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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A utilização do Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA-SUS) como instrumento para caracterização das ações de saúde bucal]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Use of the outpatient information system (SIA-SUS)to assess oral health activities]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,UFBA Pólo de Capacitação em Saúde da Família-ISC ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,UFBA Instituto de Saúde Coletiva e Faculdade de Odontologia ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study assessed the process of decentralization of oral health activities in Brazilian municipalities using data from the Outpatient Information System (SIA-SUS). A strategy for the evaluation of oral health care is proposed. A historical series (1995 to 2001) of oral health attendances was constructed for two Brazilian municipalities (A and B ) of Bahia State. Oral procedures were classified as: dental appointments, oral health community actions (OHCA), preventive individual procedures, dental fillings, surgery and periodontal procedures. An increase of outpatient attendances was observed for both municipalities (from 0.18 to 0.43 procedures/ person/year and from 0.21 to 0.33 procedures/person/year, respectively), as well as an increase of OHCA targeted to groups aged 5 to 14 years (from 0.00 to 0.58 OHCA/person/year for A and from 0.00 to 2.33 OHCA/person/year for B). Oral health community actions predominated in Municipality B. Regular registration of individual clinical procedures was observed but OHCA were not, showing the need of register standardization. The proposed methodology permitted an assessment of oral health activities in the study areas and could be useful for the evaluation of oral health care programs.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[descentralização]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO    ORIGINAL </b></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p> <h3><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="topo"></a>A    utiliza&ccedil;&atilde;o do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es Ambulatoriais    (SIA-SUS) como instrumento para caracteriza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es    de sa&uacute;de bucal </b></font></h3>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Use of the outpatient    information system (SIA-SUS)to assess oral health activities</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Sandra    Garrido de Barros<sup>I</sup>; S&ocirc;nia Cristina Lima Chaves<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>P&oacute;lo    de Capacita&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia-ISC/UFBA    <br>   <sup>II</sup>Instituto de Sa&uacute;de Coletiva e Faculdade de Odontologia/UFBA </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este estudo buscou    analisar o processo de reorganiza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es de    sa&uacute;de bucal em munic&iacute;pios habilitados   na gest&atilde;o plena do sistema municipal de sa&uacute;de, utilizando dados    do SIA-SUS, com o objetivo de subsidiar uma   proposta metodol&oacute;gica de avalia&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o    odontol&oacute;gica em munic&iacute;pios brasileiros. Para isso, foi constru&iacute;da   uma s&eacute;rie hist&oacute;rica (1995-2001) da produ&ccedil;&atilde;o ambulatorial    de dois munic&iacute;pios do Estado da Bahia (A e B). Os   procedimentos foram classificados em consultas, Procedimentos Coletivos (PC),    preventivos individuais,   restauradores, cir&uacute;rgicos e periodontais. Observou-se um aumento geral    da produ&ccedil;&atilde;o ambulatorial odontol&oacute;gica   para ambos os munic&iacute;pios (de 0,18 para 0,43 procedimento/habitante/ano    em A; e de 0,21 para 0,33 procedimento/   habitante/ano em B), bem como um incremento dos procedimentos coletivos na popula&ccedil;&atilde;o    entre 5 e 14 anos (de   0,00 para 0,58 PC/hab./ano em A; e de 0,00 para 2,33 PC/hab./ano em B). O munic&iacute;pio    B apresentou maior &ecirc;nfase   nos procedimentos coletivos, quando comparado ao munic&iacute;pio A. Observou-se    uma regularidade na alimenta&ccedil;&atilde;o   dos dados de procedimentos cl&iacute;nicos individuais, ao contr&aacute;rio    do observado nos procedimentos coletivos, indicando   a necessidade de padroniza&ccedil;&atilde;o no registro destes. A metodologia    adotada possibilitou a an&aacute;lise quantitativa da   produ&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica nos munic&iacute;pios estudados e    pode constituir um importante instrumento para avalia&ccedil;&atilde;o   futura dos modelos de aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal.   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Palavras-chave:</b>    descentraliza&ccedil;&atilde;o; servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos; sistema    de informa&ccedil;&atilde;o; pol&iacute;ticas de sa&uacute;de bucal.</font></p> <hr size="1">     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> This study assessed    the process of decentralization of oral health activities in Brazilian municipalities   using data from the Outpatient Information System (SIA-SUS). A strategy for    the evaluation of oral health care   is proposed. A historical series (1995 to 2001) of oral health attendances was    constructed for two Brazilian   municipalities (A and B ) of Bahia State. Oral procedures were classified as:    dental appointments, oral health   community actions (OHCA), preventive individual procedures, dental fillings,    surgery and periodontal procedures.   An increase of outpatient attendances was observed for both municipalities (from    0.18 to 0.43 procedures/   person/year and from 0.21 to 0.33 procedures/person/year, respectively), as    well as an increase of OHCA targeted   to groups aged 5 to 14 years (from 0.00 to 0.58 OHCA/person/year for A and from    0.00 to 2.33 OHCA/person/year   for B). Oral health community actions predominated in Municipality B. Regular    registration of individual   clinical procedures was observed but OHCA were not, showing the need of register    standardization. The proposed   methodology permitted an assessment of oral health activities in the study areas    and could be useful for the   evaluation of oral health care programs.   