<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1679-4974</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Epidemiologia e Serviços de Saúde]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Epidemiol. Serv. Saúde]]></abbrev-journal-title>
<issn>1679-4974</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente - Ministério da Saúde do Brasil]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1679-49742013000300001</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.5123/S1679-49742013000300001</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação de políticas e ações voltadas a prevenção de acidentes de trânsito e violências no Brasil]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva Jr.]]></surname>
<given-names><![CDATA[Jarbas Barbosa da]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Malta]]></surname>
<given-names><![CDATA[Deborah Carvalho]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Brasília DF]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Brasília DF]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2013</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2013</year>
</pub-date>
<volume>22</volume>
<numero>3</numero>
<fpage>371</fpage>
<lpage>372</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1679-49742013000300001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1679-49742013000300001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1679-49742013000300001&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="2"><b>EDITORIAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b>Avalia&#231;&#227;o de pol&#237;ticas e a&#231;&#245;es voltadas a preven&#231;&#227;o de acidentes de tr&#226;nsito e viol&#234;ncias no Brasil</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Jarbas Barbosa da Silva Jr.<sup>I</sup></b></font><font face="Verdana" size="2"><b>; Deborah Carvalho Malta<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>I</sup>Minist&#233;rio da Sa&#250;de, Secretaria de Vigil&#226;ncia em Sa&#250;de. Bras&#237;lia-DF, Brasil</font>    <br> <font face="Verdana" size="2"><sup>II</sup>Minist&#233;rio da Sa&#250;de, Secretaria de Vigil&#226;ncia em Sa&#250;de, Departamento de Vigil&#226;ncia de Doen&#231;as e Agravos n&#227;o Transmiss&#237;veis e Promo&#231;&#227;o da Sa&#250;de. Bras&#237;lia-DF, Brasil</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Os acidentes e viol&#234;ncias s&#227;o importante causa de morbidade e mortalidade no Brasil, tendo adquirido maior express&#227;o a partir das &#250;ltimas d&#233;cadas do s&#233;culo XX. Entre 2001 e 2010, a taxa de mortalidade por causas externas no Brasil elevou-sede 69,3 para 75,1 &#243;bitos por 100 mil habitantes, o que equivale a um aumento de 8,4% em t&#227;o-somente uma d&#233;cada. Em 2010, as causas externas constitu&#237;am a principal causa de morte entre adolescentes (10 a 19 anos) e adultos jovens (20 a 39 anos) e encontravam-se na terceira posi&#231;&#227;o entre as causas de morte na popula&#231;&#227;o total. Em 2011, representavam 8,6% do total de interna&#231;&#245;es pelo Sistema &#218;nico de Sa&#250;de (SUS), ocupando a quinta posi&#231;&#227;o entre as causas de interna&#231;&#227;o.<sup>1</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os acidentes de tr&#226;nsito ou acidentes de transporte terrestre (ATT), assim como as viol&#234;ncias, t&#234;m merecido destaque no cen&#225;rio mundial como importantes problemas de Sa&#250;de P&#250;blica. Ambos os agravos atingem principalmente homens e mulheres jovens, em idade ativa, gerando enormes custos sociais para esses indiv&#237;duos, suas fam&#237;lias e comunidades das quais participam, al&#233;m do grande impacto econ&#244;mico, sobretudo no que se refere &#224;s despesas com assist&#234;ncia &#224; sa&#250;de.