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<journal-title><![CDATA[Informe Epidemiológico do Sus]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O Sistema de Informação de Atenção Básica como fonte de dados para os Sistemas de Informações sobre Mortalidade e sobre Nascidos Vivos]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The basic care information system as a data source for the mortality and live birth information systems]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The existence of under enumeration in the Live Birth and Mortality Information Systems of the Brazilian Ministry of Health (SINASC and SIM) is well known. The current enlargement of the Program of Health Community Agents of the Ministry of Health (PACS/MH), which produces data for the Basic Care Information System (SIAB), gives the opportunity to evaluate its contribution in improving, partially or completely, the insufficient coverage of the two Systems: SINASC and SIM. With this objective, the total number of events reported in 1998 by the three systems (SINASC, SIM and SIAB) was compared. It was verified that in 92, 9 and 19 municipalities of the States of Ceará, Sergipe and Tocantins, respectively, the number of live births informed in SIAB was larger than the total collected by SINASC. In relation to death information, SIAB presented a higher number than SIM, in 43 municipalities in the State of Sergipe and 38, in the State of Tocantins. Regarding to deaths under one year of age, the total informed by SIAB was higher than SIM data in 53, 125, and 42 municipalities of the States of Sergipe, Ceará and Tocantins, respectively. A method of comparison of the three systems is proposed based on the notification of vital events. Notification cards would be filled by the community agents and delivered to the Municipalities Health Offices. After duplication verification the cards would be delivered to the State Health Offices, to complete the Mortality and Live Birth Information Systems]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Sistemas de Informação]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p>&nbsp;</p>     <p><a name="topo"></a><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    O Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica    como fonte de dados para os Sistemas de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Mortalidade    e sobre Nascidos Vivos<a href="#endereco">*</a> </font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>The basic care    information system as a data source for the mortality and live birth information    systems</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Maria Helena Prado    de Mello Jorge; Sabina L&eacute;a Davidson Gotlieb</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Faculdade de Sa&uacute;de    P&uacute;blica da Universidade de S&atilde;o Paulo</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> No Brasil, a subenumera&ccedil;&atilde;o    dos dados dos Sistemas de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Nascidos Vivos (SINASC)    e sobre Mortalidade (SIM) do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (MS) &eacute;    fato reconhecido. A atual amplia&ccedil;&atilde;o do Programa de Agentes Comunit&aacute;rios    de Sa&uacute;de (PACS) do MS, que gera dados para o Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o    de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica (SIAB/MS), fornece a oportunidade de    avaliar sua contribui&ccedil;&atilde;o para sanar parcial ou totalmente as defici&ecirc;ncias    de cobertura do SINASC e do SIM. Com esse objetivo, foram comparados os totais    dos dados de 1998, informados pelos tr&ecirc;s Sistemas (SINASC, SIM e SIAB),    verificando-se, em 92, 9 e 19 munic&iacute;pios do Cear&aacute;, de Sergipe    e do Tocantins, respectivamente, que a informa&ccedil;&atilde;o do SIAB ultrapassa    o total de nascidos vivos coletados pelo SINASC. Da mesma forma, em 43 e 48    munic&iacute;pios de Sergipe e de Tocantins, os dados do SIAB apresentaram-se    em maior n&uacute;mero do que o total de &oacute;bitos fornecido pelo SIM. Quanto    aos &oacute;bitos menores de um ano, em 53 munic&iacute;pios do Sergipe, 125    do Cear&aacute; e 42 do Tocantins, o total do SIAB foi maior do que o do SIM.    S&atilde;o propostos m&eacute;todos para comparar os dados baseando-se em notifica&ccedil;&otilde;es    dos fatos vitais. Tais formul&aacute;rios seriam preenchidos pelos agentes comunit&aacute;rios    do PACS e encaminhados &agrave;s Secretarias Municipais de Sa&uacute;de que,    por sua vez, ap&oacute;s elimina&ccedil;&atilde;o das poss&iacute;veis duplica&ccedil;&otilde;es,    os transfeririam &agrave;s Secretarias Estaduais e, dessa forma, suplementariam    os dados do SIM e do SINASC.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-Chave:</b>    Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o; Natalidade; Mortalidade.</font></p> <hr size="1">     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> The existence    of under enumeration in the Live Birth and Mortality Information Systems of    the Brazilian Ministry of Health (SINASC and SIM) is well known. The current    enlargement of the Program of Health Community Agents of the Ministry of Health    (PACS/MH), which produces data for the Basic Care Information System (SIAB),    gives the opportunity to evaluate its contribution in improving, partially or    completely, the insufficient coverage of the two Systems: SINASC and SIM. With    this objective, the total number of events reported in 1998 by the three systems    (SINASC, SIM and SIAB) was compared. It was verified that in 92, 9 and 19 municipalities    of the States of Cear&aacute;, Sergipe and Tocantins, respectively, the number    of live births informed in SIAB was larger than the total collected by SINASC.    