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<journal-title><![CDATA[Boletim de Pneumologia Sanitária]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Contactantes<a href="#topo">*</a> de doentes com tuberculose multiresistente - possibilidades de intensificar a ação da enfermagem]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study emerges from a conception of qualitative nursing assistance towards the population, based on the attitude of promoting their own health. It aims to discuss nursing actions in preventing tuberculosis among contacts of multidrug-resistant tuberculosis patients. The study follows a descriptive-exploratory style and was being developed based on Peplau and King, during the Nursing Appointments with contacts of patients registered in the Protocol for Treatment of Multidrug-Resistant Tuberculosis, at the Centro de Referência Hélio Fraga - R. J. - Brazil. The data described by ISSA Program, and the qualitative data, analyzed by thematic content, allowed to identify that the contacts, regardless their epidemiological characteristics, did not modify, even temporarily, the intensity of their exposure to the multidrug-resistant source of infection. It can be stated that there is, among others, the need of a larger involvement of the Nurse in the Program of Tuberculosis Control. This involvement refers mainly to the need to stimulate greater participation of the contacts of persons infected by multidrug-resistant tuberculosis bacillus in active, individual and collective tuberculosis prevention.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Enfermagem em Saúde Pública]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Tuberculose Comunicante]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Public Health Nursing]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Tuberculosis Contacts]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="nota"></a>Contactantes<a href="#topo">*</a>    de doentes com tuberculose multiresistente - possibilidades de intensificar    a a&ccedil;&atilde;o da enfermagem<a href="#topo">**</a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fabiana    Barbosa Assump&ccedil;&atilde;o de Souza<sup>I</sup>; Florence Romijn Tocantins<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Enfermeira,    Mestre em Enfermagem, Professora da EEAP &#8211; UNIRIO    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>II</sup>Enfermeira;    Doutora em Enfermagem; Professor Titular &#8211; EEAP &#8211; UNIRIO; Orientadora</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este estudo se    insere na concep&ccedil;&atilde;o de uma assist&ecirc;ncia de enfermagem de    qualidade &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, fundamentada na atitude das pessoas    quanto &agrave; promo&ccedil;&atilde;o de sua sa&uacute;de. Tem por objetivo    geral discutir a&ccedil;&otilde;es de Enfermagem na preven&ccedil;&atilde;o    da tuberculose, junto a contactantes de doentes com tuberculose por bacilo multirresistente.    O estudo, do tipo descritivo-explorat&oacute;rio, foi desenvolvido fundamentado    em Peplau e King, durante Consulta de Enfermagem, junto a contactantes de doentes    matriculados no Protocolo de tratamento de tuberculose multirresistente, no    Centro de Refer&ecirc;ncia H&eacute;lio Fraga - RJ. Os dados quantitativos,    descritos mediante o Programa ISSA, e os dados qualitativos, analisados por    conte&uacute;do tem&aacute;tico, permitiram identificar que os contactantes,    independentemente das suas caracter&iacute;sticas epidemiol&oacute;gicas, n&atilde;o    modificaram, mesmo temporariamente, a intensidade de exposi&ccedil;&atilde;o    ao doente foco. Pode-se afirmar que existe a necessidade, entre outras, de um    maior envolvimento da Enfermeira no Programa de Controle da Tuberculose. Este    envolvimento diz respeito principalmente &agrave; necessidade de estimular uma    maior participa&ccedil;&atilde;o dos contactantes de pessoas infectadas com    o bacilo da tuberculose multirresistente para a preven&ccedil;&atilde;o ativa,    individual e coletiva, da tuberculose.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Palavras-chave:</b>    Enfermagem em Sa&uacute;de P&uacute;blica, Tuberculose Comunicante.</font></p> <hr size="1">     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> This study emerges    from a conception of qualitative nursing assistance towards the population,    based on the attitude of promoting their own health. It aims to discuss nursing    actions in preventing tuberculosis among contacts of multidrug-resistant tuberculosis    patients. The study follows a descriptive-exploratory style and was being developed    based on Peplau and King, during the Nursing Appointments with contacts of patients    registered in the Protocol for Treatment of Multidrug-Resistant Tuberculosis,    at the Centro de Refer&ecirc;ncia H&eacute;lio Fraga &#8211; R. J. &#8211; Brazil.    The data described by ISSA Program, and the qualitative data, analyzed by thematic    content, allowed to identify that the contacts, regardless their epidemiological    characteristics, did not modify, even temporarily, the intensity of their exposure    to the multidrug-resistant source of infection. It can be stated that there    is, among others, the need of a larger involvement of the Nurse in the Program    of Tuberculosis Control. This involvement refers mainly to the need to stimulate    greater participation of the contacts of persons infected by multidrug-resistant    tuberculosis bacillus in active, individual and collective tuberculosis prevention.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Keys-words:</b>    Public Health Nursing, Tuberculosis Contacts.</font></p> <hr size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o    </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para TEIXEIRA    &#8211; (1997, p.3) existe no Brasil, 39 milh&otilde;es de infectados.<i> </i>&quot;<i>O    tratamento &eacute; abandonado por 14% dos que iniciam; e, muito grave, mais    de 25% dos casos de AIDS apresentam tuberculose associada e, h&aacute; em perspectiva,    um aumento da preval&ecirc;ncia da TBMR&quot;</i>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com    DALCOLMO &#8211; (1995), dos 90.000 casos novos de tuberculose no Brasil, 80%    s&atilde;o formas cl&iacute;nicas pulmonares, e destas, 60 &#8211; 70% s&atilde;o    bacil&iacute;feras. Isto representa uma taxa de incid&ecirc;ncia de todas as    formas, para o pa&iacute;s, de 57/100.000 habitantes, e de bacil&iacute;feros    de 35/100.000 habitantes. A Regi&atilde;o Sudeste concentra aproximadamente    45% dos casos notificados em todo o pa&iacute;s. A faixa et&aacute;ria predominante    &eacute; a de 20 a 30 anos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na Regi&atilde;o    Sudeste, os maiores problemas est&atilde;o nos estados do Rio de Janeiro e de    S&atilde;o Paulo. Para CAVALCANTE, PACHECO, LAURIA, et al.- (1998, p. 91).