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<journal-title><![CDATA[Boletim de Pneumologia Sanitária]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Inquérito epidemiológico da resistência às drogas usadas no tratamento da tuberculose no Brasil 1995-97 - IERDTB. Parte I: aspectos metodológicos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This is the first of three papers about the National Survey on Tubercukosis Drug Resistance (1995-97) in Brazil (IERDTB). This paper presents the main methodological aspects involved in the survey, which is considered very important for the study of tuberculosis in Brazil. Although the results of this study have already been divulgated through different systems for different groups, they are shown here on a systematic way for those who weren't aware of them. The authors present the details of the planning step of the survey, including the methodological options that were analized. Next paper will discuss the validation and reliability of the data presented, The last one will focus on the results, presenting the main conclusions of the study. The authors expect that this trilogy ends the initial discussion with representants from World Health Organization, State Health Secretaries and brazilian Public Health laboratories]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Tuberculose]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="topo"></a>Protocolo    de pesquisa</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Inqu&eacute;rito    epidemiol&oacute;gico da resist&ecirc;ncia &agrave;s drogas usadas no tratamento    da tuberculose no Brasil 1995-97 - IERDTB. Parte I: aspectos metodol&oacute;gicos</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Jos&eacute; Ueleres    Braga<sup>I</sup>; Angela M. W. Barreto<sup>II</sup>; Miguel Aiub Hijjar<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Centro    de Refer&ecirc;ncia Prof. H&eacute;lio Fraga. FUNASA/MS e Universidade do Estado    do Rio de Janeiro. UERJ    <br>   <sup>II</sup>Centro de Refer&ecirc;ncia Prof. H&eacute;lio Fraga. FUNASA/MS</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#nota">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Este &eacute;    o primeiro de tr&ecirc;s artigos sobre o Inqu&eacute;rito epidemiol&oacute;gico    da resist&ecirc;ncia &agrave;s drogas usadas no tratamento da tuberculose no    Brasil - IERDTB - que foi conduzido entre 1995 e 1997. Nessa primeira publica&ccedil;&atilde;o    da s&eacute;rie, est&atilde;o apresentados os aspectos metodol&oacute;gicos    mais importantes desta pesquisa que &eacute; reconhecida por sua import&acirc;ncia    no programa de investiga&ccedil;&atilde;o da tuberculose no nosso pa&iacute;s.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Esta pesquisa,    depois de divulgada por diversos meios e para diferentes plat&eacute;ias seu    planejamento, sua metodologia, seu desenvolvimento - seus resultados s&atilde;o    agora apresentados de modo sistem&aacute;tico, para que uma clientela que, at&eacute;    agora, a ela n&atilde;o teve acesso, passe a conhec&ecirc;-la.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os detalhes do    planejamento desta pesquisa, incluindo a apresenta&ccedil;&atilde;o das op&ccedil;&otilde;es    metodol&oacute;gicas, s&atilde;o apresentados pela publica&ccedil;&atilde;o    na &iacute;ntegra do protocolo de pesquisa, para que, em seguida, outros dois    artigos sejam publicados. O primeiro, sobre a valida&ccedil;&atilde;o e confiabilidade    das medidas realizadas neste estudo, e o segundo, com a descri&ccedil;&atilde;o    dos resultados, sua discuss&atilde;o e as principais conclus&otilde;es desta    investiga&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Espera-se com    esta trilogia completar o ciclo de divulga&ccedil;&atilde;o desta investiga&ccedil;&atilde;o    que teve in&iacute;cio nas discuss&otilde;es com t&eacute;cnicos da Organiza&ccedil;&atilde;o    Mundial de Sa&uacute;de, das Secretarias Estaduais de Sa&uacute;de e dos Laborat&oacute;rio    de Sa&uacute;de P&uacute;blica do Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave:</b>    Tuberculose, resist&ecirc;ncia &agrave;s drogas, m&eacute;todos epidemiol&oacute;gicos</font></p> <hr size="1">     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> This is the first    of three papers about the National Survey on Tubercukosis Drug Resistance (1995-97)    in Brazil (IERDTB). This paper presents the main methodological aspects involved    in the survey, which is considered very important for the study of tuberculosis    in Brazil. Although the results of this study have already been divulgated through    different systems for different groups, they are shown here on a systematic    way for those who weren't aware of them. The authors present the details of    the planning step of the survey, including the methodological options that were    analized. Next paper will discuss the validation and reliability of the data    presented, The last one will focus on the results, presenting the main conclusions    of the study.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> The authors expect    that this trilogy ends the initial discussion with representants from World    Health Organization, State Health Secretaries and brazilian Public Health laboratories.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Key words:</b>    Tuberculosis, drug resistance, methods epidemiologic</font></p> <hr size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Um aumento da    resist&ecirc;ncia &agrave;s drogas do tratamento anti-tuberculose e, especialmente    a constata&ccedil;&atilde;o da emergente resist&ecirc;ncia combinada &agrave;    lsoniazida e &agrave; Rifampicina, duas das mais potentes armas dispon&iacute;veis,    tem amea&ccedil;ado seriamente a efic&aacute;cia da quimioterapia e o controle    da tuberculose<sup><i>(1, 2)</i></sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os principais    fatores apontados como causa desta emerg&ecirc;ncia da resist&ecirc;ncia &agrave;s    drogas, s&atilde;o: (a) o tratamento inadequado, (b) a baixa ades&atilde;o dos    pacientes, (c) o suprimento prec&aacute;rio de drogas, (d) o erro do paciente    quanto ao seguimento do tratamento e (e) o uso inadequado das drogas anti-tuberculose.    