<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1679-4974</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Epidemiologia e Serviços de Saúde]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Epidemiol. Serv. Saúde]]></abbrev-journal-title>
<issn>1679-4974</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente - Ministério da Saúde do Brasil]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1679-49742013000100018</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.5123/S1679-49742013000100018</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Balanço do primeiro ano da implantação do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil, 2011 a 2022]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Review of the implementation of the Strategic Action Plan to Combat Chronic Non-communicable Diseases in Brazil in the period 2011-2022]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Malta]]></surname>
<given-names><![CDATA[Deborah Carvalho]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dimech]]></surname>
<given-names><![CDATA[Cristiane Penaforte do Nascimento]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moura]]></surname>
<given-names><![CDATA[Lenildo de]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva Jr.]]></surname>
<given-names><![CDATA[Jarbas Barbosa da]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Brasília DF]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2013</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2013</year>
</pub-date>
<volume>22</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>171</fpage>
<lpage>178</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1679-49742013000100018&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1679-49742013000100018&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1679-49742013000100018&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O presente artigo traz um balanço das atividades realizadas no âmbito do 'Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011-2022', nos anos de 2011 e 2012. Os avanços alcançados foram importantes e entre eles, destacam-se as ações de vigilância e monitoramento das metas, as ações de promoção da saúde e prevenção, no enfrentamento de fatores de risco como tabaco, inatividade física, alimentação inadequada e álcool, assim como o fortalecimento dos sistemas de atenção à saúde para a abordagem de DCNT, incluído o fortalecimento da atenção básica de saúde mediante sua articulação com os demais níveis de atenção e redes de serviços. A divulgação das ações e metas poderá apoiar a sociedade civil no monitoramento do Plano, para que governos e comunidade estabeleçam compromissos e ações visando à redução das DCNT e melhoria da situação de saúde da população brasileira.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This article provides a review of the activities carried out in 2011 and 2012 as part of the "Strategic Action Plan to Combat Chronic Non-communicable Diseases (NCDs) in Brazil in the period2011-2022". Progress has been considerable, in particular surveillance and target monitoring, health promotion and prevention actions, addressing risk factors such as smoking, physical inactivity, unhealthy diet and alcohol; strengthening health care systems to deal with NCDs, including the strengthening of primary health care through articulation with the other levels of care and service networks. Disseminating the Plan's actions and targets can support civil society monitoring of it, so that governments and the community can establish commitments and actions aimed at reducing NCDs and improving the Brazilian population's quality of life.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Doença Crônica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Fatores de Risco]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Vigilância Epidemiológica]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Tabagismo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Estilo de Vida Sedentário]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Chronic Disease]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Risk Factors]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Epidemiological Surveillance]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Smoking]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Sedentary Lifestyle]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO DE OPINI&Atilde;O</b></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b><span class=font10><a name="topo"></a>Balanço do primeiro ano da implantação do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil, 2011 a 2022</span></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b><span class=font9>Review of the implementation of the Strategic Action Plan to Combat Chronic Non-communicable Diseases in Brazil in the period 2011-2022</span></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font6><b>Deborah Carvalho Malta;</b></span></font> <font