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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação da cobertura do Sistema de Informações Sobre Nascidos Vivos e a contribuição das fontes potenciais de notificação do nascimento em dois municípios de Pernambuco, Brasil]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Coverage evaluation of the Live Bird Information System, and contribution of others sources for birth notification in two municipalities of Pernambuco State, Brazil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article aimed to evaluate the coverage of the Live Birth Information System (Sinasc), and the contribution of others sources for the births records in Bom Conselho and Brejo da Madre de Deus, two Municipalities of Pernambuco State, Brazil, in 1999. This is a case study using data of mothers and children residents in both Municipalities. The data were collected from the Sinasc, records of health centers, and others close to them, and with local health workers and traditional midwives. The coverage, calculated using data by Sinasc and all records of live birth occurred in the two municipalities (Sinasc + search), was high in both (89,1% in Bom Conselho; 97,1% in Brejo). The sources - records of health workers and hospitals - were most important for identification of the children unregistered in the information system.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b><a name="topo"></a>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Avalia&ccedil;&atilde;o da cobertura do Sistema    de Informa&ccedil;&otilde;es Sobre Nascidos Vivos e a contribui&ccedil;&atilde;o    das fontes potenciais de notifica&ccedil;&atilde;o do nascimento em dois munic&iacute;pios    de Pernambuco, Brasil<a href="#nota"><sup>*</sup></a></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Coverage evaluation of the Live Bird Information    System, and contribution of others sources for birth notification in two municipalities    of Pernambuco State, Brazil</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Paulo Germano de Frias<sup>I</sup>; Pricila    Melissa Honorato Pereira<sup>I</sup>; Suely Arruda Vidal<sup>II</sup>; Pedro Israel Cabral    de Lira<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Instituto Materno-Infantil Professor    Fernando Figueira, Recife-PE Secretaria de Sa&uacute;de, Prefeitura da Cidade    do Recife    <br>   <sup>II</sup>Instituto Materno-Infantil Professor Fernando Figueira, Recife-PE    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>III</sup>Departamento de Nutri&ccedil;&atilde;o, Universidade Federal de Pernambuco,    Recife-PE</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O objetivo deste artigo foi avaliar a cobertura    do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Nascidos Vivos (Sinasc) e a contribui&ccedil;&atilde;o    de fontes potencialmente notificantes nos Munic&iacute;pios de Bom Conselho    e Brejo da Madre de Deus, Estado de Pernambuco, Brasil, em 1999. Trata-se de    um estudo de caso com foco nos dados referente aos nascidos vivos de m&atilde;es    residentes nesses Munic&iacute;pios. Foram coletados dados do Sinasc, complementados    por busca ativa realizada em unidades de sa&uacute;de locais e de Munic&iacute;pios    vizinhos, e junto aos agentes de sa&uacute;de e parteiras tradicionais. A cobertura    do Sinasc foi calculada comparando-se o quantitativo de declara&ccedil;&otilde;es    de nascido vivo presentes no Sistema com o total (Sinasc + busca ativa) nos    Munic&iacute;pios. A cobertura foi considerada boa (89,1% para Bom Conselho;    97,1% para Brejo). As fontes &#8211; os registros dos agentes comunit&aacute;rios    de sa&uacute;de e os livros de registro dos hospitais &#8211; foram as mais    importantes na identifica&ccedil;&atilde;o dos nascidos vivos ausentes do sistema    de informa&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <b>Palavras-chave</b>: avalia&ccedil;&atilde;o;    nascimento; sistemas de informa&ccedil;&otilde;es.