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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise da tendência da letalidade e da mortalidade por tuberculose no Brasil 1980 a 1998]]></article-title>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>INFORMES</b></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>2-    RESUMOS DE TRABALHOS APRESENTADOS NA    <br>   I CONFER&Ecirc;NCIA QTROP/FAP SOBRE A TUBERCULOSE - 2002</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> An&aacute;lise da tend&ecirc;ncia da letalidade e da mortalidade por tuberculose    no Brasil 1980 a 1998 </font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Maria Jos&eacute;    Proc&oacute;pio Ribeiro de Oliveira; Sonia Natal; Miguel Aiub Hijjar</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Centro de Refer&ecirc;ncia    Prof. H&eacute;lio Fraga/CENEPI/FUNASA/MS</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Keywords:</b> tuberculosis; fatality; epidemiology</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O objetivo deste estudo &eacute; analisar, a partir de dados    secund&aacute;rios, a tend&ecirc;ncia da incid&ecirc;ncia (I), letal idade (L)    e mortalidade (M) por tuberculose no Brasil, por regi&atilde;o e estados, no    per&iacute;odo de 1980 a 1998. Foi utilizado o Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o    de Mortalidade (SIM), para base de an&aacute;lise.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na <a href="#tab1">tabela    1</a> est&atilde;o apresentados as m&eacute;dias e os Intervalos de Confian&ccedil;a    a 95% (IC<sub>95%</sub>) da incid&ecirc;ncia, letalidade e mortalidade por tuberculose,    Brasil e Regi&otilde;es Fisiogr&aacute;ficas. A incid&ecirc;ncia apresentou    uma redu&ccedil;&atilde;o estat&iacute;stica significativa para per&iacute;odo,    tanto para o Brasil, como para as demais regi&otilde;es, exce&ccedil;&atilde;o    da regi&atilde;o Sudeste, onde a redu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi estatisticamente    significativa. Para a letalidade, verificamos uma tend&ecirc;ncia inalterada,    para o Brasil e para as regi&otilde;es Sudeste e Centro-Oeste, para as regi&otilde;es    Norte e Nordeste, a redu&ccedil;&atilde;o foi estatisticamente significativa;    apenas a regi&atilde;o Sul apresentou um pequeno incremento, mas sem signific&acirc;ncia    estat&iacute;stica. Quanto &agrave; mortalidade espec&iacute;fica, verificou-se    uma redu&ccedil;&atilde;o significativa, para o Brasil e para todas as regi&otilde;es.</font></p>       <p><a name="tab1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/bps/v10n1/1a26t1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na <a href="#tab2">tabela    2</a> est&atilde;o apresentados os resultados da regress&atilde;o linear, de    mortes por tuberculose, por grupos et&aacute;rios, da regi&atilde;o Sudeste.    Observa-se uma tend&ecirc;ncia de redu&ccedil;&atilde;o at&eacute; os 20 anos,    para o grupo de idade de 30 a 49 anos a tend&ecirc;ncia foi de incremento, como    nos de idade maiores de 79 anos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="tab2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/bps/v10n1/1a26t2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Conclus&atilde;o: Historicamente, existem restri&ccedil;&otilde;es    quanto &agrave; fonte utilizada, pois as mesmas est&atilde;o sujeitas aos erros    das declara&ccedil;&otilde;es de &oacute;bitos, principalmente aos erros de    diagn&oacute;stico, mas podemos salientar que neste per&iacute;odo n&atilde;o    houve nenhuma mudan&ccedil;a de import&acirc;ncia nos registros de mortes, podendo    presumir que os erros existentes estar&atilde;o sempre em uma mesma dire&ccedil;&atilde;o.    Observamos tend&ecirc;ncia de redu&ccedil;&atilde;o da incid&ecirc;ncia e da    mortalidade por&eacute;m verificou-se pouco impacto na letalidade da tuberculose.    Destaca-se a tend&ecirc;ncia de aumento do n&uacute;mero de mortes por tuberculose    nos grupos de idade de 30 a 49 anos. Apesar deste dado preliminar das mortes    por grupo et&aacute;rio n&atilde;o terem sido ainda analisados em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; incid&ecirc;ncia da tuberculose e da popula&ccedil;&atilde;o geral,    por grupo et&aacute;rio, a regi&atilde;o Sudeste &eacute; que apresentou uma    menor redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade espec&iacute;fica e da incid&ecirc;ncia    n&atilde;o foi estatisticamente significativa. Os resultados mais favor&aacute;veis    da regi&atilde;o norte e nordeste podem estar ligados a sub-notifica&ccedil;&atilde;o,    segundo a avalia&ccedil;&atilde;o do CENEPI / FUNASA, s&atilde;o as regi&otilde;es    com os maiores problemas de informa&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Estes dados falam    a favor da redu&ccedil;&atilde;o da efetividade do PCT no Brasil, principalmente    ap&oacute;s a d&eacute;cada de 90, quando tamb&eacute;m verificou-se o aumento    da mis&eacute;ria e do desemprego. O aumento da mortalidade por tuberculose,    no grupo et&aacute;rio de 30 a 49 anos, pode estar relacionado com a co-infec&ccedil;&atilde;o    Tb - HIV, e nos grupos et&aacute;rios acima de 80 anos com doen&ccedil;as cr&ocirc;nico-degenerativas    associadas a estes grupos de idade</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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