<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0103-460X</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Boletim de Pneumologia Sanitária]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Bol. Pneumol. Sanit.]]></abbrev-journal-title>
<issn>0103-460X</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Centro de Referência Prof. Hélio Fraga , Secretaria de Vigilância emSaúde, Ministério da Saúde]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0103-460X1999000200004</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Metronidazol no tratamento e profilaxia da tuberculose: possibilidades de uso]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Melo]]></surname>
<given-names><![CDATA[Fernando Augusto Fiuza de]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Neto]]></surname>
<given-names><![CDATA[Jorge Ide]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Afiune]]></surname>
<given-names><![CDATA[Jorge Barros]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,UNIFESP EPM Médico do ICF e do DAR-HSPE]]></institution>
<addr-line><![CDATA[SP ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,ICF Médico ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A03">
<institution><![CDATA[,Médico Diretor Técnico ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[SP ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>1999</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>1999</year>
</pub-date>
<volume>7</volume>
<numero>2</numero>
<fpage>38</fpage>
<lpage>40</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-460X1999000200004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0103-460X1999000200004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0103-460X1999000200004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <b>NOTA PR&Eacute;VIA</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="topo"></a><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    Metronidazol no tratamento e profilaxia da tuberculose: possibilidades de uso</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fernando Augusto    Fiuza de Melo<sup>I</sup>; Jorge Ide Neto<sup>II</sup>; Jorge Barros Afiune<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>M&eacute;dico    do ICF e do DAR-HSPE,SP,Doutor em Medicina pela EPM,UNIFESP    <br>   <sup>II</sup>M&eacute;dico do ICF    <br>   <sup>III</sup>M&eacute;dico. Diretor T&eacute;cnico do ICF,SP.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#end">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Em 1989, Desai    e cols.<sup>1</sup> , haviam observado em estudo duplo cego, uma melhor resposta com o    uso de metronidazol contra placebo, nos 2 primeiros meses, associado &agrave;    estreptomicina, isoniazida e rifampicina, em 137 (76x61) pacientes com tuberculose    avan&ccedil;ada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Somente em 1994,    entretanto, Wayne &amp; Sramek<sup>2</sup>, com um engenhoso modelo in vitro, demostraram    a atividade do metronidazol, com n&iacute;veis de 8 mcg/ml, sobre bacilos dormentes    do Mycobacterium tuberculosis, sugerindo a possibilidade de seu uso em tuberculose.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Sua atividade    parece limitar-se &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es intra-caseosas em condi&ccedil;&otilde;es    de anaerobiose presente no centro do granuloma, sem nenhuma atividade sobre    as popula&ccedil;&otilde;es com boa oferta de oxig&ecirc;nio (parede das cavidades)<sup>2</sup>    e com uma a&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima para bacilos intra-celulares (interior    dos macr&oacute;fagos), conforme estudos de Paramasivan, Kubendiran e Hebert<sup>3</sup>    Dhillon, Allen e cols.<sup>4</sup> e Brooks, Furney e Orme<sup>5</sup>, em modelo murino, sabidamente    com popula&ccedil;&otilde;es predominantemente intra-celulares.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Outros autores    acreditam que o metronidazol, eventualmente, possa ser utilizado como droga    auxiliar em esquemas especiais de tratamento alternativo de portadores de TBMR,    inclusive associado a agentes beta-lact&acirc;micos como a amoxacilina + clavulanato<sup>6,7</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Derivado nitroimidaz&oacute;lico,    sintetizado no final da d&eacute;cada de 50, o metronidazol tem um mecanismo    de a&ccedil;&atilde;o ainda n&atilde;o claramente definido, acreditando-se que    ocorra em quatro etapas: penetra&ccedil;&atilde;o celular por difus&atilde;o    passiva; aumento da penetra&ccedil;&atilde;o em condi&ccedil;&otilde;es de anaerobiose;    ativa&ccedil;&atilde;o por redu&ccedil;&atilde;o com libera&ccedil;&atilde;o    de radicais t&oacute;xicos nitro e nitroso livres