<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0104-1673</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Informe Epidemiológico do Sus]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Inf. Epidemiol. Sus]]></abbrev-journal-title>
<issn>0104-1673</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Centro Nacional de Epidemiologia, Fundação Nacional de Saúde, Ministério da Saúde]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0104-16732000000100002</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.5123/S0104-16732000000100002</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Laboratórios sentinelas: uma proposta para o monitoramento das infecções pelos vírus das hepatites A e B]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sentinel laboratories: a proposal for monitoring viral A and B hepatitis infections]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gaze]]></surname>
<given-names><![CDATA[Rosangela]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[Diana Maul de]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Luiz]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ronir Raggio]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Servino]]></surname>
<given-names><![CDATA[Valéria Regina Ramalho]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Berro]]></surname>
<given-names><![CDATA[Oscar Jorge]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bravim]]></surname>
<given-names><![CDATA[Yolanda]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Rio de Janeiro  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Instituto de Medicina Nuclear de Macaé  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A03">
<institution><![CDATA[,Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro/Laboratório Central Noel Nutels  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2000</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2000</year>
</pub-date>
<volume>9</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>5</fpage>
<lpage>21</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-16732000000100002&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0104-16732000000100002&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0104-16732000000100002&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Considerando que as hepatites virais (HV) são representativas da categoria de infecções freqüentemente assintomáticas, propõe-se a utilização de um sistema de laboratórios sentinelas (SLS) como método de monitoramento das infecções pelos vírus das hepatites A (VHA) e B (VHB), através da pesquisa de marcadores virais em material sorológico excedente coletado por outros motivos. Por intermédio de revisão bibliográfica e de avaliação da aplicabilidade da estratégia de laboratórios sentinelas no acompanhamento da tendência destas infecções, desenvolvem-se as bases técnicas para um SLS, discutem-se suas potencialidades e limitações, sua importância na complementação das informações da Vigilância Epidemiológica (VE) das hepatites virais e os instrumentos para criteriosa avaliação do sistema, possibilitando correções e redirecionamentos. Suas principais vantagens sobre o sistema de VE passivo são a simplicidade, melhor qualidade das informações e maior abrangência, gerando aceitabilidade e efetividade. De menor custo que os inquéritos de soroprevalência, um SLS apresenta sensibilidade adequada para o monitoramento do VHA e VHB e possibilita o gerenciamento de programas de prevenção.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Viral hepatitis (VH) is representative of a category of infections with a significant fraction of asymptomatic cases. In this paper, the use of a system of sentinel laboratories (SSL) in the monitoring of infections for hepatitis A (HAV) and hepatitis B viruses (HBV) is considered, arguing the importance of complementing the information of Epidemiological Surveillance (ES) and the development of the technical bases of this system, its potential, limitations and evaluation criteria. Through bibliographical review and evaluation of the applicability of the laboratory sentinel technique to follow the trend of these infections, we consider the use of exceeding serologic material, collected for other reasons, for the research of viral markers with the aim of supplementing the information of the ES for prevention programs. The main advantages of this system over the passive system of ES, are a better quality of information, increased simplicity, and enhanced effectiveness and acceptability. It is less costly than serumprevalence surveys,and provides good sensitivity for the monitoring of HAV and HBV.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Hepatites Virais]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Vigilância Epidemiológica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Laboratório Sentinela]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Amostras Excedentes de Soro]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Viral Hepatitis]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Epidemiologic Surveillance]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Sentinel Laboratory]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Exceeding Serum Samples]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="verdana"><b><a name="topo"></a>Laborat&oacute;rios sentinelas    - uma proposta para o monitoramento das infec&ccedil;&otilde;es pelos v&iacute;rus    das hepatites A e B </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Sentinel laboratories - a proposal for monitoring    viral A and B hepatitis infections</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Rosangela Gaze<sup>I</sup>; Diana Maul de Carvalho<sup>I</sup>;    Ronir Raggio Luiz<sup>I</sup>; Val&eacute;ria Regina Ramalho Servino<sup>II</sup>; Oscar Jorge Berro<sup>III</sup>;    Yolanda Bravim<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><sup>I</sup>Universidade Federal do Rio de Janeiro    <br>   <sup>II</sup>Instituto de Medicina Nuclear de Maca&eacute;    <br>   <sup>III</sup>Secretaria de Estado de Sa&uacute;de do Rio de Janeiro/Laborat&oacute;rio    Central Noel Nutels</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Considerando que as hepatites virais (HV) s&atilde;o    representativas da categoria de infec&ccedil;&otilde;es freq&uuml;entemente    assintom&aacute;ticas, prop&otilde;e-se a utiliza&ccedil;&atilde;o de um sistema    de laborat&oacute;rios sentinelas (SLS) como m&eacute;todo de monitoramento    das infec&ccedil;&otilde;es pelos v&iacute;rus das hepatites A (VHA) e B (VHB),    atrav&eacute;s da pesquisa de marcadores virais em material sorol&oacute;gico    excedente coletado por outros motivos. Por interm&eacute;dio de revis&atilde;o    bibliogr&aacute;fica e de avalia&ccedil;&atilde;o da aplicabilidade da estrat&eacute;gia    de laborat&oacute;rios sentinelas no acompanhamento da tend&ecirc;ncia destas    infec&ccedil;&otilde;es, desenvolvem-se as bases t&eacute;cnicas para um SLS,    discutem-se suas potencialidades e limita&ccedil;&otilde;es, sua import&acirc;ncia    na complementa&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es da Vigil&acirc;ncia    Epidemiol&oacute;gica (VE) das hepatites virais e os instrumentos para criteriosa    avalia&ccedil;&atilde;o do sistema, possibilitando corre&ccedil;&otilde;es e    redirecionamentos. Suas principais vantagens sobre o sistema de VE passivo s&atilde;o    a simplicidade, melhor qualidade das informa&ccedil;&otilde;es e maior abrang&ecirc;ncia,    gerando aceitabilidade e efetividade. De menor custo que os inqu&eacute;ritos    de soropreval&ecirc;ncia, um SLS apresenta sensibilidade adequada para o monitoramento    do VHA e VHB e possibilita o gerenciamento de programas de preven&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Palavras-Chave:</b> Hepatites Virais; Vigil&acirc;ncia    Epidemiol&oacute;gica; Laborat&oacute;rio Sentinela; Amostras Excedentes de    Soro.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Viral hepatitis (VH) is representative of a category of    infections with a significant fraction of asymptomatic cases. In this paper,    the use of a system of sentinel laboratories (SSL) in the monitoring of infections    for hepatitis A (HAV) and hepatitis B viruses (HBV) is considered, arguing the    importance of complementing the information of Epidemiological Surveillance    (ES) and the development of the technical bases of this system, its potential,    limitations and evaluation criteria. Through bibliographical review and evaluation    of the applicability of the laboratory sentinel technique to follow the trend    of these infections, we consider the use of exceeding serologic material, collected    for other reasons, for the research of viral markers with the aim of supplementing    the information of the ES for prevention programs. The main advantages of this    system over the passive system of ES, are a better quality of information, increased    simplicity, and enhanced effectiveness and acceptability. It is less costly    than serumprevalence surveys,and provides good sensitivity for the monitoring    of HAV and HBV.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Key Words:</b> Viral Hepatitis; Epidemiologic    Surveillance; Sentinel Laboratory; Exceeding Serum Samples.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="verdana"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os indicadores de sa&uacute;de de uso corrente,    baseados em dados de mortalidade, mostram-se menos sens&iacute;veis para evidenciar    situa&ccedil;&otilde;es onde a morbidade se mant&eacute;m elevada, mas os &oacute;bitos    s&atilde;o evitados por a&ccedil;&otilde;es sobre os efeitos das doen&ccedil;as.    Por exemplo, no caso das diarr&eacute;ias, a mortalidade foi reduzida gra&ccedil;as    aos esfor&ccedil;os dos programas de reidrata&ccedil;&atilde;o oral, mas o mesmo    impacto n&atilde;o foi obtido sobre a incid&ecirc;ncia, visto que mudan&ccedil;as    estruturais, como as relativas ao saneamento, foram insuficientes.<sup>1</sup>    Um novo desafio se apresenta &agrave; medida que os avan&ccedil;os cient&iacute;fico-tecnol&oacute;gicos    e o aumento da cobertura dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de v&ecirc;m permitindo    alcan&ccedil;ar a redu&ccedil;&atilde;o nos coeficientes de mortalidade. Apesar    das dificuldades e limita&ccedil;&otilde;es, a importante carga da morbidade,    em especial nos pa&iacute;ses em desenvolvimento, deve suscitar estrat&eacute;gias    que permitam acompanhar e avaliar sua din&acirc;mica ao longo do tempo.<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Atualmente, o monitoramento das condi&ccedil;&otilde;es    de sa&uacute;de torna necess&aacute;ria a busca de indicadores capazes de dar    respostas &agrave; pergunta acerca <i>do que adoecem as pessoas</i> t&atilde;o    bem quanto sobre <i>de que elas morrem</i>. E, em alguns casos, outra quest&atilde;o    se coloca: <i>Qual a import&acirc;ncia e magnitude de doen&ccedil;as que apresentam    significativa propor&ccedil;&atilde;o de casos sem exterioriza&ccedil;&atilde;o    cl&iacute;nica, ou nas quais esta s&oacute; ocorre na fase cr&ocirc;nica?</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Considerando que as hepatites virais (HV) s&atilde;o    representativas dessa categoria, discute-se a proposta de um sistema de laborat&oacute;rios    sentinelas (SLS) para as infec&ccedil;&otilde;es pelos v&iacute;rus das hepatites    A (VHA) e B (VHB), demonstrando sua import&acirc;ncia na complementa&ccedil;&atilde;o    das informa&ccedil;&otilde;es da Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica (VE)    e sua aplicabilidade no monitoramento destas infec&ccedil;&otilde;es. Desenvolvem-se    as bases t&eacute;cnicas deste sistema, suas potencialidades e limita&ccedil;&otilde;es,    apresentando-se crit&eacute;rios para avalia&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Metodologia</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Atrav&eacute;s de revis&atilde;o bibliogr&aacute;fica,    identificaram-se alternativas efetivas, simples e de baixo custo para complementar    e aperfei&ccedil;oar a VE das HV. Um estudo de soropreval&ecirc;ncia do VHA    e do VHB, em que a estrat&eacute;gia de laborat&oacute;rio sentinela foi empregada,    foi avaliado tendo em vista sua aplicabilidade no acompanhamento da tend&ecirc;ncia    destas infec&ccedil;&otilde;es. E, por &uacute;ltimo, desenvolveram-se crit&eacute;rios    para avalia&ccedil;&atilde;o do sistema.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A escassez de estudos de soropreval&ecirc;ncia do VHA    e VHB que utilizassem amostras de soros de laborat&oacute;rios de an&aacute;lises    cl&iacute;nicas orientou a inclus&atilde;o de outras infec&ccedil;&otilde;es,    como a do HIV, nesta revis&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Foram utilizados textos que discutissem conceitos,    princ&iacute;pios, organiza&ccedil;&atilde;o, aplicabilidade, cr&iacute;ticas/refuta&ccedil;&otilde;es    e limita&ccedil;&otilde;es de um sistema de vigil&acirc;ncia sentinela (SVS)    e os referentes &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o de redes sentinelas existentes    no Brasil e em outros pa&iacute;ses. As publica&ccedil;&otilde;es foram avaliadas    na &iacute;ntegra e procedeu-se &agrave; sele&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica    de obras de interesse, a partir das suas refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A aplica&ccedil;&atilde;o de um SLS no monitoramento da    tend&ecirc;ncia das infec&ccedil;&otilde;es por VHA e VHB e sua potencialidade    na detec&ccedil;&atilde;o de gradientes de varia&ccedil;&atilde;o de par&acirc;metros    obtidos ilustrada atrav&eacute;s da discuss&atilde;o de resultados de pesquisa    de soropreval&ecirc;ncia dessas infec&ccedil;&otilde;es em amostras excedentes    de soro de laborat&oacute;rio de an&aacute;lises cl&iacute;nicas, em Maca&eacute;/RJ,    e de outros estudos de soropreval&ecirc;ncia.<sup>3</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Os crit&eacute;rios de avalia&ccedil;&atilde;o    do <i>Centers for Disease Control and Prevention</i> foram utilizados para desenvolver    um roteiro de avalia&ccedil;&atilde;o do sistema proposto.<sup>4</sup></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Informa&ccedil;&otilde;es da VE acerca das    Hepatites Virais A e B</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Aspectos relevantes das hepatites virais para    a Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Embora sua denomina&ccedil;&atilde;o sugira tratar-se    de doen&ccedil;as que acometem apenas o f&iacute;gado, as hepatites virais s&atilde;o    viroses sist&ecirc;micas que envolvem diversos &oacute;rg&atilde;os e sistemas.<sup>5</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Clinicamente, as HV podem se apresentar de forma assintom&aacute;tica    ou sintom&aacute;tica e estar em qualquer das suas fases evolutivas: aguda,    cr&ocirc;nica, cirrose ou neoplasia. A hepatite A n&atilde;o evolui a cronicidade,    enquanto a B pode ser encontrada em diversos destes momentos evolutivos. Durante    a fase aguda, a hepatite A pode cursar de modo fulminante, com &ecirc;xito letal,    em 0,05% dos casos e a B em 0,2%.