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<journal-title><![CDATA[Informe Epidemiológico do Sus]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Descentralização de Sistemas de Informação e o uso das informações a nível Municipal]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[At the time when the health information systems were created and as a reflex of the technological capacity and of the organization of the existent health services, the production, analysis and dissemination of health related information is, at present, centralized at national or state level. With the progress of the process of municipalization of the health services, of available technology (introduction of microcomputer based information) and the development of friendlier softwares, the decentralization of the information systems becomes feasible and necessary, amplifying the use of the information in the definition of priorities, assessment and evaluation of activities at the local level. The timeliness between the reception and treatment of the data with the occurrence of the events, will allow the introduction of improved routines of data collection, make possible an increase in the number of users being able to stimulate the use of the information in health surveillance actions, which can only be triggered at the local level. The role of the institutions responsible for the information at the national and state levels will be of implementing the system's regulations and of supplying technical and operational support to the municipalities for the development of its activities, pointing out the importance of training municipal human resources and training at the regional level.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font face="Verdana" size="4"><b><a name="topo"></a>Descentraliza&ccedil;&atilde;o de Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o e o uso das informa&ccedil;&otilde;es a n&iacute;vel Municipal</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>M&#225;rcia Furquim de Almeida</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Sa&#250;de P&#250;blica da Universidade de S&#227;o Paulo</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Como reflexo da capacidade tecnol&#243;gica e da organiza&#231;&#227;o dos servi&#231;os de sa&#250;de existentes, na &#233;poca em que foram criados os sistemas de informa&#231;&#227;o em sa&#250;de, estes apresentam a produ&#231;&#227;o, an&#225;lise e dissemina&#231;&#227;o de informa&#231;&#245;es centralizados a n&#237;vel nacional ou estadual. Com o avan&#231;o do processo de municipaliza&#231;&#227;o dos servi&#231;os de sa&#250;de e com a mudan&#231;a da tecnologia dispon&#237;vel (introdu&#231;&#227;o da microinform&#225;tica) e o desenvolvimento de softwares mais amig&#225;veis, a descentraliza&#231;&#227;o dos sistemas de informa&#231;&#227;o torna-se vi&#225;vel e necess&#225;ria, de modo a ampliar o uso das informa&#231;&#245;es na defini&#231;&#227;o de prioridades e atividades de acompanhamento e avalia&#231;&#227;o no n&#237;vel local. A proximidade da capta&#231;&#227;o e tratamento dos dados com a ocorr&#234;ncia dos eventos permitir&#225; a introdu&#231;&#227;o de rotinas de aprimoramento da coleta, propiciar&#225; um aumento de usu&#225;rios e podendo, ainda implementar o uso das informa&#231;&#245;es em a&#231;&#245;es de vigil&#226;ncia &#224; sa&#250;de, as quais s&#243; podem ser desencadeadas pelo n&#237;vel local. O papel dos &#243;rg&#227;os respons&#225;veis pelas informa&#231;&#245;es no n&#237;vel nacional e estadual ser&#225; o de normatiza&#231;&#227;o dos sistemas e de fornecer apoio t&#233;cnico e operacional aos munic&#237;pios para o desenvolvimento de suas atividades, destacando-se a import&#226;ncia de capacita&#231;&#227;o dos recursos humanos dos munic&#237;pios e das inst&#226;ncias regionais das secretarias de sa&#250;de.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras Chave: </b>Descentraliza&#231;&#227;o; Sistemas de Informa&#231;&#227;o; Usos da Informa&#231;&#227;o.