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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Colocando dados no mapa: a escolha da unidade espacial de agregação e integração de bases de dados em saúde e ambiente através do geoprocessamento]]></article-title>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="Verdana"><b><a name="topo"></a>Colocando dados no mapa: a escolha da unidade espacial de agrega&ccedil;&atilde;o  e integra&ccedil;&atilde;o de bases de dados em sa&uacute;de e ambiente atrav&eacute;s do geoprocessamento</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Christovam Barcellos<sup>I</sup>; Simone M. Santos<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>I</sup>Pesquisador adjunto do Departamento de Informa&#231;&#245;es para a Sa&#250;de, Centro de Informa&#231;&#227;o Cient&#237;fica e Tecnol&#243;gica, Funda&#231;&#227;o Oswaldo Cruz</font>    <br>   <font face="Verdana" size="2"><sup>II</sup>Mestranda do Departamento de Epidemiologia e M&#233;todos Quantitativos em Sa&#250;de, Escola Nacional de Sa&#250;de P&#250;blica, Funda&#231;&#227;o Oswaldo Cruz, RJ</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i>Os Sistemas de Informa&#231;&#245;es Geogr&#225;ficas </i>(<i>SIG</i>)<i> podem ser utilizados como ambiente de consolida&#231;&#227;o e an&#225;lise de grandes bases de dados sobre sa&#250;de e ambiente. No entanto, &#233; necess&#225;rio um esfor&#231;o para compatibilizar t&#233;cnicas de endere&#231;amento de dados, o que implica na adequa&#231;&#227;o entre bases de dados e base cartogr&#225;fica. Neste trabalho s&#227;o discutidos alguns problemas encontrados no georeferenciamento de dados de sa&#250;de e ambiente, bem como alguns crit&#233;rios para a escolha da unidade espacial m&#237;nima de agrega&#231;&#227;o de dados, permitindo a qualidade e interc&#226;mbio entre camadas de informa&#231;&#245;es. O caso do abastecimento de &#225;gua no munic&#237;pio do Rio de Janeiro pode ser utilizado como exemplo de avalia&#231;&#227;o de condi&#231;&#245;es de sa&#250;de em micro-&#225;reas, onde diversas fontes de informa&#231;&#227;o com diferentes caracter&#237;sticas construtivas s&#227;o dispostas em mapas e interrelacionadas no espa&#231;o na forma de camadas.</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Introdu&#231;&#227;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A d&#233;cada de 90 vem sendo marcada pela crescente disponibiliza&#231;&#227;o de dados e pela facilidade de acesso e an&#225;lise destes atrav&#233;s de sistemas computacionais simples. Nos campos de sa&#250;de e ambiente, diversos dados encontram-se em meio magn&#233;tico e estruturados de maneira a permitir seu uso e interpreta&#231;&#227;o por entidades acad&ecirc;micas e n&#227;o-governamentais. Se, por um lado, esses dados est&#227;o dispon&#237;veis, por outro, freq&uuml;entemente, sua utiliza&#231;&#227;o &#233; limitada, pela aus&#234;ncia de</font> <font face="Verdana" size="2">integra&#231;&#227;o, qualidade e apresenta&#231;&#227;o. Dados coletados por um setor n&#227;o s&#227;o utilizados por outros, incorrrendo em m&#250;ltiplos, repetitivos e desconexos sistemas de informa&#231;&#245;es. Essa multiplicidade de recortes impossibilita que a&#231;&#245;es intersetoriais sejam planejadas em conjunto<sup>13</sup><sup>,</sup><sup>14</sup> levando diversas institui&#231;&#245;es a coletarem dados semelhantes com sistemas diferentes, com elevada centraliza&#231;&#227;o dos dados e limitando grandemente seu acesso. Para conhecer mais detalhadamente as condi&#231;&#245;es de sa&#250;de da popula&#231;&#227;o &#233; necess&#225;rio trabalhar com</font> <font face="Verdana" size="2">mapas (meios) que permitam observar a distribui&#231;&#227;o espacial de situa&#231;&#245;es de risco e dos problemas de sa&#250;de, com dados demogr&#225;ficos, s&#243;cio-econ&#244;micos e ambientais, promovendo a integra&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es de diversos bancos de dados. Nesse sentido &#233; fundamental que as informa&#231;&#245;es sejam localiz&#225;veis, fornecendo elementos para construir a cadeia explicativa dos problemas do territ&#243;rio aumentando o poder de orientar a&#231;&#245;es intersetoriais espec&#237;ficas<sup>29,</sup><sup>32</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O uso do espa&#231;o como categoria de an&#225;lise tem sido ressaltado em trabalhos recentes nas &#225;reas de epidemiologia<sup>5</sup><sup>,</sup><sup>23</sup><sup>,</sup><sup>18,34</sup> e