e forma&ccedil;&atilde;o de    derivados nitrosos e hidroxicobalamina. A citoxicidade ainda &eacute; desconhecida,    sendo prov&aacute;vel que a a&ccedil;&atilde;o lesiva aconte&ccedil;a por conjuga&ccedil;&atilde;o    ao DNA<sup>8,9</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Do ponto de vista    farmacocin&eacute;tico, tem uma absor&ccedil;&atilde;o oral r&aacute;pida e    quase completa sendo semelhante &agrave; injet&aacute;vel. Alcan&ccedil;a n&iacute;veis    de pico de 13 a 14 mcg/ml com doses de 500 mg oral ou endovenosa, com uma vida    m&eacute;dia de 7 horas, caindo para 3,6 mcg/ml ap&oacute;s 24 horas. Sua absor&ccedil;&atilde;o,    em presen&ccedil;a de alimentos, &eacute; retardada por&eacute;m com biodisponibilidade    inalterada. Metabolismo hep&aacute;tico com 85% eliminado pela urina e os 15%    restantes pelas fezes. Conta com uma excelente difus&atilde;o tissular, boa    penetra&ccedil;&atilde;o no l&iacute;quido cefalorraquidiano, humor aquoso e    em abcessos, inclusive cerebrais. Na insufici&ecirc;ncia renal mant&eacute;m    as concentra&ccedil;&otilde;es de pico e a meia-vida, com ac&uacute;mulo de    metab&oacute;litos hidroxi e acetil que s&atilde;o remov&iacute;veis por hemodi&aacute;lise.    Exige cautela nestes casos, principalmente se acompanhada de insufici&ecirc;ncia    hep&aacute;tica, quando a posologia deve ser reduzida, com controle dos n&iacute;veis    s&eacute;ricos<sup>8,9</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os efeitos colaterais    mais comuns s&atilde;o gastrointestinais, principalmente n&aacute;useas e v&ocirc;mitos    e sabor met&aacute;lico. Neutropenia revers&iacute;vel, escurecimento de urina    e exantema podem ocorrer. Bem tolerado pela maioria dos pacientes, o metronidazol    tem como adversidades mais s&eacute;rias, ainda que raras, rea&ccedil;&otilde;es    relacionadas ao sistema nervoso central, como encefalopatias, convuls&otilde;es    e disfun&ccedil;&atilde;o cerebelar. Podem ainda, ocasionar neurite perif&eacute;rica    e colite pseudomembranosa, por&eacute;m com extrema raridade e com uso prolongado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estes para-efeitos,    na sua quase totalidade, s&atilde;o dosedependentes e os mais graves somente    observados quando do uso de altas doses do metronidazol. Ainda que suspeitas,    n&atilde;o foram comprovadas atividades terato e carcinog&ecirc;nicas em uso    curto, sendo necess&aacute;rias maiores observa&ccedil;&otilde;es no seu uso    prolongado. A droga interage com &aacute;lcool, podendo ocorrer em etilista    a S&iacute;ndrome do Antabuse<sup>8,9</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Al&eacute;m das    caracter&iacute;sticas acima descritas, acrescente-se o baixo custo e o f&aacute;cil    acesso no mercado nacional, com aprova&ccedil;&atilde;o para uso desde a d&eacute;cada    de 60, para justificar a observa&ccedil;&atilde;o de sua aplicabilidade em esquemas    terap&ecirc;uticos e profil&aacute;ticos para tuberculose.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Assim, o metronidazol,    sintetizado no final da d&eacute;cada de 50 com indica&ccedil;&atilde;o inicialmente    para o tratamento de protozooses e, desde 1962, com seu uso ampliado para germes    anaer&oacute;bios, pode alcan&ccedil;ar um terceiro est&aacute;gio como droga    antituberculosa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Neste caso, o    uso cl&iacute;nico do metronidazol poderia ser aplicado em tr&ecirc;s campos:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1<sup>o</sup>) No tratamento    da tuberculose multirresistente, n&atilde;o s&oacute; por ser uma droga de f&aacute;cil    acesso, com grande experi&ecirc;ncia nacional, bactericida, de boa difus&atilde;o    tecidual e celular, como pela sua a&ccedil;&atilde;o em germes persistentes,    podendo incorporar benef&iacute;cios aos esquemas que ora est&atilde;o sendo    testados, particularmente nos pacientes de dif&iacute;cil negativa&ccedil;&atilde;o    ou com fal&ecirc;ncia a esquemas alternativos anteriores. Encontra-se em curso,    desde 1996, um estudo prospectivo, no Instituto Clemente Ferreira, S&atilde;o    Paulo, utilizando o metronidazol em associa&ccedil;&atilde;o com amicacina,    ofloxacina, clofazimine e etambutol, com resultados parciais, em vias de publica&ccedil;&atilde;o    definitiva, apresentando efic&aacute;cia de 66,7% e efetividade de 55,5% em    72 pacientes avaliados. A dose di&aacute;ria foi de 500 mg. independente do    peso e sua tomada estendida por 18 meses. Intoler&acirc;ncia digestiva foi observada    em oito pacientes, metade superada com a continuidade e uso de sintom&aacute;ticos,    por&eacute;m em quatro doentes foi necess&aacute;rio interromper