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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estado nutricional de estudantes de escolas públicas e fatores associados em um distrito de saúde do Município de Gravataí, Rio Grande do Sul]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: to evaluate the nutritional state of students from local public schools of Gravatai, State of Rio Grande do Sul, Brazil, according to sex, age, sexual maturity, school location and body image perception. METHODOLOGY: a transversal study was undertaken, with representative sampling of 1,131 students from the 1st to 8th grades, with the use of three instruments: anthropometric card; Body Shape Questionnaire and Tanner classification. The outcome was categorized according to the Body Mass Index (BMI). Data analysis was performed with multivariate ordinal logistic regression. RESULTS: suitability of the nutritional state was found in 64.3% of students; 31.1% were overweight/obese, 6.4% hadmalnutrition and 8.2% were atrisk of being underweight. Considering separately the 476 young people from the 5th to the 8th grade, students from rural schools were 33 times more overweight/obese than those from the urban area. Youngsters concerned about their body image had three times more chances of having malnutrition/nutritional risk and were 11 times more overweight/obese. CONCLUSION: the high prevalence of overweight/obesity demands greater concern by health and education areas, especially with students at rural schools.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="Verdana"><a name="topo"></a>Estado nutricional de estudantes de escolas     p&uacute;blicas e fatores associados   em um distrito de sa&uacute;de do Munic&iacute;pio de Gravata&iacute;, Rio   Grande do Sul<sup><a href="#endereco">*</a></sup></font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">Nutritional status and associated factors       of students from public schools in Gravatai, State of Rio Grande do Sul,       Brazil</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Lisiane Nunes Monteiro<sup>I</sup>;</b></font><b> <font size="2" face="Verdana">Denise Aerts<b><sup>II</sup></b>;</font> <font size="2" face="Verdana">Vera Beatriz Zart</font></b><font size="2" face="Verdana"><b><sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <sup>I</sup>Secretaria Municipal de Educa&ccedil;&atilde;o, Prefeitura Municipal de Gravata&iacute;-RS, Brasil</font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Curso de Medicina, Programa de Mestrado em Sa&uacute;de Coletiva, Universidade Luterana do Brasil, Canoas-RS, Brasil</font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <font size="2" face="Verdana"><sup>III</sup>Setor de Vigil&acirc;ncia     Sanit&aacute;ria, Secretaria Municipal de Sa&uacute;de, Prefeitura Municipal de Carazinho-RS, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"></font><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>OBJETIVO: </b>avaliar o estado nutricional     de escolares da rede publica municipal de Gravata&iacute;, segundo sexo,     faixa et&aacute;ria, maturidade     sexual, localiza&ccedil;&atilde;o da escola e percep&ccedil;&atilde;o da     imagem corporal.    <br>     <b>METODOLOGIA: </b>foi realizado estudo transversal, com     amostra representativa de 1.131 alunos de 1<sup>a</sup> a 8<sup>a</sup> s&eacute;rie,     sendo utilizados tr&ecirc;s instrumentos: ficha antropom&eacute;trica; <i>Body     Shape Questionnaire </i>e     classifica&ccedil;&atilde;o de Tanner. O desfecho foi categorizado segundo     o &iacute;ndice de massa corporal (IMC). A an&aacute;lise dos dados foi realizada     com regress&atilde;o log&iacute;stica ordinal multivariada.    <br>     <b>RESULTADOS: </b>encontravam-se     com adequa&ccedil;&atilde;o do estado nutricional 64,3%; e 31,1% apresentaram     sobrepeso/obesidade, 6,4% desnutri&ccedil;&atilde;o e 8,2% risco para baixo     peso. Considerando-se exclusivamente os 476 jovens de 5<sup>a</sup> a     8<sup>a</sup> s&eacute;rie,     os estudantes das escolas rurais apresentaram 3,3 vezes chance de sobrepeso/obesidade     do que os residentes na &aacute;rea urbana. Os jovens que referiram preocupa&ccedil;&atilde;o     com sua imagem corporal tiveram tr&ecirc;s vezes mais chance de desnutri&ccedil;&atilde;o/risco     nutricional e 11 vezes mais sobrepeso/obesidade.    <br>     <b>CONCLUS&Atilde;O: </b>a     alta preval&ecirc;ncia de sobrepeso/obesidade demanda maior aten&ccedil;&atilde;o     das &aacute;reas da sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o, em especial entre os jovens das escolas rurais.</font></p>     <p>    <font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>avalia&ccedil;&atilde;o nutricional; imagem corporal; sa&uacute;de do escolar; crian&ccedil;a; adolescente.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>OBJECTIVE: </b>to evaluate the nutritional     state of students from local public schools of Gravatai, State of Rio Grande     do Sul, Brazil, according to sex, age, sexual maturity, school location and     body image perception.    <br>     <b>METHODOLOGY: </b>a   transversal study was undertaken, with representative sampling of 1,131 students   from the 1st to 8th grades, with the use of three instruments: anthropometric   card; Body Shape Questionnaire and Tanner classification. The outcome was   categorized according to the Body Mass Index (BMI). Data analysis was performed   with multivariate ordinal logistic regression.    <br>   <b>RESULTS: </b>suitability     of the nutritional state was found in 64.3% of students; 31.1%       were overweight/obese, 6.4% hadmalnutrition and 8.2% were atrisk of being       underweight. Considering separately the 476 young people from the 5th to   the 8th grade, students from rural schools were 33 times more overweight/obese       than those from the urban area. Youngsters concerned about their body         image had three times more chances of having malnutrition/nutritional       risk and were 11 times more overweight/obese.    <br>       <b>CONCLUSION: </b>the high prevalence         of overweight/obesity demands greater concern by health and education       areas, especially with students at rural schools.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Key words: </b>nutritional assessment; body image; student health;   children; adolescents.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><i>&nbsp;</i><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Em todo mundo, inclusive no Brasil, est&atilde;o     ocorrendo mudan&ccedil;as   nos padr&otilde;es de alimenta&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o,<sup>1</sup>   evidenciando o decl&iacute;nio da ocorr&ecirc;ncia de desnutri&ccedil;&atilde;o<sup>2</sup>  em   crian&ccedil;as e adultos em ritmo acelerado e o aumento da preval&ecirc;ncia   de sobrepeso e obesidade.<sup>1,3,4</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> Segundo dados da Pesquisa de Or&ccedil;amentos     Familiares (2002/2003), em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; d&eacute;cada de     70, a preval&ecirc;ncia de crian&ccedil;as   e adolescentes com excesso de peso subiu de 4,0% para 18,0% entre o sexo masculino   e, entre o feminino, de 7,5% para 15,5%. No total, j&aacute; s&atilde;o mais   de 6 milh&otilde;es de jovens brasileiros com o problema.<sup>5</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> No Brasil, existem v&aacute;rios estudos investigando     o estado nutricional em escolares. Pesquisas realizadas, entre 2002 e 2005,     mostram preval&ecirc;ncia   de sobrepeso variando entre 9,3 e 17,9% e para obesidade entre 4,4 e 8,3%.     Esses estudos encontraram maior preval&ecirc;ncia em meninas.<sup>6-10</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Os fatores ambientais contribuem significativamente     para a redu&ccedil;&atilde;o   do total de energia gasta. Em crian&ccedil;as, por exemplo, observa-se a diminui&ccedil;&atilde;o   das atividades escolares e cotidianas relacionadas ao gasto energ&eacute;tico   e o aumento do tempo com atividades sedent&aacute;rias.<sup>1,6,11</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A rela&ccedil;&atilde;o entre estado nutricional     e percep&ccedil;&atilde;o corporal   dos escolares tamb&eacute;m tem sido estudada, pois a imagem corporal refere-se &agrave; figura   existente na mente do indiv&iacute;duo acerca do tamanho, forma e estrutura   de seu corpo. Os adolescentes apresentam um comportamento de contesta&ccedil;&atilde;o   e s&atilde;o altamente influenciados pelo grupo e pela m&iacute;dia, tornando-os   preocupados com sua imagem corporal.<sup>12</sup> Estudo realizado em S&atilde;o   Paulo encontrou que, aproximadamente, 39% das meninas eutr&oacute;ficas se   percebiam em sobrepeso e 47% daquelas nesta condi&ccedil;&atilde;o se percebiam   obesas. Entre os meninos, tamb&eacute;m houve uma distor&ccedil;&atilde;o da   realidade, por&eacute;m no   sentido inverso: 26% daqueles em sobrepeso se acharam eutr&oacute;ficos e 46%   dos obesos se acharam somente em sobrepeso ou eutrofia.<sup>13</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A insatisfa&ccedil;&atilde;o com a imagem corporal     ocorre em ambos os sexos, mas o desejo de se tornar mais magro &eacute; mais     prevalente nas meninas.<sup>14,15</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A obesidade na inf&acirc;ncia e na adolesc&ecirc;ncia &eacute; preocupante,   pois, caso n&atilde;o seja controlada, o progn&oacute;stico &eacute; de aumento   da morbidade e diminui&ccedil;&atilde;o da expectativa de vida,<sup>1,6,16</sup>   estando associada &agrave; ocorr&ecirc;ncia de dislipidemia, hipertens&atilde;o   arterial sist&ecirc;mica, intoler&acirc;ncia &agrave; glicose,<sup>1</sup>   dificuldade psicossocial<sup>15</sup> e risco aumentado de obesidade persistente   na vida adulta.<sup>15,17</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Em fun&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia dessa tem&aacute;tica,     o objetivo deste estudo foi avaliar o estado nutricional de escolares da     rede p&uacute;blica   municipal do ensino fundamental da regi&atilde;o Barro Vermelho, do Munic&iacute;pio   de Gravata&iacute;, RS, em 2005, segundo sexo, faixa et&aacute;ria, localiza&ccedil;&atilde;o   da escola e percep&ccedil;&atilde;o da imagem corporal.