an&#225;lise ambiental<sup>17</sup><sup>,</sup><sup>2</sup><sup>,</sup><sup>4</sup>. Padr&#245;es espaciais de doen&#231;as podem permitir a identifica&#231;&#227;o de fontes comuns de contamina&#231;&#227;o<sup>28</sup><sup>,</sup><sup>19</sup>, trajetos influenciados por vari&#225;veis ambientais<sup>8</sup><sup>,</sup><sup>33</sup>; padr&#245;es ou diferen&#231;as de situa&#231;&#245;es de sa&#250;de ante perspectivas de agrega&#231;&#245;es particulares em diversos n&#237;veis; bem como, o planejamento e avalia&#231;&#227;o de interven&#231;&#245;es e fatores s&#243;cio-econ&#244;micos espacializados que afetam perfis de sa&#250;de<sup>15</sup><sup>,</sup><sup>21</sup><sup>,</sup><sup>22</sup><sup>,</sup><sup>24</sup><sup>,</sup><sup>30</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Por suas caracter&#237;sticas, as t&#233;cnicas de geoprocessamento e, em especial um dos seus sistemas - o Sistema de Informa&#231;&#227;o Geogr&#225;fica (SIG) - pode ser um poderoso instrumento para o planejamento, monitoramento e avalia&#231;&#227;o das a&#231;&#245;es de sa&#250;de. Os SIGs permitem reunir uma grande quantidade de dados convencionais de express&#227;o espacial, estruturando-os adequadamente, de modo a otimizar o tratamento integrado de seus tr&#234;s componentes: posi&#231;&#227;o, topologia e atributos. Dessa forma permite a execu&#231;&#227;o de an&#225;lises e aplica&#231;&#245;es gr&#225;ficas complexas atrav&#233;s da r&#225;pida forma&#231;&#227;o e alterna&#231;&#227;o de cen&#225;rios, que propiciam a planejadores e a administradores em geral os subs&#237;dios para a tomada de decis&#245;es<sup>20</sup><sup>,</sup><sup>25</sup><sup>,</sup><sup>26</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Neste trabalho s&#227;o levantados alguns problemas enfrentados no georeferenciamento de dados de sa&#250;de e ambiente, com enfoque na escolha de unidades espaciais de agrega&#231;&#227;o de dados e na poss&#237;vel integra&#231;&#227;o de diferentes bases de dados j&#225; disponibilizadas, atrav&#233;s do uso de SIGs.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Escolha da unidade espacial m&#237;nima de agrega&#231;&#227;o de dados</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As t&#233;cnicas de geoprocessamento t&#234;m sido crescentemente utilizadas com o objetivo, n&#227;o s&#243; de an&#225;lise de dados georeferenciados, mas de gera&#231;&#227;o de novas informa&#231;&#245;es por meio de opera&#231;&#245;es entre &quot;camadas&quot; de dados. Por exemplo, o geoprocessamento permite que se elabore, com certa facilidade, mapas de localiza&#231;&#227;o das fontes industriais dos contaminantes para o ambiente, bem como de n&#237;veis de contamina&#231;&#227;o em solos de uma determinada regi&#227;o. Algumas t&#233;cnicas de geoprocessamento propiciam um relacionamento entre esses mapas. A sobreposi&#231;&#227;o dessas informa&#231;&#245;es permite que se estabele&#231;am padr&#245;es de transporte e de acumula&#231;&#227;o dos contaminantes na regi&#227;o estudada, formando uma nova camada de informa&#231;&#227;o, que dificilmente poderia ser determinada atrav&#233;s de dados tabulares<sup>3</sup><sup>,</sup><sup>7</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Freq&uuml;entemente, os dados de sa&#250;de e ambiente s&#227;o referidos a unidades espaciais n&#227;o coincidentes. O n&#237;vel m&#237;nimo de agrega&#231;&#227;o de dados de saneamento &#233; o territ&#243;rio das ag&#234;ncias locais de &#225;gua e esgoto, muitas vezes delimitado por sub-bacias hidrogr&#225;ficas. Dados de monitoramento de qualidade do ar e &#225;gua se referem a pontos de amostragem cujas regi&#245;es de influ&#234;ncia s&#227;o dificilmente conhecidas. Essas amostras s&#227;o representadas por pontos no mapa que constituem uma discretiza&#231;&#227;o de fen&ocirc;menos aparentemente cont&#237;nuos<sup>17</sup>. Pode-se, neste caso, recorrer &#224; interpola&#231;&#227;o de dados pontuais com a defini&#231;&#227;o de uma superf&#237;cie que represente a varia&#231;&#227;o espacial destes dados<sup>35</sup>. Os sistemas de informa&#231;&#245;es nacionais sobre sa&#250;de como, por exemplo, o Sistem de Informa&#231;&#227;o de mortalidade (SIM), permitem a agrega&#231;&#227;o de dados por munic&#237;pio de resid&#234;ncia ou ocorr&#234;ncia do &#243;bito, exigindo um grande esfor&#231;o para o endere&#231;amento de informa&#231;&#245;es em unidades espaciais menores. O munic&#237;pio re&#250;ne grande parte das