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">At the time when the health information systems were created and as a reflex of the technological capacity and of the organization of the existent health services, the production, analysis and dissemination of health related information is, at present, centralized at national or state level. With the progress of the process of municipalization of the health services, of available technology (introduction of microcomputer based information) and the development of friendlier softwares, the decentralization of the information systems becomes feasible and necessary, amplifying the use of the information in the definition of priorities, assessment and evaluation of activities at the local level. The timeliness between the reception and treatment of the data with the occurrence of the events, will allow the introduction of improved routines of data collection, make possible an increase in the number of users being able to stimulate the use of the information in health surveillance actions, which can only be triggered at the local level. The role of the institutions responsible for the information at the national and state levels will be of implementing the system's regulations and of supplying technical and operational support to the municipalities for the development of its activities, pointing out the importance of training municipal human resources and training at the regional level.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Words Key: </b>Decentralization; Information Systems; Information Uses<i>.</i></font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">A implementa&#231;&#227;o de sistemas de informa&#231;&#227;o em sa&#250;de por meio de instrumentos padronizados de coleta de dados no pa&#237;s &#233; relativamente recente. Em 1975 foi implantado o SIM (Sistema de Informa&#231;&#227;o de Mortalidade), que foi o sistema pioneiro a empregar um documento individualizado e padronizado (Declara&#231;&#227;o de &#211;bito - DO) para a coleta das informa&#231;&#245;es sobre &#243;bitos.<sup>1</sup> Houve um grande avan&#231;o com a implanta&#231;&#227;o do SIM, pois, no per&#237;odo anterior, diversas unidades da federa&#231;&#227;o possu&#237;am distintas formas de atestado m&#233;dico da morte, e v&#225;rios n&#227;o seguiam a padroniza&#231;&#227;o internacional de coleta de dados proposta pela OMS. A declara&#231;&#227;o de &#243;bito &#233; um documento em grande parte pr&#233;-codificado, o que permitiu a padroniza&#231;&#227;o da coleta das vari&#225;veis, facilitando o processamento de dados e a an&#225;lise da consist&#234;ncia das informa&#231;&#245;es captadas.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A cria&#231;&#227;o do Sistema Nacional de Vigil&#226;ncia Epidemiol&#243;gica (SNVE), tamb&#233;m se deu em 1975. Este foi estabelecido com base em documentos individuais e padronizados de coleta para as diferentes Doen&#231;as de Notifica&#231;&#227;o Compuls&#243;ria.<sup>2</sup> Suas informa&#231;&#245;es, de maneira geral, t&#234;m sido trabalhadas de forma isolada. A utiliza&#231;&#227;o de informa&#231;&#245;es provenientes de outros sistemas, como por exemplo do SIM para complementar as informa&#231;&#245;es do SNVE, teve in&#237;cio apenas com a epidemia de AIDS, ap&#243;s ter-se observado que havia um n&#250;mero maior de &#243;bitos por AIDS, que de casos notificados pelo SNVE no Munic&#237;pio de S&#227;o Paulo. Este fato deu origem a primeira experi&#234;ncia de descentraliza&#231;&#227;o do Sistema de Informa&#231;&#227;o de Mortalidade em n&#237;vel municipal, de forma ainda incipiente em 1985. Posteriormente, houve sua formatiza&#231;&#227;o e dota&#231;&#227;o de estrutura adequada para seu funcionamento, com a cria&#231;&#227;o do PRO-AIM (Programa de Aprimoramento das Informa&#231;&#245;es de Mortalidade) em 1989.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Posteriormente, em 1983 foi implantado o SIH (Sistema de Informa&#231;&#245;es Hospitalares) que tamb&#233;m se baseava num instrumento de coleta de dados individualizado e padronizado (AIH - Autoriza&#231;&#227;o de Interna&#231;&#245;es Hospitalares), em grande parte pr&#233;-codificado</font> <font face="Verdana" size="2">ou com normas estabelecidas para sua posterior codifica&#231;&#227;o. Por&#233;m, seu objetivo principal &#233; o pagamento das interna&#231;&#245;es efetuadas pela rede hospitalar, constituindo-se, secundariamente, em instrumento de medida da morbidade hospitalar.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Mas, este sistema, ao contr&#225;rio do sistema de mortalidade, n&#227;o tem cobertura universal da popula&#231;&#227;o, restringindo-se a popula&#231;&#227;o usu&#225;ria do hoje Sistema &#218;nico de Sa&#250;de, que em algumas localidades, como a cidade de S&#227;o Paulo, se refere a cerca de 50% do total da popula&#231;&#227;o.