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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>     <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>PR&Ecirc;MIO DE INCENTIVO AO    DESENVOLVIMENTO E &Agrave; APLICA&Ccedil;&Atilde;O DA EPIDEMIOLOGIA NO SUS 1&ordm;    LUGAR MESTRADO</b></font></p>     <p align="left">&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Atua&ccedil;&atilde;o profissional de <i>motoboys</i>    e fatores associados &agrave; ocorr&ecirc;ncia de acidentes de tr&acirc;nsito    em Londrina-PR</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Daniela Wosiack da Silva; Darli Antonio Soares;    Selma Maffei de Andrade</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Universidade Estadual de Londrina, Londrina-PR,    Brasil </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Nos &uacute;ltimos anos, no Brasil, tem sido    observado o uso crescente dos servi&ccedil;os de entrega de mercadorias por    <i>motoboys</i>, caracterizada pela rapidez e agilidade na entrega de produtos.    A presen&ccedil;a e a tend&ecirc;ncia de crescimento do n&uacute;mero desses    trabalhadores parecem irrevers&iacute;veis, a curto e m&eacute;dio prazos. Outrossim,    estudos revelam diferen&ccedil;as importantes em rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero    de v&iacute;timas e &agrave; gravidade dos acidentes de tr&acirc;nsito para    diferentes grupos de usu&aacute;rios da via p&uacute;blica. Em v&aacute;rios    trabalhos, destaca-se que pedestres, motociclistas e ciclistas s&atilde;o as    principais v&iacute;timas desses acidentes, e as que sofrem trauma de maior    gravidade. Pesquisas realizadas no Munic&iacute;pio de Londrina, Estado do Paran&aacute;    (PR), t&ecirc;m apontado o motociclista como a principal v&iacute;tima de acidentes    de tr&acirc;nsito. Em estudo realizado no ano de 1996, os motociclistas corresponderam    a 44,4% das v&iacute;timas. Outra investiga&ccedil;&atilde;o, no mesmo Munic&iacute;pio    de Londrina-PR, ao analisar o per&iacute;odo compreendido entre 1997 e 2000,    traz os motociclistas como as principais v&iacute;timas do tr&acirc;nsito atendidas    por servi&ccedil;o de aten&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-hospitalar, em todos    os anos do per&iacute;odo selecionado, sempre com valores superiores a 40%.    Alguns autores apontam, como poss&iacute;vel causa para o aumento do n&uacute;mero    de v&iacute;timas entre os motociclistas, a crescente utiliza&ccedil;&atilde;o    da motocicleta no mercado formal ou informal de trabalho, especialmente em servi&ccedil;os    de tele-entrega de mercadorias (<i>motoboys</i>) ou transporte de passageiros    (motot&aacute;xis). Destacam, tamb&eacute;m, a maior exposi&ccedil;&atilde;o    desses profissionais nas vias p&uacute;blicas, com realiza&ccedil;&atilde;o    de manobras arriscadas no tr&acirc;nsito e desempenho de altas velocidades no    exerc&iacute;cio profissional. Apesar da crescente participa&ccedil;&atilde;o    de <i>motoboys</i> em servi&ccedil;os de entrega de mercadorias, todavia &eacute;    bastante prec&aacute;rio o conhecimento dispon&iacute;vel sobre a profiss&atilde;o    e seus riscos, com raras publica&ccedil;&otilde;es sobre o tema. Considerando-se,    portanto, que os <i>motoboys</i> representam uma popula&ccedil;&atilde;o de    grande risco de envolvimento em acidentes de tr&acirc;nsito, dadas as constantes    exig&ecirc;ncias inerentes a seu exerc&iacute;cio profissional, como o cumprimento    de metas em hor&aacute;rios estabelecidos e, geralmente, com ganho por produtividade,    independentemente de condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, de tr&acirc;nsito    ou de trabalho apresentadas, pretendeu-se, com este estudo, conhecer as caracter&iacute;sticas    dos <i>motoboys</i> atuantes no Munic&iacute;pio, suas condi&ccedil;&otilde;es    de trabalho e a ocorr&ecirc;ncia de acidentes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Objetivos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> I. Analisar o perfil de <i>motoboys</i>, sua    atua&ccedil;&atilde;o profissional e fatores associados &agrave; ocorr&ecirc;ncia    de acidentes de tr&acirc;nsito no Munic&iacute;pio de Londrina-PR.