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</front><body><![CDATA[ <P align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>EDITORIAL</b></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="4" face="Verdana"><b>A vigil&acirc;ncia ambiental e a epidemiologia    de servi&ccedil;o</b></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="2" face="Verdana"><b>Guilheme Franco Netto</b></font></P>     <P><font size="2" face="Verdana">Coordenador-Geral de Vigil&acirc;ncia Ambiental.    Membro do Comit&ecirc; Editorial</font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="2" face="Verdana">Esta edi&ccedil;&atilde;o da<i> Epidemiologia    e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de</i> re&uacute;ne quatro artigos in&eacute;ditos.    Os tr&ecirc;s primeiros enfatizam o crescente interesse da epidemiologia de    servi&ccedil;o, no Brasil, pela caracteriza&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia    dos efeitos para a sa&uacute;de humana relacionados com a exposi&ccedil;&atilde;o    aos contaminantes ambientais,<sup>1</sup> ao processo de envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o    brasileira<sup>2</sup> e ao ambiente de trabalho.<sup>3</sup> S&atilde;o textos    que explicitam a necessidade premente de o Sistema Nacional de Vigil&acirc;ncia    em Sa&uacute;de avan&ccedil;ar na sua capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o    &agrave;s atuais exig&ecirc;ncias do perfil epidemiol&oacute;gico da popula&ccedil;&atilde;o    brasileira. Entre essas exig&ecirc;ncias, tamb&eacute;m se encontram as de &#8220;vigiar&#8221;,    no contexto da vigil&acirc;ncia em sa&uacute;de, as doen&ccedil;as cr&ocirc;nico-degenerativas    prevalentes em nosso pa&iacute;s e que afetam, principalmente, a popula&ccedil;&atilde;o    idosa; bem como os acidentes de trabalho, cuja vigil&acirc;ncia (conforme demonstra    o artigo de Correa &amp; Assun&ccedil;&atilde;o) exige uma redefini&ccedil;&atilde;o    da gest&atilde;o de suas informa&ccedil;&otilde;es; e introduzir, no &acirc;mbito    do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), mecanismos que possibilitem a    monitora&ccedil;&atilde;o dos diversos fatores de risco individuais, sociais,    ambientais e econ&ocirc;micos que determinam a sa&uacute;de.</font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="2" face="Verdana">Finalmente, o quarto trabalho publicado nesta    edi&ccedil;&atilde;o &eacute; um estudo qualitativo explorat&oacute;rio que    situa o estado da arte da vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica em Feira de    Santana, Bahia, sob a &oacute;tica da descentraliza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es    de sa&uacute;de impulsionada pela habilita&ccedil;&atilde;o do Munic&iacute;pio    na Gest&atilde;o Plena da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica.<sup>4</sup></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" face="Verdana"><b>Vigil&acirc;ncia ambiental: um tema em constru&ccedil;&atilde;o</b></font></P>     <P><font size="2" face="Verdana">O manuscrito assinado por Lia Giraldo &eacute;    uma s&iacute;ntese do enorme esfor&ccedil;o que se realiza no &acirc;mbito da    sa&uacute;de e da vigil&acirc;ncia ambiental, na atualidade. O artigo identifica    as bases te&oacute;ricas, conceituais, metodol&oacute;gicas e institucionais    que est&atilde;o sendo &#8220;engendradas&#8221;, para que se fa&ccedil;a cumprir    o estabelecido para a Sa&uacute;de na Lei do SUS, notadamente sobre a necessidade    e atribui&ccedil;&atilde;o do setor governamental competente: agir em favor    de um meio ambiente saud&aacute;vel, promovendo a sa&uacute;de e prevenindo    contra a doen&ccedil;a.