</font><font face="Verdana" size="2"><sup>3</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Historicamente, a produ&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es em sa&#250;de em nosso pa&#237;s deu-se de forma centralizada. Este fato, possivelmente, deve-se a quatro raz&#245;es principais: a) no in&#237;cio dos anos 60 a centraliza&#231;&#227;o da produ&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es foi tomada como estrat&#233;gia nacional para a padroniza&#231;&#227;o e melhoria da qualidade das estat&#237;sticas dispon&#237;veis no pa&#237;s; b) a tecnologia de inform&#225;tica dispon&#237;vel no momento da cria&#231;&#227;o dos sistemas de informa&#231;&#245;es baseava-se nos <i>main-frames</i>, fato que j&#225; colaborava para uma forte centraliza&#231;&#227;o da produ&#231;&#227;o de dados; c) exist&#234;ncia de poucos recursos humanos dispon&#237;veis para a gest&#227;o e produ&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es, d) por &#250;ltimo, por&#233;m n&#227;o menos importante, houve uma forte centraliza&#231;&#227;o pol&#237;tica nos &quot;anos de chumbo&quot;, &#233;poca em que v&#225;rios destes sistemas foram criados.</font><font face="Verdana" size="2"><sup>4</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Com o avan&#231;o da implanta&#231;&#227;o do SUS (Sistema &#218;nico de Sa&#250;de) cuja principal diretriz &#233; a descentraliza&#231;&#227;o da gest&#227;o dos servi&#231;os de sa&#250;de, passa a existir uma demanda crescente para a descentraliza&#231;&#227;o da produ&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es em sa&#250;de, de modo a possibilitar a gest&#227;o e a defini&#231;&#227;o de prioridades em n&#237;vel municipal.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O Sistema de Informa&#231;&#227;o de Nascidos Vivos (SINASC) foi criado em 1990, nascendo, assim, sob a nova perspectiva da descentraliza&#231;&#227;o dos servi&#231;os de sa&#250;de e no momento em que a microinform&#225;tica j&#225; estava sendo incorporada aos sistemas de informa&#231;&#227;o.<sup>5</sup> Isso facilitou sua descentraliza&#231;&#227;o, ainda que</font> <font face="Verdana" size="2">numa primeira etapa esta se tenha restringido ao n&#237;vel estadual, apenas em algumas &#225;reas chegou ao n&#237;vel municipal.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O processo de descentraliza&#231;&#227;o dos servi&#231;os de sa&#250;de trouxe consigo uma intensa discuss&#227;o sobre a descentraliza&#231;&#227;o da produ&#231;&#227;o de informa&#231;&#245;es. De um lado, cresceram as iniciativas municipais de produ&#231;&#227;o de informa&#231;&#245;es de mortalidade e nascimento, incorporando novas metodologias como a micro localiza&#231;&#227;o de eventos e geoprocessamento de dados. De outro lado, surgiram propostas de total descentraliza&#231;&#227;o dos sistemas de informa&#231;&#227;o, incluindo a produ&#231;&#227;o de documentos pr&#243;prios de coleta de dados, o que, se levado &agrave; pr&#225;tica, poderia gerar informa&#231;&#245;es incompat&#237;veis entre si, dificultando a obten&#231;&#227;o de informa&#231;&#245;es estaduais ou nacionais. Outro fator que contribuiu para essa intensa discuss&#227;o foi o crescimento dos recursos humanos existentes na &#225;rea, quer em termos num&#233;ricos, quer em qualidade.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Com a entrada em vigor em 1998 da Norma Operacional B&#225;sica-96, do SUS,<sup>6</sup> que prev&#234; a gest&#227;o plena dos servi&#231;os de sa&#250;de pelos munic&#237;pios, a capacidade de operar os sistemas de informa&#231;&#245;es b&#225;sicas constitui-se um dos itens previstos para o repasse de recursos financeiros do n&#237;vel federal para Estados e Munic&#237;pios, crescendo, assim a import&#226;ncia da descentraliza&#231;&#227;o da produ&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Com o avan&#231;o da descentraliza&#231;&#227;o da produ&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es em sa&#250;de, o n&#237;vel estadual e federal dever&#227;o desempenhar um novo papel na gest&#227;o dos sistemas de informa&#231;&#227;o. No seu novo papel, estes dever&#227;o desenvolver atividades mais dirigidas ao controle da qualidade dos sistemas e fornecer suporte t&#233;cnico aos munic&#237;pios. Os n&#237;veis regionais e estaduais dever&#227;o continuar processando a informa&#231;&#227;o dos pequenos munic&#237;pios que n&#227;o possuem recursos humanos e/ou equipamentos para operar estes sistemas. Os n&#237;veis centrais de gest&#227;o dever&#227;o permanecer com as atribui&#231;&#245;es de totaliza&#231;&#227;o e distribui&#231;&#227;o dos eventos segundo os locais de ocorr&#234;ncia e de resid&#234;ncia.