In relation to death information, SIAB presented a higher number than SIM, in    43 municipalities in the State of Sergipe and 38, in the State of Tocantins.    Regarding to deaths under one year of age, the total informed by SIAB was higher    than SIM data in 53, 125, and 42 municipalities of the States of Sergipe, Cear&aacute;    and Tocantins, respectively. A method of comparison of the three systems is    proposed based on the notification of vital events. Notification cards would    be filled by the community agents and delivered to the Municipalities Health    Offices. After duplication verification the cards would be delivered to the    State Health Offices, to complete the Mortality and Live Birth Information Systems.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Key Words:</b> Health    Information System; Live Birth; Mortality.</font></p> <hr size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O conhecimento    relativo &agrave; exist&ecirc;ncia de subenumera&ccedil;&atilde;o de mortes    - e, dentre essas, principalmente a de menores de um ano - n&atilde;o &eacute;    novo. Desde fins da d&eacute;cada de 40, reiniciando-se nos anos 70, alguns    autores chamavam a aten&ccedil;&atilde;o para o fato de que, no Brasil, particularmente    em &aacute;reas menos desenvolvidas, a situa&ccedil;&atilde;o do sub-registro    de &oacute;bitos podia ser comprovada pela exist&ecirc;ncia de n&uacute;mero    n&atilde;o desprez&iacute;vel de cemit&eacute;rios clandestinos. Essa &eacute;    a terminologia usada por pesquisadores da &aacute;rea espec&iacute;fica de estat&iacute;sticas    de sa&uacute;de para designar locais onde s&atilde;o feitos sepultamentos sem    a exig&ecirc;ncia de qualquer documenta&ccedil;&atilde;o ou registro relativo    &agrave;s pessoas falecidas. V&aacute;rios trabalhos foram feitos mostrando    sua ocorr&ecirc;ncia, com o relato dos problemas encontrados, com o levantamento    de hip&oacute;teses, bem como apresentando sugest&otilde;es para a resolu&ccedil;&atilde;o    desses problemas.<sup>1-5</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Situa&ccedil;&atilde;o    an&aacute;loga ocorria em todo o pa&iacute;s, quanto ao registro civil de nascimento    vivo. As causas mais freq&uuml;entes pelas quais as fam&iacute;lias deixavam    de promover o registro de nascimento de crian&ccedil;as eram, em geral, ligadas    ao custo desses registros e &agrave; legitimidade da filia&ccedil;&atilde;o.<sup>6-8</sup>    O registro de nascidos mortos, considerado tamb&eacute;m como obrigat&oacute;rio    pela lei brasileira (Lei dos Registros P&uacute;blicos),<sup>9</sup> apresentava dificuldade    equivalente.<sup>10,11</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Visando solucionar,    ou ao menos minimizar, esse estado de coisas, alguns investimentos foram feitos    no setor, culminando com a promulga&ccedil;&atilde;o da Lei n<sup>o</sup> 9.534, de    10 de dezembro de 1997,<sup>12</sup> que, finalmente, liberava de quaisquer &ocirc;nus    os registros de nascimentos vivos e mortos e de &oacute;bitos, no pa&iacute;s.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> At&eacute; hoje,    entretanto, os problemas n&atilde;o est&atilde;o resolvidos, e os Minist&eacute;rios    da Justi&ccedil;a e da Sa&uacute;de, bem como o Poder Judici&aacute;rio e o    Programa Comunidade Solid&aacute;ria da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica,    continuam a preocupar-se com o assunto e a tentar equacionar poss&iacute;veis    solu&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Quanto &agrave;    utiliza&ccedil;&atilde;o das estat&iacute;sticas relativas a esses eventos,    o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, principal usu&aacute;rio dos dados advindos    dos sistemas oficiais de informa&ccedil;&atilde;o sobre nascimentos e &oacute;bitos,    tem optado por utilizar estimativas desses valores. Essa Institui&ccedil;&atilde;o,    na elabora&ccedil;&atilde;o de suas pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para a    &aacute;rea materno-infantil, baseia-se no comportamento de indicadores de sa&uacute;de    que, em n&iacute;vel de numerador, de denominador, ou ambos, dependem dos dados    de nascimentos e &oacute;bitos (coeficiente de natalidade, coeficiente de mortalidade    infantil e seus componentes, coeficiente de mortalidade perinatal, coeficiente    de natimortalidade, coeficiente de mortalidade fetal, coeficiente de mortalidade    materna, entre outros).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ao calcular essas    taxas, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, a Funda&ccedil;&atilde;o Instituto    Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), algumas outras Institui&ccedil;&otilde;es    e a pr&oacute;pria Rede Interagencial de Informa&ccedil;&otilde;es para a Sa&uacute;de    (RIPSA) em seus Indicadores e Dados B&aacute;sicos para a Sa&uacute;de<sup>13,14</sup>    o fazem com dados estimados. Isso acontece, por exemplo, com a mortalidade infantil,    com base em pressuposto de que os dados oficiais n&atilde;o s&atilde;o completos,    deixando a desejar do ponto de vista quantitativo. Uma das principais falhas,    quando se usam estas estimativas indiretas, seria a incapacidade de detectar    mudan&ccedil;as de curto prazo nos indicadores, em decorr&ecirc;ncia de interven&ccedil;&otilde;es    na &aacute;rea de sa&uacute;de.