<i>    </i> &quot;<i>O Estado do Rio de Janeiro apresenta o maior coeficiente de incid&ecirc;ncia    por 100.000 habitantes (111,7) e tamb&eacute;m o maior coeficiente de mortalidade    do pa&iacute;s. O Estado do Rio de Janeiro e o Estado de S&atilde;o Paulo juntos    abrigam 40% do total de casos do Brasil</i>&quot;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Apesar do tratamento    da tuberculose ser considerado eficaz desde os anos 50, para RODRIGUES E MENDON&Ccedil;A    et al. (1997), a necessidade de um esquema terap&ecirc;utico combinado e prolongado    &eacute; tida como um complicador, pois d&aacute; margem &agrave; emerg&ecirc;ncia    de resist&ecirc;ncia medicamentosa nos casos de administra&ccedil;&atilde;o    inadequada. Para os autores, &quot;<i>a resist&ecirc;ncia a uma ou a m&uacute;ltiplas    drogas representa um importante agravo no contexto da problem&aacute;tica representada    pela tuberculose</i>&quot;(RODRIGUES E MENDON&Ccedil;A et al.,1997, p. 625).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> No Brasil, um    dos principais problemas para o controle da tuberculose, atualmente, tem sido    o abandono do tratamento, que alcan&ccedil;a uma taxa de 14%. No Rio de Janeiro,    esta taxa &eacute; de 30% e, em S&atilde;o Paulo, de 20%, contribuindo decisivamente    para o aumento do n&uacute;mero de casos de doentes com bacilos multirresistentes    &agrave;s principais drogas dispon&iacute;veis (FORTES E DALCOLMO, 1997).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O desenvolvimento    da resist&ecirc;ncia bacteriana pode levar &agrave; morte ou prolongar o tempo    de tratamento com um esquema de drogas que &eacute; muito mais caro do que os    utilizados na tuberculose n&atilde;oresistente. O tratamento de um caso novo    de tuberculose custa de R$ 70,00 a R$ 80,00 (valores de 1998). J&aacute; o tratamento    de um caso de TBMR tem o valor m&eacute;dio de R$ 3.500,00, fora o poss&iacute;vel    custo com interna&ccedil;&atilde;o (RUFFINO-NETO, 1998). Junto a isto, o paciente    enfrenta outras dificuldades, como precisar ser internado em alguns momentos    e, na primeira fase do tratamento, enquanto a sua baciloscopia estiver positiva,    ser afastado do trabalho (75% dos casos de tuberculose ocorrem na popula&ccedil;&atilde;o    economicamente ativa). Al&eacute;m disso, o paciente dever&aacute; evitar contatos    muito pr&oacute;ximos com os seus familiares e amigos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Analisando-se    a situa&ccedil;&atilde;o, pode-se perguntar: quais s&atilde;o as causas desta    problem&aacute;tica? &Eacute; comum ouvir muitos profissionais de sa&uacute;de    colocando a culpa no paciente quando se trata de tuberculose multirresistente    ou n&atilde;o. Costumam dizer que o mesmo abandonou o tratamento por conta pr&oacute;pria    e sem motivos justific&aacute;veis.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com    Ribas (1987, p. 3), &quot;<i>A atua&ccedil;&atilde;o da Equipe de Enfermagem    em Unidade de Assist&ecirc;ncia Prim&aacute;ria de Sa&uacute;de, est&aacute;    voltada para uma forma de atendimento que propicia o surgimento de uma barreira    prevalente no processo de comunica&ccedil;&atilde;o enfermagem-cliente, cujo    transpor se torna bastante dif&iacute;cil, pois o profissional age junto aos    clientes na maioria das vezes de forma impessoal, n&atilde;o apresentando oportunidades    nem a si, muito menos ao cliente, de fazer questionamentos que facilitem a realiza&ccedil;&atilde;o    correta do tratamento</i>&quot;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="nota3"></a>Como    se observa, &eacute; f&aacute;cil ocorrer algum problema na comunica&ccedil;&atilde;o    enfermeira<sup><a href="#topo">3</a></sup> - paciente, e se o profissional    n&atilde;o estiver alerta, os problemas decorrentes disto podem ser extremamente    preocupantes, como &eacute; o caso da tuberculose por bacilo multirresistente.    Quando o profissional de enfermagem posiciona-se colocando a culpa apenas no    paciente, deixa de analisar a situa&ccedil;&atilde;o de vida deste cliente e,    o que &eacute; mais preocupante, a sua rela&ccedil;&atilde;o com as pessoas    do seu conv&iacute;vio habitual. Quem s&atilde;o as pessoas que convivem com    ele? Qual a possibilidade de contamina&ccedil;&atilde;o destas pessoas pela    tuberculose multirresistente?</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No controle da    tuberculose, a enfermagem tem importante papel, uma vez que participa de atividades    de combate &agrave; doen&ccedil;a em todas as suas fases, o que exige que esteja    realmente integrada na luta contra a doen&ccedil;a. Em 1967, na atividade de    descoberta de casos, BECKER (1967 p. 355) j&aacute; descrevia as seguintes atividades    como de responsabilidade da enfermagem:</font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Desenvolvimento    de programas de prova tubercul&iacute;nica que inclui: a) Sele&ccedil;&atilde;o,    recrutamento e preparo dos grupos a examinar; b) Aplica&ccedil;&atilde;o e leitura    dos testes; c) Rastreamento dos focos existentes em torno dos &quot;infectados&quot;    (reatores);    <br> &#8226;  Exame de escarro dos clinicamente suspeitos;    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>  &#8226; Recrutamento dos casos destinados a exame radiol&oacute;gico;    <br>   &#8226; Controle tubercul&iacute;nico e radiol&oacute;gico, peri&oacute;dico,    dos &quot;comunicantes&quot;;    <br>  &#8226; Triagem dos casos examinados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Conforme o j&aacute;    observado, diante da cr&iacute;tica situa&ccedil;&atilde;o da tuberculose, torna-se    imprescind&iacute;vel refor&ccedil;ar que a pol&iacute;tica e as a&ccedil;&otilde;es    de sa&uacute;de, no &acirc;mbito desta doen&ccedil;a, carecem ser preventivas,    procurando ir &agrave;s ra&iacute;zes do problema para evitar que ele aconte&ccedil;a.    As a&ccedil;&otilde;es curativas s&atilde;o importantes mas n&atilde;o debelam    o mal totalmente e podem at&eacute; incentiv&aacute;-lo ainda mais. Isto ocorre,    por exemplo, quando se administra antibi&oacute;ticos inadequadamente, o que    leva ao desenvolvimento de germes resistentes. E, se n&atilde;o adotarmos uma    conduta preventiva como, por exemplo, o controle dos contactantes, estaremos    deixando que o problema fique ainda pior.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nestas a&ccedil;&otilde;es    a enfermagem tem, sem d&uacute;vida, importante papel. Para Paula apud RIBAS    (1987, p. 3) &quot;<i>A enfermagem j&aacute; dedicou muito do seu trabalho sofisticado    a poucos indiv&iacute;duos, devendo agora procurar estender a sua aten&ccedil;&atilde;o    a muitos, com tecnologia apropriada atrav&eacute;s da assist&ecirc;ncia prim&aacute;ria</i>&quot;.    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">E seguindo esta    mesma linha de racioc&iacute;nio, Ferreira apud RIBAS (1987, p. 3), apresenta    que:&quot;<i>Os contatos que a Equipe de Enfermagem tem com o indiv&iacute;duo    podem n&atilde;o ser longos, entretanto s&atilde;o freq&uuml;entes, pelo n&uacute;mero    de vezes que o mesmo retorna ao servi&ccedil;o. Estes s&atilde;o oportunos para    dar-lhes apoio, orienta&ccedil;&atilde;o e ensino, o que poder&aacute; ser estendido    a seus familiares</i>&quot;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A atua&ccedil;&atilde;o    da enfermagem no controle da tuberculose, seja diante de casos resistentes ou    de sens&iacute;veis &agrave; terap&ecirc;utica usual, n&atilde;o se modifica.    