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Key words:</b>    decentralization; oral health services; information system; oral health policy.    </font></p> <hr size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o    </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O processo de    consolida&ccedil;&atilde;o do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) tem    ampliado a discuss&atilde;o acerca da organiza&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o    &agrave; sa&uacute;de, visando alcan&ccedil;ar a universaliza&ccedil;&atilde;o    do acesso, a integralidade das a&ccedil;&otilde;es, a eq&uuml;idade, a descentraliza&ccedil;&atilde;o,    a hierarquiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os e o controle social. A din&acirc;mica    de consolida&ccedil;&atilde;o do SUS tem-se pautado na reorienta&ccedil;&atilde;o    da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, por meio do Programa de Agentes Comunit&aacute;rios    de Sa&uacute;de(PACS) e do Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (PSF). Em dezembro    de 2000, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de estabeleceu um incentivo financeiro    para a reorganiza&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de    bucal por meio do PSF, com os objetivos de expandir o acesso e reorganizar as    a&ccedil;&otilde;es.<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Na maioria das    vezes, tem-se observado uma expans&atilde;o   da oferta de servi&ccedil;os sem planejamento e programa&ccedil;&atilde;o   das atividades. O &iacute;mpeto de implantar essa   estrat&eacute;gia com rapidez e a falta de normatiza&ccedil;&atilde;o   program&aacute;tica t&ecirc;m levado os gestores a incorporar as   Equipes de Sa&uacute;de Bucal (ESB) pautados no ensa&iacute;smo   program&aacute;tico ou na aus&ecirc;ncia de programa&ccedil;&atilde;o.<sup>2</sup>   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Apesar de a proposta    ser de reorganiza&ccedil;&atilde;o, o que tem ocorrido &eacute; a expans&atilde;o    do servi&ccedil;o operada mediante atendimento de livre demanda, na distribui&ccedil;&atilde;o    de lotes di&aacute;rios de fichas de atendimento. A pr&aacute;tica profissional    ainda continua amarrada a uma demanda reprimida crescente de atendimento cir&uacute;rgico-restaurador,    sem perceber melhorias nas condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de da sua comunidade.    A mera incorpora&ccedil;&atilde;o das ESB ao PSF, sem a adapta&ccedil;&atilde;o    da proposta &agrave; realidade local, torna-a uma a&ccedil;&atilde;o verticalizada.    A programa&ccedil;&atilde;o e o planejamento de a&ccedil;&otilde;es devem estar    baseados no diagn&oacute;stico das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de e    necessidades de tratamento da popula&ccedil;&atilde;o adscrita, bem como do    modelo de aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal vigente, permitindo estabelecer    prioridades e alocar recursos de forma direcionada &agrave; modifica&ccedil;&atilde;o    positiva das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o,    por meio de pr&aacute;ticas mais efetivas.<sup>3</sup> A informa&ccedil;&atilde;o    &eacute; essencial &agrave; tomada de decis&otilde;es e orienta as a&ccedil;&otilde;es    na aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de. &Eacute; importante, para a    promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, melhorar a preven&ccedil;&atilde;o de    agravos e a organiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os oferecidos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O processo de    descentraliza&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de tem ampliado a utiliza&ccedil;&atilde;o    dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o como instrumentos de planejamento e    gest&atilde;o. A consulta a bancos de dados sobre desenvolvimento social (&Iacute;ndice    de Desenvolvimento Humano Municipal &#8211; IDH-M e censo) e sa&uacute;de (Sistemas    de Informa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de &#8211;SIM,SINASC,SINAN,SAI,SIA-SUS,SIAB    etc.)permite recuperar informa&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; esfera    municipal que s&atilde;o importantes na implementa&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas    sociais e programas de sa&uacute;de, bem como na reorganiza&ccedil;&atilde;o    e controle das a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal.<sup>4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Dos sistemas de    informa&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de de abrang&ecirc;ncia nacional, apenas    o Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o Ambulatorial do Sistema &Uacute;nico de    Sa&uacute;de (SIA-SUS) e o Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o da Aten&ccedil;&atilde;o    B&aacute;sica (SIAB) registram procedimentos realizados pelas equipes de sa&uacute;de    bucal, este &uacute;ltimo ainda em processo de implanta&ccedil;&atilde;o no    que se refere &agrave;s a&ccedil;&otilde;es odontol&oacute;gicas.<sup>5,6</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O SIAB foi criado    em 1998, a partir da amplia&ccedil;&atilde;o do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es    do Programa de Agentes Comunit&aacute;rios (SIPACS). Este inclui instrumentos    de cadastramento das fam&iacute;lias acompanhadas, da aten&ccedil;&atilde;o    &agrave; sa&uacute;de e das condi&ccedil;&otilde;es m&oacute;rbidas como hipertens&atilde;o    arterial, diabetes, tuberculose e hansen&iacute;ase, e de acompanhamento da    gestante e da crian&ccedil;a. Al&eacute;m disso, o SIAB consolida a produ&ccedil;&atilde;o    de servi&ccedil;os pela Equipe de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (ESF). Os procedimentos    coletivos realizados pela ESB s&atilde;o registrados na ficha D. Os demais procedimentos    da ESB devem ser registrados na Ficha D &#8211; Sa&uacute;de Bucal, a se implantar    em 2002.