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As informa&#231;&#245;es produzidas nos munic&#237;pios s&#227;o em menor volume, podendo ser trabalhadas mais rapidamente, agilizando sua disponibilidade para o uso local, permitindo a identifica&#231;&#227;o de poss&#237;veis falhas rapidamente.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A descentraliza&#231;&#227;o da produ&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o poder&#225; trazer grandes vantagens para o aprimoramento da qualidade da informa&#231;&#227;o, a maior proximidade do tratamento da informa&#231;&#227;o com a respectiva fonte de capta&#231;&#227;o dos eventos, e permitir&#225; um maior e melhor monitoramento da coleta de dados. Este monitoramento mais pr&#243;ximo junto aos servi&#231;os de sa&#250;de onde ocorreu o evento poder&#225; contribuir para, por exemplo, melhorar o preenchimento da Declara&#231;&#227;o de &#211;bito que, para algumas vari&#225;veis apresenta uma propor&#231;&#227;o de n&#227;o preenchimento superior a 50% (Almeida MF, 1998. Comunica&#231;&#227;o pessoal). Outra atividade que poder&#225; ser incentivada &#233; o estudo mais detalhado dos &#243;bitos por causas mal definidas e sem assist&#234;ncia m&#233;dica, que se situa em torno de 50%, em alguns Estados do Nordeste do pa&#237;s.</font><font face="Verdana" size="2"><sup>7</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Ser&#225; poss&#237;vel desenvolver novos mecanismos de consist&#234;ncia das informa&#231;&#245;es registradas, que hoje s&#227;o de dif&#237;cil execu&#231;&#227;o para os n&#237;veis estadual ou nacional, como a devolu&#231;&#227;o de documentos aos servi&#231;os de sa&#250;de para corre&#231;&#227;o, quando houver valores registrados que s&#227;o incompat&#237;veis entre si, como, por exemplo, declara&#231;&#245;es de nascimento com o peso ao nascer de 3.500 gramas e dura&#231;&#227;o da gesta&#231;&#227;o inferior a 20 semanas, valores que mostram claramente falha no registro de uma das vari&#225;veis.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Iscovich<sup>8</sup> discute que os sistemas de informa&#231;&#227;o que possuem usos m&#250;ltiplos tendem a apresentar informa&#231;&#245;es de melhor qualidade que aqueles que s&#227;o unidirecionados. Como exemplo: os sistemas que s&#227;o utilizados para quantificar e qualificar eventos e que tamb&#233;m servem de base para atividades de vigil&#226;ncia e/ou defini&#231;&#227;o de prioridades, apresentam dados mais fidedignos, pois o uso mais frequente da informa&#231;&#227;o far&#225; com que se busque o seu aprimoramento.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">V&#225;rios munic&#237;pios j&#225; utilizam os sistemas</font> <font face="Verdana" size="2">de informa&#231;&#227;o de mortalidade e nascidos vivos, para a&#231;&#245;es de vigil&#226;ncia, como, por exemplo a vigil&#226;ncia de &#243;bitos infantis e maternos ou de rec&#233;m-nascidos de risco. Essas a&#231;&#245;es s&#243; podem ser desenvolvidas pelo n&#237;vel local resultando numa maior apropria&#231;&#227;o destes sistemas no munic&#237;pio, acarretando um envolvimento de um n&#250;mero maior de usu&#225;rios com estas informa&#231;&#245;es,  melhorando sua qualidade.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O uso dos sistemas de informa&#231;&#227;o em atividades de vigil&#226;ncia pode resultar em uma melhor compreens&#227;o de importantes problemas de sa&#250;de da popula&#231;&#227;o, como, por exemplo, Aerts e colaboradores,<sup>9</sup> em levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Sa&#250;de de Porto Alegre, investigaram todos os &#243;bitos por AIDS em menores de cinco anos, entre 1995 a 1997, e verificaram que, na maioria, as m&#227;es investigadas (53,2%) ficaram sabendo ser soro-positivas por ocasi&#227;o da doen&#231;a do filho, ou no momento do diagn&#243;stico do &#243;bito do filho (6,2%), ou seja, praticamente 60% das m&#227;es deixaram de receber cuidados adequados no manejo da AIDS durante a gravidez e o parto, o que poderia ter resultado numa redu&#231;&#227;o dos &#243;bitos por AIDS na inf&#226;ncia.