condi&#231;&#245;es necess&#225;rias que viabilizam seu uso como unidade espacial de an&#225;lise, por ser dotado de autonomia administrativa e servir como</font> <font face="Verdana" size="2">refer&#234;ncia de dados prim&#225;rios em sa&#250;de e ambiente. Por outro lado, poucos eventos de sa&#250;de de origem ambiental podem ser detectados e analisados nessa escala<sup>6</sup><sup>,</sup><sup>36</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">No geoprocessamento, o trabalho com as bases de dados exige que os dados estejam relacionados a unidades espaciais. Dentre as poss&#237;veis unidades espaciais de agrega&#231;&#227;o de dados ambientais e sanit&#225;rios encontram-se o setor censit&#225;rio, o territ&#243;rio do c&#243;digo de endere&#231;amento postal (CEP), o bairro, a bacia hidrogr&#225;fica, o distrito sanit&#225;rio, o distrito administrativo (subdivis&#227;o do munic&#237;pio) e o munic&#237;pio.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Alguns crit&#233;rios podem ser listados para a escolha de uma destas unidades espaciais, possibilitando diferentes n&#237;veis de agrega&#231;&#227;o. Essa escolha influir&#225; sobre a forma e estrutura que ter&#227;o a base de dados e a base cartogr&#225;fica. Dentre esses crit&#233;rios, destacam-se os mais relevantes.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> &#8226;<b> A presen&#231;a e qualidade do registro destas unidades nos bancos de dados.</b></font> <font face="Verdana" size="2">Grande parte dos bancos de usu&#225;rios de servi&#231;os cont&#233;m o CEP, o que facilita o endere&#231;amento de dados nesta unidade. J&#225; o endere&#231;o de logradouros necessita uma fase de avalia&#231;&#227;o cr&#237;tica dos dados, devido &#224; variabilidade no seu preenchimento, nos bancos de dados. Apesar da sua baixa qualidade, o endere&#231;o &#233; um campo comumente utilizado nos grandes bancos de dados de sa&#250;de.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">&#8226;<b> O reconhecimento da unidade espacial por parte da popula&#231;&#227;o. </b>A identifica&#231;&#227;o da unidade espacial por parte do usu&#225;rio do sistema garante a qualidade dos dados de endere&#231;amento, ao mesmo tempo em que promove a apropria&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es, por tornar o dado mais intelig&#237;vel. Uma das dificuldades do uso do setor censit&#225;rio como unidade espacial de agrega&#231;&#227;o de dados &#233; seu desconhecimento pela popula&#231;&#227;o, pois seu uso n&#227;o faz parte do cotidiano.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">&#8226;<b> A unidade espacial deve delimitar territ&#243;rios que contenham dados de interesse para a sa&#250;de e ambiente.</b> O CEP,</font> <font face="Verdana" size="2">por exemplo, n&#227;o est&#225; diretamente relacionado a informa&#231;&#245;es de sa&#250;de, dificultando o c&#225;lculo de indicadores. Por outro lado, o setor censit&#225;rio &#233; vinculado a dados s&#243;cio-demogr&#225;ficos que permitem a constru&#231;&#227;o de indicadores com maior facilidade.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">&#8226;<b> A unidade deve ser identificada como delimitador de um territ&#243;rio s&#243;cio-pol&#237;tico de atua&#231;&#227;o de grupos populacionais organizados e de inst&#226;ncias administrativas do Estado. </b>O uso do bairro como unidade de refer&#234;ncia possibilita a localiza&#231;&#227;o de informa&#231;&#245;es que permitem direcionar a&#231;&#245;es espec&#237;ficas de planejamento, integrando a participa&#231;&#227;o da popula&#231;&#227;o nas inst&#226;ncias de decis&#227;o pol&#237;tica, como as &quot;Regi&#245;es do Or&#231;amento Participativo&quot; (agrega&#231;&#245;es de bairros) no munic&#237;pio de Porto Alegre.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">&#8226;<b> As unidades espaciais devem possuir &quot;homogeneidade interna&quot; dos fatores a serem analisados. </b>Por isso, &#233; importante definir previamente a necessidade de estratifica&#231;&#227;o por grupos homog&ecirc;neos, conforme interesse espec&#237;fico e de acordo com os objetivos do uso das informa&#231;&#245;es.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">&#8226; &Eacute; necess&#225;rio que as unidades espaciais permitam n&#237;veis de agrega&#231;&#227;o progressivos. Para promover a integra&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es utilizando diferentes unidades de refer&#234;ncia &#233; imprescind&#237;vel que os n&#237;veis mais desagregados estejam perfeitamente contidos nos n&#237;veis superiores. Os limites de bacias hidrogr&#225;ficas, por exemplo, extrapolam, muitas vezes os territ&#243;rios administrativos distritais, municipais e estaduais, o que impede a reagrega&#231;&#227;o dos dados de um n&#237;vel para outro.