<sup>4</sup> Sendo assim, os aspectos espec&iacute;ficos &agrave; programa&ccedil;&atilde;o    em sa&uacute;de bucal dos munic&iacute;pios ficam restritos ao SIA- SUS.<sup>6</sup>    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O SIA-SUS foi    implantado em 1991, dentro de uma l&oacute;gica predominantemente cont&aacute;bil    de controle de gastos com a assist&ecirc;ncia ambulatorial. A unidade de registro    de informa&ccedil;&otilde;es &eacute; o procedimento ambulatorial realizado,    de acordo com os atos profissionais (consulta, aplica&ccedil;&atilde;o de fl&uacute;or,    escaria&ccedil;&atilde;o, restaura&ccedil;&atilde;o, exodontia etc.); portanto,    n&atilde;o h&aacute; dados sobre o diagn&oacute;stico, faixa-et&aacute;ria da    popula&ccedil;&atilde;o atendida ou motivo do atendimento.<sup>3,6</sup> A utiliza&ccedil;&atilde;o    do sistema de informa&ccedil;&atilde;o ambulatorial (SIA-SUS) &eacute; proposta    para a an&aacute;lise quantitativa da descentraliza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es    de sa&uacute;de.<sup>7</sup> Dessa forma, a consulta ao SIA-SUS permite um acompanhamento    da programa&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o ambulatorial odontol&oacute;gica    e a constru&ccedil;&atilde;o de alguns indicadores quantitativos das a&ccedil;&otilde;es    desenvolvidas,<sup>6</sup> orientando a avalia&ccedil;&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o    da sa&uacute;de bucal nos munic&iacute;pios. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Este estudo buscou    realizar uma an&aacute;lise quantitativa do processo de reorganiza&ccedil;&atilde;o    das a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal a partir de dados secund&aacute;rios    da produ&ccedil;&atilde;o ambulatorial (SIA-SUS), associados &agrave; descentraliza&ccedil;&atilde;o    da Sa&uacute;de no Brasil no per&iacute;odo de 1995-2001, a fim de caracterizar    e detectar mudan&ccedil;as no modelo de aten&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de    bucal e propor uma metodologia para avalia&ccedil;&atilde;o futura da descentraliza&ccedil;&atilde;o    das a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal em munic&iacute;pios brasileiros.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <strong>Metodologia    </strong> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Foram estudados    dois munic&iacute;pios do Estado da Bahia (A e B) &#8211; locais de est&aacute;gio    do curso de especializa&ccedil;&atilde;o em Medicina Social sob a forma de resid&ecirc;ncia    multiprofissional em Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia do Instituto de Sa&uacute;de    Coletiva da Universidade Federal da Bahia &#8211;, com mais de 160.000 habitantes,    habilitados na gest&atilde;o plena do sistema municipal de sa&uacute;de, segundo    a Norma Operacional B&aacute;sica do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de, NOB-SUS    1996.<sup>8</sup> Ambos apresentavam continuidade pol&iacute;tico-administrativa    nos &uacute;ltimos seis anos. Para os dois munic&iacute;pios, foi levantada    a popula&ccedil;&atilde;o residente por ano, segundo faixa et&aacute;ria, e    a quantidade aprovada de produ&ccedil;&atilde;o ambulatorial odontol&oacute;gica    da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica por ano, segundo procedimento, englobando    os anos de 1995 a 2001. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os dados foram    compilados do SIA-SUS, no banco de dados do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de    &#8211; o Datasus &#8211;, no site <i><a href="http://www.datasus.gov.br">http://www.datasus.gov.br</a></i>.    Os dados referentes ao ano de 1994 n&atilde;o foram inclu&iacute;dos por estarem    dispon&iacute;veis no sistema apenas a partir de junho.<sup>9</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para fins de avalia&ccedil;&atilde;o    de &ecirc;nfase em determinado   tipo de a&ccedil;&atilde;o, os procedimentos odontol&oacute;gicos foram   classificados em seis grandes grupos, conforme a tabela   de procedimentos ambulatoriais do SIA-SUS:   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1. Consulta odontol&oacute;gica    &#8211; refere-se ao primeiro exame   do paciente com finalidade de diagn&oacute;stico e/   ou plano de tratamento, caracterizando de alguma   forma o acesso ao sistema (uma consulta por   ano e por paciente).   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Procedimentos    coletivos &#8211; conjunto de procedimentos   de promo&ccedil;&atilde;o e preven&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de bucal,   de baixa complexidade, dispensando equipamentos   odontol&oacute;gicos e incluindo: levantamento   epidemiol&oacute;gico; grupo de educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de;   e atividades profissionais com fl&uacute;or e higiene   bucal supervisionada, devendo ser registrado um   procedimento por crian&ccedil;a/indiv&iacute;duo no m&ecirc;s, realizadas,   no m&iacute;nimo, a cada tr&ecirc;s meses. Pr&aacute;tica   comumente realizada em escolas, mas podendo   se estender a outros grupos espec&iacute;ficos e em comunidade.   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. Procedimentos    Preventivos Individuais &#8211; neste   item, foram agrupados: aplica&ccedil;&atilde;o t&oacute;pica de fl&uacute;or;   aplica&ccedil;&atilde;o de cariost&aacute;tico ou selante; controle de   placa bacteriana; e escaria&ccedil;&atilde;o. O aumento nesse   grupo significaria uma maior &ecirc;nfase da gest&atilde;o nos   aspectos relacionados &agrave; pr&aacute;tica preventiva, realizada   individualmente.   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. Procedimentos    restauradores &#8211; capeamento pulpar   direto e indireto; selamento de cavidade com cimento   provis&oacute;rio; restaura&ccedil;&otilde;es de comp&oacute;sito, silicato,   resina fotopolimeriz&aacute;vel, am&aacute;lgama ou cimento de   ion&ocirc;mero de vidro; e restaura&ccedil;&atilde;o a pino em dentes   dec&iacute;duos ou permanentes.   