size="2" face="Verdana"><b>Cristiane Penaforte do Nascimento Dimech; Lenildo de Moura; Jarbas Barbosa da Silva Jr.; Grupo T&eacute;cnico de Monitoramento do Plano de DCNT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font6>Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde, Brasília-DF, Brasil</span></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>O presente artigo traz um balanço das atividades realizadas no âmbito do 'Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011-2022', nos anos de 2011 e 2012. Os avanços alcançados foram importantes e entre eles, destacam-se as ações de vigilância e monitoramento das metas, as ações de promoção da saúde e prevenção, no enfrentamento de fatores de risco como tabaco, inatividade física, alimentação inadequada e álcool, assim como o fortalecimento dos sistemas de atenção à saúde para a abordagem de DCNT, incluído o fortalecimento da atenção básica de saúde mediante sua articulação com os demais níveis de atenção e redes de serviços. A divulgação das ações e metas poderá apoiar a sociedade civil no monitoramento do Plano, para que governos e comunidade estabeleçam compromissos e ações visando à redução das DCNT e melhoria da situação de saúde da população brasileira.</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1><b>Palavras-chave: </b>Doença Crônica; Fatores de Risco; Vigilância Epidemiológica; Tabagismo, Estilo de Vida Sedentário.</span></font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>This article provides a review of the activities carried out in 2011 and 2012 as part of the &quot;Strategic Action Plan to Combat Chronic Non-communicable Diseases (NCDs) in Brazil in the period2011-2022&quot;. Progress has been considerable, in particular surveillance and target monitoring, health promotion and prevention actions, addressing risk factors such as smoking, physical inactivity, unhealthy diet and alcohol; strengthening health care systems to deal with NCDs, including the strengthening of primary health care through articulation with the other levels of care and service networks. Disseminating the Plan's actions and targets can support civil society monitoring of it, so that governments and the community can establish commitments and actions aimed at reducing NCDs and improving the Brazilian population's quality of life.</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2><b>Key words: </b>Chronic Disease; Risk Factors; Epidemiological Surveillance; Smoking; Sedentary Lifestyle.</span></font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="verdana"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são responsáveis por cerca de 36 milhões de mortes anuais no mundo, especialmente em paises de média e baixa renda. No Brasil, onde constituem o problema de Saúde Pública de maior magnitude, corresponderam a um percentual aproximado de 72% das causas de mortes ocorridas em 2007.<sup>1,2</sup> Frente a essa situação, em setembro de 2011, a Organização das Nações Unidas (ONU) realizou uma Reunião de Alto Nível priorizando o tema das DCNT e a articulação e suporte de todos os setores de governo capazes de enfrentar essas doenças.<sup>3</sup></span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>O Brasil assumiu compromissos de prevenção e cuidado com as DCNT e lançou o 'Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), 2011-2022', que define e prioriza as ações e os investimentos necessários à preparação do país para enfrentar e deter as DCNT e seus fatores de risco nos próximos dez anos. O Plano aborda os quatro principais grupos de doenças (cardiovasculares, câncer, respiratórias crônicas e diabetes) e seus fatores de risco em comum modificáveis (tabagismo, álcool, inatividade física, alimentação inadequada e obesidade), e define três diretrizes estratégicas ou eixos de atuação: I. Vigilância, Informação, Avaliação e Monitoramento; II. Promoção da Saúde; e III. Cuidado Integral de Doenças Crônicas Não Transmissíveis -DCNT. O Plano também definiu metas e compromissos a serem assumidos pelo país, em relação às DCNT.<sup>2,4</sup></span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>O monitoramento do Plano foi liderado pelo Ministério da Saúde e contou com a participação de vários setores do Governo Federal, Secretarias de Estado e Municipais de Saúde, instituições de ensino e pesquisa e organizações não governamentais (ONG). A Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS) coordenou reuniões mensais ao longo do ano de 2012, que contaram com a participação de representantes das diversas áreas técnicas envolvidas, da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS/MS), Agência</span></font> <font size="2" face="Verdana"><span class=font2>Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (INCA), Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE/MS) e Assessoria de Comunicação do Ministro da Saúde, entre outras, para a coordenação das ações estratégicas do Plano.