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Uma forma de avaliar    essa situa&ccedil;&atilde;o &eacute; a que se baseia nas raz&otilde;es entre    os n&uacute;meros de eventos informados e estimados (nascimentos e &oacute;bitos,    e em especial os de menores de um ano) pela Funda&ccedil;&atilde;o IBGE, segundo    unidades da federa&ccedil;&atilde;o. Verifica-se que, em algumas &aacute;reas,    seus valores s&atilde;o extremamente baixos, o que mostra as poss&iacute;veis    falhas de cobertura dos sistemas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Assim, com refer&ecirc;ncia    ao SINASC (Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Nascidos Vivos), em 1997,    a raz&atilde;o para o pa&iacute;s foi igual a 87,2%,<sup>1</sup> variando entre 43,1% na    Para&iacute;ba e cerca de 50% no Piau&iacute; e no Maranh&atilde;o at&eacute;    raz&otilde;es maiores que 100% nos Estados das Regi&otilde;es Sudeste, Sul e    Centro-Oeste, exce&ccedil;&atilde;o feita aos Estados de Minas Gerais (56,9%)    e de Mato Grosso (90%). Quanto a Minas Gerais, &eacute; preciso esclarecer que    o Sistema n&atilde;o se encontrava ainda totalmente implantado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Relativamente    aos &oacute;bitos (cobertura m&eacute;dia de 80%), Maranh&atilde;o e Piau&iacute;    tamb&eacute;m apresentaram os piores desempenhos, n&atilde;o alcan&ccedil;ando,    sequer, a metade desse valor. Quanto &agrave;s mortes de menores de um ano,    a raz&atilde;o m&eacute;dia obtida para o pa&iacute;s foi de pouco mais de 55%,    enquanto nas Regi&otilde;es Sul e Centro-Oeste a previs&atilde;o de cobertura    foi de cerca de 75%, na Regi&atilde;o Sudeste, 90%, e nos Estados do Norte e    Nordeste os &oacute;bitos informados n&atilde;o atingiram 50% dos estimados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Como conseq&uuml;&ecirc;ncia,    o IDB-98,<sup>14</sup> ao apresentar a taxa de mortalidade infantil para estados    brasileiros, em apenas uma pequena parcela deles (S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro,    Mato Grosso e Rio Grande do Sul) admite basear sua informa&ccedil;&atilde;o    em dados provenientes do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Mortalidade    (SIM) e do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Nascidos Vivos (SINASC),    justificando esse procedimento em raz&atilde;o da cobertura inadequada dos dados    de nascimentos e &oacute;bitos para grande n&uacute;mero de &aacute;reas do    pa&iacute;s (para essas, os coeficientes s&atilde;o estimados). Para o IDB-99/00    (no prelo) as estimativas passam a ser referidas para 20 unidades da federa&ccedil;&atilde;o,    e em sete Estados (Esp&iacute;rito Santo, Rio de Janeiro, S&atilde;o Paulo,    Paran&aacute;, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul) as taxas    de mortalidade infantil s&atilde;o calculadas diretamente com os dados do SIM    e do SINASC (informa&ccedil;&atilde;o verbal).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Com rela&ccedil;&atilde;o    ao Coeficiente de Mortalidade Infantil, os valores obtidos pelos sistemas oficiais    SIM e SINASC e as estimativas feitas pelo IBGE bem como as apresentadas por    Sim&otilde;es,<sup>15</sup> tamb&eacute;m, n&atilde;o s&atilde;o iguais. As diferen&ccedil;as    entre eles s&atilde;o explicadas em raz&atilde;o da cobertura incompleta do    n&uacute;mero de &oacute;bitos de menores de um ano e de nascidos vivos, bem    como de c&aacute;lculos feitos por m&eacute;todos indiretos, com diferentes    metodologias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es    sobre Mortalidade, quando criado, em 1975/76, pretendia incluir, entre suas    fontes, tanto as informa&ccedil;&otilde;es do Registro Civil quanto os dados    informais. Em meados da d&eacute;cada de 90, com base no que fora adotado pelo    SINASC - de uma via do documento b&aacute;sico permanecer na institui&ccedil;&atilde;o    de sa&uacute;de onde havia sido gerado - o SIM implantou mais uma via da Declara&ccedil;&atilde;o    de &Oacute;bito (DO). A recomenda&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de    era a de que esta deveria ser retirada diretamente pelo &oacute;rg&atilde;o    respons&aacute;vel pelas estat&iacute;sticas de sa&uacute;de, em n&iacute;vel    local; com esse procedimento, almejava-se poder alcan&ccedil;ar cobertura de    maior n&uacute;mero de eventos, j&aacute; que se passava a depender menos do    registro civil, ou seja, para os &oacute;bitos ocorridos no hospital, mesmo    que n&atilde;o viessem a ser registrados, o Servi&ccedil;o de Sa&uacute;de passaria    a conhec&ecirc;-los, na medida em que retiraria a DO de sua pr&oacute;pria fonte    geradora - hospital. Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s informais, entretanto,    o fato nunca chegou a se concretizar, em raz&atilde;o das in&uacute;meras dificuldades    encontradas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Recentemente,    ap&oacute;s a implanta&ccedil;&atilde;o, no pa&iacute;s, de alguns programas    espec&iacute;ficos do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, abrem-se novas perspectivas    para essa possibilidade. Assim, o Programa de Agentes Comunit&aacute;rios de    Sa&uacute;de (PACS), que objetiva preparar pessoas da pr&oacute;pria comunidade    para transmitir informa&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de sa&uacute;de &agrave;    popula&ccedil;&atilde;o, e o Programa de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (PSF),    que, al&eacute;m dessas no&ccedil;&otilde;es, oferece tratamento prim&aacute;rio    , ambos iniciados na d&eacute;cada de 90, prev&ecirc;em um cadastramento das    fam&iacute;lias atendidas, com levantamento de dados demogr&aacute;ficos, socioecon&ocirc;micos,    culturais, relativos ao meio ambiente, bem como os referentes &agrave; mortalidade    e morbidade. Esses Programas, idealizados para aproximar os servi&ccedil;os    de sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o, t&ecirc;m gerado significativa quantidade    de dados que, hoje, est&atilde;o reunidos no Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o    de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica (SIAB). O sistema produz relat&oacute;rios,    cujo objetivo &eacute; permitir conhecer a realidade sociossanit&aacute;ria    da popula&ccedil;&atilde;o acompanhada, avaliar a adequa&ccedil;&atilde;o dos    servi&ccedil;os de sa&uacute;de oferecidos, readequ&aacute;-los sempre que necess&aacute;rio,    visando, em &uacute;ltima an&aacute;lise, melhorar a qualidade dos servi&ccedil;os    de sa&uacute;de prestados.