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Procedimentos    cir&uacute;rgicos &#8211; exodontia de dente   permanente ou dec&iacute;duo; remo&ccedil;&atilde;o de resto   radicular; frenectomia; ulotomia; tratamento de   hemorragia; tratamento conservador de osteomielite;   curetagem periapical; e pulpotomia.   </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 6. Procedimentos    periodontais &#8211; procedimentos de   raspagem, alisamento e polimento coron&aacute;rio ou   radicular; curetagem subgengival; gengivectomia; e   tratamento periodontal em situa&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia.   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os procedimentos    de m&eacute;dia complexidade ou da   aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica ampliada, segundo a Norma   Operacional da Assist&ecirc;ncia &agrave; Sa&uacute;de &#8211; NOAS 2001,10   n&atilde;o foram inclu&iacute;dos por se tratar de munic&iacute;pios ainda   habilitados na NOB-SUS 1996.<sup>8</sup>   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Os dados foram    organizados numa s&eacute;rie hist&oacute;rica   para avaliar a &ecirc;nfase em cada tipo de procedimento,   buscando-se caracterizar os modelos de aten&ccedil;&atilde;o em   sa&uacute;de bucal em cada munic&iacute;pio.   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para o c&aacute;lculo    dos procedimentos coletivos por habitante/ano, a quantidade aprovada de procedimentos    coletivos (c&oacute;digo 0301101-1 do SIA-SUS) de um ano foi dividida pelo total    da popula&ccedil;&atilde;o com faixa et&aacute;ria entre 5 e 14 anos, segundo    o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), para o mesmo    ano, no munic&iacute;pio em quest&atilde;o. O c&aacute;lculo dos procedimentos    ambulatoriais por habitante/ano seguiu a mesma f&oacute;rmula, sendo o numerador    o total de procedimentos odontol&oacute;gicos aprovados no ano, exceto os procedimentos    coletivos; e no denominador, o total de habitantes daquele ano. Para avaliar    a participa&ccedil;&atilde;o de cada tipo de procedimento no total de procedimentos    odontol&oacute;gicos, tamb&eacute;m foi calculado o n&uacute;mero de procedimentos/habitante/ano    para cada tipo de procedimento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Para avaliar a    produ&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os, foram considerados como par&acirc;metros    m&iacute;nimos: quatro procedimentos coletivos/habitante/ano em 60% da popula&ccedil;&atilde;o    de 5-14 anos; e um procedimento ambulatorial/ habitante/ano. Para os procedimentos    coletivos, o par&acirc;metro foi estabelecido considerando a descri&ccedil;&atilde;o    do Procedimento Coletivo na tabela de procedimentos do SIA-SUS, segundo a qual    as a&ccedil;&otilde;es de educa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de e higiene bucal    supervisionada devem ser realizadas, no m&iacute;nimo, a cada tr&ecirc;s meses    ao longo do ano (quatro por ano). Quanto &agrave; popula&ccedil;&atilde;o-alvo,    foi escolhida a faixa-et&aacute;ria de 5-14 anos, por se tratar do grupo priorizado    para realiza&ccedil;&atilde;o dessas atividades no Estado da Bahia.<sup>11</sup> Para avaliar    a produ&ccedil;&atilde;o de procedimentos ambulatoriais, o par&acirc;metro foi    sugerido dentro do intervalo proposto pela portaria do Minist&eacute;rio da    Sa&uacute;de GM/MS n<sup>o</sup> 1.101/02 (0,5 a 2,0 procedimentos/ habitante/ano).<sup>12</sup></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Resultados    </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Perfil    administrativo dos munic&iacute;pios</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O munic&iacute;pio    A est&aacute; situado na regi&atilde;o metropolitana   de Salvador, habilitado &agrave; gest&atilde;o plena do sistema   municipal de sa&uacute;de (NOB-SUS 1996)<sup>8</sup> desde 05/   01/1999. No que se refere aos aspectos pol&iacute;ticos e   de organiza&ccedil;&atilde;o do setor, na d&eacute;cada de 80, houve uma   expans&atilde;o da rede assistencial e, desde ent&atilde;o, h&aacute; contextos   pol&iacute;ticos diferenciados, com recuos e avan&ccedil;os   na Sa&uacute;de. O Programa de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia foi implantado   no munic&iacute;pio em 1998. Atualmente, conta com 20   equipes de composi&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima (m&eacute;dico, enfermeiro,   auxiliar de enfermagem, agente comunit&aacute;rio de sa&uacute;de),   sem a inclus&atilde;o do cirurgi&atilde;o-dentista. Com uma popula&ccedil;&atilde;o   de 158.148 residentes, possui uma rede de 18 consult&oacute;rios   odontol&oacute;gicos (8.786 habitantes para cada   equipo), 26 cirurgi&otilde;es-dentistas (CD) e 25 auxiliares   de consult&oacute;rio dent&aacute;rio (ACD). A sa&uacute;de bucal ainda n&atilde;o   foi incorporada &agrave;s a&ccedil;&otilde;es do PSF; contudo, o munic&iacute;pio   disp&otilde;e de um Programa de Sa&uacute;de do Escolar que incorpora   a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de bucal e do qual participam oito   cirurgi&otilde;es-dentistas e agentes de sa&uacute;de bucal (profissionais   da Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o, identificados   e capacitados para acompanhar atividades de enfermagem   e odontologia dentro das escolas em que est&atilde;o   inseridos). Desde a d&eacute;cada de 80, s&atilde;o realizadas   atividades de higiene bucal supervisionada, bochecho   fluorado, a&ccedil;&otilde;es educativas pontuais e encaminhamento   para atendimento cir&uacute;rgico-restaurador, abrangendo   parte das escolas municipais. A rede municipal, at&eacute; o   final do ano de 2001, contava apenas com a&ccedil;&otilde;es de aten&ccedil;&atilde;o   b&aacute;sica na assist&ecirc;ncia odontol&oacute;gica, n&atilde;o dispondo   de servi&ccedil;o de radiologia odontol&oacute;gica, endodontia ou   outras a&ccedil;&otilde;es de m&eacute;dia complexidade.   