<sup>6</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As HV se caracterizam por apresentar um elevado percentual    de infec&ccedil;&otilde;es inaparentes, podendo atingir 90% nos casos de hepatite    A e 95% nos de B, na depend&ecirc;ncia da idade em que ocorram, sendo mais freq&uuml;entemente    assintom&aacute;ticas nas crian&ccedil;as menores de cinco anos.<sup>7,8</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Quanto &agrave; hepatite A, sua alta endemicidade em pa&iacute;ses    em desenvolvimento com exposi&ccedil;&atilde;o precoce a seu agente (atingindo    crian&ccedil;as menores de dez anos), de forma freq&uuml;entemente assintom&aacute;tica    e n&atilde;o diagnosticada, faz com que permane&ccedil;a desconhecida pelo Sistema    de Vigil&acirc;ncia Epidemiol&oacute;gica (SVE). Contudo, estas crian&ccedil;as    desempenham um importante papel na transmiss&atilde;o a suscet&iacute;veis,    oriundos, muitas vezes, de outras regi&otilde;es ou pa&iacute;ses e podem influenciar    negativamente a ind&uacute;stria de turismo das &aacute;reas end&ecirc;micas.<sup>9</sup>    Desta forma, viajantes para &aacute;reas pouco desenvolvidas, com saneamento    b&aacute;sico inadequado, s&atilde;o considerados alvos de vacina&ccedil;&atilde;o    contra a hepatite A.<sup>10</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Por outro lado, a hepatite A, ao ocorrer em adultos, tende    a apresentar maior gravidade e gerar demanda por interna&ccedil;&atilde;o.<sup>11</sup>    Este aspecto, aliado ao aumento da propor&ccedil;&atilde;o de adultos suscet&iacute;veis    em conseq&uuml;&ecirc;ncia da transi&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fico-epidemiol&oacute;gica    enfrentada atualmente por estas regi&otilde;es, leva ao incremento da carga    desta doen&ccedil;a em idades produtivas, acrescentando mais gasto com a sa&uacute;de    e influenciando o custo indireto do tempo de afastamento do trabalho.<sup>10</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">De modo similar, a HVB &eacute; uma hip&oacute;tese    diagn&oacute;stica pouco suspeitada, apesar das infec&ccedil;&otilde;es subcl&iacute;nicas    poderem evoluir a cronicidade, principalmente em idades precoces.<sup>8, 12</sup>    Acrescente-se a este, outro fator de peso no planejamento de atividades de VE:    a letalidade relativamente baixa dos casos agudos, menos preocupante que a de    outros agravos.<sup>8</sup> Entretanto, a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial    da Sa&uacute;de estima que 2 bilh&otilde;es de pessoas tenham evid&ecirc;ncia    de infec&ccedil;&atilde;o passada ou atual pelo VHB e 350 milh&otilde;es sejam    portadoras cr&ocirc;nicas, al&eacute;m de 1 milh&atilde;o de indiv&iacute;duos    morrerem a cada ano em conseq&uuml;&ecirc;ncia de cirrose e c&acirc;ncer de    f&iacute;gado<sup>13</sup>. Entretanto, o m&eacute;todo de codifica&ccedil;&atilde;o    das causas de mortalidade pode levar a entendimentos diversos sobre a letalidade    desta doen&ccedil;a. Murray &amp; Lopez referem: <i>Por exemplo, mortes por    c&acirc;ncer de f&iacute;gado mesmo em um indiv&iacute;duo sabidamente portador    de hepatite B s&atilde;o ainda codificadas como c&acirc;ncer de f&iacute;gado.    Em contraste, na CID- 10, mortes por linfoma entre pessoas com HIV s&atilde;o    codificadas como HIV e n&atilde;o como linfoma.</i><sup>14</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Aliados a estes fatos, est&atilde;o ainda o alto    custo e a baixa efic&aacute;cia da terap&ecirc;utica atual de pacientes cr&ocirc;nicos.    Como puderam avaliar Moraes &amp; Castillo, entre 1989 e 1992, o Brasil despendeu    16,5 milh&otilde;es de d&oacute;lares com interna&ccedil;&otilde;es de casos    de hepatite aguda, cirrose e neoplasia hep&aacute;ticas, 7.500,00 a 8.500,00    com cada tratamento de seis meses com Interferon<sup>&#174;</sup> e 80 a 120 mil d&oacute;lares    com cada transplante hep&aacute;tico.<sup>15</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A excepcional estabilidade e alta transmissibilidade    do VHA contribuem para a difus&atilde;o de epidemias de propor&ccedil;&otilde;es    alarmantes<sup>10</sup> e o VHB oferece um risco de infec&ccedil;&atilde;o por    acidente com agulha de paciente positivo de 7 a 30%<sup>.16</sup> Investir hoje    na interrup&ccedil;&atilde;o da cadeia de transmiss&atilde;o da hepatite B &eacute;    contribuir para evitar o aumento projetado da carga da doen&ccedil;a para o    ano 2020, quando a cirrose e c&acirc;ncer de f&iacute;gado poder&atilde;o ascender,    respectivamente, das 13<sup>a</sup> e 21<sup>a</sup> para as 12<sup>a</sup>    e 13<sup>a</sup> posi&ccedil;&otilde;es na ordena&ccedil;&atilde;o de causas    de morte.<sup>17</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Notifica&ccedil;&atilde;o das hepatites virais</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Embora, em 1961, o Brasil j&aacute; possu&iacute;sse uma    rela&ccedil;&atilde;o oficial de 45 doen&ccedil;as de notifica&ccedil;&atilde;o    compuls&oacute;ria, revista e ampliada em diversas oportunidades, somente em    1996 as HV foram inclu&iacute;das.<sup>18,19</sup> Entretanto, em dezembro de 1998,<sup>20</sup> foram    exclu&iacute;das desta rela&ccedil;&atilde;o, sob a alega&ccedil;&atilde;o de    pouco contribu&iacute;rem para a VE, considerando os distintos significados    dos tipos de HV quanto &agrave; epidemiologia e &agrave;s a&ccedil;&otilde;es    de controle. Somente a hepatite B foi mantida devido &agrave; gravidade da doen&ccedil;a    e exist&ecirc;ncia de medidas de controle eficazes em uso no pa&iacute;s.<sup>20</sup>    Um ano depois, hepatite C retornou &agrave; lista nacional de notifica&ccedil;&atilde;o    compuls&oacute;ria.<sup>21</sup> Embora isto possa acarretar a desmobiliza&ccedil;&atilde;o    de um sistema ainda parcialmente implantado, se pode desconsiderar a validade    dos argumentos apresentados.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">No Brasil, os dados de notifica&ccedil;&atilde;o    das HV, de 1996, mostram coeficientes de incid&ecirc;ncia de 1,0 caso por 100.000    habitantes de hepatite A, 0,81 de B, 9,6 de n&atilde;o especificadas e 11,62    no conjunto.<sup>22,23</sup> Nos EUA, pa&iacute;s com sub-registro tamb&eacute;m    relevante, as taxas por 100.000 habitantes, em 1993, para as hepatites A, B,    n&atilde;o especificadas e total, foram, respectivamente, de 9,39, 5,18, 0,24    e 16,68 casos.<sup>11,24</sup> Embora a compara&ccedil;&atilde;o entre estes coeficientes    n&atilde;o possa ser diretamente efetuada, &eacute; &uacute;til observar a significativa    diferen&ccedil;a de ordem de grandeza: o coeficiente de incid&ecirc;ncia por    100.000 habitantes das HV (11,62) no Brasil &eacute; 1,4 vezes inferior ao americano    (16,68). Na distribui&ccedil;&atilde;o proporcional dos tipos de HV, no Brasil,    82,1% dos casos correspondiam &agrave;s hepatites n&atilde;o especificadas,    enquanto nos EUA totalizavam 1,5% do total notificado. Ou seja, em nosso meio,    a subnotifica&ccedil;&atilde;o &eacute; mais elevada e o SVE apresenta, entre    outros, um importante problema a ser contornado: o alto custo do diagn&oacute;stico    etiol&oacute;gico.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Aplicabilidade de um SLS no monitoramento    das infec&ccedil;&otilde;es pelo VHA e VHB</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Mesmo reconhecendo a gravidade e magnitude destas endemias,    estud&aacute;-las &eacute; um desafio, dada a elevada freq&uuml;&ecirc;ncia    de infec&ccedil;&otilde;es inaparentes que demandam estudos sorol&oacute;gicos    de alto custo. A identifica&ccedil;&atilde;o do marcador sorol&oacute;gico para    as hepatites A e B, custa entre 2,00 e 24,00 d&oacute;lares por exame.<sup>25,26</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Embora o n&uacute;mero de notifica&ccedil;&otilde;es    possa dobrar com a vigil&acirc;ncia ativa de casos, nem mesmo esta poderia obter    a totalidade dos casos de HV<sup>27</sup>. Levy <i>et al</i>. verificaram um aumento de    tr&ecirc;s vezes no n&uacute;mero de casos diagnosticados com um sistema baseado    em notifica&ccedil;&otilde;es de portadores assintom&aacute;ticos de HBsAg de    um grande banco de sangue.<sup>28</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es    centrada em casos suspeitos e confirmados pressup&otilde;e a procura por aten&ccedil;&atilde;o    m&eacute;dica, o que n&atilde;o costuma ocorrer com os assintom&aacute;ticos,    acrescentando mais uma limita&ccedil;&atilde;o ao SVE baseado em casos notificados.    Ou seja, a detec&ccedil;&atilde;o do agravo freq&uuml;entemente ocorre em <i>screenings</i>    ou em casos cr&ocirc;nicos, quando a infec&ccedil;&atilde;o j&aacute; seguiu    seu curso natural com seq&uuml;elas. Portanto, as informa&ccedil;&otilde;es    obtidas pelo SVE vigente tornam-se de baixa sensibilidade para a identifica&ccedil;&atilde;o    e monitoramento destas infec&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Tradicionalmente, nessa situa&ccedil;&atilde;o, os inqu&eacute;ritos    populacionais de soropreval&ecirc;ncia t&ecirc;m boa aceita&ccedil;&atilde;o,    apesar de seu alto custo operacional. Entretanto, estes estudos refletem situa&ccedil;&otilde;es    particulares de grupamentos populacionais em rela&ccedil;&atilde;o ao tempo,    dificultando a compara&ccedil;&atilde;o com outros estudos e a an&aacute;lise    da tend&ecirc;ncia secular dos eventos enfocados.<sup>29</sup> Por outro lado, as barreiras    operacionais a serem vencidas tornam-se por vezes t&atilde;o dif&iacute;ceis    que levam a perdas consider&aacute;veis da amostra e poss&iacute;veis vieses.    Diante dessas dificuldades, acompanhar a tend&ecirc;ncia hist&oacute;rica de    infec&ccedil;&otilde;es assintom&aacute;ticas atrav&eacute;s de inqu&eacute;ritos    torna-se um &aacute;rduo empreendimento, n&atilde;o sendo efetuado com a regularidade    necess&aacute;ria para que haja confiabilidade nas s&eacute;ries temporais obtidas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Reconhecendo a necessidade de um SVE que possa adequar-se    ao controle de infec&ccedil;&otilde;es de car&aacute;ter predominantemente subcl&iacute;nico    e, no caso da hepatite B, de evolu&ccedil;&atilde;o cr&ocirc;nica, surge a alternativa    de utilizar a vigil&acirc;ncia sentinela destes eventos. Cabe, portanto, discutir    uma metodologia de vigil&acirc;ncia sentinela atrav&eacute;s de laborat&oacute;rio    de an&aacute;lises cl&iacute;nicas, de menor custo operacional que os inqu&eacute;ritos,    que poder&aacute; complementar as informa&ccedil;&otilde;es da VE, proporcionando    subs&iacute;dios &agrave; compreens&atilde;o da din&acirc;mica da distribui&ccedil;&atilde;o    das hepatites A e B, promovendo a sensibiliza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica,    a mobiliza&ccedil;&atilde;o de financiamentos e subsidiando o gerenciamento    de programas de preven&ccedil;&atilde;o para otimizar a aplica&ccedil;&atilde;o    de recursos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Considerando o investimento que o MS vem aplicando no    controle das hepatites A e B, atrav&eacute;s da Coordena&ccedil;&atilde;o de    Laborat&oacute;rios, do Centro Nacional de Epidemiologia, do Instituto Evandro    Chagas (Bel&eacute;m/PA) e do Centro de Refer&ecirc;ncia Nacional para Hepatites    Virais da FIOCRUZ, com a implementa&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico etiol&oacute;gico,    a proposta de laborat&oacute;rios sentinelas resgata o papel dos Laborat&oacute;rios    de Sa&uacute;de P&uacute;blica no apoio aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de,    &agrave; VE e &agrave; pesquisa.<sup>30,31</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A vigil&acirc;ncia atrav&eacute;s de postos sentinelas,    preconizada para regi&otilde;es onde o SVE &eacute; deficiente ou ausente, ou    para complementar o sistema existente, aplica-se, de modo singular, &agrave;s    infec&ccedil;&otilde;es em estudo.<sup>32,33,34</sup> Alvo de cr&iacute;ticas    pela limita&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o lidar com a totalidade dos servi&ccedil;os    de sa&uacute;de, prejudicando a representatividade dos dados, torna-se &uacute;til    por possibilitar a obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es de modo    regular e oportuno.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Na busca de alternativas efetivas, de maior simplicidade    e de baixo custo operacional, que pudessem complementar e aperfei&ccedil;oar    os dados da VE das HV, foram identificadas, na revis&atilde;o bibliogr&aacute;fica,    proposi&ccedil;&otilde;es semelhantes &agrave; apresentada, em outros pa&iacute;ses    ou para outras doen&ccedil;as. Ferreira e cols. <sup>7</sup> realizaram um estudo de soropreval&ecirc;ncia    do VHA com amostra proveniente de laborat&oacute;rio de an&aacute;lises cl&iacute;nicas,    sem que esta fosse a &ecirc;nfase dos autores. Apesar das limita&ccedil;&otilde;es    relativas &agrave; composi&ccedil;&atilde;o et&aacute;ria e por sexo destas    amostras, estudos similares com resultados de triagens sorol&oacute;gicas de    doadores de sangue s&atilde;o efetuados h&aacute; algum tempo e estas soropreval&ecirc;ncias    v&ecirc;m tendo grande utilidade na compara&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis    de endemicidade das HV.<sup>35,36,37,38,39</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em rela&ccedil;&atilde;o a outras doen&ccedil;as, verifica-se    que, nos EUA, desde 1989, existe um sistema nacional de vigil&acirc;ncia sentinela    do HIV que realiza estimativas preval&ecirc;ncia a partir de amostras de sangue    coletadas na rotina laboratorial com outros prop&oacute;sitos, ap&oacute;s serem    removidas as identifica&ccedil;&otilde;es do paciente.<sup>40</sup> &Agrave; semelhan&ccedil;a    deste, o Brasil vem desenvolvendo um SVS do HIV, desde 1992, em que os excedentes    de soros coletados em cl&iacute;nicas de DST, maternidades e servi&ccedil;os    de emerg&ecirc;ncia p&uacute;blicos s&atilde;o aproveitados para a pesquisa    soropreval&ecirc;ncia do HIV nesses grupos populacionais.<sup>41</sup> Estes sistemas t&ecirc;m    como objetivo prover dados para a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de p&uacute;blica    e s&atilde;o alternativas de interesse no estudo da preval&ecirc;ncia do HIV.<sup>42,43</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Weinstein e cols., avaliando o uso de sentinelas    no monitoramento de arboviroses no sul da Austr&aacute;lia, a partir da pesquisa    da soropreval&ecirc;ncia em sangue doado, conclu&iacute;ram ser poss&iacute;vel    obter informa&ccedil;&otilde;es sobre as taxas de infec&ccedil;&otilde;es subcl&iacute;nicas    e, atrav&eacute;s dos dados de soropreval&ecirc;ncia por idade, classificar    &aacute;reas geogr&aacute;ficas segundo o risco. Referem ainda que, como a infra-estrutura    para a coleta do material j&aacute; existe, o custo adicional para o sistema    de vigil&acirc;ncia &eacute; virtualmente inexistente.<sup>44</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Conceitua-se vigil&acirc;ncia sentinela como    aquela que atrav&eacute;s da sele&ccedil;&atilde;o de um ou mais servi&ccedil;os    de sa&uacute;de - onde se concentram esfor&ccedil;os na obten&ccedil;&atilde;o    de informa&ccedil;&otilde;es epidemiol&oacute;gicas - permite o monitoramento    de agravos.