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<journal-title><![CDATA[Boletim de Pneumologia Sanitária]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Oficina de trabalho para a definição de linhas de investigação prioritárias para a pneumologia sanitária]]></article-title>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RELAT&Oacute;RIO    FINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="topo"></a><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    Oficina de trabalho para a defini&ccedil;&atilde;o de linhas de investiga&ccedil;&atilde;o    priorit&aacute;rias para a pneumologia sanit&aacute;ria<sup><a href="#nota">1</a></sup>    </font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp; </p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Jos&eacute; Ueleres    Braga</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Relator    <br>   M&eacute;dico Epidemiologista - CRPHF </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>1. Pesquisa no    &acirc;mbito do CRPHF/FUNASA</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Pela manh&atilde;    foram apresentadas as diretrizes e prioridades de pesquisa do CRPHF pelo Dr.    Miguel Aiub Hijjar. Al&eacute;m de uma apresenta&ccedil;&atilde;o sum&aacute;ria    das atividades de investiga&ccedil;&atilde;o realizadas na institui&ccedil;&atilde;o,    o diretor apontou o processo de transforma&ccedil;&atilde;o que esta unidade    experimenta e que resultar&aacute; na cria&ccedil;&atilde;o do Centro de Excel&ecirc;ncia    para o Controle da Tuberculose no Brasil. O Dr. Jos&eacute; Ueleres Braga informou    aos participantes as atribui&ccedil;&otilde;es do servi&ccedil;o de pesquisa    e como ocorre na pr&aacute;tica o apoio &agrave;s investiga&ccedil;&otilde;es    realizadas pelo CRPHF e com a participa&ccedil;&atilde;o dessa institui&ccedil;&atilde;o.    Tamb&eacute;m foi comentada uma estrat&eacute;gia de capacita&ccedil;&atilde;o    de curta dura&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica para a pesquisa cl&iacute;nica    e epidemiol&oacute;gica em tuberculose que este ano treinou 20 t&eacute;cnicos    de todo o pa&iacute;s.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Em seguida, o    Dr. Ant&ocirc;nio Ruffino Netto fez uma apresenta&ccedil;&atilde;o sobre os    modelos de investiga&ccedil;&atilde;o mais adequados para as pesquisas operacionais    &uacute;teis para o aperfei&ccedil;oamento das estrat&eacute;gias de controle    das pneumopatias de interesse sanit&aacute;rio. Ele destacou que no campo da    pneumologia sanit&aacute;ria devem ser selecionadas quest&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o    que permitam o aperfei&ccedil;oamento das estrat&eacute;gias de controle da    tuberculose. Tamb&eacute;m foi enfatizada, a import&acirc;ncia da escolha de    ferramentas metodol&oacute;gicas adequadas &agrave;s perguntas que devem ser    enfrentadas pela investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A Dra. Ana Rosa    dos Santos exp&ocirc;s a vis&atilde;o da Coordena&ccedil;&atilde;o de Laborat&oacute;rios    de Sa&uacute;de P&uacute;blica quanto &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de investiga&ccedil;&otilde;es    no &acirc;mbito dos laborat&oacute;rios que fazem o diagn&oacute;stico da tuberculose    no Brasil. Ela discutiu o est&iacute;mulo aos t&eacute;cnicos do laborat&oacute;rio    decorrente do envolvimento em investiga&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas.    Tamb&eacute;m foram ressaltadas a import&acirc;ncia e a necessidade de avaliar    novas ferramentas diagn&oacute;sticas para o controle das pneumopatias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A Dra. Maria Regina    F. de Oliveira apresentou as condi&ccedil;&otilde;es em que se d&atilde;o os    apoios t&eacute;cnicos e financeiros da FUNASA para realiza&ccedil;&otilde;es    de pesquisa tanto no &acirc;mbito das unidades pr&oacute;prias como nas demais    institui&ccedil;&otilde;es que praticam a investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica    no pa&iacute;s. Ressaltou-se a import&acirc;ncia das unidades descentralizadas    da FUNASA que desenvolvem estas atividades.