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">&#8226; Ao escolher a unidade espacial de agrega&#231;&#227;o de dados, tamb&#233;m est&#225; sendo definida a escala de observa&#231;&#227;o dos fen&ocirc;menos. Deve-se ter presente a natureza dos eventos que ser&#227;o analisados para poder se definir a escala, de modo que as intera&#231;&#245;es possam ser captadas<sup>7</sup>. Por exemplo, se o objetivo &#233; definir micro-&#225;reas de risco dentro do territ&#243;rio de abrang&#234;ncia de uma unidade</font> <font face="Verdana" size="2">de sa&#250;de, a unidade espacial escolhida deve permitir a caracteriza&#231;&#227;o diferencial deste territ&#243;rio, como o setor censit&#225;rio. Caso o objetivo for caracterizar as &#225;reas de um munic&#237;pio em rela&#231;&#227;o a cobertura de rede ambulatorial, poderia ser utilizado o bairro como unidade espacial de agrega&#231;&#227;o, para evidenciar locais sem oferta deste servi&#231;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Bases de dados em sa&#250;de e ambiente e seu georeferenciamento</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para que sejam dispostos em mapas, cada um dos dados deve ser referenciado a uma unidade de an&#225;lise geogr&#225;fica. Grande parte dos bancos de dados utilizados na &#225;rea de sa&#250;de possuem campos de identifica&#231;&#227;o do munic&#237;pio. Por outro lado, as bases cartogr&#225;ficas devem conter campos que permitam o relacionamento com bases de dados. &#201; a partir do relacionamento entre base de dados e base cartogr&#225;fica que se pode realizar diversos procedimentos comuns do geoprocessamento, como a an&#225;lise geoestat&#237;stica, a ger&#234;ncia de informa&#231;&#245;es gr&#225;ficas e n&#227;o-gr&#225;ficas, as opera&#231;&#245;es espaciais e a</font> <font face="Verdana" size="2">representa&#231;&#227;o gr&#225;fica de resultados. Entre os poss&#237;veis campos indexadores destas bases disp&#245;e-se do nome (completo) do munic&#237;pio, c&#243;digo do munic&#237;pio (padronizado pelo IBGE) e campos auxiliares como as siglas e c&#243;digos dos estados.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A <b><a href="#t1">tabela 1</a></b> demonstra as principais caracter&#237;sticas das bases de dados utilizadas na &#225;rea de sa&#250;de.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/iesus/v6n1/1a03t1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Diversas estrat&#233;gias de micro-localiza&#231;&#227;o de dados de sa&#250;de t&#234;m sido adotadas em munic&#237;pios brasileiros nos &#250;ltimos anos. A prefeitura de Porto Alegre desenvolveu por meio de SIG, um sistema de localiza&#231;&#227;o de eventos de sa&#250;de por trechos de logradouros (a partir do endere&#231;o) para registros do Sistema de Informa&#231;&#227;o de Mortalidade (SIM) e Sistema de Informa&#231;&#245;es sobre Nascidos Vivos (SINASC). Ap&#243;s a disposi&#231;&#227;o dos dados no mapa pode-se agregar estes registros e construir indicadores para unidades espaciais maiores, como bairro ou distrito sanit&#225;rio<sup>1</sup>. Estrat&#233;gia semelhante vem sendo adotada em Belo Horizonte<sup>12</sup>, Curitiba e cidades m&#233;dias do Estado de S&#227;o Paulo. Em diversos munic&#237;pios como Londrina, Rio de Janeiro, Recife e</font> <font face="Verdana" size="2">Salvador, o bairro vem sendo utilizado como unidade espacial m&#237;nima de agrega&#231;&#227;o de dados. Para isso, o campo correspondente foi implantado nos principais sistemas de informa&#231;&#227;o e seu preenchimento vem sendo normatizado para impedir incongru&#234;ncias entre a base cartogr&#225;fica e a base de dados n&#227;o-gr&#225;ficos. Nas &#225;reas rurais, onde os dados de endere&#231;amento s&#227;o insuficientes, uma alternativa para a localiza&#231;&#227;o de eventos tem sido a obten&#231;&#227;o de pares de coordenadas atrav&#233;s de equipamentos de rastreamento por sat&#233;lite <i>- Global Position System </i>(GPS)<sup>9</sup>. No Rio de Janeiro, o projeto de pesquisa SIG-FIOCRUZ desenvolveu um sistema de localiza&#231;&#227;o de endere&#231;os para a identifica&#231;&#227;o do setor censit&#225;rio correspondente a cada &#243;bito reportado no SIM<sup>11</sup>. A