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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>EDITORIAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A informa&ccedil;&atilde;o,    a an&aacute;lise e a a&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de </font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Elisabeth Carmen    Duarte</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Diretora do Departamento    de An&aacute;lise de Situa&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de/SVS/MS. Consultora</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A observa&ccedil;&atilde;o    criteriosa e sistem&aacute;tica da distribui&ccedil;&atilde;o dos eventos de    sa&uacute;de constitui-se em elemento fundamental para a compreens&atilde;o    acerca dos fatores, situa&ccedil;&otilde;es, condi&ccedil;&otilde;es ou interven&ccedil;&otilde;es    modificadoras dos riscos de adoecimento de popula&ccedil;&otilde;es humanas.    A an&aacute;lise da situa&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de &eacute; fundamental    para informar a tomada de decis&atilde;o dos gestores, nas diversas esferas    de governo, na medida em que traz evid&ecirc;ncias relevantes para a elucida&ccedil;&atilde;o    de pontos essenciais &agrave; a&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; ineg&aacute;vel    o aumento da qualidade das fontes de informa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de    dispon&iacute;veis no &acirc;mbito do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS),    mesmo que diferen&ccedil;as regionais relevantes ainda persistam. Por exemplo,    os sistemas de informa&ccedil;&atilde;o nacionais de mortalidade e de nascidos    vivos v&ecirc;m amadurecendo e agregando robustez enquanto instrumentos epidemiol&oacute;gicos,    com aumento de suas coberturas e da validade de suas informa&ccedil;&otilde;es,    abrindo importantes possibilidades para an&aacute;lise.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Paralelamente    a esse desenvolvimento &#8211; em parte, motivado por ele &#8211;, aprimoram-se    e institucionalizam-se as iniciativas anal&iacute;ticas com uso de dados secund&aacute;rios.    Os processos metodol&oacute;gicos para realiza&ccedil;&atilde;o de an&aacute;lises    descritivas, monitoramento das desigualdades em sa&uacute;de, an&aacute;lises    de s&eacute;ries temporais, an&aacute;lises espaciais, estudos ecol&oacute;gicos    e de avalia&ccedil;&atilde;o de impacto, entre outras abordagens, beneficiam-se    dos sistemas de informa&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de pela continuidade e    constante ganho de oportunidade e representatividade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Entretanto, dist&acirc;ncias    ainda persistem entre a decis&atilde;o em sa&uacute;de e as evid&ecirc;ncias    geradas pelas an&aacute;lises epidemiol&oacute;gicas. Talvez, esse distanciamento    sustente-se no fato de que a pr&aacute;tica da sa&uacute;de coletiva com base    nas evid&ecirc;ncias requer mais do que consenso quanto &agrave; melhor evid&ecirc;ncia    dispon&iacute;vel. Ela exige considera&ccedil;&otilde;es que transcendem o campo    epidemiol&oacute;gico e invadem as dimens&otilde;es social, cultural e pol&iacute;tico-econ&ocirc;mica,    demandando abordagens quantitativas e qualitativas. Tal pr&aacute;tica fundamenta-se    no uso consciente, expl&iacute;cito e cr&iacute;tico da melhor evid&ecirc;ncia    corrente dispon&iacute;vel para a tomada de decis&otilde;es sobre a aten&ccedil;&atilde;o    &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es no campo da preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as,    prote&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de; e que deve    ser desenvolvida de maneira integrada &agrave;s experi&ecirc;ncias, pr&aacute;ticas    e conhecimentos originados da sa&uacute;de coletiva, respeitando os valores    e prefer&ecirc;ncias da comunidade.