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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação normativa da ação programática imunização nas equipes de saúde da família do Município de Olinda, Estado de Pernambuco, Brasil, em 2003]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aims to evaluate the degree of implantation of the immunization program, and to verify the activities relative to this action carried out in the municipality of Olinda, Pernambuco State, Brazil. A cross-sectional study was performed in the period of June to July of 2003 among the local 40 family health teams. A structured instrument was used, with questions related to the criteria and norms recommended by the Ministry of Health National Program of Immunizations, contemplating both process and structural aspects. Low implantation degree was detected in the teams (100% partially implanted). The activities found more frequently were: “Availability of basic scheme vaccines”, “Complete accomplishment of immunization scheme”, and “Multi-professional involvement” in the execution of this program (100% for all). The results indicate that the teams don’t follow the norms and recommended routines, demonstrating necessity of implementing actions of political and operational character to reach the program goals.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b><a name="topo"></a>ARTIGO ORIGINAL</b>    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Avalia&ccedil;&atilde;o normativa da a&ccedil;&atilde;o    program&aacute;tica imuniza&ccedil;&atilde;o nas equipes de sa&uacute;de da    fam&iacute;lia do Munic&iacute;pio de Olinda, Estado de Pernambuco, Brasil,    em 2003 </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Normative evaluation of the immunization action    in the teams of the Family Health Program, in the Municipality of Olinda, Pernambuco    State, Brazil, in 2003</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Daniela Maria dos Santos<sup>I</sup>; Luciana dos Santos    Dubeux<sup>II</sup>;</b><b>Paulo Germano de Frias<sup>III</sup>; Lygia Cármen de Moraes Vanderlei<sup>IV</sup>; Suely    Arruda Vidal<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Instituto Materno-Infantil de Pernambuco, Recife-PE    <br>   <sup>II</sup>Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva, Fundação Instituto Oswaldo Cruz, Recife-PE    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Diretoria de Pesquisa, Instituto Materno-Infantil de Pernambuco, Recife-PE    <br>    <sup>IV</sup>Diretoria de Pesquisa, Instituto Materno-Infantil de Pernambuco, Recife-PE</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a>    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo visa avaliar o grau de implantação    da ação programática Imunização e verificar suas atividades executadas no Município    de Olinda, Estado de Pernambuco, Brasil. Realizou-se um estudo avaliativo, do    tipo normativo de corte transversal, no período de junho a julho de 2003, entre    as 40 equipes de saúde da família da localidade. Utilizou-se um instrumento    estruturado com questões relativas aos critérios e normas preconizados pelo    Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, contemplando tanto    aspectos estruturais como de processo. Detectou-se baixo grau de implantação    nas equipes (100% parcialmente implantadas). As atividades encontradas com maior    freqüência foram: &quot;Disponibilidade das vacinas do esquema básico&quot;;    &quot;Realização do esquema completo de imunização&quot;; e “Envolvimento multiprofissional”    na execução dessa ação programática (100% para todas). Os resultados indicam    que as equipes não seguem as normas e rotinas preconizadas, o que demonstra    a necessidade de implementação de ações de caráter político e operacional para    o programa alcançar suas metas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave</b>: imunização; saúde da    criança; avaliação normativa.