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> This article aimed to evaluate the coverage    of the Live Birth Information System (<i>Sinasc</i>), and the contribution of    others sources for the births records in Bom Conselho and Brejo da Madre de    Deus, two Municipalities of Pernambuco State, Brazil, in 1999. This is a case    study using data of mothers and children residents in both Municipalities. The    data were collected from the Sinasc, records of health centers, and others close    to them, and with local health workers and traditional midwives. The coverage,    calculated using data by Sinasc and all records of live birth occurred in the    two municipalities (<i>Sinasc</i> + search), was high in both (89,1% in Bom    Conselho; 97,1% in Brejo). The sources &#8211; records of health workers and    hospitals &#8211; were most important for identification of the children unregistered    in the information system.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <b>Key words</b>: evaluation; birth; information    systems.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> As informa&ccedil;&otilde;es dos nascidos vivos    de uma regi&atilde;o s&atilde;o essenciais na constru&ccedil;&atilde;o de indicadores    de sa&uacute;de e demogr&aacute;ficos, como coeficiente de mortalidade infantil,    propor&ccedil;&atilde;o de baixo peso ao nascer e taxas de fecundidade. Esses    indicadores podem ser utilizados em atividades de vigil&acirc;ncia epidemiol&oacute;gica    e planejamento, assim como na avalia&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas, a&ccedil;&otilde;es    e servi&ccedil;os de sa&uacute;de.<sup>1-4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> No Brasil, a responsabilidade pela coleta, an&aacute;lise    e divulga&ccedil;&atilde;o dos eventos vitais &eacute; da Funda&ccedil;&atilde;o    Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), embora, a partir    de 1990, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de tivesse implantado o Sistema de    Informa&ccedil;&otilde;es sobre Nascidos Vivos (Sinasc) para coleta, processamento    e dissemina&ccedil;&atilde;o de dados e informa&ccedil;&otilde;es de nascimentos    no Pa&iacute;s.<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> As informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis    pelo IBGE prov&ecirc;m de estimativas calculadas a partir de dados do Censo    Demogr&aacute;fico, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios (PNAD)    e de estimativas do registro civil. O uso desse artif&iacute;cio para quantificar    o n&uacute;mero de nascidos vivos, entretanto, inviabiliza o monitoramento e    a avalia&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es em curso, j&aacute; que as    estimativas n&atilde;o permitem a observa&ccedil;&atilde;o do comportamento    da popula&ccedil;&atilde;o.<sup>5,6</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Considerando-se o processo de descentraliza&ccedil;&atilde;o    do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) e a posi&ccedil;&atilde;o do Munic&iacute;pio    como espa&ccedil;o privilegiado da presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os    ao cidad&atilde;o e &agrave; coletividade, o uso de estimativas n&atilde;o parece    ser o procedimento mais apropriado, al&eacute;m das limita&ccedil;&otilde;es    t&eacute;cnicas inerentes a esses m&eacute;todos,<sup>1,5</sup> principalmente    em unidades territoriais com pequeno contingente populacional.<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O Sinasc, cujo instrumento de obten&ccedil;&atilde;o    dos dados &eacute; um modelo padronizado &#8211; o formul&aacute;rio de Declara&ccedil;&atilde;o    de Nascido Vivo (DN) &#8211;, abriu a possibilidade da obten&ccedil;&atilde;o    de informa&ccedil;&otilde;es mais fidedignas e completas,<sup>2,5</sup> al&eacute;m de    permitir um retrato da situa&ccedil;&atilde;o de nascimentos em curtos intervalos    de tempo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Os dados de nascimento coletados e processados    pelo Sinasc v&ecirc;m, desde os anos de sua implanta&ccedil;&atilde;o, ganhando    em cobertura e qualidade. Em algumas regi&otilde;es do Pa&iacute;s, por&eacute;m,    resistem problemas com rela&ccedil;&atilde;o a esses aspectos, o que compromete    o uso desses dados e limita esses Munic&iacute;pios e regi&otilde;es &agrave;    utiliza&ccedil;&atilde;o de estimativas.