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A &uacute;ltima    apresenta&ccedil;&atilde;o da manh&atilde; contemplou um exemplo de como uma    unidade descentralizada da FUNASA conseguiu consolidar seu nome entre uma das    mais importantes institui&ccedil;&otilde;es de pesquisa na sa&uacute;de p&uacute;blica    do Brasil. O Dr. Jorge Travassos tamb&eacute;m relatou as estrat&eacute;gias    que a unidade tem usado para superar as dificuldades de manter o n&uacute;mero    de pesquisas desenvolvidas naquela unidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Por &uacute;ltimo,    ocorreu um debate, onde os participantes questionaram os apresentadores sob    os mais variados aspectos. Entretanto, discutiu-se basicamente como as institui&ccedil;&otilde;es    representadas poderiam apoiar as iniciativas de pesquisadores interessados nas    quest&otilde;es relevantes para a tuberculose. Uma importante participa&ccedil;&atilde;o    neste debate teve o Dr. Germano Gerhardt Filho que apresentou a experi&ecirc;ncia    do projeto QTROP e a proposta de apoio ao desenvolvimento de pesquisas em tuberculose.    Ele referiu-se &agrave; necessidade do trabalho de parceria entre institui&ccedil;&otilde;es    p&uacute;blicas, universidades e organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais    para acelerar a produ&ccedil;&atilde;o do conhecimento necess&aacute;rio ao    controle das pneumopatias de import&acirc;ncia sanit&aacute;ria.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>2. Experi&ecirc;ncia    dos grupos e pesquisadores do Brasil</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A apresenta&ccedil;&atilde;o    das experi&ecirc;ncias dos grupos de pesquisadores visou o reconhecimento dos    objetos de investiga&ccedil;&atilde;o das institui&ccedil;&otilde;es que participaram    do encontro. Esta comunica&ccedil;&atilde;o possibilitou o debate para a escolha    das &aacute;reas tem&aacute;ticas que seriam consideradas priorit&aacute;rias    para a pesquisa das pneumopatias de interesse sanit&aacute;rio.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os pesquisadores    representaram institui&ccedil;&otilde;es de diversas naturezas e com diferentes    experi&ecirc;ncias em investiga&ccedil;&atilde;o. Por conseq&uuml;&ecirc;ncia,    o coordenador dos debates considerou estrat&eacute;gico come&ccedil;ar pela    exposi&ccedil;&atilde;o resumida dos projetos de pesquisa de interesse de cada    grupo. Ap&oacute;s esta fase, foi poss&iacute;vel agrupar os projetos de investiga&ccedil;&atilde;o    relatados, por &aacute;reas, para enfim iniciar uma discuss&atilde;o sobre a    relev&acirc;ncia de cada &aacute;rea tem&aacute;tica ou projetos de uma &aacute;rea    frente ao conhecimento dispon&iacute;vel para o programa/agenda de investiga&ccedil;&atilde;o    do tema.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>2.1 &Aacute;reas    de investiga&ccedil;&atilde;o apresentadas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Foram relacionadas    as seguintes &aacute;reas tem&aacute;ticas para debate: (1) resist&ecirc;ncia    &agrave;s drogas anti-tuberculose; (2) tratamento quimioter&aacute;pico da tuberculose;    (3) m&eacute;todos diagn&oacute;sticos da tuberculose; (4) crit&eacute;rios    diagn&oacute;sticos para micobacterioses; (5) farmacodin&acirc;mica das drogas    anti-tuberculose; (6) tuberculose das popula&ccedil;&otilde;es penitenci&aacute;rias;    (7) tuberculose em popula&ccedil;&otilde;es ind&iacute;genas; (8) tuberculose    nosocomial; (9) infec&ccedil;&otilde;es virais (HIV/HTLV) associadas &agrave;    tuberculose; (10) vacina BCG; (11) comportamento epidemiol&oacute;gico da tuberculose;    (12) estudos de transmiss&atilde;o da tuberculose pela t&eacute;cnica de &quot;finger    print&quot;; (13) determinantes ambientais das pneumopatias ocupacionais e (14)    tratamento padronizado da asma.