De acordo com a OMS, taxas de fal&ecirc;ncia de tratamento especifico para tuberculose    superiores a 5% podem indicar prov&aacute;veis n&iacute;veis crescentes de resist&ecirc;ncia    &agrave;s drogas<sup><i>(3)</i></sup>. Esta situa&ccedil;&atilde;o torna-se mais preocupante com    a expectativa de que um grande n&uacute;mero de infectados pelo HIV possam estar    adoecendo por tuberculose em pa&iacute;ses com efetividade terap&ecirc;utica    t&atilde;o baixa. Nestas condi&ccedil;&otilde;es, recomenda-se como prioridade    do programa nacional a realiza&ccedil;&atilde;o de inqu&eacute;ritos para detec&ccedil;&atilde;o    da magnitude da resist&ecirc;ncia &agrave;s drogas do tratamento para tuberculose<sup><i>(4, 5)</i></sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Um total de 85.955    novos casos de tuberculose foram notificados em 1992 no Brasil, correspondendo    a uma taxa de incid&ecirc;ncia de 57 por 100.000 habitantes. Destes casos 73.616    eram formas pulmonares, sendo 46.390 bacteriologicamente confirmados. Esta situa&ccedil;&atilde;o    epidemiol&oacute;gica, ao lado de uma taxa m&eacute;dia de cura inferior a 90%    e do uso de tratamento de curta dura&ccedil;&atilde;o n&atilde;o supervisionado,    faz do Brasil um s&eacute;rio candidato ao fen&ocirc;meno da resist&ecirc;ncia    &agrave;s drogas. Por isto, o pais elegeu como prioridade para o controle da    tuberculose o conhecimento desta resist&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Desde meados da    d&eacute;cada passada s&atilde;o realizadas investiga&ccedil;&otilde;es para    estimar-se a magnitude deste problema no Brasil. Muitos destes estudos consistiram    em observa&ccedil;&otilde;es assistem&aacute;ticas da freq&uuml;&ecirc;ncia    da resist&ecirc;ncia &agrave;s drogas em pacientes selecionados. Outras situa&ccedil;&otilde;es    indicam a detec&ccedil;&atilde;o de casos de resist&ecirc;ncia, por&eacute;m    correspondem, ao que se considera em epidemiologia, a express&atilde;o &quot;um    n&uacute;mero sem denominador&quot;, isto &eacute;, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel    identificar com clareza que popula&ccedil;&atilde;o produziu estes casos<sup><i>(6)</i></sup>.    Algumas observa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m apresentam desvantagem de englobar    um pequeno n&uacute;mero de exames.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O Brasil participou    de um inqu&eacute;rito de resist&ecirc;ncia &agrave;s drogas da OPAS/OMS de    1985-88 com uma amostra de 340 pacientes bacil&iacute;feros aparentemente n&atilde;o    tratados anteriormente. Este estudo for conduzido nos estados do Par&aacute;,    Cear&aacute;, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, S&atilde;o Paulo e Rio Grande    do Sul<sup><i>(7)</i></sup>. Os resultados detectaram uma propor&ccedil;&atilde;o    de 12 % de casos resistentes a uma ou mais drogas. Outros resultados de investiga&ccedil;&otilde;es    s&atilde;o apresentados na <a href="#tab1">Tabela 1</a>.</font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/bps/v10n1/1a10t1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A grande varia&ccedil;&atilde;o    destas propor&ccedil;&otilde;es pode ser explicada tanto pelos procedimentos    de sele&ccedil;&atilde;o utilizados nestes estudos, como pelo n&uacute;mero    talvez insuficiente para a precis&atilde;o desejada destes resultados. Outra    quest&atilde;o importante refere-se &agrave; comparabilidade destes resultados,    decorrentes da dificuldade de padroniza&ccedil;&atilde;o dos procedimentos deste    tipo de investiga&ccedil;&atilde;o, dado que n&atilde;o somente exames laboratoriais    s&atilde;o realizados. Embora estes achados possam ser criticados quanto &agrave;    validade, confiabilidade e precis&atilde;o, eles indicam que o problema da resist&ecirc;ncia    pode ter grande magnitude e precisa ser mais investigado. Baseado nesta avalia&ccedil;&atilde;o,    prop&otilde;e-se a realiza&ccedil;&atilde;o de uma investiga&ccedil;&atilde;o    planejada segundo metodologia apropriada e conduzida de forma adequada.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Objetivos do estudo</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Este estudo pretende    primariamente produzir a informa&ccedil;&atilde;o v&aacute;lida e precisa sobre    a magnitude do problema - resist&ecirc;ncia do <i>M. tuberculosis</i> &agrave;s drogas    usadas no tratamento da tuberculose no Brasil. Consideram-se objetivos especificos,    os seguintes:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Estimar a preval&ecirc;ncia    da resist&ecirc;ncia &agrave;s drogas em <i>M. tuberculosis</i> isolados de pacientes    admitidos para tratamento de tuberculose pulmonar bacil&iacute;fera no Brasil    em 1995;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Estimar a preval&ecirc;ncia    da resist&ecirc;ncia do <i>M. tuberculosis</i> &agrave;s drogas usadas para o tratamento    da tuberculose nos seguintes sub-grupos: (a) pacientes sem tratamento especifico    pr&eacute;vio, (b) pacientes que tiveram tratamento especifico pr&eacute;vio    e, (c) pacientes assistidos nas unidades de sa&uacute;de em cada uma das cinco    regi&otilde;es fisiogr&aacute;ficas brasileiras: Norte, Nordeste, Sudeste, Sul    e Centro-Oeste.