<sup>7,8</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diante desse contexto, t&ecirc;m-se discutido    formas de avaliar o Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es de Nascidos Vivos com    o intuito de apontar seus avan&ccedil;os e fragilidades. Dada a import&acirc;ncia    que t&ecirc;m angariado o Programa de Agentes Comunit&aacute;rios de Sa&uacute;de    (PACS) e o Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia (PSF), assim como a exist&ecirc;ncia    de regi&otilde;es onde as parteiras s&atilde;o essenciais na presta&ccedil;&atilde;o    da assist&ecirc;ncia ao parto, torna-se relevante o estudo dessas poss&iacute;veis    fontes de notifica&ccedil;&atilde;o de nascimento, visando &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o    de novas abordagens do problema descrito.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O presente artigo tem como objetivo avaliar a    notifica&ccedil;&atilde;o do nascimento junto ao Sinasc e a contribui&ccedil;&atilde;o    de fontes potencialmente notificantes nos Munic&iacute;pios pernambucanos de    Bom Conselho e Brejo da Madre de Deus, no ano de 1999.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Metodologia</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Trate-se de um estudo de caso, descritivo e explorat&oacute;rio,    realizado em dois Munic&iacute;pios do Nordeste brasileiro no ano de 1999. Os    Munic&iacute;pios estudados, Bom Conselho e Brejo da Madre de Deus, encontram-se    brevemente caracterizados na <a href="#fig1">Figura 1</a>.<sup>9,10</sup></font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v16n2/2a04f1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 1999, Bom Conselho dispunha uma rede de sa&uacute;de    local composta por um hospital de m&eacute;dio porte &#8211; 62 leitos distribu&iacute;dos    entre as cl&iacute;nicas b&aacute;sicas &#8211;, onde tamb&eacute;m funcionavam    um ambulat&oacute;rio geral e algumas especialidades. O Munic&iacute;pio possu&iacute;a,    ainda, oito postos de sa&uacute;de, uma unidade de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia,    tr&ecirc;s farm&aacute;cias e um laborat&oacute;rio. O n&uacute;mero de agentes    comunit&aacute;rios de sa&uacute;de (ACS) chegava a 72 e a cobertura de PACS    alcan&ccedil;ava 70,6%.<sup>11</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Brejo da Madre de Deus, no mesmo ano, contava    com um hospital p&uacute;blico &#8211; 42 leitos distribu&iacute;dos entre as    cl&iacute;nicas b&aacute;sicas &#8211;, tr&ecirc;s centros de sa&uacute;de,    quatro postos de sa&uacute;de, seis unidades de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia,    um centro odontol&oacute;gico, dez farm&aacute;cias (uma p&uacute;blica) e um    laborat&oacute;rio. Esse Munic&iacute;pio possu&iacute;a 45 ACS e cobertura    do PACS de 48,4%.<sup>12</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os dados foram coletados no per&iacute;odo compreendido    entre dezembro de 1999 e maio de 2000. A popula&ccedil;&atilde;o de estudo foi    o universo de nascidos vivos de m&atilde;es residentes em Bom Conselho e Brejo    da Madre de Deus. Primeiramente, os nascimentos foram pesquisados em unidades    processadoras do Sinasc &#8211; no Munic&iacute;pio, em Munic&iacute;pios vizinhos    e nas sedes das IV, V e I Ger&ecirc;ncias Regionais de Sa&uacute;de dos Munic&iacute;pios    de Caruaru, Garanhuns e Recife, respectivamente &#8211;; e na Secretaria de    Sa&uacute;de de Pernambuco e na Secretaria do Estado de Sa&uacute;de de Alagoas    &#8211; haja vista a proximidade do Munic&iacute;pio de Bom Conselho com o Estado    de Alagoas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para complementa&ccedil;&atilde;o dessas informa&ccedil;&otilde;es,    realizou-se busca ativa de nascimentos de m&atilde;es residentes nos dois Munic&iacute;pios.    Foram inclu&iacute;dos na busca: servi&ccedil;os de sa&uacute;de locais e regional    (unidades b&aacute;sicas; hospitais) e nas comunidades; agentes comunit&aacute;rios    de sa&uacute;de; enfermeiras supervisoras do PACS; e parteiras tradicionais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados foram obtidos por diferentes meios.    Nas unidades de sa&uacute;de, levantaram-se informa&ccedil;&otilde;es escritas    &#91;livros de estat&iacute;stica; registro da sala de parto; controle de admiss&atilde;o    e alta; guias de Autoriza&ccedil;&atilde;o de Internamento Hospitalar (AIH)&#93;.    