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para cada uma    &aacute;rea tem&aacute;tica, procedeu-se inicialmente &agrave; leitura dos t&iacute;tulos    dos projetos e seus respectivos autores comentaram seus objetivos e justificaram    o interesse institucional. Em seguida, os demais participantes opinaram sobre    o conhecimento j&aacute; dispon&iacute;vel sobre o assunto, a relev&acirc;ncia    do prop&oacute;sito do projeto frente a outras quest&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o    mais urgentes. Ao final, o grupo concordou em eleger algumas &aacute;reas/projetos    como priorit&aacute;rios.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.1 Resist&ecirc;ncia    &agrave;s drogas anti-tuberculose</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Foram apresentados    projetos de abrang&ecirc;ncia nacional como o inqu&eacute;rito realizado em    13 Estados brasileiros cuja fase de campo foi conclu&iacute;da em 1996, da preval&ecirc;ncia    em indiv&iacute;duos infectados pelo HIV e at&eacute; a identifica&ccedil;&atilde;o    de fatores associados &agrave; multirresist&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Quanto &agrave;    realiza&ccedil;&atilde;o de um novo inqu&eacute;rito nacional no ano 2000, o    grupo concluiu ap&oacute;s intensa discuss&atilde;o que dever&iacute;amos repetir    a experi&ecirc;ncia apenas em meados desta d&eacute;cada, pois trata-se de uma    grande mobiliza&ccedil;&atilde;o de recursos que hoje deveriam ser provisoriamente    desviados para outras quest&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o. No entanto,    o grupo considerou priorit&aacute;rias as pesquisas que visam estimar a magnitude    deste fen&ocirc;meno em indiv&iacute;duos infectados pelo HIV, pelo prov&aacute;vel    impacto epidemiol&oacute;gico conseq&uuml;ente a uma elevada preval&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Em rela&ccedil;&atilde;o    ao estudo dos fatores associados &agrave; multirresist&ecirc;ncia, considera-se    que um volume grande de estudos j&aacute; foi realizado e que aparentemente    n&atilde;o h&aacute; motivos para crer que os resultados n&atilde;o possam ser    generalizados para a popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.2 Tratamento    quimioter&aacute;pico da tuberculose</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Foram abordados    v&aacute;rios aspectos do tratamento desde o valor terap&ecirc;utico de uma    variante do esquema RHZ, com dose reduzida de isoniazida at&eacute;, tratamento    para indiv&iacute;duos com doen&ccedil;a hep&aacute;tica vigente ou pr&eacute;via.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os estudos terap&ecirc;uticos    julgados priorit&aacute;rios incluem a determina&ccedil;&atilde;o da: (1) efic&aacute;cia    do esquema RHZ modificado com dose reduzida de H; - (2) efic&aacute;cia do esquema    SHM em pacientes infectados pelo HIV e usando inibidores de protease; (3) efic&aacute;cia    dos esquemas SHM, SOM e SEM para pacientes com hepatopatias e (4) efetividade    do esquema III modificado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Quanto &agrave;    avalia&ccedil;&atilde;o dos resultados do tratamento da tuberculose multirresistente    aninhado ao projeto de vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica coordenado pelo    CRPHF, considerou-se a necessidade da avalia&ccedil;&atilde;o global do sistema    de vigil&acirc;ncia. Entretanto, foi insinuado a possibilidade de ensaios cl&iacute;nicos    randomizados estratificados para subgrupos especiais (sugest&atilde;o do Dr.    Ruffino Netto).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Com rela&ccedil;&atilde;o    ao estudo da efetividade da estrat&eacute;gia de tratamento supervisionado (DOTS)    na popula&ccedil;&atilde;o urbana, n&atilde;o houve consenso quanto a dar prioridade    a esse tipo de investiga&ccedil;&atilde;o j&aacute; que um estudo de efic&aacute;cia    e da rela&ccedil;&atilde;o custo-benef&iacute;cio foi conclu&iacute;do recentemente    em duas capitais brasileiras.