</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>Em julho de 2012, promoveu-se o primeiro encontro do Grupo Técnico Assessor de DCNT, o qual contou com a presença de instituições de ensino e pesquisa e ONG; em 14 e 15 de agosto de 2012, realizou-se o balanço das ações realizadas, com a participação de representantes de todas as Secretarias de Estado e Municipais de capitais no país; e em 16 de agosto, esse balanço foi ampliada para as ONG, sociedade civil, associações médicas e universidades envolvidas na fase de elaboração do Plano. O balanço intersetorial ocorreu em Reunião Interministerial para o acompanhamento do Plano de DCNT, ocorrida em 22 de agosto de 2012 e que contou com representantes de 12 Ministérios envolvidos em seu monitoramento e/ou execução: Ministério dos Esportes (ME); Ministério de Agricultura, Pesca e Abastecimento (MAPA); Ministério da Cultura (MC); Ministério da Educação (MEC); Ministério do Desenvolvimento Social (MDS); Ministério do Trabalho e Emprego (MTE); Ministério do Turismo (MTUR); Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI), Ministério Público (MP) e Ministério da Previdência Social (MPS). Foram ainda realizados balanços do Plano em reuniões internacionais, como a Reunião Bienal da Rede Carmen (Conjunto de Ações para a Redução Multifatorial das Enfermidades Não Transmissíveis) e o 1&deg; Fórum Pan-Americano de Ação Contra as Enfermidades Crônicas, em maio de 2012.</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>A seguir, será apresentado o balanço das ações de implantação do 'Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011-2022', desenvolvidas pelo Ministério da Saúde nos anos de 2011 e 2012, relacionadas as suas três diretrizes estratégicas.</span></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><span class=font9><b>Balanço das ações</b></span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font8><b>Eixo I. Vigilância, Informação, Avaliação e Monitoramento</b></span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>Fomento e apoio ao desenvolvimento e o fortalecimento da vigilância integrada de DCNT e seus fatores de proteção e risco modificáveis e comuns à maioria dessas doenças, por meio do aprimoramento de</span></font> <font size="2" face="Verdana"><span class=font2>instrumentos de monitoramento desses fatores, com ênfase nos inquéritos nacionais e locais (<a href="#f1">Figura 1</a>).</span></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v22n1/1a18f1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font8><b>Eixo II. Promoção da Saúde</b></span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>Fomento de iniciativas intersetoriais no âmbito público e privado, visando o desencadeamento de intervenções e ações articuladas que promovam e estimulem a adoção de comportamentos e estilos de vida saudáveis, abordar as condições sociais e econômicas no enfrentamento dos fatores determinantes das DCNT e proporcionar alternativas relativas à construção de comportamentos saudáveis (<a href="#f2">Figura 2</a>).</span></font></p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v22n1/1a18f2.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><span class=font8><b>Eixo III. Cuidado Integral de Doenças Crônicas Não Transmissíveis - DCNT</b></span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>Fortalecimento da capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde, visando à ampliação de um conjunto de intervenções diversificadas capazes de uma abordagem integral da saúde com vistas à prevenção e ao controle das DCNT.</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>O acompanhamento longitudinal dos usuários é uma atividade fundamental para a melhoria da resposta ao tratamento e a prevenção de possíveis</span></font> <font size="2" face="Verdana"><span class=font2>complicações. A Secretaria de Atenção a Saúde instituiu a Rede de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas, visando a atenção, de forma integral, aos usuários com doenças crônicas, em todos os pontos de atenção, realizando ações de promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos e manutenção da saúde (<a href="#f3">Figura 3</a>).</span></font></p>     <p><a name="f3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/ess/v22n1/1a18f3.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><span class=font9><b>Considerações finais</b></span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>Em síntese, o Plano Nacional de Enfrentamento das DCNT 2011-2022 visa promover o desenvolvimento e a implementação de políticas públicas efetivas, integradas, sustentáveis e baseadas em evidências para a prevenção e o controle das DCNT e seus fatores de risco, além de fortalecer os serviços de saúde voltados a essas doenças. O Plano objetiva, ademais, promover a qualidade de vida e reduzir a vulnerabilidade e os riscos à saúde, estabelecendo uma agenda de ações prioritárias. Medidas de prevenção e controle devem estar fundamentadas em claras evidências de custo-efetividade. Intervenções de base populacional devem</span></font> <font size="2" face="Verdana"><span class=font2>ser complementadas por intervenções individuais de atenção à saúde. O fortalecimento dos sistemas de Atenção à Saúde para a abordagem de DCNT inclui o fortalecimento da Atenção Básica de Saúde, articulada aos demais níveis de atenção e redes de serviços,</span></font> <font size="2" face="Verdana"><span class=font2>reconhecendo-se, dessa forma, sua importância na realização de ações de promoção, vigilância em saúde, prevenção, e assistência e acompanhamento longitudinal dos portadores de DCNT, vinculando-se e responsabilizando-se pelos usuários desses sistemas.