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Ainda com rela&#231;&#227;o a AIDS, Matida e colaboradores<sup>10</sup>  mostram que no Estado de S&#227;o Paulo o programa estadual DST/AIDS havia recebido a notifica&#231;&#227;o da ocorr&#234;ncia de 762 &#243;bitos por AIDS em menores de 13 anos no per&#237;odo de 1984 a 1994, mas, em levantamento realizado junto aos dados do sistema de informa&#231;&#227;o de mortalidade foi poss&#237;vel identificar mais 100 &#243;bitos por AIDS em menores de 13 anos durante esse per&#237;odo, o que mostra a import&#226;ncia do uso complementar de outro sistema de informa&#231;&#227;o para se obterem dados mais fidedignos da ocorr&#234;ncia da doen&#231;a na popula&#231;&#227;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Almeida<sup>11</sup> utilizando a vincula&#231;&#227;o dos sistemas de informa&#231;&#227;o de nascidos vivos e mortalidade, no estudo da mortalidade neonatal em Santo Andr&#233; em 1992, verificou que 96% dos &#243;bitos neonatais haviam ocorrido sem que os rec&#233;m-nascidos houvessem recebido alta ap&#243;s o parto. Esses dados sugerem claramente que</font> <font face="Verdana" size="2">as a&#231;&#245;es de sa&#250;de destinadas &agrave; redu&#231;&#227;o da mortalidade neonatal, que representa em v&#225;rias localidades, cerca de 65% da mortalidade infantil, devem concentrar-se nos cuidados do pr&#233;-natal e na aten&#231;&#227;o ao parto e ao rec&#233;m-nascido nos hospitais.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A descentraliza&#231;&#227;o da produ&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es, possivelmente, trar&#225; consigo tamb&#233;m um maior uso das informa&#231;&#245;es para a defini&#231;&#227;o de prioridades locais. O maior uso das informa&#231;&#245;es possibilitar&#225; a identifica&#231;&#227;o de poss&#237;veis falhas dos sistemas no n&#237;vel municipal, que possui um maior conhecimento da realidade, propiciando o seu aperfei&#231;oamento.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Outro tipo de atividade relacionada &agrave; qualidade da informa&#231;&#227;o que poder&#225; vir a ser desenvolvida pelos n&#237;veis regionais e estaduais da gest&#227;o dos sistemas de informa&#231;&#227;o &#233; a avalia&#231;&#227;o da fidedignidade dos dados registrados nos documentos de coleta, por meio de sua valida&#231;&#227;o com as informa&#231;&#245;es existentes nos prontu&#225;rios m&#233;dicos dos servi&#231;os de sa&#250;de, atrav&#233;s de levantamentos amostrais. H&#225; tamb&#233;m possibilidade do emprego da jun&#231;&#227;o de dois ou mais bancos de dados, comparando-se os valores registrados de vari&#225;veis comuns, que est&#227;o presentes nestes bancos de dados, possibilitando a recupera&#231;&#227;o de dados.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Com rela&#231;&#227;o &agrave; quantidade de eventos captados, a descentraliza&#231;&#227;o tamb&#233;m poder&#225; ter um impacto positivo. O n&#237;vel central poder&#225; assessorar as diversas unidades da federa&#231;&#227;o, principalmente das Regi&#245;es Norte e Nordeste, onde h&#225; maiores falhas na capta&#231;&#227;o de eventos, por meio do desenvolvimento de metodologias espec&#237;ficas, com base em dados censit&#225;rios que permitam obter o n&#250;mero de eventos esperados por microrregi&#245;es, fornecendo elementos ao n&#237;vel municipal para um monitoramento mais eficiente da capta&#231;&#227;o de eventos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Contudo, ser&#225; necess&#225;rio desenvolver mecanismos que permitam um maior controle do fluxo das informa&#231;&#245;es do n&#237;vel municipal/regional/estadual e nacional, de modo a assegurar agilidade da produ&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es em todos os n&#237;veis de gest&#227;o do sistema.