Naqueles casos por bacilos multirresistentes o que existe &eacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o    maior, tendo em vista a gravidade do problema e o fato de que a doen&ccedil;a    exp&otilde;e todas as pessoas em volta, ao risco de infectarse com estes bacilos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Problem&aacute;tica</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com    um estudo realizado por DALCOLMO, FORTES, MELO, et al. (1998) no ano de 1997,    dos 135 doentes com tuberculose multirresistente, submetidos a tratamento, observouse:    54,07% (n=73) com resultados favor&aacute;veis (tratados, pelo menos, por 12    meses ou 6 meses ap&oacute;s duas culturas negativas consecutivas); 33,33% (n=45)    de fal&ecirc;ncia do tratamento (permaneceram com culturas positivas ap&oacute;s    12 meses de tratamento); 6,66% (n=9) de &oacute;bito; 5,90% (n=8) de abandono,    (descontinuidade no tratamento e nas consultas m&eacute;dicas).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Como se pode verificar,    na tuberculose multirresistente o tratamento &eacute; longo e a cura ocorre    apenas em cerca de metade dos casos. J&aacute; a fal&ecirc;ncia do tratamento,    observada em 33,33%, leva ao estudo dos contactantes desses doentes para conhecer    quem s&atilde;o eles e que tipo de contato tiveram ou t&ecirc;m com pacientes    de tuberculose multirresistente. A enfermagem que com sua tecnologia pode intervir    no processo de transmiss&atilde;o deve dar prioridade &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o    dos contactantes notadamente aqueles de casos multirresistentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Segundo o Manual    de Normas para o Controle da Tuberculose (Brasil, 1995, p. 9) comunicante &eacute;:<i>    </i> &quot;<i>toda pessoa, parente ou n&atilde;o, que coabita com um doente    de tuberculose&quot;.</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A partir de 1997,    de acordo com o I Consenso Brasileiro de Tuberculose, (Brasil, 1997 p. 336),    o Boletim de Pneumologia Sanit&aacute;ria &#8211; Vol. 7, N&ordm; 1 &#8211;    jan/jun &#8211; 1999 termo Comunicante passa a ser de Contactante. &quot;<i>    Contactante: toda pessoa que convive com um doente de tuberculose&quot;</i>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ainda segundo    este Consenso (BRASIL, 1997, p. 336), este contactante pode ser:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <i>a) Intradomiciliar    - toda pessoa que coabita com um doente de tuberculose;</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <i>b) Extradomiciliar    - toda pessoa que compartilha com o doente de tuberculose de ambientes comuns,    sejam ambientes de lazer ou trabalho (escola, escrit&oacute;rio) ou ambientes    institucionais (pres&iacute;dios, manic&ocirc;mios, hospitais)</i>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Desta forma, o    problema est&aacute; em saber como os contactantes relacionam-se com os doentes    com tuberculose por bacilo multirresistente. &Eacute; preciso tamb&eacute;m    que se discuta a quest&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o ativa da enfermeira    na preven&ccedil;&atilde;o, controle e tratamento da tuberculose e a import&acirc;ncia    do seu preparo para atender o doente, em especial, os contactantes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Objetivos:    </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Geral    </b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Analisar as poss&iacute;veis    A&ccedil;&otilde;es de Enfermagem, junto a contactantes de doentes com tuberculose    por bacilo multirresistente, para a interven&ccedil;&atilde;o no processo de    transmiss&atilde;o do bacilo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Espec&iacute;ficos    </b></font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &#8226; Tra&ccedil;ar    o perfil epidemiol&oacute;gico de contactantes de doentes com tuberculose por    bacilo multirresistente;</font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Identificar os    tipos de rela&ccedil;&otilde;es dos contactantes com os doentes com tuberculose    por bacilo multirresistente;</font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Discutir    as a&ccedil;&otilde;es de Enfermagem na preven&ccedil;&atilde;o da tuberculose,    junto a contactantes de doentes com tuberculose por bacilo multirresistente.    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Metodologia    </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estudo &eacute;    do tipo descritivo-explorat&oacute;rio, como concep&ccedil;&atilde;o de estudo    epidemiol&oacute;gico transversal que visa observar, descrever e classificar    um fen&ocirc;meno, a maneira como ele se manifesta e os fatores com os quais    ele se relaciona (POLIT e HUNGLER, 1995). Pretendeu-se identificar as mudan&ccedil;as    de comportamento/rela&ccedil;&otilde;es de pessoas contactantes de casos de    tuberculose multirresistente e discutir as a&ccedil;&otilde;es da enfermagem    na preven&ccedil;&atilde;o da tuberculose.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O estudo teve por    popula&ccedil;&atilde;o alvo os contactantes de pacientes com tuberculose por    bacilo multirresistente (TBMR), matriculados no protocolo para ensaio cl&iacute;nico    de tratamento de casos de TBMR, financiado pelo PNCT, do Minist&eacute;rio da    Sa&uacute;de, no Ambulat&oacute;rio Integrado de Pesquisa do Centro de Refer&ecirc;ncia    H&eacute;lio Fraga (CRHF), localizado na cidade do Rio de Janeiro.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Considerando que    o n&uacute;mero de doentes de tuberculose por bacilo multirresistente n&atilde;o    &eacute; fixo ou est&aacute;vel, conseq&uuml;entemente, o n&uacute;mero de seus    contactantes tamb&eacute;m n&atilde;o o ser&aacute;. Assim sendo, optouse por    n&atilde;o pr&eacute;-determinar o tamanho de uma amostra a ser selecionada,    mas sim, considerar o per&iacute;odo estipulado para a realiza&ccedil;&atilde;o    de entrevistas, de acordo com o cronograma da pesquisa. Foram ent&atilde;o entrevistados    todos aqueles contactantes que compareceram &agrave;s entrevistas no per&iacute;odo    de outubro de 1997 a maio de 1998. O autor deste trabalho comparecia ao Ambulat&oacute;rio    do CRHF, duas vezes por semana, e integrava a equipe assistencial. Os pacientes    de TBMR eram entrevistados enquanto aguardavam a consulta m&eacute;dica e fazia-se    o levantamento dos seus contactantes, marcando, com eles, as consultas de enfermagem    com suas fam&iacute;lias. Dos 43 pacientes entrevistados obteve-se a informa&ccedil;&atilde;o    nominal de 155 contactantes.