Junto aos ACS, os dados foram colhidos das fichas de alimenta&ccedil;&atilde;o    do Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o da Aten&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica    (Siab) (ficha D &#8211; cont&eacute;m informa&ccedil;&otilde;es sobre nascimentos    e &oacute;bitos ocorridos na &aacute;rea de abrang&ecirc;ncia daquele m&ecirc;s,    al&eacute;m de outras informa&ccedil;&otilde;es sobre consultas m&eacute;dicas    e hospitaliza&ccedil;&otilde;es); e das parteiras tradicionais, utilizaram-se    os dados das fichas de notifica&ccedil;&atilde;o de parto domiciliar do Programa    Estadual de Parteiras Tradicionais (PEPT), quando dispon&iacute;veis, ou por    consulta verbal. Na comunidade, tamb&eacute;m foram coletadas informa&ccedil;&otilde;es    junto a l&iacute;deres comunit&aacute;rios e outros informantes-chave. Os dados    de nascimentos ausentes no Sinasc foram utilizados no preenchimento de DN com    fins estat&iacute;sticos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em seguida, para elimina&ccedil;&atilde;o das    notifica&ccedil;&otilde;es em multiplicidade e identifica&ccedil;&atilde;o dos    nascidos vivos sem DN emitida, as informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis    foram confrontadas pelo <i>software</i> Epi Info, vers&atilde;o 6.04.<sup>13</sup> Para    o c&aacute;lculo da cobertura, utilizou-se a raz&atilde;o entre os nascidos    vivos presentes no Sinasc e o total identificado na pesquisa (Sinasc + busca    ativa), em rela&ccedil;&atilde;o a 100. As informa&ccedil;&otilde;es de nascidos    vivos coletadas foram organizadas segundo as fontes de identifica&ccedil;&atilde;o    consideradas: Sinasc das Secretarias Municipais de Sa&uacute;de e das Regionais    de Sa&uacute;de do Estado; ACS; parteiras; e livros de registro das unidades    de sa&uacute;de.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Considera&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este projeto foi submetido e aprovado pelo Comit&ecirc;    de &Eacute;tica em Pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade Federal    de Pernambuco em 1999, como parte integrante da pesquisa avaliativa &quot;An&aacute;lise    de implanta&ccedil;&atilde;o do Projeto de Redu&ccedil;&atilde;o da Mortalidade    Infantil em dois Munic&iacute;pios pernambucanos com condi&ccedil;&otilde;es    de vida semelhantes&quot;.<sup>14</sup></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A localiza&ccedil;&atilde;o dos dados nas respectivas    fontes e os procedimentos utilizados para a identifica&ccedil;&atilde;o do total    de nascidos vivos, incluindo os que n&atilde;o tiveram a DN emitida, est&atilde;o    representados nas <a href="#fig2">figuras 2</a> (Bom Conselho) e <a href="#fig3">3</a>    (Brejo da Madre de Deus).</font></p>     <p><a name="fig2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v16n2/2a04f2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="fig3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v16n2/2a04f3.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">A cobertura do Sinasc nos Munic&iacute;pios estudados    reevelou-se satisfat&oacute;ria. A menor cobertura, encontrada no Munic&iacute;pio    de Bom Conselho, ficou muito pr&oacute;xima dos 90% preconizados pelo Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de para uso do dado no calculo direto de indicadores (<a href="#tab1">Tabela    1</a>).</font></p>     <p><a name="tab1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v16n2/2a04t1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">No Munic&iacute;pio de Bom Conselho, as principais    contribui&ccedil;&otilde;es para a obten&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o    de nascimento foram os livros das unidades de sa&uacute;de e os livros de registro    do PACS/PSF (<a href="#tab2">Tabela 2</a>). A Secretaria Municipal de Sa&uacute;de    local n&atilde;o detinha a totalidade de notifica&ccedil;&otilde;es quando seus    dados foram comparados com o total de &oacute;bitos notificados ao Sinasc (<a href="#tab1">tabelas    1</a> e <a href="#tab2">2</a>). Essas DN estavam distribu&iacute;das entre as    Secretarias Municipais de Sa&uacute;de (SMS) vizinhas e as sedes das I e V Gerencias    Regionais de Sa&uacute;de.