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Outra dificuldade ainda presente nos n&#237;veis locais de gest&#227;o de sa&#250;de est&#225; na multiplicidade de ag&#234;ncias produtoras de informa&#231;&#227;o que divulgam em geral apenas dados brutos, cabendo ao usu&#225;rio, quer institucional ou individual, a responsabilidade de obten&#231;&#227;o de indicadores de sa&#250;de. Nas regi&#245;es do pa&#237;s que disp&#245;em de bases de dados de boa qualidade esta dificuldade &#233; de menor monta e restringe-se a compatibilidade dos diversos sistemas de informa&#231;&#227;o, mas em &#225;reas onde h&#225; problemas na capta&#231;&#227;o dos eventos os indicadores obtidos poder&#227;o ter resultados bastante distintos, conforme a fonte utilizada para a sua obten&#231;&#227;o. Por exemplo, com rela&#231;&#227;o aos &#243;bitos e nacimentos existem os sistemas de informa&#231;&#227;o do Minist&#233;rio da Sa&#250;de - Sistema de Informa&#231;&#227;o de Mortalidade (SIM) e o Sistema de Informa&#231;&#227;o de Nascidos Vivos (SINASC) e as Estat&#237;sticas do Registro Civil de IBGE. As informa&#231;&#245;es sobre nascimentos e &#243;bitos geradas pelo SIM e SINASC oferecem maiores possibilidades de obten&#231;&#227;o de indicadores, que qualificam melhor estes eventos. Por&#233;m, a fragilidade do SIM reside na sua menor capacidade de capta&#231;&#227;o de &#243;bitos que aquela presente no sistema do IBGE, como mostra a an&#225;lise realizada por Mello Jorge e Gotlieb, em rela&#231;&#227;o aos &#243;bitos ocorridos e registrados em 1993. O IBGE havia captado 897.050 &#243;bitos e para este mesmo ano o SIM havia captado 878.106 &#243;bitos, para o Brasil. Esta diferen&#231;a ainda que pequena (2,2%) mostra a necessidade de aprimoramento do SIM.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Com rela&#231;&#227;o ao SINASC, este possui uma maior capacidade de capta&#231;&#227;o de nascimentos que as Estat&#237;sticas do Registro Civil. Em 1994, decorridos apenas quatro anos do in&#237;cio de sua implanta&#231;&#227;o e considerando que at&#233; esse momento, ainda havia munic&#237;pios fora do sistema, este j&#225; captava 2.480.380 nascidos vivos, enquanto o IBGE cobria 2.472.325 nascimentos. Estes resultados mostram o acerto, quando de sua concep&#231;&#227;o, em definir os servi&#231;os de sa&#250;de como a principal fonte de capta&#231;&#227;o dos nascimentos para o</font> <font face="Verdana" size="2">SINASC.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">E poss&#237;vel que com o aprimoramento dos sistemas de informa&#231;&#227;o de mortalidade e de nascidos vivos o registro destes eventos nos cart&#243;rios de Registro Civil venham a cumprir sua verdadeira fun&#231;&#227;o, que &#233; garantir o direito da cidadania aos indiv&#237;duos ao nascer e sua cessa&#231;&#227;o ao morrer.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Essas considera&#231;&#245;es s&#227;o importantes, pois, se o processo de descentraliza&#231;&#227;o da produ&#231;&#227;o e gest&#227;o das informa&#231;&#245;es em sa&#250;de se der de uma forma burocr&#225;tica, apenas como uma forma de garantir o repasse de recursos do SUS, estar-se-&#225; perdendo a oportunidade para que seja dado um salto de qualidade para seu aprimoramento.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Em pesquisa realizada junto as diversas inst&#226;ncias gestoras da Secretaria de Estado da Sa&#250;de, de S&#227;o Paulo, em 1996, detectou-se que os sistemas de informa&#231;&#245;es mais utilizados eram SIA-SUS e SIH-SUS, e que seu uso estava vinculado principalmente ao repasse de recursos, havendo pouco uso das informa&#231;&#245;es destes sistemas de informa&#231;&#227;o e dos demais para an&#225;lise da situa&#231;&#227;o de sa&#250;de ou para atividades de planejamento.<sup>14</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Essa pesquisa revelou tamb&#233;m existirem dificuldades operacionais nos diversos sistemas, como, por exemplo, a obten&#231;&#227;o de relat&#243;rios ou de indicadores que permitissem a avalia&#231;&#227;o dos servi&#231;os. Ao lado desta dificuldade estava a falta de recursos humanos capacitados. Quanto a esta quest&#227;o, sua aus&#234;ncia n&#227;o se restringia apenas a inform&#225;tica, mas na dificuldade em estabelecer indicadores para monitorar a situa&#231;&#227;o de sa&#250;de da popula&#231;&#227;o e de produzir indicadores de avalia&#231;&#227;o de desempenho dos servi&#231;os de sa&#250;de.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A aus&#234;ncia de documenta&#231;&#227;o dos sistemas de informa&#231;&#227;o, como manuais de instru&#231;&#227;o para coleta de dados, defini&#231;&#227;o do fluxo de informa&#231;&#245;es, manuais de opera&#231;&#227;o dos sistemas j&#225; havia sido detectada anteriormente.