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>  <font size="3" face="Verdana"><b>Metodologia</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O delineamento utilizado foi de estudo transversal,     tendo como popula&ccedil;&atilde;o   alvo os 2.006 alunos matriculados nas escolas p&uacute;blicas municipais   de ensino fundamental na regi&atilde;o Barro Vermelho do munic&iacute;pio de   Gravata&iacute;, Rio Grande do Sul. A rede de ensino dessa regi&atilde;o contava   com oito escolas, sendo tr&ecirc;s localizadas na zona rural e cinco na &aacute;rea   urbana.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Para o c&aacute;lculo do tamanho da amostra,     foram utilizados os seguintes   par&acirc;metros: tamanho da popula&ccedil;&atilde;o alvo, erro m&aacute;ximo   aceito &#177;3%, estimativa do desfecho em 50% e n&iacute;vel de confian&ccedil;a   de 95%, totalizando uma amostra de 697 escolares. Considerando um efeito de   delineamento de 1,5 e adicionando 20% para poss&iacute;veis perdas, o tamanho   da amostra ficou em 1.255 escolares. Esses foram obtidos por meio de amostragem   estratificada por s&eacute;rie (1<sup>a</sup> a 8<sup>a</sup> s&eacute;rie   do ensino fundamental).   Em cada s&eacute;rie, foram sorteadas as turmas necess&aacute;rias para obten&ccedil;&atilde;o   do n&uacute;mero estipulado de alunos. Em fun&ccedil;&atilde;o da turma ser   considerada como conglomerado, foram selecionados 1.385 alunos. Foram crit&eacute;rios   de exclus&atilde;o a presen&ccedil;a de gravidez ou de problemas de sa&uacute;de   que interferissem com a qualidade da antropometria. Com isso, excluiu-se uma   adolescente gr&aacute;vida, dois escolares que faziam uso de gesso e um com   nanismo. Al&eacute;m desses, em 188 casos os pais n&atilde;o autorizaram o   estudo; 43 foram transferidos de escola, 12 recusaram-se a ser avaliados e sete evadiram-se. Assim, a amostra final foi de 1.131 alunos, adequada  para os objetivos do estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Os dados foram coletados por estudantes de     n&iacute;vel superior da &aacute;rea   da sa&uacute;de, capacitados com o aux&iacute;lio do manual da pesquisa, entre   mar&ccedil;o e novembro de 2005. Foram utilizados tr&ecirc;s instrumentos de   coleta de dados. A ficha coletiva (por turma/escola) destinava-se &agrave; anota&ccedil;&atilde;o   das medidas antropom&eacute;tricas e demogr&aacute;ficas (sexo, data de nascimento,   data de coleta dos dados, cor da pele auto-referida, peso e altura). O segundo   instrumento foi o <i>Body Shape Questionnaire </i>- BSQ, utilizado para   avaliar a percep&ccedil;&atilde;o da imagem corporal.<sup>18</sup> Esse instrumento   foi validado para o Brasil por Cord&aacute;s<sup>19</sup> e tem sido utilizado   em estudos populacionais. O BSQ recebe uma pontua&ccedil;&atilde;o que classifica   os indiv&iacute;duos   em quatro grupos: 1) n&atilde;o preocupados com a imagem corporal (&lt;81 pontos);   2) levemente preocupados (81 a 110 pontos); 3) moderadamente preocupados (111   a 140 pontos) e 4) extremamente preocupados (&gt;140 pontos). A partir da 5<sup>a</sup>  s&eacute;rie,   os alunos preencheram o BSQ em sala de aula com orienta&ccedil;&atilde;o   dos entrevistadores. O question&aacute;rio era distribu&iacute;do e cada   pergunta lida em voz alta pelos pesquisadores, mantendo um ritmo adequado entre   as quest&otilde;es, a fim de permitir a resposta e evitar a dispers&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O terceiro instrumento visava &agrave; auto-avalia&ccedil;&atilde;o     da maturidade sexual. Era composto por cinco gravuras que indicam diferentes     est&aacute;gios   do desenvolvimento dos caracteres sexuais secund&aacute;rios, segundo crit&eacute;rios   propostos por Tanner.<sup>20,21</sup> Para fins deste estudo, optou-se por   trabalhar com tr&ecirc;s categorias: est&aacute;gio um (per&iacute;odo pr&eacute;-puberal);   est&aacute;gios dois e tr&ecirc;s (acelera&ccedil;&atilde;o da maturidade);   e est&aacute;gios quatro e cinco (desacelera&ccedil;&atilde;o da maturidade).   A auto-avalia&ccedil;&atilde;o da maturidade sexual foi realizada pelos escolares   com 10 ou mais anos, pois eram os que apresentavam maior probabilidade de terem   entrado na puberdade. Os demais foram considerados como no primeiro est&aacute;gio   de Tanner, ou seja, pr&eacute;-p&uacute;beres.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Todos os escolares foram pesados com balan&ccedil;as digitais Seca e medidos   com fita antropom&eacute;trica aferida por empresa credenciada pelo INMETRO.   O peso e a estatura foram obtidos com os alunos trajando calcinha ou cueca   e camiseta padronizada pela pesquisa em ambiente privado. Quando do uso da   camiseta, o peso de 200g foi descontado do aferido. As t&eacute;cnicas utilizadas foram   as recomendadas pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de.