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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Tendência de mortalidade de idosos por doenças crônicas no município de Marília-SP, Brasil: 1998 a 2000 e 2005 a 2007]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Chronic disease-related elderly mortality trends in the city of Marilia - SP, Brazil: 1998-2000 and 2005-2007]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[OBJECTIVE: to describe elderly mortality from cardiovascular and respiratory diseases and neoplasms in Marilia (SP). METHODS: this is a descriptive study of mortality from three diseases as defined by the 10th International Classification of Diseases, between 1998-2000 and 2005-2007. Mortality Information System records were used. Mortality rates by age and sex were calculated. RESULTS: circulatory diseases were the main causes of death among the elderly (39.25%). Neoplasm decline was noticed in both sexes and in those aged 60-69, particularly prostate cancer in men (-83.86%) and breast cancer (-70.96%) in this age group. Deaths from respiratory diseases increased in patients aged 80 and older: 39.31% in men and 57.92% in women. CONCLUSION: mortality from circulatory diseases and neoplasms among the elderly showed a decline, with increased mortality from respiratory system problems in patients 80 years of age and older.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Doença Crônica]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="left"><span style="line-height:115%; font-family:'Arial','sans-serif'; font-size:9.0pt; "><font color="#990033">http://dx.doi.org/10.5123/S1679-49742014000200016</font></span></p>     <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b><a name="topo"></a>Tend&#234;ncia de mortalidade de idosos por doen&#231;as cr&#244;nicas no munic&#237;pio de Mar&#237;lia-SP, Brasil: 1998 a 2000 e 2005 a 2007<sup><a href="#endereco">*</a></sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Chronic disease-related elderly mortality trends in the city of Marilia - SP, Brazil: 1998-2000 and 2005-2007</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Maria Helena Ribeiro de Carvalho<sup>I</sup>; Sebasti&#227;o Marcos Ribeiro de Carvalho<sup>II</sup>; Ruy Laurenti<sup>III</sup>; Spencer Luiz Marques Pay&#227;o<sup>IV</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>I</sup>N&#250;cleo de Avalia&#231;&#227;o e Comit&#234; de &#201;tica e Pesquisa, Faculdade de Medicina de Mar&#237;lia, Mar&#237;lia-SP, Brasil</font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <font face="Verdana" size="2"><sup>II</sup>Faculdade de Filosofia e Ci&#234;ncias, Universidade Estadual Paulista, Campus de Mar&#237;lia, Mar&#237;lia-SP, Brasil</font>    <br>   <font face="Verdana" size="2"><sup>III</sup>Programa de P&#243;s-Gradua&#231;&#227;o da Universidade do Sagrado Cora&#231;&#227;o, Bauru-SP e Faculdade de Sa&#250;de P&#250;blica, Universidade de S&#227;o Paulo, S&#227;o Paulo-SP, Brasil    <br> </font><font face="Verdana" size="2"><sup>IV</sup>Universidade do Sagrado Cora&#231;&#227;o, Bauru-SP e Faculdade de Medicina de Mar&#237;lia, Mar&#237;lia-SP, Brasil</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>OBJETIVO:</b> descrever a mortalidade de idosos por doen&#231;as cardiovasculares, respirat&#243;rias e neoplasias no munic&#237;pio de Mar&#237;lia-SP, Brasil.    <br>    <b>M&Eacute;TODOS: </b>estudo descritivo da mortalidade pelos grupos de tr&#234;s doen&#231;as segundo a D&#233;cima Revis&#227;o da Classifica&#231;&#227;o Estat&#237;stica Internacional de Doen&#231;as e Problemas Relacionados &#224; Sa&#250;de (CID-10), nos per&#237;odos 1998-2000 e 2005-2007; utilizaram-se registros do Sistema de Informa&#231;&#245;es sobre Mortalidade (Sim) e calcularam-se os coeficientes de mortalidade por idade e sexo.    <br>    <b>RESULTADOS: </b>doen&#231;as do aparelho circulat&#243;rio lideraram as causas de mortalidade dos idosos (39,25%); houve decl&#237;nio da mortalidade por neoplasias em ambos os sexos e na faixa et&#225;ria de 60-69 anos, c&#226;ncer da pr&#243;stata nos homens (-83,36%) e de mama nas mulheres (-70,96%); &#243;bitos por doen&#231;as do aparelho respirat&#243;rio aumentaram aos 80 e mais anos, em homens (+39,31%) e mulheres (+57,92%).    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>    <b>CONCLUS&Atilde;O: </b>a mortalidade dos idosos por doen&#231;as cardiovasculares e neoplasias apresentou decl&#237;nio, enquanto aumentou por doen&#231;as respirat&#243;rias na faixa et&#225;ria &#8805;80 anos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave: </b>Doen&#231;a Cr&#244;nica; Mortalidade; Sa&#250;de do Idoso.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>OBJECTIVE: </b>to describe elderly mortality from cardiovascular and respiratory diseases and neoplasms in Marilia (SP).    <br>  <b>METHODS: </b>this is a descriptive study of mortality from three diseases as defined by the 10th International Classification of Diseases, between 1998-2000 and 2005-2007. Mortality Information System records were used. Mortality rates by age and sex were calculated.    <br>  <b>RESULTS: </b>circulatory diseases were the main causes of death among the elderly (39.25%). Neoplasm decline was noticed in both sexes and in those aged 60-69, particularly prostate cancer in men (-83.86%) and breast cancer (-70.96%) in this age group. Deaths from respiratory diseases increased in patients aged 80 and older: 39.31% in men and 57.92% in women.    <br>  <b>CONCLUSION: </b>mortality from circulatory diseases and neoplasms among the elderly showed a decline, with increased mortality from respiratory system problems in patients 80 years of age and older.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Key words: </b>Chronic Disease; Mortality; Health of the Elderly.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="3"><b>Introdu&#231;&#227;o</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A longevidade na popula&#231;&#227;o apresenta-se como fen&#244;meno mundial, decorrente de transi&#231;&#245;es demogr&#225;ficas, epidemiol&#243;gicas e socioecon&#244;micas.<sup>1-2</sup> Decl&#237;nios nas taxas de fecundidade e de mortalidade nas idades mais avan&#231;adas tamb&#233;m impactaram no aumento da expectativa de vida no Brasil.<sup>1-2</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Estima-se que em 2050, a popula&#231;&#227;o idosa brasileira (acima de 60 anos de idade) ser&#225; de aproximadamente 64 milh&#245;es de indiv&#237;duos, 29,7% da popula&#231;&#227;o total do pa&#237;s.<sup>3</sup> Segundo dados do Censo Demogr&#225;fico, disponibilizados pela Funda&#231;&#227;o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&#237;stica (IBGE), o pa&#237;s contava 23.526.184 (12,3%) idosos, representando um acr&#233;scimo de aproximadamente 39% em rela&#231;&#227;o ao Censo de 2000, quando se registrou 14.536.029 idosos (8,7%).<sup>4</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Nas &#250;ltimas d&#233;cadas, as doen&#231;as cr&#244;nicas n&#227;o transmiss&#237;veis (DCNT) t&#234;m liderado as causas de &#243;bitos no pa&#237;s, ultrapassando as taxas de mortalidade por doen&#231;as infectocontagiosas. Verifica-se uma altera&#231;&#227;o no perfil de mortalidade da popula&#231;&#227;o, com aumento expressivo na ocorr&#234;ncia de doen&#231;as cardiovasculares, neoplasias e doen&#231;as respirat&#243;rias, o que tem onerado os sistemas da Sa&#250;de e da Previd&#234;ncia Social com uma elevada carga de custos financeiros, decorrente de mortalidade e de invalidez precoces. Esse &#244;nus incide na sociedade geral, nas fam&#237;lias e nas pessoas portadoras dessas doen&#231;as, cujo tratamento demanda dura&#231;&#227;o prolongada.