<sup>15</sup> Por&#233;m, essa dificuldade ficou ainda mais clara na pesquisa acima mencionada,<sup>14</sup> onde se mencionava presen&#231;a de diferentes &quot;vers&#245;es&quot; dos <i>softwares</i> utilizados nos sistemas de informa&#231;&#227;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Nem sempre a introdu&#231;&#227;o de mudan&#231;as operacionais eram acompanhadas das explica&#231;&#245;es necess&#225;rias para a sua compreens&#227;o ou que estas haviam sido introduzidas tendo em vista facilitar sua opera&#231;&#227;o. E importante lembrar que se essa pesquisa foi realizada nos n&#237;veis centrais e regionais da Secretaria de Estado de Sa&#250;de de S&#227;o Paulo, &#233; poss&#237;vel imaginar a dimens&#227;o desse tipo de problema ao se incorporarem os munic&#237;pios no processo de descentraliza&#231;&#227;o. Estes resultados mostram a import&#226;ncia da presen&#231;a de programas de capacita&#231;&#227;o de recursos humanos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">V&#225;rias atividades v&#234;m sendo desenvolvidas no sentido de padronizar, documentar e compatibilizar os sistemas de informa&#231;&#227;o em sa&#250;de. Entre estas podem-se destacar as oficinas de trabalho da ABRASCO (Associa&#231;&#227;o Brasileira de P&#243;s-Gradua&#231;&#227;o em Sa&#250;de Coletiva) e do CENEPI (Centro Nacional de Epidemiologia da Funda&#231;&#227;o Nacional de Sa&#250;de) e a cria&#231;&#227;o da RIPSA (Rede Integrada de Informa&#231;&#245;es para Sa&#250;de)<sup>16,17,18</sup> bem como, novos softwares mais f&#225;ceis de utiliza&#231;&#227;o vem sendo desenvolvidos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A RIPSA foi criada pelo Minist&#233;rio da Sa&#250;de com apoio da OPAS (Organiza&#231;&#227;o Pan-Americana da Sa&#250;de) com objetivo de definir indicadores b&#225;sicos de sa&#250;de para an&#225;lise da situa&#231;&#227;o do pa&#237;s, e identificar os principais problemas na produ&#231;&#227;o e dissemina&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es em sa&#250;de.<sup>19</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A RIPSA representa um passo &agrave; frente, pois re&#250;ne as diversas ag&#234;ncias produtoras de informa&#231;&#227;o e usu&#225;rios no debate dessas quest&#245;es, que v&#227;o desde a subenumera&#231;&#227;o de eventos at&#233; a formula&#231;&#227;o de propostas de capacita&#231;&#227;o de recursos humanos, passando pela produ&#231;&#227;o de indicadores b&#225;sicos de sa&#250;de para todas as unidades da federa&#231;&#227;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Contudo, para que esse conjunto de atividades resulte de fato no aprimoramento das informa&#231;&#245;es em sa&#250;de, &#233; necess&#225;rio que o processo de descentraliza&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es em sa&#250;de venha acompanhado de propostas de usos m&#250;ltiplos dos sistemas de informa&#231;&#227;o, como a utiliza&#231;&#227;o das informa&#231;&#245;es para defini&#231;&#227;o de prioridades locais, atividades de vigil&#226;ncia &agrave; sa&#250;de e do monitoramento da capta&#231;&#227;o e da qualidade da informa&#231;&#227;o, as quais s&#243; podem ser realizadas pelo n&#237;vel local. Neste processo, o envolvimento dos munic&#237;pios e a capacita&#231;&#227;o de recursos humanos desempenham um papel fundamental.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Bibliografia</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">1. Laurenti R, Mello Jorge MHP. O atestado de &#243;bito. Centro Brasileiro de Classifica&#231;&#227;o de Doen&#231;as, S&#233;rie Divulga&#231;&#227;o n<sup>o</sup> 1. S&#227;o Paulo, 1985.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">2. Juarez E. Sistema Nacional de Vigil&#226;ncia Epidemiol&#243;gica. Confer&#234;ncia Nacional de Sa&#250;de, Bras&#237;lia, p.135-171, 1975.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">3. Funda&#231;&#227;o Seade. Pesquisas das Condi&#231;&#245;es de vida na Regi&#227;o Metropolitana da Grande S&#227;o Paulo, S&#227;o Paulo, 1992.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">4. Baldij&#227;o MF de. Os Sistemas de Informa&#231;&#227;o em Sa&#250;de, S&#227;o Paulo em Perspectiva 6: 21-28, 1992.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">5. Mello Jorge MHP, Gotlieb SLD, Soboll MLMS, Baldij&#227;o MMFA, Latorre MMRDO. O Sistema de informa&#231;&#227;o sobre nascidos vivos SINASC. Centro Brasileiro de Classifica&#231;&#227;o de Doen&#231;as, S&#233;rie Divulga&#231;&#227;o n<sup>o</sup> 7, S&#227;o Paulo, 1992.