<sup>45</sup> O atributo de sentinela pode ser aplicado a diversas    unidades de observa&ccedil;&atilde;o, como postos, servi&ccedil;os, eventos,    popula&ccedil;&otilde;es e m&eacute;dicos. Servi&ccedil;os de sa&uacute;de sentinelas    podem abranger uma grande variedade como hospitais, ambulat&oacute;rios, maternidades    e laborat&oacute;rios, dentre outros. O tra&ccedil;o comum a todos eles &eacute;    a alus&atilde;o impl&iacute;cita a <i>um microcampo de informa&ccedil;&atilde;o    de sensibilidade suficiente para monitorar um certo universo de fen&ocirc;menos.</i><sup>46</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A falta de representatividade est&aacute; entre uma de    suas principais cr&iacute;ticas, pelo de n&atilde;o se trabalhar com o universo    amostral e em virtude de a sele&ccedil;&atilde;o dos locais sentinelas n&atilde;o    ser efetuada com em crit&eacute;rios aleat&oacute;rios. St Louis e cols.<sup>47</sup> contra-argumentando,    lembram os principais objetivos da vigil&acirc;ncia hospitais sentinelas do    HIV n&atilde;o requerem infer&ecirc;ncia para a popula&ccedil;&atilde;o geral    ou para entidades geogr&aacute;ficas. Acrescentam que, para an&aacute;lises    de tend&ecirc;ncia em que os crit&eacute;rios de elegibilidade e os m&eacute;todos    de sele&ccedil;&atilde;o permanecem inalterados ao longo do tempo, a tend&ecirc;ncia    amostral observada deve refletir a da infec&ccedil;&atilde;o nas comunidades    de onde procedem os participantes dos estudos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os agravos &agrave; sa&uacute;de aqui estudados    apresentam particularidades que os tornam de dif&iacute;cil acompanhamento pelos    sistemas tradicionais de VE, traduzindo-se pela persistente subnotifica&ccedil;&atilde;o    e reduzida especifica&ccedil;&atilde;o etiol&oacute;gica que resultam em subestima&ccedil;&atilde;o    de sua magnitude e retardo das a&ccedil;&otilde;es de controle. Supostamente    mais abrangente, VE de casos notificados tende a n&atilde;o ser representativa,    necessitando, freq&uuml;entemente, de estudos especiais de soropreval&ecirc;ncia    para suprir estas limita&ccedil;&otilde;es.<sup>48</sup> Como alternativa, as    amostras de sangue doado t&ecirc;m sido aproveitadas e constituem fontes de    informa&ccedil;&otilde;es adicionais, onde os servi&ccedil;os de hemoterapia    podem funcionar tamb&eacute;m como postos sentinelas.<sup>38,39</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Por outro lado, experi&ecirc;ncias bem sucedidas de vigil&acirc;ncia    sentinela em outros pa&iacute;ses podem servir de refor&ccedil;o &agrave; implanta&ccedil;&atilde;o    desta estrat&eacute;gia em nosso meio. Na Fran&ccedil;a, uma rede de m&eacute;dicos    sentinelas &eacute; respons&aacute;vel pela notifica&ccedil;&atilde;o influenza,    HV, uretrite aguda, sarampo caxumba e pela divulga&ccedil;&atilde;o de boletins    epidemiol&oacute;gicos eletr&ocirc;nicos.<sup>49</sup> O CDC possui o Programa de Vigil&acirc;ncia    das HV, 12 estados notificadores, objetivando monitorar os casos agudos e identificar    fatores de risco mais freq&uuml;entes.<sup>11,50</sup> Comunidade Econ&ocirc;mica Europ&eacute;ia    existe uma rede de postos sentinelas de influenza para aumentar a sensibilidade    sistema de notifica&ccedil;&atilde;o, fortalecer a comunica&ccedil;&atilde;o    entre os pa&iacute;ses e agilizar a dissemina&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es.<sup>51</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><b>Bases t&eacute;cnicas de um SLS para as infec&ccedil;&otilde;es    por VHA e VHB</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> <i><b>Excedentes de soros como fonte de informa&ccedil;&atilde;o    para a VE</b></i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Estudos de preval&ecirc;ncia que utilizaram soros    excedentes, a partir de sangue doado, s&atilde;o encontrados na literatura,    como o de Yoshida e cols. em que um estudo soroepidemiol&oacute;gico das hepatites    A e B, citomegalov&iacute;rus e herpes simples tipo 2 foi efetuado em primodoadores    de sangue no RJ.<sup>52</sup> Alguns destes estudos, como os de Ferreira e cols.    e de Miranda e cols. utilizaram amostras de sangue de laborat&oacute;rios, ambulat&oacute;rios    ou unidades b&aacute;sicas de sa&uacute;de.<sup>7,53</sup> Hadler e cols., todavia,    comentam a possibilidade de <i>...organizar estudos mais met&oacute;dicos sobre    a epidemiologia do VHB em bancos de sangue.</i><sup>37</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A op&ccedil;&atilde;o de trabalhar com excedentes    de soro coletados na rotina laboratorial preserva um princ&iacute;pio &eacute;tico    de relev&acirc;ncia. Inqu&eacute;ritos populacionais de soropreval&ecirc;ncia    do VHA e VHB, ao necessitarem colher sangue de pessoas saud&aacute;veis expondo-as    aos riscos, mesmo que insignificantes, deste procedimento, sem lhes trazer nenhum    benef&iacute;cio direto, podem ser question&aacute;veis.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Considerando-se a crise econ&ocirc;mica dos pa&iacute;ses    em desenvolvimento, verifica-se que, como a infra-estrutura necess&aacute;ria    &agrave; implanta&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de um SLS j&aacute;    existe, seu custo tende a ser inferior ao do sistema vigente. Adicionalmente,    uma parcela desta estrutura est&aacute; localizada em servi&ccedil;os privados    de sa&uacute;de, n&atilde;o onerando o SUS e permitindo, inclusive, o controle    da qualidade destes servi&ccedil;os.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">N&atilde;o se pode desprezar o efeito ben&eacute;fico    que poder&aacute; advir da atua&ccedil;&atilde;o de setores da sa&uacute;de    que, tradicionalmente, n&atilde;o costumam atuar cooperativamente. Um SVE que    possa ampliar suas fontes de informa&ccedil;&atilde;o para al&eacute;m das unidades    notificadoras do SUS, abrangendo o setor privado, os servi&ccedil;os de hemoterapia    e os laborat&oacute;rios de an&aacute;lises cl&iacute;nicas, poder&aacute; crescer    em representatividade e efetividade. Ao estarem organizados em rede, estes sistemas    podem ser complementares e fornecer valiosas informa&ccedil;&otilde;es de car&aacute;ter    compar&aacute;vel.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i><b>Uso da preval&ecirc;ncia na identifica&ccedil;&atilde;o    de &aacute;reas e popula&ccedil;&otilde;es de risco</b></i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O sucesso do controle da var&iacute;ola - infec&ccedil;&atilde;o    de transmiss&atilde;o predominantemente direta, aguda, sintom&aacute;tica e    grave - imprimiu este modelo de VE para as demais doen&ccedil;as. Centrado na    investiga&ccedil;&atilde;o caso a caso, com a&ccedil;&otilde;es de controle    predominantemente sobre o indiv&iacute;duo, com indica&ccedil;&atilde;o de isolamento    e quarentena de casos e contatos, contava com seu car&aacute;ter de <i>peste</i>    para mobilizar esfor&ccedil;os dos profissionais e comunidade no seu combate.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Entretanto, um sistema de vigil&acirc;ncia para as HV,    modelado pelo da var&iacute;ola, n&atilde;o supre as condi&ccedil;&otilde;es    necess&aacute;rias ao conhecimento dos grupos mais atingidos, dos fatores de    risco predominantes e &agrave; oportunidade das a&ccedil;&otilde;es de controle.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Infec&ccedil;&otilde;es de transmiss&atilde;o    tanto direta quanto indireta, com uma propor&ccedil;&atilde;o de casos inaparentes    maior do que a de sintom&aacute;ticos, de evolu&ccedil;&atilde;o por vezes insuspeita    &agrave; cronicidade (B e C), freq&uuml;entemente benignas e de baixa transcend&ecirc;ncia,    n&atilde;o se amoldam a sistemas que iniciam a a&ccedil;&atilde;o a partir de    casos notificados. Como a maioria dos casos &eacute; desconhecida do pr&oacute;prio    indiv&iacute;duo infectado, n&atilde;o chega a ser conhecida pelo sistema de    notifica&ccedil;&atilde;o, permanecendo <i>submersa</i>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">A op&ccedil;&atilde;o pelo monitoramento de marcadores    de preval&ecirc;ncia destas infec&ccedil;&otilde;es, embora n&atilde;o permita    o conhecimento dos casos incidentes diretamente, possibilitar&aacute; mapear    os grupos mais vulner&aacute;veis e as &aacute;reas de risco. Estas informa&ccedil;&otilde;es    poder&atilde;o ser &uacute;teis na indica&ccedil;&atilde;o de prioridades na    preven&ccedil;&atilde;o da ocorr&ecirc;ncia de novos casos, quer assintom&aacute;ticos    ou n&atilde;o. Quanto &agrave; incid&ecirc;ncia, &eacute; poss&iacute;vel tamb&eacute;m    estim&aacute;-la a partir do conhecimento da preval&ecirc;ncia.<sup>54</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i><b>Aspectos relativos &agrave; implanta&ccedil;&atilde;o    e manuten&ccedil;&atilde;o do sistema</b></i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Respeitando as diretrizes do SUS, o primeiro passo necess&aacute;rio    &agrave; implanta&ccedil;&atilde;o &eacute; a ampla discuss&atilde;o com os    Conselhos Municipais de Sa&uacute;de (CMS) e a comunidade. Estes CMS, participando    das fases de delineamento da estrutura, contribuir&atilde;o para amold&aacute;-la    &agrave;s diversas realidades locais e para mobilizar a comunidade no sentido    de colaborar na sua implanta&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o. Para    que estes CMS possam conhecer os objetivos, produtos, vantagens, abrang&ecirc;ncia    e limita&ccedil;&otilde;es de um sistema desta natureza, a elabora&ccedil;&atilde;o    de discuss&otilde;es de ordem t&eacute;cnica &eacute; importante.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Como o interesse concentra-se em monitorar as infec&ccedil;&otilde;es    prevalentes atrav&eacute;s de amostras excedentes de soro de laborat&oacute;rios    de an&aacute;lises cl&iacute;nicas, a principal limita&ccedil;&atilde;o, visto    que os casos agudos n&atilde;o ser&atilde;o detectados, &eacute; a impossibilidade    de realizar a&ccedil;&otilde;es de bloqueio no caso de surtos. Entretanto, para    per&iacute;odos epid&ecirc;micos, os casos agudos e sintom&aacute;ticos s&atilde;o    reconhecidos pelo SVE existente, n&atilde;o necessitando de suplementa&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O acompanhamento de uma doen&ccedil;a na comunidade pode    ser enriquecido pelo conhecimento da din&acirc;mica de circula&ccedil;&atilde;o    de seus agentes, como j&aacute; existe para o sarampo, rub&eacute;ola, difteria,    poliomielite e outras, atrav&eacute;s da tipagem molecular, para complementar    a informa&ccedil;&atilde;o coletada pela vigil&acirc;ncia.<sup>55</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Al&eacute;m das infec&ccedil;&otilde;es pelos    VHA e VHB, na depend&ecirc;ncia dos aspectos espec&iacute;ficos de cada uma,    outras hepatites e doen&ccedil;as poder&atilde;o ser estudadas concomitantemente.    A possibilidade de manter uma soroteca permite pesquisas futuras de outros agentes    de doen&ccedil;as. Sir Richard Doll, ao ser questionado sobre o que faria se    fosse iniciar um estudo caso-controle atualmente, respondeu que, <i>al&eacute;m    de ser necess&aacute;rio conhecer o pa&iacute;s sede do estudo e os recursos    dispon&iacute;veis, coletaria e congelaria amostras de sangue de todos os indiv&iacute;duos    para que fosse poss&iacute;vel posteriormente identificar diversos outros agentes.</i><sup>56</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Este monitoramento ter&aacute; como produto de maior relev&acirc;ncia    a identifica&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas e popula&ccedil;&otilde;es mais    vulner&aacute;veis ao risco de adquirir estas infec&ccedil;&otilde;es, indicando    prioridades de a&ccedil;&otilde;es voltadas &agrave; sua preven&ccedil;&atilde;o    e controle. Um produto adicional &#8211; o desencadeamento de a&ccedil;&otilde;es    direcionadas aos soronegativos (suscet&iacute;veis) - s&oacute; seria poss&iacute;vel    no caso de o estudo identificar os sujeitos selecionados. Para tal, requer-se    amplo debate com a sociedade sobre a preserva&ccedil;&atilde;o do direito individual    de recusa na participa&ccedil;&atilde;o e da op&ccedil;&atilde;o de ser informado    (ou n&atilde;o) sobre os resultados dos testes efetuados. Operacionalmente,    a garantia destes direitos poderia ser obtida pela inclus&atilde;o, nos formul&aacute;rios    de rotina dos laborat&oacute;rios, de item objetivo, onde cada paciente pudesse    expressar sua vontade quanto a participar e a ser informado.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">No caso do HIV, o <i>CDC Family Surveys</i> acompanha    a tend&ecirc;ncia desta infec&ccedil;&atilde;o nos EUA mantendo coleta an&ocirc;nima    n&atilde;o vinculada.<sup>33,57</sup> As infec&ccedil;&otilde;es por VHA e VHB, dispondo    de vacinas seguras e eficazes, imp&otilde;em reflex&otilde;es de maior complexidade.    Embora o desencadeamento da Aids possa ser retardado pelo uso de anti-retrovirais    nos portadores do HIV, no caso das hepatites A e B, a imuniza&ccedil;&atilde;o    pode evitar sua ocorr&ecirc;ncia nos suscet&iacute;veis.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A abrang&ecirc;ncia deste sistema, voltando-se tamb&eacute;m    para as pessoas que demandam servi&ccedil;os privados de sa&uacute;de, permite    obter dados mais representativos do universo e ainda estimar o diferencial de    risco entre os subgrupos, de acordo com a proced&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Buscando otimizar a operacionaliza&ccedil;&atilde;o, sem    desprezar a import&acirc;ncia de reduzir a presen&ccedil;a de vieses de sele&ccedil;&atilde;o,    &eacute; mais sensata a escolha de laborat&oacute;rios sentinelas que apresentem    a maior demanda na localidade, sejam de f&aacute;cil acesso, e ofere&ccedil;am    um amplo leque de exames.<sup>34</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">No sentido de garantir ao m&aacute;ximo a validade interna    deste monitoramento, obtendo-se estimativas de soropreval&ecirc;ncias mais representativas,    a amostra dever&aacute; ser obtida de forma estratificada por sexo, idade e    localidade de resid&ecirc;ncia, de acordo com a pir&acirc;mide demogr&aacute;fica    e com o comportamento epidemiol&oacute;gico da infec&ccedil;&atilde;o na comunidade    estudada.<sup>34</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A periodicidade da obten&ccedil;&atilde;o de    amostras estar&aacute; na depend&ecirc;ncia direta dos resultados obtidos a    cada etapa e da poss&iacute;vel presen&ccedil;a de ciclos regulares nas curvas    de incid&ecirc;ncia das hepatites A e B. Por outro lado, como estrat&eacute;gia    de implanta&ccedil;&atilde;o do sistema, a proposi&ccedil;&atilde;o de intervalos    dever&aacute; ser ponderada sob crit&eacute;rios t&eacute;cnicos e tamb&eacute;m    pol&iacute;tico-culturais, facilitando a cria&ccedil;&atilde;o de rotina.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i><b>Potencialidades e limita&ccedil;&otilde;es    do sistema: o caso de Maca&eacute;</b></i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os resultados de uma pesquisa de soropreval&ecirc;ncia    do VHA e VHB em amostras excedentes de soro de laborat&oacute;rio de an&aacute;lises    cl&iacute;nicas situado no Munic&iacute;pio de Maca&eacute; foram avaliados    para verificar-se a consist&ecirc;ncia dos valores encontrados, diante da realidade    local e de dados da literatura, da possibilidade de se monitorar a tend&ecirc;ncia    destas infec&ccedil;&otilde;es e da potencialidade de detec&ccedil;&atilde;o    de gradientes de varia&ccedil;&atilde;o dos valores obtidos.