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao final do prazo    estabelecido para a realiza&ccedil;&atilde;o da pesquisa de campo, a popula&ccedil;&atilde;o    de contactantes entrevistada era de 120, representando 77,41% dos contactantes    informados pelos doentes inscritos no Protocolo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> No decorrer das    entrevistas, alguns doentes - caso TBMR foco - foram exclu&iacute;dos do Protocolo,    por raz&otilde;es diversas, contudo, os seus contactantes continuaram a ser    atendidos e compondo a popula&ccedil;&atilde;o desta pesquisa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os instrumentos    utilizados est&atilde;o fundamentados no Formul&aacute;rio de Pesquisa coordenado    pelo CRHF e naqueles utilizados pela Secretaria Municipal de Sa&uacute;de -    Rio de Janeiro (SMS-RJ), no controle de contactantes; estes, foram enriquecidos    a partir da revis&atilde;o da literatura, especialmente no tocante &agrave;    tem&aacute;tica - &quot;Controle da Transmiss&atilde;o do Bacilo e a Rela&ccedil;&atilde;o    Contactante - Doente&quot;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A coleta de dados    foi realizada durante a consulta de enfermagem e atrav&eacute;s das entrevistas    para o preenchimento do formul&aacute;rio de atendimento ao contactante de tuberculose    multirresistente. Foi realizado primeiramente, uma entrevista com os pacientes    com TBMR, relacionando-se e agendandose para a consulta de enfermagem todos    seus contactantes. Por ocasi&atilde;o desta consulta solicitava-se a aquiesc&ecirc;ncia    dos indiv&iacute;duos contactantes de pacientes com TBMR que participaram da    pesquisa, atrav&eacute;s de um Consentimento Informado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As entrevistas    eram individuais e abordavam os seguintes aspectos: dados de identifica&ccedil;&atilde;o,    dados epidemiol&oacute;gicos, informa&ccedil;&otilde;es sobre as possibilidades    de cont&aacute;gio e, por &uacute;ltimo, dados cl&iacute;nicos dos contactantes.    Neste momento procurava dar destaque &agrave;s fases de Explora&ccedil;&atilde;o    e Resolu&ccedil;&atilde;o, propostas por Peplau (GEORGE,1993), para as Rela&ccedil;&otilde;es    Interpessoais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os dados espec&iacute;ficos    para a pesquisa foram coletados atrav&eacute;s das entrevistas descritas acima,    utilizando-se os formul&aacute;rios &quot;Levantamento de Contactantes&quot;,    &quot;Ficha de Pesquisa de 1<sup>o</sup> Atendimento do Contactante da TBMR&quot;,    &quot;Ficha de Pesquisa de Atendimento do Contactante da TBMR &#8211; Rela&ccedil;&atilde;o    com o Doente&quot;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os contactantes    apresentaram resultados de PPD realizados h&aacute; menos de 6 meses e foram    submetidos a RX de t&oacute;rax, solicitado durante uma consulta m&eacute;dica.    Quando os contactantes eram sintom&aacute;ticos respirat&oacute;rios, realizavam    exame de escarro para a pesquisa de BAAR, cultura e teste de sensibilidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="nota4"></a>A    computa&ccedil;&atilde;o dos dados quantitativos e a sua estrutura&ccedil;&atilde;o    mediante tabelas, ocorreu atrav&eacute;s de um programa estat&iacute;stico,    chamado ISSA - Sistema Integrado de An&aacute;lise Estat&iacute;stica (Integrated    System for Survey Analysis), vers&atilde;o 1.2, desenvolvido no Chile, pela    MACRO International Inc.<sup><a href="#topo">4</a></sup> Todas as tabelas e    quadros t&ecirc;m como fonte os question&aacute;rios aplicados pela pesquisadora.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os dados qualitativos    abordam os elementos referentes &agrave; an&aacute;lise do tipo de rela&ccedil;&atilde;o    dos contactantes com os doentes de TBMR. Os contactantes foram questionados    sobre se houve ou n&atilde;o mudan&ccedil;a no tipo de rela&ccedil;&atilde;o    ap&oacute;s o diagn&oacute;stico da doen&ccedil;a e qual a raz&atilde;o e tipo    desta mudan&ccedil;a. Estes dados, submetidos &agrave; an&aacute;lise de conte&uacute;do    tem&aacute;tico</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>An&aacute;lise    e apresenta&ccedil;&atilde;o dos dados </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A an&aacute;lise    dos dados foi realizada tendo em vista os objetivos deste estudo. O primeiro,    tra&ccedil;ar o perfil epidemiol&oacute;gico de contactantes de doentes com    tuberculose por bacilo multirresistente e, o segundo, identificar os tipos de    rela&ccedil;&otilde;es dos contactantes com os doentes. Com isto, pretende-se    subsidiar a discuss&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es de enfermagem na preven&ccedil;&atilde;o    da tuberculose. Ao final do estudo foram elaboradas 47 tabelas, das quais s&atilde;o    apresentadas aqui aquelas que cont&ecirc;m os dados mais significativos, considerando-se    os objetivos do estudo.</font></p>       <p><a name="tab1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bps/v7n1/1a03t1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s a    apresenta&ccedil;&atilde;o desta <a href="#tab1">s&iacute;ntese descritiva</a>    e analisando-se este quadro, pode-se chegar &agrave;s seguintes conclus&otilde;es    sobre as caracter&iacute;sticas dos contactantes entrevistados nesta pesquisa:    inicialmente, verifica-se que o n&uacute;mero de contactantes homens e mulheres,    atendidos durante a pesquisa n&atilde;o oscilou praticamente nada; a maioria    deles possui grau de parentesco com o doente foco da TBMR - esposo, namorado,    companheiro ou filho; a faixa et&aacute;ria mais freq&uuml;ente &eacute; a de    0 a 10 anos, seguida da de 10 a 20 anos; a grande maioria dos contactantes nasceu    na Regi&atilde;o Sudeste; observou-se um grau de instru&ccedil;&atilde;o baixo,    entre a maioria dos contactantes, alguns sem instru&ccedil;&atilde;o formal    e outros com primeiro grau incompleto; quanto &agrave; situa&ccedil;&atilde;o    trabalhista predominam os estudantes, seguidos de mulheres com profiss&atilde;o    do lar e de aut&ocirc;nomos; a renda familiar &eacute; baixa &#8211; 51% na    classe &quot;C&quot; e 37% na &quot;D&quot;- sendo que a maioria reside em casas    de alvenaria, com 5 c&ocirc;modos e com presen&ccedil;a de sol; um n&uacute;mero    alto de contactantes est&aacute; vacinado com BCG e foi submetido ao teste de    PPD, com grande incid&ecirc;ncia de reatores fortes; o grau de conviv&ecirc;ncia    dos contactantes com os doentes-foco da TBMR &eacute; intradomiciliar e o tipo    de conviv&ecirc;ncia varia entre &quot;dormia junto e continuou&quot;, &quot;nunca    dormiu junto,&quot; e &quot;dormia junto e parou&quot;; a maior parte dos contactantes    encontra o doente diariamente, mas n&atilde;o passa as 24 horas junto; sobre    o tipo de proximidade f&iacute;sica, eles costumam dormir no mesmo quarto do    doente-foco: um grande n&uacute;mero de contactantes mant&eacute;m uma rela&ccedil;&atilde;o    social-afetiva do tipo olhar, conversar, apertar a m&atilde;o e outras, al&eacute;m    dessas, costumam abra&ccedil;ar e beijar (sem contato de saliva) o doente-foco.