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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>EDITORIAL</b></font></p>     <p align="left">&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Estudos epidemiol&oacute;gicos na perspectiva    do aumento da vulnerabilidade dos sistemas s&oacute;cio-ambientais brasileiros</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Paulo Chagastelles Sabroza</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Membro do Comit&ecirc; Editorial</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os temas analisados nos tr&ecirc;s artigos originais    e nos tr&ecirc;s artigos de revis&atilde;o apresentados neste n&uacute;mero    da revista <i>Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de</i> refletem a    complexidade dos padr&otilde;es de morbimortalidade da popula&ccedil;&atilde;o    brasileira, que continua impondo crescentes desafios ao Sistema &Uacute;nico    de Sa&uacute;de (SUS).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Durante as ultimas d&eacute;cadas, o modelo da    Transi&ccedil;&atilde;o Epidemiol&oacute;gica proposto por Onran<sup>1</sup> foi uma refer&ecirc;ncia    central para a interpreta&ccedil;&atilde;o desses padr&otilde;es, contribuindo    para a consolida&ccedil;&atilde;o da hegemonia de uma ideologia cientifica que    procurou sempre relacionar a perman&ecirc;ncia de determinados problemas de    sa&uacute;de, como as doen&ccedil;as transmiss&iacute;veis, com o insuficiente    desenvolvimento econ&ocirc;mico e social.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esse modelo pressupunha o desenvolvimento socioecon&ocirc;mico    como um processo hist&oacute;rico linear, que se realizaria do mesmo modo em    todas as forma&ccedil;&otilde;es s&oacute;cio-espaciais, embora com in&iacute;cio    e velocidade distintos. A partir dele, seria poss&iacute;vel aplicar uma tipologia    que classificasse todas essas forma&ccedil;&otilde;es, de acordo com sua situa&ccedil;&atilde;o,    tendo como refer&ecirc;ncia o modelo daqueles pa&iacute;ses capitalistas europeus    que iniciaram sua industrializa&ccedil;&atilde;o, urbaniza&ccedil;&atilde;o    e transi&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica ainda na primeira metade do S&eacute;culo    XIX.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os diferentes padr&otilde;es de morbimortalidade    seriam, portanto, caracter&iacute;sticos de distintos est&aacute;gios do processo    de desenvolvimento. Diversos autores discutiram a adequa&ccedil;&atilde;o desse    modelo te&oacute;rico para descrever e comparar as condi&ccedil;&otilde;es de    sa&uacute;de de sociedades com determinantes hist&oacute;ricos e geogr&aacute;ficos    muito diferentes; todavia, as rela&ccedil;&otilde;es entre o desenvolvimento    das for&ccedil;as produtivas e a melhoria progressiva das condi&ccedil;&otilde;es    de vida e sa&uacute;de pareciam inquestion&aacute;veis.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No Brasil, onde a grande redu&ccedil;&atilde;o    da mortalidade por doen&ccedil;as transmiss&iacute;veis ocorreu principalmente    no per&iacute;odo entre as d&eacute;cadas de 1950 e 1970 do s&eacute;culo passado,    acompanhando o intenso fluxo de pessoas das &aacute;reas rurais para as cidades,    um padr&atilde;o particular de morbimortalidade pode ser bem reconhecido: junto    com a acentuada diminui&ccedil;&atilde;o dos &oacute;bitos por doen&ccedil;as    infecciosas, observou-se grande aumento, proporcional e absoluto, das mortes    por doen&ccedil;as cardiovasculares e por causas externas.<sup>2</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Al&eacute;m disso, pode-se constatar que a redu&ccedil;&atilde;o    da mortalidade por doen&ccedil;as transmiss&iacute;veis foi devida, principalmente,    &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o dos &oacute;bitos por diarr&eacute;ias infecciosas    e por doen&ccedil;as preven&iacute;veis por vacinas, sendo acompanhada pela    perman&ecirc;ncia de n&iacute;veis elevados de morbidade e mesmo pelo aumento    da incid&ecirc;ncia de v&aacute;rias outras doen&ccedil;as desse grupo.