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Summary</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">This study aims to evaluate the degree of implantation    of the immunization program, and to verify the activities relative to this action    carried out in the municipality of Olinda, Pernambuco State, Brazil. A cross-sectional    study was performed in the period of June to July of 2003 among the local 40    family health teams. A structured instrument was used, with questions related    to the criteria and norms recommended by the Ministry of Health National Program    of Immunizations, contemplating both process and structural aspects. Low implantation    degree was detected in the teams (100% partially implanted). The activities    found more frequently were: “Availability of basic scheme vaccines”, “Complete    accomplishment of immunization scheme”, and “Multi-professional involvement”    in the execution of this program (100% for all). The results indicate that the    teams don’t follow the norms and recommended routines, demonstrating necessity    of implementing actions of political and operational character to reach the    program goals.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Key-words:</b> immunization; child health;    normative evaluation.</font></p> <hr size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A imuniza&ccedil;&atilde;o &eacute; um processo    fundamental para a preven&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias doen&ccedil;as transmiss&iacute;veis    em crian&ccedil;as, principalmente no primeiro ano de vida, e constitui importante    fator associado &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da taxa de mortalidade infantil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 1974, a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial    da Sa&uacute;de criou o Programa Ampliado de Imuniza&ccedil;&atilde;o (PAI)    com o objetivo de, at&eacute; 1990, colocar &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o    das crian&ccedil;as de todo o mundo as vacinas j&aacute; dispon&iacute;veis    para o controle de algumas doen&ccedil;as transmiss&iacute;veis, como difteria,    coqueluche, t&eacute;tano, paralisia infantil, tuberculose e sarampo.<sup>1</sup>    No Brasil, o programa foi regulamentado, suas normas organizadas e compet&ecirc;ncias    definidas em 1975.<sup>2</sup> Hoje, s&atilde;o suas metas operacionais: 100%    dos menores de um ano imunizados por todas as vacinas indicadas para o primeiro    ano de vida (BCG, tr&iacute;plice viral, poliomielite, hepatite B e tetravalente);    e 100% das crian&ccedil;as menores de cinco anos de idade &#8211; que n&atilde;o    tenham sido vacinadas ou que n&atilde;o tenham completado o esquema b&aacute;sico    no primeiro ano de vida &#8211; atendidas com a aplica&ccedil;&atilde;o desses    produtos vacinais.<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 1990, o Brasil foi um dos signat&aacute;rios    da Declara&ccedil;&atilde;o Mundial sobre a Sobreviv&ecirc;ncia, a Prote&ccedil;&atilde;o    e o Desenvolvimento da Crian&ccedil;a, comprometendo-se a contribuir para a    &quot;<i>erradica&ccedil;&atilde;o da poliomielite em todo o mundo at&eacute;    o ano 2000; elimina&ccedil;&atilde;o do t&eacute;tano neonatal; redu&ccedil;&atilde;o    de 90% nos &oacute;bitos associados ao sarampo e de 90% nos casos de sarampo    at&eacute; 1995; e a preserva&ccedil;&atilde;o de um alto n&iacute;vel de cobertura    imunobiol&oacute;gica nas crian&ccedil;as menores de 1 ano (pelo menos 90% at&eacute;    o ano 2000) contra difteria, coqueluche, t&eacute;tano, sarampo, p&oacute;lio    e tuberculos</i>e&quot;,<sup>3</sup> entre outras metas a alcan&ccedil;ar.    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesse sentido, um grande avan&ccedil;o para o    alcance desses percentuais de cobertura foi a descentraliza&ccedil;&atilde;o    dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de a partir de 1990 (Lei n<sup>o</sup> 8.080,    de 19 de setembro de 1990) e a amplia&ccedil;&atilde;o das responsabilidades    municipais no tocante a sa&uacute;de. Essa pol&iacute;tica descentralizadora,    provavelmente, facilitou a realiza&ccedil;&atilde;o e coordena&ccedil;&atilde;o    das atividades do Programa Nacional de Imuniza&ccedil;&otilde;es (PNI) no n&iacute;vel    local; e seu maior impacto, refletido na melhoria das taxas de cobertura vacinal    alcan&ccedil;ada em anos recentes.