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">II. Caracterizar os <i>motoboys</i> quanto a    sua atua&ccedil;&atilde;o profissional e comportamento no tr&acirc;nsito.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">III. Caracterizar os acidentes de tr&acirc;nsito    ocorridos com <i>motoboys</i> durante seu trabalho, nos &uacute;ltimos doze    meses.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">IV. Verificar associa&ccedil;&otilde;es de alguns    comportamentos no tr&acirc;nsito, bem como de caracter&iacute;sticas do exerc&iacute;cio    profissional de <i>motoboys</i>, com a ocorr&ecirc;ncia de acidentes de tr&acirc;nsito    envolvendo esses profissionais durante seu trabalho, nos &uacute;ltimos 12 meses.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Metodologia</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Trata-se de um estudo transversal, individuado    e observacional da popula&ccedil;&atilde;o-alvo de <i>motoboys</i> que atuam    em Londrina-PR. A delimita&ccedil;&atilde;o da amostra deu-se ap&oacute;s a    realiza&ccedil;&atilde;o de um estudo explorat&oacute;rio, por consultas telef&ocirc;nicas,    buscando-se definir o n&uacute;mero de <i>motoboys</i> atuantes nos sete principais    tipos de empresas que os empregam (restaurantes, farm&aacute;cias, papelarias/copiadoras    e empresas de tintas, g&aacute;s e &aacute;gua especializadas em entregas).    A partir desse levantamento, visando garantir a proporcionalidade, as empresas    foram ordenadas por tipo e n&uacute;mero de <i>motoboys</i>, sendo realizada    amostragem sistem&aacute;tica de aproximadamente 50%. A coleta de dados ocorreu    de setembro a novembro de 2005, mediante question&aacute;rio auto-aplic&aacute;vel.    Os <i>motoboys</i> foram abordados em seus locais de trabalho, por sete pesquisadores    de campo devidamente treinados. Para reduzir perdas, foram realizadas at&eacute;    cinco visitas &agrave; mesma empresa, nos tr&ecirc;s per&iacute;odos do dia.    Previamente &agrave; entrevista, os objetivos da pesquisa foram explicados aos    <i>motoboys</i>. Eles aceitaram participar assinando Termo de Consentimento    Livre e Esclarecido. Foi realizada dupla digita&ccedil;&atilde;o dos dados e    compara&ccedil;&atilde;o pelo programa Epi Info 6.04d (Validate), sendo feitas    corre&ccedil;&otilde;es quando observadas discrep&acirc;ncias ap&oacute;s consulta    aos question&aacute;rios respondidos. A vari&aacute;vel dependente considerada    no estudo foi a ocorr&ecirc;ncia de acidentes de tr&acirc;nsito durante o trabalho    nos &uacute;ltimos 12 meses. As vari&aacute;veis independentes foram: idade;    tempo de experi&ecirc;ncia como condutor de motocicleta; tempo de atua&ccedil;&atilde;o    como <i>motoboy</i>; n&uacute;mero de tipos de empresa de atua&ccedil;&atilde;o;    tipo de ganho; trabalho excessivo; altern&acirc;ncia de turnos de trabalho;    sensa&ccedil;&atilde;o de cansa&ccedil;o durante o exerc&iacute;cio profissional;    uso de celular ou r&aacute;dio comunicador quando na dire&ccedil;&atilde;o da    motocicleta; e emprego de altas velocidades em estradas, vias expressas, avenidas    e ruas. As an&aacute;lises dos dados foram descritivas e bivariadas. Logo, realizou-se    an&aacute;lise de regress&atilde;o log&iacute;stica pelo programa Statistical    Analysis System (SAS), para verificar fatores independentemente associados &agrave;    ocorr&ecirc;ncia de acidentes de tr&acirc;nsito durante o trabalho, tendo sido    adotado, como crit&eacute;rio de inclus&atilde;o de vari&aacute;veis no modelo,    o valor de p&lt;0,20. Adotou-se a regress&atilde;o log&iacute;stica pelo m&eacute;todo    <i>stepwise</i>, tendo-se aplicado o teste de Hosmer and Lemeshow Goodness-of-Fit.    