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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana"><b>EDITORIAL</b></font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Viol&ecirc;ncia &#8211; preven&ccedil;&atilde;o    e controle no Brasil</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Fabiano Geraldo Pimenta Junior</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Secret&aacute;rio de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de    Editor Geral</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">As causas externas &#8211; acidentes e viol&ecirc;ncias    &#8211; v&ecirc;m-se apresentando, principalmente nos anos mais recentes, entre    os principais problemas de Sa&uacute;de P&uacute;blica em nosso Pa&iacute;s,    seja por sua magnitude, pelos custos que representam para a sociedade e pelos    impactos sociais e psicol&oacute;gicos nas vidas dos indiv&iacute;duos e das    fam&iacute;lias. Atualmente, esses agravos correspondem &agrave; terceira causa    de &oacute;bito na popula&ccedil;&atilde;o brasileira, ap&oacute;s as doen&ccedil;as    do aparelho circulat&oacute;rio e neoplasias. Constituem, ademais, a primeira    causa de &oacute;bito na faixa et&aacute;ria de 1 a 44 anos, em ambos os sexos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O presente n&uacute;mero da <i>Epidemiologia    e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de</i> dedica-se &agrave; magnitude da mortalidade    por causas externas, particularmente dos homic&iacute;dios e das mortes provocadas    pelo tr&acirc;nsito, apresentando uma s&iacute;ntese das iniciativas em curso    na &aacute;rea de preven&ccedil;&atilde;o das viol&ecirc;ncias e promo&ccedil;&atilde;o    da sa&uacute;de pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Estados e Munic&iacute;pios    brasileiros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Soares Filho e colaboradores<sup>1</sup> mostram os resultados    de uma an&aacute;lise da mortalidade por homic&iacute;dios no Brasil, no ano    de 2003, e a tend&ecirc;ncia de suas taxas entre os anos de 1980 a 2003. Em    2004, ocorreram 49.808 mortes por homic&iacute;dios no Pa&iacute;s, correspondendo    a uma taxa de mortalidade de 28 &oacute;bitos por 100 mil habitantes. O estudo    destaca o r&aacute;pido crescimento do risco de morte provocado pelas armas    de fogo na popula&ccedil;&atilde;o jovem e de adultos jovens, assim como os    diferenciais regionais, de g&ecirc;nero, ra&ccedil;a/cor e n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Souza e colaboradores<sup>2</sup> apresentam    os resultados de uma an&aacute;lise do comportamento da mortalidade decorrente    de les&otilde;es provocadas pelo tr&acirc;nsito e sua tend&ecirc;ncia entre    os anos de 1980 a 2003 &#8211; 33.182 mortes causadas pelo tr&acirc;nsito e    um risco de morrer de 19 &oacute;bitos por 100 mil habitantes. S&atilde;o dados    que indicam uma tend&ecirc;ncia de crescimento das taxas de morte no per&iacute;odo    analisado, bem como de redu&ccedil;&atilde;o dos atropelamentos a partir de    1998.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esses dois artigos demonstram uma mudan&ccedil;a    no perfil de mortalidade por causas externas desde a d&eacute;cada de 80, quando    os acidentes de tr&acirc;nsito assumiam maior import&acirc;ncia em magnitude.    Na d&eacute;cada de 90, a obrigatoriedade do uso de cinto de seguran&ccedil;a,    a melhoria do sistema de atendimento pr&eacute; e intra-hospitalar e a introdu&ccedil;&atilde;o    do C&oacute;digo de Tr&acirc;nsito Brasileiro &#8211; este de 1998 &#8211; foram    alguns dos fatores reconhecidos para o decl&iacute;nio observado na mortalidade,    principalmente entre ocupantes de ve&iacute;culos motorizados &#8211; exceto    motocicletas. Entre os acidentes de tr&acirc;nsito, permanecem como principal    desafio os atropelamentos e os acidentes de motocicleta. Ao contr&aacute;rio,    as agress&otilde;es apresentaram uma tend&ecirc;ncia crescente, desde o in&iacute;cio    dos anos 90, cuja revers&atilde;o veio a acontecer no ano de 2004, muito provavelmente    em decorr&ecirc;ncia do Estatuto do Desarmamento implantado a partir do final    de 2003.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Malta e colaboradores<sup>3</sup> evidenciam    como o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de tem inserido a tem&aacute;tica da preven&ccedil;&atilde;o    da viol&ecirc;ncia na agenda do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) e    como tem logrado uma articula&ccedil;&atilde;o intra-setorial, por meio da mobiliza&ccedil;&atilde;o    das diferentes &aacute;reas de sua organiza&ccedil;&atilde;o interna, e com    setores de outros Minist&eacute;rios, Estados e Munic&iacute;pios, institui&ccedil;&otilde;es    acad&ecirc;micas e organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais (ONG).    