<sup>4-7</sup> Em seguida, a implanta&ccedil;&atilde;o    do Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (PSF) pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de,    em 1994, incorporou o Programa de Agentes Comunit&aacute;rios de Sa&uacute;de    (PACS), cuja miss&atilde;o &eacute; reorganizar as unidades b&aacute;sicas de    sa&uacute;de para que se tornem resolutivas e estabele&ccedil;am v&iacute;nculos    de compromisso e responsabilidade entre os profissionais de sa&uacute;de e a    popula&ccedil;&atilde;o. A import&acirc;ncia estrat&eacute;gica do PSF consiste    na constru&ccedil;&atilde;o de um novo modelo assistencial de sa&uacute;de,    em conformidade com os princ&iacute;pios do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de,    o SUS.<sup>8,9</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar de tantos avan&ccedil;os alcan&ccedil;ados    no sistema de sa&uacute;de brasileiro, s&atilde;o poucas as produ&ccedil;&otilde;es    cient&iacute;ficas referentes &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o dos aspectos    organizacionais e operacionais da vacina&ccedil;&atilde;o no n&iacute;vel de    abrang&ecirc;ncia municipal. Levantamento bibliogr&aacute;fico realizado por    Gon&ccedil;alves e colaboradores<sup>10</sup> sobre esse tema de estudo identificou    oito trabalhos, dos quais apenas tr&ecirc;s abordavam aspectos organizacionais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Diante de sua escassez na literatura, a realiza&ccedil;&atilde;o    de avalia&ccedil;&otilde;es sobre trabalhos afins ao tema &eacute; bastante    pertinente, haja vista permitir um &quot;<i>julgamento de valor a respeito de    uma interven&ccedil;&atilde;o ou sobre qualquer um de seus componentes, com    o objetivo de ajudar na tomada de decis&otilde;es</i>&quot;;<sup>11</sup><i>    </i>ademais, &quot;<i>viabiliza escolhas de planejamento e possibilita um controle    t&eacute;cnico e social dos servi&ccedil;os e programas prestados &agrave; sociedade.</i>&quot;<sup>12</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Esta pesquisa teve por objetivos verificar as    atividades executadas relacionadas &agrave; a&ccedil;&atilde;o program&aacute;tica    Imuniza&ccedil;&atilde;o e avaliar seu grau de implanta&ccedil;&atilde;o em    todas as equipes de sa&uacute;de da fam&iacute;lia (ESF) do Munic&iacute;pio    de Olinda, Estado de Pernambuco.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Metodologia</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Trata-se de um estudo avaliativo, do tipo normativo    e de corte transversal, realizado nas ESF do Munic&iacute;pio de Olinda, cidade    de 367.902 habitantes<sup>13</sup> situada na Regi&atilde;o Metropolitana do Recife, litoral    do Estado de Pernambuco.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Sobre as doen&ccedil;as imunopreven&iacute;veis,    o Munic&iacute;pio apresentou uma incid&ecirc;ncia de coqueluche em ascens&atilde;o,    de 0,3 caso por 100.000 habitantes em 2001 para de 1,1/100.000 hab. em 2002;    igual fen&ocirc;meno aconteceu com o t&eacute;tano acidental (0,6/100.000 hab.    em 2001 e 0,8/100.000 hab. em 2002). Olinda n&atilde;o apresentou casos de difteria,    poliomielite, sarampo e t&eacute;tano neonatal nestes &uacute;ltimos anos.<sup>14</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Munic&iacute;pio est&aacute; habilitado na    gest&atilde;o plena do sistema municipal e sua rede p&uacute;blica de sa&uacute;de    distribui-se entre dois distritos sanit&aacute;rios (DS I e DS II). No ano estudado,    dispunha de 41 equipes de sa&uacute;de da fam&iacute;lia, 25 no DS I e 16 no    DS II, lotadas em 15 e 13 unidades de sa&uacute;de da fam&iacute;lia, respectivamente.    Apenas uma ESF foi exclu&iacute;da da pesquisa, por se encontrar em processo    de cadastramento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados foram coletados no per&iacute;odo de    junho a julho de 2003, mediante formul&aacute;rio padronizado pelo Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de em 1994,<sup>15</sup> atualizado e adaptado no Instituto Materno-Infantil    de Pernambuco. O instrumento estruturado contempla quest&otilde;es relacionadas    &agrave; estrutura (normas, equipamentos e insumos) e ao processo (a&ccedil;&otilde;es    e atividades relativas a imuniza&ccedil;&atilde;o).<sup>16</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Houve treinamento espec&iacute;fico para a aplica&ccedil;&atilde;o,    ajuste do question&aacute;rio e consolida&ccedil;&atilde;o das respostas, com    defini&ccedil;&atilde;o de regras para considera&ccedil;&atilde;o da resposta    positiva. Assim, para a atividade &quot;Educa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de&quot;,    esta considerou-se como desenvolvida se executada, no m&iacute;nimo, uma vez    ao m&ecirc;s.