<sup>22</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para avalia&ccedil;&atilde;o do estado nutricional,     foi utilizado o &iacute;ndice   de massa corporal (IMC), dividindo-se o peso (em quilos) pela altura (em metro)   elevada ao quadrado. Inicialmente, foi usada a classifica&ccedil;&atilde;o   de Must e colaboradores<sup>23</sup> que avalia o IMC segundo faixa et&aacute;ria   e g&ecirc;nero,   classificando-o em percentis de 5 a 95. Os escolares acima do percentil 50   na classifica&ccedil;&atilde;o de Must et al. foram reavaliados segundo a classifica&ccedil;&atilde;o   de Cole e colaboradores,<sup>24</sup> considerada mais fidedigna para a   identifica&ccedil;&atilde;o de sobrepeso e obesidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O estado nutricional foi categorizado inicialmente     em cinco grupos: desnutri&ccedil;&atilde;o   (&lt;P5), risco para baixo peso (&gt;P5 a &lt;P14), eutrofia (&gt;P15 a &lt;P84),   sobrepeso (&gt;P85 a &lt;P94) e obesidade (&gt;P95). As faixas et&aacute;rias   foram agrupadas em seis a nove anos, dez a 14 anos e 15 a 17 anos, considerando   o est&aacute;gio de matura&ccedil;&atilde;o sexual.<sup>22</sup> A cor da   pele referida pelo escolar foi agrupada em branca e n&atilde;o branca (pardo,   negro, amarelo e &iacute;ndio).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Para avaliar o efeito das vari&aacute;veis     independentes sobre o estado nutricional, esse foi categorizado em desnutri&ccedil;&atilde;o/risco     para baixo peso, sobrepeso/obesidade e eutrofia, sendo essa &uacute;ltima     a categoria de refer&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> As associa&ccedil;&otilde;es foram inicialmente     testadas em an&aacute;lises bivariadas   e, ap&oacute;s, multivariadas. Um modelo de regress&atilde;o log&iacute;stica   ordinal de <i>odds </i>proporcional foi utilizado para estimar os valores das   raz&otilde;es de chance (RC) e respectivos intervalos de confian&ccedil;a (IC<sub>95%</sub>)   para cada um dos n&iacute;veis do desfecho, simultaneamente, com programa STATA   6.0.<sup>25,26</sup> Foram utilizados dois modelos de regress&atilde;o   multivariada. O primeiro foi com todos os 1.131 sujeitos, sem a vari&aacute;vel   BSQ, uma vez que essa foi somente utilizada para os alunos de 5<sup>a</sup>   a 8<sup>a</sup> s&eacute;rie.   O segundo modelo foi com os 476 que realizaram a avalia&ccedil;&atilde;o da   imagem corporal, sendo os alunos categorizados em preocupados e n&atilde;o   preocupados com a imagem corporal.</font></p>     <p>  <font size="2" face="Verdana"><b>Considera&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O presente estudo foi submetido &agrave;  aprecia&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; de &Eacute;tica   da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) (2005-014H) e seguiu as orienta&ccedil;&otilde;es   fornecidas na Resolu&ccedil;&atilde;o n<sup>o</sup> 196/96, de outubro de 1996,   do Conselho Nacional de Sa&uacute;de (CNS). Al&eacute;m disso, reuni&otilde;es   com toda a comunidade escolar envolvida (pais, funcion&aacute;rios, professores   e equipe diretiva) foram realizadas com o objetivo de explicar a pesquisa   e distribuir os termos de consentimento livre e esclarecido (TCLE). Para   os que n&atilde;o compareceram &agrave; reuni&atilde;o, a escola enviou o termo   de consentimento pelo aluno. Todos os alunos que participaram do estudo tiveram   o TCLE assinado por seus respons&aacute;veis legais.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>  <font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A maioria dos alunos (64,3%) apresentou adequa&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice   de massa corporal, sendo o bin&ocirc;mio sobrepeso/obesidade o desvio antropom&eacute;trico   mais frequente em ambos os sexos (21,1%). Encontrou-se uma preval&ecirc;ncia   de desnutri&ccedil;&atilde;o de 6,4% e de risco para baixo peso de 8,2%. Em rela&ccedil;&atilde;o   ao sexo, 48,1% eram meninas, sendo que, entre essas, observou-se menor preval&ecirc;ncia   de adequa&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de massa corporal (<a href="#t1">Tabela   1</a>). No   entanto, a an&aacute;lise bivariada n&atilde;o mostrou associa&ccedil;&atilde;o   entre o estado nutricional e   sexo (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v19n3/3a09t1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v19n3/3a09t2.gif" border="0"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Observou-se uma tend&ecirc;ncia de aumento do sobre-peso diretamente proporcional &agrave; idade,   ocorrendo o inverso com a desnutri&ccedil;&atilde;o e a obesidade. O risco   para baixo peso manteve-se est&aacute;vel entre as idades de seis a 14 anos,   ocorrendo um aumento dos 15 aos 17 anos (<a href="#t1">Tabela 1</a>). Apesar disso, n&atilde;o   foi encontrada associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre faixa et&aacute;ria e estado nutricional (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O