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Caracter&iacute;sticas    da rela&ccedil;&atilde;o </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> De todos os contactantes    entrevistados, apenas 23 responderam afirmativamente, quando questionados se    houve mudan&ccedil;a no tipo de rela&ccedil;&atilde;o com o doente-foco ap&oacute;s    o diagn&oacute;stico. Eles foram questionados tamb&eacute;m sobre o Tipo de    Mudan&ccedil;a na Rela&ccedil;&atilde;o e sobre qual a Raz&atilde;o desta Mudan&ccedil;a.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Quanto aos Tipos    de Mudan&ccedil;a na Rela&ccedil;&atilde;o, descritos pelos contactantes, ap&oacute;s    o conhecimento do diagn&oacute;stico da TBMR, apareceram tr&ecirc;s categoriastem&aacute;ticas    b&aacute;sicas: Distanciamento F&iacute;sico, Dimens&atilde;o F&iacute;sica    da Rela&ccedil;&atilde;o e Dimens&atilde;o Afetiva da Rela&ccedil;&atilde;o,    sendo que a categoria-tem&aacute;tica Distanciamento F&iacute;sico, foi relatada    em termos de Distanciamento F&iacute;sico Propriamente Dito e &quot;M&eacute;todos    de Barreira&quot; (<a href="#q1">Quadro I</a>).</font></p>     <p><a name="q1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bps/v7n1/1a03q1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Merece destaque    a natureza f&iacute;sica da mudan&ccedil;a, seja em termos de Distanciamento    F&iacute;sico Propriamente Dito - 17 relatos - seja em termos da Dimens&atilde;o    F&iacute;sica da rela&ccedil;&atilde;o - 9 relatos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No <a href="#q2">quadro    II</a>, s&atilde;o apresentados os relatos que deram origem &agrave; Categoriza&ccedil;&atilde;o    Tem&aacute;tica: Tipo de mudan&ccedil;a.</font></p>     <p><a name="q2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bps/v7n1/1a03q2.gif"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Analizando-se o    <a href="#q2">quadro II</a>, deve-se considerar as quest&otilde;es pessoais    de relacionamento, que foram levantadas na introdu&ccedil;&atilde;o deste estudo,    onde foi dito que as pessoas, neste caso, contactantes, passam a ter que se    afastar do doente. Verifica-se que os contactantes encontram estrat&eacute;gias,    principalmente no distanciamento f&iacute;sico que n&atilde;o implicam obrigatoriamente    na diminui&ccedil;&atilde;o da dimens&atilde;o afetiva ou f&iacute;sica da rela&ccedil;&atilde;o,    pois os relatos mais frequentes foram os de Distanciamento F&iacute;sico Propriamente    Dito.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ajudando a fundamentar    ainda mais a a&ccedil;&atilde;o da enfermeira, este quadro demonstra que os    pr&oacute;prios contactantes j&aacute; tem como estrat&eacute;gia um distancimento    f&iacute;sico que &eacute; adequado para a preven&ccedil;&atilde;o da infec&ccedil;&atilde;o,    mais que n&atilde;o implica, obrigatoriamente, na redu&ccedil;&atilde;o da dimens&atilde;o    f&iacute;sica e afetiva da rela&ccedil;&atilde;o. Ainda se acrescenta que as    pessoas t&ecirc;m que mudar alguma coisa e mudam - a maioria se afasta (<a href="#q3">Quadro    III</a>).</font></p>     <p><a name="q3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bps/v7n1/1a03q3.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Merece destaque    a categoria tem&aacute;tica Medo de se &quot;contaminar&quot;, com 17 relatos.</font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com    n&uacute;mero de relatos bem inferior, observam-se as categorias Orienta&ccedil;&otilde;es    M&eacute;dicas e Preocupa&ccedil;&atilde;o com o doente, tr&ecirc;s relatos    cada uma.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A seguir, no <a href="#q4">quadro    IV</a>, ser&atilde;o apresentados os relatos que deram origem &agrave; Categoriza&ccedil;&atilde;o    Tem&aacute;tica: Raz&atilde;o da mudan&ccedil;a.</font></p>     <p><a name="q4"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bps/v7n1/1a03q4.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As raz&otilde;es    que mais se destacaram, para a mudan&ccedil;a no tipo de rela&ccedil;&atilde;o    entre doente e contactante dizem respeito ao medo da contamina&ccedil;&atilde;o.    Os relatos, na sua maioria, s&atilde;o: &quot;Tenho medo de pegar esta doen&ccedil;a;    Medo de me contaminar; Medo do cont&aacute;gio; Medo de contaminar a fam&iacute;lia&quot;.    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O conte&uacute;do    destas categorias-tem&aacute;ticas permitiu reafirmar a import&acirc;ncia da    concep&ccedil;&atilde;o de King (GEORGE,1993), quanto ao papel da enfermeira    junto e ao cliente. Este profissional utiliza habilidades, conhecimentos e valores,    para a identifica&ccedil;&atilde;o de metas e para o aux&iacute;lio no sentido    do controle da transmiss&atilde;o do bacilo. Para isso, a enfermagem exige uma    participa&ccedil;&atilde;o ativa do contactante.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Considera&ccedil;&otilde;es    finais </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A orienta&ccedil;&atilde;o    desta pesquisa foi de A&Ccedil;&Atilde;O PREVENTIVA. A enfermagem participa    de atividades de combate &agrave; tuberculose em todas as suas fases, mas precisa    estar realmente integrada nesta luta, estabelecendo medidas, participando da    preven&ccedil;&atilde;o, evitando complica&ccedil;&otilde;es e a contamina&ccedil;&atilde;o    de outras pessoas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Como j&aacute;    se sabe, a atua&ccedil;&atilde;o da enfermagem para o controle da tuberculose,    seja ela resistente ou sens&iacute;vel &agrave; terap&ecirc;utica usual, n&atilde;o    se modifica. Nos casos de tuberculose multirresistente o que existe &eacute;    uma preocupa&ccedil;&atilde;o maior, tendo em vista a gravidade do problema    e o fato de que a doen&ccedil;a exp&otilde;e todas as pessoas em volta a um    risco grande destas serem infectadas por bacilo resistente. Al&eacute;m disso,    nos casos de adoecimento dos contactantes, &eacute; preciso que se tenha aten&ccedil;&atilde;o    para as caracter&iacute;sticas destes, pois, o esquema de tratamento da TBMR,    no estudo controlado pelo CRHF/Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, n&atilde;o    pode ser administrado a gestantes e crian&ccedil;as menores de 14 anos, devido    &agrave;s les&otilde;es osteoarticulares graves que alguns daqueles medicamentos    podem causar.</font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Agrave; enfermagem    cabe providenciar o exame e o tratamento preventivo dos contactantes, procurando    proteg&ecirc;-los da possibilidade de transmiss&atilde;o do bacilo da tuberculose,    seja ele sens&iacute;vel ou resistente &agrave;s drogas usuais. Para isto, a    enfermeira durante a consulta com o contactante, valendo-se das t&eacute;cnicas    de educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de, trata de orient&aacute;-los para    a forma&ccedil;&atilde;o de um novo comportamento frente &agrave; doen&ccedil;a.    Esta conduta, espera-se, concorre para evitar a resist&ecirc;ncia prim&aacute;ria!