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O munic&iacute;pio    B, localizado na regi&atilde;o sudoeste do Estado e inclu&iacute;do no pol&iacute;gono    das secas, &eacute; um importante p&oacute;lo regional pela sua localiza&ccedil;&atilde;o    &agrave;s margens de uma importante rodovia federal. Est&aacute; habilitado    na gest&atilde;o plena do sistema municipal desde 23/03/1999. Este munic&iacute;pio    vem buscando implementar um modelo de vigil&acirc;ncia &agrave; sa&uacute;de,    utilizando a estrat&eacute;gia de sa&uacute;de da fam&iacute;lia como porta    de entrada do sistema de sa&uacute;de e organizando o sistema de refer&ecirc;ncia    e contra-refer&ecirc;ncia. O munic&iacute;pio possui 267.186 habitantes e conta    com uma rede de 44 consult&oacute;rios odontol&oacute;gicos (6.072 habitantes    para cada equipo odontol&oacute;gico), 28 cirurgi&otilde;es-dentistas (CD) e    14 auxiliares de consult&oacute;rio dent&aacute;rio (ACD). Desde a implementa&ccedil;&atilde;o    do PSF no munic&iacute;pio (1998), equipes de sa&uacute;de bucal formadas por    CD e ACD foram incorporadas &agrave;s Equipes de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia,    inicialmente com um CD e um ACD para cada ESF e uma carga hor&aacute;ria de    20 horas semanais; depois da publica&ccedil;&atilde;o da Portaria GM/MS n<sup>o</sup> 1.444/00,<sup>13</sup>    foi mantida uma ESB com carga hor&aacute;ria de 40 horas para cada duas ESF.    Ao final do ano de 2001, o munic&iacute;pio B oferecia, inclusive, servi&ccedil;os    de m&eacute;dia complexidade &#8211; como endodontia e ortodontia &#8211; aos    seus mun&iacute;cipes. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Produ&ccedil;&atilde;o    de servi&ccedil;os</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A s&eacute;rie    hist&oacute;rica do volume de procedimentos ambulatoriais mostrou uma expans&atilde;o    da oferta de servi&ccedil;os para ambos os munic&iacute;pios, principalmente    no munic&iacute;pio A, que apresentou um aumento de 138,8% (de 0,18 para 0,43    procedimentos/habitante/ano) de 1995 a 2001. Contudo, o munic&iacute;pio A apresenta    uma irregularidade na quantidade de procedimentos aprovados ao longo desses    anos, n&atilde;o existindo registros para o ano de 1996 e apresentando uma queda    na produ&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos em 1997 e    1998, quando comparados a 1995. A partir de 1998, &eacute; observado um aumento    progressivo da quantidade de procedimentos aprovados. No munic&iacute;pio B,    a expans&atilde;o da oferta de servi&ccedil;os ambulatoriais foi de 57,1% (de    0,21 para 0,33 procedimentos/habitante/ano), para o per&iacute;odo de 1995 a    2001, e pode-se observar uma regularidade na freq&uuml;&ecirc;ncia de registros;    exceto para os procedimentos preventivos individuais, que apresentaram um aumento    importante em 1998, registrando uma quantidade de procedimentos dez vezes maior    que a do ano de 1999, provavelmente em decorr&ecirc;ncia do registro inadequado    de procedimentos coletivos como preventivos individuais (<a href="#t1">Tabela    1</a>, <a href="#f1">Figuras 1</a> e <a href="#f2">2</a>). </font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/ess/v12n1/1a05t1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="left"><a name="f1"></a></p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/ess/v12n1/1a05f1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="left"><a name="f2"></a></p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/ess/v12n1/1a05f2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O registro de    procedimentos coletivos passou a ser significativo a partir de 1999, ano da    habilita&ccedil;&atilde;o na gest&atilde;o plena do sistema municipal de sa&uacute;de.    O munic&iacute;pio A, apesar de contar com a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de    bucal no Programa de Sa&uacute;de do Escolar desde os anos 80, tamb&eacute;m    n&atilde;o apresenta registro significativo de procedimentos coletivos para    os anos de 1995 a 1998, fato que, mais uma vez, provavelmente, est&aacute; relacionado    ao registro dos procedimentos coletivos como procedimentos preventivos individuais;    ou &agrave; aus&ecirc;ncia de registros dos procedimentos coletivos. Desde 1999,    o munic&iacute;pio B possui registro de procedimentos coletivos, apresentando    uma propor&ccedil;&atilde;o de procedimentos coletivos/ habitante/ano para a    popula&ccedil;&atilde;o de 5 a 14 anos superior &agrave; do munic&iacute;pio    A. Essa diferen&ccedil;a ampliou-se no per&iacute;odo entre 2000 e 2001, podendo    ser explicada pela aus&ecirc;ncia de Equipes de Sa&uacute;de Bucal no PSF do    munic&iacute;pio A, onde esses procedimentos est&atilde;o restritos ao ambiente    escolar; e pela &ecirc;nfase da gest&atilde;o da sa&uacute;de no munic&iacute;pio    B na implementa&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas coletivas e preventivas    (<a href="#f3">Figura 3</a>).</font></p>     <p><a name="f3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/ess/v12n1/1a05f3.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As a&ccedil;&otilde;es    de sa&uacute;de bucal coletiva do Programa de Sa&uacute;de do Escolar do munic&iacute;pio    A n&atilde;o t&ecirc;m apresentado aumento. A partir da gest&atilde;o plena    do sistema municipal de sa&uacute;de, parece ter havido uma melhora nos registros    que, desde ent&atilde;o, v&ecirc;m mantendo n&iacute;veis est&aacute;veis, em    torno de 0,5 procedimentos coletivos/habitante/ano para a popula&ccedil;&atilde;o    de 5-14 anos. O munic&iacute;pio B apresentou um aumento na produ&ccedil;&atilde;o    de procedimentos coletivos de 1999 a 2001, passando de 0,05 a 2,34 procedimentos    coletivos/habitante/ano para a popula&ccedil;&atilde;o residente de 5 a 14 anos    (<a href="#t2">Tabela 2</a>, <a href="#f4">Figura 4</a>).</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/ess/v12n1/1a05t2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/ess/v12n1/1a05f4.