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As entrevistas foram agendadas previamente,    realizadas com qualquer um dos profissionais (m&eacute;dico ou enfermeiro) das    ESF. Com o objetivo de atestar a qualidade dos dados, ap&oacute;s a primeira    coleta, o question&aacute;rio foi repetido em uma amostra aleat&oacute;ria,    definida mediante sorteio, de 10% das ESF, nos dois DS. Esse procedimento verificou    um percentual de 100% de concord&acirc;ncia das respostas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O processamento e a an&aacute;lise dos dados    foram realizados manualmente; ap&oacute;s corre&ccedil;&otilde;es e ajustes,    os resultados foram digitados e tabulados em planilhas eletr&ocirc;nicas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os crit&eacute;rios para julgamento do grau    de implanta&ccedil;&atilde;o basearam-se naqueles propostos pelo Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de no documento &quot;Roteiro de Avalia&ccedil;&atilde;o dos Programas&quot;,<sup>15</sup>    adaptados pelos autores do presente estudo. Os crit&eacute;rios originais propostos    pelo Minist&eacute;rio eram os seguintes: Implantada &#8211; 100% das respostas    positivas; Parcialmente implantada &#8211; 40% a 90% das respostas positivas;    e N&atilde;o implantada &#8211; menos de 40% das respostas positivas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em raz&atilde;o da ampla faixa considerada para    o grau de classifica&ccedil;&atilde;o Parcialmente implantada (40 a 90%), adotou-se,    para este estudo, a seguinte classifica&ccedil;&atilde;o:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">- Implantada &#8211; 100% de respostas positivas;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">- Parcialmente implantada satisfat&oacute;ria    &#8211; 80% a 90% de respostas positivas; </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">- Parcialmente implantada n&atilde;o satisfat&oacute;ria    &#8211; 40% a 70% de respostas positivas; e </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">- N&atilde;o implantada &#8211; menos de 40%    de respostas positivas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Considera&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas</b>    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comit&ecirc;    de &Eacute;tica em Pesquisas do N&uacute;cleo de Pesquisa do Instituto Materno-Infantil    de Pernambuco, em 7 de julho de 2003.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A <a href="#tab1">Tabela 1</a> apresenta a distribui&ccedil;&atilde;o    da freq&uuml;&ecirc;ncia das atividades de imuniza&ccedil;&atilde;o desenvolvidas    pelas equipes de sa&uacute;de da fam&iacute;lia. Observa-se que 100% das ESF    dos dois DS disp&otilde;em de todas as vacinas do esquema b&aacute;sico, realizam    o esquema completo de vacina&ccedil;&atilde;o e apresentam envolvimento multiprofissional.    As atividades menos realizadas foram: &quot;Fich&aacute;rio com cart&atilde;o    de aprazamento das vacinas&quot; (32,0% e 40,0% nos DS I e II, respectivamente);    e &quot;Entrosamento da equipe com entidades de apoio&quot; (0 no DS I e 6,6%    no DS II), para atua&ccedil;&atilde;o em parceria na promo&ccedil;&atilde;o    e incentivo &agrave; imuniza&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v15n3/3a04t1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">A <a href="#tab2">Tabela 2</a> exibe o julgamento    do grau de implanta&ccedil;&atilde;o: em todas as ESF, a a&ccedil;&atilde;o    encontra-se parcialmente implantada. Segundo o crit&eacute;rio adotado, por&eacute;m,    no DS I, a a&ccedil;&atilde;o de imuniza&ccedil;&atilde;o classifica-se como    &quot;Parcialmente implantada satisfat&oacute;ria&quot; em 60% das ESF, enquanto    no DS II, a mesma classifica&ccedil;&atilde;o compreende 86,5% das ESF; dessa    forma, o consolidado para o Munic&iacute;pio de Olinda &eacute; de 70% das equipes    com a a&ccedil;&atilde;o classificada como &quot;Parcialmente implantada satisfat&oacute;ria&quot;;    e de 30% como &quot;N&atilde;o satisfat&oacute;ria&quot;.