As taxas de acidentes ocorridos durante o trabalho nos &uacute;ltimos 12 meses    foram calculadas para as vari&aacute;veis analisadas. Considerando-se que a    exposi&ccedil;&atilde;o a acidentes de trabalho nos &uacute;ltimos 12 meses    poderia variar de acordo com o tempo de atua&ccedil;&atilde;o dos <i>motoboys</i>    (de dias ao ano completo), tomou-se por base, nesse c&aacute;lculo, o tempo    de exposi&ccedil;&atilde;o (tempo de trabalho) de cada <i>motoboy</i> nos &uacute;ltimos    12 meses, com transforma&ccedil;&atilde;o do denominador em pessoas/meses. Dessa    forma, foram calculadas as taxas de acidentes entre expostos ao fator de risco    hipotetizado e entre n&atilde;o expostos, sendo ent&atilde;o calculada a raz&atilde;o    de preval&ecirc;ncia (RP), ou seja, a raz&atilde;o entre essas duas taxas. O    programa Epitable Calculator, do Epi Info 6.04d, foi usado para os c&aacute;lculos    das raz&otilde;es de preval&ecirc;ncia, dos intervalos de confian&ccedil;a de    95% e do valor de p (teste exato bicaudal).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Considera&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comit&ecirc;    de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Estadual de Londrina, conforme parecer    CEP 287/04.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Foram entrevistados 377 m<i>otoboys</i> (95,9%    dos 393 selecionados). A m&eacute;dia de idade dos <i>motoboys</i> foi de 28    anos (mediana=26). A maior parte (43%) tinha entre 18 e 24 anos e cerca de dois    ter&ccedil;os deles apresentavam idade inferior a 29 anos. Houve maior propor&ccedil;&atilde;o    de <i>motoboys</i> com tempo de experi&ecirc;ncia como condutor de motocicleta    entre cinco e nove anos, e, aproximadamente, 80% deles apresentavam mais de    quatro anos de experi&ecirc;ncia; a m&eacute;dia de tempo encontrada foi de    dez anos (mediana=8). Cerca de 75% dos <i>motoboys</i> apresentavam tempo de    atua&ccedil;&atilde;o profissional superior a dois anos; a m&eacute;dia do tempo    de atua&ccedil;&atilde;o foi de cinco anos (mediana=4). A maioria (68%) atuava    em apenas um tipo de empresa, com predom&iacute;nio de restaurantes (48%), seguidos    por farm&aacute;cias e drogarias (26,8%) e por empresas que terceirizam entregas    (23,9%). Em cerca de 65% dos casos, a remunera&ccedil;&atilde;o estava relacionada    &agrave; quantidade de entregas feitas. A maioria dos <i>motoboys</i> (62%)    recebia entre R$400,00 e R$800,00 ao m&ecirc;s (1,33 a 2,67 sal&aacute;rios    m&iacute;nimos). Constatou-se que 36% dos <i>motoboys</i> alternavam turnos    de trabalho e que 42% referiram ter trabalhado mais do que dez horas por dia,    na semana anterior &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o da pesquisa. Trezentos    e dezoito <i>motoboys</i> (84,4%) relataram ter trabalhado mesmo estando bastante    cansados. O uso de celular ou r&aacute;dio comunicador quando em tr&acirc;nsito    foi relatado por 90 <i>motoboys</i> (24%). Quanto &agrave; ado&ccedil;&atilde;o    de altas velocidades em per&iacute;metro urbano (acima de 80km/h), mais da metade    dos <i>motoboys</i> (55%) relatou uso de altas velocidades em avenidas e cerca    de 30% em ruas. Em estradas e vias expressas, essa pr&aacute;tica foi relatada    por 80% dos <i>motoboys</i>. Cento e quarenta e sete <i>motoboys</i> (intervalo    de confian&ccedil;a de 95% &#8211; IC<sub>95%</sub> 39% (34,1-44,1%)&#93; relataram    ter sofrido acidentes de tr&acirc;nsito nos 12 meses anteriores &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o    da pesquisa; e 121 &#91;IC<sub>95%</sub> 32,1% (27,5-37,1%)&#93;, durante o    exerc&iacute;cio profissional. Foram relatados, no total, 257 epis&oacute;dios    de acidentes de tr&acirc;nsito, o que equivale a uma taxa de 68,17 acidentes    por 100 <i>motoboys</i>. Dos 147 <i>motoboys</i> que referiram acidentes de    tr&acirc;nsito, 35 (23,8%) consideraram os acidentes ocorridos com eles como    'graves', resultando na interna&ccedil;&atilde;o hospitalar de 29 <i>motoboys</i>    (19,7%). O tempo de interna&ccedil;&atilde;o relatado variou de um a 120 dias,    com m&eacute;dia de 17 (mediana=4). Houve maior propor&ccedil;&atilde;o de <i>motoboys</i>    com at&eacute; seis dias de interna&ccedil;&atilde;o (58,6%). Com rela&ccedil;&atilde;o    ao tipo de acidente ocorrido durante o trabalho, foi observada maior propor&ccedil;&atilde;o    de acidentes por colis&atilde;o com outro ve&iacute;culo (65%), seguidos das    