<sup>2,3 </sup>S&#227;o agravos considerados priorit&#225;rios pelo Minist&#233;rio da Sa&#250;de, que estruturou pol&#237;ticas e a&#231;&#245;es voltadas para a vigil&#226;ncia, preven&#231;&#227;o e promo&#231;&#227;o da sa&#250;de e cultura de paz, com o objetivo maior de prevenir e reduzir o n&#250;mero de mortes, bem como a gravidade das les&#245;es provocadas nas v&#237;timas sobreviventes. Entre essas pol&#237;ticas e a&#231;&#245;es, destacam-se a Pol&#237;tica Nacional de Redu&#231;&#227;o da Morbimortalidade por Acidentes e Viol&#234;ncias (2001),<sup>4</sup> a estrutura&#231;&#227;o da Rede Nacional de Preven&#231;&#227;o das Viol&#234;ncias e Promo&#231;&#227;o da Sa&#250;de e a implanta&#231;&#227;o de N&#250;cleos de Preven&#231;&#227;o das Viol&#234;ncias e Promo&#231;&#227;o da Sa&#250;de (2004),<sup>5</sup> &#224;s quais se somou, mais recentemente,a Pol&#237;tica Nacional de Promo&#231;&#227;o da Sa&#250;de (2006).<sup>6</sup> Todavia, s&#227;o escassos os estudos de avalia&#231;&#227;o da implementa&#231;&#227;o dessas pol&iacute;ticas, seus resultados e impactos provocados junto &#224; popula&#231;&#227;o. &#192; divulga&#231;&#227;o desses estudos a revista Epidemiologia e Servi&#231;os de Sa&#250;de (RESS) reserva espa&#231;o privilegiado.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A RESS possui voca&#231;&#227;o diferenciada em rela&#231;&#227;o aos demais peri&#243;dicos da &#225;rea da Sa&#250;de Coletiva, uma vez que enfatiza o enfoque epidemiol&#243;gico e sua aplica&#231;&#227;o aos servi&#231;os do SUS. Ademais, na &#225;rea da Epidemiologia, &#233; o peri&#243;dico brasileiro com maior tiragem e penetra&#231;&#227;o entre seu p&#250;blico-alvo. A cada n&#250;mero, a RESS promove a distribui&#231;&#227;o gratuita de 30 mil exemplares para gestores e trabalhadores de todas as inst&#226;ncias do SUS e acad&#234;micos da &#225;rea, em todas as regi&#245;es e unidades da Federa&#231;&#227;o, al&#233;m de dispor livre acesso a suas edi&#231;&#245;es, pela internet.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na presente edi&#231;&#227;o da RESS, entre outros, s&#227;o oferecidos dois artigos originais derivados de estudos de avalia&#231;&#227;o de pol&#237;ticas e programas de preven&#231;&#227;o de acidentes de tr&#226;nsito e viol&#234;ncias: o primeiro aborda os acidentes de transporte terrestre, e o segundo, a viol&#234;ncia contra a mulher.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O artigo sobre ATT apresenta uma avalia&#231;&#227;o in&#233;dita do Projeto Vida no Tr&#226;nsito (PVNT),<sup>7</sup> implantado no ano de 2010, em cinco capitais brasileiras - Curitiba, Vitoria, Palmas, Campo Grande e Bel&#233;m. Seu objetivo primordial &#233; subsidiar gestores no fortalecimento de pol&#237;ticas de preven&#231;&#227;o de les&#245;es e mortes no tr&#226;nsito, mediante a qualifica&#231;&#227;o, planejamento, monitoramento, acompanhamento e avalia&#231;&#227;o das a&#231;&#245;es com foco priorit&#225;rio nos fatores de risco de ordem comportamental. Entre essas a&#231;&#245;es, destacam-se aquelas voltadas &#224; preven&#231;&#227;o de dois comportamentos de risco, a saber: o consumo de bebidas alco&#243;licas antes de dirigir; e a velocidade excessiva e inadequada. O estudo indica que as a&#231;&#245;es realizadas resultaram na redu&#231;&#227;o da taxa de mortalidade por ATT em Belo Horizonte, Palmas e Teresina, assim como na quedada taxa de interna&#231;&#245;es em Curitiba, Palmas e Teresina. O PVNT tamb&#233;m &#233; tema de um artigo de opini&#227;o publicado nesta edi&#231;&#227;o, com o prop&#243;sito de discutir a implanta&#231;&#227;o e a metodologia, al&#233;m das perspectivas de amplia&#231;&#227;o do Projeto Vida no Tr&#226;nsito.<sup>8</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O segundo artigo traz outra avalia&#231;&#227;o in&#233;dita, sobre o impacto da Lei Maria da Penha nos &#243;bitos de mulheres por agress&#245;es.<sup>9 </sup>A Lei Maria da Penha, cuja entrada em vigor data de setembro de 2006, criou mecanismos para coibir a viol&#234;ncia dom&#233;stica e familiar contra a mulher.