implanta&#231;&#227;o rotineira deste sistema depende, no entanto, da elabora&#231;&#227;o de listas de endere&#231;os dos cerca de 6.000 setores do munic&#237;pio, da melhoria do preenchimento dos campos de endere&#231;o (tipo, t&#237;tulo e nome do logradouro, bairro e regi&#227;o administrativa) e da difus&#227;o de uma cultura de geoprocessamento de informa&#231;&#245;es de sa&#250;de em todos os n&#237;veis do Sistem &#218;nico de Sa&#250;de (SUS). Este &#250;ltimo item, talvez o mais cr&#237;tico, pode ser alcan&#231;ado com o retorno de an&#225;lises e diagn&#243;sticos espaciais para os geradores dos dados, de modo a auxiliar n&#237;vel local no planejamento de a&#231;&otilde;es de sa&#250;de. A utiliza&#231;&#227;o permanente dos bancos de dados pode permitir o aperfei&#231;oamento de sua qualidade<sup>27</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Dentre as bases de dados de interesse ambiental destacam-se as informa&#231;&#245;es coletadas pelos programas de monitoramento ambiental, o uso de imagens de sat&#233;lite e radar e os dados de ag&#234;ncias de saneamento. Diversas bases de dados hoje abordam quest&#245;es relativas &#224; atividade industrial<sup>16</sup>. Entre as mais importantes destacam-se o censo industrial (realizado periodicamente pelo IBGE), o cadastro de ind&#250;strias potencialmente poluidoras (gerenciado por &#243;rg&#227;os de controle ambiental no Brasil), e a lista de ind&#250;strias mantidas por entidades da classe de industriais como a Federa&#231;&#227;o das Ind&#250;strias do Estado de</font> <font face="Verdana" size="2">S&#227;o Paulo (FIESP) e Federa&#231;&#227;o das Ind&#250;strias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN). O relacionamento entre estas bases de dados pode identificar lacunas nos sistemas de informa&#231;&#227;o sobre controle ambiental e poss&#237;veis rela&#231;&#245;es com dados de sa&#250;de. A localiza&#231;&#227;o destas informa&#231;&#245;es permite sua sobreposi&#231;&#227;o a dados ambientais, orientados especificamente para o monitoramento da qualidade ambiental em regi&#245;es industriais<sup>10</sup><sup>,</sup><sup>31</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Devido &#224;s pr&#243;prias necessidades dos sistemas de monitoramento ambiental, os dados de qualidade ambiental s&#227;o referenciados a territ&#243;rios previamente delimitados e pontos de coleta de amostras fixos. Esta caracter&#237;stica facilita o georeferenciamento dessas informa&#231;&#245;es e o acompanhamento de varia&#231;&#245;es espa&#231;o-temporais. Grande parte dos dados meteorol&#243;gicos, de qualidade atmosf&#233;rica e da &#225;gua s&#227;o localiz&#225;veis em um SIG por pares de coordenadas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Uso do SIG na integra&#231;&#227;o de dados ambientais e sanit&#225;rios</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Dentro do amplo espectro do que &#233; denominado &quot;mapa de risco&quot; encontram-se mapas que t&#234;m como conte&#250;do desde a presen&#231;a de agentes ambientais de risco at&#233; suas conseq&uuml;&#234;ncias, previstas ou medidas, sobre a popula&#231;&#227;o. Por meio da uni&#227;o entre os processos desencadeadores de riscos ambientais pode-se estabelecer uma complementareidade de eventos que permitem a an&#225;lise globalizada de riscos &#224; sa&#250;de<sup>7</sup>. O caso do abastecimento de &#225;gua no Munic&#237;pio do Rio de Janeiro pode ser utilizado como exemplo da constru&#231;&#227;o de mapas de risco com informa&#231;&#245;es complementares e intercambi&#225;veis.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A <b><a href="#f1">figura 1</a></b> mostra algumas camadas de informa&#231;&#227;o que cont&#234;m dados relevantes para a caracteriza&#231;&#227;o de riscos relacionados ao abastecimento de &#225;gua em micro-&#225;reas. Os pontos na mapa B indicam locais de coleta de amostras para avalia&#231;&#227;o de qualidade da &#225;gua na rede de distribui&#231;&#227;o e, a partir destes, &#233; poss&#237;vel identificar &#225;reas de influ&#234;ncia onde a qualidade da &#225;gua &#233; impr&#243;pria para consumo.