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. ldentificar    poss&iacute;veis associa&ccedil;&otilde;es entre a resist&ecirc;ncia bacteriana    &agrave;s drogas e as seguintes caracter&iacute;sticas epidemiol&oacute;gicas    dos pacientes: (a) idade ao diagn&oacute;stico, (b) sexo, (c) regi&atilde;o    geogr&aacute;fica de proced&ecirc;ncia e, (d) tratamento espec&iacute;fico anterior    com a droga que apresentar resist&ecirc;ncia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Desenho do estudo</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ser&aacute; conduzido    um estudo transversal (<i>survey</i>) envolvendo um subconjunto, isto &eacute;,    uma amostra dos pacientes com tuberculose pulmonar bacil&iacute;fera inscritos    no programa de controle da tuberculose no Brasil em 1995. Vari&aacute;veis e    caracter&iacute;sticas de interesse ser&atilde;o observadas e mensuradas para    cada individuo participante do estudo. Estas mensura&ccedil;&otilde;es ser&atilde;o    agregadas para todos os indiv&iacute;duos da amostra para a obten&ccedil;&atilde;o    de uma estat&iacute;stica sum&aacute;ria (propor&ccedil;&atilde;o de casos de    <i>M. tuberculosis</i> resistente &agrave;s drogas em estudo) para a amostra. &Eacute;    a partir desta estat&iacute;stica sum&aacute;ria que extrapola&ccedil;&otilde;es    s&atilde;o feitas a respeito da popula&ccedil;&atilde;o inteira (popula&ccedil;&atilde;o-alvo).    A validade e a confiabilidade destas extrapola&ccedil;&otilde;es dependem de    &quot;qu&atilde;o bem&quot; a amostra &eacute; selecionada e de &quot;qu&atilde;o    bem&quot; as mensura&ccedil;&otilde;es s&atilde;o feitas<sup><i>(8)</i></sup> .</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Por isto, discute-se    a seguir cinco aspectos metodol&oacute;gicos relevantes: (1) estrat&eacute;gia    de amostragem, (2) o tamanho amostral m&iacute;nimo, (3) o processo de coleta    de dados, (4) a organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho de campo e (5) o processamento    e a an&aacute;lise de dados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Estrat&eacute;gia    de amostragem</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A defini&ccedil;&atilde;o    de uma estrat&eacute;gia de amostragem considera pelo menos os seguintes aspectos:    (a) a magnitude esperada e a variabilidade do fen&ocirc;meno a ser estudado,    (b) os poss&iacute;veis limitantes de natureza log&iacute;stica e, (c) a disponibilidade    de recursos humanos e financeiros. Estes aspectos ser&atilde;o discutidos ao    longo deste protocolo, por&eacute;m o ponto inicial para o planejamento do desenho    amostral &eacute; a defini&ccedil;&atilde;o clara de tr&ecirc;s grupos de elementos:    a popula&ccedil;&atilde;o-alvo, o universo amostral e a amostra.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Neste estudo a    popula&ccedil;&atilde;o-alvo &eacute; formada de pacientes que adoeceram de    tuberculose pulmonar no Brasil em 1995. O universo amostral constitui-se dos    pacientes portadores de tuberculose pulmonar bacil&iacute;fera admitidos para    tratamento nas unidades de sa&uacute;de do programa de controle da tuberculose    do Brasil em 1995. A amostra dever&aacute; ser formada apenas dos pacientes    portadores de tuberculose pulmonar bacil&iacute;fera que ser&atilde;o selecionados    para a pesquisa. O par&acirc;metro a ser estimado &eacute; a propor&ccedil;&atilde;o    de pacientes portadores de tuberculose pulmonar bacilifera com <i>M. tuberculosis</i>    resistentes &agrave;s drogas usadas no seu tratamento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O universo amostral    deste inqu&eacute;rito apresenta as seguintes caracter&iacute;sticas:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1. N&atilde;o    &eacute; dispon&iacute;vel no inicio do estudo uma listagem de todos os indiv&iacute;duos    eleg&iacute;veis para a pesquisa;</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Cada indiv&iacute;duo    eleg&iacute;vel est&aacute; vinculado a uma unidade de sa&uacute;de;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. &Eacute; poss&iacute;vel    obter a listagem de todas as unidades de sa&uacute;de que desenvolvem as atividades    de detec&ccedil;&atilde;o destes pacientes;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. As unidades    de sa&uacute;de podem ser utilizadas como unidades amostrais de listagem intermedi&aacute;ria    at&eacute; a sele&ccedil;&atilde;o dos pacientes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A primeira caracter&iacute;stica    permite excluir desenhos do tipo: amostragem aleat&oacute;ria simples, amostragem    sistem&aacute;tica e amostragem estratificada aleat&oacute;ria. Entretanto as    demais caracter&iacute;sticas sugerem fortemente o uso de uma estrat&eacute;gia    de amostragem em m&uacute;ltiplos est&aacute;gios por clusters ou conglomerados.    Esta estrat&eacute;gia &eacute; logisticamente adequada e vi&aacute;vel se considerarmos    os recursos humanos dos programas estaduais de controle da tuberculose.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Assim, prop&otilde;e-se    um processo de amostragem com tr&ecirc;s est&aacute;gios: o primeiro, refere-se    &agrave; forma&ccedil;&atilde;o dos estratos correspondentes &agrave;s regi&otilde;es    fisiogr&aacute;ficas brasileiras; o segundo, consiste na identifica&ccedil;&atilde;o    e sele&ccedil;&atilde;o dos clusters do tipo unidades de sa&uacute;de em cada    regi&atilde;o geogr&aacute;fica, dependendo da disponibilidade de recursos humanos    e financeiros; e o terceiro est&aacute;gio &eacute; a sele&ccedil;&atilde;o    de pacientes em cada cluster (unidade de sa&uacute;de) at&eacute; que seja arrolado    o tamanho amostral m&iacute;nimo no per&iacute;odo previsto de at&eacute; nove    meses.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Tamanho amostral</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A determina&ccedil;&atilde;o    do tamanho amostral m&iacute;nimo est&aacute; condicionada &agrave; necessidade    de que sejam estimados os par&acirc;metros populacionais com uma precis&atilde;o    desejada. Nesta situa&ccedil;&atilde;o, considera-se como resultado principal    desta investiga&ccedil;&atilde;o a obten&ccedil;&atilde;o dos intervalos de    confian&ccedil;a gerados a partir das estimativas pontuais. O c&aacute;lculo    do tamanho amostral ent&atilde;o se faz com base nas seguintes informa&ccedil;&otilde;es:    (1) a expectativa do par&acirc;metro a ser estimado, (2) o tamanho do universo    amostral, (3) o n&iacute;vel de confian&ccedil;a das estimativas intervalares    - erro alpha e (4) a precis&atilde;o relativa ou absoluta da estimativa - medida    pela amplitude do intervalo de confian&ccedil;a produzido.