estado nutricional apresentou comportamento     bastante semelhante em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s   categorias de cor da pele, com exce&ccedil;&atilde;o da obesidade que foi mais   frequente entre brancos, por&eacute;m essa diferen&ccedil;a n&atilde;o foi   estatisticamente significativa (<a href="#t2">Tabela 2</a>). Quando analisado em rela&ccedil;&atilde;o  &agrave; localiza&ccedil;&atilde;o   geogr&aacute;fica da escola - rural e urbana - evidenciou-se maior preval&ecirc;ncia   de desnutri&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea urbana, sendo que o risco para   baixo peso, o sobrepeso e a obesidade foram mais frequentes entre os escolares   da &aacute;rea   rural (<a href="#t1">Tabela 1</a>). Apesar disso, a an&aacute;lise bivariada n&atilde;o mostrou   associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre as vari&aacute;veis (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A distribui&ccedil;&atilde;o dos adolescentes     segundo os est&aacute;gios da matura&ccedil;&atilde;o   sexual mostrou que a maioria (85%) encontrava-se no pr&eacute;-puberal ou na   fase de acelera&ccedil;&atilde;o; somente 15% haviam atingido a maturidade   (<a href="#t1">Tabela   1</a>). Verificou-se a mais alta preval&ecirc;ncia de adequa&ccedil;&atilde;o   do estado nutricional entre os jovens com maturidade sexual e a mais baixa   preval&ecirc;ncia   de obesidade no grupo. No entanto, entre esses, encontrou-se a maior frequ&ecirc;ncia   de sobrepeso. O teste do qui-quadrado de associa&ccedil;&atilde;o encontrou   associa&ccedil;&atilde;o   entre essas duas vari&aacute;veis, na forma como ambas encontram-se apresentadas   na <a href="#t1">Tabela 1</a> (&#967;<sup>2</sup>: 17,94 p: 0,022). No entanto,   quando se analisa o estado nutricional em tr&ecirc;s categorias, essa associa&ccedil;&atilde;o   desaparece.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Considerando-se, exclusivamente, os que responderam     ao BSQ, 73,5% declararam-se n&atilde;o preocupados com sua imagem corporal     e 10,9%, entre moderadamente e extremamente preocupados. &Eacute;  interessante     observar que mesmo entre os eutr&oacute;ficos encontrou-se um percentual     de preocupa&ccedil;&atilde;o moderada   e extrema que variou de 56,8 e 26,6%, respectivamente. Entre os escolares com   sobrepeso e obesidade, verificou-se os mais altos percentuais de preocupa&ccedil;&atilde;o.   A an&aacute;lise bivariada confirmou esse resultado, mostrando que os indiv&iacute;duos   preocupados com sua imagem corporal tiveram, respectivamente, 2,8 e 8,6 vezes   mais chances de serem desnutridos/risco baixo peso e obesos/sobrepeso   do que os n&atilde;o preocupados (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Na an&aacute;lise multivariada para todos os     escolares investigados (<a href="#t3">Tabela       3</a>),   n&atilde;o se observou associa&ccedil;&otilde;es significativas entre o estado   nutricional e os fatores em estudo. No entanto, considerando exclusivamente   os 476 escolares de 5<sup>a</sup> a 8<sup>a</sup> s&eacute;rie (<a href="#t4">Tabela   4</a>), duas   vari&aacute;veis associaram-se   ao desfecho: a localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica da escola e a percep&ccedil;&atilde;o   da imagem corporal. Os estudantes das escolas rurais apresentaram 3,3 vezes   mais sobrepeso/obesidade dos que os da  &aacute;rea urbana. Da mesma forma,   os jovens preocupados com sua imagem corporal tiveram 3,0 vezes mais chances   de terem desnutri&ccedil;&atilde;o/risco   baixo peso e 11,0 vezes mais chances de terem sobrepeso/obesidade do que os   n&atilde;o   preocupados. O teste de heterogeneidade confirmou diferen&ccedil;as significativas   na magnitude do efeito da imagem corporal sobre essas duas categorias   do desfecho.</font></p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v19n3/3a09t3.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="t4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v19n3/3a09t4.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A avalia&ccedil;&atilde;o do estado nutricional     dos escolares mostrou uma   maior percentagem de escolares eutr&oacute;ficos e uma frequ&ecirc;ncia bastante   alta de sobrepeso/obesidade. Apesar de n&atilde;o utilizarem o mesmo crit&eacute;rio   de classifica&ccedil;&atilde;o, outros estudos<sup>27,28</sup>   encontraram resultados similares, mostrando que est&atilde;o ocorrendo mudan&ccedil;as   no padr&atilde;o   nutricional determinadas pelo decl&iacute;nio da ocorr&ecirc;ncia de desnutri&ccedil;&atilde;o   em crian&ccedil;as e aumento da preval&ecirc;ncia de sobrepeso e obesidade.<sup>1,4,9,10</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> N&atilde;o foram verificadas diferen&ccedil;as     entre o estado nutricional de meninas e meninos, semelhante a Giugliano     e Carneiro.<sup>10</sup> Entretanto, a maioria dos estudos desenvolvidos     identificou mais sobrepeso e obesidade entre os meninos.