</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>As ações do Plano estão alinhadas com a Politica Nacional de Promoção da Saúde, com a Politica de Atenção Básica e demais politicas do Ministério da Saúde, com o Plano Nacional de Saúde e com o Planejamento Estratégico. O conjunto das Secretarias, áreas e Agências do Ministério tem trabalhado de forma transversal, com atribuições específicas e monitoramento integrado, pelo sítio eletrônico e por um sistema de controle, acompanhamento e avaliação de resultados da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde: o e-CAR. As Secretarias de Estado de Saúde (SES) e Secretarias Municipais de Saúde (SMS) das capitais do país lançaram, respectivamente, planos estaduais e para essas capitais específicos, dedicados ao enfrentamento das DCNT, ampliando o movimento global.</span></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>Após um ano do lançamento do Plano de enfrentamento das DCNT no Brasil, quatro metas já se mostram factíveis de serem alcançadas, haja vista os resultados apresentados e as tendências de evolução do Programa nos anos de 2011 e 2012: redução da taxa de mortalidade prematura por DCNT; redução da prevalência de tabagismo; aumento da cobertura de mamografia nos últimos dois anos, na faixa etária de 50 a 69 anos; e aumento da cobertura de Papanicolau nos últimos três anos, na faixa etária de 25 a 64 anos. Não obstante, a meta de deter o aumento da prevalência de obesidade em adultos ainda parece ambiciosa: em 2011, atingiu 15,8%.<sup>5</sup> As demais metas não foram aferidas em 2012 porque dependem de pesquisas a serem desenvolvidas nos próximos anos.</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>Destaca-se o avanço da vigilância de doenças crônicas não transmissíveis e seus fatores de risco, e a importância estratégica da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) no monitoramento das metas nacionais e globais de DCNT.</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>Os êxitos do Brasil com seu programa de prevenção do tabagismo são reconhecidos internacionalmente.</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>A frequência de tabagismo vem declinando de forma importante desde sua linha de base. A Pesquisa Nacional em Saúde e Nutrição (1989) mostrou prevalência do tabagismo de 34,8% (adultos acima de 18 anos). Estudos subsequentes, como a Pesquisa Mundial de Saúde (2003), mostraram redução para 22,4% e, segundo a Pesquisa Nacional do Tabagismo (PETab), a prevalência caiu para 17,2%.<sup>2,4</sup> Dados do Vigitel, apontam que o declínio da prevalência continuou de forma sustentada entre 2006 a 2011, em capitais.<sup>5</sup></span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>Esses êxitos foram o resultado de medidas educativas, preventivas, legislativas e regulatórias. Com isso, o Brasil tornou-se referência global pelos resultados alcançados e pelas medidas regulatórias adotadas.</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>Destacam-se as ações regulatórias, como a proibição de propaganda, promoção e patrocínio de cigarros (com exceção dos pontos de venda), vinculação</span></font> <font size="2" face="Verdana"><span class=font2>de imagens de advertências nos maços e pacotes de produtos do tabaco, proibição de fumar em ambientes fechados, entre outras. A adesão do Brasil à Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Decreto n&deg; 5.658/2006) em 2006, vinculando o país legalmente ao tratado, representa um marco nesse processo.<sup>13</sup></span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font2>Torna-se importante avançar nas ações intrassetoriais, mobilizar e tornar o tema transversal ao processo de organização dos serviços de saúde e das ações intersetoriais, entendendo que os desafios só serão vencidos mediante ações integradas e articuladas pelo conjunto de setores comprometidos. O monitoramento do 'Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011-2022 deve ser amplo e transparente, envolvendo a sociedade civil, entidades da Saúde, universidades, Conselhos de Saúde, ONG e usuários. A divulgação de suas ações e metas deve conferir prioridade a sua agenda entre amplos setores da sociedade civil. Juntos, governos e sociedade organizada poderão estabelecer ações concretas visando à redução dessas doenças e melhoria da qualidade de vida de nossa população.