</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ao tra&ccedil;ar-se    o perfil dos contactantes, verificou-se um n&uacute;mero elevado de estudantes    entre eles, o que leva a enfermeira a atuar de modo mais intensivo junto a este    grupo, dentro das Escolas e nos seus diferentes n&iacute;veis. Observou-se tamb&eacute;m    um n&uacute;mero alto de contactantes reatores fortes ao PPD e sem sintomatologia    respirat&oacute;ria. Este grupo recebem m&aacute;xima aten&ccedil;&atilde;o    da Enfermeira do Programa de Controle da Tuberculose que realizar&aacute; uma    Assist&ecirc;ncia de Enfermagem voltada para a observa&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua    e para a preven&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave;    faixa et&aacute;ria dos contactantes, constatou-se que a maioria est&aacute;    entre 0 e 10 anos, e &eacute; importante lembrar que a enfermeira, de acordo    com o Programa de Assist&ecirc;ncia Integral &agrave; Sa&uacute;de da Crian&ccedil;a,    dever&aacute; estar atenta para os poss&iacute;veis casos de tuberculose na    fam&iacute;lia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De todos os contactantes    que responderam as quest&otilde;es sobre o tipo de rela&ccedil;&atilde;o entre    eles e o doente de TBMR, a grande maioria afirmou que n&atilde;o houve modifica&ccedil;&atilde;o    no seu tipo de rela&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s o diagn&oacute;stico. Dos que    responderam afirmativamente, observou-se que os contactantes procuram se proteger    da transmiss&atilde;o da TBMR da melhor forma poss&iacute;vel, mas dentro das    suas limita&ccedil;&otilde;es. Nestes relatos, mereceu destaque a natureza f&iacute;sica    da mudan&ccedil;a na rela&ccedil;&atilde;o, onde foi relatado o distanciamento    f&iacute;sico propriamente dito e os m&eacute;todos de barreira. Nas dimens&otilde;es    f&iacute;sica e afetiva da rela&ccedil;&atilde;o os relatos foram em n&uacute;mero    inferior.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O medo da contamina&ccedil;&atilde;o    foi o que fundamentou a maior parte dos casos de mudan&ccedil;a da rela&ccedil;&atilde;o    entre contactante e doente de TBMR. Isto fez com que os contactantes ficassem    mais atentos para a situa&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com todos os relatos    de raz&atilde;o da mudan&ccedil;a da rela&ccedil;&atilde;o, pode-se construir    um modelo de assist&ecirc;ncia de enfermagem voltado para prevenir a contamina&ccedil;&atilde;o    pelo bacilo da TBMR. A compreens&atilde;o dos relacionamentos entre contactantes    e doentes de TBMR, pode subsidiar uma maior participa&ccedil;&atilde;o da enfermagem    no processo de interrup&ccedil;&atilde;o da corrente de infec&ccedil;&atilde;o.    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Observou-se, durante    esta pesquisa, que a pessoa (contactante), pode mudar o seu tipo de rela&ccedil;&atilde;o    com o doente, e o faz, em sua maioria, por &quot;medo de se contaminar&quot;.    A maioria muda passando a impor um distanciamento f&iacute;sico &#8211; evitando    o seu familiar/amigo doente, dormindo separado. Outros utilizam m&aacute;scaras,    separam os utens&iacute;lios dom&eacute;sticos e as roupas de cama.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Alguns contactantes    mudaram as suas atitudes, mas a maioria continuou dormindo junto ao doente-foco    e alguns continuaram beijando-o com contato de saliva. Ap&oacute;s a realiza&ccedil;&atilde;o    desta pesquisa, sabe-se que a mudan&ccedil;a de comportamento &eacute; poss&iacute;vel,    e de que forma ela acontece. Portanto h&aacute; a necessidade e a possibilidade    de que a enfermeira atue nestes aspectos de mudan&ccedil;a de tipo de rela&ccedil;&atilde;o    entre doente contactante e n&atilde;o somente nas quest&otilde;es de medicaliza&ccedil;&atilde;o.    &Eacute; necess&aacute;rio estimular os contactantes de pessoas infectadas com    o bacilo da tuberculose multirresistente para que adotem as medidas de preven&ccedil;&atilde;o    ativa, individual e coletiva da tuberculose.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Junto &agrave;queles    que n&atilde;o est&atilde;o modificando o seu tipo de rela&ccedil;&atilde;o,    a enfermeira dever&aacute; utilizar os achados desta pesquisa, onde os contactantes    relataram os seus tipos de raz&otilde;es de mudan&ccedil;a na rela&ccedil;&atilde;o,    para o fundamento do seu trabalho de a&ccedil;&atilde;o educativa voltado para    a preven&ccedil;&atilde;o da tuberculose. Tudo isto, evitando o estigma da doen&ccedil;a    e, ao mesmo tempo, enfatizando as formas das pessoas se protegerem, promovendo    a sua sa&uacute;de e prevenindo a infec&ccedil;&atilde;o. A investiga&ccedil;&atilde;o    dos contactantes e importante medida de detec&ccedil;&atilde;o e preven&ccedil;&atilde;o    de novos casos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao final desta    pesquisa, &eacute; poss&iacute;vel ressaltar a import&acirc;ncia da enfermagem    em prover e prever servi&ccedil;os de enfermagem de sa&uacute;de p&uacute;blica    voltados para a investiga&ccedil;&atilde;o de contactantes de doentes de tuberculose,    pois a sua atua&ccedil;&atilde;o pode ser a parte fundamental para um efetivo    controle da tuberculose junto &agrave; popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Sugest&otilde;es</b>    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Considerando todos    os elementos que compuseram o desenvolvimento desta pesquisa, t&ecirc;m-se como    sugest&otilde;es:</font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Priorizar    a melhoria do diagn&oacute;stico bacteriol&oacute;gico e o controle mais r&iacute;gido    durante todo o tratamento, conforme estabelecem as diretrizes para a execu&ccedil;&atilde;o    do Plano Emergencial para o Controle da Tuberculose; </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Investir    no Esquema I, confirmando SEMPRE, a cada consulta, se o paciente est&aacute;    tomando a medica&ccedil;&atilde;o corretamente; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Investir    no diagn&oacute;stico inicial da tuberculose, e no tratamento imediato, efetivo    e completo de todos os doentes, procurando garantir que estes completem o tratamento    com sucesso; </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Investir    tamb&eacute;m no desenvolvimento da estrat&eacute;gia de &quot;tratamento diretamente    supervisionado (DOTS)&quot;, para os casos especiais ou para os casos de risco    de abandono (alcoolistas, drogadictos, sem teto, etc.), procurando-se evitar    o desenvolvimento da TBMR, e consequentemente, garantir &iacute;ndices melhores    de cura. O tratamento supervisionado garante que o paciente est&aacute; tomando    as medica&ccedil;&otilde;es prescritas de forma correta. Ele tamb&eacute;m pode    ajudar a prevenir a resist&ecirc;ncia prim&aacute;ria, e a minimizar a possibilidade    de infec&ccedil;&otilde;es prolongadas; </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Estabelecer o    Isolamento Respirat&oacute;rio de todos os pacientes com tuberculose (com resultado    de exame/cultura de escarro positiva) que estejam hospitalizados; </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Garantir