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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="Verdana"><b>Avalia&ccedil;&atilde;o das CCIH'S dos hospitais    p&uacute;blicos, privados e filantr&oacute;picos de S&atilde;o Lu&iacute;s -    MA</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Santos, RJ; Medeiros, RB; Oliveira, ICB; Pereira,    DCA; Borges, DP</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Superintend&ecirc;ncia de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria.    S&atilde;o Lu&iacute;s- MA</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <font size="2" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O:</b> o controle    de infec&ccedil;&atilde;o constitui um dos maiores desafios do sistema de sa&uacute;de.    As mais frequentes e importantes complica&ccedil;&otilde;es ocorrem em pacientes    hospitalizados, tanto em pa&iacute;ses desenvolvidos como nos em desenvolvimento.    A possibilidade de redu&ccedil;&atilde;o de 30 a 70% na ocorr&ecirc;ncia dessas    infec&ccedil;&otilde;es, ocorre, atrav&eacute;s de programas de vigil&acirc;ncia    e monitoramento que funcionam como ferramentas para esta diminui&ccedil;&atilde;o.    Foi sancionada a Lei n<sup>o</sup> 9.431 em 06/012/97, que disp&otilde;e sobre a obrigatoriedade    da manuten&ccedil;&atilde;o de programa de controle de infec&ccedil;&otilde;es    hospitalares no pa&iacute;s. A Portaria n<sup>o</sup> 2616/GM/MS de 15/05/98,    em suas diretrizes refor&ccedil;a a necessidade da cria&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o    de Programa de Controle de Infec&ccedil;&atilde;o Hospitalar (PCIH), definido    como um: &quot;conjunto de a&ccedil;&otilde;es desenvolvidas, sistematicamente,    com vistas &agrave; redu&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima da incid&ecirc;ncia    e gravidade das infec&ccedil;&otilde;es hospitalares&quot;, define as estrat&eacute;gias    de medidas de preven&ccedil;&atilde;o e controle das infec&ccedil;&otilde;es    hospitalares.    <br>   <b>OBJETIVO:</b> avaliar o funcionamento das Comiss&otilde;es de Controle de    Infec&ccedil;&atilde;o Hospitalar (CCIH's) dos estabelecimentos hospitalares    p&uacute;blicos, filantr&oacute;picos e privados de S&atilde;o Lu&iacute;s &#8211;    MA, com base na Resolu&ccedil;&atilde;o &#8211; RDC n<sup>o</sup> 48 de 02/06/2000    &#8211; Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria(Anvisa).    <br>   <b>M&Eacute;TODO:</b> estudo avaliativo, realizado no munic&iacute;pio de S&atilde;o    Lu&iacute;s &#8211; MA, em 34 hospitais. Os dados foram coletados no per&iacute;odo    de mar&ccedil;o a agosto de 2006, mediante a aplica&ccedil;&atilde;o do Roteiro    de Inspe&ccedil;&atilde;o &#8211; CIH (Resolu&ccedil;&atilde;o RDC n<sup>o</sup> 48/Anvisa).    Realizadas inspe&ccedil;&otilde;es por t&eacute;cnicos da Superintend&ecirc;ncia    de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (SUVISA) nos hospitais, por meio de entrevistas    com os profissionais das CCIH's. Analisou-se, tamb&eacute;m, os relat&oacute;rios    de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica com indicadores de infec&ccedil;&atilde;o    hospitalar encaminhados regularmente a SUVISA pelas CCIH's. O processamento    e an&aacute;lise dos dados foram realizados, manualmente, digitados e tabulados    em planilha Excel em gr&aacute;ficos de barra.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <b>RESULTADOS:</b> conclui-se ap&oacute;s an&aacute;lise dos dados que a maioria    dos estabelecimentos avaliados (35,3%) eram privados, o percentual de estabelecimentos    p&uacute;blicos municipais e estaduais (23,5%), (6%) p&uacute;blicos federais    e (11,7%) filantr&oacute;picos. O estudo revelou que 68% dos hospitais tinham    CCIH conforme preconiza a Portaria 2616/GM/M.S. de 15/05/1998. Ainda assim,    39% das CCIH's avaliadas n&atilde;o possu&iacute;am o PCIH. 61% dos hospitais    que tinham CCIH, realizam vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica da infec&ccedil;&atilde;o    hospitalar e, desta, apenas 84% encaminhavam relat&oacute;rios com indicadores    de infec&ccedil;&atilde;o hospitalar &agrave; Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria    Estadual. 57% das CCIH's emitiam relat&oacute;rio de sensibilidade ao seu corpo    cl&iacute;nico.    <br>   <b>CONCLUS&Atilde;O:</b> apesar da maioria dos hospitais avaliados possu&iacute;rem    CCIH, 32% n&atilde;o &eacute; atuante e n&atilde;o atende aos requisitos da    legisla&ccedil;&atilde;o sanit&aacute;ria brasileira sobre controle de infec&ccedil;&atilde;o    hospitalar, onde se faz necess&aacute;rio desenvolvimento de estrat&eacute;gias    e a&ccedil;&otilde;es de implementa&ccedil;&atilde;o, voltadas para preven&ccedil;&atilde;o    das infec&ccedil;&otilde;es hospitalares e redu&ccedil;&atilde;o da morbimortalidade    de pacientes hospitalizados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Classifica&ccedil;&atilde;o tem&aacute;tica:    (001) - controle de qualidade em servi&ccedil;os de sa&uacute;de</font></p>      ]]></body>
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