<sup>4</sup></span></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><span class=font8><b>Grupo Técnico de Monitoramento do Plano de DCNT</b></span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>Alzira de Oliveira Jorge</b></span></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde, Departamento de Atenção Especializada, Brasília-DF, Brasil </span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>Ana Paula Cavalcante</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde, Departamento de Atenção Especializada, Brasília-DF, Brasil </span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>Andreza Madeira Macário</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Brasília-DF, Brasil </span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>Aristides de Oliveira</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Brasília-DF, Brasil </span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>Celeste de Souza Rodrigues</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Brasília-DF, Brasil </span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>Cláudio Noronha</b></span></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Instituto Nacional do Câncer, Rio de Janeiro-RJ, Brasil</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5> <b>Danielle Keylla Alencar Cruz</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Brasília-DF, Brasil</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5> <b>Denise de Oliveira Resende</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Gerência-Geral de Alimentos, Brasília-DF, Brasil </span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>Heider Aurélio Pinto</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Brasília-DF, Brasil </span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>João Carlos Guedes de Oliveira</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Brasília-DF, Brasil </span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>José Miguel Nascimento Júnior</b></span></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica, Brasília-DF, Brasil</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>Karen Costa</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica, Brasília-DF, Brasil </span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>Leda Lúcia Couto de Vasconcelos</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Redes Assistenciais, Brasília-DF, Brasil</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5> <b>Marco Aurélio Pereira</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica, Brasília-DF, Brasil </span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>Naiane de Brito Francischetto</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Brasília-DF, Brasil</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5> <b>Patrícia Chueri Sampaio</b></span></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde, Brasília-DF, Brasil </span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>Patrícia Constante Jaime</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Brasília-DF, Brasil </span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5><b>Paula Carvalho de Freitas</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Brasília-DF, Brasil</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5> <b>Renata Tiene de Carvalho Yokota</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Brasília-DF, Brasil</span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5> <b>Silvânia Suely Caribé de Araújo Andrade</b></span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Brasília-DF, Brasil</span></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><span class=font9><b>Referências</b></span></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>1.<span class=font3>&nbsp;</span>World Health Organization. Global status report on non-communicable diseases 2010. Geneva: World Health Organization; 2011.</span></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>2.<span class=font3>&nbsp;</span>Ministério da Saúde. Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011-2022. Brasília: Ministério da Saúde; 2011. &#91;acessado em 17 jun. 2012&#93;. Disponível em <a href="http://portal.saude.gov.br/" target="_blank">http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1818&gt;</a>.</span></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>3.<span class=font3>&nbsp;</span>General Assembly. Political declaration of the high-level meeting of the General Assembly on the prevention and control of non-communicable diseases. United Nations; 2011. &#91;acessado em 8 fev. 2012&#93;. Disponível em </span><a href="http://www.un.org/ga/search/view_doc.asp?symbol=A/66/L.1" target="_blank">http://www.un.org/ga/search/view_doc.asp?symbol=A/66/L.1</a></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>4.<span class=font3>&nbsp;</span>Malta DC, Morais Neto OL, Silva Junior JB. Apresentação do plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis no Brasil, 2011 a 2022. Epidemiologia e Serviços de Saúde. 