<sup>(9)</sup> As    duas primeiras informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o obtidas no programa de controle    da tuberculose do Brasil, enquanto as duas outras correspondem &agrave; decis&atilde;o    tomada pela equipe de planejamento desta investiga&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A <a href="#tab2">Tabela    2</a>, apresenta os tamanhos m&iacute;nimos amostrais calculados a partir das    informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis sobre a propor&ccedil;&atilde;o    de resist&ecirc;ncia &agrave; Isoniazida para cada unidade federada e regi&atilde;o,    e o n&uacute;mero esperado de casos bacil&iacute;feros para 1995. Os valores    apresentados nesta <a href="#tab2">tabela</a> foram calculados para um erro    alpha de 0,05, por&eacute;m a precis&atilde;o relativa variou de 0,10 a 0,40.    Portanto as quatro colunas situadas &agrave; direita, nesta <a href="#tab2">tabela</a>,    permitem a compara&ccedil;&atilde;o destes tamanhos amostrais.</font></p>     <p><a name="tab2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/bps/v10n1/1a10t2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A proposta de    tamanho amostral escolhida baseouse na necessidade de obten&ccedil;&atilde;o    de estimativas precisas para todas as regi&otilde;es brasileiras e para as unidades    federadas com maior n&uacute;mero de casos e condi&ccedil;&otilde;es operacionais    para o desenvolvimento da investiga&ccedil;&atilde;o. Assim este n&uacute;mero    &eacute; formado da soma de <b>5586</b> pacientes oriundos das cinco regi&otilde;es,    desta forma: <b>442</b> do Norte (Amazonas e Par&aacute;), <b>1347</b> do Nordeste    (Cear&aacute;, Pernambuco e Bahia), <b>2150</b> do Sudeste (Minas Gerais, Rio    de Janeiro e S&atilde;o Paulo) , <b>964</b> do Sul (Santa Catarina e Rio Grande    do Sul) e <b>683</b> do Centro-Oeste (Goi&aacute;s e Distrito Federal). Apesar    deste tamanho amostral ser considerado para o planejamento desta investiga&ccedil;&atilde;o,    durante o desenvolvimento deste projeto seria produzida uma compara&ccedil;&atilde;o    dos resultados com os dados utilizados no c&aacute;lculo do tamanho amostral,    com a inten&ccedil;&atilde;o de rever o tamanho inicial da amostra.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Organiza&ccedil;&atilde;o    do trabalho de campo</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O trabalho de    campo foi planejado de modo que cada unidade de listagem intermedi&aacute;ria    selecionada constitui o local de sele&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos.    Antes mesmo que a equipe de investiga&ccedil;&atilde;o comece a atuar, os funcion&aacute;rios    da unidade de sa&uacute;de dever&atilde;o contribuir para esta investiga&ccedil;&atilde;o    identificando os sintom&aacute;ticos respirat&oacute;rios e encaminhando as    esp&eacute;cimes para a realiza&ccedil;&atilde;o da baciloscopia direta.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Um grupo de t&eacute;cnicos    formar&aacute; a chamada equipe de investiga&ccedil;&atilde;o que est&aacute;    apresentada em um outro t&oacute;pico deste artigo, por&eacute;m para descrever    a organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho citam-se os v&aacute;rios sub-grupos    respons&aacute;veis pelos procedimentos da investiga&ccedil;&atilde;o. A leitura    deste t&oacute;pico &eacute; facilitada se este diagrama for simultaneamente    observado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ap&oacute;s a confirma&ccedil;&atilde;o    do diagn&oacute;stico pelo laborat&oacute;rio, a Coordena&ccedil;&atilde;o Local    da Pesquisa (CLP) realiza entrevista com o paciente selecionado para a pesquisa    preenchendo-se o formul&aacute;rio-FICHA I. A segunda parte deste formul&aacute;rio    refere-se &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o da condi&ccedil;&atilde;o que    o paciente j&aacute; fez tratamento especifico para tuberculose anteriormente.    &Eacute; registrado ent&atilde;o se o paciente pode ser considerado suspeito    de retratamento, o que implicar&aacute; numa &quot;investiga&ccedil;&atilde;o&quot;    pela Coordena&ccedil;&atilde;o Estadual da Pesquisa (CEP) em outras fontes indicadas    que poder&atilde;o confirmar esta suspeita e identificar a droga e a freq&uuml;&ecirc;ncia    que a droga foi usada. Estes dados ser&atilde;o registrados na terceira parte    da FICHA I e posteriormente armazenados em um banco de dados informatizado pela    CEP.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para que isto    ocorra, as FICHAS I s&atilde;o recolhidas semanalmente nas unidades de sa&uacute;de,    pela CEP que, neste momento, checar&aacute; se todos pacientes com exame baciloscopico    direto positivo foram entrevistados e se os formul&aacute;rios est&atilde;o    completamente e adequadamente preenchidos. Tamb&eacute;m ser&atilde;o recolhidos    os esp&eacute;cimes positivos, os acompanhados das FICHAS II, com a parte referente    &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o preenchida, e transportados para o Laborat&oacute;rio    Central (LACEN) pela CEP. Este &eacute; o &uacute;nico contato da CEP com a    CLP.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> No Laborat&oacute;rio    Central, o T&eacute;cnico do Laborat&oacute;rio Central (TLC) realizar&aacute;    o exame de cultura para o isolamento do <i>M. tuberculosis</i> e testes de sensibilidade    &agrave;s drogas usadas no tratamento da tuberculose. Os resultados destes testes    ser&atilde;o registrados na FICHA II e encaminhadas a CEP.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A CEP encaminhar&aacute;    fotoc&oacute;pia dos formul&aacute;rios FICHA I e FICHA II, juntamente com um    disquete com c&oacute;pia do banco de dados para a Coordena&ccedil;&atilde;o    Nacional da Pesquisa (CNP) no Centro de Refer&ecirc;ncia Prof. H&eacute;lio    Fraga (CRPHF), Rio de Janeiro.