<sup>3,58,59</sup>    Embora esta pesquisa de soropreval&ecirc;ncia apresentasse a limita&ccedil;&atilde;o    de uma amostra n&atilde;o estratificada por idade e sexo, a curva de tend&ecirc;ncia    da soropreval&ecirc;ncia do anti-HAV total nos menores de 20 anos mostra a eleva&ccedil;&atilde;o    com a idade (<a href="#fig1">Figura 1</a>) observada em inqu&eacute;ritos domiciliares.<sup>60</sup>    Diferentes patamares de soropreval&ecirc;ncia observados devem-se a uma combina&ccedil;&atilde;o    de fatores ligados aos diversos objetivos e metodologias de cada estudo.</font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v9n1/1a02f1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Por exemplo, o m&eacute;todo de coleta de sangue    em papel de filtro, utilizado em alguns estudos, leva a uma subestima&ccedil;&atilde;o    do par&acirc;metro. Gil e cols., em estudo de valida&ccedil;&atilde;o desta    estrat&eacute;gia para estudos epidemiol&oacute;gicos, encontraram uma sensibilidade    de 91,3 e uma especificidade de 99,3%, utilizando o <i>ELISA</i>.<sup>61</sup>    Zoulek e cols., atrav&eacute;s do radioimunoensaio, verificaram que 20,7% dos    soros positivos n&atilde;o teriam sido detectados no eluato do papel de filtro.    Observando que, quanto mais baixos os t&iacute;tulos, maior pode ser a subestima&ccedil;&atilde;o    da soropreval&ecirc;ncia, concluem que, em regi&otilde;es end&ecirc;micas para    o VHA, a soropreval&ecirc;ncia nas idades mais velhas atrav&eacute;s do m&eacute;todo    de coleta de sangue em papel de filtro pode ser muito inferior &agrave; real.<sup>62</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Na pesquisa referida, com todos os procedimentos    de coleta efetuados em ambiente laboratorial e utilizando-se amostras de soro    por pun&ccedil;&atilde;o venosa, p&ocirc;de-se dispor da validade de um m&eacute;todo    (<i>ELISA</i>) de uso difundido em inqu&eacute;ritos de soropreval&ecirc;ncia    e considerado como padr&atilde;o para avaliar a sensibilidade e especificidade    de outros<sup>63</sup>. Por outro lado, uma amostra com intervalos de confian&ccedil;a    de menor precis&atilde;o pode ter levado &agrave; superestima&ccedil;&atilde;o    das soropreval&ecirc;ncias. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Neste mesmo estudo, a amostra foi dividida em    dois subgrupos utilizando o tipo de assist&ecirc;ncia m&eacute;dica prestada    como tra&ccedil;ador do n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico dos sujeitos. Isto    &eacute;, as pessoas cujas solicita&ccedil;&otilde;es de exames provinham de    unidades do SUS foram consideradas como de grupos menos favorecidos e as origin&aacute;rias    de servi&ccedil;os de sa&uacute;de privados (NSUS) como pertencentes &agrave;    fra&ccedil;&atilde;o restante. Enquanto a soropreval&ecirc;ncia amostral do    anti-HAV total foi de 88,8%, nos subgrupos SUS e NSUS foram, respectivamente,    de 94,1% e 83,5% (c<sup>2</sup>=31,15 e p&lt;0,0001), para o anti-HBc total,    a soropreval&ecirc;ncia amostral foi de 15,3%, a do SUS de 19,5% e a do NSUS    de 11,0% (c<sup>2</sup>=15,41 e p&lt;0,0001).<sup>3</sup> Em ambos, foi poss&iacute;vel    afirmar que a diferen&ccedil;a observada n&atilde;o ocorreu ao acaso. Sendo    assim, adaptando-se a amostra &agrave;s regi&otilde;es que se pretenda estudar,    &eacute; poss&iacute;vel acompanhar a preval&ecirc;ncia destas infec&ccedil;&otilde;es    em &aacute;reas geogr&aacute;ficas diversas. Mais importante ainda &eacute;    que, com a padroniza&ccedil;&atilde;o dos procedimentos, os dados obtidos poder&atilde;o    ser comparados no tempo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Observou-se ainda que para o VHA, 65,6% (55,2-74,8) dos    menores de dez anos, 79,7% (71,5-86,1) dos adolescentes e 88,5% (84,8-91,4)    dos adultos jovens j&aacute; haviam sido infectados. Abuzwaida e cols.<sup>64</sup> detectaram    que 47 e 82% entre os menores de dez anos e 85 e 90% entre os adultos jovens,    respectivamente em Niter&oacute;i e Nova Igua&ccedil;u, j&aacute; haviam sido    infectados por este v&iacute;rus.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Para o VHB, a soropreval&ecirc;ncia foi de 5,1% (1,2-12,1)    nos menores de dez anos, elevando-se para 9,4% (5,2-16,1) entre os adolescentes    e 10,6 (7,8-14,2) nos adultos jovens, passando a 17,3% (13,4-21,9) nos mais    idosos e chegando a 33,8% (26,5-41,8) nos acima de 60 anos. Vasconcelos e cols.    encontraram valores de 14% em doadores de sangue em Florian&oacute;polis/SC    e Passos e cols. 7,5% entre os menores de dez anos e 10,4% na faixa de dez a    25 anos, em uma comunidade rural paulista.<sup>65,66</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Crit&eacute;rios para avalia&ccedil;&atilde;o    do sistema</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Como qualquer SVE, este SLS requer avalia&ccedil;&atilde;o    criteriosa de suas vantagens/limita&ccedil;&otilde;es e atualiza&ccedil;&otilde;es    continuadas, possibilitando a corre&ccedil;&atilde;o e redirecionamento de m&eacute;todos    e objetivos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A <a href="#fig2">Figura 2</a> apresenta, de    forma esquem&aacute;tica, uma avalia&ccedil;&atilde;o das potencialidades e    limita&ccedil;&otilde;es deste sistema.</font></p>     <p><a name="fig2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v9n1/1a02f2.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Os crit&eacute;rios de avalia&ccedil;&atilde;o    do CDC podem ser aplicados na sua avalia&ccedil;&atilde;o com a vantagem de    estarem internacionalmente reconhecidos e permitirem a compara&ccedil;&atilde;o    com avalia&ccedil;&otilde;es efetuadas em outros sistemas.<sup>4</sup> Este    processo dever&aacute; considerar a realidade local, os objetivos e m&eacute;todos,    e a disponibilidade de recursos. Na <a href="#fig3">Figura 3</a> encontra-se    um roteiro com alguns instrumentos que poder&atilde;o ser utilizados nesta atividade.<sup>67</sup></font></p>     <p><a name="fig3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v9n1/1a02f3.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Conclus&otilde;es</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As especificidades das HV podem ser apreciadas    sob a &oacute;tica dos crit&eacute;rios de avalia&ccedil;&atilde;o do <i>Centers    for Disease Control and Prevention.</i><sup>4</sup> Um SVE passivo, ainda que    de baixo custo como o existente, torna-se de pouca <i>utilidade</i> no monitoramento    de infec&ccedil;&otilde;es freq&uuml;entemente assintom&aacute;ticas e, cumulativamente,    afetam sua <i>sensibilidade</i>, <i>representatividade</i> e <i>oportunidade</i>,    n&atilde;o se podendo estimar a magnitude destes eventos nem se tomar medidas    de interven&ccedil;&atilde;o em tempo h&aacute;bil. De <i>complexidade</i> consider&aacute;vel    e voltado para doen&ccedil;as de letalidade aparentemente reduzida torna-se    de dif&iacute;cil <i>aceitabilidade</i>.<sup>68</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Controlar a propaga&ccedil;&atilde;o das infec&ccedil;&otilde;es    pelo VHA e VHB eleva as condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de e a qualidade    de vida da popula&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de reduzir, substancialmente,    o custo com assist&ecirc;ncia m&eacute;dica de casos evit&aacute;veis. Transformar    o SVE existente em um monitoramento efetivo das HV exige criatividade e apropria&ccedil;&atilde;o    de conhecimentos e metodologias aplicados com sucesso em outros sistemas de    vigil&acirc;ncia, como os sentinelas. Programas de preven&ccedil;&atilde;o,    fundamentados em informa&ccedil;&otilde;es atualizadas, poder&atilde;o ser melhor    ajustados para cada regi&atilde;o, contribuindo para a redu&ccedil;&atilde;o    oportuna e eficaz da ocorr&ecirc;ncia de casos e da conseq&uuml;ente demanda    hospitalar.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Este artigo teve como objetivo principal discutir    a aplicabilidade de um SLS no sentido de obter respostas, com efic&aacute;cia    e efici&ecirc;ncia, &agrave; quest&atilde;o: <i>Como monitorar doen&ccedil;as    de gravidade reconhecida, mas que apresentam significativa propor&ccedil;&atilde;o    de casos sem exterioriza&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica ou nas quais esta s&oacute;    ocorre na fase cr&ocirc;nica?</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Atualmente, o monitoramento das HV exige a realiza&ccedil;&atilde;o    de estudos de soropreval&ecirc;ncia, para uma adequada avalia&ccedil;&atilde;o    da magnitude destas infec&ccedil;&otilde;es predominantemente inaparentes. Os    inqu&eacute;ritos domiciliares habitualmente utilizados para este fim, embora    de sensibilidade inquestion&aacute;vel, terminam por n&atilde;o ser, pelo seu    alto custo operacional efetuados com a regularidade necess&aacute;ria.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Embora a metodologia apresentada n&atilde;o elimine    o gasto com a pesquisa de marcadores sorol&oacute;gicos, permite sua redu&ccedil;&atilde;o.    Por outro lado, o car&aacute;ter end&ecirc;mico-epid&ecirc;mico da hepatite    A, as epidemias que freq&uuml;entemente provoca, sua alta carga e o custo do    tempo de afastamento do trabalho<sup>10</sup> tornam plenamente justific&aacute;veis estes    gastos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Corroborando estas justificativas, citam-se o    alto custo e a baixa efic&aacute;cia da terap&ecirc;utica de pacientes cr&ocirc;nicos    (VHB) e o elevado percentual de portadores.<sup>13</sup></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Reconhecendo que, como afirmam Teixeira e cols.,    <sup>18</sup> a exig&ecirc;ncia de <i>notifica&ccedil;&atilde;o universal das</i>    HV pouco contribui para sua VE tendo em vista os diversos mecanismos de transmiss&atilde;o    de cada tipo, um SLS centrado no diagn&oacute;stico sorol&oacute;gico das infec&ccedil;&otilde;es    pelos v&iacute;rus das hepatites contorna este problema. Permite a coleta sistem&aacute;tica    de dados e o acompanhamento cont&iacute;nuo de longo prazo, com regularidade    e freq&uuml;&ecirc;ncia adequadas. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&Agrave; semelhan&ccedil;a do estudo de Maca&eacute;,    que permitiu a detec&ccedil;&atilde;o de gradientes nos percentuais de soropreval&ecirc;ncia    e evidenciou a maior precocidade da infec&ccedil;&atilde;o nos grupos socioecon&ocirc;micos    menos favorecidos, esta metodologia mostra sensibilidade adequada ao monitoramento    das hepatites A e B, com o objetivo de acompanhar a tend&ecirc;ncia destas infec&ccedil;&otilde;es    em distintas localidades e de tra&ccedil;ar prioridades de a&ccedil;&otilde;es    de preven&ccedil;&atilde;o e controle<sup>3</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O monitoramento da tend&ecirc;ncia das hepatites A e B    possibilitar&aacute; identificar &aacute;reas e grupos de risco, subsidiar estrat&eacute;gias    de vacina&ccedil;&atilde;o de suscet&iacute;veis, migrantes e viajantes e avaliar    impactos de interven&ccedil;&otilde;es relativas ao saneamento b&aacute;sico,    &agrave; qualidade do sangue e das campanhas de preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as    sexualmente transmiss&iacute;veis e do uso de drogas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Interromper a cadeia de transmiss&atilde;o destas infec&ccedil;&otilde;es    poder&aacute; contribuir para evitar o aumento da carga destas doen&ccedil;as:    da hepatite A, impedindo sua ocorr&ecirc;ncia em idade adulta com express&atilde;o    cl&iacute;nica de maior gravidade; da hepatite B, evitando a evolu&ccedil;&atilde;o    silenciosa para casos de cirrose e neoplasia hep&aacute;ticas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Estrategicamente, a um s&oacute; tempo reduzindo    custos e preservando princ&iacute;pios &eacute;ticos, esse SLS pode complementar    as informa&ccedil;&otilde;es da VE, compreender a din&acirc;mica da distribui&ccedil;&atilde;o    das infec&ccedil;&otilde;es por VHA e VHB, promover a sensibiliza&ccedil;&atilde;o    pol&iacute;tica e a mobiliza&ccedil;&atilde;o de financiamentos e subsidiar    o gerenciamento de programas de preven&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Agradecimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Ao Prof. Francisco Esteves pela contribui&ccedil;&atilde;o    na elabora&ccedil;&atilde;o deste estudo, &agrave; Dra. Maura Selvaggi Soares    pela revis&atilde;o do presente artigo e ao Projeto de Avalia&ccedil;&atilde;o    dos Impactos sobre a Sa&uacute;de e a Qualidade de Vida do Programa de Despolui&ccedil;&atilde;o    da Ba&iacute;a da Guanabara/ NESC/UFRJ.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">1. World Health Organization. Prevention and    control of diarrheal diseases. &#91;online&#93;. Geneva: Oct. 1997. Dispon&iacute;vel    na Internet: <a href="http://www.who.ch/programmes/cdr/pub/cdd/cddpub.htm." target="_blank">http://www.who.ch/programmes/cdr/pub/cdd/cddpub.htm.</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">2. Murray CJL, Chen LC. Understanding morbidity change.    In: Murray CJL, Michaud C, Mahapatra P, Acharya A, Shibuya K, Lozano R. et al.    Designing and implementing a national burden of disease study. Boston: Burden    of Disease Unit Harvard Center for Population and Developments Studies; 1992.    p.50-72.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">3. Gaze R. Hepatites virais: alfabeto submerso    &#91;disserta&ccedil;&atilde;o&#93; Rio de Janeiro (RJ): UFRJ; 1999.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">4. Centers for Diseases Control and Prevention. Guidelines    for evaluating surveillance systems. MMWR 1988; 37(55) : 1-18.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">5. Havens Jr. WP. Viral hepatitis. Medical Clinics of    North America 1970; 54(2) : 455-466.</font><p><font size="2" face="verdana">6. Centers for Diseases Control and Prevention.    Viral hepatitis. &#91;online&#93. Atlanta: 2000. &#91;capturado 23 02 2000&#93;.    Dispon&iacute;vel na Internet: <a href="http://www.cdc.gov/ncidod/diseases/hepatitis" target="_blank">http://    www.cdc.gov/ncidod/diseases/hepatitis.</a></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">7. Ferreira CT, Silva GL, Barros FC, Lima JP. Soroepidemiologia    da hepatite A em dois grupos populacionais economicamente distintos de Porto    Alegre. Gastroenterologia Endoscopia Digestiva 1996; 15(3) : 85-90.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">8. Centers for Diseases Control and Prevention.    Epidemiology and prevention of viral hepatitis A to E:: an Overview. &#91;online&#93;.    Atlanta: 1997.&#91;capturado 12 12 97&#93;. Dispon&iacute;vel na internete: <a href="http://www.cdc.gov/ncidod/diseases/hepatitis/hepatitis.htm%20" target="_blank">http://    www.cdc.gov/ncidod/diseases/ hepatitis/hepatitis htm</a>.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">9. Kilpatrick ME, Escamilla J. Hepatitis A in Peru: the    role of children. American Journal of Epidemiology 1986; 124(1) : 111-113.