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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="topo"></a>INFORMES</b></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>2-    RESUMOS DE TRABALHOS APRESENTADOS NA    <br>   I CONFER&Ecirc;NCIA QTROP/FAP SOBRE A TUBERCULOSE - 2002</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Desenvolvimento    de um modelo de biosseguran&ccedil;a em tuberculose em determinada &aacute;rea    geogr&aacute;fica </font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Ilana Bejgel<sup>I</sup>;    Miguel Aiub Hijjar<sup>I</sup>; Wanir Jos&eacute; Barroso<sup>I</sup>; Alexandre    Milagres<sup>II</sup>; M&ocirc;nica Andrade<sup>II</sup>; Rita Motta<sup>II</sup>;    Ana Lourdes da Costa Rocha<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Centro de Refer&ecirc;ncia Professor H&eacute;lio Fraga/FUNASA    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>II</sup>Hospital Municipal Raphael de Paula Souza/SMSRJ    <br> <sup>III</sup>Unidade Integrada de Sa&uacute;de   Hamilton Land/SMSRJ</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#nota">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Keywords:</b> tuberculosis;    infection; health care workers</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O objetivo deste    trabalho &eacute; apresentar os passos da constru&ccedil;&atilde;o de um modelo    de biosseguran&ccedil;a em tuberculose em determinada &aacute;rea, como forma    de garantir a melhoria da qualidade dos servi&ccedil;os, voltados para o diagn&oacute;stico    precoce da tuberculose e da redu&ccedil;&atilde;o do risco ocupacional, al&eacute;m    de sensibilizar os profissionais da sa&uacute;de para o problema. O ponto central    s&atilde;o os hospitais de emerg&ecirc;ncia, uma das principais portas de entrada    dos doentes para o sistema.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Um grupo de profissionais    envolvidos com o programa da tuberculose da AP4, no munic&iacute;pio do Rio    de Janeiro, ap&oacute;s realizar um diagn&oacute;stico da situa&ccedil;&atilde;o    das atividades de controle e condi&ccedil;&otilde;es de biosseguran&ccedil;a,    se prop&ocirc;s a trabalhar a quest&atilde;o. Optou-se como estrat&eacute;gia    realizar o <b>I Semin&aacute;rio de Biosseguran&ccedil;a em Tuberculose: Necessidade    e Direito</b>, em 08 e 09 de novembro de 2001, no Centro de Refer&ecirc;ncia Professor    H&eacute;lio Fraga, FUNASA/MS tendo como parcerias institui&ccedil;&otilde;es    como a FIOCRUZ, o Hospital Municipal Raphael de Paula Souza, a Coordena&ccedil;&atilde;o    de Sa&uacute;de da &Aacute;rea Program&aacute;tica 4/SMS-RJ, a o COPPE/UFRJ    e o Servi&ccedil;o de Engenharia Cl&iacute;nica Planejamento e Gerenciamento    de Tecnologia em Sa&uacute;de LTDA, S&atilde;o Paulo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Com participa&ccedil;&atilde;o    de cerca 100 profissionais, foram abordados temas sobre a magnitude da tuberculose    mundial, nacional e institucional, m&eacute;todos de desinfec&ccedil;&atilde;o    e esteriliza&ccedil;&atilde;o, gerenciamento de res&iacute;duos, medidas de    biosseguran&ccedil;a institucional (ambulat&oacute;rio, enfermaria e laborat&oacute;rio),    legisla&ccedil;&atilde;o, acidentes de trabalho, exames admissionais e peri&oacute;dicos    entre outros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ap&oacute;s a    apresenta&ccedil;&atilde;o dos temas, os participantes foram divididos em grupos,    conforme suas &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o (ger&ecirc;ncia, laborat&oacute;rio,    assist&ecirc;ncia ambulatorial e hospitalar), debateram e apresentaram as propostas    em plen&aacute;ria.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os participantes    no n&iacute;vel de ger&ecirc;ncia, sugeriram a forma&ccedil;&atilde;o de um    grupo de estudos de n&iacute;vel central integrado por representantes do n&iacute;vel    federal (CRPHF / FUNASA e FIOCRUZ), Gerencias do PCT Estadual e Municipal e    Universidades, para a homogeneiza&ccedil;&atilde;o do conhecimento de biosseguran&ccedil;a    em tuberculose. Propuseram tamb&eacute;m, a cria&ccedil;&atilde;o de uma comiss&atilde;o    de biosseguran&ccedil;a, constitu&iacute;da por t&eacute;cnicos de n&iacute;vel    central (Federal/Estadual/Municipal) que tenham conhecimento em biosseguran&ccedil;a,    para assessorar no processo inicial de implanta&ccedil;&atilde;o das medidas    de &acirc;mbito intrainstitucional (hospitalar, unidades b&aacute;sicas e laborat&oacute;rio).    