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.3 M&eacute;todos    diagn&oacute;sticos da tuberculose</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Entre as propostas    de investiga&ccedil;&atilde;o mais discutidas sobre m&eacute;todos diagn&oacute;sticos    da tuberculose, destacou-se a da rea&ccedil;&atilde;o da polimerase em cadeia    (PCR) dos &aacute;cidos nucleicos do <i>M. tuberculosis</i>. Apesar de v&aacute;rios    pesquisadores indicarem interesse nesta t&eacute;cnica laboratorial, foi comunicado    que um n&uacute;mero suficiente de pesquisas j&aacute; foi realizado para estimar    a acur&aacute;cia deste exame. No entanto, concluiu-se que estudos meta-anal&iacute;ticos    que sumarizem o conhecimento acumulado seriam de grande valia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O recurso diagn&oacute;stico    considerado priorit&aacute;rio para a investiga&ccedil;&atilde;o refere-se aos    testes para o diagn&oacute;stico da tuberculose resistente &agrave; rifampicina.    Esta investiga&ccedil;&atilde;o deveria ser fortemente estimulada por todas    as institui&ccedil;&otilde;es presentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Outro tipo de    investiga&ccedil;&atilde;o considerada priorit&aacute;ria &eacute; aquela relativa    &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade dos exames usados no diagn&oacute;stico    da tuberculose no Brasil. O estudo da confiabilidade dos exames bacilosc&oacute;picos    representa este grupo de investiga&ccedil;&otilde;es, pois al&eacute;m de produzir    um diagn&oacute;stico da situa&ccedil;&atilde;o da rede laboratorial, permite    a avalia&ccedil;&atilde;o de qualquer medida para mudar este quadro que poder&aacute;    ser implementada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.4 Crit&eacute;rios    diagn&oacute;sticos para micobacterioses</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As dificuldades    do diagn&oacute;stico das micobacterioses justificam a realiza&ccedil;&atilde;o    de investiga&ccedil;&otilde;es com objetivo de identificar um modelo de predi&ccedil;&atilde;o    baseado nos v&aacute;rios recursos diagn&oacute;sticos j&aacute; dispon&iacute;veis.    Ainda considerando a necessidade do envolvimento de v&aacute;rios centros de    pesquisa no Brasil, o grupo reconheceu esta como uma investiga&ccedil;&atilde;o    priorit&aacute;ria.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.5 Farmacodin&acirc;mica    das drogas anti-tuberculose</i></b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Foram apresentados    dois projetos de investiga&ccedil;&atilde;o que podem ser considerados desta    &aacute;rea. O primeiro se refere ao estudo dos dist&uacute;rbios de absor&ccedil;&atilde;o    das drogas usadas no tratamento convencional dos pacientes com giard&iacute;ase;    o segundo, &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o da bioequival&ecirc;ncia dos medicamentos    dispon&iacute;veis para o tratamento da tuberculose no Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Sobre este &uacute;ltimo    projeto, os participantes consideraram que a avalia&ccedil;&atilde;o da bioequival&ecirc;ncia    deveria ser atividade rotineira, em vez de uma investiga&ccedil;&atilde;o isolada,    e de responsabilidade de institui&ccedil;&otilde;es como o INCQS da FIOCRUZ.    J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro projeto, considerou-se que apesar    de sua import&acirc;ncia outras investiga&ccedil;&otilde;es discutidas s&atilde;o    consideradas mais priorit&aacute;rias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.6 Tuberculose    das popula&ccedil;&otilde;es penitenci&aacute;rias</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A ocorr&ecirc;ncia    de tuberculose em popula&ccedil;&otilde;es institucionais tem ganhado import&acirc;ncia    com a divulga&ccedil;&atilde;o de surtos entre os indiv&iacute;duos que convivem    em intensa aglomera&ccedil;&atilde;o. Por isto, foi discutido a necessidade    de investiga&ccedil;&otilde;es que caracterizem a magnitude da doen&ccedil;a    nestes grupos humanos no Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A popula&ccedil;&atilde;o    carcer&aacute;ria apresenta elevada preval&ecirc;ncia de infec&ccedil;&atilde;o    pelo HIV, talvez por isto em todo o mundo esta popula&ccedil;&atilde;o j&aacute;    tenha experimentado v&aacute;rios surtos de tuberculose multirresistente. A    caracteriza&ccedil;&atilde;o da magnitude, sua din&acirc;mica e as repercuss&otilde;es    na popula&ccedil;&atilde;o em geral s&atilde;o as quest&otilde;es que