<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outro registro fundamental foi a evid&ecirc;ncia    de que o desenvolvimento socioecon&ocirc;mico n&atilde;o eliminou   as grandes desigualdades sociais e regionais do Pa&iacute;s. Ao contr&aacute;rio,    em muitas situa&ccedil;&otilde;es, elas at&eacute; se   agravaram. A quest&atilde;o da desigualdade, refletida nas medidas de morbimortalidade,    nos diferenciais de   acesso aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de e saneamento e, principalmente, nos    indicadores de educa&ccedil;&atilde;o, renda e   inser&ccedil;&atilde;o no processo de trabalho, tornou-se, justificadamente,    uma categoria central nas an&aacute;lises que os   epidemiologistas brasileiros fizeram de nossas condi&ccedil;&otilde;es de vida    e sa&uacute;de, no per&iacute;odo mais recente.<sup>4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A distribui&ccedil;&atilde;o desigual dos resultados    do desenvolvimento econ&ocirc;mico veio a ser identificada como um dos principais    determinantes das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de. Entretanto, outra    dimens&atilde;o das complexas rela&ccedil;&otilde;es entre desenvolvimento econ&ocirc;mico    e condi&ccedil;&otilde;es de vida e sa&uacute;de passou tamb&eacute;m a ter    que ser considerada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ficou evidente que a elevada magnitude de diversas    doen&ccedil;as transmiss&iacute;veis, como o dengue, a hansen&iacute;ase e a    tuberculose, o surgimento de doen&ccedil;as emergentes, como a aids e as hantaviroses,    a maior freq&uuml;&ecirc;ncia de agravos &agrave; sa&uacute;de devidos &agrave;    exposi&ccedil;&atilde;o a produtos t&oacute;xicos, o grande aumento da mortalidade    e da preval&ecirc;ncia de enfermidades atribu&iacute;das a padr&otilde;es inadequados    de consumo, como a diabetes e as doen&ccedil;as isqu&ecirc;micas do cora&ccedil;&atilde;o,    a mortandade de adultos jovens urbanos, pobres, negros e do sexo masculino por    viol&ecirc;ncias e a dissemina&ccedil;&atilde;o de um sentimento de inseguran&ccedil;a    e sofrimento difuso nos centros urbanos n&atilde;o s&atilde;o express&atilde;o    da exclus&atilde;o do processo de desenvolvimento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Eles s&atilde;o os resultados da acelerada integra&ccedil;&atilde;o    desigual em um modelo de desenvolvimento particularmente   eficiente e perverso, que privatiza os lucros e socializa os custos, transferindo    para os grupos   sociais mais vulner&aacute;veis seus efeitos, muitas vezes sob a forma de mortalidade    prematura, doen&ccedil;a,   incapacidade e sofrimento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O reconhecimento de que o presente modelo de    desenvolvimento intensifica e redistribui os riscos   levou &agrave; necessidade de priorizar e reestruturar as a&ccedil;&otilde;es    de vigil&acirc;ncia e de promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, de modo   a aumentar a capacidade de resposta das institui&ccedil;&otilde;es, das organiza&ccedil;&otilde;es    sociais e das pessoas diante das   novas e crescentes amea&ccedil;as.<sup>5</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O conceito de vulnerabilidade de sistemas s&oacute;cio-ambientais    vem sendo proposto no sentido de ampliar   nossa interpreta&ccedil;&atilde;o dos atuais perfis epidemiol&oacute;gicos e    possibilitar uma maior capacidade de resposta   aos desafios advindos das mudan&ccedil;as nos contextos sociais e ambientais    decorrentes do processo de   desenvolvimento na sua conjuntura atual.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao contr&aacute;rio dos riscos, que, nos estudos    epidemiol&oacute;gicos, se referem aos agrupamentos de indiv&iacute;duos,   a vulnerabilidade s&oacute;cio-ambiental &eacute; um conceito aplicado a n&iacute;veis    de maior organiza&ccedil;&atilde;o: os grupos sociais   e seus contextos s&oacute;cio-ambientais. E a redu&ccedil;&atilde;o da vulnerabilidade,    ou aumento da resili&ecirc;ncia, pressup&otilde;e   maior capacidade de organiza&ccedil;&atilde;o e mobiliza&ccedil;&atilde;o para    a utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos dispon&iacute;veis e o incremento   dos graus de informa&ccedil;&atilde;o dos sistemas, viabilizando proje&ccedil;&otilde;es    e an&aacute;lises de cen&aacute;rios futuros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esta vulnerabilidade seria, ent&atilde;o, um    importante conceito sintetizador, integrando as rela&ccedil;&otilde;es estruturais   globais existentes nas sociedades com os n&iacute;veis locais onde se concretizam    as situa&ccedil;&otilde;es de risco.