</font></p>     <p><a name="tab2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v15n3/3a04t2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente estudo prop&ocirc;s-se a conhecer    a situa&ccedil;&atilde;o das atividades preconizadas pelo Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de para a a&ccedil;&atilde;o program&aacute;tica Imuniza&ccedil;&atilde;o    e avaliar o grau de implanta&ccedil;&atilde;o dessa a&ccedil;&atilde;o no conjunto    das ESF do Munic&iacute;pio de Olinda.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Baseou-se no pressuposto de que v&aacute;rios    atores, distintos interesses e cen&aacute;rio pol&iacute;tico-econ&ocirc;mico    existente influenciam sobre maneira a implementa&ccedil;&atilde;o de uma interven&ccedil;&atilde;o,    tornando-a diferente da planejada inicialmente. O m&eacute;todo escolhido foi    o de uma avalia&ccedil;&atilde;o normativa. Segundo Contandriopoulos,<sup>11</sup>    essa forma de avalia&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m chamada administrativa,    compreende o julgamento da aplica&ccedil;&atilde;o de normas e crit&eacute;rios    pr&eacute;-estabelecidos, considerados padr&atilde;o para uma dada situa&ccedil;&atilde;o.    Os componentes trabalhados na avalia&ccedil;&atilde;o foram Estrutura e Processo;    este &uacute;ltimo, particularmente, &eacute; referido por Vuori<sup>17</sup>    como o mais importante: <i>&quot;(...) se se quer melhorar a assist&ecirc;ncia,    isso tem que acontecer no n&iacute;vel do processo ou da estrutura. Resultados    s&atilde;o, sempre, conseq&uuml;&ecirc;ncia de alguma coisa. Se os resultados    s&atilde;o prec&aacute;rios, h&aacute; que se voltar ao processo e descobrir    coisas a serem corrigidas.&quot;</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Entretanto, devem-se mencionar as limita&ccedil;&otilde;es    metodol&oacute;gicas deste estudo, haja vista as dificuldades operacionais relacionadas    a transporte, reprodu&ccedil;&atilde;o de material e limita&ccedil;&atilde;o    do tempo, al&eacute;m de outros procedimentos complementares que impedirem a    ado&ccedil;&atilde;o, como triangula&ccedil;&atilde;o, da confirma&ccedil;&atilde;o    das respostas por mais de um meio de verifica&ccedil;&atilde;o.<sup>18</sup>    Considere-se, portanto, na an&aacute;lise dos dados, a possibilidade de respostas    falso-positivas (refer&ecirc;ncia &agrave; execu&ccedil;&atilde;o da atividade,    quando n&atilde;o aconteceu) e falso-negativas (relato de n&atilde;o-execu&ccedil;&atilde;o,    quando aconteceu). O procedimento de repetir a entrevista em uma amostra, por    sua vez, aumentou a confiabilidade do estudo ao afirmar a concord&acirc;ncia    entre a primeira e a segunda entrevistas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Outra limita&ccedil;&atilde;o refere-se ao crit&eacute;rio    de classifica&ccedil;&atilde;o, por demais rigoroso, no julgamento do grau de    Implantado, quando da exig&ecirc;ncia de execu&ccedil;&atilde;o de 100% das    atividades preconizadas, em que se utilizou o mesmo peso para cada quest&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Apesar dessas considera&ccedil;&otilde;es, o    modelo do estudo &eacute; &uacute;til e adequado para gestores locais, pois,    ao identificar a atividade mais fr&aacute;gil, facilita a decis&atilde;o de    cada unidade de sa&uacute;de da fam&iacute;lia de redirecionar o planejamento    para o alcance de suas metas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Em rela&ccedil;&atilde;o a cada atividade, analisada    separadamente, percebe-se que 100% das equipes cumprem as normas do Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de para o PNI quanto &agrave; disponibilidade de todas as vacinas    do esquema b&aacute;sico, realiza&ccedil;&atilde;o do esquema completo e envolvimento    multiprofissional na realiza&ccedil;&atilde;o dessa a&ccedil;&atilde;o program&aacute;tica.    Elas s&atilde;o de grande relev&acirc;ncia para o cumprimento da meta operacional    do PNI.<sup>2</sup> Ademais, o trabalho conjunto dos profissionais da equipe    tem papel importante na motiva&ccedil;&atilde;o da vacina&ccedil;&atilde;o,    pois auxilia na busca da participa&ccedil;&atilde;o e na orienta&ccedil;&atilde;o    da popula&ccedil;&atilde;o acerca de medidas de prote&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o    da sa&uacute;de.