a oficina    julgou como de maior import&acirc;ncia. Entretanto, o grupo entendeu que esta    investiga&ccedil;&atilde;o deve abranger apenas algumas &aacute;reas urbanas    mais densas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.7 Tuberculose    das popula&ccedil;&otilde;es ind&iacute;genas</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A determina&ccedil;&atilde;o    da preval&ecirc;ncia da tuberculose nas popula&ccedil;&otilde;es ind&iacute;genas    brasileiras n&atilde;o tem sido suficientemente documentada no Brasil, a ponto    que, de vez em quando, aparece na imprensa leiga den&uacute;ncias da ocorr&ecirc;ncia    de surtos entre os &iacute;ndios. Na maioria das vezes os erros diagn&oacute;sticos    n&atilde;o justificam os &quot;pseudo surtos&quot;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Esta reuni&atilde;o    recomendou fortemente a ado&ccedil;&atilde;o de medidas que melhorem o diagn&oacute;stico    nas &aacute;reas ind&iacute;genas, at&eacute; para preparar as condi&ccedil;&otilde;es    para que investiga&ccedil;&otilde;es possam se desenvolver nestas regi&otilde;es.    Paralelamente, o grupo de pesquisadores da regi&atilde;o amaz&ocirc;nica se    ocupa em definir quest&otilde;es espec&iacute;ficas para a caracteriza&ccedil;&atilde;o    do adoecimento por tuberculose nestes indiv&iacute;duos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.8 Tuberculose    nosocomial</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A transmiss&atilde;o    da doen&ccedil;a no ambiente hospitalar, os estados nutricional e imunol&oacute;gico    dos indiv&iacute;duos internados e as condi&ccedil;&otilde;es de biosseguran&ccedil;a    t&ecirc;m justificado o interesse crescente neste tipo de adoecimento por tuberculose.    Neste cen&aacute;rio, quando o paciente &eacute; um funcion&aacute;rio da unidade    de sa&uacute;de, a doen&ccedil;a passa a ser enfocada pela &oacute;tica das    doen&ccedil;as ocupacionais. Ainda existem muitas lacunas no conhecimento da    tuberculose nosocomial, que incluem desde a identifica&ccedil;&atilde;o dos    fatores ou situa&ccedil;&otilde;es de elevado risco para a transmiss&atilde;o    e o adoecimento nos hospitais, at&eacute; a determina&ccedil;&atilde;o da efetividade    de medidas profil&aacute;ticas j&aacute; utilizadas no Brasil. Esta &aacute;rea    de investiga&ccedil;&atilde;o tem recebido aten&ccedil;&atilde;o de pesquisadores    de todo o mundo e esta oficina corrobora a condi&ccedil;&atilde;o de prioridade    para sua investiga&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.9 Infec&ccedil;&otilde;es    virais (HIV/HTLV) associadas &agrave; tuberculose</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A associa&ccedil;&atilde;o    entre as infec&ccedil;&otilde;es pelo HIV e pelo <i>M. tuberculosis</i>, j&aacute;    foi documentada em estudos realizados em quase todo o pa&iacute;s. Ainda assim,    ela tem motivado alguns investigadores &aacute;vidos em caracterizar a influ&ecirc;ncia    da epidemia da infec&ccedil;&atilde;o pelo HIV no comportamento epidemiol&oacute;gico    da tuberculose em v&aacute;rias regi&otilde;es brasileiras. Faz sentido que    a superposi&ccedil;&atilde;o dessas duas doen&ccedil;as possa produzir impacto    diferente na depend&ecirc;ncia da preval&ecirc;ncia de ambas na popula&ccedil;&atilde;o.    Entretanto, acredita-se que o comportamento da tuberculose se justifica por    in&uacute;meros outros fatores que devem ser considerados. Da&iacute; a recomenda&ccedil;&atilde;o    de que se investigue prioritariamente as popula&ccedil;&otilde;es onde este    impacto possa ser mais evidente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A deteriora&ccedil;&atilde;o    do sistema imune tamb&eacute;m presente na infec&ccedil;&atilde;o pelo HTLV    tem justificado a aten&ccedil;&atilde;o dada ao estudo da rela&ccedil;&atilde;o    desta condi&ccedil;&atilde;o m&oacute;rbida com a tuberculose. A medida que    novos conhecimentos s&atilde;o gerados sobre a preval&ecirc;ncia dessa infec&ccedil;&atilde;o    viral e sua rela&ccedil;&atilde;o com a ocorr&ecirc;ncia da tuberculose, novas    hip&oacute;teses s&atilde;o apontadas para justificar a condi&ccedil;&atilde;o    de endemia da tuberculose em nosso meio. Estudos sobre os mecanismos imunol&oacute;gicos    desta associa&ccedil;&atilde;o fortalecem esta hip&oacute;tese.