<sup>5</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As DCNT constituem um grande problema de Sa&#250;de P&#250;blica na atualidade. Segundo dados da Organiza&#231;&#227;o Mundial da Sa&#250;de (OMS),<sup>6</sup> essas doen&#231;as s&#227;o respons&#225;veis por aproximadamente 80% das mortes em pa&#237;ses de baixa e m&#233;dia renda. Dos 57 milh&#245;es de mortes no mundo em 2008, 36 milh&#245;es (63%) foram atribu&#237;das a doen&#231;as n&#227;o transmiss&#237;veis, principalmente doen&#231;as cardiovasculares, c&#226;ncer e doen&#231;as respirat&#243;rias cr&#244;nicas.<sup>6</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">No Brasil, estudos sobre idosos apontam que os maiores coeficientes de mortalidade relacionam-se a doen&#231;as do aparelho circulat&#243;rio, do aparelho respirat&#243;rio e neoplasias.<sup>7-8</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">As doen&#231;as cardiovasculares foram respons&#225;veis por 31% dos &#243;bitos no Brasil, em 2002, destacando-se os &#243;bitos por doen&#231;as cerebrovasculares (DCBV) e doen&#231;as isqu&#234;micas do cora&#231;&#227;o (DIC). Em alguns estados, como S&#227;o Paulo e Rio Grande do Sul, as DIC ocupam o primeiro lugar como causa de mortalidade; j&#225; no Rio de Janeiro, as DCBV ultrapassam as DIC proporcionalmente, embora na Capital e noutras cidades do estado, as DIC ocupem o primeiro lugar entre as principais causas de &#243;bito.<sup>9</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Com refer&#234;ncia &#224;s neoplasias, em 2013, as estimativas de c&#226;ncer no Brasil foram de 518.510 novos casos da doen&#231;a; entre os tipos de c&#226;ncer com maior incid&#234;ncia, est&#227;o os de mama no sexo feminino (53.000) e de pr&#243;stata no sexo masculino (60.000).<sup>10</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Haja vista o crescimento acelerado da popula&#231;&#227;o de idosos e os aspectos a ela inerentes, o fen&#244;meno do envelhecimento constitui uma quest&#227;o atual, tornando-se necess&#225;rio conhecer o perfil das taxas de mortalidade dessa popula&#231;&#227;o. Acredita-se ser poss&#237;vel a preven&#231;&#227;o de doen&#231;as cr&#244;nicas e suas sequelas, controle de suas causas e fatores de risco, com o incremento de a&#231;&#245;es e programas de preven&#231;&#227;o.<sup>2</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O objetivo deste estudo foi descrever a tend&#234;ncia das taxas de mortalidade para as principais causas de &#243;bitos na popula&#231;&#227;o de idosos do munic&#237;pio de Mar&#237;lia, estado de S&#227;o Paulo, Brasil, com base em dados de dois tri&#234;nios: 1998-2000 e 2005-2007.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>M&#233;todos</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Foi realizado estudo epidemiol&#243;gico descritivo sobre a mortalidade de idosos do munic&#237;pio de Marilia-SP, nos tri&#234;nios de 1998 a 2000 e 2005 a 2007.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Marilia-SP est&#225; localizada na regi&#227;o Centro-Oeste de S&#227;o Paulo, a uma dist&#226;ncia de aproximadamente 456 km da Capital do estado. Sua taxa de urbaniza&#231;&#227;o &#233; de 93%. Considerando-se os limites munic&#237;pio, seu territ&#243;rio perfaz 1.194 km<sup>2</sup>, dos quais 42 km<sup>2</sup> em &#225;rea urbana. O Censo de 2010 contabilizou 216.576 indiv&#237;duos, sendo 29.594 (13,7%) idosos, dos quais 15.729 (7,3%) tinham entre 60 e 69 anos, 9.414 (4,3%) entre 70 e 79 anos e 4.451 (2,1%), 80 e mais anos de idade.