</font> <font face="Verdana" size="2">Os arcos no mapa A representam a rede de abastecimento de &#225;gua, permitindo evidenciar &#225;reas afastadas das linhas de abastecimento. Os pol&#237;gonos no mapa D indicam setores censit&#225;rios, que cont&#234;m informa&#231;&#245;es do censo sobre o sistema de abastecimento de &#225;gua dos domic&#237;lios e sobre sua forma de canaliza&#231;&#227;o. Os bairros no mapa E, tamb&#233;m representados por pol&#237;gonos, s&#227;o unidades utilizadas para a agrega&#231;&#227;o de dados sobre agravos &#224; sa&#250;de, podendo fornecer importantes informa&#231;&#245;es sobre a incid&#234;ncia de doen&#231;as de veicula&#231;&#227;o h&#237;drica. Diversas &#225;reas de risco podem ser delimitadas utilizando-se as poss&#237;veis associa&#231;&#245;es entre as camadas (mapas) de informa&#231;&#245;es.</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/iesus/v6n1/1a03f1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Al&#233;m das sobreposi&#231;&#245;es de camadas como nos mapas C e F, pode-se obter por meio de opera&#231;&#245;es espaciais, por exemplo, uma lista de domic&#237;lios com car&#234;ncia de sistemas de abastecimento de &#225;gua em &#225;reas de alta incid&#234;ncia de doen&#231;as relacionadas ao saneamento. Da mesma maneira, pode-se identificar &#225;reas de pobreza onde problemas de saneamento s&#227;o em geral agravados pela car&#234;ncia s&#243;cio-econ&#244;mica.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Considera&#231;&#245;es finais</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">E importante ressaltar o papel das a&#231;&#245;es intersetoriais na melhora da qualidade da capta&#231;&#227;o, registro e disponibiliza&#231;&#227;o de informa&#231;&#245;es de interesse para sa&#250;de e ambiente. Na medida em que aumenta a necessidade de integra&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es contidas em bases de dados de diferentes setores, os sistemas de informa&#231;&#227;o podem ser otimizados por meio da padroniza&#231;&#227;o de refer&#234;ncia a unidades espaciais de an&#225;lise e por meio da facilita&#231;&#227;o do acesso. Observa-se que a possibilidade de a&#231;&#245;es intersetoriais e a disponibiliza&#231;&#227;o das bases de dados t&#234;m sido mais efetivas nos locais onde a iniciativa de constru&#231;&#227;o de SIGs partiu de &#243;rg&#227;os governamentais. Por sua caracter&#237;stica simult&#226;nea de produtor e usu&#225;rio das informa&#231;&#245;es para o planejamento, os &#243;rg&#227;os do poder executivo t&#234;m maior facilidade para a defini&#231;&#227;o sobre a forma como os dados ser&#227;o</font> <font face="Verdana" size="2">captados e sobre a maneira como ser&#227;o possibilitadas essas integra&#231;&#245;es. Por outro lado, &#233; o uso intensivo e descentralizado dos dados que vai garantir a perman&#234;ncia dos projetos de geoprocessamento e mesmo a qualidade dos dados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Bibliografia</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">1. Aerts, D.; Cunha, J.; Sant'anna, A; Hilgert, C; Flores, R.; Cattani, A. Uso simult&#226;neo dos sistemas: SINASC, SIM e SIG. In: Pr&#225; saber, Informa&#231;&#245;es de interesse &#224; sa&#250;de. Vol. 1, no 4, p. 47- 54, 1996.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">2. Ajara, C. A abordagem geogr&#225;fica: suas possibilidades no tratamento da quest&#227;o ambiental. In: Geografia e Quest&#227;o ambiental. IBGE, Rio de Janeiro, 1992.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">3. Andersen, L.J. &amp; Gosk, E. Applicability of vulnerability maps. <b>Environmental</b> <b>Geology and Water Science. </b>13(1): 3943, 1989.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">4. Atteia, O.; Dubois, J.P.; Webster, R. Geostatistical analysis of soil contamination in the Swiss Jura. <b>Environmental</b> <b>Pollution. </b>86: 315-327, 1994.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">5. Bailey, T.C.; Gratell, A.C. Interactive Spatial Data Analysis. Longman Scientific &amp; Technical, Essex, Inglaterra. 1995.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">6. Barcellos, C. &amp; Machado, J.H. Sele&#231;&#227;o de indicadores epidemiol&#243;gicos para o saneamento. <b>BIO</b>. out/dez , pp. 37-41, 1991.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">7. Barcellos, C; Bastos, F.I. Geo-processamento ambiente e sa&#250;de: uma uni&#227;o poss&#237;vel? <b>Cadernos</b> <b>de Sa&#250;de Publica</b>. 12 (3): 389-397, 1996.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">8. Bastos, F.I.; Barcellos, C. A Geografia social da AIDS no Brasil. <b>Revista</b> <b>de Sa&#250;de P&#250;blica. </b>29(1): 52-62, 1995.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">9. Bretas, G. &amp; Bessa, R. Um Sistema Geogr&#225;fico de Informa&#231;&#245;es para o Controle da Mal&#225;ria na Amaz&ocirc;nia. <b>Informe Epidemiol&#243;gico</b> <b>do SUS. </b>Ano V(3): 7381, 1996.