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.10 Vacina    BCG</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O questionamento    dos profissionais da sa&uacute;de quanto &agrave; efetividade da segunda dose    da vacina BCG possibilitou a realiza&ccedil;&atilde;o de um ensaio de campo    sobre interven&ccedil;&atilde;o de grande porte no Brasil. Entretanto, a elucida&ccedil;&atilde;o    da rela&ccedil;&atilde;o dessa vacina com outras doen&ccedil;as como a asma    ainda tem inquietado a comunidade cient&iacute;fica. Por isto, estudos que possibilitem    a avalia&ccedil;&atilde;o do impacto da revacina&ccedil;&atilde;o na preval&ecirc;ncia    destas enfermidades s&atilde;o encorajados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na medida em que    s&atilde;o realizados estudos observacionais multic&ecirc;ntricos, com log&iacute;stica    complexa e com grandes tamanhos amostrais &eacute; poss&iacute;vel gerar e difundir    um conhecimento sobre metodologias de investiga&ccedil;&atilde;o bastante interessante.    Exemplo dessa situa&ccedil;&atilde;o ocorreu no estudo dos eventos adversos    decorrentes da revacina&ccedil;&atilde;o BCG em escolares de Manaus. Nesta investiga&ccedil;&atilde;o    foi avaliada a efetividade de uma estrat&eacute;gia de baixo custo para aumentar    a capta&ccedil;&atilde;o de eventos adversos que poderia ser utilizada em outras    investiga&ccedil;&otilde;es deste tipo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.11 Comportamento    epidemiol&oacute;gico da tuberculose</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As explica&ccedil;&otilde;es    para as diferen&ccedil;as entre as taxas de notifica&ccedil;&atilde;o e mortalidade    por tuberculose das diversas regi&otilde;es brasileiras n&atilde;o satisfazem    &agrave; maioria dos nossos pesquisadores. A redu&ccedil;&atilde;o da velocidade    de queda nos &iacute;ndices de notifica&ccedil;&atilde;o e at&eacute; uma prov&aacute;vel    mudan&ccedil;a dessa tend&ecirc;ncia de redu&ccedil;&atilde;o documentada em    algumas cidades brasileiras tamb&eacute;m n&atilde;o se explicam exclusivamente    pelo impacto da epidemia pelo HIV.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na verdade, ainda    h&aacute; muito para ser compreendido sobre o comportamento epidemiol&oacute;gico    da tuberculose nas regi&otilde;es brasileiras. Por isto, alguns pesquisadores    t&ecirc;m advogado a favor da realiza&ccedil;&atilde;o de estudos epidemiol&oacute;gicos    metodologicamente bem concebidos para aumentar o nosso conhecimento sobre o    assunto. Esta &eacute; a solicita&ccedil;&atilde;o dos pesquisadores ligados    aos n&uacute;cleos macrorregionais da coordena&ccedil;&atilde;o de controle    da tuberculose brasileira.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.12 Estudos    de transmiss&atilde;o da tuberculose pela t&eacute;cnica de &quot;Finger print&quot;</i></b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O desenvolvimento    de t&eacute;cnicas laboratoriais baseadas na an&aacute;lise de material gen&eacute;tico    tem possibilitado esclarecer algumas d&uacute;vidas consideradas insol&uacute;veis    anteriormente. &Eacute; o caso do esclarecimento da transmiss&atilde;o dos bacilos    da tuberculose em indiv&iacute;duos que convivem em uma mesma &aacute;rea. Esta    situa&ccedil;&atilde;o permite estimar taxas de transmiss&atilde;o para indiv&iacute;duos    com supostos riscos elevados de infec&ccedil;&atilde;o e ao mesmo tempo conhecer    as cadeias de transmiss&atilde;o e suas caracter&iacute;sticas. A possibilidade    de realizar tais estudos justifica o car&aacute;ter priorit&aacute;rio designado    aos estudos da epidemiologia molecular sobre a tuberculose. A t&eacute;cnica    do &quot;finger print&quot; j&aacute; realizada em alguns laborat&oacute;rios    nacionais possibilitar&aacute; esclarecer os riscos de infec&ccedil;&atilde;o    e adoecimento entre contatos dos casos bacil&iacute;feros de tuberculose.