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">10. Lemon SM. Inactivated hepatitis A virus vaccines.    Hepatology 1992; 15(6) : 1194-1197. &#91;Editorial&#93;.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">11. Centers for Diseases Control and Prevention.    Viral hepatitis surveillance program. Report n. 56. &#91;online&#93;. Atlanta: 1996.    Dispon&iacute;vel na Internet: <a href="http://www.cdc.gov/ncidod/diseases/hepatitis/h96surve.htm" target="_blank">http://www.cdc.gov/ncidod/diseases/    hepatitis/h96surve.htm</a>.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">12. Lyra LGC. Hepatites a V&iacute;rus A, B, C, D e E.    In: Dani R, Castro LP. Gastroenterologia cl&iacute;nica. 3. ed. Rio de Janeiro:    Guanabara Koogan; 1993. p.1251-1287.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">13. World Health Organization. Expanded programme on immunization:    hepatitis B vaccine - making global progress. Geneva: Oct. 1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">14. Murray CJL, Lopez AD. Estimating causes of death:    new methods and global and regional applications for 1990. In: Murray CJL, Lopez    AD. The Global Burden of Disease: A comprehensive assessment of mortality and    disability from diseases, injuries, and risk factors in 1990 and project to    2020. Boston: WHO; 1996. p.118-200.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">15. Moraes DM, Castillo EAS. An&aacute;lise epidemiol&oacute;gica    das hepatites virais no Brasil, no per&iacute;odo de 1993 - 1996. In: Livro    de Resumos do IV Congresso Brasileiro de Epidemiologia; 1998. Rio de Janeiro;    1998. p.238.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">16. Hu DJ, Kane MA, Heymann DL. Transmission of HIV, hepatitis    B virus, and other bloodborne pathogens in health care settings: a review of    risk factors and guidelines for prevention. Bulletin of the World Health Organization    1991; 69(5) : 623-630.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">17. Murray CJL, Lopez AD. Alternative visions of the future:    projecting mortality and disability, 1990-2020. In: Murray CJL, Lopez AD. The    global burden of disease: a comprehensive assessment of mortality and disability    from diseases, injuries, and risk factors in 1990 and project to 2020. Boston:    WHO. Harvard School of Public Health. World Bank., 1996. p.325-395.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">18. Teixeira MG, Penna GO, Risi JB, Penna ML, Alvim MF,    Moraes JC, Luna E. Sele&ccedil;&atilde;o das doen&ccedil;as de notifica&ccedil;&atilde;o    compuls&oacute;ria: crit&eacute;rios e recomenda&ccedil;&otilde;es para as tr&ecirc;s    esferas de governo. Informe Epidemiol&oacute;gico do SUS 1998; VII(1) : 7-28.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">19. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Portaria n. 1100,    de 24 de maio de 1996. Estabelece a Lista Nacional de Doen&ccedil;as de Notifica&ccedil;&atilde;o    Compuls&oacute;ria. Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o, Bras&iacute;lia,    v.84, n.101, p.9133, 27 maio 1996. Se&ccedil;&atilde;o I, pt.1.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">20. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Portaria    n. 4052, de 23 de dezembro de 1998. Estabelecea Lista Nacional de Doen&ccedil;as    de Notifica&ccedil;&atilde;o Compuls&oacute;ria. Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o,    Bras&iacute;lia, v.86, n.247-E, p.19, 24 dez. 1998. Se&ccedil;&atilde;o I, pt.1.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">21. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Portaria n. 1461,    de 22 de dezembro de 1999. Estabelece a Lista Nacional de Doen&ccedil;as de    Notifica&ccedil;&atilde;o Compuls&oacute;ria. Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o,    Bras&iacute;lia, v.87, n.245-E, p.34, 23 dez. 1999. Se&ccedil;&atilde;o I, pt.3.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">22. Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de.    Boletim Epidemiol&oacute;gico 1996 out.; 1(10) : 2. &#91;Editorial&#93;.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">23. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Informa&ccedil;&otilde;es    de sa&uacute;de: popula&ccedil;&atilde;o residente estimada pelo IBGE. &#91;online&#93;.    &#91;citado em nov. 1997&#93;. Dispon&iacute;vel na Internet: <a href="http://www.datasus.gov.br" target="_blank">http://www.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?ibge/popbr.def</a>.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">24. Alter MJ, Mares A, Hadler SC, Maynard J F. The effect    of underreporting on the apparent incidence and epidemiology of acute viral    hepatitis. American Journal of Epidemiology 1987; 125 : 1339.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">25. Yoshida CFT. Centro de refer&ecirc;ncia nacional    para hepatites virais da FIOCRUZ. 1999. &#91;Comunica&ccedil;&atilde;o pessoal&#93;</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">26. Borges DR. Considera&ccedil;&otilde;es num&eacute;ricas    sobre os resumos submetidos ao XIII Congresso Brasileiro de Hepatologia. Gastroenterologia    Endoscopia Digestiva 1995; 14(4) : XIV. &#91;Editorial&#93;</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">27. Vogt RD, Larue D, Klaucke DN, Jillson DA. Comparison    of an active and passive surveillance system of primary care providers for hepatitis,    Measles, Rubella, and Salmonellosis in Vermont. American Journal of Public Health    1983; 73 : 795-797.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">28. Levy BS, Mature J &amp; Washburn JW. Intensive    hepatitis surveillance in Minnesota: methods and results. American Journal of    Epidemiology 1977; 105(2) : 127-134.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">29. Andrade ALSS, Martelli CMT, Pinheiro ED,    Santana CL, Borges FP &amp; Zicker F. Rastreamento sorol&oacute;gico para doen&ccedil;as    infecciosas em banco de sangue como indicador de morbidade populacional. Revista    de Sa&uacute;de P&uacute;blica 1989; 23(1) : 20-25.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">30. Ginuino CF. Sistema de informa&ccedil;&atilde;o    para hepatites virais: como se desenha o fluxo da informa&ccedil;&atilde;o sobre    hepatites no estado e no munic&iacute;pio do Rio de Janeiro &#91;Monografia de Curso    de Especializa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de P&uacute;blica&#93;. Rio de Janeiro:    Escola Nacional de Sa&uacute;de P&uacute;blica/ FIOCRUZ/MS; 1997.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">31. Waldman EA. Vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica    como pr&aacute;tica de sa&uacute;de p&uacute;blica &#91;Tese de Doutoramento&#93;. S&atilde;o    Paulo: Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica/USP; 1991.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">32. Petersen LR, Calonge NB, Chamberland ME, Engel RH,    Herring NC. Methods of surveillance for HIV infection in primary care outpatients    in the United States. Public Health Reports 1990; 105(2) : 158-162.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">33. St.Louis ME, Raugh KJ, Petersen LR, Anderson JE, Schable    CA, Dondero TJ and The Hospital Surveillance Group. Seroprevalence rates of    human Immunodeficiency virus infection at sentinel hospitals in the United States.    New England Journal of Medicine 1990; 323(4) : 213-218.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">34. Alary M, Joly Jr., Parent R, Fauvel M, Dionne M. Sentinel    hospital surveillance of HIV infection in Quebec. Canadian Medical Assocation    Journal 1994; 151(7) : 975-981.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">35. Martelli CMT, Andrade ALSS, Cardoso DDP,    Almeida E , Silva S, Zicker F. Considera&ccedil;&otilde;es metodol&oacute;gicas    na interpreta&ccedil;&atilde;o do rastreamento sorol&oacute;gico da hepatite    B em doadores de sangue. Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica 1991; 25(1)    : 11-16.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">36. Szmuness W, Dienstag JL, Purcell RH, Harley EJ, Stevens    CE, Wong DC, Ikram H, Barshany S, Beasley RP, Desmyter J &amp; Gaon J&Aacute;.    The prevalence of antibody to hepatitis A antigen in various parts of the world:    a pilot study. American Journal of Epidemiology 1977; 106(5) : 392- 398.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">37. Hadler SC, Fay OH, Pinheiro F, Maynard JE. La hepatitis    en las Am&eacute;ricas: informe del grupo colaborador de la OPS. Boletin de    la Oficina Sanitaria Panamericana 1987; 103(3) : 185-209.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">38. Murphy EL, Brysman S, Williams AE, Co-Chien H, Schreiber    GB, Ownby HE, Gilcher RO, Kleinman SH, Matijas L, Thompson RA, Enmo GJ. Demographic    determinants of hepatitis C virus seroprevalence among blood donors. Journal    of The American Medical Association 1996; 275(13) : 995-1000.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">39. Dubois F, Desenclos JC, Mariotte N, Goudeau A. Hepatitis    C in a French population-based survey, 1994: seroprevalence, frequency of viremia,    genotype distribution, and risk factors. Hepatology 1997; 25(6) : 1490-1496.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">40. Pappaioanou M, Dondero TJJr, Petersen LR, Onorato    IM, Sanchez CD, Curran JW. The family of HIV seroprevalence surveys: objectives,    methods, and uses of sentinel surveillance for HIV in the United States. Public    Health Reports 1990; 105(2) : 113-119.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">41. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Coordena&ccedil;&atilde;o    Nacional de DST/AIDS. Estudos de preval&ecirc;ncia do HIV. &#91;online&#93;    Bras&iacute;lia: 1999. &#91;citado em mar. 1999&#93;. Dispon&iacute;vel na Internet:    <a href="http://www.aids.gov.br/uvad/compila.htm" target="_blank">http://www.    aids.gov.br/uvad/compila.htm</a>.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">42. Onorato IM, Gwinn M, Dondero TJJR. Applications of    data from the CDC family of surveys. Public Health Reports 1994; 109(2) : 204-211.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">43. Sherlock CH, Strathdee SA, Le T, Sutherland    D, O'shaughnessy MV, Schechter MT. Use of pooling and outpatient laboratory    specimens in an anonymous seroprevalence survey of HIV infection in British    Columbia, Canada. AIDS 1995; 9(8) : 945-950.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">44. Weinstein P, Worswick D, Macintyre A, Cameron S. Human    sentinels for arbovirus surveillance and regional risk classification in South    Australia. Medical Journal of Australian 1994; 160(8) : 494-499.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">45. Pereira MG. Vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica.    In: Pereira MG. Epidemiologia: teoria e pr&aacute;tica. Rio de Janeiro: Guanabara    Koogan; 1995. p.449-482.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">46. Samaja J. Muestras y representatividad en vigilancia    epidemiologica mediante sitios centinelas. Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica    1996; 12(3) : 309-319.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">47. St. Louis ME, Olivo N, Critchley S, Rauch KJ, White    CR, Munn VP, Dondero TJ. Methods of surveillance for HIV infection at US sentinel    hospitals. Public Health Reports 1990; 105(2) : 140-146.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">48. Villarejos VM, Serra JC, Anderson- Vison&aacute; K,    Mosley JW. Hepatitis A virus infection in households. American Journal of Epidemiology    1982; 115(4) : 577-586.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">49. Valleron AJ, Bouvet E, Garnerin P, M&eacute;nar&egrave;s    J, Heard I, Letrait S, Lefaucheux J. A computer network for the surveillance    of communicable diseases: the French experiment. American Journal of Public    Health 1986; 76(11) : 1289-1292.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">50. Centers for Diseases Control and Prevention.    Trends based on reporting to the national notifiable diseases surveillance system.    &#91;online]. Atlanta: 1993. &#91;citado em Apr. 1996&#93;. Report n. 56. Dispon&iacute;vel    na Internet: <a href="http://www.cdc.gov/ncidod/diseases/hepatitis/h96trend.htm" target="_blank">http://www.cdc.gov/ncidod/diseases/hepatitis/h96trend.htm</a>.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">51. Velden K. The european influenza surveillance    scheme. &#91;online]. Paris: Netherlands Institute of Primary Health Care, 1999.    Dispon&iacute;vel na Internet: <a href="http://www.eiss.org." target="_blank">http://www.eiss.org.</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">52. Yoshida CFT, Nogueira MMR, Mercadante LAC, Pinh&atilde;o    AT, Schatzmayr HG. Seroepidemiological survey of hepatitis A and B, cytomegalovirus    and herpes simplex type 2 in prime blood donors from Rio de Janeiro, Brazil.    Revista de Microbiologia 1987; 18(1) : 5-11.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">53. Miranda LVG, Passos ADC, Figueiredo JFC, Gaspar AMC,    Yoshida CF. Preval&ecirc;ncia de anticorpos contra hepatite A em popula&ccedil;&atilde;o    submetida &agrave; coleta de sangue em unidades de sa&uacute;de. In: Livro de    Resumos do IV Congresso Brasileiro de Epidemiologia. Rio de Janeiro 1998. p.235.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">54. Freeman J, Hutchison GB. Prevalence, incidence and    duration. American Journal of Epidemiology 1980; 112(5) : 707-723.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">55. Wharton M, Ching PL. Surveillance indicators.&#91;online&#93;.    Atlanta: 1998. Dispon&iacute;vel na Internet:<a href="http://www.cdc.gov/nip/manual/survindi/survindi/htm" target="_blank">    http://www. cdc.gov/nip/manual/survindi/ survindi/htm</a>.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">56. Doll R. Conversando com Richard Doll. In: IV Congresso    Brasileiro de Epidemiologia; 1998; Rio de Janeiro. Rio de Janeiro; 1998. directed    testing in a Newark, NJ, Hospital. Archives of Internal Medicine 1991; 151 :    965-968.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">58. Gaze R, Carvalho DM, Berro O, Bravim Y, Ginuino CF,    Servino VRR. Soropreval&ecirc;ncia do anti-HAV em Maca&eacute;. Gastroenterologia    Endoscopia Digestiva 1999; 18(sl.1) : s32.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">59. Gaze R, Carvalho DM, Yoshida CFT, Servino VRR. Soropreval&ecirc;ncia    do anti-HBc total em dois grupos s&oacute;cioecon&ocirc;micos distintos. Gastroenterologia    Endoscopia Digestiva 1999; 18(sl.1) : s32.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">60. Almeida LM, Luiz RR, Coeli CM, Coletty PE, Santos    NM, Santos MLF, Guimar&atilde;es AAM, Neto RSA, Massad E, Struchiner CJ. Soropreval&ecirc;ncia    da hepatite A: um poss&iacute;vel par&acirc;metro para mensura&ccedil;&atilde;o    de efeitos de interven&ccedil;&otilde;es ambientais sobre a sa&uacute;de. In:    Heller L, Moraes LRS, Monteiro TCN, Salles MJ, Almeida LM, C&acirc;ncio J. Saneamento    e Sa&uacute;de nos Pa&iacute;ses em Desenvolvimento. Rio de Janeiro: CC&amp;P    Editores Ltda, 1997. p.324-348.