<sup>16</sup> Com rela&ccedil;&atilde;o, especificamente, aos    eventos vitais, nascimentos e &oacute;bitos passam a ser conhecidos localmente    em sua quase totalidade, dependendo da cobertura dos Programas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Visto que os Programas    est&atilde;o se ampliando sensivelmente<sup>17,18</sup> e, segundo informa&ccedil;&otilde;es    verbais, em alguns munic&iacute;pios a abrang&ecirc;ncia &eacute; praticamente    integral, justifica-se este trabalho. Com base no princ&iacute;pio pelo qual,    cada vez mais, &eacute; necess&aacute;rio e importante usar os dados dos sistemas    oficiais de informa&ccedil;&atilde;o - que devem, assim, ser aprimorados - objetiva-se    sugerir um modo vi&aacute;vel para incorporar &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es    do SIM e do SINASC aquelas obtidas por fontes alternativas, no caso, o SIAB,    um sistema de informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m oficial do Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Embora o SIAB    esteja voltado &agrave; aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, &eacute; indiscut&iacute;vel    que poder&aacute; contribuir, de forma bastante efetiva, para, no caso de serem    descobertos eventos n&atilde;o inclu&iacute;dos nas estat&iacute;sticas do SIM    e do SINASC, aumentar a sua cobertura.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Metodologia</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O material de    trabalho &eacute; constitu&iacute;do por dados de &oacute;bitos (totais e de    menores de um ano) e nascimentos vivos, provenientes do SIM e SINASC e dos obtidos    por meio do banco de dados do SIAB, todos cedidos pelo CENEPI/FUNASA/MS.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As informa&ccedil;&otilde;es    do SIM e do SINASC prov&ecirc;m respectivamente dos documentos DO e DN que seguem    fluxo estabelecido e t&ecirc;m cr&iacute;ticas j&aacute; discutidas em outros    trabalhos.<sup>19-23</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O n&uacute;mero    de nascidos vivos do SIAB prov&eacute;m da Ficha B-GES (ficha de acompanhamento    da gestante) onde &eacute; anotado o resultado de cada gravidez acompanhada    pelo Programa. &Eacute; importante salientar que a defini&ccedil;&atilde;o de    nascido vivo adotada no Programa de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia &eacute;    tamb&eacute;m a usada internacionalmente, raz&atilde;o pela qual os eventos    podem ser comparados.<sup>16</sup> O n&uacute;mero de &oacute;bitos (totais    e de menores de um ano) prov&eacute;m da ficha D, consolidado no relat&oacute;rio    SSA-2. Embora a id&eacute;ia inicial deste trabalho fosse estabelecer a liga&ccedil;&atilde;o    (<i>linkage</i>) entre os registros desses eventos nos bancos referidos (SIAB versus    SINASC e SIAB versus SIM) isso n&atilde;o foi poss&iacute;vel em raz&atilde;o    de o banco de dados do SIAB n&atilde;o apresentar os eventos individualizados    mas, sim, j&aacute; tabulados, mostrando apenas suas freq&uuml;&ecirc;ncias    totais.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para o projeto    piloto, selecionaram-se os Estados do Cear&aacute; e Sergipe, na Regi&atilde;o    Nordeste, e Tocantins, na Regi&atilde;o Norte, cujos dados, relativos ao ano    de 1998, foram coletados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para a complementa&ccedil;&atilde;o    dos dados do SINASC (ou do SIM), h&aacute; necessidade de serem distinguidas    situa&ccedil;&otilde;es diferentes:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1<sup>o</sup>)    os dados n&atilde;o apresentam intersec&ccedil;&atilde;o, isto &eacute;, os    totais informados por cada um dos Sistemas (SINASC e SIAB ou SIM e SIAB) s&atilde;o    excludentes, referindo-se a conjuntos diferentes (<a href="#fig1">Figura 1</a>).    Por se considerar pouco prov&aacute;vel sua ocorr&ecirc;ncia, n&atilde;o houve    neste trabalho, simula&ccedil;&atilde;o admitindo esta situa&ccedil;&atilde;o;</font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v10n1/1a02f1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2<sup>o</sup>)    os dados apresentam intersec&ccedil;&atilde;o, isto &eacute;, existe um subconjunto    de eventos comuns, pertencentes tanto a um sistema como ao outro (SIM e SIAB    ou SINASC e SIAB). Esta intersec&ccedil;&atilde;o pode ser parcial ou total,    conforme as <a href="#fig2">Figuras 2</a> e <a href="#fig3">3</a>. At&eacute;    o momento, n&atilde;o h&aacute; possibilidade de serem reconhecidos os eventos    comuns aos dois Sistemas, como anteriormente referido. Portanto, restou admitir    que, caso a quantidade observada no SIAB fosse maior, a sua contribui&ccedil;&atilde;o    seria representada pela diferen&ccedil;a num&eacute;rica entre os totais de    eventos por ele coletado e pelo SIM (ou SINASC), pressupondo-se que todos os    pertencentes ao SIM (ou SINASC) tamb&eacute;m teriam sido coletados pelo SIAB    (<a href="#fig2">Figura 2</a>, situa&ccedil;&atilde;o B).</font></p>     <p><a name="fig2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v10n1/1a02f2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v10n1/1a02f3.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ainda na situa&ccedil;&atilde;o    de intersec&ccedil;&atilde;o, existe a possibilidade de que o total coletado    pelo SIM (ou o SINASC) seja maior do que o do SIAB. Este fato ocorreu nas capitais    dos estados analisados, onde se pressup&ocirc;s que todos os eventos captados    pelo SIAB j&aacute; estavam contidos no SIM (ou SINASC).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A <a href="#fig3">Figura    3</a> simula uma perfeita equival&ecirc;ncia entre os fatos vitais pertencentes    ao SIAB e ao SIM (ou SINASC). Considera-se, entretanto, que a probabilidade    de sua ocorr&ecirc;ncia seja m&iacute;nima.