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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="topo"></a>INFORMES</b></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>2-    RESUMOS DE TRABALHOS APRESENTADOS NA    <br>   I CONFER&Ecirc;NCIA QTROP/FAP SOBRE A TUBERCULOSE - 2002</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Modelo de verifica&ccedil;&atilde;o    dos &oacute;bitos por tuberculose </font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Sonia Natal<sup>I<a href="#nota">*</a></sup>;    Maria Jos&eacute; P. R. Oliveira<sup>I</sup>; Miguel Aiub Hijjar<sup>I</sup>;    Zulmira Hartz<sup>II</sup>; Elisabeth Moreira<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Centro de Referência Prof. Hélio Fraga/FUNASA/MS    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>II</sup>Escola Nacional de Saúde Pública/FIOCRUZ</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Keywords:</b> tuberculosis;    mortality ;epidemiology , logical model</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na segunda metade    do s&eacute;culo passado, dois momentos, para o Controle da Tuberculose no Brasil,    podem ser destacados: na d&eacute;cada de 50 a implanta&ccedil;&atilde;o da    qu&iacute;mioterapia e, no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 80 a implanta&ccedil;&atilde;o    da quimioterapia de curta dura&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s a implanta&ccedil;&atilde;o    da quimioterapia, na d&eacute;cada de 50, houve um grande impacto sobre a letal    idade e a mortalidade por tuberculose. A partir desta &eacute;poca, estes indicadores,    passaram a ser de &quot;operacionaliza&ccedil;&atilde;o&quot; do Programa de    Controle da Tuberculose (PCT). J&aacute; com a implanta&ccedil;&atilde;o da    quimioterapia de curta dura&ccedil;&atilde;o, por sua alt&agrave; efic&aacute;cia,    esperava-se um impacto tamb&eacute;m sobre estes indicadores, o que n&atilde;o    se observou. A tuberculose atualmente mata mais que a AIDS, e &eacute; uma das    principais causas de morte para as mulheres em idade produtiva. Pela gravidade    da situa&ccedil;&atilde;o apresentaremos uma proposta para a verifica&ccedil;&atilde;o    de mortes por tuberculose, por ser este um evento sentinela, j&aacute; que o    tratamento utilizado apresenta uma efic&aacute;cia de quase 100%.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O objetivo do    estudo &eacute; a valida&ccedil;&atilde;o dos indicadores de letalidade e mortalidade    por tuberculose, al&eacute;m de uma maior compreens&atilde;o das causas de mortes,    a distribui&ccedil;&atilde;o por local de resid&ecirc;ncia e Unidades de Sa&uacute;de,    presen&ccedil;a de equipes de PSF, al&eacute;m da identifica&ccedil;&atilde;o    dos erros mais frequentes nas declara&ccedil;&otilde;es de &oacute;bitos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O tipo de estudo    ser&aacute; &quot;Estudo de Casos&quot;, e para desenvolv&ecirc;-lo ser&aacute;    utilizado &quot;Modelo Te&oacute;rico ou L&oacute;gico e M&eacute;todos de avalia&ccedil;&atilde;o    r&aacute;pida (REM)&quot;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O estudo de caso    constitui um dos desenhos da &quot;estrat&eacute;gia de pesquisa sint&eacute;tica&quot;    definida como &quot;aquela que, para explicar ou prever fen&ocirc;menos complexos,    examina o conjunto das rela&ccedil;&otilde;es onde interv&ecirc;m, simultaneamente,    diversas vari&aacute;veis dependentes e independentes num modelo de rela&ccedil;&otilde;es    interdependentes&quot;. Assim, o grau de implanta&ccedil;&atilde;o de uma interven&ccedil;&atilde;o    (indicador composto de diversas vari&aacute;veis qualificando a estrutura e    processo de aten&ccedil;&atilde;o a cada problema), pode representar a vari&aacute;vel    dependente quando se analisa sua rela&ccedil;&atilde;o com as caracter&iacute;sticas    contextuais, ou a vari&aacute;vel independente quando se quer observar sua influ&ecirc;ncia    sobre os efeitos observados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A pot&ecirc;ncia    explicativa desta estrat&eacute;gia decorre da profundidade da an&aacute;lise    e n&atilde;o do n&uacute;mero de unidades e se ap&oacute;ia na coer&ecirc;ncia    das rela&ccedil;&otilde;es entre os componentes do caso, assim como na coer&ecirc;ncia    das varia&ccedil;&otilde;es destas rela&ccedil;&otilde;es no tempo. A validade    interna depende portanto de dois fatores: a qualidade e a complexidade da articula&ccedil;&atilde;o    dos pressupostos te&oacute;ricos subjacente ao estudo. Assim o desenvolvimento    de uma explica&ccedil;&atilde;o se refere a uma abordagem essencialmente interativa.    Neste estudo eles se baseiam na literatura e norma t&eacute;cnicas que fundamentam    a qualidade e efic&aacute;cia das interven&ccedil;&otilde;es (modelo l&oacute;gico)    bem como nos atributos desej&aacute;veis do processo de descentraliza&ccedil;&atilde;o    de gest&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica que favoreceriam sua    efetividade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> No que concerne    &agrave; validade externa, a generaliza&ccedil;&atilde;o se ap&oacute;ia no    confronto da configura&ccedil;&atilde;o emp&iacute;rica, de v&aacute;rios casos    similares, ao quadro te&oacute;rico particular para verificar se h&aacute; r&eacute;plica    dos resultados de um caso para o outro, sendo correto se falar de facilidade    com que podemos reproduzir um programa em outros meios. A validade externa desta    estrat&eacute;gia de pesquisa se ap&oacute;ia portanto essencialmente na realiza&ccedil;&atilde;o    dos estudos de casos m&uacute;ltiplos com n&iacute;veis de an&aacute;lise imbricados    correspondentes &agrave;s diferentes explica&ccedil;&otilde;es do fen&ocirc;meno    observado.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O modelo te&oacute;rico    ou l&oacute;gico, apresentado resumidamente no <a href="#q1">quadro 1</a>, de    verifjca&ccedil;&atilde;o de mortes, constar&aacute; de an&aacute;lise dos prontu&aacute;rios    das Unidades B&aacute;sicas de Sa&uacute;de, onde se deu o diagn&oacute;stico    e dos Hospitais, nos casos internados. Para todos os &oacute;bitos prop&otilde;em-se    visitas domiciliares, independentes do local da ocorr&ecirc;ncia e da confirma&ccedil;&atilde;o    bacteriol&oacute;gica. Tamb&eacute;m se far&aacute; o levantamento das mortes    notificadas nos registros do SINAN e SIM, al&eacute;m da verifica&ccedil;&atilde;o    da declara&ccedil;&atilde;o de &oacute;bito.</font></p>     <p><a name="q1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><img src="../img/revistas/bps/v10n1/1a17q1.gif"></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="nota"></a><a href="#topo">*</a>E-mail:    <a href="mailto:sonianatal@uol.com.br">sonianatal@uol.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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