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">10. Briggs, D.J. Mapping Environmental Exposure. In: P. Elliot, Geographical and</font> <font face="Verdana" size="2">Environmental Epidemiology: Methods for Small-area Studies. p. 158-176, Oxford University Press, Tokyo. 1992.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">11. Cruz, O.G.; Barcellos, C; Carvalho, M.S.; Machado, J.H.; Najar, A.L.; Pina, M.F.; Vasconcellos, M.M.; Viacava, F. GIS assembling and addressing system in Rio de Janeiro/Brazil. In: Proceedings of the CDC/ATSDR Symposium on Statistical methods, Atlanta, 18th, 1995.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">12. Davis, C.A. &amp; Fonseca, F.T. Endere&#231;os: A Base de um Projeto de Geoproces-samento Urbano. Sagres editora. Curitiba (mimeo). 1996.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">13. De Kadt, E. &amp;  Tasca, R. Promovendo a equidade - um novo enfoque com base no setor da sa&#250;de - Coopera&#231;&#227;o Italiana em Sa&#250;de. Ed. Hucitec, S&#227;o Paulo, 107 pp, 1993.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">14. Di Villarosa, F.N.; Tasca, R.; Fernandes, R.V. An&#225;lise da situa&#231;&#227;o s&#243;cio-sanit&#225;ria, microlocaliza&#231;&#227;o e participa&#231;&#227;o no distrito sanit&#225;rio de Pau da Lima, Salvador. <b>Revista Bahiana de Sa&#250;de P&#250;blica. </b>17(1/4): 7-14, 1990.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">15. Duchiade, M. P. Mortalidade infantil por pneumonia na regi&#227;o metropolitana do Rio de Janeiro, 1976-1986. Tese de mestrado, Rio de Janeiro: Escola Nacional de Sa&#250;de P&#250;blica. 1991.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">16. Esteves, M.G.; Amendola, P.L. A quest&#227;o da polui&#231;&#227;o industrial. Diagn&#243;stico Brasil; a ocupa&#231;&#227;o do territ&#243;rio e o meio ambiente, p. 73-86. IBGE, Rio de Janeiro. 1990.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">17. Godin, P.M.; Feinberg, M.H. &amp; Ducauze, C.J. Modelling of soil contamination by airborne lead and cadmium around several emission sources. <b>Environmental Pollution (Series B). </b>10: 97-114, 1985.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">18. Gould, P. The Slow Plague - a Geography of the AIDS Epidemic. Oxford: ed. Blackwell. 1993.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">19. Hills, M. &amp; Alexander, F. Statistical methods used in assessing the risk of disease near a source of possible environmental pollution: a review. <b>Journal of Royal Statistical Society Association. </b>152: 353-</font><font face="Verdana" size="2">363, 1989.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">20. Hissaki, F.; Rodrigues, M. Aplica&#231;&#227;o de SIG</font> <font face="Verdana" size="2">em planejamento de a&#231;&#245;es de sa&#250;de. Anais.</font> <font face="Verdana" size="2">II   Congresso   para   Usu&#225;rios   de</font> <font face="Verdana" size="2">Geoprocessamento. p. 3-11, Sagres Ed.,</font> <font face="Verdana" size="2">Curitiba. 1996. </font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">21. Hutt, M.S.R. &amp; Burkitt, D.P. The</font> <font face="Verdana" size="2">geography of non-infectious diseases.</font> <font face="Verdana" size="2">Oxford: Oxford University Press, pp. 164,</font> <font face="Verdana" size="2">1986.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">22. Jacobson, B.S. The role of air pollution and other factors in local variations in general mortality and cancer mortality. Archives of Environmental Health. 39(4): 306-313, 1984.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">23. Kearns, R.A.; Joseph, A.E. Space in its place: developing the link in the medical geography. <b>Social Science and Medicine. </b>37(6): 711-717, 1993.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">24. Medronho, R.A. Geo-processamento e Sa&#250;de: uma Nova Abordagem do Espa&#231;o no Processo Sa&#250;de Doen&#231;a. Funda&#231;&#227;o Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 1995.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">25. Nobre, F.F.; Carvalho, M.S. Spatial and Temporal analysis of epidemiological data in GIS for health and the environment. In: Savigny, D, de; Wijeyaretne, P. (org), GIS for Health and the environment: proceedings of an international workshop held in Colombo, Sri Lanka, 5-10 September, 1994. pp21-31. Ottawa, IDRC, 1995.