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">6. Minist&#233;rio da Sa&#250;de. Norma Operacional B&#225;sica do SUS, Bras&#237;lia, 1996 (Mimeo).</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">7. Oliveira H, Pereira IP. As Estat&#237;sticas de mortalidade e nascidos vivos: considera&#231;&#245;es sobre principais problemas. Informe Epidemiol&#243;gico do SUS VI(3):16-19,</font> <font face="Verdana" size="2">1997.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">8. Iscovich J. Sistemas de informaci&#243;n de salud: lineamentos generales. Curso Linkage Banco de Dados, IV Congreso Brasileiro de Epidemiologia, Rio de Janeiro, 1998. (Mimeo).</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">9. Aerts D, Martins M, Sant'anna A, Alves G, Ourique L, Hirakata V, Hilgert C, Cunha J, Souza M. Mortalidade por AIDS em crian&#231;as: a hist&#243;ria das chances perdidas. Resumos IV Congresso Brasileiro de Epidemiologia, Rio de Janeiro, p. 189, 1998.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">10. Matida LH, Guibu IA. An&#225;lise cr&#237;tica do sistema de informa&#231;&#227;o dos &#243;bitos por AIDS. Resumos IV Congresso Brasileiro de Epidemiologia, Rio de Janeiro, p.199, 1998.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">11. Almeida MMF. Mortalidade neonatal em Santo Andr&#233;. Tese de Doutorado, Faculdade de Sa&#250;de P&#250;blica, USP, 1995.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">12. Mello Jorge MHP, Gotlieb SLD. As condi&#231;&#245;es de sa&#250;de no Brasil, 1980/95. S&#227;o Paulo, 1998 (Relat&#243;rio enviado ao CNPq).</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">13. Mello Jorge MMHP, Gotlieb SLD, Oliveira H. SINASC: primeira avalia&#231;&#227;o dos dados brasileiros. Informe Epidemiol&#243;gico do SUS V(2):15-48, 1996.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">14. Secretaria de Estado da Sa&#250;de de S&#227;o Paulo. Avalia&#231;&#227;o dos Sistemas de Informa&#231;&#227;o em Sa&#250;de, 1996. (Mimeo).</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">15. Minist&#233;rio da Sa&#250;de/ABRASCO. Uso e dissemina&#231;&#227;o de informa&#231;&#245;es em sa&#250;de subs&#237;dios para elabora&#231;&#227;o de uma pol&#237;tica de informa&#231;&#245;es em Sa&#250;de para o SUS. Bras&#237;lia, 1994. (Mimeo).</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">16. ABRASCO/Grupo Tem&#225;tico de Informa&#231;&#227;o</font> <font face="Verdana" size="2">em Sa&#250;de e Popula&#231;&#227;o (GTISP). Compatibiliza&#231;&#227;o de bases de dados nacionais. Relat&#243;rio Final da Oficina de Trabalho, V Congresso Brasileiro de Sa&#250;de Coletiva, V Congresso Paulista de Sa&#250;de P&#250;blica. Informe Epidemiol&#243;gico do SUS VI(3):25-33, 1997.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">17. Minist&#233;rio da Sa&#250;de/CENEPI. Normatiza&#231;&#227;o dos Sistemas de Informa&#231;&#227;o gerenciados pelo CENEPI. Informe Epidemiol&#243;gico do SUS VI(3):22-23,</font> <font face="Verdana" size="2">1997.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">18. Minist&#233;rio da Sa&#250;de/Organiza&#231;&#227;o Pan-Americana da Sa&#250;de. Informa&#231;&#245;es sobre a situa&#231;&#227;o no Brasil. Constru&#231;&#227;o de uma rede integrada de dados b&#225;sicos e de estudos de situa&#231;&#227;o: proposta de a&#231;&#227;o, Bras&#237;lia. 1996. (Mimeo).</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">19. Minist&#233;rio da Sa&#250;de/Organiza&#231;&#227;o Pan-Americana de Sa&#250;de. Compatibiliza&#231;&#227;o de Sistemas baseados de dados (CBD) da Rede Integrada de Informa&#231;&#245;es para a Sa&#250;de (RIPSA) - Informe Final. Informe Epidemil&#243;gico do SUS VI(3):35-41,</font> <font face="Verdana" size="2">1997.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><b><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="img/revistas/ess/v20n1/seta.gif" border="0"></a></b></b>Endere&ccedil;o  para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>  Av. Dr. Arnaldo, 715 -    <br>  Bairro Cerqueira C&#233;sar -    <br>  S&#227;o Paulo/SP -    <br> Cep: 01.246-904.    <br> Fax: (011) 282-2920.</font></p>      ]]></body><back>
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