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Quanto &agrave;    participa&ccedil;&atilde;o percentual de cada grupo de procedimentos na produ&ccedil;&atilde;o    odontol&oacute;gica ambulatorial em ambos os munic&iacute;pios, h&aacute; um    predom&iacute;nio e crescimento das consultas odontol&oacute;gicas, podendo    ser caracterizado como um aumento no acesso a esse servi&ccedil;o por parte    da popula&ccedil;&atilde;o. Contudo, sobre os procedimentos restauradores,preventivos    individuais e cir&uacute;rgicos,h&aacute;uma invers&atilde;o no munic&iacute;pio    B a partir do in&iacute;cio do per&iacute;odo analisado, em rela&ccedil;&atilde;o    ao munic&iacute;pio A. Em 2001, o munic&iacute;pio A apresentou maior participa&ccedil;&atilde;o    das consultas (37,2%), seguidas dos procedimentos cir&uacute;rgicos (23,3%)    e restauradores (18,6%), e menor participa&ccedil;&atilde;o dos procedimentos    preventivos individuais (11,6%) e periodontais (9,3%); entretanto, no mesmo    ano, o munic&iacute;pio B j&aacute; apresentou a mesma propor&ccedil;&atilde;o    entre consultas, procedimentos preventivos individuais e restauradores (21,2%);    e uma menor propor&ccedil;&atilde;o de procedimentos cir&uacute;rgicos e periodontais    (18,2%) (<a href="#f4">Figuras 4</a> e <a href="#f5">5</a>). Chama a aten&ccedil;&atilde;o    o crescimento, no per&iacute;odo, da pro- por&ccedil;&atilde;o de procedimentos    periodontais (desenvolvidos tipicamente sobre a popula&ccedil;&atilde;o adulta)    no munic&iacute;pio B, o que pode indicar um aumento do acesso desse grupo populacional    &agrave; aten&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica, apesar de ainda apresentar    uma baixa propor&ccedil;&atilde;o. Observou-se uma expans&atilde;o da oferta    de servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos (<a href="#t1">Tabela 1</a>). Contudo,    a expans&atilde;o dos procedimentos coletivos foi mais significante no munic&iacute;pio    B. O munic&iacute;pio A, apesar de apresentar uma produ&ccedil;&atilde;o ambulatorial    por habitante/ano maior que a do munic&iacute;pio B, quando avaliada toda a    produ&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica, possui uma menor produ&ccedil;&atilde;o,    evidenciando o investimento ainda incipiente em a&ccedil;&otilde;es coletivas    de promo&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de e preven&ccedil;&atilde;o de    doen&ccedil;as bucais (<a href="#f1">Figuras 1</a> e <a href="#f2">2</a>).</font></p>     <p><a name="f5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="../img/revistas/ess/v12n1/1a05f5.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <b>Discuss&atilde;o    </b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Segundo o par&acirc;metro    m&iacute;nimo de quatro procedimentos coletivos/habitante/ano para 60% da popula&ccedil;&atilde;o    entre 5-14 anos e um procedimento ambulatorial/habitante/ano, proposto por este    estudo, ambos os munic&iacute;pios ainda apresentam produ&ccedil;&atilde;o aqu&eacute;m    das metas estabelecidas. O munic&iacute;pio B alcan&ccedil;ou melhores resultados    com rela&ccedil;&atilde;o aos procedimentos coletivos, enquanto o munic&iacute;pio    A apresentou maior incentivo aos procedimentos ambulatoriais. Dessa forma, pode-se    verificar um modelo mais centrado em a&ccedil;&otilde;es curativas individuais    no munic&iacute;pio A, enquanto o munic&iacute;pio B, apesar de indicar menor    percentual do par&acirc;metro de procedimentos ambulatoriais, apresenta maior    &ecirc;nfase nas a&ccedil;&otilde;es coletivas. </font></p>     <p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quanto &agrave;s    limita&ccedil;&otilde;es do SIA-SUS, cabe destacar que os dados desse sistema    s&atilde;o relativos aos procedimentos realizados, limitando a an&aacute;lise    &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os e n&atilde;o permitindo    um levantamento de perfis de morbidade. A tabela de procedimentos ambulatoriais    sofreu altera&ccedil;&otilde;es em outubro de 1999 (Portaria SAS/MS n<sup>o</sup>    35/99), fazendo-se necess&aacute;rio estabelecer uma correspond&ecirc;ncia entre    alguns procedimentos que tiveram suas defini&ccedil;&otilde;es modificadas,    uma vez que se tratou de um estudo de s&eacute;rie hist&oacute;rica. Al&eacute;m    disso, o SIA-SUS foi implantado para fins de pagamento dos procedimentos realizados,    o que pode interferir no registro dos dados, uma vez que quanto maior a produ&ccedil;&atilde;o    de servi&ccedil;os, maior o repasse, podendo-se supor que houve sobre-registro    de procedimentos nos primeiros anos da s&eacute;rie-hist&oacute;rica. Contudo,    o advento do Piso da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica (PAB) estabeleceu um    valor <i>per capita</i> para o custeio das a&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os    da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica e, presumivelmente, uma maior confiabilidade    dos dados, visto que o registro da produ&ccedil;&atilde;o ambulatorial n&atilde;o    mais interfere no repasse de recursos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> O estudo p&ocirc;de    constatar que a alimenta&ccedil;&atilde;o da base de dados dos procedimentos    ambulatoriais da produ&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica, considerados de    maior tradi&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea &#8211; como consultas, exodontias    e restaura&ccedil;&otilde;es &#8211;, apresenta uma certa const&acirc;ncia e    confiabilidade no registro. Entretanto, os procedimentos coletivos, considerados    como pr&aacute;ticas mais recentes, ainda apresentam s&eacute;rios problemas    de registro e padroniza&ccedil;&atilde;o, comprometendo a sua confiabilidade.    