O artigo revela o processo de implanta&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;tica de    Redu&ccedil;&atilde;o da Morbimortalidade por Acidentes e Viol&ecirc;ncias e    a estrutura&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es voltadas para vigil&acirc;ncia,    pesquisa e avalia&ccedil;&atilde;o, assist&ecirc;ncia &agrave;s popula&ccedil;&otilde;es    em situa&ccedil;&atilde;o de risco e &agrave;s v&iacute;timas da viol&ecirc;ncia;    forma&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de e preven&ccedil;&atilde;o    de viol&ecirc;ncia, al&eacute;m da estrutura&ccedil;&atilde;o da Rede Nacional    de N&uacute;cleos de Preven&ccedil;&atilde;o da Viol&ecirc;ncia e Promo&ccedil;&atilde;o    da Sa&uacute;de. Atualmente, s&atilde;o cerca de 70 os n&uacute;cleos vinculados    &agrave;s Secretarias de Estado e Municipais de Sa&uacute;de, al&eacute;m de    institui&ccedil;&otilde;es acad&ecirc;micas e ONG integrantes da Rede.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Souza e colaboradores<sup>4</sup> apresentam os resultados    de uma avalia&ccedil;&atilde;o realizada pelo Centro Latino Americano de Estudos    de Viol&ecirc;ncia e Sa&uacute;de Jorge Careli, da Escola Nacional de Sa&uacute;de    P&uacute;blica S&eacute;rgio Arouca, unidade da Funda&ccedil;&atilde;o Instituto    Oswaldo Cruz, Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (Claves/ENSP/Fiocruz/MS), sobre    cinco experi&ecirc;ncias-piloto apoiadas pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de,    parte das a&ccedil;&otilde;es de implementa&ccedil;&atilde;o do projeto de redu&ccedil;&atilde;o    da morbimortalidade no tr&acirc;nsito. O estudo mostra os principais obst&aacute;culos    e fatores facilitadores vivenciados pelas capitais avaliadas, no desenvolvimento    das suas experi&ecirc;ncias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como &uacute;ltimo artigo desta edi&ccedil;&atilde;o,    Silva e colaboradores<sup>5</sup> apresentam um dos produtos do I Semin&aacute;rio Nacional    de Doen&ccedil;as e Agravos N&atilde;o Transmiss&iacute;veis e Promo&ccedil;&atilde;o    da Sa&uacute;de, de setembro de 2005: a Agenda de Vigil&acirc;ncia, Preven&ccedil;&atilde;o    e Controle dos Acidentes e Viol&ecirc;ncias. A Agenda organiza-se em quatro    eixos: o da estrutura&ccedil;&atilde;o de um sistema de vigil&acirc;ncia das    viol&ecirc;ncias e acidentes no Pa&iacute;s; o eixo da gest&atilde;o, para estrutura&ccedil;&atilde;o    da &aacute;rea nas tr&ecirc;s esferas de governo e para forma&ccedil;&atilde;o    de recursos humanos; o eixo da interven&ccedil;&atilde;o, para desenvolvimento    de a&ccedil;&otilde;es intersetoriais de preven&ccedil;&atilde;o da viol&ecirc;ncia    e promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de; e, por fim, o eixo da avalia&ccedil;&atilde;o    e pesquisa, para a avalia&ccedil;&atilde;o da efetividade das interven&ccedil;&otilde;es    e a constru&ccedil;&atilde;o de evid&ecirc;ncia no campo das a&ccedil;&otilde;es    de vigil&acirc;ncia, preven&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de    que se proponham &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da viol&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&Eacute; importante ressaltar outras iniciativas    do Minist&eacute;rio no campo da redu&ccedil;&atilde;o da viol&ecirc;ncia, no    sentido da implanta&ccedil;&atilde;o da Agenda. Entre elas destacam-se: (I)    a Pol&iacute;tica Nacional de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s Urg&ecirc;ncias,<sup>6</sup>    publicada em 2003, que contempla a parte assistencial do plano de enfrentamento    das causas externas e busca o aprimoramento e expans&atilde;o dos atendimentos    pr&eacute;, intra, e p&oacute;s-hospitalares para v&iacute;timas de viol&ecirc;ncias    &#8211; o Servi&ccedil;o de Atendimento M&oacute;vel de Urg&ecirc;ncia (SAMU),    componente pr&eacute;-hospitalar dessa pol&iacute;tica, por exemplo, conta com    uma cobertura de mais de 80 milh&otilde;es de brasileiros, em centenas de Munic&iacute;pios;    (II) a Pol&iacute;tica Nacional de Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de,<sup>7</sup>    publicada em 2006, que re&uacute;ne, entre suas miss&otilde;es priorit&aacute;rias,    a redu&ccedil;&atilde;o da morbimortalidade por les&otilde;es provocadas pelo    tr&acirc;nsito, a preven&ccedil;&atilde;o da viol&ecirc;ncia e o est&iacute;mulo    &agrave; cultura da paz; (III) e a estrutura&ccedil;&atilde;o da Vigil&acirc;ncia    de Viol&ecirc;ncias e Acidentes (VIVA), com os seus dois componentes &#8211;    a notifica&ccedil;&atilde;o da viol&ecirc;ncia contra mulheres, crian&ccedil;as    e adolescentes e idosos; e o levantamento do perfil da viol&ecirc;ncia atendida    nas urg&ecirc;ncias hospitalares em 39 Munic&iacute;pios sentinelas distribu&iacute;dos    por todas as Regi&otilde;es do Pa&iacute;s.