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A CNP encaminhar&aacute;    mensalmente para o TLC uma listagem dos n&uacute;meros de pesquisa correspondentes    aos meios de cultura amostrados para exame de replica&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s    o recebimento dos meios de cultura provenientes do LACEN, a CNP realizar&aacute;    no CRPHF os exames de replica&ccedil;&atilde;o previstos. Metade do n&uacute;mero    de meios de cultura encaminhados para a replica&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m    ser&atilde;o encaminhados ao laborat&oacute;rio de refer&ecirc;ncia para a OPAS,    no Instituto Nacional de Proteccion de Alimentos y Zoonosis (INPPAZ) situado    na Argentina.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ap&oacute;s o    processamento dos dados dos exames de replica&ccedil;&atilde;o, a CNP produzir&aacute;    uma an&aacute;lise de concord&acirc;ncia para os resultados dos testes laboratoriais    que ser&aacute; enviada &agrave; CEP que realizar&aacute;, quando necess&aacute;rio,    os ajustes para que seja garantida a qualidade destes resultados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Nas situa&ccedil;&otilde;es    em que o LACEN n&atilde;o realizar os testes de sensibilidade ocorrer&aacute;    o envio de material (meios de cultura) para realiza&ccedil;&atilde;o destes    exames em um Laborat&oacute;rio Regional que retornar&aacute; os resultados    ao LACEN.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Exames laboratoriais</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A baciloscopia    das amostras de escarro ser&aacute; realizada pelo m&eacute;todo de Ziehl-Neelsen.    O pote com o escarro positivo dever&aacute; ser mantido sob refrigera&ccedil;&atilde;o    at&eacute; o encaminhamento para o LACEN, onde ser&aacute; processado para a    cultura. O escarro ser&aacute; descontaminado pelo m&eacute;todo de Pethoff    e ser&aacute; cultivado em tubos contendo meio de Lowenstein-Jensen (3 tubos)    e incubado a 37<sup>o</sup>C at&eacute; a detec&ccedil;&atilde;o de crescimento    vis&iacute;vel de col&ocirc;nias ou ent&atilde;o, at&eacute; 60 dias de incuba&ccedil;&atilde;o.    As culturas positivas dever&atilde;o ser submetidas ao teste de sensibilidade    &agrave;s drogas usadas no tratamento da tuberculose e de PNB e TCH (utilizadas    para a identifica&ccedil;&atilde;o do <i>M. tuberculosis</i>). Os laborat&oacute;rios    dever&atilde;o manter todos os isolados em estoque, em freezer a -20<sup>o</sup>C,    em suspens&otilde;es em meio l&iacute;quido 7H9<sup><i>(10)</i></sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Coleta de dados</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os dados a serem    coletados foram propositadamente classificados para fins de organiza&ccedil;&atilde;o,    em dois tipos: dados epidemiol&oacute;gicos e dados laboratoriais. Estes dados    ser&atilde;o coletados em dois momentos distintos: imediatamente ap&oacute;s    a sele&ccedil;&atilde;o do paciente (dados epidemiol&oacute;gicos) e ap&oacute;s    a realiza&ccedil;&atilde;o dos exames laboratoriais para a identifica&ccedil;&atilde;o    dos casos de resist&ecirc;ncia &agrave;s drogas (dados laboratoriais). Ser&atilde;o    utilizados formul&aacute;rios padronizados para a coleta destes dados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Dados epidemiol&oacute;gicos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os dados epidemiol&oacute;gicos    s&atilde;o coletados no formul&aacute;rio FICHA I, que apresenta tr&ecirc;s    partes: a primeira de identifica&ccedil;&atilde;o do paciente, a segunda da    caracteriza&ccedil;&atilde;o do tratamento e a terceira com informa&ccedil;&otilde;es    sobre as drogas j&aacute; usadas anteriormente e sua regularidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A FICHA I tem    inicialmente dois campos a serem preenchidos: a data da entrevista e o n&uacute;mero    da pesquisa. A data da entrevista ser&aacute; preenchida pela CLP, bem como    as duas primeiras partes. J&aacute; o n&uacute;mero da pesquisa, ser&aacute;    definido pela CEP que atribuir&aacute; um n&uacute;mero de seq&uuml;&ecirc;ncia    para os pacientes daquela unidade federada. Tamb&eacute;m a terceira parte (uso    de drogas anteriormente) ser&aacute; preenchida pela CEP atrav&eacute;s de consulta    a outros bancos de dados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nenhum dado da    primeira parte pode ficar sem preenchimento, enquanto que na segunda parte,    a unidade de sa&uacute;de onde o paciente for atendido e toda a terceira parte    ser&aacute; preenchida somente para os casos suspeitos de retratamento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Dados laboratoriais</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ser&aacute; utilizado    o formul&aacute;rio FICHA II para a coleta dos dados laboratoriais que apresenta    inicialmente dois dados: a data de chegada do material e o n&uacute;mero da    pesquisa. O primeiro dever&aacute; ser preenchido pelo TLC, enquanto que o segundo    j&aacute; estar&aacute; preenchido ao chegar no LACEN. A primeira parte deste    formul&aacute;rio (identifica&ccedil;&atilde;o do paciente) tamb&eacute;m dever&aacute;    estar preenchida e este a cargo da CLP.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O n&uacute;mero    de rotina do laborat&oacute;rio ser&aacute; preenchido antes que os exames a    serem registrados na segunda e terceira partes se efetuem. Os resultados da    cultura, a data de semeadura para este exame e sua leitura s&atilde;o registrados    na segunda parte. Os testes de sensibilidade ser&atilde;o registrados de modo    que para cada droga e para o controle ser&atilde;o observadas as diferen&ccedil;as    correspondentes ao crit&eacute;rio padronizado de sensibilidade e resist&ecirc;ncia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Processamento    e an&aacute;lise de dados</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os dados registrados    nos formul&aacute;rios FICHA I e FICHA II ser&atilde;o armazenados em bancos    de dados informatizados criados atrav&eacute;s de aplicativo EpiInfo 6.0<sup><i>(11)</i></sup>.    