<sup>29-33</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Em escolas de Pernambuco, a preval&ecirc;ncia     de sobrepeso e obesidade diminuiu &agrave; medida   que aumentou a faixa et&aacute;ria,<sup>1,8</sup> ocorrendo o inverso em   Bras&iacute;lia.<sup>9</sup>  Entretanto, pesquisas realizadas na Inglaterra   e em S&atilde;o Paulo n&atilde;o   encontraram associa&ccedil;&otilde;es significativas entre faixa et&aacute;ria   e estado nutricional, semelhante ao presente estudo.<sup>34,35</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Apesar disso, a an&aacute;lise do estado nutricional dos escolares mostrou uma   tend&ecirc;ncia &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o dos desvios na medida em que   houve maior matura&ccedil;&atilde;o sexual. Esse resultado &eacute; esperado,   pois os indiv&iacute;duos avaliados com matura&ccedil;&atilde;o sexual entre   os est&aacute;gios um e tr&ecirc;s podem, atrav&eacute;s das altera&ccedil;&otilde;es   hormonais que ocorrem nos est&aacute;gios quatro e cinco, voltar ao padr&atilde;o   de eutrofia.<sup>9</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> N&atilde;o foram identificados estudos brasileiros,     em escolares, investigando a associa&ccedil;&atilde;o entre cor da pele e     estado nutricional. Nos Estados Unidos, foi encontrado mais sobrepeso entre     negros do que entre brancos<sup>34</sup> e, no Reino Unido, houve menor     porcentagem de crian&ccedil;as negras classificadas   como obesas (22,8%) do que entre brancas (25,1%).<sup>29</sup> Na Inglaterra,   pesquisadores encontraram diferen&ccedil;as significativas entre os grupos &eacute;tnicos   em rela&ccedil;&atilde;o ao sobrepeso e obesidade. A m&eacute;dia do IMC foi   mais alta em negros caribenhos (feminino e masculino) e em garotos indianos   do que em crian&ccedil;as da popula&ccedil;&atilde;o em geral.<sup>33</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> No Brasil, estudos t&ecirc;m apontado que,     entre os segmentos mais desfavorecidos, existe um maior percentual de     indiv&iacute;duos n&atilde;o-brancos e,<sup>36,37</sup>   sabidamente, esses tendem a apresentar maiores desvios antropom&eacute;tricos.<sup>9,15</sup>   Assim, &eacute; poss&iacute;vel que a falta de associa&ccedil;&atilde;o entre   a vari&aacute;vel cor da pele e o desfecho, verificada no presente estudo,   tenha ocorrido em fun&ccedil;&atilde;o da homogeneidade da amostra em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;  inser&ccedil;&atilde;o   econ&ocirc;mica, uma vez que os escolares investigados pertencem a escolas   p&uacute;blicas   municipais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica     das escolas serve como indicador do local de moradia dos escolares, uma vez     que esses frequentam escolas perto de seu domic&iacute;lio. Observou-se importante     diferen&ccedil;a no comportamento   dessa vari&aacute;vel nos dois modelos testados. No primeiro, com todos os   escolares, n&atilde;o houve associa&ccedil;&atilde;o entre o desfecho e a localiza&ccedil;&atilde;o   da escola, entretanto, quando foram inclu&iacute;dos somente os escolares de   5<sup>a</sup> a 8<sup>a</sup> s&eacute;rie, essa associa&ccedil;&atilde;o   foi significativa. Esse segundo modelo foi testado para investigar a associa&ccedil;&atilde;o   entre imagem corporal e o desfecho, uma vez que somente os jovens a partir   da 5<sup>a</sup> s&eacute;rie responderam   ao BSQ. Essa an&aacute;lise revelou que a n&atilde;o participa&ccedil;&atilde;o   dos alunos mais jovens (1<sup>a </sup> a 4<sup>a</sup> s&eacute;rie) no modelo   determinou a mudan&ccedil;a   na magnitude do efeito da localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica da escola   sobre o IMC. Esse resultado sugere que nas &aacute;reas rurais, &agrave; medida   que aumenta a idade acentuam-se os desvios nutricionais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Apesar de n&atilde;o havermos encontrado pesquisas     com escolares investigando o efeito da vari&aacute;vel localiza&ccedil;&atilde;o     geogr&aacute;fica sobre   o estado nutricional, alguns estudos populacionais no Brasil e no M&eacute;xico   indicam que,<sup>7,38</sup> dependendo das caracter&iacute;sticas sociodemogr&aacute;ficas   da regi&atilde;o, morar no meio rural pode ser fator de prote&ccedil;&atilde;o   ou de risco para o estado nutricional da popula&ccedil;&atilde;o. Essas diferen&ccedil;as   decorrem do perfil de morbi-mortalidade, determinado pelas condi&ccedil;&otilde;es   de habita&ccedil;&atilde;o,<sup>39 </sup>saneamento,<sup>6,39 </sup>urbaniza&ccedil;&atilde;o   da popula&ccedil;&atilde;o   rural, n&iacute;veis de ocupa&ccedil;&atilde;o e renda,<sup>39</sup>   escolaridade e utiliza&ccedil;&atilde;o   dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de entre outros. Em fam&iacute;lias residentes   no meio rural de Pernambuco, apenas o n&uacute;mero de moradores por c&ocirc;modo,   o abastecimento de &aacute;gua, o esgotamento sanit&aacute;rio e o tratamento   da &aacute;gua de beber associaram-se ao estado nutricional das crian&ccedil;as.