<sup>6</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nessa perspectiva, o perfil epidemiol&oacute;gico    de pa&iacute;ses como o Brasil n&atilde;o se conforma a nenhuma das   categorias tradicionais do modelo de transi&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica,    representando uma outra, onde o desenvolvimento   acelerado, por incorpora&ccedil;&atilde;o de tecnologias importadas, acompanhado    da persist&ecirc;ncia   de grandes desigualdades sociais e territoriais, configura um padr&atilde;o    definido por sua aguda vulnerabilidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os estudos epidemiol&oacute;gicos aplicados aos    servi&ccedil;os e sistemas de sa&uacute;de precisam considerar, portanto,   as an&aacute;lises das vulnerabilidades das situa&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de    e seus contextos, al&eacute;m da difus&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es   que possibilitem a incorpora&ccedil;&atilde;o de inova&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas    e, principalmente, de inova&ccedil;&otilde;es sociais que   contribuam para o aumento local da resili&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Todos os textos apresentados neste n&uacute;mero    da revista certamente contribuem para esses prop&oacute;sitos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em seu trabalho para construir uma lista de causas    de mortes evit&aacute;veis, Malta a colaboradores apresentam o resultado de    um debate sobre o conceito de 'Evitabilidade' e a possibilidade de elabora&ccedil;&atilde;o,    a partir dos instrumentos j&aacute; dispon&iacute;veis no sistema de informa&ccedil;&otilde;es,    de listas e indicadores que considerem, al&eacute;m dos limites das t&eacute;cnicas,    o contexto pol&iacute;tico-institucional.<sup>7</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ainda no campo da informa&ccedil;&atilde;o em    sa&uacute;de, o artigo de Oliveira e Souza trata da quest&atilde;o da qualidade    da   informa&ccedil;&atilde;o de mortalidade por causas externas, indicando a necessidade    de complementar as informa&ccedil;&otilde;es   presentes nas declara&ccedil;&otilde;es de &oacute;bitos com dados de outros    sistemas de registro. Os autores mostram   como o aprimoramento da qualidade da informa&ccedil;&atilde;o poderia contribuir    para uma melhor caracteriza&ccedil;&atilde;o   desse agravo, que pode ser considerado um dos principais indicadores da vulnerabilidade    dos grupos   sociais integrados de modo desigual em nossa sociedade.<sup>8</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O texto de Bonolo, Gomes e Guimar&atilde;es apresenta    uma contribui&ccedil;&atilde;o para a revis&atilde;o do conhecimento   sobre a ades&atilde;o dos pacientes ao tratamento para o HIV/aids, destacando    a necessidade de acompanhamento   individual, suporte social e informa&ccedil;&atilde;o como modo de melhorar    as condi&ccedil;&otilde;es de vida desse grupo   social, particularmente vulner&aacute;vel.<sup>9</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O artigo de Oliveira e colaboradores apresenta    os resultados da investiga&ccedil;&atilde;o epidemiol&oacute;gica de um   primeiro foco de fasciolose identificado na Amaz&ocirc;nia, representando, al&eacute;m    de uma interessante contribui&ccedil;&atilde;o   para a caracteriza&ccedil;&atilde;o desse tipo de estudo, uma oportunidade de    evidenciar como uma situa&ccedil;&atilde;o   de grande vulnerabilidade, por suas condi&ccedil;&otilde;es de saneamento prec&aacute;rias,    possibilitou a emerg&ecirc;ncia local   de um novo processo infeccioso, sem que tenha ocorrido discrimina&ccedil;&atilde;o    de riscos individuais em sua   popula&ccedil;&atilde;o.