A entrada dos dados ser&aacute; validada e os dois bancos apresentar&atilde;o    vari&aacute;veis comuns que permitir&atilde;o a combina&ccedil;&atilde;o e atualiza&ccedil;&atilde;o    destes arquivos. Haver&aacute; produ&ccedil;&atilde;o destes bancos de dados    em cada unidade federada e pela CNP, o que tamb&eacute;m permitir&aacute; a    compara&ccedil;&atilde;o destes arquivos. Tamb&eacute;m ser&aacute; criado um    banco de dados para os resultados da replica&ccedil;&atilde;o dos exames.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As estruturas    dos bancos de dados FICHA-I.REC e FICHA-II.REC ser&atilde;o fornecidas pela    CNP e os procedimentos da entrada padronizados para todas as unidades federadas    participantes do estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ser&atilde;o produzidos    tr&ecirc;s tipos de an&aacute;lises nesta investiga&ccedil;&atilde;o:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1. An&aacute;lise    de concord&acirc;ncia dos resultados dos exames laboratoriais (cultura e testes    de sensibilidade),</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Produ&ccedil;&atilde;o    e interpreta&ccedil;&atilde;o das estimativas pontuais e intervalares dos par&acirc;metros    de interesse relativos &agrave; propor&ccedil;&atilde;o de indiv&iacute;duos    portadores do <i>M. Tuberculosis</i> resistente &agrave;s drogas e,</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. Produ&ccedil;&atilde;o    e interpreta&ccedil;&atilde;o das estimativas pontuais e intervalares da medida    de associa&ccedil;&atilde;o do tipo raz&atilde;o de chances atrav&eacute;s de    an&aacute;lise multivariada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A an&aacute;lise    de concord&acirc;ncia dos resultados dos exames laboratoriais se far&aacute;    com o banco de dados que inclue os resultados dos exames de replica&ccedil;&atilde;o    e dos Laborat&oacute;rios estaduais. Ser&atilde;o estimados os coeficientes    de concord&acirc;ncia Kappa apropriados para dados categ&oacute;ricos como estes    resultados de exames<sup><i>(12)</i></sup>. Ser&aacute; considerado para a garantia de qualidade    dos resultados destes testes um valor do coeficiente de Kappa igual ou superior    a 0,95. Portanto, caso este indicador assuma valor abaixo de 95%, ser&atilde;o    tomadas as medidas cab&iacute;veis para a situa&ccedil;&atilde;o. Estas medidas    incluem a paraliza&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria da investiga&ccedil;&atilde;o    naquela unidade federada, o retreinamento da equipe e o exame do material de    laborat&oacute;rio utilizado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Atendendo aos    objetivos 1 e 2 desta pesquisa (p&aacute;gina 3) ser&atilde;o produzidos os    estimadores de ponto e os intervalos de confian&ccedil;a de 95% pelo m&eacute;todo    quadr&aacute;tico de Fleiss para os seguintes par&acirc;metros: (a) propor&ccedil;&atilde;o    de pacientes com <i>M. tuberculosis</i> resistentes &agrave; lsoniazida, (b) propor&ccedil;&atilde;o    de pacientes com <i>M. tuberculosis</i> resistentes &agrave; Rifampicina, (c) propor&ccedil;&atilde;o    de pacientes com <i>M. tuberculosis</i> resistentes &agrave; Pirazinamida, (d) propor&ccedil;&atilde;o    de pacientes com <i>M. tuberculosis</i> resistentes &agrave; Estreptomicina, (e) propor&ccedil;&atilde;o    de pacientes com <i>M. tuberculosis</i> resistentes ao Etambutol, (f) propor&ccedil;&atilde;o    de pacientes com <i>M. tuberculosis</i> resistentes &agrave; Etionamida, (g) propor&ccedil;&atilde;o    de pacientes com <i>M. tuberculosis</i> resistentes a mais de uma destas drogas, para    os seguintes grupos de participantes do estudo: (I) pacientes com tratamento    especifico pr&eacute;vio, (II) pacientes sem tratamento especifico pr&eacute;vio,    (III) provenientes da regi&atilde;o Norte, (IV) provenientes da regi&atilde;o    Nordeste, (V) provenientes da regi&atilde;o Sudeste, (VI) provenientes da regi&atilde;o    Sul, (VII) provenientes da regi&atilde;o Centro-Oeste e (VIII) para o Brasil.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para que o objetivo    3 do estudo seja atendido ser&aacute; produzida a an&aacute;lise de dados para    a estima&ccedil;&atilde;o pontual e o intervalo de confian&ccedil;a da raz&atilde;o    de chances (odds ratio) visando-se a detec&ccedil;&atilde;o da associa&ccedil;&atilde;o    entre regi&atilde;o geogr&aacute;fica de proced&ecirc;ncia e (ou) tratamento    especifico anterior e a resist&ecirc;ncia &agrave;s drogas, ajustada para sexo    e idade. Esta an&aacute;lise multivariada bem como os demais procedimentos anal&iacute;ticos    ser&atilde;o feitos atrav&eacute;s do aplicativo estat&iacute;stico SPLUS for    Windows.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Equipes de investiga&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A equipe de investiga&ccedil;&atilde;o    ser&aacute; formada por profissionais ligados a um dos quatro seguintes sub-grupos:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1. Coordena&ccedil;&atilde;o    Local da Pesquisa,</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Coordena&ccedil;&atilde;o    Estadual da Pesquisa,</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. T&eacute;cnico    do Laborat&oacute;rio Central e,</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. Coordena&ccedil;&atilde;o    Nacional da Pesquisa</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Segue uma descri&ccedil;&atilde;o    do perfil e atribui&ccedil;&otilde;es de cada um destes grupos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>1. Coordena&ccedil;&atilde;o    Local da Pesquisa (CLP):</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Perfil:</b> T&eacute;cnico    de n&iacute;vel superior, de prefer&ecirc;ncia com carga hor&aacute;ria semanal    de 40 horas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Participantes:</b>    Um t&eacute;cnico para cada unidade de sa&uacute;de participante.