</font></p>     <p><a name="tab2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v16n2/2a04t2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">No Munic&iacute;pio de Brejo da Madre de Deus,    as principais fontes de notifica&ccedil;&atilde;o do nascimento tamb&eacute;m    foram os livros de registro das unidades de sa&uacute;de e do PACS/PSF, apesar    de n&atilde;o t&atilde;o expressivas neste &uacute;ltimo (<a href="#tab2">Tabela 2</a>). A SMS de    Brejo, como n&atilde;o constitui, comumente, fonte de notifica&ccedil;&atilde;o,    foi considerada apenas sob o ponto de vista da localiza&ccedil;&atilde;o da    informa&ccedil;&atilde;o; ela tamb&eacute;m detinha um n&uacute;mero inferior,    quando comparado &agrave; notifica&ccedil;&atilde;o total junto ao Sinasc (<a href="#tab1">tabelas    1</a> e <a href="#tab2">2</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tendo em vista a necessidade de obten&ccedil;&atilde;o    de par&acirc;metros para avaliar a cobertura e a qualidade dos dados gerados    pelos sistemas de informa&ccedil;&otilde;es no Brasil, propuseram-se indicadores    de acompanhamento de sua evolu&ccedil;&atilde;o. No decorrer dos anos, por&eacute;m,    com a melhoria dos sistemas de informa&ccedil;&otilde;es, as fontes de dados    utilizadas para definir os padr&otilde;es de compara&ccedil;&atilde;o mostraram-se    insuficientes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No caso do Sinasc, por exemplo, a avalia&ccedil;&atilde;o    a partir dos dados do registro civil ou de estimativas calculadas pelo IBGE    apresenta limita&ccedil;&otilde;es. No primeiro caso, elas dizem respeito &agrave;    n&atilde;o-emiss&atilde;o da certid&atilde;o de nascimento ou sua emiss&atilde;o    tardia;<sup>15,16</sup> e no segundo, a dificuldades para o calculo das estimativas e proje&ccedil;&otilde;es    de nascidos vivos relacionadas &agrave;s quedas nas taxas de fecundidade no    Brasil,<sup>6</sup> processo iniciado na d&eacute;cada de 1960 e que se acentua com o passar    dos anos.<sup>17,18</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A compara&ccedil;&atilde;o dos dados do Sinasc    com o padr&atilde;o das estimativas pode produzir uma avalia&ccedil;&atilde;o    negativa do Sistema. Isso ocorre porque as estimativas n&atilde;o retratam processos    em andamento &#8211; como a queda importante da taxa de fecundidade &#8211;,    enquanto o Sinasc &eacute; altamente sens&iacute;vel &agrave;s r&aacute;pidas    transforma&ccedil;&otilde;es em curso na estrutura da popula&ccedil;&atilde;o    brasileira. Dessa forma, a queda de nascimentos detectada pelo Sinasc, quando    comparada aos dados estimados, pode ser interpretada como uma queda da cobertura,    incorrendo em poss&iacute;vel erro de avalia&ccedil;&atilde;o do Sistema.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A s&eacute;rie hist&oacute;rica (1996-2002)    do n&uacute;mero de nascidos vivos das macrorregi&otilde;es brasileiras, utilizando-se    as fontes de dados Sinasc, do registro civil e do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es    Hospitalares do SUS (SIH/SUS), mostrou uma tend&ecirc;ncia de decl&iacute;nio    no n&uacute;mero de nascidos vivos captados. Essa tend&ecirc;ncia foi observada,    mais claramente, nas Regi&otilde;es Sul e Sudeste, consideradas de boa cobertura    pelo Sinasc, fato que agregou validade ao fen&ocirc;meno de queda nas taxas    de fecundidade revelado, recentemente, pelos dados compilados no Sistema.<sup>6</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diante dessas quest&otilde;es, a import&acirc;ncia    da proposi&ccedil;&atilde;o de novas formas de avaliar o Sinasc encontra, neste    estudo de caso, uma estrat&eacute;gia privilegiada. A partir da identifica&ccedil;&atilde;o    do n&uacute;mero real de nascimentos ocorridos nos Munic&iacute;pios-caso, foi    poss&iacute;vel o estabelecimento de um novo padr&atilde;o-ouro de compara&ccedil;&atilde;o.    Segundo Champagne e colaboradores (1997) e Yin (1994), esse tipo de estudo permite    a observa&ccedil;&atilde;o do fen&ocirc;meno desde o interior dos casos, possibilitando    uma an&aacute;lise mais criteriosa da situa&ccedil;&atilde;o.