a todos    os profissionais de sa&uacute;de que assistem doentes com tuberculose, Equipamentos    de Prote&ccedil;&atilde;o Individual (EPI). &Agrave; enfermagem cabe:</font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &#8226; Incentivar a    participa&ccedil;&atilde;o da enfermeira na elabora&ccedil;&atilde;o de diretrizes    do Programa de Controle da Tuberculose, com destaque para as a&ccedil;&otilde;es    junto a contactantes; </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &#8226; Estimular as    a&ccedil;&otilde;es educativas de enfermagem, na preven&ccedil;&atilde;o da    tuberculose e de suas complica&ccedil;&otilde;es; </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Priorizar    o atendimento de contactantes sintom&aacute;ticos respirat&oacute;rios e aplicar    a rotina prevista no Manual de Normas para o Controle da Tuberculose (1995);    </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &#8226; Investigar as    condi&ccedil;&otilde;es dos domic&iacute;lios dos doentes-focos, priorizando    os casos com inadequada ventila&ccedil;&atilde;o e superpopula&ccedil;&atilde;o,    onde os riscos de contamina&ccedil;&atilde;o s&atilde;o maiores. Atuar junto    com o Servi&ccedil;o Social; </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Priorizar as    A&ccedil;&otilde;es de Enfermagem de preven&ccedil;&atilde;o da tuberculose,    principalmente entre os contactantes com rela&ccedil;&atilde;o de parentesco    muito pr&oacute;xima ao doente - foco (esposo, companheiro, namorado), e entre    aqueles menores de 5 anos, pois est&atilde;o mais predispostos a desenvolverem    a doen&ccedil;a; </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Estimular que    o trabalho de todos os profissionais de sa&uacute;de que, atuam junto a doentes    com TBMR, esteja SEMPRE integrado com as Unidades B&aacute;sicas de Sa&uacute;de    das &aacute;reas onde os doentes e os seus contactantes residem. Informar &agrave;s    enfermeiras das UBS de resid&ecirc;ncia dos contactantes (intradomiciliares    e extradomiciliares), sobre os casos confirmados e sobre a investiga&ccedil;&atilde;o    dos contactantes; </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &#8226;Orientar as Enfermeiras    que realizam consulta de enfermagem no pr&eacute;-natal, sobre a import&acirc;ncia    da investiga&ccedil;&atilde;o de casos de doentes de tuberculose nas fam&iacute;lias    das gestantes, devendo ter aten&ccedil;&atilde;o especial com os rec&eacute;m-nascidos;    </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &#8226; Manter o Isolamento    Respirat&oacute;rio de todos os pacientes com tuberculose que estiverem hospitalizados,    enquanto estes forem bacil&iacute;feros; </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &#8226; Procurar conhecer    a fam&iacute;lia de cada doente, integrando-a ao tratamento do doente; </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &#8226; Promover A&ccedil;&otilde;es    Educativas, sobre a tuberculose, para a popula&ccedil;&atilde;o, incentivando    a participa&ccedil;&atilde;o da comunidade (que vive em &aacute;reas de risco),    no controle da doen&ccedil;a. Procurar trabalhar com quest&otilde;es de medo    de contamina&ccedil;&atilde;o pelo bacilo sens&iacute;vel/resistente da tuberculose,    esclarecendo cada quest&atilde;o; </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226;  Realizar entrevista    completa com os contactantes, coletar os dados epidemiol&oacute;gicos e cl&iacute;nicos,    assim como informa&ccedil;&otilde;es sobre o tipo de rela&ccedil;&atilde;o com    o doente de tuberculose, n&atilde;o deixando de verificar o peso e a altura    de todos, para uma avalia&ccedil;&atilde;o antropometrica adequada. &Eacute;    importante tamb&eacute;m que a enfermeira fa&ccedil;a um levantamento da hist&oacute;ria    de doen&ccedil;as anteriores e/ou ainda presentes, prevenindo assim, n&atilde;o    s&oacute; complica&ccedil;&otilde;es como tamb&eacute;m, a m&aacute; absor&ccedil;&atilde;o    da quimioprofilaxia, caso esta seja indicada;</font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Promover cursos    de extens&atilde;o universit&aacute;ria, semin&aacute;rios, encontros e outras    atividades afins, que possibilitem um melhor aprimoramento do estudo da tuberculose,    que incentivem pesquisas na &aacute;rea e que permitam um melhor desenvolvimento    das enfermeiras, junto ao Programa de Controle da Tuberculose;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> &#8226; Encorajar os    contactantes a expressarem os seus sentimentos e oferecer suporte emocional,    sempre que necess&aacute;rio;</font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&#8226; Ampliar    o conte&uacute;do da Consulta de Enfermagem junto ao contactante, para al&eacute;m    das informa&ccedil;&otilde;es previstas na &quot;Ficha Individual de Avalia&ccedil;&atilde;o    de Comunicantes de Pacientes com Tuberculose&quot; &#8211; SMS &#8211; R.J.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias    Bibliogr&aacute;ficas </b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. BARDIN, L.    An&aacute;lise de Conte&uacute;do. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es 70, 1977. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. BARREIRA, I.    A. A Enfermeira Anan&eacute;ri no Pa&iacute;s do Futuro: A Aventura da Luta    contra a Tuberculose. Tese (Doutorado em Enfermagem). Universidade Federal do    Rio de Janeiro, 1992.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. BARRETO, A.    M. e MARTINS, F. M. Estudo da Resist&ecirc;ncia Prim&aacute;ria no Brasil. Boletim    CNCT, v. 2, n. 1, 1988.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. BECKER, R.    Contribui&ccedil;&atilde;o da Enfermagem na Luta Contra a Tuberculose. Rev.    Bras. Enf., Rio de Janeiro, 20 (4): 348-363, ago., 1967.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. BETHLEM, N.    A Vingan&ccedil;a da Tuberculose: Uma Nova Visada. Boletim de Pneumologia Sanit&aacute;ria.    v. 3, n. 1, p.19-25, jan.-jun., 1995a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. ______ . Pneumologia.    S&atilde;o Paulo: Atheneu, 1995b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. BORGES, M.    V. A Enfermagem e os Servi&ccedil;os B&aacute;sicos de Sa&uacute;de. Anais do    XXXIII Congresso Brasileiro de Enfermagem. Manaus, p. 49-60, 1981.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. BRASIL. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Centro Nacional de Epidemiologia. Coordena&ccedil;&atilde;o    de Pneumologia Sanit&aacute;ria. Manual de Normas para o Controle da Tuberculose.    4<sup>o</sup> ed. Bras&iacute;lia: MS/FNS/CENEPI, 1995.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. BRASIL. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional de Pneumologia Sanit&aacute;ria    e Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. I Consenso Brasileiro de    Tuberculose. Jornal de Pneumologia, v. 23, n. 6, p. 333-342, nov./dez.,1997a.    </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. ______ . Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de. Centro de    Refer&ecirc;ncia Professor H&eacute;lio Fraga. Manual de Baciloscopia da Tuberculose.    1&deg; ed. Rio de Janeiro, 1998.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. ______ . Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de. Centro Nacional    de Epidemiologia. Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional de Pneumologia Sanit&aacute;ria.    2<sup>o</sup> Informe T&eacute;cnico sobre Vacina&ccedil;&atilde;o / Revacina&ccedil;&atilde;o    BCG. 1<sup>o</sup> ed. Bras&iacute;lia, 1994b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. ______ . Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Secretaria de Assist&ecirc;ncia &agrave; Sa&uacute;de. Coordena&ccedil;&atilde;o    de Sa&uacute;de da Comunidade. Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia : Uma Estrat&eacute;gia    para a Reorienta&ccedil;&atilde;o do Modelo Assistencial. 1<sup>o</sup> ed.    Bras&iacute;lia, 1997b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. CAMPOS, H.    S. Tuberculose. Um Perigo Real e Crescente. JBM. v.70, n. 5, maio, 1996. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. CASTRO, I.    B. Estudo Explorat&oacute;rio Sobre a Consulta de Enfermagem. Rev. Bras. Enf.    Rio de Janeiro. 28, p. 76&#8211; 4, 1975.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. CASTRO, I.    B., BEZERRA, S. V. Enfermagem nos Dispens&aacute;rios de Tuberculose do Recife.    Rev. Bras. Enf. Rio de Janeiro. 15 (6), p. 76&#8211; 4, 1961.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. CAVALCANTE,    S. C.; PACHECO, A. G.; LAURIA, L. Epidemiologia da Tuberculose no Munic&iacute;pio    do Rio de Janeiro &#8211; Revis&atilde;o dos Casos Notificados de 1995 a 1997.    Boletim de Pneumologia Sanit&aacute;ria. Vol. 6, n. 1, p. 81&#8211;92, jan./jun.,    1998.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. CENTERS FOR    DISEASE CONTROL. (CDC). National Action Plan to Combat Multidrugresistant tuberculosis.    MMWR, 41, n. RR-11, p. 5-57, 1992.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. CENTERS FOR    DISEASE CONTROL. (CDC). Guidelines for Preventing the Transmission of Mycobacterium    Tuberculosis in Health- Care Facilities. MMWR, 43, n. RR-13, p. 132, 1994. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. DALCOLMO,    M. P. Pulm&atilde;o e Infec&ccedil;&atilde;o &#8211; O Desafio dos Agentes Etiol&oacute;gicos    e da Tuberculose x Novas T&eacute;cnicas e Novas Drogas. Medicus. Ano I, n.    8, outubro, 1995.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. DALCOLMO,    M. P; FORTES, A; MELO, F. et al. Effectiveness of the Treatment of MULTIDRUGRESISTANT    (MDRTB) Tuberculosis in Brasil. Am J Resp Crit Care Med 157 (3); A186, 1998.    </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. FORTES, A,    DALCOMO, M. P. Tuberculose Multirresistente. Pulm&atilde;o. v. 6, n. 2, p. 68-80,    1997. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. FRISCH, L.    E. Adollescent Cavitary Tuberculosis. Journal of Adolescent Health Care, 6,    p. 463-467, 1985. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. FUJIWARA,    P. I., COOK, S. V., RUTHERFORD, C. M., et al. 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Quimioterapia da Tuberculose: bases, condutas e procedimentos.    Jornal de Pneumologia. v. 19, n. 1, p. 42-49, mar&ccedil;o, 1993a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">28. ______ . Transmiss&atilde;o    e Imunopatogenia da Tuberculose. Jornal de Pneumologia. v. 19, n. 1, p. 19-24,    mar&ccedil;o, 1993b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">29. NEW YORK CITY    DEPARTMENT OF HEALTH. Information Summary 1996. Bureau of Tuberculosis Control,    32 p., 1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">30. ______ . Clinical    Policies and Protocols. Bureau of Tuberculosis Control, second edition, 148    p. New York, 1997. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">31. ______ . Nursing    Diagnoses and Interventios in Tuberculosis Control. Bureau of Tuberculosis Control    &#8211; Clinical Services, 44p. 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RUFFINO-NETTO,    A . Tuberculose MDR. M&eacute;dicos. Ano I, n. 3, p. 38-42, jul./ago., 1998.    </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">36. SCHETER, M.    e MARANGONI, D. V. Doen&ccedil;as Infecciosas &#8211;Conduta Diagn&oacute;stica    e Terap&ecirc;utica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">37. SILVA, C.    R., SOUZA, F. B. A, VASQUEZ, M. B. T., et al. O Problema da Tuberculose Multirresistente.    Boletim de Pneumologia Sanit&aacute;ria. v. 4, n. 2, p. 48-56, jul./dez., 1996    </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">38. TEIXEIRA,    G. M. Pontos Pol&ecirc;micos em Tuberculose - Elogio de uma Parceria. Boletim    de Pneumologia Sanit&aacute;ria. v. 5, n.1, p.:3 - 5 jan./jun., 1997.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">39. TOCANTINS,    F. R. A Consulta de Enfermagem e seus Procedimentos Prec&iacute;puos &#8211;    modelo direcionado para o atendimento &agrave;s necessidades do cliente. Disserta&ccedil;&atilde;o    (Mestrado em Enfermagem). Universidade do Rio de Janeiro, 1984.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">40. UNIVERSIDADE    FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. HOSPITAL UNIVERSIT&Aacute;RIO CLEMENTINO FRAGA FILHO.    Servi&ccedil;o de Pneumologia. Programa de Controle da Tuberculose Hospitalar    (PCTH). 1 ed. Rio de Janeiro, 1998.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">41. WHO. Treatment    of Tuberculosis: Guidelines for National Programmes. WHO Library Cataloguing    in Publication Data, 1993. </font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Nota do Editor:</b>    para padroniza&ccedil;&atilde;o com as demais doen&ccedil;as infecto-contagiosas    do SINAN , a nova edi&ccedil;&atilde;o das Normas Nacionais para Controle da    Tuberculose estabelece o termo CONTATO.    <br>   <a name="topo"></a><a href="#nota">*</a> A partir de 1997, segundo o I Consenso    Brasileiro de Tuberculose, COMUNICANTE passa a ser denominado de CONTACTANTE..    <br>   <a href="#nota">**</a> Este artigo &eacute; baseado da Disserta&ccedil;&atilde;o    de Mestrado defendida na Universidade do Rio de Janeiro-UNIRIO, 1999.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup><a href="#nota3">3</a></sup> No texto deste estudo a palavra enfermeira    referi-se tanto &agrave; profissionais do sexo femenino, quanto do sexo masculino.    <br>   </font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup><a href="#nota4">4</a></sup>    MACRO INTERNATIONAL INC. Integrated System for Survey Analisys User&#8217;s    Guide. Draft Version 1.2 . August, 1998. A MACRO &eacute; uma institui&ccedil;&atilde;o    privada, internacional, respons&aacute;vel pelo desenvolvimento do Programa    de Pesquisas de Demografia e Sa&uacute;de, DHS. (BARDIN, 1977), foram transcritos    na &iacute;ntegra e est&atilde;o estruturados em quadros categorizados, com    destaque para as id&eacute;ias que emergiram com maior predomin&acirc;ncia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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