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Finalmente, parcerias intersetoriais t&ecirc;m-se    consolidado entre o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, da Ci&ecirc;ncia &amp;    Tecnologia, das Cidades e da Justi&ccedil;a, a Secretaria dos Direitos Humanos    e a Organiza&ccedil;&atilde;o Pan-Americana da Sa&uacute;de/Organiza&ccedil;&atilde;o    Mundial da Sa&uacute;de (OPAS/OMS). Recursos financeiros t&ecirc;m sido investidos    em apoio aos Munic&iacute;pios e Estados para o desenvolvimento de interven&ccedil;&otilde;es    na &aacute;rea de preven&ccedil;&atilde;o da viol&ecirc;ncia. O Estatuto do    Desarmamento (2003) e o C&oacute;digo de Tr&acirc;nsito Brasileiro (1998) foram    respons&aacute;veis por diminui&ccedil;&otilde;es de, respectivamente, tr&ecirc;s    mil e cinco mil mortes, em valores aproximados, desde sua implementa&ccedil;&atilde;o.    Apesar dos exemplos bem-sucedidos, ainda &eacute; necess&aacute;rio avan&ccedil;ar    na implanta&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que contribuam    para a aloca&ccedil;&atilde;o de mais recursos nessa &aacute;rea, otimizando    a integra&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es e a melhor conscientiza&ccedil;&atilde;o    da popula&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; necessidade de constituir ambientes    e comportamentos mais seguros e saud&aacute;veis.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Soares Filho AM, Souza MFM, Gazal-Carvalho    C, Malta DC, Alencar AP, Silva MMA, Morais Neto OL. An&aacute;lise da mortalidade    por homic&iacute;dios no Brasil. Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de    2007; 16(1): 7-18.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2. Souza MFM, Malta DC, Concei&ccedil;&atilde;o    GS, Silva MMA, Gazal-Carvalho C, Morais Neto OL. An&aacute;lise descritiva e    de tend&ecirc;ncia de acidentes de transporte terrestre para pol&iacute;ticas    sociais no Brasil. Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2007; 16(1):    33-44.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3. Malta DC, Lemos MAS, Silva MMA, Gazal-Carvalho    C, Rodrigues EMS, Morais Neto OL. Iniciativas de vigil&acirc;ncia e preven&ccedil;&atilde;o    de acidentes e viol&ecirc;ncia no contexto do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de    (SUS). Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2007; 16(1): 45-55.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4. Souza ER, Minayo MCS, Franco LG. Avalia&ccedil;&atilde;o    do processo de implanta&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o do Programa    de Redu&ccedil;&atilde;o da Morbimortalidade por Acidentes de Tr&acirc;nsito.    Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2007; 16(1): 19-31.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5. Silva MMA, Malta DC, Morais Neto OL, Rodrigues    EMS, Gawryszewski VP, Matos S, Costa VC, Gazal-Carvalho C, Castro AM. Agenda    de Prioridades da Vigil&acirc;ncia e Preven&ccedil;&atilde;o de Acidentes e    Viol&ecirc;ncias aprovada no I Semin&aacute;rio Nacional de Doen&ccedil;as e    Agravos N&atilde;o Transmiss&iacute;veis e Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de.    Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2007; 16(1): 57-64.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">6. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.    Pol&iacute;tica Nacional de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s Urg&ecirc;ncias.    3<sup>a</sup> Edi&ccedil;&atilde;o. Bras&iacute;lia: Editora do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de,    2006.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">7. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.    Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Pol&iacute;tica Nacional de    Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Secretaria    de Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica. Bras&iacute;lia: Editora do Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de, 2006.</font><p>&nbsp;</p>      ]]></body><back>
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