<sup>19,20</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados apresentados revelaram, outrossim,    uma boa cobertura do Sistema. Essa cobertura permite a produ&ccedil;&atilde;o    de indicadores de sa&uacute;de, cujo papel &eacute; identificar &aacute;reas    ou popula&ccedil;&otilde;es mais vulner&aacute;veis, possibilitando a tomada    de decis&atilde;o na gest&atilde;o do SUS. Os programas de redu&ccedil;&atilde;o    da mortalidade infantil est&atilde;o entre as a&ccedil;&otilde;es que podem    ser planejadas com a ajuda desses indicadores. Ap&oacute;s a implanta&ccedil;&atilde;o    desses programas &#8211; no caso do enfoque direcionado ao acompanhamento dos    nascidos vivos de risco, por exemplo &#8211;, o Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es,    continuamente alimentado, ser&aacute; a principal fonte captadora dos beb&ecirc;s    a serem acompanhados. Assim, &eacute; imprescind&iacute;vel a manuten&ccedil;&atilde;o    de elevada cobertura do Sinasc, bem como a verifica&ccedil;&atilde;o de confiabilidade    dos dados produzidos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados tamb&eacute;m demonstraram um    percentual consider&aacute;vel de nascidos vivos que, mesmo presentes no Sinasc,    n&atilde;o faziam parte do banco de dados municipal, esfera privilegiada para    a realiza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es e programas de sa&uacute;de    pelo SUS.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A agilidade no processo de retroalimenta&ccedil;&atilde;o    para a esfera municipal &eacute; de grande relev&acirc;ncia. Sobre os nascidos    vivos, a perda de informa&ccedil;&otilde;es pode provocar menor impacto dos    programas de redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade infantil, uma vez que as crian&ccedil;as    desconhecidas n&atilde;o dever&atilde;o ser acompanhadas. O problema torna-se    mais evidente se considerarmos que, entre os filhos de m&atilde;es com acesso    limitado aos servi&ccedil;os e, conseq&uuml;entemente, &agrave; notifica&ccedil;&atilde;o    do nascimento, estar&atilde;o justamente as crian&ccedil;as de maior susceptibilidade    &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es que podem levar ao &oacute;bito.<sup>21</sup> Por isso,    h&aacute; necessidade de comunica&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua entre os    Munic&iacute;pios e as Ger&ecirc;ncias Regionais de Sa&uacute;de.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na compara&ccedil;&atilde;o entre os Munic&iacute;pios,    observou-se que a condi&ccedil;&atilde;o de lim&iacute;trofe com outro(s) Estado(s)    pode dificultar a coleta de dados, em fun&ccedil;&atilde;o de uma poss&iacute;vel    evas&atilde;o de nascimentos. Os dois indicadores, cobertura do Sinasc e percentual    de informa&ccedil;&otilde;es presentes no Sinasc municipal, foram inferiores    em Bom Conselho, o que aponta para uma caracter&iacute;stica a ser considerada    no planejamento da busca ativa de nascimentos: a comunica&ccedil;&atilde;o entre    Munic&iacute;pios deve acontecer antes mesmo do processo de alimenta&ccedil;&atilde;o    e retroalimenta&ccedil;&atilde;o para o n&iacute;vel nacional, visando &agrave;    recupera&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o de nascimento o mais rapidamente    poss&iacute;vel.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Mais uma quest&atilde;o a ser ressaltada &eacute;    a que diz respeito &agrave; ocorr&ecirc;ncia do nascimento sem a emiss&atilde;o    da DN. Freq&uuml;entemente, uma cobertura insuficiente de assist&ecirc;ncia    m&eacute;dica, associada ao j&aacute; citado problema do sub-registro ou do    registro tardio do nascimento em cart&oacute;rio &#8211; no caso do parto domiciliar    &#8211;, dificulta a emiss&atilde;o da declara&ccedil;&atilde;o de nascido vivo.    Diferentemente da declara&ccedil;&atilde;o de &oacute;bito, a emiss&atilde;o    da DN n&atilde;o &eacute; um ato exclusivo dos m&eacute;dicos. Em partos domiciliares    com assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, a DN poder&aacute; ser preenchida por profissional    de sa&uacute;de, inclusive da unidade de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia. Na    assist&ecirc;ncia pela parteira tradicional, esta dever&aacute; informar o nascimento    da crian&ccedil;a ao servi&ccedil;o de sa&uacute;de onde ocorrer&aacute; o preenchimento    da respectiva declara&ccedil;&atilde;o. Somente quando n&atilde;o houver profissionais    de sa&uacute;de que possam atestar a gravidez, a DN ser&aacute; preenchida no    cart&oacute;rio.