<sup>39</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Na popula&ccedil;&atilde;o estudada, acredita-se que a maior preval&ecirc;ncia   de sobrepeso/obesidade encontrada entre os estudantes das escolas rurais possa   estar associada a condi&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas mais desfavor&aacute;veis.   No entanto, o presente estudo n&atilde;o foi delineado para responder essa quest&atilde;o,   devendo ser investigada em pesquisas complementares.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A imagem corporal dos indiv&iacute;duos &eacute;  constru&iacute;da     por meio da observa&ccedil;&atilde;o do corpo de outras pessoas e do pr&oacute;prio     corpo, sofrendo influ&ecirc;ncias sociais e culturais.<sup>41</sup> Por     essa raz&atilde;o, &eacute; importante   conhecer a imagem corporal associada ao estado nutricional, verificando se     existe preocupa&ccedil;&atilde;o dos escolares com seu peso e sua apar&ecirc;ncia.     Estudo realizado em Vit&oacute;ria-ES<sup>12 </sup>teve por objetivo     identificar o perfil nutricional e as expectativas de adolescentes em rela&ccedil;&atilde;o     a mudan&ccedil;as   desse perfil. Constatou que 86% dos adolescentes eram eutr&oacute;ficos e,   entre esses, 53,4% estavam descontentes com o corpo e preocupados com a beleza,   enquanto que 23,2% enfatizaram baixa autoestima. Os resulta&shy;dos apontam   que a import&acirc;ncia   dada &agrave; est&eacute;tica foi o principal motivo para desejarem mudan&ccedil;as,   sendo que os jovens que n&atilde;o se sentiam correspondendo ao padr&atilde;o   de beleza da sociedade revelaram presen&ccedil;a de sentimento de discrimina&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A percep&ccedil;&atilde;o corporal esteve associada ao desfecho, mostrando que   tanto os desnutridos/risco nutricional como os obesos/sobrepeso estavam mais   preocupados com sua imagem do que os eutr&oacute;ficos. No entanto, aqueles   com excesso de peso estavam 3,8 vezes mais preocupados do que os com baixo   peso.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Estudo realizado em escolares de Santo Andr&eacute;-SP<sup>30</sup>     detectou associa&ccedil;&atilde;o   significativa entre excesso de peso e insatisfa&ccedil;&atilde;o corporal,   semelhante ao encontrado no interior de Minas Gerais.<sup>10</sup> Estudo   realizado em Ribeir&atilde;o   Preto-SP, com objetivo de avaliar a imagem corporal e autoconceito de pr&eacute;-adolescentes   com sobrepeso, obesos e n&atilde;o obesos, constatou que os pr&eacute;-adolescentes   obesos apresentavam maior insatisfa&ccedil;&atilde;o com seus corpos do   que os pr&eacute;-adolescentes n&atilde;o obesos, ocorrendo o mesmo entre meninos   e meninas.<sup>15</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A sociedade contempor&acirc;nea valoriza o     corpo magro como s&iacute;mbolo de   sucesso e atrativos sexuais, enquanto que excesso de peso e obesidade podem     representar falta de autocontrole e for&ccedil;a de vontade.<sup>30,40</sup>     Essa situa&ccedil;&atilde;o &eacute; facilmente   evidenciada na m&iacute;dia que usa imagens de pessoas com corpos perfeitos,   passando a id&eacute;ia que para ser feliz &eacute; necess&aacute;rio seguir   esse padr&atilde;o de beleza.<sup>12,15</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O presente estudo &eacute; o primeiro realizado     para investigar o estado nutricional de escolares da rede p&uacute;blica     de Gravata&iacute;. No entanto,   n&atilde;o pode ser considerado representativo dos estudantes do munic&iacute;pio,   pois foi investigada apenas uma regi&atilde;o distrital das quinze existentes.   A regi&atilde;o Barro Vermelho foi escolhida devido ao maior n&uacute;mero   de escolas rurais, possibilitando a avalia&ccedil;&atilde;o do estado nutricional   segundo a localiza&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica das escolas. Outro aspecto   que deve ser considerado &eacute; o de que foram investigados jovens escolares   da rede p&uacute;blica municipal, n&atilde;o podendo os resultados ser extrapolados   para jovens do ensino particular ou para aqueles que se encontrem fora da rede   de ensino.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> As perdas ocorridas no estudo n&atilde;o comprometeram o poder do mesmo, pois   foram previstas no c&aacute;lculo do tamanho da amostra. Assim, o n&uacute;mero   de escolares investigados foi superior ao necess&aacute;rio.