<sup>4</sup> Nesta pesquisa, adotou-se a defini&#231;&#227;o de idoso da OMS para pa&#237;ses em desenvolvimento: o segmento da popula&#231;&#227;o de 60 e mais anos de idade.<sup>11</sup> Os idosos foram classificados em tr&#234;s grupos et&#225;rios: 60 a 69; 70 a 79; e 80 e mais anos.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os dados referentes aos &#243;bitos foram compilados do Sistema de Informa&#231;&#245;es sobre Mortalidade (Sim).<sup>12 </sup>Foram analisados os &#243;bitos de dois per&#237;odos, cada um de tr&#234;s anos consecutivos, com o prop&#243;sito de diminuir as flutua&#231;&#245;es no n&#250;mero de &#243;bitos registrado a cada ano.<sup>13-14</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Foram calculados coeficientes de mortalidade por idade e sexo, n&#227;o padronizados (o per&#237;odo de tempo do estudo foi curto e n&#227;o houve mudan&#231;a na estrutura et&#225;ria da popula&#231;&#227;o entre o come&#231;o e o fim desse per&#237;odo), por 10 mil homens e 10 mil mulheres, para todos os agravos nos grupos de idades, em cada per&#237;odo. Como numerador, foi considerada a m&#233;dia trienal de &#243;bitos, e como denominador, a m&#233;dia da popula&#231;&#227;o do tri&#234;nio. As estimativas populacionais de refer&#234;ncia, relativas ao sexo e &#224; idade dos idosos em Marflia-SP, foram obtidas junto ao IBGE.<sup>4</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">De acordo com a D&#233;cima Revis&#227;o da Classifica&#231;&#227;o Estat&#237;stica Internacional de Doen&#231;as e Problemas Relacionados &#224; Sa&#250;de (CID-10),<sup>15</sup> foram identificadas as causas da mortalidade dos idosos, classificadas em tr&#234;s grupos de doen&#231;as: aquelas que acometem o aparelho circulat&#243;rio (DCV: I00-I99), especialmente as doen&#231;as isqu&#234;micas do cora&#231;&#227;o (DIC: I20-I25) e os dist&#250;rbios cerebrovasculares (DCBV: I60-I69); as neoplasias (NEOP: C00-D48), destacando-se as neoplasias malignas de pr&#243;stata (NMP: C61), mama (NMM: C50), traqueia, br&#244;nquios e pulm&#227;o (NMTBP: C34); e as doen&#231;as do aparelho respirat&#243;rio (DAR: J00-J18), com destaque para as pneumonias (PNEUM: J100-J18) e doen&#231;as cr&#244;nicas das vias a&#233;reas inferiores (DCVAI: J40-J47).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A magnitude da mortalidade pelos tr&#234;s conjuntos de doen&#231;as e subgrupos, segundo o sexo e a faixa et&#225;ria, revelou-se na descri&#231;&#227;o dos coeficientes de mortalidade. Para cada um dos grupos et&#225;rios selecionados, foi calculada a varia&#231;&#227;o porcentual relativa (&#916;%) desses coeficientes entre o segundo e o primeiro tri&#234;nio considerados no estudo:</font></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v23n2/2a16for1.gif" border="0"></p>     <p align="left"><font face="Verdana" size="2">O estudo obteve a aprova&#231;&#227;o do Comit&#234; de &#201;tica em Pesquisa da Faculdade de Medicina de Mar&#237;lia: Protocolo n<sup>o</sup> 436/10.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="left">&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Resultados</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Entre as tr&#234;s principais causas de mortalidade na popula&#231;&#227;o de idosos do munic&#237;pio de Mar&#237;lia-SP, destacaram-se as doen&#231;as do aparelho circulat&#243;rio, neoplasias e doen&#231;as do aparelho respirat&#243;rio, totalizando 5.263 &#243;bitos ao longo do per&#237;odo pesquisado. Verificou-se predomin&#226;ncia de doen&#231;as cardiovasculares, respons&#225;veis por um total de 2.766 mortes, independentemente do sexo e das faixas et&#225;rias analisadas, seguindo-se as neoplasias, com 1.406 &#243;bitos, e as doen&#231;as do aparelho respirat&#243;rio, com 1.091 mortes.