<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Para motivar a popula&ccedil;&atilde;o, duas    outras atividades contribuem com esse objetivo, &quot;Educa&ccedil;&atilde;o    em sa&uacute;de&quot; e &quot;Entrosamento da equipe com entidades de apoio    social&quot;, as quais obtiveram pouca representatividade nas equipes &#8211;    75% e 2,5 %, respectivamente. Silva<sup>19</sup>refere que &quot;(...)<i> um    dos obst&aacute;culos &agrave; eleva&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de vacina&ccedil;&atilde;o    est&aacute; nos conhecimentos e cren&ccedil;as dos usu&aacute;rios;</i>&quot;    por isso, &eacute; necess&aacute;rio que a equipe de sa&uacute;de elabore estrat&eacute;gias    de a&ccedil;&atilde;o que despertem o interesse da popula&ccedil;&atilde;o e    mantenham as coberturas ideais de vacina&ccedil;&atilde;o. Essas estrat&eacute;gias    s&atilde;o t&atilde;o mais efetivas quando a abordagem da comunidade acontece    por interm&eacute;dio de organiza&ccedil;&otilde;es governamentais ou n&atilde;o    governamentais &#8211; estas que s&atilde;o formas leg&iacute;timas de representa&ccedil;&atilde;o    e canais de express&atilde;o de seus medos e anseios.<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que toca &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o    de vacinas, apenas 87,5% das ESF mantinham-nas em condi&ccedil;&otilde;es adequadas.    Nesse sentido, a falha mais encontrada foi o mau estado de funcionamento de    geladeiras e term&ocirc;metros &#8211; que pode levar ao comprometimento das    propriedades dos imunobiol&oacute;gicos &#8211;, em claro descumprimento das    normas referentes &agrave; cadeia de frio preconizadas pelo PNI.<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Observa-se que o fich&aacute;rio com cart&atilde;o    de aprazamento na sala de vacina, tamb&eacute;m recomendado pelo PNI (desde    1977),<sup>10</sup> foi atestado em apenas 35% das ESF do Munic&iacute;pio.    Esse sistema de arquivo permite e facilita o controle, a identifica&ccedil;&atilde;o    e a convoca&ccedil;&atilde;o dos faltosos mediante a separa&ccedil;&atilde;o    dos usu&aacute;rios por faixa et&aacute;ria e data de aprazamento das pr&oacute;ximas    vacinas.<sup>10</sup> Essa aus&ecirc;ncia, contudo, n&atilde;o impediu a busca    dos faltosos &agrave;s vacinas, pois, segundo os entrevistados, essa atividade    &eacute; realizada pelos ACS, via &quot;cart&atilde;o sombra&quot;, em 97,5%    das equipes. A julgar pela detec&ccedil;&atilde;o de casos de coqueluche observados    em 2001 e 2002,<sup>14</sup> essa atividade tampouco foi suficiente. O baixo custo das    vacinas, por&eacute;m, associado ao reduzido pessoal necess&aacute;rio para    o desenvolvimento do Programa, mostra-se altamente compensador ante o sofrimento    e ang&uacute;stia a que est&aacute; sujeita a popula&ccedil;&atilde;o com a    doen&ccedil;a, a amea&ccedil;a de incapacidade e a morte, de custo inestim&aacute;vel.<sup>20</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> As normas de vacina&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de, que disp&otilde;em sobre a organiza&ccedil;&atilde;o e normaliza&ccedil;&atilde;o    do atendimento, fazem-se presentes e s&atilde;o cumpridas por 97,5% das equipes    de sa&uacute;de da fam&iacute;lia. Verifica-se, por&eacute;m, que a ades&atilde;o    das ESF de Olinda &agrave;s rotinas preconizadas n&atilde;o se faz a contento.    Segundo Pierce,<sup>21</sup> o atendimento das normas contribui para a diminui&ccedil;&atilde;o    nas falhas de vacina&ccedil;&atilde;o e para o aumento dos n&iacute;veis de    cobertura vacinal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Observou-se, sem embargo, boa cobertura vacinal    do Munic&iacute;pio em 2002, para as vacinas Sabin (95,7%), anti-sarampo (103,6%),    BCG (113,2%), hepatite B (97,5%), entre outras.<sup>22</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Algumas recomenda&ccedil;&otilde;es merecem    e devem ser feitas. Uma a&ccedil;&atilde;o importante diz respeito aos t&eacute;cnicos    respons&aacute;veis pela supervis&atilde;o das salas de vacina, na revis&atilde;o    do funcionamento das geladeiras e term&ocirc;metros, para garantir a qualidade    dos imunobiol&oacute;gicos; e na an&aacute;lise e considera&ccedil;&atilde;o,    em conjunto com as ESF, sobre a possibilidade de implementa&ccedil;&atilde;o    do fich&aacute;rio de aprazamento das vacinas, para que esse valioso instrumento    de monitoramento n&atilde;o fique restrito ao &quot;cart&atilde;o sombra&quot;    dos agentes comunit&aacute;rios de sa&uacute;de.