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">61. Gil A, Gonz&aacute;lez A, Dal-R&eacute; R,    Ortega P, Dominguez V, Astasio P, Aguilar L. Detection of antibodies against    hepatitis A in blood spots dried on filter paper. Is this a reliable method    for epidemiological studies? Epidemiology and Infection 1997; 118(2) : 189-191.    &#91;    Abstract&#93;</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">62. Zoulek G, B&uuml;rger P &amp; Deinhardt F.    Markers of hepatitis viruses A and B: direct comparison between whole serum    and blood spotted on filter-paper. Bulletin of the World Health Organization    1985; 63(5) : 935-939.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">63. Souto FJD, Fontes CJF, Oliveira JM, Gaspar AMC, Lyra    LGC. Confiabilidade de teste ELISA de produ&ccedil;&atilde;o nacional para a    pesquisa do anticorpo contra o ant&iacute;geno central da Hepatite B (anti-HBc).    Gastroenterologia Endoscopia Digestiva 1995; 14(4) : 137.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">64. Abuzwaida ARN, Sidoni M, Yoshida CFT, Schatzmayr HG.    Seroepidemiology of hepatitis A and B in two urban communities of Rio de Janeiro,    Brazil. Revista do Instituto de Medicina Tropical de S&atilde;o Paulo 1987;    29 : 219-223.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">65. Vasconcelos HCCF, Yoshida CFT, Vanderborght BOM, Schatzmayr    HG. Hepatitis B and C prevalences among blood donors in south region of Brazil.    Mem&oacute;rias do Instituto Oswaldo Cruz 1994; 89(4) : 503-507.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">66. Passos ADC, Gomes UA, Figueiredo JFC, Nascimento    MMP, Oliveira JM , GasparA MC , Yoshida CFT. Preval&ecirc;ncia de marcadores    sorol&oacute;gicos de hepatite B numa pequena comunidade rural do Estado de    S&atilde;o Paulo, Brasil. Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica 1992; 26(2):119-124.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">67. FischmannA. Vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica.    In: Rouquayrol, MZ. Epidemiologia &amp; Sa&uacute;de. 4. ed. Rio de Janeiro:    MEDSI; 1993. p.421-441.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">68. Wakimoto MD, Marzochi KBF, Hartz ZMA. Avalia&ccedil;&atilde;o    do sistema de vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica no munic&iacute;pio do    Rio de Janeiro. In: Livro de Resumos do IV Congresso Brasileiro de Epidemiologia;    1998; Rio de Janeiro. Rio de Janeiro; 1998. p.257.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><a name="endereco" id="endereco"></a><a href="#topo"><img src="../img/revistas/iesus/v9n1/seta.gif" border="0"></a><b>Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia:    <br>   </b></font><font size="2" face="verdana">Rua Teodoro da Silva, 751 - Apto 504      - Bloco 02     <br>   Vila Isabel, Rio de Janeiro/RJ    <br>   CEP: 20.560-000    <br>   E-mail:<a href="mailto:zanza@rio.com.br">zanza@rio.com.br</a></font></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>World Health Organization</collab>
<source><![CDATA[Prevention and control of diarrheal diseases]]></source>
<year>1997</year>
<publisher-loc><![CDATA[Geneva ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Oct]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Murray]]></surname>
<given-names><![CDATA[CJL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chen]]></surname>
<given-names><![CDATA[LC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Understanding morbidity change]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Murray]]></surname>
<given-names><![CDATA[CJL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Michaud]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mahapatra]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Acharya]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shibuya]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lozano]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Designing and implementing a national burden of disease study]]></source>
<year>1992</year>
<page-range>50-72</page-range><publisher-loc><![CDATA[Boston ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Burden of Disease Unit Harvard Center for Population and Developments Studies]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gaze]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Hepatites virais: alfabeto submerso]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<collab>Centers for Diseases Control and Prevention</collab>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Guidelines for evaluating surveillance systems]]></article-title>
<source><![CDATA[MMWR]]></source>
<year>1988</year>
<volume>37</volume>
<numero>55</numero>
<issue>55</issue>
<page-range>1-18</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Havens Jr]]></surname>
<given-names><![CDATA[WP]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Viral hepatitis]]></article-title>
<source><![CDATA[Medical Clinics of North America]]></source>
<year>1970</year>
<volume>54</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>455-466</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Centers for Diseases Control and Prevention</collab>
<source><![CDATA[Viral hepatitis]]></source>
<year>2000</year>
<publisher-loc><![CDATA[Atlanta ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[CT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[GL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barros]]></surname>
<given-names><![CDATA[FC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lima]]></surname>
<given-names><![CDATA[JP]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Soroepidemiologia da hepatite A em dois grupos populacionais economicamente distintos de Porto Alegre]]></article-title>
<source><![CDATA[Gastroenterologia Endoscopia Digestiva]]></source>
<year>1996</year>
<volume>15</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>85-90</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Centers for Diseases Control and Prevention</collab>
<source><![CDATA[Epidemiology and prevention of viral hepatitis A to E: an Overview]]></source>
<year>1997</year>
<publisher-loc><![CDATA[Atlanta ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kilpatrick]]></surname>
<given-names><![CDATA[ME]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Escamilla]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Hepatitis A in Peru: the role of children]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Epidemiology]]></source>
<year>1986</year>
<volume>124</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>111-113</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lemon]]></surname>
<given-names><![CDATA[SM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Inactivated hepatitis A virus vaccines]]></article-title>
<source><![CDATA[Hepatology]]></source>
<year>1992</year>
<volume>15</volume>
<page-range>1194-1197</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Centers for Diseases Control and Prevention</collab>
<source><![CDATA[Viral hepatitis surveillance program: Report n. 56]]></source>
<year>1996</year>
<publisher-loc><![CDATA[Atlanta ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lyra]]></surname>
<given-names><![CDATA[LGC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Hepatites a Vírus A, B, C, D e E]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Dani]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Castro]]></surname>
<given-names><![CDATA[LP]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Gastroenterologia clínica]]></source>
<year>1993</year>
<edition>3</edition>
<page-range>1251-1287</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Guanabara Koogan]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>World Health Organization</collab>
<source><![CDATA[Expanded programme on immunization: hepatitis B vaccine - making global progress]]></source>
<year>1996</year>
<publisher-loc><![CDATA[Geneva ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Oct]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Murray]]></surname>
<given-names><![CDATA[CJL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lopez]]></surname>
<given-names><![CDATA[AD]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Estimating causes of death: new methods and global and regional applications for 1990]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Murray]]></surname>
<given-names><![CDATA[CJL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lopez]]></surname>
<given-names><![CDATA[AD]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The Global Burden of Disease: A comprehensive assessment of mortality and disability from diseases, injuries, and risk factors in 1990 and project to 2020]]></source>
<year>1996</year>
<page-range>118-200</page-range><publisher-loc><![CDATA[Boston ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[WHO]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moraes]]></surname>
<given-names><![CDATA[DM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Castillo]]></surname>
<given-names><![CDATA[EAS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise epidemiológica das hepatites virais no Brasil, no período de 1993 - 1996]]></article-title>
<source><![CDATA[Livro de Resumos do IV Congresso Brasileiro de Epidemiologia]]></source>
<year>1998</year>
<month>19</month>
<day>98</day>
<page-range>238</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<label>16</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hu]]></surname>
<given-names><![CDATA[DJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kane]]></surname>
<given-names><![CDATA[MA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Heymann]]></surname>
<given-names><![CDATA[DL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Transmission of HIV, hepatitis B virus, and other bloodborne pathogens in health care settings: a review of risk factors and guidelines for prevention]]></article-title>
<source><![CDATA[Bulletin of the World Health Organization]]></source>
<year>1991</year>
<volume>69</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>623-630</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<label>17</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Murray]]></surname>
<given-names><![CDATA[CJL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lopez]]></surname>
<given-names><![CDATA[AD]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Alternative visions of the future: projecting mortality and disability, 1990-2020]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Murray]]></surname>
<given-names><![CDATA[CJL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lopez]]></surname>
<given-names><![CDATA[AD]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The global burden of disease: a comprehensive assessment of mortality and disability from diseases, injuries, and risk factors in 1990 and project to 2020]]></source>
<year>1996</year>
<page-range>325-395</page-range><publisher-loc><![CDATA[Boston ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[WHO. Harvard School of Public Health. World Bank]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<label>18</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Teixeira]]></surname>
<given-names><![CDATA[MG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Penna]]></surname>
<given-names><![CDATA[GO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Risi]]></surname>
<given-names><![CDATA[JB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Penna]]></surname>
<given-names><![CDATA[ML]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Alvim]]></surname>
<given-names><![CDATA[MF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moraes]]></surname>
<given-names><![CDATA[JC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Luna]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Seleção das doenças de notificação compulsória: critérios e recomendações para as três esferas de governo]]></article-title>
<source><![CDATA[Informe Epidemiológico do SUS]]></source>
<year>1998</year>
<volume>VII</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>7-28</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<label>19</label><nlm-citation citation-type="journal">
<collab>Ministério da Saúde</collab>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Portaria n. 1100, de 24 de maio de 1996: Estabelece a Lista Nacional de Doenças de Notificação Compulsória]]></article-title>
<source><![CDATA[Diário Oficial da União]]></source>
<year>27 m</year>
<month>ai</month>
<day>o </day>
<volume>84</volume>
<numero>101</numero>
<issue>101</issue>
<page-range>9133</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<label>20</label><nlm-citation citation-type="journal">
<collab>Ministério da Saúde</collab>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Portaria n. 4052, de 23 de dezembro de 1998: Estabelecea Lista Nacional de Doenças de Notificação Compulsória]]></article-title>
<source><![CDATA[Diário Oficial da União]]></source>
<year>24 d</year>
<month>ez</month>
<day>. </day>
<volume>86</volume>
<numero>247</numero>
<issue>247</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<label>21</label><nlm-citation citation-type="journal">
<collab>Ministério da Saúde</collab>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Portaria n. 1461, de 22 de dezembro de 1999: Estabelece a Lista Nacional de Doenças de Notificação Compulsória]]></article-title>
<source><![CDATA[Diário Oficial da União]]></source>
<year>23 d</year>
<month>ez</month>
<day>. </day>
<volume>87</volume>
<numero>245</numero>
<issue>245</issue>
<page-range>34</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<label>22</label><nlm-citation citation-type="journal">
<collab>Fundação Nacional de Saúde</collab>
<source><![CDATA[Boletim Epidemiológico]]></source>
<year>1996</year>
<volume>1</volume>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<label>23</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Ministério da Saúde</collab>
<source><![CDATA[Informações de saúde: população residente estimada pelo IBGE]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<label>24</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alter]]></surname>
<given-names><![CDATA[MJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mares]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hadler]]></surname>
<given-names><![CDATA[SC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Maynard]]></surname>
<given-names><![CDATA[J F]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effect of underreporting on the apparent incidence and epidemiology of acute viral hepatitis]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Epidemiology]]></source>
<year>1987</year>
<volume>125</volume>
<page-range>1339</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<label>25</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Yoshida]]></surname>
<given-names><![CDATA[CFT]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Centro de referência nacional para hepatites virais da FIOCRUZ]]></source>
<year>1999</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<label>26</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Borges]]></surname>
<given-names><![CDATA[DR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Considerações numéricas sobre os resumos submetidos ao XIII Congresso Brasileiro de Hepatologia]]></article-title>
<source><![CDATA[Gastroenterologia Endoscopia Digestiva]]></source>
<year>1995</year>
<volume>14</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<label>27</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vogt]]></surname>