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Quanto &#224;s doen&#231;as do aparelho circulat&#243;rio, houve diminui&#231;&#227;o da mortalidade por essas causas em ambos os sexos e na maioria das faixas et&#225;rias, quando se compara os dois tri&ecirc;nios (<a href="#t1">Tabela 1</a>). Em rela&#231;&#227;o aos subgrupos, observou-se redu&#231;&#227;o no coeficiente de mortalidade para as doen&#231;as cerebrovasculares em todos os grupos et&#225;rios, embora essa redu&#231;&#227;o tenha se mostrado mais significativa no sexo feminino, nas faixas et&#225;rias de 60 a 69 (38,34%), 70 a 79 (50,39%) e 80 e mais anos de idade (26,67%). No coeficiente de mortalidade por doen&#231;as isqu&#234;micas do cora&#231;&#227;o, evidenciou-se redu&#231;&#227;o no sexo masculino entre os 70 e os 79 (24,72%) e aos 80 e mais anos (40,39%), e no sexo feminino, nas idades de 60 a 69 (41,95%) e 80 e mais anos (34,87%).</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v23n2/2a16t1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">A <a href="#t2">Tabela 2</a> apresenta o coeficiente de mortalidade por neoplasias em idosos segundo sexo e grupo et&#225;rio, por tri&ecirc;nios (1998 a 2000 e 2005 a 2007). Verificou-se uma diminui&#231;&#227;o de 27,37% no risco de morte para o sexo feminino na faixa et&#225;ria de 60 a 69 anos. No sexo masculino, constatou-se aumento de 13,82% no risco de &#243;bito por neoplasias entre os 70 e os 79 anos de idade. Os coeficientes de mortalidade por neoplasias malignas de traqueia, br&#244;nquios e pulm&#227;o diminu&#237;ram em ambos os sexos e idades observadas, &#224; exce&#231;&#227;o daqueles e daquelas com 80 e mais anos. Essa redu&#231;&#227;o foi de 40,42% para os homens nas idades de 60 a 69 anos. O risco de morrer por neoplasia maligna de pr&#243;stata no sexo masculino diminuiu em 83,36% na idade de 60 a 69 anos, e em 30,50% para quem se encontrava entre os 70 e os 79 anos. No sexo feminino, a redu&#231;&#227;o na taxa de mortalidade por neoplasia maligna de mama foi de 70,96% aos 60-69 anos e de 28,57% aos 70-79 anos de idade. Na faixa et&#225;ria de 80 e mais anos, em ambos os sexos, ocorreu uma invers&#227;o na causa de morte em rela&#231;&#227;o &#224;s doen&#231;as respirat&#243;rias e neoplasias. &#201; importante ressaltar o aumento dos coeficientes de mortalidade por doen&#231;as do aparelho respirat&#243;rio na faixa de idade &#8805;80 anos: 39,31% para os homens e 57,92% para as mulheres. Aqui, sobressa&#237;ram as pneumonias, com risco de morte de 86,24% para o sexo feminino.</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v23n2/2a16t2.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na <a href="#t3">Tabela 3</a>, observa-se aumento de 14,1% na taxa de mortalidade por neoplasias em geral. Na neoplasia maligna de pr&#243;stata, esse aumento foi de 5,74%. Quanto &#224;s neoplasias de traqueia, br&#244;nquios e pulm&#227;o, entretanto, houve redu&#231;&#227;o de 36,93% na mortalidade por essa causa.</font></p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v23n2/2a16t3.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">A <a href="#t4">Tabela 4</a> apresenta um aumento no risco de morrer por doen&#231;as do aparelho respirat&#243;rio no sexo masculino de 28,07% aos 60-69 anos, e de 7,73% entre os 70 e os 79 anos de idade; no sexo feminino, houve redu&#231;&#227;o de 35,55% na mortalidade por essas doen&#231;as, na faixa et&#225;ria dos 60 aos 69 anos, enquanto nas mulheres de 70 a 79 anos, observou-se aumento de 8,19%. O risco de &#243;bito por pneumonias no sexo masculino aumentou 77,26% nas idades de 60 a 69 anos, e 50,53% entre os 70 e os 79 anos; no sexo feminino, houve redu&#231;&#227;o de 59,29% na faixa et&#225;ria de 60 a 69 anos, e aumento de 35,59% entre os 70 e os 79 anos.