<sup>1,2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma vez que evid&ecirc;ncia    cient&iacute;fica n&atilde;o exclui, de todo, as incertezas, e interven&ccedil;&otilde;es    s&atilde;o pass&iacute;veis de sofrer influ&ecirc;ncias por elementos externos,    nem sempre considerados <i>a priori</i>, as a&ccedil;&otilde;es, programas e pol&iacute;ticas,    ainda que baseadas em evid&ecirc;ncia, devem ser alvo permanente de processos    de monitoramento e avalia&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;ticos, corrigidas e    aprimoradas de acordo com os seus resultados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A relativa complexidade    contextual da pr&aacute;tica da sa&uacute;de coletiva baseada em evid&ecirc;ncias    n&atilde;o deve ser justificativa para a aus&ecirc;ncia de an&aacute;lises epidemiol&oacute;gicas,    voltadas a potencializar o aprimoramento e o desenvolvimento desta pr&aacute;tica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A revista <i>Epidemiologia    e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de</i>, especialmente neste n&uacute;mero, traz exemplos    do uso da epidemiologia com esse fim. O artigo de Carmo e colaboradores3 mostra    a transi&ccedil;&atilde;o do perfil de mobimortalidade no Brasil, mediante an&aacute;lise    de tend&ecirc;ncia, evidenciando os &ecirc;xitos e as dificuldades das a&ccedil;&otilde;es    de sa&uacute;de p&uacute;blica para controle de determinadas doen&ccedil;as    transmiss&iacute;veis, sejam emergentes ou reemergentes. Ainda, segundo os autores,    o cen&aacute;rio &eacute; de extrema complexidade e desigualdade, devendo ser    implementadas a&ccedil;&otilde;es apropriadas ao seu enfrentamento. O artigo    de Medeiros e colaboradores<sup>4</sup> traz an&aacute;lises de documentos hist&oacute;ricos,    recuperando as caracter&iacute;sticas e a efetividade das a&ccedil;&otilde;es    desenvolvidas no controle da filariose linf&aacute;tica no Brasil, entre 1951    e 2000. Os autores apontam para evid&ecirc;ncias que podem subsidiar a melhor    adequa&ccedil;&atilde;o do atual plano para o pa&iacute;s. Em outro artigo,    Teixeira e colaboradores<sup>5</sup> descrevem a distribui&ccedil;&atilde;o da soropreval&ecirc;ncia    e soroincid&ecirc;ncia de infec&ccedil;&otilde;es com o sorotipo um ou dois    da dengue em um estudo prospectivo realizado na cidade de Salvador, Bahia. Neste    estudo, as an&aacute;lises realizadas tamb&eacute;m podem fundamentar a tomada    de decis&otilde;es e reorientar a&ccedil;&otilde;es e pr&aacute;ticas j&aacute;    consolidadas no controle desta doen&ccedil;a. Finalmente, Silva MGC<sup>6</sup> analisa    os Anos Potenciais de Vida Perdidos (APVP) por causas evit&aacute;veis de morte,    em Fortaleza, Cear&aacute;. No estudo, grandes propor&ccedil;&otilde;es de APVP    (58% para homens e 41% para mulheres) s&atilde;o relacionadas &agrave;s causas    evit&aacute;veis, em especial aos acidentes de tr&acirc;nsito, homic&iacute;dios,    pneumonias, c&acirc;ncer de mama e c&acirc;ncer cervical. S&atilde;o evid&ecirc;ncias    que identificam oportunidades de interven&ccedil;&atilde;o necess&aacute;rias.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias    bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Jenicek M,    Stachenko S. Evidence-based public health, community medicine, preventive care.    Medical Science Monitor 2003;9(2):SR1-SR7.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Brownson RC,    Gurney JG, Land GH. Evidence-based decision making in public health. Journal    of Public Health Management and Practice 1999 Sep;5(5):86-97.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Carmo EH, Barreto    ML, Barbosa da Silva J. Mudan&ccedil;as nos padr&otilde;es de morbimortalidade    da popula&ccedil;&atilde;o brasileira: os desafios para um novo s&eacute;culo.    Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2003;12(2):61-73. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Medeiros Z,    Menezes JA, Cesse EP, Lessa F. Controle da filariose linf&aacute;tica no Brasil,    1951-2000. Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2003;12(2):75-84.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Teixeira MG,    Barreto ML, Costa MCN, Ferreira LDA, Pedro V. Din&acirc;mica da circula&ccedil;&atilde;o    do v&iacute;rus da dengue em uma &aacute;rea metropolitana do Brasil. Epidemiologia    e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2003;12(2):85-95.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Silva MGC. Anos    potenciais de vida perdidos por causas evit&aacute;veis, segundo sexo, em Fortaleza,    em 1996-1998. Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2003;12(2):97-108.</font> ]]></body><back>
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