o uso do medicamento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2<sup>o</sup>) Uso associado    do metronidazol em meningoencefalite tuberculosa, pela excelente difus&atilde;o    liqu&oacute;rica e boa penetra&ccedil;&atilde;o em abcessos cerebrais, quem    sabe, justificaria sua incorpora&ccedil;&atilde;o no atual esquema de tratamento    para esta forma da doen&ccedil;a, mormente nos casos de resist&ecirc;ncia ou    adversidade das drogas usuais. O metronidazol foi usado em dois casos de imunodeprimidos    (aids e leucose), que apresentaram hepatite relacionada com a associa&ccedil;&atilde;o    rifampicina e isoniazida. Um deles, portador do HIV, usou um esquema associando    estreptomicina + etambutol + pirazinamida + metronidazol e, o outro, que tamb&eacute;m    apresentou altera&ccedil;&otilde;es neurol&oacute;gicas com a estreptomicina,    associou rifampicina + etambutol + pirazinamida + metronidazol, ambos evoluindo    para a cura do processo infeccioso espec&iacute;fico. Um protocolo duplo-cego,    comparando o metronidazol contra placebo acrescidos no esquema atualmente recomendado    para meningite, poderia se constituir num excelente ensaio cl&iacute;nico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3<sup>o</sup>) Em esquemas    de quimioprofilaxia secund&aacute;ria, ou seja, aproveitando sua boa associa&ccedil;&atilde;o    com rifampicina, protegendo esta contra germes resistentes, encurtando o tempo    de uso das drogas e melhorando a ader&ecirc;ncia no tratamento preventivo. Do    ponto de vista farmacodin&acirc;mico, seria esta uma boa indica&ccedil;&atilde;o    para o uso da droga, por sua atua&ccedil;&atilde;o em bacilos em condi&ccedil;&otilde;es    de anaerobise, o que teoricamente deve ocorrer com germes dormentes. Clientes    com indica&ccedil;&atilde;o de quimioprofilaxia estabelecida pelo Manual de    Normas do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, inicialmente s&oacute; em adultos    e, dependendo dos resultados, ampliando para crian&ccedil;as, poderiam testar    a isoniazida (300 mg/dia) em dose di&aacute;ria e &uacute;nica, por 6 meses,    contra rifampicina e metronidazol (600 e 500 mg/dia), em dose di&aacute;ria    e &uacute;nica por 2 meses. As grandes dificuldades para ensaio deste tipo,    seriam o n&uacute;mero de doentes, a randomiza&ccedil;&atilde;o pelas caracter&iacute;sticas    do foco (pulmonar bacil&iacute;fero de acordo com a quantidade de bacilos no    escarro), pelo tipo de cont&aacute;gio (intradomiciliar ou institucional, tempo    de exposi&ccedil;&atilde;o, formas de exposi&ccedil;&atilde;o, etc.) e o tempo    necess&aacute;rio para avaliar a prote&ccedil;&atilde;o. Portanto, o ensaio    poderia ser fact&iacute;vel se cooperativo e envolvendo v&aacute;rios centros    no pa&iacute;s.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Bibliografia:</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. DESAI, C.R.;    Heera, S.; Patel, A.; Babrekar, A.B.; Mahashur, A.A.; Kamat, S.R. Role of metronidazole    in improving response ang especific drug sensitivity in advanced pulmonary tuberculosis.    J Assoc Physicians India. 37:694-7. 1989.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. WAYNE, L.G.;    Sramek, H. A. Metronidazole is bactericidal to dormant cells of <i>Mycobacterium    tuberculosis. Antimicrob Agents Chemother</i>. 38:2054-8. 1994.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. PARAMASIVAN,    C. N.; Kubendiram, G.; Hebert, D. Action of metronidazole in combination with    isoniazid &amp; rifampicin on persisting organisms in experimental murine tuberculosis.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. DHILLON, J.;    Allen, B.W.; Hu, Y.M.; Coates, A.R.; Mitchison, D.A. Int J Tubercle Lung Dis    2:736-42. (Cit. p/Brooks e cols., ref.5). 1988.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. BROOKS, J.V.;    Furney, S.K.; Orme, I.M. Metronidazole therapy in mice infected with tuberculosis.    Antimicrob Agents Chemoter. 43:1285-8. 1999.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 6. BERMUDES, L.E.;    Younh, L.S. New drugs for the terapy of mycobacterial infections. Curr Opinions    Infect Dis. 8:428-437. 1995.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. MIRZANEJAD,    Y. The cellular physiology of <i>Mycobacterium tuberculosis</i> and its relationship    to antituberculus therapy with b-lactam agents and metronidazole. Antimicrob    Inf Dis Newsletter. 1641-45. 1997.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. MOLAVI, A.;    LeFrock, J.L.; Prince, R.A. Metronidazol <i>in</i> Clin Med NA. Terapia antimicrobiana    (trad,port.) Ed. Interamericana Ltda., Rio de Janeiro. 66:129-142. 1982.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. SCULLY, B.E.    