2011; 20(4):425-438.</span></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>5.<span class=font3>&nbsp;</span>Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Vigitel Brasil 2011: Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico. Brasília: Ministério da Saúde; 2012.</span></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>6.<span class=font3>&nbsp;</span>Pesquisa Nacional de Saúde. &#91;acessado em 18 jan. 2013&#93;. Disponível em <a href="http://www.pns.icict.fiocruz.br/" target="_blank">http://www.pns.icict.fiocruz.br/arquivos/Portaria.pdf.</a></span></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>7.<span class=font3>&nbsp;</span>Portaria n<sup>o</sup> 23, de 9 de agosto de 2012. Estabelece o repasse de recursos financeiros do Piso Variável de Vigilância e Promoção da Saúde aos estados, Distrito Federal, capitais e municípios. Diário Oficial da União, Brasília, 10 de agosto de 2012.</span></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>8.<span class=font3>&nbsp;</span>Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS). Portal de DCNT. &#91;acessado em 26 jan. 2012&#93; <a href="http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/index.cfm?portal=pagina.visualizarArea&codArea=398&are a=portal-dcnt" target="_blank">http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/index.cfm?portal=pagina.visualizarArea&amp;codArea=398&amp;are a=portal-dcnt</a></span></font>.<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>9.<span class=font3>&nbsp;</span>Associação dos Profissionais de Propaganda. O futuro promete eu quero chegar bem la. &#91;acessado em 16 jan. 2012&#93;. Disponível em <a href="http://www.appbrasil.net/page/o-futuro-promete-eu-quero-chegar-bem-la" target="_blank">http://www.appbrasil.net/page/o-futuro-promete-eu-quero-chegar-bem-la</a></span></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>10.<span class=font3>&nbsp;</span>Associaçao Médica Brasileira. Salve Saúde. &#91;acessado em 15 fev. 2012&#93;. Disponível em<a href="http://www.salvesaude.com.br/" target="_blank"> http://www.salvesaude.com.br/</a></span></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>11.<span class=font3>&nbsp;</span>Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Saúde Brasil 2010. Avaliação dos Programas de Atividade Física no Brasil. Uma revisão de evidencias em experiências selecionadas. Brasília: Ministério da Saúde; 2011.</span></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>12.<span class=font3>&nbsp;</span>Nilson EAF, Jaime PC, Resende DO. Iniciativas desenvolvidas no Brasil para a redução do teor de sódio em alimentos processados. Revista Panamericana de Salud Publica. 2012; 34(4):287-292.</span></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>13.<span class=font3>&nbsp;</span>Decreto n<sup>o</sup> 5.658, de 2 de janeiro de 2006. Promulga a convenção-quadro sobre o controle do uso do tabaco. &#91;acessado em 17 jun. 2012&#93;. Disponível em: &lt;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Decreto/D5658.htm" target="_blank">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Decreto/D5658.htm</a>&gt;.</span></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>14.<span class=font3>&nbsp;</span>Moura EC, Malta DC. Consumo de bebidas alcoólicas na população adulta Brasileira: características sociodemográficas e tendência. Revista Brasileira de Epidemiologia. 2011; 14 Suppl 1:S61-70.</span></font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><span class=font1>15. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção a Saúde (SAS). Politica Nacional de Promoção a Saúde. Brasilia. Ministério da Saúde; 2006.</span></font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b><a name="endereco" id="endereco"></a><a href="#topo"><img src="img/revistas/ess/v19n2/seta.gif" border="0"></a></b></font><font size="2" face="Verdana"><span class=font6><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b></span></font>    <br>   <font size="2" face="Verdana"><span class=font6><b>Deborah Carvalho Malta </b>-     ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Secretaria de Vigil&acirc;ncia em Sa&uacute;de,    <br>  Departamento de Doen&ccedil;as e    <br> Agravos N&atilde;o Transmiss&iacute;veis e Promo&ccedil;&atilde;o da Sa&uacute;de,     <br> SAF Sul, Trecho 2, Lotes 05/06,    <br> Bloco F, Torre 1, Edif&iacute;cio Premium, sala 14,    <br>  Bras&iacute;lia-DF, Brasil.     <br> CEP: 70070-600</span></font>    <br> <font size="2" face="Verdana"><span class=font6><i>E-mail: </i><a href="mailto:deborah.malta@saude.gov.br">deborah.malta@saude.gov.br</a></span></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><span class=font5>Recebido em 04/02/2013     <br>   Aprovado em 18/03/2013</span></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[ ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>World Health Organization</collab>