quedas sem colis&atilde;o (22%). A maior parte dos acidentes ocorreu com o tempo    seco (75%), em dias &uacute;teis (77%) e nos per&iacute;odos da tarde (40%)    e da noite (36%). Na an&aacute;lise multivariada, os fatores independentemente    associados &#8211; de forma direta &#8211; ao relato de ocorr&ecirc;ncia de    acidentes de tr&acirc;nsito durante o trabalho foram: a idade dos <i>motoboys</i>,    sendo maior a taxa de acidentes na faixa et&aacute;ria de 18 a 24 anos &#91;raz&atilde;o    de chances (OR)=1,74&#93;; a ado&ccedil;&atilde;o de velocidades acima de 80km/h    nas avenidas do Munic&iacute;pio (OR=1,64); e a altern&acirc;ncia de turnos    de trabalho (OR=1,77).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conclus&otilde;es, recomenda&ccedil;&otilde;es    e impacto potencial dos resultados em Sa&uacute;de P&uacute;blica</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados do presente estudo indicam uma    alta incid&ecirc;ncia de acidentes de tr&acirc;nsito no per&iacute;odo analisado.    A maior parte deles ocorreu durante o exerc&iacute;cio profissional. A constata&ccedil;&atilde;o    da maior ocorr&ecirc;ncia de acidentes de tr&acirc;nsito durante o exerc&iacute;cio    profissional refor&ccedil;a a susceptibilidade dos <i>motoboys</i> a esses eventos    por aspectos inerentes &agrave; profiss&atilde;o e aponta a necessidade de estrat&eacute;gias    e pol&iacute;ticas espec&iacute;ficas para a redu&ccedil;&atilde;o de acidentes    envolvendo esses profissionais, bem como a necessidade de regulamenta&ccedil;&atilde;o    da profiss&atilde;o e de fiscaliza&ccedil;&atilde;o das empresas que oferecem    seus servi&ccedil;os. A falta de regulamenta&ccedil;&atilde;o profissional &eacute;,    possivelmente, um dos principais fatores contributivos para a alta incid&ecirc;ncia    de acidentes e as m&aacute;s condi&ccedil;&otilde;es de trabalho relatadas neste    estudo, como, por exemplo, a ado&ccedil;&atilde;o de longas jornadas di&aacute;rias    de trabalho. A forma de remunera&ccedil;&atilde;o por produtividade, referida    por grande parte dos <i>motoboys</i>, pode, tamb&eacute;m, ter contribu&iacute;do    para que eles adotassem comportamentos nem sempre seguros no tr&acirc;nsito,    na tentativa de incrementar o rendimento mensal. Observa-se que, apesar de serem    fundamentais para nossa sociedade atual, centrada no consumo, pouco tem sido    feito no sentido de melhorar suas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e evitar    seu envolvimento em acidentes de tr&acirc;nsito. &Eacute; imprescind&iacute;vel,    portanto, que o Estado e a sociedade repensem o papel desempenhado pela categoria;    e que os <i>motoboys</i> sejam valorizados enquanto capital humano. O conhecimento    sobre as caracter&iacute;sticas dos <i>motoboys</i> e dos acidentes de tr&acirc;nsito    que ocorrem em seu exerc&iacute;cio profissional pode contribuir para que se    adotem medidas de prote&ccedil;&atilde;o desses trabalhadores, fornecendo subs&iacute;dios    para a formula&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias e pol&iacute;ticas espec&iacute;ficas    para a redu&ccedil;&atilde;o de acidentes envolvendo-os. Os resultados deste    estudo foram apresentados &agrave; Companhia Municipal de Tr&acirc;nsito e Urbaniza&ccedil;&atilde;o    de Londrina (CMTU) e em eventos ocorridos durante a Semana Nacional de Tr&acirc;nsito,    em 2006, sob o tema &quot;Voc&ecirc; e a moto: uma uni&atilde;o feliz&quot;,    nos Munic&iacute;pios paranaenses de Londrina e de Maring&aacute;. Essas conclus&otilde;es    tamb&eacute;m foram divulgadas pela imprensa escrita (nos dois jornais di&aacute;rios    de maior impacto de Londrina-PR e regi&atilde;o), em r&aacute;dios locais e    em programa de telejornalismo de abrang&ecirc;ncia estadual. Ademais, artigos    cient&iacute;ficos ser&atilde;o submetidos a peri&oacute;dicos e pretende-se,    outrossim, convidar as empresas e os <i>motoboys</i> participantes para reuni&otilde;es    de divulga&ccedil;&atilde;o e discuss&atilde;o dos resultados obtidos por este    estudo.</font></p>     ]]></body>
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