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> As diferen&ccedil;as encontradas quanto &agrave; preval&ecirc;ncia de desvios   do estado nutricional dos escolares de Gravata&iacute; e de outros estudos podem   ter sido determinadas tanto por diferen&ccedil;as nos procedimentos metodol&oacute;gicos   quanto em fun&ccedil;&atilde;o de diferen&ccedil;as nos h&aacute;bitos diet&eacute;ticos,   estilos de vida, disponibilidade de alimentos, estrutura social e cultural   dos escolares investigados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A alta preval&ecirc;ncia de sobrepeso e obesidade,     ainda que inferior a encontrada em outros estudos no mesmo estado,<sup>28,41</sup>     merece aten&ccedil;&atilde;o dos gestores   de sa&uacute;de, em especial entre os jovens das escolas rurais. Da mesma forma,   a importante associa&ccedil;&atilde;o entre estado nutricional e insatisfa&ccedil;&atilde;o   com a imagem corporal aponta para a necessidade de a&ccedil;&otilde;es articuladas   entre o setor sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o. Em fun&ccedil;&atilde;o   disso, &eacute; vital que sejam desenvolvidas a&ccedil;&otilde;es de promo&ccedil;&atilde;o   da sa&uacute;de, preven&ccedil;&atilde;o de desvios antropom&eacute;tricos<sup>2,3</sup>   e de est&iacute;mulo ao desenvolvimento de uma imagem corporal e auto-estima   positiva.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Caso n&atilde;o haja mudan&ccedil;a no estilo de vida de jovens e crian&ccedil;as,   poder&aacute; ocorrer o aumento da preval&ecirc;ncia do sobrepeso e obesidade,   bem como da ocorr&ecirc;ncia de indiv&iacute;duos adultos obesos, mais suscet&iacute;veis &agrave;s   doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas n&atilde;o transmiss&iacute;veis.<sup>1,3,6</sup> Estudos   sobre o estado nutricional fornecem importantes subs&iacute;dios para pol&iacute;ticas   p&uacute;blicas de sa&uacute;de, que dever&atilde;o promover o incremento da   atividade f&iacute;sica nas escolas e inclus&atilde;o de conte&uacute;dos relacionados   a h&aacute;bitos de vida saud&aacute;veis desde as primeiras s&eacute;ries   do ensino fundamental.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 1. Rinaldi AEM, Pereira AF, Macedo CS, Mota     JF, Burini RC. Contribui&ccedil;&otilde;es   das pr&aacute;ticas alimentares e inatividade f&iacute;sica para o excesso   de peso infantil. Revista Paulista de Pediatria  2008;26(3):271-277   &#91;acessado em jan 2009&#93;. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.scielo.br/pdf/rpp/v26n3/12.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/rpp/v26n3/12.pdf</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 2. Machado TC. A avalia&ccedil;&atilde;o do     estado nutricional de escolares de 1<sup>a</sup> a 4<sup>a</sup> s&eacute;ries     em Feira de Santana - BA: uma an&aacute;lise para subsidiar   pol&iacute;ticas de interven&ccedil;&atilde;o &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o   de Mestrado&#93;.   S&atilde;o Paulo (SP): Universidade de S&atilde;o Paulo; 2008.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 3. Malta DC, Moura EC, Castro AM, Cruz DKA,     Morais Neto OL, Monteiro CA. Padr&atilde;o   de atividade f&iacute;sica em adultos brasileiros: resultados de um inqu&eacute;rito   por entrevistas telef&ocirc;nicas, 2006. Epidemiologia e Servi&ccedil;os de   Sa&uacute;de    2009;18(1):7-16 &#91;acessado em jan 2009&#93;. Dispon&iacute;vel   em: <a href="http://scielo.iec.pa.gov.br/pdf/ess/v18n1/v18n1a02.pdf" target="_blank">http://scielo.iec.pa.gov.br/pdf/ess/v18n1/v18n1a02.pdf</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 4. Batista Filho M, Rissin A. A transi&ccedil;&atilde;o     nutricional no Brasil: tend&ecirc;ncias regionais e temporais. Caderno de     Sa&uacute;de P&uacute;blica    2003;19 Supl 1:S181-191 &#91;acessado em mar 2004]. Dispon&iacute;vel   em: <a href="http://www.scielo.br/pdf/csp/v19s1/a19v19s1.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/csp/v19s1/a19v19s1.pdf</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 5. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica.     Pesquisa de or&ccedil;amentos   familiares 2002-2003 &#91;Internet&#93;. &#91;Acessado em jan 2010&#93;. Dispon&iacute;vel   em: <a href="http://www.ibge.gov.br" target="_blank">http://www.ibge.gov.br</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 6. Alves JGB, Siqueira PP, Figueiroa JN. Excesso     de peso e inatividade f&iacute;sica   em crian&ccedil;as moradoras de favelas na regi&atilde;o metropolitana do Recife,   PE. Jornal de Pediatria (Rio de Janeiro)  2009;85(1):67-71 &#91;acessado   em mar 2009&#93;. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.scielo.br/pdf/jped/v85n1/v85n1a12.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/jped/v85n1/v85n1a12.pdf</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"> 7. Martins IS, Fischer FM, Oliveira DC, Teixeira     LR, Costa LAR, Marinho SP, et al. Crescimento e trabalho de estudantes de     ensino fundamental e m&eacute;dio   em S&atilde;o Paulo, Brasil. 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<body><![CDATA[<br>   Porto Alegre-RS, Brasil.    <br>   CEP:90150-070    <br>   <i>E-mail:</i><a href="mailto:daerts@sms.prefpoa.com.br">daerts@sms.prefpoa.com.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>&nbsp;</i>Recebido em 01/06/2009    <br> Aprovado em 09/02/2010</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>&nbsp;</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo"><sup>*</sup></a>Trabalho vinculado a Universidade     Luterana do Brasil, Canoas-RS.</font></p>      ]]></body><back>
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