<source><![CDATA[Global status report on non-communicable diseases 2010]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-loc><![CDATA[Geneva ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[World Health Organization]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Ministério da Saúde</collab>
<source><![CDATA[Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011-2022]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ministério da Saúde]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>General Assembly</collab>
<source><![CDATA[Political declaration of the high-level meeting of the General Assembly on the prevention and control of non-communicable diseases]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-name><![CDATA[United Nations]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Malta]]></surname>
<given-names><![CDATA[DC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Morais Neto]]></surname>
<given-names><![CDATA[OL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva Junior]]></surname>
<given-names><![CDATA[JB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Apresentação do plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis no Brasil, 2011 a 2022]]></article-title>
<source><![CDATA[Epidemiologia e Serviços de Saúde]]></source>
<year>2011</year>
<volume>20</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>425-438</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Ministério da Saúde^dSecretaria de Vigilância em Saúde</collab>
<source><![CDATA[Vigitel Brasil 2011: Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico]]></source>
<year>2012</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ministério da Saúde]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[Pesquisa Nacional de Saúde]]></source>
<year>18 j</year>
<month>an</month>
<day>. </day>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Portaria nº 23, de 9 de agosto de 2012: Estabelece o repasse de recursos financeiros do Piso Variável de Vigilância e Promoção da Saúde aos estados, Distrito Federal, capitais e municípios]]></article-title>
<source><![CDATA[Diário Oficial da União]]></source>
<year>10 d</year>
<month>e </month>
<day>ag</day>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil. Ministério da Saúde^dSecretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS)</collab>
<source><![CDATA[Portal de DCNT]]></source>
<year>26 j</year>
<month>an</month>
<day>. </day>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Associação dos Profissionais de Propaganda</collab>
<source><![CDATA[O futuro promete eu quero chegar bem la]]></source>
<year>16 j</year>
<month>an</month>
<day>. </day>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Associaçao Médica Brasileira</collab>
<source><![CDATA[Salve Saúde]]></source>
<year>15 f</year>
<month>ev</month>
<day>. </day>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Brasil. Ministério da Saúde^dSecretaria de Vigilância em Saúde</collab>
<source><![CDATA[Saúde Brasil 2010: Avaliação dos Programas de Atividade Física no Brasil. Uma revisão de evidencias em experiências selecionadas]]></source>
<year>2011</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ministério da Saúde]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nilson]]></surname>
<given-names><![CDATA[EAF]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jaime]]></surname>
<given-names><![CDATA[PC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Resende]]></surname>
<given-names><![CDATA[DO]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Iniciativas desenvolvidas no Brasil para a redução do teor de sódio em alimentos processados]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Panamericana de Salud Publica]]></source>
<year>2012</year>
<volume>34</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>287-292</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[Decreto nº 5.658, de 2 de janeiro de 2006: Promulga a convenção-quadro sobre o controle do uso do tabaco]]></source>
<year>17 j</year>
<month>un</month>
<day>. </day>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moura]]></surname>
<given-names><![CDATA[EC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Malta]]></surname>
<given-names><![CDATA[DC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Consumo de bebidas alcoólicas na população adulta Brasileira: características sociodemográficas e tendência]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Epidemiologia]]></source>
<year>2011</year>
<volume>14</volume>
<numero>^s1</numero>
<issue>^s1</issue>
<supplement>1</supplement>
<page-range>61-70</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>Ministério da Saúde^dSecretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção a Saúde (SAS)</collab>
<source><![CDATA[Politica Nacional de Promoção a Saúde]]></source>
<year>2006</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasilia ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ministério da Saúde]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