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Atribui&ccedil;&otilde;es:</b>    1). Coletar os dados sobre as resultados dos exames de bacilocospia direta realizados    diariamente na unidade de sa&uacute;de participante da pesquisa; 2). Realizar    entrevista com os pacientes com baciloscopia positiva eleitos para a pesquisa    e, preencher padronizadamente o formul&aacute;rio - FICHA 1; ldentificar os    pacientes eleitos para a pesquisa que n&atilde;o compareceram &agrave; consulta    agendada ( e entrevista) at&eacute; 3 dias do dia marcado e providenciar visita    domiciliar para garantir a ades&atilde;o dos pacientes; 3). Preencher a parte    inicial, relativa &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o do paciente, do formul&aacute;rio    FICHA II e, preparar os esp&eacute;cimes que ser&atilde;o encaminhados semanalmente    para o Laborat&oacute;rio Central Estadual de Sa&uacute;de P&uacute;blica -    LACEN.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>2. Coordena&ccedil;&atilde;o    Estadual da Pesquisa (CEP):</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Perfil:</b> T&eacute;cnico    de n&iacute;vel superior e membro da equipe do Programa Estadual de Controle    da Tuberculose, de prefer&ecirc;ncia com carga hor&aacute;ria semanal de 40    horas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Participantes:</b>    Um ou dois t&eacute;cnicos para cada estado participante.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Atribui&ccedil;&otilde;es:</b>    1). Coletar, semanalmente, os formul&aacute;rios - FICHA I - produzidos nas    unidades de sa&uacute;de participantes da pesquisa. Neste momento, checar se    a listagem de pacientes novos baciliferos inscritos (Livro Preto) corresponde    aos dos formul&aacute;rios - FICHA I - preenchidos pela CLP; 2). Preencher as    FICHAS I e II com o n&uacute;mero de registro da pesquisa (neste momento definido)    para cada paciente arrolado para a pesquisa nas unidades de sa&uacute;de participantes    e transportar os esp&eacute;cimes (escarros) para o LACEN; 3). Preencher o quadro    da FICHA I referente ao tratamento anterior, os casos suspeitos de retratamento.    Os dados utilizados poder&atilde;o pertencer ao registro geral do Programa Estadual    de Controle da Tuberculose, ao cadastro de pacientes de outras unidades de sa&uacute;de    ou at&eacute; aos prontu&aacute;rios hospitalares; 4). Preencher um banco de    dados informatizado relativo &agrave; FICHA I de todas as unidades de sa&uacute;de    do estado; 5). Receber semanalmente os formul&aacute;rios FICHA II do LACEN    e preencher um banco de dados informatizado para estes dados; 6). Encaminhar,    mensalmente, (1) fotoc&oacute;pias das FICHAS I e II e (2) um diskete com c&oacute;pia    do banco de dados para a Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional da Pesquisa (CNP)    no Centro de Refer&ecirc;ncia Prof. H&eacute;lio Fraga (CRPHF), Rio de Janeiro;    7). Receber trimestralmente, da CNP a informa&ccedil;&atilde;o sabre a an&aacute;lise    de concord&acirc;ncia dos resultados laboratoriais dos exames realizados no    estado e no CRPHF.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>3. T&eacute;cnico    do Laborat&oacute;rio Central (TLC):</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Perfil:</b> Microbiologista    com experi&ecirc;ncia nos testes laboratoriais da pesquisa, de prefer&ecirc;ncia    com carga hor&aacute;ria semanal de 40 horas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Participantes:</b>    Um ou dois t&eacute;cnicos para cada estado participante.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Atribui&ccedil;&otilde;es:</b>    1). Realizar exame convencional de isolamento do <i>M. Tuberculosis</i> atrav&eacute;s    de cultura e teste de sensibilidade &agrave;s drogas usadas no tratamento da    tuberculose em todos os esp&eacute;cimes encaminhados pelas unidades de sa&uacute;de    participantes da pesquisa no estado; 2). Preencher o formul&aacute;rio FICHA    II com os resultados dos exames realizados para a pesquisa; 3). Encaminhar,    &agrave; CEP, atrav&eacute;s da dire&ccedil;&atilde;o do LACEN, as FICHAS II    preenchidas; 4). Receber mensalmente, da CNP, uma listagem com n&uacute;meros    dos meios de cultura e encaminh&aacute;los ao CRPHF para os exames de replica&ccedil;&atilde;o;    5). Encaminhar (quando necess&aacute;rio) os esp&eacute;cimes com resultado    positivo ao exame de cultura, para o Laborat&oacute;rio Regional de Refer&ecirc;ncia    (LRR) e receber seus resultados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>4. Coordena&ccedil;&atilde;o    Nacional da Pesquisa (CNP):</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Participantes:</b>    (1) Microbiologista do Centro de Refer&ecirc;ncia Prof. H&eacute;lio Fraga,    respons&aacute;vel pela elabora&ccedil;&atilde;o do protocolo desta pesquisa:    Dra. Angela Maria Werneck Barreto - Pesquisadora Principal; (2) Epidemiologista    do Centro de Refer&ecirc;ncia Prof. H&eacute;lio Fraga, respons&aacute;vel pela    elabora&ccedil;&atilde;o do protocolo desta pesquisa: Dr. Jos&eacute; Ueleres    Braga - Pesquisador Principal; (3) Microbiologista do Centro de Refer&ecirc;ncia    Prof. H&eacute;lio Fraga que participou da elabora&ccedil;&atilde;o do protocolo    desta pesquisa: Dra. F&aacute;tima Maria Martins, (4) Sanitarista - Gerente    da Programa Nacional de Pneumologia Sanit&aacute;ria - Dr Miguel Aiub Hijjar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Atribui&ccedil;&otilde;es:</b>    1). Elaborar o protocolo da pesquisa - Inqu&eacute;rito Epidemiol&oacute;gico    da Resist&ecirc;ncia Bacteriana &agrave;s Drogas usadas no tratamento da Tuberculose    no Brasil - IERBDTB; 2). Elaborar manual de procedimentos da investiga&ccedil;&atilde;o    - IERBDTB - contendo importantes informa&ccedil;&otilde;es sabre as atividades    que dever&atilde;o ser desenvolvidas pelos participantes deste projeto de pesquisa;    