<given-names><![CDATA[RD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Larue]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Klaucke]]></surname>
<given-names><![CDATA[DN]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jillson]]></surname>
<given-names><![CDATA[DA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Comparison of an active and passive surveillance system of primary care providers for hepatitis, Measles, Rubella, and Salmonellosis in Vermont]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Public Health]]></source>
<year>1983</year>
<volume>73</volume>
<page-range>795-797</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<label>28</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Levy]]></surname>
<given-names><![CDATA[BS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mature]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Washburn]]></surname>
<given-names><![CDATA[JW]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Intensive hepatitis surveillance in Minnesota: methods and results]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Epidemiology]]></source>
<year>1977</year>
<volume>105</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>127-134</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<label>29</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Andrade]]></surname>
<given-names><![CDATA[ALSS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martelli]]></surname>
<given-names><![CDATA[CMT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinheiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[ED]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santana]]></surname>
<given-names><![CDATA[CL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Borges]]></surname>
<given-names><![CDATA[FP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zicker]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Rastreamento sorológico para doenças infecciosas em banco de sangue como indicador de morbidade populacional]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Saúde Pública]]></source>
<year>1989</year>
<volume>23</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>20-25</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<label>30</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ginuino]]></surname>
<given-names><![CDATA[CF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Sistema de informação para hepatites virais: como se desenha o fluxo da informação sobre hepatites no estado e no município do Rio de Janeiro]]></source>
<year>1997</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Escola Nacional de Saúde Pública/ FIOCRUZ/MS]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<label>31</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Waldman]]></surname>
<given-names><![CDATA[EA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Vigilância epidemiológica como prática de saúde pública]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<label>32</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Petersen]]></surname>
<given-names><![CDATA[LR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Calonge]]></surname>
<given-names><![CDATA[NB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chamberland]]></surname>
<given-names><![CDATA[ME]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Engel]]></surname>
<given-names><![CDATA[RH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Herring]]></surname>
<given-names><![CDATA[NC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Methods of surveillance for HIV infection in primary care outpatients in the United States]]></article-title>
<source><![CDATA[Public Health Reports]]></source>
<year>1990</year>
<volume>105</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>158-162</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<label>33</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[St.Louis]]></surname>
<given-names><![CDATA[ME]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Raugh]]></surname>
<given-names><![CDATA[KJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Petersen]]></surname>
<given-names><![CDATA[LR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Anderson]]></surname>
<given-names><![CDATA[JE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schable]]></surname>
<given-names><![CDATA[CA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dondero]]></surname>
<given-names><![CDATA[TJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[and The Hospital Surveillance Group: Seroprevalence rates of human Immunodeficiency virus infection at sentinel hospitals in the United States]]></article-title>
<source><![CDATA[New England Journal of Medicine]]></source>
<year>1990</year>
<volume>323</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>213-218</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<label>34</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alary]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jr]]></surname>
<given-names><![CDATA[Joly]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parent]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fauvel]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dionne]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sentinel hospital surveillance of HIV infection in Quebec]]></article-title>
<source><![CDATA[Canadian Medical Assocation Journal]]></source>
<year>1994</year>
<volume>151</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>975-981</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<label>35</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martelli]]></surname>
<given-names><![CDATA[CMT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Andrade]]></surname>
<given-names><![CDATA[ALSS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cardoso]]></surname>
<given-names><![CDATA[DDP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zicker]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Considerações metodológicas na interpretação do rastreamento sorológico da hepatite B em doadores de sangue]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Saúde Pública]]></source>
<year>1991</year>
<volume>25</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>11-16</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<label>36</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Szmuness]]></surname>
<given-names><![CDATA[W]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dienstag]]></surname>
<given-names><![CDATA[JL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Purcell]]></surname>
<given-names><![CDATA[RH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Harley]]></surname>
<given-names><![CDATA[EJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stevens]]></surname>
<given-names><![CDATA[CE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wong]]></surname>
<given-names><![CDATA[DC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ikram]]></surname>
<given-names><![CDATA[H]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barshany]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Beasley]]></surname>
<given-names><![CDATA[RP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Desmyter]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gaon]]></surname>
<given-names><![CDATA[JÁ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The prevalence of antibody to hepatitis A antigen in various parts of the world: a pilot study]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Epidemiology]]></source>
<year>1977</year>
<volume>106</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>392- 398</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<label>37</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hadler]]></surname>
<given-names><![CDATA[SC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fay]]></surname>
<given-names><![CDATA[OH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinheiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Maynard]]></surname>
<given-names><![CDATA[JE]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[La hepatitis en las Américas: informe del grupo colaborador de la OPS]]></article-title>
<source><![CDATA[Boletin de la Oficina Sanitaria Panamericana]]></source>
<year>1987</year>
<volume>103</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>185-209</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<label>38</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Murphy]]></surname>
<given-names><![CDATA[EL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brysman]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Williams]]></surname>
<given-names><![CDATA[AE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Co-Chien]]></surname>
<given-names><![CDATA[H]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schreiber]]></surname>
<given-names><![CDATA[GB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ownby]]></surname>
<given-names><![CDATA[HE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gilcher]]></surname>
<given-names><![CDATA[RO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kleinman]]></surname>
<given-names><![CDATA[SH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matijas]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Thompson]]></surname>
<given-names><![CDATA[RA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Enmo]]></surname>
<given-names><![CDATA[GJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Demographic determinants of hepatitis C virus seroprevalence among blood donors]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of The American Medical Association]]></source>
<year>1996</year>
<volume>275</volume>
<numero>13</numero>
<issue>13</issue>
<page-range>995-1000</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<label>39</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dubois]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Desenclos]]></surname>
<given-names><![CDATA[JC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mariotte]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Goudeau]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Hepatitis C in a French population-based survey, 1994: seroprevalence, frequency of viremia, genotype distribution, and risk factors]]></article-title>
<source><![CDATA[Hepatology]]></source>
<year>1997</year>
<volume>25</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1490-1496</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<label>40</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pappaioanou]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dondero]]></surname>
<given-names><![CDATA[TJJr]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Petersen]]></surname>
<given-names><![CDATA[LR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Onorato]]></surname>
<given-names><![CDATA[IM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sanchez]]></surname>
<given-names><![CDATA[CD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Curran]]></surname>
<given-names><![CDATA[JW]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The family of HIV seroprevalence surveys: objectives, methods, and uses of sentinel surveillance for HIV in the United States]]></article-title>
<source><![CDATA[Public Health Reports]]></source>
<year>1990</year>
<volume>105</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>113-119</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<label>41</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Ministério da Saúde^dCoordenação Nacional de DST/AIDS</collab>
<source><![CDATA[Estudos de prevalência do HIV]]></source>
<year>1999</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<label>42</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Onorato]]></surname>
<given-names><![CDATA[IM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gwinn]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dondero]]></surname>
<given-names><![CDATA[TJJR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Applications of data from the CDC family of surveys]]></article-title>
<source><![CDATA[Public Health Reports]]></source>
<year>1994</year>
<volume>109</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>204-211</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<label>43</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sherlock]]></surname>
<given-names><![CDATA[CH]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Strathdee]]></surname>
<given-names><![CDATA[SA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Le]]></surname>
<given-names><![CDATA[T]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sutherland]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[O'shaughnessy]]></surname>
<given-names><![CDATA[MV]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schechter]]></surname>
<given-names><![CDATA[MT]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Use of pooling and outpatient laboratory specimens in an anonymous seroprevalence survey of HIV infection in British Columbia, Canada]]></article-title>
<source><![CDATA[AIDS]]></source>
<year>1995</year>
<volume>9</volume>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
<page-range>945-950</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<label>44</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Weinstein]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Worswick]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Macintyre]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cameron]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Human sentinels for arbovirus surveillance and regional risk classification in South Australia]]></article-title>
<source><![CDATA[Medical Journal of Australian]]></source>
<year>1994</year>
<volume>160</volume>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
<page-range>494-499</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<label>45</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[MG]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Vigilância epidemiológica]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[MG]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Epidemiologia: teoria e prática]]></source>
<year>1995</year>
<page-range>449-482</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Guanabara Koogan]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<label>46</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Samaja]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Muestras y representatividad en vigilancia epidemiologica mediante sitios centinelas]]></article-title>
<source><![CDATA[Cadernos de Saúde Pública]]></source>
<year>1996</year>
<volume>12</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>309-319</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<label>47</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[St. Louis]]></surname>
<given-names><![CDATA[ME]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Olivo]]></surname>
<given-names><![CDATA[N]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Critchley]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rauch]]></surname>
<given-names><![CDATA[KJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[White]]></surname>
<given-names><![CDATA[CR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Munn]]></surname>
<given-names><![CDATA[VP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dondero]]></surname>