</font></p>     <p><a name="t4"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v23n2/2a16t4.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Na faixa de idade dos 80 e mais anos, para ambos os sexos, o risco de morte por neoplasias aumentou em aproximadamente 27,00%. Para os homens, a mortalidade por neoplasia maligna de pr&#243;stata aumentou 199,16%; nas mulheres, o risco de morte por neoplasia maligna de mama cresceu 11,66%. A neoplasia maligna de traqueia, br&#244;nquios e pulm&#227;o mostrou redu&#231;&#227;o de 5,01% no risco de morte entre homens; j&#225; em mulheres, esse risco aumentou nada menos que 502,38%.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para as doen&#231;as do aparelho respirat&#243;rio enquanto causa de &#243;bito em idosos, apresentadas na <a href="#t5">Tabela 5</a>, o coeficiente de mortalidade no sexo masculino aumentou em 34,38% na idade de 60 e mais anos; no sexo feminino, o aumento no risco de morrer por essas doen&#231;as foi de 27,16%. Encontrou-se aumento de 13,96% nas mortes por pneumonias em homens, e diminui&#231;&#227;o de 9,74% nesse risco entre as mulheres. O coeficiente de mortalidade para as doen&#231;as cr&#244;nicas das vias a&#233;reas inferiores aumentou em ambos os sexos: nos homens idosos, esse aumento foi de 59,53%; e nas mulheres idosas, de 54,11%.</font></p>     <p><a name="t5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/ess/v23n2/2a16t5.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Discuss&#227;o</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">A pesquisa apontou uma redu&#231;&#227;o do coeficiente de mortalidade por doen&#231;as cardiovasculares e cerebrovasculares em ambos os sexos e em todas as idades pesquisadas. Os resultados encontrados foram semelhantes aos de estudo sobre a mortalidade por doen&#231;as cardiovasculares no munic&#237;pio de S&#227;o Jos&#233; do Rio Preto-SP, que encontrou diminui&#231;&#227;o do coeficiente de mortalidade por essas causas na popula&#231;&#227;o acima de 50 anos.<sup>16</sup> Resultados similares foram apresentados em estudo sobre a mortalidade da popula&#231;&#227;o idosa de munic&#237;pios do Rio Grande do Sul entre 1996 e 2004, quando as principais causas de &#243;bitos foram as doen&#231;as do aparelho circulat&#243;rio (doen&#231;as cerebrovasculares e isqu&#234;micas do cora&#231;&#227;o).<sup>8</sup> Pesquisa sobre causas de mortalidade em idosos atendidos no Ambulat&#243;rio de Geriatria do Hospital de Cl&#237;nicas da Universidade Estadual de Londrina (UEL) - um estudo de seguimento de nove anos, com in&#237;cio em julho de 1997 e t&#233;rmino em 30 de abril 2007 - encontrou predom&#237;nio da mortalidade por doen&#231;as cardiovasculares, com maior propor&#231;&#227;o de &#243;bitos por doen&#231;as cerebrovasculares.<sup>17</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os achados do presente estudo s&#227;o condizentes com os do estudo 'Sa&#250;de, Bem-estar e Envelhecimento',<sup>18 </sup>que tamb&#233;m encontrou o conjunto das doen&#231;as do aparelho circulat&#243;rio como o de maior risco de morte entre os idosos entrevistados.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Corroborando os resultados apresentados sobre as neoplasias, estudo realizado no Brasil identificou essa doen&#231;a como a segunda causa de mortalidade no pa&#237;s desde 2000. No per&#237;odo de 2002 a 2004, a taxa de mortalidade por c&#226;ncer foi de 76,39 por 100 mil habitantes, sendo maior no sexo masculino (83,80 por 100 mil habitantes) frente ao feminino (69,19 por 100 mil habitantes).