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Sabe-se que, com    maior probabilidade, o SIAB atua mais intensamente nos munic&iacute;pios do    interior dos estados; como decorr&ecirc;ncia, nas an&aacute;lises mais detalhadas,    foram exclu&iacute;das as informa&ccedil;&otilde;es relativas &agrave;s capitais    dos estados, em todos os sistemas. Complementarmente, em fun&ccedil;&atilde;o    de haver no SIM e no SINASC eventos em que o munic&iacute;pio de resid&ecirc;ncia    era ignorado, estes tamb&eacute;m foram exclu&iacute;dos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O enfoque dado    a este trabalho consistiu em admitir como modelo a situa&ccedil;&atilde;o B,    da <a href="#fig2">Figura 2</a>. Para tanto, foram analisados os totais de eventos    em cada um dos Sistemas (SIM, SINASC e SIAB) em cada um dos munic&iacute;pios    pertencentes aos tr&ecirc;s estados selecionados. Somente naqueles em que o    total do SIAB superou o total do SIM (ou do SINASC) foi analisado o ganho poss&iacute;vel    de informa&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Cabe ressaltar    que, no Cear&aacute;, segundo informa&ccedil;&atilde;o obtida na Secretaria    Estadual de Sa&uacute;de, para o ano de 1998, o SIAB s&oacute; foi alimentado    com dados do PACS e do PSF, a partir do segundo semestre, visto que o Estado    possu&iacute;a sistema pr&oacute;prio de informa&ccedil;&atilde;o. Por essa    raz&atilde;o, para nascidos vivos e &oacute;bitos de menores de um ano, os dados    usados neste trabalho foram os existentes na referida Secretaria e correspondentes    ao ano calend&aacute;rio.<sup>24</sup> Relativamente aos &oacute;bitos totais, nesse Estado,    trabalhou-se com os dados de julho a dezembro, motivo pelo qual algumas avalia&ccedil;&otilde;es    deixaram de ser feitas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Resultados e discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Nascimentos vivos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Foi observado    que, para os tr&ecirc;s Estados, o SINASC captou maior n&uacute;mero de nascimentos    do que o SIAB. A raz&atilde;o entre os totais oriundos dos dois sistemas variou    de 1,5 no Cear&aacute; a 2,7 no Tocantins. Ao serem retirados os dados das capitais    e referentes a munic&iacute;pios ignorados, as raz&otilde;es diminuem, embora,    ainda permane&ccedil;am altas, no Tocantins (<a href="#tab1">Tabela 1</a>).</font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v10n1/1a02t1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O fato de o SINASC    ter cobertura mais completa &eacute; esperado em fun&ccedil;&atilde;o de o pr&oacute;prio    manual do SIAB prever: &quot;ao identificar um nascido vivo que n&atilde;o possua    Declara&ccedil;&atilde;o de Nascido Vivo (DN) a equipe do programa deve providenciar    a sua emiss&atilde;o&quot;.<sup>16</sup> Cabe dizer que este incentivo &agrave;    utiliza&ccedil;&atilde;o da DN j&aacute; constitui, por si mesmo, um aspecto    bastante importante. Como decorr&ecirc;ncia, poder-se-ia pensar que n&atilde;o    haveria contribui&ccedil;&atilde;o poss&iacute;vel do SIAB ao SINASC. Todavia,    procedendo-se &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o dos nascimentos por munic&iacute;pio    de resid&ecirc;ncia, verifica-se que, em alguns deles, os totais informados    pelo SIAB s&atilde;o maiores que os do SINASC. Para Sergipe, isto ocorreu em    12,2% dos munic&iacute;pios e para o Tocantins, a propor&ccedil;&atilde;o foi    de 16,2%. A poss&iacute;vel contribui&ccedil;&atilde;o seria de 201 nascidos    vivos em Sergipe e 496, no Tocantins, imaginando a ocorr&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o    B da <a href="#fig2">Figura 2</a>, referida anteriormente. &Eacute; importante    salientar que, no Cear&aacute;, 50,6% de seus munic&iacute;pios (excluindo o    da Capital) apresentaram, no SIAB, maior n&uacute;mero de nascidos vivos que    o verificado pelo SINASC, dando uma contribui&ccedil;&atilde;o de 7.629 nascidos    vivos desconhecidos do SINASC, adotando, tamb&eacute;m, a mesma hip&oacute;tese.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em termos de ganho    para o SINASC, verifica-se que o acr&eacute;scimo percentual variou entre 0,6%,    em Sergipe, e 7,8%, no Cear&aacute; (<a href="#tab2">Tabela 2</a>).</font></p>     <p><a name="tab2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v10n1/1a02t2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>&Oacute;bitos    totais</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A situa&ccedil;&atilde;o    relativa &agrave; capta&ccedil;&atilde;o de &oacute;bitos totais pelos dois    sistemas, SIM e SIAB, nos estados, permite verificar que a do SIM &eacute; sempre    maior, sendo as raz&otilde;es, em Sergipe e no Tocantins, respectivamente, iguais    a 2,3 e 2,4. Com a exclus&atilde;o dos eventos relativos &agrave;s capitais,    esse valor passa a ser 2,1 no Tocantins, sendo surpreendente o caso de Sergipe,    onde se verifica que o SIAB coleta um n&uacute;mero um pouco maior de &oacute;bitos    do que o pr&oacute;prio SIM, com raz&atilde;o igual a 0,99 (<a href="#tab3">Tabela    3</a>).</font></p>     <p><a name="tab3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v10n1/1a02t3.gif"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Relativamente    ao Cear&aacute;, considerando apenas os &oacute;bitos ocorridos no segundo semestre,    pelos motivos anteriormente apresentados, nota-se que as raz&otilde;es entre    os totais fornecidos pelo SIM e SIAB foram 1,47 (para o Estado como um todo)    e 1,04 com a exclus&atilde;o dos eventos de Fortaleza e de resid&ecirc;ncia    em munic&iacute;pio ignorado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Analisando os    munic&iacute;pios do interior dos Estados, constata-se que em 43 munic&iacute;pios    de Sergipe (58,1%) e 38 de Tocantins (32,8%) houve maior n&uacute;mero de eventos    coletados pelo SIAB (<a href="#tab4">Tabela 4</a>).