<sup>22</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados tamb&eacute;m permitiram, portanto,    a identifica&ccedil;&atilde;o de fontes notificantes com alto potencial de melhoria    para o Sistema: o PACS/PSF e as parteiras tradicionais, de papel fundamental    na identifica&ccedil;&atilde;o do nascido vivo, principalmente em parto domiciliar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A busca nos livros de registro do PACS/PSF constituiu    uma das etapas mais importantes para a identifica&ccedil;&atilde;o dos nascidos    vivos, juntamente com os livros de registro dos hospitais, fonte preferencial    na coleta das informa&ccedil;&otilde;es. A melhoria da cobertura de assist&ecirc;ncia    hospitalar ao parto faz do hospital uma das principais fontes de notifica&ccedil;&atilde;o    do nascimento, o que se depreende do elevado percentual de nascimentos identificados    por essa fonte, em ambos os Munic&iacute;pios.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o da Aten&ccedil;&atilde;o    B&aacute;sica, o Siab, os dados referentes a nascimentos e &oacute;bitos s&atilde;o    coletados pelos agentes comunit&aacute;rios de sa&uacute;de, a partir de informa&ccedil;&otilde;es    referidas pela popula&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas adstritas ao PACS/PSF.<sup>22</sup>    Aquino e colaboradores (1997) ressaltam o agente de sa&uacute;de como pe&ccedil;a-chave,    que integra a equipe de Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia &agrave; comunidade.    Os dados dispon&iacute;veis por ele s&atilde;o de grande import&acirc;ncia na    orienta&ccedil;&atilde;o de decis&otilde;es, desde as da pr&oacute;pria unidade    b&aacute;sica de sa&uacute;de at&eacute; aquelas que competem aos gestores municipais.<sup>23</sup>    Com o PACS/PSF como fonte de dados, a desigualdade de cobertura observada entre    os programas de redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade infantil implementados    em Brejo da Madre de Deus e Bom Conselho pode ser um dos aspectos das diferentes    coberturas do Sinasc entre os dois Munic&iacute;pios estudados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Rede Interagencial de Informa&ccedil;&otilde;es    para a Sa&uacute;de. Indicadores b&aacute;sicos para a sa&uacute;de no Brasil:    conceitos e aplica&ccedil;&otilde;es. Bras&iacute;lia: Organiza&ccedil;&atilde;o    Pan-Americana da Sa&uacute;de; 2002.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2. Carvalho DM. Grandes sistemas nacionais de    sa&uacute;de: revis&atilde;o e discuss&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o atual.    Informe Epidemiol&oacute;gico do SUS 1997;6(4):7-45.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3. Oliveira H, Pereira IPA. Estat&iacute;sticas    de mortalidade e nascidos vivos: considera&ccedil;&otilde;es sobre os principais    problemas. Informe Epidemiol&oacute;gico do SUS 1997;6(3):15-19.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4. Frias PG, Lira PIC, Vidal AS, Vanderlei LC.    Vigil&acirc;ncia de &oacute;bitos infantis como indicador da efetividade do    sistema de sa&uacute;de &#8211; estudo em um Munic&iacute;pio do interior do    Nordeste brasileiro. Jornal de Pediatria 2002;78(6):509-516.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5. Szwarcwald CL, Andrade CLT, Souza Junior    PRB. Estima&ccedil;&atilde;o da mortalidade infantil no Brasil: o que dizem    as informa&ccedil;&otilde;es sobre &oacute;bitos e nascimentos do Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de? Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica 2002;18(6):1725-1736.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">6. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria    de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de. Vigil&acirc;ncia em sa&uacute;de: dados    e indicadores selecionados 2004. Bras&iacute;lia: MS; 2004.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">7. Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de.    Manual de procedimentos do Sistema de Informa&ccedil;&otilde;es sobre Nascidos    Vivos. Bras&iacute;lia: Funasa; 2001.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">8. Rede Interagencial de Informa&ccedil;&otilde;es    para a Sa&uacute;de. Indicadores e dados b&aacute;sicos para a sa&uacute;de    (IDB). Bras&iacute;lia: Organiza&ccedil;&atilde;o Pan-Americana da Sa&uacute;de;    2003.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">9. Funda&ccedil;&atilde;o do Desenvolvimento    Municipal do Interior de Pernambuco. Perfil Municipal &#8211; 1996. Recife:    FIAM; 1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica.    