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A a&ccedil;&atilde;o program&aacute;tica Imuniza&ccedil;&atilde;o    no Munic&iacute;pio de Olinda alcan&ccedil;ar&aacute; o grau de Implantada e    a meta de 100% da popula&ccedil;&atilde;o-alvo imunizada &#8211; evitando-se,    assim, o surgimento de doen&ccedil;as imunopreven&iacute;veis &#8211;, quando    todo o processo for objeto do m&aacute;ximo cuidado, desde o aspecto operacional    do programa at&eacute; as a&ccedil;&otilde;es de car&aacute;ter pol&iacute;tico    com base no compromisso com a sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o, especialmente    a promo&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de da crian&ccedil;a.    Um exemplo de atendimento a esta &uacute;ltima preocupa&ccedil;&atilde;o estaria    na articula&ccedil;&atilde;o intersetorial da Sa&uacute;de com outros setores    da administra&ccedil;&atilde;o municipal, como a Educa&ccedil;&atilde;o e a    A&ccedil;&atilde;o Social, e, da mesma forma, com organiza&ccedil;&otilde;es    sociais n&atilde;o governamentais, visando ao estabelecimento de parcerias,    que, sem d&uacute;vida, repercutir&atilde;o positivamente na comunidade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Organizaci&oacute;n Mundial de la Salud. Actas    Oficiales n<sup>o</sup> 217. 27<sup>a</sup> Asamblea Mundial de la Salud - 7 a 23 de mayo 1974. Ginebra:    OMS; 1974.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Funda&ccedil;&atilde;o    Nacional de Sa&uacute;de. Manual de procedimentos para vacina&ccedil;&atilde;o.    4<sup>a</sup>. ed. Bras&iacute;lia: Funasa; 2001.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3. Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es    Unidas. Declara&ccedil;&atilde;o mundial sobre a sobreviv&ecirc;ncia, a prote&ccedil;&atilde;o    e o desenvolvimento da crian&ccedil;a e plano de a&ccedil;&atilde;o para a aplica&ccedil;&atilde;o    da declara&ccedil;&atilde;o mundial sobre a sobreviv&ecirc;ncia, a prote&ccedil;&atilde;o    e o desenvolvimento da crian&ccedil;a no dec&ecirc;nio de 1990: c&uacute;pula    mundial em favor da inf&acirc;ncia. Nova York: ONU; 30 de setembro de 1990.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4. Batista Filho M, Romani SAM, organizadores.    Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de Materno-Infantil no Estado de Pernambuco.    Recife: Ed. Baga&ccedil;o; 2000.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5. Veras AACA, Os&oacute;rio MM, Frias PG, Sarinho    SW, Romani SAM. Avalia&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de    da crian&ccedil;a e da gestante em servi&ccedil;os municipais de sa&uacute;de    em Recife. Recife: Instituto Materno-Infantil de Pernambuco; 2004. S&eacute;rie    de publica&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas do Instituto Materno-Infantil    de Pernambuco, n<sup>o</sup>8.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">6. Sobral DHS, Galleguillos GB. Avalia&ccedil;&atilde;o    da qualidade do servi&ccedil;o das salas de vacina do Munic&iacute;pio de S&atilde;o    Paulo. Anais da 4<sup>a</sup> Expoepi: Mostra Nacional de Experi&ecirc;ncias Bem-Sucedidas    em Epidemiologia, Preven&ccedil;&atilde;o e Controle de Doen&ccedil;as; 2004    nov. 23-26; Bras&iacute;lia, Brasil. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de;    2005. p. 45.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">7. Souza MF, organizador. A Real-Idade do PSF:    conversando com quem faz. Rio de Janeiro: Cebes; 2004. p. 90-94.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">8. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria    de Assist&ecirc;ncia &agrave; Sa&uacute;de. Coordena&ccedil;&atilde;o de Sa&uacute;de    da Comunidade. Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia: uma estrat&eacute;gia para a    reorienta&ccedil;&atilde;o do modelo assistencial. Bras&iacute;lia: MS; 1997.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">9. Sousa MF. Gest&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o    b&aacute;sica: redefinindo contextos e possibilidades. Divulga&ccedil;&atilde;o    em Sa&uacute;de para Debate 2000;7-14.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10. Gon&ccedil;alves ML, Almeida MCP, Gera SC.    