<sup>10</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Finalmente, os dois artigos de revis&atilde;o    sobre mecanismos e monitoramento da resist&ecirc;ncia do <i>Aedes aegypti</i>    aos inseticidas no Brasil, de Braga e Valle,<sup>11,12</sup> discutem a necessidade    de incorpora&ccedil;&atilde;o de conhecimentos atualizados sobre a fisiologia,    ecologia e comportamento dos vetores, al&eacute;m de conhecimentos sobre os    mecanismos de atua&ccedil;&atilde;o dos inseticidas, nos processos de decis&atilde;o    sobre as melhores estrat&eacute;gias de controle do dengue. O dengue pode ser    considerado a endemia que melhor expressa como o aumento das condi&ccedil;&otilde;es    de vulnerabilidade nas cidades inviabilizou as a&ccedil;&otilde;es tradicionais    de controle, impondo a permanente atualiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es    cient&iacute;ficas e a necessidade de urgentes inova&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas    e sociais para aumentar a resili&ecirc;ncia de nossos contextos s&oacute;cio-ambientais    urbanos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">1. Omran AR. The epidemiologic transition of    the epidemiology of population change. Milbank Memorial Fund Quartely;49:509-583,1971.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">2. Carmo EH, Barreto ML, Silva Jr., JB. Mudan&ccedil;as    nos padr&otilde;es de morbimortalidade da popula&ccedil;&atilde;o brasileira:    os desafios para um novo s&eacute;culo. Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de    2003;12(2):63-75.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">3. Sabroza PC, Kawa H, Campos WSQ. Doen&ccedil;as    transmiss&iacute;veis: ainda um desafio. In: Minayo MCS, org. Os muitos brasis    &#8211; sa&uacute;de e popula&ccedil;&atilde;o na d&eacute;cada de 80. S&atilde;o    Paulo-Rio de Janeiro: Hucitec-Abrasco, p. 177-24, 1995.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">4. Silva Jr., JB, Barros MBA, 2002. Epidemiologia    e desigualdade: notas sobre a teoria e a hist&oacute;ria. Revista Panamericana    de la Salud/Pan American Journal of Public Health, 12(6) </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">5. Freitas CM. In: Czeresnia D e Freitas CM,    orgs. A Vigil&acirc;ncia da Sa&uacute;de para a Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de.    Rio de Janeiro: Fiocruz, p. 141-159, 2003 </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">6. Porto MFS. Uma Ecologia Pol&iacute;tica dos    Riscos. Rio de Janeiro: Fiocruz, p.163, 2007. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">7. Malta DC, Duarte EC, Almeida MF, Dias MAS,    Morais Neto OL, Moura L, Ferraz W, Souza MFM. Lista de causas de morte evit&aacute;veis    por interven&ccedil;&otilde;es do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de do Brasil.    Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2007;16(4):233- 244.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">8. Oliveira MLC, Souza LAC. Causas externas: investiga&ccedil;&atilde;o    sobre a causa b&aacute;sica de &oacute;bito no Distrito Federal, Brasil. Epidemiologia    e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2007;16(4):245-250.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 9. Bonolo FP, Gomes RRFM, Guimar&atilde;es MDC. Ades&atilde;o    &agrave; terapia anti-retroviral (HIV/aids): fatores associados e medidas de    ades&atilde;o. Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2007;16(4):251-259.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">10. Oliveira AA, Nascimento AS, Santos TAM, Carmo    GMI, Dimech CPM, Alves RMS, Reis F, Garcia MHO, Santos DA, Aguiar GPR, Albuquerque    BC, Carmo EH. Estudo da preval&ecirc;ncia e fatores associados &agrave; fasciolose    no Munic&iacute;pio de Canutama, Estado do Amazonas, Brasil. Epidemiologia e    Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2007;16(4):251-259.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 11. Braga IA, Valle D. <i>Aedes aegypti</i>:    inseticidas, mecanismos de a&ccedil;&atilde;o e resist&ecirc;ncia. Epidemiologia    e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2007;16(4):279-293.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">12. Braga IA, Valle D. <i>Aedes aegypti</i>:    vigil&acirc;ncia, monitoramento da resist&ecirc;ncia e alternativas de controle    no Brasil. Epidemiologia e Servi&ccedil;os de Sa&uacute;de 2007;16(4):295-302.</font> ]]></body><back>
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