<given-names><![CDATA[TJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Methods of surveillance for HIV infection at US sentinel hospitals]]></article-title>
<source><![CDATA[Public Health Reports]]></source>
<year>1990</year>
<volume>105</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>140-146</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B48">
<label>48</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Villarejos]]></surname>
<given-names><![CDATA[VM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Serra]]></surname>
<given-names><![CDATA[JC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Anderson- Visoná]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mosley]]></surname>
<given-names><![CDATA[JW]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Hepatitis A virus infection in households]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Epidemiology]]></source>
<year>1982</year>
<volume>115</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>577-586</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B49">
<label>49</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Valleron]]></surname>
<given-names><![CDATA[AJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bouvet]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garnerin]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ménarès]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Heard]]></surname>
<given-names><![CDATA[I]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Letrait]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lefaucheux]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A computer network for the surveillance of communicable diseases: the French experiment]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Public Health]]></source>
<year>1986</year>
<volume>76</volume>
<numero>11</numero>
<issue>11</issue>
<page-range>1289-1292</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B50">
<label>50</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Centers for Diseases Control and Prevention</collab>
<source><![CDATA[Trends based on reporting to the national notifiable diseases surveillance system]]></source>
<year>1993</year>
<publisher-loc><![CDATA[Atlanta ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B51">
<label>51</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Velden]]></surname>
<given-names><![CDATA[K]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The european influenza surveillance scheme]]></source>
<year>1999</year>
<publisher-loc><![CDATA[Paris ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Netherlands Institute of Primary Health Care]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B52">
<label>52</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Yoshida]]></surname>
<given-names><![CDATA[CFT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nogueira]]></surname>
<given-names><![CDATA[MMR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mercadante]]></surname>
<given-names><![CDATA[LAC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pinhão]]></surname>
<given-names><![CDATA[AT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schatzmayr]]></surname>
<given-names><![CDATA[HG]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Seroepidemiological survey of hepatitis A and B, cytomegalovirus and herpes simplex type 2 in prime blood donors from Rio de Janeiro, Brazil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Microbiologia]]></source>
<year>1987</year>
<volume>18</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>5-11</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B53">
<label>53</label><nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Miranda]]></surname>
<given-names><![CDATA[LVG]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Passos]]></surname>
<given-names><![CDATA[ADC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Figueiredo]]></surname>
<given-names><![CDATA[JFC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gaspar]]></surname>
<given-names><![CDATA[AMC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yoshida]]></surname>
<given-names><![CDATA[CF]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prevalência de anticorpos contra hepatite A em população submetida à coleta de sangue em unidades de saúde]]></article-title>
<source><![CDATA[Livro de Resumos]]></source>
<year></year>
<conf-name><![CDATA[IV235 Congresso Brasileiro de Epidemiologia235]]></conf-name>
<conf-date>1998</conf-date>
<conf-loc>Rio de Janeiro </conf-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B54">
<label>54</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Freeman]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hutchison]]></surname>
<given-names><![CDATA[GB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Prevalence, incidence and duration]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Epidemiology]]></source>
<year>1980</year>
<volume>112</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>707-723</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B55">
<label>55</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wharton]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ching]]></surname>
<given-names><![CDATA[PL]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Surveillance indicators]]></source>
<year>1998</year>
<publisher-loc><![CDATA[Atlanta ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B56">
<label>56</label><nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Doll]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Conversando com Richard Doll]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>1998</year>
<month>19</month>
<day>91</day>
<conf-name><![CDATA[IV Congresso Brasileiro de Epidemiologia]]></conf-name>
<conf-date>1998</conf-date>
<conf-loc>Rio de Janeiro </conf-loc>
<page-range>965-968</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[directed testing in a Newark, NJ, Hospital. Archives of Internal Medicine]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B57">
<label>58</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gaze]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[DM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Berro]]></surname>
<given-names><![CDATA[O]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bravim]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ginuino]]></surname>
<given-names><![CDATA[CF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Servino]]></surname>
<given-names><![CDATA[VRR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Soroprevalência do anti-HAV em Macaé]]></article-title>
<source><![CDATA[Gastroenterologia Endoscopia Digestiva]]></source>
<year>1999</year>
<volume>18</volume>
<numero>^s1</numero>
<issue>^s1</issue>
<supplement>1</supplement>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B58">
<label>59</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gaze]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[DM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yoshida]]></surname>
<given-names><![CDATA[CFT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Servino]]></surname>
<given-names><![CDATA[VRR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Soroprevalência do anti-HBc total em dois grupos sócioeconômicos distintos]]></article-title>
<source><![CDATA[Gastroenterologia Endoscopia Digestiva]]></source>
<year>1999</year>
<volume>18</volume>
<numero>^s1</numero>
<issue>^s1</issue>
<supplement>1</supplement>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B59">
<label>60</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[LM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Luiz]]></surname>
<given-names><![CDATA[RR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coeli]]></surname>
<given-names><![CDATA[CM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coletty]]></surname>
<given-names><![CDATA[PE]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[NM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[MLF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Guimarães]]></surname>
<given-names><![CDATA[AAM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Neto]]></surname>
<given-names><![CDATA[RSA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Massad]]></surname>
<given-names><![CDATA[E]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Struchiner]]></surname>
<given-names><![CDATA[CJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Soroprevalência da hepatite A: um possível parâmetro para mensuração de efeitos de intervenções ambientais sobre a saúde]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Heller]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moraes]]></surname>
<given-names><![CDATA[LRS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Monteiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[TCN]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Salles]]></surname>
<given-names><![CDATA[MJ]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[LM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Câncio]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Saneamento e Saúde nos Países em Desenvolvimento]]></source>
<year>1997</year>
<page-range>324-348</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B60">
<label>61</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gil]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[González]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dal-Ré]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ortega]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dominguez]]></surname>
<given-names><![CDATA[V]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Astasio]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Aguilar]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Detection of antibodies against hepatitis A in blood spots dried on filter paper: Is this a reliable method for epidemiological studies]]></article-title>
<source><![CDATA[Epidemiology and Infection]]></source>
<year>1997</year>
<volume>118</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>189-191</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B61">
<label>62</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zoulek]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bürger]]></surname>
<given-names><![CDATA[P]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Deinhardt]]></surname>
<given-names><![CDATA[F]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Markers of hepatitis viruses A and B: direct comparison between whole serum and blood spotted on filter-paper]]></article-title>
<source><![CDATA[Bulletin of the World Health Organization]]></source>
<year>1985</year>
<volume>63</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>935-939</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B62">
<label>63</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Souto]]></surname>
<given-names><![CDATA[FJD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fontes]]></surname>
<given-names><![CDATA[CJF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[JM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gaspar]]></surname>
<given-names><![CDATA[AMC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lyra]]></surname>
<given-names><![CDATA[LGC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Confiabilidade de teste ELISA de produção nacional para a pesquisa do anticorpo contra o antígeno central da Hepatite B (anti-HBc)]]></article-title>
<source><![CDATA[Gastroenterologia Endoscopia Digestiva]]></source>
<year>1995</year>
<volume>14</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>137</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B63">
<label>64</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Abuzwaida]]></surname>
<given-names><![CDATA[ARN]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sidoni]]></surname>
<given-names><![CDATA[M]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yoshida]]></surname>
<given-names><![CDATA[CFT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schatzmayr]]></surname>
<given-names><![CDATA[HG]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Seroepidemiology of hepatitis A and B in two urban communities of Rio de Janeiro, Brazil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo]]></source>
<year>1987</year>
<volume>29</volume>
<page-range>219-223</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B64">
<label>65</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vasconcelos]]></surname>
<given-names><![CDATA[HCCF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yoshida]]></surname>
<given-names><![CDATA[CFT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vanderborght]]></surname>
<given-names><![CDATA[BOM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schatzmayr]]></surname>
<given-names><![CDATA[HG]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Hepatitis B and C prevalences among blood donors in south region of Brazil]]></article-title>
<source><![CDATA[Memórias do Instituto Oswaldo Cruz]]></source>
<year>1994</year>
<volume>89</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>503-507</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B65">
<label>66</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Passos]]></surname>
<given-names><![CDATA[ADC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[UA]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Figueiredo]]></surname>
<given-names><![CDATA[JFC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nascimento]]></surname>
<given-names><![CDATA[MMP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[JM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gaspar]]></surname>
<given-names><![CDATA[A MC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yoshida]]></surname>
<given-names><![CDATA[CFT]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prevalência de marcadores sorológicos de hepatite B numa pequena comunidade rural do Estado de São Paulo, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Saúde Pública]]></source>
<year>1992</year>
<volume>26</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>119-124</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B66">
<label>67</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fischmann]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Vigilância epidemiológica]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Rouquayro]]></surname>
<given-names><![CDATA[MZ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Epidemiologia & Saúde]]></source>
<year>1993</year>
<edition>4</edition>
<page-range>421-441</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[MEDSI]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B67">
<label>68</label><nlm-citation citation-type="confpro">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wakimoto]]></surname>
<given-names><![CDATA[MD]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marzochi]]></surname>
<given-names><![CDATA[KBF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hartz]]></surname>
<given-names><![CDATA[ZMA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação do sistema de vigilância epidemiológica no município do Rio de Janeiro]]></article-title>
<source><![CDATA[Livro de Resumos]]></source>
<year>1998</year>
<conf-name><![CDATA[IV Congresso Brasileiro de Epidemiologia]]></conf-name>
<conf-date>1998</conf-date>
<conf-loc>Rio de Janeiro </conf-loc>
<page-range>257</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