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.13 Determinantes    ambientais das pneumopatias ocupacionais</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As pneumopatias    ocupacionais ainda n&atilde;o tiveram sua magnitude suficientemente estimada.    Ainda s&atilde;o necess&aacute;rios estudos que esclare&ccedil;am os fatores    mais importantes na g&ecirc;nese das pneumopatias que acometem os trabalhadores    brasileiros. Esse conhecimento permitiria que os planejadores de sa&uacute;de    elaborassem estrat&eacute;gias para preven&ccedil;&atilde;o destes agravos.    A investiga&ccedil;&atilde;o nesta &aacute;rea de conhecimento ainda &eacute;    pouco estimulada, por isso ela &eacute; considerada priorit&aacute;ria.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>2.1.14 Tratamento    padronizado da asma</i></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Apesar do esfor&ccedil;o    das sociedades cl&iacute;nicas (pneumologia, alergologia) em definir crit&eacute;rios    para o manejo terap&ecirc;utico dos pacientes asm&aacute;ticos no Brasil, pouco    tem sido feito para avaliar essas estrat&eacute;gias padronizadas de interven&ccedil;&atilde;o.    Assim, a aus&ecirc;ncia desse conhecimento cient&iacute;fico imp&otilde;e a    condi&ccedil;&atilde;o de prioridade para a pesquisa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>2.2 &Aacute;reas    de investiga&ccedil;&atilde;o priorit&aacute;rias</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As propostas de    investiga&ccedil;&atilde;o consideradas priorit&aacute;rias est&atilde;o apresentadas    por &aacute;rea.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>I Resist&ecirc;ncia    &agrave;s drogas anti-tuberculose</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (1) Inqu&eacute;rito    de resist&ecirc;ncia &agrave;s drogas anti-tuberculose em infectados pelo HIV</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>II Tratamento    quimioter&aacute;pico da tuberculose</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (2) Efic&aacute;cia    do esquema RHZ modificado com dose reduzida de H</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (3) Efic&aacute;cia    do esquema SHM em pacientes infectados pelo HIV e usando inibidores de protease</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (4) Efic&aacute;cia    dos esquemas SHM, SOM e SRM para pacientes com hepatopatias</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">(5) Efetividade    do esquema III modificado</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>III M&eacute;todos    diagn&oacute;sticos da tuberculose</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">(6) Estudo meta-anal&iacute;tico    do PCR para o diagn&oacute;stico da tuberculose</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">(7) Estudo de    confiabilidade da baciloscopia no Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>IV Crit&eacute;rios    diagn&oacute;sticos para micobacterioses</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (8) Modelo de    predi&ccedil;&atilde;o das micobacterioses baseados em achados cl&iacute;nicos    e laboratoriais</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>V Farmacodin&acirc;mica    das drogas anti-tuberculose</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (9) Estudo dos    dist&uacute;rbios de absor&ccedil;&atilde;o das drogas usadas no tratamento    da tuberculose no Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>VI Tuberculose    das popula&ccedil;&otilde;es penitenci&aacute;rias</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (10) Inqu&eacute;rito    das infec&ccedil;&otilde;es pelo HIV e pelo <i>M. tuberculosis</i> e da morbidade por    tuberculose em popula&ccedil;&otilde;es carcer&aacute;rias</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>VII Tuberculose    em popula&ccedil;&otilde;es ind&iacute;genas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (11) Estudos de    preval&ecirc;ncia da tuberculose em ind&iacute;genas brasileiros</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>VIII Tuberculose    nosocomial</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (12) Estudo das    