<sup>10</sup> Lamentavelmente, o estudo revelou que a Lei n&#227;o teve impacto sobre a mortalidade de mulheres por agress&#245;es: ao se comparar os dados de ocorr&#234;ncias nos per&#237;odos antes (2001-2006) e depois (2007-2011) da vig&#234;ncia da Lei, n&#227;o se observou redu&#231;&#227;o das taxas anuais de mortalidade feminina por essas agress&#245;es. Ademais, o estudo traz &#224; luz uma realidade alarmante: no per&#237;odo de 2001 a 2011, ocorreram mais de 50 mil mortes de mulheres por agress&#245;es no Brasil, o que equivale, em m&#233;dia, a 5.000 &#243;bitos por ano, aproximadamente 14 por dia. Tamb&#233;m &#233; preocupante o perfil desses &#243;bitos, a sugerir que grande parte deles est&#227;o relacionados a situa&#231;&#245;es de viol&#234;ncia dom&#233;stica e familiar contra a mulher.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os resultados do estudo s&#227;o consistentes com aqueles apresentados no Relat&#243;rio da Comiss&#227;o Parlamentar Mista de Inqu&#233;rito (CPMI),<sup>11</sup> instaurada no Congresso Nacional com a finalidade de investigar a situa&#231;&#227;o da viol&#234;ncia contra a mulher no Brasil</font> <font face="Verdana" size="2">e apurar den&#250;ncias de omiss&#227;o por parte do poder p&#250;blico, no que concerne &#224; aplica&#231;&#227;o dos instrumentos institu&#237;dos em lei, para proteger as mulheres em situa&#231;&#227;o de viol&#234;ncia. Segundo o relat&#243;rio da CPMI, aprovado em julho de 2013 e entregue &#224; Presidenta da Rep&#250;blica, Dilma Roussef, em agosto deste ano, durante Sess&#227;o Solene do Senado Federal, a elevada ocorr&#234;ncia de casos de viol&#234;ncia contra a mulher e a expressiva mortalidade relacionada a essa viol&#234;ncia, associadas &#224; toler&#226;ncia do Estado, demonstram a necessidade urgente de refor&#231;o dos mecanismos previstos na Lei Maria da Penha, assim como de mudan&#231;as legais e culturais na sociedade brasileira.<sup>11</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Trata-se de estudos relevantes. Al&#233;m de permitirem conhecer e divulgar os resultados dessas avalia&#231;&#245;es, eles fornecem subs&#237;dios e apontam estrat&#233;gias no sentido do aprimoramento das pol&#237;ticas e a&#231;&#245;es avaliadas, contribuindo para a preven&#231;&#227;o e redu&#231;&#227;o das ocorr&#234;ncias e da mortalidade por ATT e viol&#234;ncias, e outros agravos que constituem alvo da vigil&#226;ncia em sa&#250;de. A RESS se apresenta como um ve&iacute;culo privilegiado de divulga&#231;&#227;o e acesso aos resultados dessas an&#225;lises, para seu principal p&#250;blico: aqueles que prop&#245;em, implementam e avaliam pol&iacute;ticas e a&#231;&#245;es da Vigil&#226;ncia em Sa&#250;de.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">1.&nbsp;Brasil. Minist&#233;rio da Sa&#250;de. Secretaria de Vigil&#226;ncia em Sa&#250;de. Departamento de An&#225;lise de Situa&#231;&#227;o em Sa&#250;de. Sa&#250;de Brasil 2011: uma an&#225;lise da situa&#231;&#227;o de sa&#250;de e a vigil&#226;ncia da sa&#250;de da mulher; 2011.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">2.&nbsp;World Health Organization. Speed management: a road safety manual for decision-makers and practitioners. Geneva: World Health Organization; 2008.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">3.&nbsp;Reichenheim ME, Souza ER, Moraes CL, Mello Jorge MHP, Silva CMFP, Minayo MCS. Viol&#234;ncia e les&#245;es no Brasil: efeitos, avan&#231;os alcan&#231;ados e desafios futuros. The Lancet; 2011. p. 75-89. (Sa&#250;de no Brasil; 5).</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">4.&nbsp;Brasil. Minist&#233;rio da Sa&#250;de. Portaria MS/GM n<sup>o</sup> 737, de 16 de maio de 2001. Aprova a Pol&#237;tica Nacional de Redu&#231;&#227;o da Morbimortalidade por Acidentes e Viol&#234;ncias. Di&#225;rio Oficial da Uni&#227;o, Bras&#237;lia, p. 3, 18 mai. 2001. Se&#231;&#227;o 1.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">5.&nbsp;Brasil. Minist&#233;rio da Sa&#250;de. Portaria n<sup>o</sup> 936, de 18 de maio de 2004. Disp&#245;e sobre a estrutura&#231;&#227;o da Rede Nacional de Preven&#231;&#227;o da Viol&#234;ncia e Promo&#231;&#227;o da Sa&#250;de e a Implanta&#231;&#227;o e Implementa&#231;&#227;o de N&#250;cleos de Preven&#231;&#227;o &#224; Viol&#234;ncia em Estados e Munic&#237;pios. Di&#225;rio Oficial da Uni&#227;o, Bras&#237;lia, p. 52, 20 mai. 2010. Se&#231;&#227;o 1.