</font></P>     <P><font size="2" face="Verdana">No Brasil, a experi&ecirc;ncia de constru&ccedil;&atilde;o    coletiva da vigil&acirc;ncia ambiental em sa&uacute;de tem sido bastante rica,    protagonizada por cinco institui&ccedil;&otilde;es principais: 1) Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de, por meio da Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de,    que define a compet&ecirc;ncia da Coordena&ccedil;&atilde;o-Geral de Vigil&acirc;ncia    Ambiental em Sa&uacute;de (CGVAM) na gest&atilde;o do Sistema Nacional de Vigil&acirc;ncia    Ambiental em Sa&uacute;de (Sinvas), responsabilidade esta compartilhada com    as Secretarias de Estado e Municipais de Sa&uacute;de, de acordo com a IN N<sup>o</sup>    01/01, da Funasa; 2) Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio    da Vice-Presid&ecirc;ncia de Ambiente e Servi&ccedil;os de Refer&ecirc;ncia,    que tem estabelecido linhas de investiga&ccedil;&atilde;o, capacita&ccedil;&atilde;o    e coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica de acordo com as diretrizes e prioridades    definidas pela CGVAM; 3) Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o    em Sa&uacute;de Coletiva (Abrasco), por meio do Grupo de Trabalho de Sa&uacute;de    e Ambiente, que tem coordenado o processo de constru&ccedil;&atilde;o dos eixos    te&oacute;ricos, conceituais e metodol&oacute;gicos da Vigil&acirc;ncia Ambiental    em Sa&uacute;de (conforme o manuscrito supracitado, ora publicado); 4) Universidade    Federal do Rio de Janeiro, por meio do N&uacute;cleo de Estudos de Sa&uacute;de    Coletiva (NESC/UFRJ), que vem estabelecendo parcerias na formula&ccedil;&atilde;o    e aplica&ccedil;&atilde;o de cursos, metodologias de avalia&ccedil;&atilde;o    de risco e produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica; e 5) Organiza&ccedil;&atilde;o    Pan-Americana de Sa&uacute;de (OPAS), que, ao longo das &uacute;ltimas duas    d&eacute;cadas, tem oferecido apoio t&eacute;cnico-cient&iacute;fico ao Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de, estimulando a institui&ccedil;&atilde;o e o fortalecimento    da sa&uacute;de ambiental no &acirc;mbito do SUS. A produ&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnico-cient&iacute;fica    nacional sobre a tem&aacute;tica da sa&uacute;de ambiental, apesar de emergente,    j&aacute; pode ser considerada significativa, se tomarmos por base os per&iacute;odos    anteriores e as publica&ccedil;&otilde;es recentes e mais relevantes, dignas    de destaque.<sup>5-14</sup> Acrescenta-se a esta produ&ccedil;&atilde;o escrita    um conjunto importante de semin&aacute;rios, cursos e, mais recentemente, os    corredores tem&aacute;ticos de sa&uacute;de ambiental promovidos durante os    congressos de sa&uacute;de coletiva e de epidemiologia da Abrasco.</font></P>     <P><font size="2" face="Verdana">Essa produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, &agrave; qual    se soma o artigo de Lia Giraldo, parte de alguns pressupostos, diretrizes e    eixos de investiga&ccedil;&atilde;o que se manifestam em duas pr&aacute;ticas    complementares do setor Sa&uacute;de, n&atilde;o concorrentes: 1) a estrutura&ccedil;&atilde;o,    como j&aacute; vem acontecendo, de um forte Sistema Nacional de Vigil&acirc;ncia    Ambiental em Sa&uacute;de, capaz de monitorar os riscos e condi&ccedil;&otilde;es    ambientais mediatas (condicionantes e determinantes) e imediatas (efeitos e    causas), que seja integrado &agrave; Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de, considerando    a&ccedil;&otilde;es sin&eacute;rgicas e complementares com a vigil&acirc;ncia    epidemiol&oacute;gica, a vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria e a vigil&acirc;ncia    &agrave; sa&uacute;de do trabalhador, com clara defini&ccedil;&atilde;o das    atribui&ccedil;&otilde;es federal, estadual e municipal no &acirc;mbito do SUS;    e 2) a introdu&ccedil;&atilde;o, na formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas    e diretrizes da Sa&uacute;de, do conjunto de conceitos derivados do Desenvolvimento    Sustent&aacute;vel, tais como &#8220;Cidades, Munic&iacute;pios e Ambientes    Saud&aacute;veis&#8221;, expressos na constru&ccedil;&atilde;o da Agenda 21    global e nacional, bem como dos conceitos relacionados &agrave; Promo&ccedil;&atilde;o    da Sa&uacute;de, possibilitando a constru&ccedil;&atilde;o de parcerias intersetoriais    e estrat&eacute;gicas, capazes de realizar a&ccedil;&otilde;es que se anteponham    &agrave; fragmenta&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas com    a constru&ccedil;&atilde;o de eixos que agreguem novas pol&iacute;ticas, sustent&aacute;veis.    </font></P>     <P><font size="2" face="Verdana">Mesmo considerando que o processo de identifica&ccedil;&atilde;o    das bases te&oacute;ricas, conceituais e metodol&oacute;gicas da vigil&acirc;ncia    ambiental em sa&uacute;de e da sa&uacute;de ambiental encontra-se inconcluso,    o momento &eacute; oportuno para a proposi&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica    p&uacute;blica sistematizada. Resulta da&iacute; a necessidade de que essa constru&ccedil;&atilde;o    seja pactuada com &#8211; e legitimada entre &#8211; todos os setores potencialmente    envolvidos nesse processo, inclusive a sociedade civil organizada. A sua express&atilde;o    &eacute; a elabora&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;tica Nacional de Sa&uacute;de    Ambiental, tarefa a ser cumprida ainda este ano.</font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" face="Verdana"><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></font></P>     <!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">1. Augusto LGS. Sa&uacute;de e Vigil&acirc;ncia    Ambiental:um tema em constru&ccedil;&atilde;o. Epidemiologia e Servi&ccedil;os    de Sa&uacute;de 2003; (12) 4:177-187.</font><!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">2. Lima-Costa MF, Barreto SM. Tipos de estudos    epidemiol&oacute;gicos:conceitos b&aacute;sicos e aplica&ccedil;&otilde;es na    &aacute;rea do envelhecimento.</font><font size="2" face="Verdana"> Epidemiologia    e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2003;(12) 4:189-201</font><!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">3. Correa PRL, Assun&ccedil;&atilde;o AA. A subnotifica&ccedil;&atilde;o    de mortes por acidentes de trabalho: estudo de tr&ecirc;s bancos de dados. Epidemiologia    e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2003;(12) 4:203-212.</font><!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">4. Cerqueira EM, Assis MMA, Villa TCS, Leite    JA. Vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica no processo de municipaliza&ccedil;&atilde;o    da Sa&uacute;de de Feira de Santana-BA. Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de    2003; (12) 4:213-223.</font><!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">5. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Plano Nacional de Sa&uacute;de    e Ambiente no Desenvolvimento Sustent&aacute;vel: diretrizes para a implementa&ccedil;&atilde;o.    Contribui&ccedil;&atilde;o do Brasil &agrave; Confer&ecirc;ncia Nacional de    Sa&uacute;de e Ambiente no Desenvolvimento Humano Sustent&aacute;vel. Bras&iacute;lia:    MS; 1995.</font><!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">6. C&acirc;ncer ambiental e ocupacional na Am&eacute;rica Latina.    Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica 1998;14(supl.3).</font><!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">7. Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz. I Semin&aacute;rio    Nacional Sa&uacute;de e Ambiente no Processo de Desenvolvimento. Rio de Janeiro:    Fiocruz; 2000.</font><!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">8. Revista Brasileira de Epidemiologia 2003;6(2).</font><!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">9. Sa&uacute;de e Meio Ambiente. Ci&ecirc;ncia &amp; Ambiente    2002;25.</font><!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">10. Ambientes saud&aacute;veis: promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de,    qualidade de vida e bem estar. Revista da Sa&uacute;de 2003;4(4).</font><!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">11. Ci&ecirc;ncia &amp; Sa&uacute;de Coletiva 2003;8(4).</font><!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">12. Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Sa&uacute;de    Coletiva. Integrando Sa&uacute;de do Trabalhador e Sa&uacute;de Ambiental: Observat&oacute;rio    das Am&eacute;ricas.</font><font size="2" face="Verdana">Rio de Janeiro; Abrasco;    2003.</font><!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">13. Informe Epidemiol&oacute;gico do SUS 2002;11(3).</font><!-- ref --><P><font size="2" face="Verdana">14. Minayo MCS, Miranda AC, organizadores. Sa&uacute;de e ambiente    sustent&aacute;vel: estreitando n&oacute;s. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2002.</font> ]]></body><back>
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