situa&ccedil;&otilde;es de risco para a transmiss&atilde;o e o adoecimento por    tuberculose no &acirc;mbito hospitalar</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>IX Infec&ccedil;&otilde;es    virais (HIV/HTLV) associadas &agrave; tuberculose</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (13) Preval&ecirc;ncia    da infec&ccedil;&atilde;o pelo HTLV entre pacientes com tuberculose</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (14) Preval&ecirc;ncia    da infec&ccedil;&atilde;o pelo HIV entre pacientes com tuberculose em &aacute;reas    com elevada preval&ecirc;ncia da AIDS e tuberculose</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (15) Estudo dos    mecanismos imunol&oacute;gicos da associa&ccedil;&atilde;o entre as infec&ccedil;&otilde;es    pelo HTLV e o <i>M. tuberculosis</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>X Vacina BCG</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (16) Efetividade    da revacina&ccedil;&atilde;o BCG em escolares do Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>XI Comportamento    epidemiol&oacute;gico da tuberculose</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (17) Estudo do    comportamento epidemiol&oacute;gico da tuberculose no Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>XII Estudos de    transmiss&atilde;o da tuberculose pela t&eacute;cnica de &quot;finger print&quot;</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (18) Estudo da    transmiss&atilde;o da tuberculose resistente aos contatos domiciliares</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>XIII Determinantes    ambientais das pneumopatias ocupacionais</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (19) Estudo dos    fatores de risco ambientais para as pneumopatias ocupacionais</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>XIV Tratamento    padronizado da asma</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> (20) Efetividade    do tratamento da asma no Brasil.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>3. Conclus&otilde;es</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Gra&ccedil;as    ao esfor&ccedil;o de importantes pesquisadores brasileiros que atuam na &aacute;rea    da pneumologia sanit&aacute;ria foi poss&iacute;vel mapear as pesquisas (&aacute;reas,    temas, projetos) priorit&aacute;rias. Estas investiga&ccedil;&otilde;es foram    selecionadas com base nos recursos f&iacute;sicos e humanos das universidades    e outras institui&ccedil;&otilde;es que dever&atilde;o enfrentar estas quest&otilde;es    atrav&eacute;s de parcerias que se estabelecer&atilde;o a partir de agora.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A forma&ccedil;&atilde;o    desta rede de pesquisadores &eacute; condi&ccedil;&atilde;o fundamental para    que o pa&iacute;s adquira maturidade na investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica    da tuberculose e demais pneumopatias de interesse sanit&aacute;rio.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>4. Participantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os participantes    desta oficina foram:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ana Rosa dos Santos    <br>   Angela Maria Werneck Barreto    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Anilda Maria de Brito Cysne    <br>   Ant&ocirc;nio Anselmo Bentes de Oliveira    <br>   Antonio Ruffino Netto    <br>   Jos&eacute; Ueleres Braga    <br>   Jorge Travassos    <br>   Maria Jos&eacute; Proc&oacute;pio R. de Oliveira    <br>   Maria Regina F. de Oliveira    <br>   Maur&iacute;cio Lima Barreto    <br>   Miguel Aiub Hijjar    <br>   Roberto Campelo    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Cid Gomes    <br>   Val&eacute;ria Goes    <br>   Fidelis V. Muller Berneck    <br>   Eva Teresa Skazufka    <br>   Pedro Dornelles Picon    <br>   Norma Forastieri    <br>   Sandra Costa Fonseca    <br>   Margareth Pretti Dalcolmo    <br>   Andr&eacute;a Fortes</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="nota" id="nota"></a><a href="#topo">1</a>    - Rio de Janeiro, 7 e 8 de dezembro de 1999</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
</article>