Esta equipe seria ent&atilde;o respons&aacute;vel pela supervis&atilde;o, monitora&ccedil;&atilde;o,    avalia&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es implantadas/implementadas, e    contaria tamb&eacute;m com a colabora&ccedil;&atilde;o de profissionais de Universidades,    da FUNASA/MS, FIOCRUZ, Ger&ecirc;ncias do PCT que dariam apoio sistem&aacute;tico    &agrave;s Unidades de Sa&uacute;de.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As sugest&otilde;es    dos demais grupos apontavam para a forma&ccedil;&atilde;o de uma comiss&atilde;o    de biosseguran&ccedil;a institucional, que nos hospitais come&ccedil;ariam pela    Comiss&atilde;o de Controle de Infec&ccedil;&atilde;o Hospitalar (CCIH), e nas    Unidades b&aacute;sicas, pelo Programa de Controle da Tuberculose e/ou o n&uacute;cleo    de epidemiologia. Ressaltouse tamb&eacute;m a import&acirc;ncia da participa&ccedil;&atilde;o    de t&eacute;cnicos com conhecimento de arquitetura hospitalar, bem como em biosseguran&ccedil;a,    nas comiss&otilde;es de n&iacute;vel central e institucional, fundamental para    orienta&ccedil;&atilde;o da adequa&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea fisica. Complementando    a proposta foi sugeri da a participa&ccedil;&atilde;o da ger&ecirc;ncia m&eacute;dica    e administrativa nas discuss&otilde;es sobre as medidas de biosseguran&ccedil;a.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As outras propostas    referiam-se ao treinamento continuado em biosseguran&ccedil;a, a disponibiliza&ccedil;&atilde;o    e atualiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es para todos os profissionais;    a integra&ccedil;&atilde;o inter e intrainstitucional das diversas categorias    de profissionais de sa&uacute;de incluindo m&eacute;dicos, enfermeiros, arquitetos,    engenheiros, farmac&ecirc;uticos, t&eacute;cnicos de laborat&oacute;rios, entre    outros; a retroalimenta&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tanto    no n&iacute;vel central para n&iacute;vel local e vice-versa; a sensibiliza&ccedil;&atilde;o    para o uso obrigat&oacute;rio de Equipamento de Prote&ccedil;&atilde;o Individual    (m&aacute;scaras especiais, luvas, protetores oculares e facial, uniformes especiais);    a ado&ccedil;&atilde;o de medidas espec&iacute;ficas de laborat&oacute;rio,    no que se refere a utiliza&ccedil;&atilde;o de cabinas de seguran&ccedil;a biol&oacute;gica    para todos os procedimentos laboratoriais, al&eacute;m da inclus&atilde;o do    temabiosseguran&ccedil;a na grade curricular dos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o    da &aacute;rea de sa&uacute;de, entre outras.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Concluindo, a    elabora&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de grande impacto voltadas para    biosseguran&ccedil;a s&atilde;o necess&aacute;rias para sensibilizar os profissionais    de sa&uacute;de que atuam principalmente nas emerg&ecirc;ncias/pronto atendimento,    para que passem a pensar em tuberculose, tendo em vista a demanda expressiva    de sintom&aacute;ticos respirat&oacute;rios &agrave; estes servi&ccedil;os.    O estabelecimento e a garantia de um fluxo de refer&ecirc;ncia e contra-refer&ecirc;ncia    entre hospitais de emerg&ecirc;ncia e as unidades de sa&uacute;de possibilitar&aacute;    uma melhoria na qualidade e humaniza&ccedil;&atilde;o da assist&ecirc;ncia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="nota"></a><a href="#topo"><img src="../img/revistas/bps/v10n1/seta.gif" border="0"></a>E-mail:    <a href="mailto:crphf.epes@funasa.gov.br">crphf.epes@funasa.gov.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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