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">26. Perna, M.A.L.; Matos, H.J.; Floriano, D.B. Um sistema de informa&#231;&#245;es geogr&#225;ficas como apoio a programas de vigil&#226;ncia epidemiol&#243;gica em aten&#231;&#227;o &#224; sa&#250;de. Anais. II Congresso para Usu&#225;rios de Geoprocessamento. p. 115-123, Sagres Ed., Curitiba. 1996.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">27. Potvin, L. &amp; Champagne, F. Utiliztion of administrative files in health research. <b>Social Indicators</b> <b>Research. </b>18: 825: 829, 1986.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">28. Silvany Neto. Urbaniza&#231;&#227;o e polui&#231;&#227;o industrial: determina&#231;&#227;o social da intoxica&#231;&#227;o pelo chumbo em crian&#231;as de Santo Amaro - Bahia. Tese de mestrado. Salvador: Universidade Federal da Bahia. 1982.</font> <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">29. Souza, D.S.; Nader, E.K.; Takeda, S.M.P.; Fl&ocirc;res, R.; Santos, S.M.; Giacomazzi, M.C.G. O Sistema de Informa&#231;&#245;es Georeferenciadas no Planejamento de Servi&#231;os de Sa&#250;de. <b>Momento &amp; Perpectiva em Sa&#250;de</b>. 9(2): 10-15. Porto Alegre. 1996.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">30. Stephens, C.; Timaes, I.; Akerman, M.; Avie, S.; Maia, P.B.; Campan&#225;rio, P.; Doe, B.; Lush, L.; Tetteh, D.; Harpham, T. Collaborative study in Accra, Ghana and S&#227;o Paulo, Brazil - Analysis of urban data of four demographic and health surveys. Londres: London School of Hygiene &amp; Tropical Medicine. 1994.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">31. Stockwell, J. R.; Sorensen, J.W; Eckert, J.W; Carreras, E.M. The U.S. EPA geographical information system for mapping environmental releases of toxic chemical release inventory (TRI) chemicals. <b>Risk Analysis</b>, 33(2): 155-164, 1993.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">32. Takeda, S.; Santos, S.M.; Fl&ocirc;res, R.; Souza, D.S.; Nader, E. Sistema de informa&#231;&#227;o</font> <font face="Verdana" size="2">georeferenciada: apoio ao planejamento local enfocando &#225;reas de risco - a busca da equidade. Servi&#231;o de Sa&#250;de Comunit&#225;ria. Grupo Hospitalar Concei&#231;&#227;o, Mimeo, Porto Alegre, 13 pp, 1995.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">33. Toledo, L. M. O c&#243;lera nas Am&#233;ricas e sua produ&#231;&#227;o no Brasil. <b>Informe Epidemiol&#243;gico do SUS</b>. ano 2, n<sup>o</sup> 1 : 7-38, 1993.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">34. Verhasselt, Y. Geography of health: some trends and perspectives. <b>Social Science and Medicine</b>. 36(2): 119-123, 1993.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">35. Wang, J. &amp; Xie, Y. Application of geographical information systems to oxic chemical mapping in Lake Erie. <b>Environmental Technology</b>. 15: 701-714, 1994.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">36. Zapponi, G.A. Estimating Environmental Exposure. In: P. Elliot, Geographical and Environmental Epidemiology: Methods for Small-area Studies. p. 151-157, Oxford University Press, Tokyo. 1992.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="img/revistas/ess/v19n2/seta.gif" border="0"></a></b></font><font face="Verdana" size="2"><b>Endere&#231;o para correspond&#234;ncia:</b></font>    <br>   <font face="Verdana" size="2">Christovam Barcellos</font>    <br>     <font face="Verdana" size="2">Departamento de Informa&#231;&#245;es para a Sa&#250;de,    <br>      Centro de Informa&#231;&#227;o Cient&#237;fica e Tecnol&#243;gica,     <br>     Funda&#231;&#227;o Oswaldo Cruz.    <br>      Avenida Brasil 4365,    <br>      Rio de Janeiro, RJ 21045-900,     Brasil,     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>     Tel: (021) 290-1696.    <br>      Endere&#231;o eletr&#244;nico: <a href="mailto:xris@dcc001.cict.fiocruz.br">xris@dcc001.cict.fiocruz.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Simone M. Santos </font>    <br>   <font face="Verdana" size="2">Departamento de Epidemiologia e     <br>   M&#233;todos Quantitativos em Sa&#250;de,    <br>    Escola Nacional de Sa&#250;de P&#250;blica,     <br>   Funda&#231;&#227;o Oswaldo Cruz, RJ</font>    <br>   <font face="Verdana" size="2">Endere&#231;o eletr&#244;nico: <a href="mailto:smsantos@manguinhos.ensp.fiocruz.br">smsantos@manguinhos.ensp.fiocruz.br</a></font></p>      ]]></body><back>
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