</font></p>     <p><a name="tab4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v10n1/1a02t4.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A contribui&ccedil;&atilde;o    desses munic&iacute;pios, diante da hip&oacute;tese referente &agrave; situa&ccedil;&atilde;o    B (<a href="#fig2">Figura 2</a>), levaria a um maior incremento, comparativamente    aos verificados com os nascidos vivos. A percentagem de ganho seria 7%, no Tocantins,    e 23,7%, em Sergipe. A an&aacute;lise relativa ao Estado do Cear&aacute; n&atilde;o    p&ocirc;de ser realizada por falta de informa&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>&Oacute;bitos    de menores de um ano</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Diante de sua    import&acirc;ncia, os &oacute;bitos de menores de um ano, por serem componentes    essenciais para a elabora&ccedil;&atilde;o de indicadores de n&iacute;vel de    sa&uacute;de, principalmente na &aacute;rea materno-infantil, foram estudados    separadamente.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A avalia&ccedil;&atilde;o    dos dois sistemas (SIM e SIAB) mostra que, do ponto de vista da cobertura desse    evento, as diferen&ccedil;as s&atilde;o menores do que aquelas apresentadas    para os &oacute;bitos totais, para os Estados de Sergipe e Tocantins (<a href="#tab5">Tabela    5</a>).</font></p>     <p><a name="tab5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v10n1/1a02t5.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Excluindo-se os    eventos referentes &agrave;s capitais, nos dois sistemas, bem como os &oacute;bitos    de residentes em local ignorado, no SIM, verifica-se que, no Tocantins, a raz&atilde;o    foi de 1,3; de novo, no Estado de Sergipe, o SIAB capta mais eventos do que    o SIM, com raz&atilde;o de 0,36; o mesmo acontecendo no Cear&aacute;, onde a    raz&atilde;o foi igual a 0,77 (<a href="#tab5">Tabela 5</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Analisando os    resultados provenientes dos dois sistemas, nos diferentes munic&iacute;pios    das tr&ecirc;s unidades da federa&ccedil;&atilde;o, com exce&ccedil;&atilde;o    das capitais, nota-se que, em 71,6% das cidades de Sergipe, houve predom&iacute;nio    do total de &oacute;bitos informado pelo SIAB em rela&ccedil;&atilde;o aos coletados    pelo SIM. No Cear&aacute;, esse valor foi de 68,7% e, no Tocantins, bem menor    (36,2% dos munic&iacute;pios).</font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; interessante    verificar que o ganho propiciado pela poss&iacute;vel inclus&atilde;o dos dados    do SIAB aos do SIM, em Sergipe, foi de 658 &oacute;bitos de menores de um ano,    909, no Cear&aacute;, e 145, no Tocantins, com acr&eacute;scimos de 68,8%, 32,3%    e 25,2%, respectivamente (<a href="#tab6">Tabela 6</a>).</font></p>     <p><a name="tab6"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v10n1/1a02t6.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Coeficiente de    mortalidade infantil</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com base nos resultados    obtidos e calculando-se uma taxa de mortalidade infantil corrigida, verifica-se    ter havido um ganho importante no seu significado num&eacute;rico. Estes dados,    ainda que n&atilde;o completos, em raz&atilde;o dos pressupostos adotados, permitem    reconhecer que esse indicador assume valores mais pr&oacute;ximos da realidade    do que os anteriormente considerados. Dessa forma, os aumentos nas taxas foram,    respectivamente, de 23% no Cear&aacute;, 30% em Tocantins e 219% em Sergipe,    lembrando que os valores correspondem &agrave;s taxas estaduais, n&atilde;o    inclu&iacute;dos os eventos das capitais (<a href="#tab7">Tabela 7</a>).</font></p>     <p><a name="tab7"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v10n1/1a02t7.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Considera&ccedil;&otilde;es    Finais</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Ainda que o trabalho    tenha sido feito com base em pressupostos, possivelmente nem sempre totalmente    verdadeiros, &eacute; de se ver que o contato direto dos membros das equipes    do Programa de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia, principalmente, os agentes comunit&aacute;rios    de sa&uacute;de, constitui-se, ao menos nos munic&iacute;pios menores e mais    afastados dos grandes centros, em uma excelente fonte de informa&ccedil;&otilde;es    sobre os eventos vitais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A partir dessa    constata&ccedil;&atilde;o, duas recomenda&ccedil;&otilde;es podem ser elaboradas:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1<sup>a</sup>) que os    agentes de sa&uacute;de incentivem a popula&ccedil;&atilde;o a promover os seus    registros a partir de declara&ccedil;&otilde;es de nascido vivo e de &oacute;bito    que os pr&oacute;prios agentes e m&eacute;dicos dos Programas poderiam fornecer,    como ali&aacute;s, j&aacute; vem ocorrendo com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;    DN;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2<sup>a</sup>) que seja    inclu&iacute;da, entre as atividades dos agentes, a elabora&ccedil;&atilde;o    de uma notifica&ccedil;&atilde;o para cada nascimento e cada &oacute;bito, ocorridos    em suas &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o, e o encaminhamento &agrave;s    Secretarias Municipais de Sa&uacute;de ou Secretarias Estaduais (na depend&ecirc;ncia    do fluxo da informa&ccedil;&atilde;o de cada &aacute;rea). &Eacute; necess&aacute;rio    esclarecer que esta notifica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o corresponde &agrave;quela    j&aacute; prevista no Manual do SIAB, mas diz respeito a uma notifica&ccedil;&atilde;o    especial, com vistas a comunicar o evento aos respons&aacute;veis pelo SIM e    pelo SINASC.