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">6.&nbsp;Brasil. Minist&#233;rio da Sa&#250;de Pol&#237;tica. Portaria GM/MS, n.<sup>o</sup> 687, de 30 de mar&#231;o de 2006. Aprova a Pol&#237;tica Nacional de Promo&#231;&#227;o da Sa&#250;de. Di&#225;rio Oficial da Uni&#227;o, Bras&#237;lia, p. 138, 31 mar. 2006. Se&#231;&#227;o 1.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">7.&nbsp;Morais Neto, et al. Projeto Vida no Tr&#226;nsito: avalia&#231;&#227;o das a&#231;&#245;es em cinco capitais brasileiras, 2011-2012. Epidemiol Serv</font> <font face="Verdana" size="2">Saude; 2013(3)373-82.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">8.&nbsp;Silva MMA, et al. Projeto Vida no Tr&#226;nsito 2010 - 2012: uma contribui&#231;&#227;o para a d&#233;cada de a&#231;&#245;es para a seguran&#231;a no tr&#226;nsito 2011-2020 no Brasil. Epidemiol Serv Saude; 2013(3)531-36.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">9.&nbsp;Garcia LP, Freitas LRS, Hofelmann DA. Avalia&#231;&#227;o do impacto da Lei Maria da Penha sobre a mortalidade de mulheres por agress&#245;es no Brasil, 2001-2011. Epidemiol Serv Saude; 2013(3)383-94.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">10.&nbsp;Brasil. Lei n<sup>o</sup> 11.340, de 7 de agosto de 2006. Cria mecanismos para coibir a viol&#234;ncia dom&#233;stica e familiar contra a mulher, nos termos do &sect; 8<sup>o</sup> do art. 226 da Constitui&#231;&#227;o Federal, da Conven&#231;&#227;o sobre a elimina&#231;&#227;o de todas as formas de discrimina&#231;&#227;o contra as mulheres e conven&#231;&#227;o interamericana para prevenir, punir e erradicar a viol&#234;ncia contra a mulher; disp&#245;e sobre a cria&#231;&#227;o dos juizados de viol&#234;ncia dom&#233;stica e familiar contra a mulher; altera o C&#243;digo de Processo Penal, o C&#243;digo Penal e a Lei de Execu&#231;&#227;o Penal; e d&#225; outras provid&#234;ncias. Di&#225;rio Oficial da Uni&#227;o, Bras&#237;lia, p. 1, 8 ago. 2006. Se&#231;&#227;o 1.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">11.&nbsp;Brasil. Senado Federal. Secretaria Geral da Mesa. Secretaria de Comiss&#245;es. Subsecretaria de Apoio &#224;s Comiss&#245;es Especiais e Parlamentares de Inqu&#233;rito. Comiss&#227;o Parlamentar Mista de Inqu&#233;rito, com a finalidade de investigar a situa&#231;&#227;o da viol&#234;ncia contra a mulher no Brasil e apurar den&#250;ncias de omiss&#227;o por parte do poder p&#250;blico com rela&#231;&#227;o &#224; aplica&#231;&#227;o de instrumentos institu&#237;dos em lei para proteger as mulheres em situa&#231;&#227;o de viol&#234;ncia: relat&#243;rio final. Bras&#237;lia; 2013.</font> ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil. Ministério da Saúde^dSecretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação em Saúde</collab>
<source><![CDATA[Saúde Brasil 2011: uma análise da situação de saúde e a vigilância da saúde da mulher]]></source>
<year>2011</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="book">
<collab>World Health Organization</collab>
<source><![CDATA[Speed management: a road safety manual for decision-makers and practitioners]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Geneva ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[World Health Organization]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Reichenheim]]></surname>
<given-names><![CDATA[ME]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Souza]]></surname>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Moraes]]></surname>
<given-names><![CDATA[CL]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mello Jorge]]></surname>
<given-names><![CDATA[MHP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[CMFP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Minayo]]></surname>
<given-names><![CDATA[MCS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Violência e lesões no Brasil: efeitos, avanços alcançados e desafios futuros]]></article-title>