O aumento da produ&ccedil;&atilde;o de procedimentos coletivos deve considerar    que o registro destes procedimentos nem sempre corresponde &agrave; defini&ccedil;&atilde;o    referida nos manuais do SIA-SUS, sendo registrados, algumas vezes, n&atilde;o    o conjunto de procedimentos por indiv&iacute;duo/m&ecirc;s, mas cada procedimento    individualmente, podendo ocorrer uma superestima&ccedil;&atilde;o da quantidade    de procedimentos coletivos realizados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Pode-se evidenciar    que a metodologia adotada permitiu avaliar a produ&ccedil;&atilde;o odontol&oacute;gica    dos munic&iacute;pios em quest&atilde;o e delinear o modelo de aten&ccedil;&atilde;o    &agrave; sa&uacute;de bucal vigente em cada munic&iacute;pio, bem como as mudan&ccedil;as    ocorridas durante o per&iacute;odo estudado. O uso Sandra Garrido de Barros    e S&ocirc;nia Cristina Lima Chaves de s&eacute;ries hist&oacute;ricas pode propiciar    uma avalia&ccedil;&atilde;o complementar e constituir-se em um componente importante    nos estudos, permitindo a previs&atilde;o de cen&aacute;rios de interven&ccedil;&atilde;o    da gest&atilde;o sobre as pr&aacute;ticas desenvolvidas e a evolu&ccedil;&atilde;o    dessas mudan&ccedil;as.<sup>14</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Pode-se perceber    uma expans&atilde;o da oferta de servi&ccedil;os   odontol&oacute;gicos em ambos os munic&iacute;pios a partir   da habilita&ccedil;&atilde;o na gest&atilde;o plena do sistema municipal.   Contudo, ainda n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel determinar uma mudan&ccedil;a   de pr&aacute;tica na aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de bucal desses   munic&iacute;pios. Com a municipaliza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es    de sa&uacute;de,   munic&iacute;pios que possu&iacute;am nenhuma ou quase nenhuma   assist&ecirc;ncia odontol&oacute;gica, caracterizada por   a&ccedil;&otilde;es centradas na exodontia e uma demanda reprimida   pela aus&ecirc;ncia de servi&ccedil;os restauradores, passaram   a contar com uma equipe de sa&uacute;de bucal acompanhando   cada duas equipes de sa&uacute;de da fam&iacute;lia. A   inova&ccedil;&atilde;o contribuiu para um aumento da oferta, mas   nem sempre para uma reorienta&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de   bucal e da constru&ccedil;&atilde;o de modelos de aten&ccedil;&atilde;o baseados   na vigil&acirc;ncia &agrave; sa&uacute;de.<sup>15</sup>   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Quando se busca    a consolida&ccedil;&atilde;o de novas pr&aacute;ticas, &eacute; comum uma maior    lentid&atilde;o no seu processo de assimila&ccedil;&atilde;o e reconhecimento    das mesmas, da sua legitimidade e registro como &quot;trabalho&quot; profissional.    Outro aspecto importante refere-se &agrave; qualidade (adequa&ccedil;&atilde;o    t&eacute;cnico-cient&iacute;fica)<sup>16</sup> do procedimento executado, podendo    essa implanta&ccedil;&atilde;o variar entre os munic&iacute;pios, sendo necess&aacute;ria,    portanto, a defini&ccedil;&atilde;o de padr&otilde;es nacionais que possam nortear    a execu&ccedil;&atilde;o dessas a&ccedil;&otilde;es de responsabilidade do n&iacute;vel    local. O Pacto da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica 2002 &eacute; uma tentativa    nesse sentido, na medida em que estabelece tr&ecirc;s indicadores de sa&uacute;de    bucal: 1) a cobertura da primeira consulta odontol&oacute;gica; 2) a raz&atilde;o    entre os procedimentos coletivos e a popula&ccedil;&atilde;o de 0-14 anos; e    3) a propor&ccedil;&atilde;o entre as exodontias e as a&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas    individuais.<sup>17</sup> O primeiro indicador est&aacute; relacionado &agrave;    tentativa de ampliar o acesso aos servi&ccedil;os odontol&oacute;gicos; o segundo,    de aumentar a cobertura e realiza&ccedil;&atilde;o dos procedimentos coletivos    nos munic&iacute;pios; e o terceiro, de incentivar a&ccedil;&otilde;es menos    mutiladoras. Quanto &agrave; popula&ccedil;&atilde;o de refer&ecirc;ncia para    os procedimentos coletivos, n&atilde;o est&aacute; claro, por&eacute;m, se ser&aacute;    a de 0-14 anos ou apenas aquela de 5-14 anos, conforme utiliza&ccedil;&atilde;o    neste estudo. Outro aspecto refere-se &agrave; defini&ccedil;&atilde;o de par&acirc;metros    nacionais de consulta e/ou procedimento/ habitante/ano, bem como ao n&uacute;mero    adequado de procedimentos coletivos/habitante/ano. A realiza&ccedil;&atilde;o    de um comit&ecirc; de<i> experts</i>, como prop&otilde;e Donabedian,16 seria    uma estrat&eacute;gia bastante &uacute;til para se buscar uma adequa&ccedil;&atilde;o    t&eacute;cnico-cient&iacute;fica aos novos indicadores propostos pelo Pacto    da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica, bem como por este estudo em particular.    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> As informa&ccedil;&otilde;es    s&oacute; podem contribuir para o desenvolvimento de modelos de aten&ccedil;&atilde;o    &agrave; sa&uacute;de mediante a an&aacute;lise dos seus dados, se h&aacute;    um adequado preenchimento dos instrumentos, registro e armazenamento seguros,    fluxo de dados at&eacute; o processamento no tempo estabelecido, sua consolida&ccedil;&atilde;o,    an&aacute;lise e difus&atilde;o.<sup>3</sup> Faz-se necess&aacute;rio o treinamento dos    profissionais de sa&uacute;de para o correto preenchimento dos instrumentos    de registro de dados de sa&uacute;de, sua sensibiliza&ccedil;&atilde;o sobre    a import&acirc;ncia dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o e de como utilizar    esses dados na an&aacute;lise e difus&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es;    e, finalmente, a capacita&ccedil;&atilde;o dos gestores dos servi&ccedil;os,    profissionais de sa&uacute;de e usu&aacute;rios para a tomada de decis&otilde;es.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> <strong>Refer&ecirc;ncias    bibliogr&aacute;ficas</strong> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 1. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. A Reorganiza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es de   sa&uacute;de bucal na aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica. Bras&iacute;lia:    MS; 2001.   </font><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 2. Zanetti CHG.    