<sup>19</sup> Entre os homens, o c&#226;ncer de traqueia, br&#244;nquios e pulm&#245;es foi o que apresentou maior mortalidade, com taxa de 12,83 &#243;bitos por 100 mil homens. As maiores taxas foram encontradas nas macrorregi&#245;es Sul e Sudeste, havendo diferen&#231;as da ordem de 4,2 vezes entre as taxas extremas. A segunda maior taxa de mortalidade por neoplasias em homens brasileiros foi por c&#226;ncer de pr&#243;stata, com 10,31 mortes por 100 mil homens.<sup>19</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O coeficiente de neoplasia de pulm&#227;o encontrado nesta pesquisa est&#225; de acordo com achado do Instituto Nacional do C&#226;ncer, que encontrou as maiores taxas de incid&#234;ncia dessa neoplasia em homens.<sup>10</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O risco de morrer por doen&#231;as do aparelho respirat&#243;rio, segundo o presente trabalho, foi semelhante ao revelado pela an&#225;lise de &#243;bitos do estudo 'Sa&#250;de, Bem-estar e Envelhecimento'.<sup>18</sup> Os dados apresentados tamb&#233;m guardam similaridade com estudo sobre causas de &#243;bitos em idosos na cidade de Fortaleza-CE, onde se registrou maior n&#250;mero de &#243;bitos por doen&#231;as respirat&#243;rias no ano de 2004, com 1.054 mortes, as quais correspondiam a 21,61% dos &#243;bitos por causa, e 12,55% do total de &#243;bitos do ano.<sup>20</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Em outra confirma&#231;&#227;o dos resultados desse estudo, uma pesquisa sobre 'Doen&#231;as cr&#244;nicas n&#227;o transmiss&#237;veis no Brasil: carga e desafios atuais' afirma que as DCNT predominam como fontes de carga de doen&#231;a no pa&#237;s, cujas pol&#237;ticas de sa&#250;de t&#234;m-se dedicado ao planejamento de a&#231;&#245;es de promo&#231;&#227;o da sa&#250;de e preventivas.<sup>21</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Uma das limita&#231;&#245;es apresentadas por este estudo decorre da utiliza&#231;&#227;o de dados secund&#225;rios do Sistema de Informa&#231;&#245;es sobre Mortalidade - SIM. Nos n&#237;veis federal, estadual e municipal, a cobertura e a qualidade do SIM t&#234;m apresentado melhorias. Entretanto, o c&#225;lculo das taxas de mortalidade de maneira direta, a partir dos dados desse sistema, pode resultar em subestima&#231;&#227;o.<sup>22,23</sup> Tampouco foram considerados os &#243;bitos por causas mal definidas, de forma que se pode esperar subestima&#231;&#227;o das taxas de mortalidade encontradas. Por se tratar de um estudo epidemiol&#243;gico descritivo, n&#227;o houve a inten&#231;&#227;o de investigar fatores de risco para as doen&#231;as cr&#244;nicas n&#227;o transmiss&#237;veis aqui apresentadas, embora essa investiga&#231;&#227;o mostre-se de extrema relev&#226;ncia e - recomenda-se - deva ser objeto de futuros estudos no munic&#237;pio de Mar&#237;lia-SP.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Esta pesquisa permitiu conhecer a magnitude do problema, as tend&#234;ncias das taxas de mortalidade das tr&#234;s principais causas de &#243;bitos da popula&#231;&#227;o idosa do munic&#237;pio de Mar&#237;lia-SP. Considerando-se tratar de problema de Sa&#250;de P&#250;blica, respons&#225;vel por custos substanciais ao Sistema &#218;nico de Sa&#250;de (SUS) do pa&#237;s e impactos sociais elevados, os resultados obtidos oferecem subs&#237;dios para o planejamento de a&#231;&#245;es de promo&#231;&#227;o da sa&#250;de do idoso.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Contribui&#231;&#227;o dos autores</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Carvalho MHR redigiu o manuscrito e realizou a pesquisa.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Carvalho SMR desenvolveu a parte estat&#237;stica do estudo.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Laurenti R realizou a revis&#227;o cr&#237;tica do manuscrito.