3). Treinar todos as integrantes da equipe desta investiga&ccedil;&atilde;o    para que os procedimentos sejam desenvolvidos de forma padronizada em cada unidade    federada; 4). Dar suporte t&eacute;cnico aos n&iacute;veis estaduais e locais    para o desenvolvimento de todas as atividades da pesquisa; 5). Encaminhar mensalmente,    para o TLC, uma listagem com n&uacute;meros dos meios de cultura selecionados    para os exames de replica&ccedil;&atilde;o. Realizar estes exames para as sub-amostras    das unidades federadas participantes; 6). Monitorar a performance dos testes    laboratoriais realizados nos estados participantes e corrigir as distor&ccedil;&otilde;es    detectadas; 7). Promover altera&ccedil;&otilde;es no cronograma ou na log&iacute;stica    da investiga&ccedil;&atilde;o , quando houver justificativa para tal; 8). Produzir    a an&aacute;lise dos dados da pesquisa para as diversos n&iacute;veis de agrega&ccedil;&atilde;o    previstos; 9). Realizar reuni&otilde;es t&eacute;cnicas de avalia&ccedil;&atilde;o    do projeto com toda a equipe de investiga&ccedil;&atilde;o; 10). Produzir e    encaminhar relat&oacute;rios parciais e final para todas as institui&ccedil;&otilde;es    financiadoras deste projeto; 11). Divulgar o conhecimento gerado a partir da    an&aacute;lise dos dados desta pesquisa atrav&eacute;s de artigos publicados    em peri&oacute;dicos cient&iacute;ficos da &aacute;rea, em congressos ou outras    modalidades de reuni&otilde;es cientificas e ocasionalmente em outros meios    de comunica&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Institui&ccedil;&otilde;es    participantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1. Centro de Refer&ecirc;ncia    Professor H&eacute;lio Fraga/ Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de/Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Secretarias    Estaduais de Sa&uacute;de dos seguintes estados: Amazonas, Par&aacute;, Cear&aacute;,    Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, S&atilde;o Paulo, Santa Catarina,    Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Goi&aacute;s.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. Instituto Nacional    de Proteccion de Alimentos y Zoonosis/PAHO/WHO.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Cronograma</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O cronograma da    investiga&ccedil;&atilde;o foi elaborado de modo que todos os indiv&iacute;duos    ser&atilde;o arrolados at&eacute; o &uacute;ltimo trimestre de 1995. Segue um    <a href="#q1">quadro</a> geral do cronograma com as principais atividades que    ser&atilde;o desenvolvidas.</font></p>     <p><a name="q1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/bps/v10n1/1a10q1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Or&ccedil;amento</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O or&ccedil;amento    da investiga&ccedil;&atilde;o previu os seguintes gastos em reais: Material    de consumo (50.000,00), Equipamento (50.000,00), Servi&ccedil;os e encargos    de pessoa f&iacute;sica (249.000,00), Passagens e despesas com locomo&ccedil;&atilde;o    (120.000,00) e Di&aacute;rias (28.800,00) Total de 497.800,00 reais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias    bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1. Gittler J.    Controlling resurgent tuberculosis: public health agencies, public policy, and    law. J Health Polit Policy Law 1994;19(1):107-47.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Bloch AB, Cauthen    GM, Onorato IM, Dansbury KG, Kelly GD, Driver CR, et al. Nationwide survey of    drug-resistant tuberculosis in the United States. JAMA 1994;271(9):665-71.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. World Health    Organization. International Union Against Tuberculosis. Guideline for surveillance    of drug resistance in tuberculosis.1994. (S&eacute;rieWHO/tb94-178).</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Tuberculosis:    a global emergency. World Health Forum 1993;14(4):438.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Chaulet P,    Boulahbal F, Grosset J. Surveillance of drug resistance for tuberculosis control:    why and how? Tuber Lung Dis 1995;76(6):487-92.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 6. Michael M,    Boyce WT, Wilcox AJ. Biomedical bestiary: an epidemiologic guide to flaws and    fallacies in the medical literature. 1st ed. Boston, MA: Little Brown; 1984.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. Barreto A,    Martins F. Estudo da resist&ecirc;ncia prim&aacute;ria no Brasil no per&iacute;odo    de 1986 a 1988. Bol CNCT 1988;2(1):21-5.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Aday LA. Designing    and conducting health surveys: a comprehensive guide. 1st ed. San Francisco:    Jossey-Bass Publishers; 1989.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. Levy PS, Lemeshow    S. Sampling of populations: methods and applications. New York: Wiley; 1991.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 10.Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de. Centro de Refer&ecirc;ncia    Prof. H&eacute;lio Fraga. Manual de bacteriologia da tuberculose. Bras&iacute;lia:    MS/FUNASA/CRPHF; 1994.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 11.Dean A, Dean    J, Burton A, Dicker R, Coulombier D. Epi Info, Version 6.04a, a word processing,    database, and statistics program for public health on IBM-compatible microcomputers.    In: Atlanta: Centers for Disease Control and Prevention; 1995.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 12.Fleiss JL.    Statistical methods for rates and proportions. 2nd ed. New York: Wiley; 1981.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="nota"></a><a href="#topo"><img src="../img/revistas/bps/v10n1/seta.gif" border="0"></a>    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Estrada de Curicica, 2000 Jacarepagu&aacute;, Rio de Janeiro, RJ Cep: 22710-550.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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