Metronidazol in Clin Med NA. Atualiza&ccedil;&atilde;o em antibioticoterapia    II (trad.port.) Interlivros Edi&ccedil;&otilde;es Ltda. Rio de Janeiro. 72:129-142.    1988.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="end"></a><a href="#topo"><img src="../img/revistas/bps/v7n2/seta.gif" border="0"></a>    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </b>Instituto Clemente Ferreira/ICF - Rua da Consola&ccedil;&atilde;o, 717 -    Centro - S&atilde;o Paulo, SP - Cep.: 01.301-000</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[DESAI]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Heera]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Patel]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Babrekar]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.B]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mahashur]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kamat]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.R]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Role of metronidazole in improving response ang especific drug sensitivity in advanced pulmonary tuberculosis]]></article-title>
<source><![CDATA[J Assoc Physicians India]]></source>
<year>1989</year>
<volume>37</volume>
<page-range>694-7</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[WAYNE]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.G]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sramek]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Metronidazole is bactericidal to dormant cells of Mycobacterium tuberculosis]]></article-title>
<source><![CDATA[Antimicrob Agents Chemother]]></source>
<year>1994</year>
<volume>38</volume>
<page-range>2054-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[PARAMASIVAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kubendiram]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hebert]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Action of metronidazole in combination with isoniazid & rifampicin on persisting organisms in experimental murine tuberculosis]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[DHILLON]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Allen]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.W]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hu]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y.M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coates]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mitchison]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Int J Tubercle Lung Dis]]></source>
<year>1988</year>
<volume>2</volume>
<page-range>736-42</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[BROOKS]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.V]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Furney]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Orme]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Metronidazole therapy in mice infected with tuberculosis]]></article-title>
<source><![CDATA[Antimicrob Agents Chemoter]]></source>
<year>1999</year>
<volume>43</volume>
<page-range>1285-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[BERMUDES]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Younh]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[New drugs for the terapy of mycobacterial infections]]></article-title>
<source><![CDATA[Curr Opinions Infect Dis]]></source>
<year>1995</year>
<volume>8</volume>
<page-range>428-437</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MIRZANEJAD]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The cellular physiology of Mycobacterium tuberculosis and its relationship to antituberculus therapy with b-lactam agents and metronidazole]]></article-title>
<source><![CDATA[Antimicrob Inf Dis Newsletter]]></source>
<year>1997</year>
<page-range>1641-45</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MOLAVI]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LeFrock]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Prince]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<collab>Metronidazol in Clin Med NA</collab>
<source><![CDATA[Terapia antimicrobiana (trad,port.)]]></source>
<year>1982</year>
<page-range>129-142</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ed. Interamericana Ltda]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SCULLY]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.E]]></given-names>
</name>
</person-group>
<collab>Metronidazol in Clin Med NA</collab>
<source><![CDATA[Atualização em antibioticoterapia II (trad.port.)]]></source>
<year>1988</year>
<page-range>129-142</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Interlivros Edições Ltda]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