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Pay&#227;o SLM foi o orientador da pesquisa e participou da revis&#227;o cr&#237;tica do manuscrito.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Todos os autores aprovaram a vers&#227;o final do manuscrito e s&#227;o respons&#225;veis por todos os aspectos do trabalho, incluindo a garantia de sua precis&#227;o e integridade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">1. Carvalho JAM. Crescimento populacional e estrutura demogr&#225;fica no Brasil. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Ci&#234;ncias Econ&#244;micas. Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional; 2004. (Texto para discuss&#227;o; 227).</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">2. Veras R. Envelhecimento populacional contempor&#226;neo: demandas, desafios e inova&#231;&#245;es. Rev Saude Publica. 2009 mai-jun;43(3):548-54.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">3. Brito F. Transi&#231;&#227;o demogr&#225;fica e desigualdades sociais no Brasil. Rev Bras Est Pop. 2008 jan-jun;25(1):5-26.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">4. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&#237;stica. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&#237;stica; 2011 &#91;Internet&#93;.&#91;citado 2011 set 10&#93;. Dispon&#237;vel em: <a href="http://www.ibge.gov.br/home/" target="_blank">http://www.ibge.gov.br/hom5</a></font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">5. Malta DC, Cez&#225;rio AC, Moura L, Morais Neto OL, Silva Junior JB. A constru&#231;&#227;o da vigil&#226;ncia e preven&#231;&#227;o das doen&#231;as cr&#244;nicas n&#227;o transmiss&#237;veis no contexto do Sistema &#218;nico de Sa&#250;de. Epidemiol Serv Saude. 2006 jul-set;15(3):47-65.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">6. World Heath Organization. Global status report on noncommunicable diseases 2010: description of the global burden of NCDs, their risk factors and determinants &#91;Internet&#93;. Geneva: World Heath Organization; 2011 &#91;cited 2013 Aug 26&#93;. Available from: <a href="http://whqlibdoc.who.int/publications/2011/9789240686458_eng.pdf" target="_blank">http://whqlibdoc.who.int/publications/2011/9789240686458_eng.pdf</a></font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">7. Silva VL, Albuquerque MFPM, Cesse EAP, Luna CF. Perfil de mortalidade do idoso: an&#225;lise da evolu&#231;&#227;o temporal em uma capital do Nordeste brasileiro de 1996 a 2007. 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Cienc Saude Coletiva. 2007 mai-jun;12(3):643-65.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="img/revistas/ess/v20n1/seta.gif" border="0"></a>Endere&#231;o para correspond&#234;ncia:    <br> </b></font><font face="Verdana" size="2"><b>Maria Helena Ribeiro de Carvalho    <br> </b>- Faculdade de Medicina de Mar&#237;lia,    <br> Avenida Jos&#233; de Grande, n<sup>o</sup> 332,     <br> Jardim Parati, Mar&#237;lia-SP, Brasil.    <br>  CEP: 17519-470</font>    <br> <font face="Verdana" size="2"><i>E-mail: </i><a href="mailto:marihel2002@uol.com.br">marihel2002@uol.com.br</a></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"> Recebido em 18/06/2013    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Aprovado em 06/03/2014</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup><a href="#topo">*</a></sup>Artigo originado da tese de Doutorado intitulada 'Perfil epidemiol&#243;gico da popula&#231;&#227;o de idosos do Munic&#237;pio de Mar&#237;lia-SP, defendida por Maria Helena Ribeiro de Carvalho junto ao Programa de P&#243;s-Gradua&#231;&#227;o da Universidade do Sagrado Cora&#231;&#227;o - USC - de Bauru, S&#227;o Paulo, Brasil, em 2012.</font></p>      ]]></body><back>
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