Popula&ccedil;&atilde;o residente &#91;dados na Internet&#93;. Rio de Janeiro:    IBGE; 2000 &#91;acesso 2000 out. 28&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.datasus.gov.br" target="_blank">http://www.datasus.gov.br/cgi/ibge/popmap.htm</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">11. Secretaria de Sa&uacute;de de Pernambuco.    Sala de situa&ccedil;&atilde;o do Munic&iacute;pio. Bom Conselho: SES; 2000.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">12. Secretaria de Sa&uacute;de de Pernambuco.    Sala de situa&ccedil;&atilde;o do Munic&iacute;pio. Brejo da Madre de Deus:    SES; 2000.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">13. Centers for Disease Control and Prevention.    Epi Info 6 for DOS: a word processing, database and statistics program for epidemiology    version 6.04. Atlanta: CDC; c1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">14. Frias PG. An&aacute;lise de implanta&ccedil;&atilde;o    do projeto de redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade infantil em dois Munic&iacute;pios    de Pernambuco com semelhantes condi&ccedil;&otilde;es de vida &#91;disserta&ccedil;&atilde;o&#93;.    Recife (PE): Universidade Federal de Pernambuco; 2001.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">15. Jorge MHPM, Gotlieb SLD, Andrade SM. An&aacute;lise    dos registros de nascimentos vivos em localidade urbana no sul do Brasil. Revista    de Sa&uacute;de P&uacute;blica 1997;31(1):78-89.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">16. Cardoso AL, Fernandes MIM, Silva AAM, Arag&atilde;o    VMF, Silva RA. Sub-registro de nascimentos no Munic&iacute;pio de Centro Novo    do Maranh&atilde;o, 2002. Revista Brasileira de Epidemiologia 2003;6(3):237-244.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">17. Carvalho AM, Garcia RA. O envelhecimento    da popula&ccedil;&atilde;o brasileira: um enfoque demogr&aacute;fico. Cadernos    de Sa&uacute;de P&uacute;blica 2003;19(3):725-733.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">18. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica.    Estudos e pesquisas. S&iacute;ntese dos indicadores sociais 2004. Rio de Janeiro:    IBGE; 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">19. Champagne F, Denis JL. An&aacute;lise da    implanta&ccedil;&atilde;o. In: Hartz ZMA, organizadora. Avalia&ccedil;&atilde;o    em sa&uacute;de: dos modelos conceituais &agrave; pr&aacute;tica na an&aacute;lise    da implanta&ccedil;&atilde;o de programas. Rio de Janeiro: Fiocruz; 1997. p.    49-88.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">20. Yin RK. Discovering the future of the case    study method in evaluation research. Journal of Evaluation in Clinical Practice    1994;15:283-290.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">21. Haidar FH, Oliveira UF, Nascimento LFC.    Escolaridade materna: correla&ccedil;&atilde;o com os indicadores obst&eacute;tricos.    Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica 2001;17(4):1025-1029.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">22. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Import&acirc;ncia    dos sistemas de informa&ccedil;&otilde;es sobre mortalidade e nascidos vivos    para os profissionais do Programa Sa&uacute;de da Fam&iacute;lia. Bras&iacute;lia:    Funasa; 2001.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">23. Aquino R, Solla JJSP, Medina MG, Dantas    MBP, Albuquerque PC. Informa&ccedil;&atilde;o para gest&atilde;o de sistemas    locais de sa&uacute;de. Informe Epidemiol&oacute;gico do SUS 1997;5(4):45-56.</font><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="/img/revistas/ess/v16n2/seta.gif" border="0"></a>Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Rua dos Coelhos, 300,    <br>   Boa Vista, Recife-PE.    <br>   CEP: 50070-550 (N&uacute;cleo de Epidemiologia, 6<sup>o</sup> Andar).    <br>   <i>E-mail</i>:<a href="mailto:pfrias@rce.neoline.com.br">pfrias@rce.neoline.com.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="nota"></a><a href="#topo">*</a> Pesquisa    financiada com recursos da Funda&ccedil;&atilde;o Nacional de Sa&uacute;de,    por interm&eacute;dio da Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de do Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de &#8211; conv&ecirc;nio 007/2003, celebrado com o Instituto Materno-Infantil    de Pernambuco.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
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