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Com rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; primeira id&eacute;ia, como ali&aacute;s j&aacute; comentado anteriormente,    a situa&ccedil;&atilde;o j&aacute; vem ocorrendo relativamente aos nascimentos    vivos. Mesmo assim, entretanto, o trabalho permitiu apontar maior cobertura    do SIAB em rela&ccedil;&atilde;o ao SINASC, em v&aacute;rias &aacute;reas, com    contribui&ccedil;&atilde;o que, embora pequena, possibilita aumentar o n&uacute;mero    de nascidos vivos no Estado, diminuindo, com isto, o n&iacute;vel de subenumera&ccedil;&atilde;o    desse evento. Dessa forma, sugere-se ao Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de que    os agentes de sa&uacute;de, para cada nascido vivo descoberto em raz&atilde;o    de suas visitas, fa&ccedil;am uma notifica&ccedil;&atilde;o &agrave;s Secretarias    Municipais de Sa&uacute;de, conforme modelo a seguir (<a href="#fig4">Figura    4</a>).</font></p>     <p><a name="fig4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v10n1/1a02f4.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> No que se refere    aos &oacute;bitos, apesar de ser extremamente importante a sua inclus&atilde;o    no sistema, existe o problema da causa de morte, assunto j&aacute; bastante    discutido, mas sobre o qual n&atilde;o h&aacute;, ainda, na doutrina, entendimento    uniforme. Tem sido comentado, e parece ser opini&atilde;o da maioria, que as    causas de morte declaradas por leigos n&atilde;o devam ser agregadas &agrave;quelas    declaradas por m&eacute;dicos. Entretanto, considera-se fundamental que o SIAB    fa&ccedil;a a comunica&ccedil;&atilde;o para que, ao menos do ponto de vista    quantitativo, a corre&ccedil;&atilde;o possa ser feita.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Dessa forma, pode-se    concluir que, relativamente &agrave;s mortes, a segunda id&eacute;ia parece    ser a mais recomend&aacute;vel. Imagina-se, ent&atilde;o, que, descoberto um    caso de &oacute;bito, os agentes devam preencher uma notifica&ccedil;&atilde;o    que seria enviada &agrave; Secretaria Municipal de Sa&uacute;de (que, por sua    vez, a enviaria &agrave; Secretaria Estadual), inst&acirc;ncia na qual seria    verificado se essa morte j&aacute; estaria ou n&atilde;o inclu&iacute;da no    Sistema, a partir das informa&ccedil;&otilde;es constantes na ficha apresentada    a seguir (<a href="#fig5">Figura 5</a>).</font></p>     <p><a name="fig5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/iesus/v10n1/1a02f5.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Nesse n&iacute;vel,    se for constatado que o &oacute;bito j&aacute; se encontra no SIM, a notifica&ccedil;&atilde;o    &eacute; apenas arquivada; caso contr&aacute;rio, no n&iacute;vel estadual,    o caso deve ser incorporado ao Sistema, sugerindo-se que passe a haver, na Declara&ccedil;&atilde;o    de &Oacute;bito oficial, quando esta vier a sofrer modifica&ccedil;&atilde;o    de desenho, uma anota&ccedil;&atilde;o especial, referindo que se trata de um    &oacute;bito notificado pelo SIAB.</font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; importante    salientar que os dados aqui apresentados referiram-se &agrave; situa&ccedil;&atilde;o    B (<a href="#fig2">Figura 2</a>), isto &eacute;, caso em que houve intersec&ccedil;&atilde;o    dos dados provenientes dos dois sistemas, e que o total do SIAB foi maior do    que o total do SIM (ou SINASC). Entretanto, caso houvesse dois conjuntos completamente    diferentes, a contribui&ccedil;&atilde;o do SIAB seria muito maior. Portanto,    pode-se afirmar que o ganho real est&aacute; entre o m&iacute;nimo apresentado    pela situa&ccedil;&atilde;o B e o m&aacute;ximo, por esta &uacute;ltima hip&oacute;tese.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Apesar de n&atilde;o    ter sido poss&iacute;vel conhecer a real cobertura dos Programas PACS e PSF,    nestas &aacute;reas, mas, imaginando que ela pudesse ser ainda expandida, provavelmente    o ganho seria tamb&eacute;m maior.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A despeito da    simula&ccedil;&atilde;o realizada, verifica-se que os valores das novas taxas    de mortalidade infantil, para o Cear&aacute;, Sergipe e Tocantins, mostram-se    ainda bem distantes das estimativas feitas pelo IBGE ou por Sim&otilde;es<sup>15</sup>.    A hip&oacute;tese a ser aventada seria a de que, possivelmente, estes &uacute;ltimos    valores, estariam superestimando a real situa&ccedil;&atilde;o. Recomenda-se    que pesquisas operacionais locais sejam realizadas, a fim de detectar onde est&aacute;    a verdade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Agradecimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As autoras agradecem    a Roberto Men Fernandes, do CENEPI da Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de,    Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, pela prestimosa colabora&ccedil;&atilde;o    ao fornecer as tabula&ccedil;&otilde;es relativa aos dados solicitados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias    bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1. Moraes NLA.    Estudo sobre a import&acirc;ncia dos fatores que podem condicionar a defici&ecirc;ncia    dos registros de nascimento. Revista Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de P&uacute;blica    1949; 2:743-774.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Rosado P. Aspectos    do registro civil de nascimentos em uma cidade do interior do Amazonas, 1938-47.    Revista Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de P&uacute;blica 1949; 2: 772-792.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. Saade MJ. Verifica&ccedil;&atilde;o    estat&iacute;stica do grau de defici&ecirc;ncia do registro de nascimentos.    Revista Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de P&uacute;blica 1949; 1:449-467.