<source><![CDATA[The Lancet]]></source>
<year>2011</year>
<page-range>75-89</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<collab>Brasil^dMinistério da Saúde</collab>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Portaria MS/GM nº 737, de 16 de maio de 2001: Aprova a Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências]]></article-title>
<source><![CDATA[Diário Oficial da União]]></source>
<year>18 m</year>
<month>ai</month>
<day>. </day>
<page-range>3</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="journal">
<collab>Brasil^dMinistério da Saúde</collab>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Portaria nº 936, de 18 de maio de 2004: Dispõe sobre a estruturação da Rede Nacional de Prevenção da Violência e Promoção da Saúde e a Implantação e Implementação de Núcleos de Prevenção à Violência em Estados e Municípios]]></article-title>
<source><![CDATA[Diário Oficial da União]]></source>
<year>20 m</year>
<month>ai</month>
<day>. </day>
<page-range>52</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="journal">
<collab>Brasil^dMinistério da Saúde Política</collab>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Portaria GM/MS, n.º 687, de 30 de março de 2006: Aprova a Política Nacional de Promoção da Saúde]]></article-title>
<source><![CDATA[Diário Oficial da União]]></source>
<year>31 m</year>
<month>ar</month>
<day>. </day>
<page-range>138</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Morais Neto]]></surname>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Projeto Vida no Trânsito: avaliação das ações em cinco capitais brasileiras, 2011-2012]]></article-title>
<source><![CDATA[Epidemiol Serv Saude]]></source>
<year>2013</year>
<volume>3</volume>
<page-range>373-82</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[MMA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Projeto Vida no Trânsito 2010 - 2012: uma contribuição para a década de ações para a segurança no trânsito 2011-2020 no Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Epidemiol Serv Saude]]></source>
<year>2013</year>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>531-36</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Garcia]]></surname>
<given-names><![CDATA[LP]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Freitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[LRS]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hofelmann]]></surname>
<given-names><![CDATA[DA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação do impacto da Lei Maria da Penha sobre a mortalidade de mulheres por agressões no Brasil, 2001-2011]]></article-title>
<source><![CDATA[Epidemiol Serv Saude]]></source>
<year>2013</year>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>383-94</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="journal">
<collab>Brasil</collab>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006: Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8º do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a eliminação de todas as formas de discriminação contra as mulheres e convenção interamericana para prevenir, punir e erradicar a violência contra a mulher; dispõe sobre a criação dos juizados de violência doméstica e familiar contra a mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências]]></article-title>
<source><![CDATA[Diário Oficial da União]]></source>
<year>8 ag</year>
<month>o.</month>
<day> 2</day>
<page-range>1</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil. Senado Federal^dSecretaria Geral da Mesa. Secretaria de Comissões. Subsecretaria de Apoio às Comissões Especiais e Parlamentares de Inquérito</collab>
<source><![CDATA[Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, com a finalidade de investigar a situação da violência contra a mulher no Brasil e apurar denúncias de omissão por parte do poder público com relação à aplicação de instrumentos instituídos em lei para proteger as mulheres em situação de violência: relatório final]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