A Municipaliza&ccedil;&atilde;o da vacina&ccedil;&atilde;o em Ribeir&atilde;o    Preto, Estado de S&atilde;o Paulo, Brasil, 1993. Caderno de Sa&uacute;de P&uacute;blica    &#91;peri&oacute;dico na Internet&#93;. 1996 &#91;acessado 2003 agosto&#93;12(1).    Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.scielo.br" target="_blank">http://www.scielo.br</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">11. Contandriopoulos AP, Champagne F, Denis JL,    Pineaut R. A Avalia&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea da sa&uacute;de: conceitos    e m&eacute;todos. In: Hartz ZMA, organizador. Avalia&ccedil;&atilde;o em sa&uacute;de:    dos modelos conceituais &agrave; pr&aacute;tica na an&aacute;lise da implanta&ccedil;&atilde;o    de programas. Rio de Janeiro: Fiocruz; 1997. Cap. 2. p. 29-47.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">12. Deslandes SF. Concep&ccedil;&otilde;es em    pesquisa social: articula&ccedil;&otilde;es com o campo da avalia&ccedil;&atilde;o    em servi&ccedil;os de sa&uacute;de. Caderno de Sa&uacute;de P&uacute;blica &#91;peri&oacute;dico    na Internet&#93;. 1997 jan-mar &#91;acesso 2003 agosto&#93;;13(1). Dispon&iacute;vel    em: <a href="http://www.scielo.br" target="_blank">http://www.scielo.br</a>.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">13. Funda&ccedil;&atilde;o Instituto Brasileiro    de Geografia e Estat&iacute;stica. Rio de Janeiro: Censo Demogr&aacute;fico    2000. Rio de Janeiro: IBGE; 2000.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">14. Secretaria de Sa&uacute;de de Olinda. Diretoria    de Vigil&acirc;ncia &agrave; Sa&uacute;de. Departamento de Epidemiologia. Olinda:    SES; 2003.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">15. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria    de Assist&ecirc;ncia &agrave; Sa&uacute;de. Roteiro de avalia&ccedil;&atilde;o    dos programas PAISM/PAISC/PROSAD. Bras&iacute;lia: MS; 1994.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">16. Donabedian A. Basic Approaches to Assessment:    structure, process and outcome. In: Donabedian A. Explorations in Quality Assessment    and Monitoring. Vol. 1. Ann Arbor, Michigan: Health Administration Press. p.75&#8211;125.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">17. Vuori H. A Qualidade em Sa&uacute;de. Apud:    Avalia&ccedil;&atilde;o da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica: construindo    novas ferramentas para o SUS. Divulga&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de para    Debate 2000;15-28.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">18. Yin RK. Estudo de casos: planejamento e m&eacute;todos.    2<sup>a</sup> ed. Porto Alegre: Bookman; 2001. p.56.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">19. Silva AAM, Gomes UA, Tonial SR, Silva RA.    Cobertura vacinal e fatores de risco associados a n&atilde;o-vacina&ccedil;&atilde;o    em localidade urbana do Nordeste brasileiro, SP, 1994. Revista de Sa&uacute;de    P&uacute;blica &#91;peri&oacute;dico na Internet&#93;. 1999 &#91;acessado 2003    agosto&#93;;33(2). Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.scielo.br" target="_blank">http://www.scielo.br</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">20. Costa AA. Programa de imuniza&ccedil;&atilde;o:    um desafio continuado &#91;tese de Mestrado]. Ribeir&atilde;o Preto (SP): Escola    de Enfermagem de Ribeir&atilde;o Preto; 1995.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">21. Pierce C et al. The Impact of the standards    for pediatric immunization practices on vaccination coverage levels. JAMA 1996;626&#8211;630.    </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">22. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Dados    e indicadores de sa&uacute;de &#91;dados na Internet&#93;. Bras&iacute;lia:    MS &#91;acessado 2003 outubro&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.datasus.gov.br" target="_blank">http://www.datasus.gov.br</a></font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="/img/revistas/ess/v15n3/seta.gif" border="0"></a><b>Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Rua Helena Cavalcante Ferreira, 61,    <br>   Casa Caiada,    <br>   Olinda-PE.    <br>   CEP: 53130-570    <br>   <i>E-mail</i>:<a href="mailto:danisantos_enf@hotmail.com">danisantos_enf@hotmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
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