis</i> freq&uuml;entemente esta associada a fatores s&oacute;cio-culturais    como idade, falta de educa&ccedil;&atilde;o sexual adequada, grau de escolaridade    e tipo de ocupa&ccedil;&atilde;o; que se reflete em atitudes associadas a maus    h&aacute;bitos de higiene, n&uacute;mero de parceiros, in&iacute;cio precoce    da vida sexual ativa, e principalmente falta de h&aacute;bito de uso de preservativo    <sup>6; 7; 8; 10; 15; 16; 18; 21</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os resultados sugerem que o exame de Papanicolaou    tem boa sensibilidade para o diagn&oacute;stico de <i>G. vaginalis</i>, embora    n&atilde;o seja o seu principal objetivo, ainda que a preval&ecirc;ncia de <i>G.    vaginalis</i>, isoladamente, ou em associa&ccedil;&atilde;o com <i>Mobiluncus    sp</i>, na popula&ccedil;&atilde;o estudada, esteja diretamente relacionadas    a mulheres jovens em faixa et&aacute;ria de 21 e 30 anos, com menor grau de    escolaridade e ao tipo de ocupa&ccedil;&atilde;o desenvolvida por estas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGRAFICAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">1. MARRAZZO JM. Bacterial vaginosis. <i>Current    Treatment Options in Infectious Diseases</i>. 2003, 5:63-68.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">2. <u>ADAD SJ</u>; <u>LIMA RV</u>, <u>SAWAN ZTE</u>    <i>et al</i>. Frequency of <i>Trichomonas vaginalis, Candida sp and Gardnerella    vaginalis</i> in cervical-vaginal smears in four different decades. <i>Sao Paulo    Med J.</i> 2001, 119:200-205.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">3. SILVA FILHO A e LONGATO FILHO A. Colo Uterino    e Vagina: Processos Inflamat&oacute;rios, Aspecto histol&oacute;gico, citol&oacute;gico    e colposc&oacute;pico. Rio de Janeiro: <i>Revinter</i>, 2000, p. 07-89.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">4. <u>MURTA EFC</u>; <u>SOUZA MAH</u>; <u>ARAUJO    JUNIOR E</u> <i>et al</i>. 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Estudo de Fatores Associados a    <i>Gardnerella Vaginalis</i> (Monografia de Especializa&ccedil;&atilde;o em    Farmacologia). Maringa: Centro de Ensino Superior de Maring&aacute;, 2003, p.    05-72.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">18. CASTELLANO-GONZ&Aacute;LEZ M; AVILA-ROO Y;    GINESTRE-P&Eacute;REZ M; PEROZO-MENA A; ROMERO-A&Ntilde;EZ S; HARRISSOCORRO    B; RINC&Oacute;N-VILLALOBOS G. Diagn&oacute;stico bacteriol&oacute;gico de Gardnerella    vaginalis a partir de muestras de endoc&eacute;rvix. Bacteriological diagnosis    of Gardnerella vaginalis from endocervical samples. <i>Rev Soc Ven Microbiol</i>.    2001, 21(1): 35-41.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">19. BRENNA SMF et al, Conhecimento, atitude e    pratica do exame de Papanicolaou em mulheres com c&acirc;ncer de colo uterino.    <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>. 2001, 17(4): 909-914.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">20. ALVAREZ SL. Aspectos socio-culturales de    la sexualidad como factores obstaculizantes de la prevenci&oacute;n secundaria    del c&aacute;ncer c&eacute;rvico uterino. <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>.    1998, 14: 33-40.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">21. JIM&Eacute;NEZ PM; LEE LH; TALAVERA NS. Vulvovaginitis    en ni&ntilde;as de 0 a 8 a&ntilde;os en una zona rural del Estado Falc&oacute;n.    <i>Rev Obstet Ginecol Venez</i>. 2001, 61(4):245-249.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">22. NEWTON ER; PIPER JM; SHAIN RN; PERDUE ST;    PEAIRS W. Predictors of the vaginal microflora. <i>Am J Obstet Gynecol</i>.    2001, 184(5): 845-53.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="/img/revistas/rpm/v21n4/seta.gif" border="0"></a><font size="2" face="verdana"><b>Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</b><strong>:</strong>    <br>   Lacy Cardoso de Brito Junior    <br>   Universidade Federal do Par&aacute;    <br>   Instituto de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas    <br>   Lab. de Patologia Geral - Imunopatologia e Citologia    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Av. Augusto Corr&ecirc;a n<sup>o</sup> 01    <br>   Bairro Guam&aacute; - CEP 66075-900    <br>   Bel&eacute;m &#8211; Par&aacute; Fones: (091) 32017565    <br>   e-mail:<a href="mailto:lcdbrito@ufpa.br">lcdbrito@ufpa.br</a> ou <a href="mailto:lcdbrito@bol.com.br">lcdbrito@bol.com.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Recebido em 24.08.2007    <br>   Aprovado em 12.12.2007</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><sup><a name="n1"></a><a href="#s1">1</a></sup>Trabalho    realizado no Laborat&oacute;rio de Patologia Geral &#8211; Imunopatologia e    Citologia do Instituto de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas da UFPA.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Conflito de interesses: nenhum</font></p>     ]]></body>
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