Por um caminho sustent&aacute;vel para universaliza&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o    b&aacute;sica: sa&uacute;de bucal da fam&iacute;lia com equidade e integralidade.    Bras&iacute;lia: P&oacute;lo UnB / Planaltina SUS-DF de Ensino e Pesquisa em    Sa&uacute;de Bucal - Departamento de Odontologia da Universidade de Bras&iacute;lia;    2000 &#91;online&#93; &#91capturado 2002 jun 07&#93; Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.saudebucalcoletiva.unb.br/oficina/estado/coletivo_amplo/psf_caminho.htm">http://www.saudebucalcoletiva.unb.br/oficina/estado/coletivo_amplo/psf_caminho.htm</a>.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 3. Mota E, Carvalho    DM. Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de. In: Rouquaryol MZ,    Almeida Filho N. Epidemiologia e Sa&uacute;de. 5<sup>a</sup> ed. Rio de Janeiro: Medsi;    1999. p.505-521. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 4. Terreri ALM,    Garcia WG. A Contribui&ccedil;&atilde;o dos bancos   de dados sobre desenvolvimento social e sa&uacute;de para   a reorganiza&ccedil;&atilde;o do modelo municipal de sa&uacute;de   bucal. Revista Brasileira de Odontologia e Sa&uacute;de   Coletiva 2001;2:25-33.   </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 5. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. SIAB: manual do Sistema de   Informa&ccedil;&atilde;o da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Bras&iacute;lia:    MS; 1998.   </font><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 6. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Manual de preenchimento de instrumenta&ccedil;&atilde;o do    SIA-SUS. Bras&iacute;lia: MS; 2002 &#91;online&#93; &#91;capturado 2002 jun    05&#93; Dispon&iacute;vel em <a href="http://dtr2001.saude.gov.br/sas/decas/indice.mansia.htm">http://dtr2001.saude.gov.br/sas/decas/indice.mansia.htm</a></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 7. Scatena JHG,    Tanaka OY. Utiliza&ccedil;&atilde;o do Sistema de   Informa&ccedil;&otilde;es Hospitalares (SIH-SUS) e do Sistema de   Informa&ccedil;&otilde;es Ambulatoriais (SIA-SUS) na an&aacute;lise da   descentraliza&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de em Mato Grosso. Informe   Epidemiol&oacute;gico do SUS 2001;10:19-30.   </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 8. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Norma Operacional B&aacute;sica do Sistema &Uacute;nico de    Sa&uacute;de - NOB SUS 96. Gest&atilde;o Plena com responsabilidade pela sa&uacute;de    do cidad&atilde;o. Bras&iacute;lia: MS; 1997.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 9. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Informa&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de &#91;acessado durante    o ano de 2002, para informa&ccedil;&otilde;es de 1995 a 2001&#93; &#91;online&#93;    Dispon&iacute;vel em <a href="http://tabnet.datasus.gov.br/tabnet/tabnet.htm">http://tabnet.datasus.gov.br/tabnet/tabnet.htm</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 10. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Portaria n. 95, de 26 de   janeiro de 2001. Aprova a Norma Operacional da   Assist&ecirc;ncia &agrave; Sa&uacute;de - NOAS 01/2001. Di&aacute;rio Oficial   da Uni&atilde;o, Bras&iacute;lia, v.139, n.20, p.23, 29 jan. 2001.   Se&ccedil;&atilde;o 1.   </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 11. Secretaria    de Sa&uacute;de do Estado da Bahia.   Programa&ccedil;&atilde;o da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica 2002 e PPI    de   Epidemiologia e Controle de Doen&ccedil;as: manual de   orienta&ccedil;&otilde;es. Salvador: SES-BA; 2002.   </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 12. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Portaria n. 1101, de 12   de junho de 2002. Estabelece par&acirc;metros   assistenciais do SUS. Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o, Bras&iacute;lia,   v.139, n.112, p.36, 13 jun. 2002. Se&ccedil;&atilde;o 1.   </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 13. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Portaria n. 1444, de 28 de dezembro de 2000. Estabelece incentivo    financeiro para reorganiza&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de bucal prestada nos    munic&iacute;pios por meio do Programa de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia. Di&aacute;rio    Oficial da Uni&atilde;o, Bras&iacute;lia, v.138, n. 250, p.85, 29 dez. 2000.    Se&ccedil;&atilde;o 1. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 14. Denis JL,    Champagne F. An&aacute;lise de implanta&ccedil;&atilde;o. In:   Hartz ZMA, editor. Avalia&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de: dos modelos   conceituais &agrave; pr&aacute;tica na an&aacute;lise da implanta&ccedil;&atilde;o    de   programas. Rio de Janeiro: Fiocruz; 1997. p.49-88.   </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 15. Teixeira CF,    Paim JS, Vilasboas AL. SUS: modelos   assistenciais e vigil&acirc;ncia da sa&uacute;de. Informe   Epidemiol&oacute;gico do SUS 1998;7(2):7-28.   </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 16. Donabedian    AMD. Criteria and standards for quality   assessment and monitoring. QRB 1986;12:99-108.   </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> 17. Brasil. Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de. Portaria n. 1121, de 17 de junho de 2002. Estabelece Pacto    da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica 2002. Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o,    Bras&iacute;lia, v.139, n.115, p.30, 18 jun. 2002. Se&ccedil;&atilde;o 1.</font><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="../img/revistas/ess/v12n1/seta.gif" border="0"></a>Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia:</a>    <br>   </b></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Rua Bar&atilde;o    de Loreto, 168/503,    <br>   Gra&ccedil;a, Salvador-BA.    <br>   CEP: 40150-270.    <br>   <i>E-mail</i>:<a href="mailto:schaves@ufba.br"> schaves@ufba.br</a></font></p>      ]]></body><back>
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