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. Scorzelli Jr    A. Coleta de dados vitais em pequenas localidades. Revista Servi&ccedil;os de    Sa&uacute;de P&uacute;blica 1947; 1:397-442.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Silveira MH    e Laurenti R. Os eventos vitais: aspectos de seus registros e inter-rela&ccedil;&atilde;o    da legisla&ccedil;&atilde;o vigente com as estat&iacute;sticas de sa&uacute;de.    Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica 1973; 7:37-50.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 6. Portella MHRB.    Sub-registro de nascimentos vivos em Piripiri - Piau&iacute;, Brasil. &#91;disserta&ccedil;&atilde;o    de mestrado&#93;. S&atilde;o Paulo: Universidade de S&atilde;o Paulo; 1988.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. Silveira MH,    Soboll ML. Sub-registro de nascimento: aspectos educativos visando &agrave;    sua diminui&ccedil;&atilde;o. Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica 1973; 7:151-160.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Souza RTK,    Gotlieb SLD. Subregistro de nascimentos vivos hospitalares em munic&iacute;pio    da Regi&atilde;o Sul do Brasil, 1989. Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica    1993; 27 (3):177-184.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. Brasil. Lei    dos Registros P&uacute;blicos. Lei 6.015 de 31 de dezembro de 1973. S&atilde;o    Paulo: Saraiva; 1980.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 10. Silveira MH.    Perdas fetais do Distrito de S&atilde;o Paulo. S&atilde;o Paulo, 1974. &#91;disserta&ccedil;&atilde;o    de mestrado&#93;. S&atilde;o Paulo: Universidade de S&atilde;o Paulo; 1979.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 11. Campello V.    &Oacute;bitos totais e nascidos mortos. Teresina, Piau&iacute; 1970/80. Teresina;    1984 (mimeo).</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 12. Brasil. Lei    N<sup>o</sup> 9.534 de 10 de dezembro de 1997. Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o,    Bras&iacute;lia, v.135, n. 240, p.24.440, 11 dez. 1997. Se&ccedil;&atilde;o    1.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 13. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Rede Interagencial de Informa&ccedil;&otilde;es para a Sa&uacute;de    - RIPSA - IDB/97. Bras&iacute;lia; 1998.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 14. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Rede Interagencial de Informa&ccedil;&otilde;es para a Sa&uacute;de    - RIPSA - IDB/98. Bras&iacute;lia; 1999.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. Sim&otilde;es    CC. Brasil: estimativas da mortalidade infantil por microregi&otilde;es. Bras&iacute;lia:    Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de; 1999.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 16. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Manual do Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o de Aten&ccedil;&atilde;o    B&aacute;sica. Bras&iacute;lia; 1998.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 17. Machado AM    e colaboradores. Construindo um modelo de aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de    para a qualidade de vida. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de;    1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 18. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. 1997: o ano da sa&uacute;de no Brasil. A&ccedil;&otilde;es    e metas priorit&aacute;rias. Bras&iacute;lia; 1997 (mimeo).</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 19. Laurenti R,    Mello Jorge MH. O atestado de &oacute;bito. S&atilde;o Paulo: Centro Brasileiro    para Classifica&ccedil;&atilde;o de Doen&ccedil;as; 1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 20. Mello Jorge    MH, Gotlieb SLD, Soboll MLMS, Baldij&atilde;o MFA, Latorre MRDO O Sistema de    Informa&ccedil;&atilde;o sobre Nascidos Vivos -SINASC. S&atilde;o Paulo: Centro    Brasileiro para Classifica&ccedil;&atilde;o de Doen&ccedil;as; 1992.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 21. Arruda DMC.    Grandes sistemas nacionais de informa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de: revis&atilde;o    e discuss&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o atual. Informe Epidemiol&oacute;gico    do SUS 1997; 4: 7-46.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 22. Oliveira H;    Pereira IPA. Estat&iacute;sticas de mortalidade e de nascidos vivos. Informe    Epidemiol&oacute;gico do SUS 1997; 3: 15-19.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 23. Mello Jorge    MH, Gotlieb SLD. As condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de no Brasil. Rio de    Janeiro: Editora FIOCRUZ; 2000.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 24. Coriolano    L. Mortalidade infantil no Cear&aacute;. Fortaleza: Secretaria de Estado da    Sa&uacute;de do Cear&aacute;; 2000 &#91;mimeo&#93;.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="../img/revistas/iesus/v10n1/seta.gif" border="0"></a><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">    <b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade de S&atilde;o Paulo.    <br>   Av. Dr. Arnaldo, 715.    <br>   S&atilde;o Paulo/SP.    <br>   CEP: 01246-940.    <br>   Tel.: (11) 3066-7744 / FAX: (11) 282-2920.    <br>   E-mail: <a href="mailto:mhpjorge@usp.br">mhpjorge@usp.br</a> / <a href="mailto:sgotlieb@usp.br">sgotlieb@usp.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#topo">*</a>    Trabalho apresentado na 2<sup>a</sup> Reuni&atilde;o dos Comit&ecirc;s Assessores    de Mortalidade e Nascidos Vivos, em setembro de 2000, em Bras&iacute;lia, e    cujos resultados originaram reuni&otilde;es entre os t&eacute;cnicos do CENEPI    e da Secretaria de Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas, respons&aacute;veis pelo    SIAB.</font></p>     ]]></body>
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