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<journal-title><![CDATA[Epidemiologia e Serviços de Saúde]]></journal-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Rio Grande do Norte Instituto de Medicina Tropical ]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p><span style="line-height:115%; font-family:'Arial','sans-serif'; font-size:9.0pt; "><font color="#990033">http://dx.doi.org/10.5123/S1679-49742015000400021</font></span></p>     <p align="right"><font face="Verdana" size="2"><b>ARTIGO DE OPINI&Atilde;O</b></font></p>     <p align="left">&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b><a name="topo"></a>Febre pelo v&#237;rus Zika</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Zika Virus Fever</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Kleber Giovanni Luz<sup>1</sup>; Glauco Igor    Viana dos Santos<sup>1</sup>; Renata de Magalh&#227;es Vieira<sup>1</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup>Universidade Federal do Rio Grande    do Norte, Instituto de Medicina Tropical, Natal-RN, Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p><hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">No    segundo semestre de 2014, uma nova doen&#231;a febril foi registrada em algumas    cidades do Nordeste brasileiro.<sup>1 </sup>As manifesta&#231;&#245;es cl&#237;nicas    dessa doen&#231;a n&#227;o preenchiam os crit&#233;rios para uma doen&#231;a    exantem&#225;tica cl&#225;ssica, como o sarampo, a rub&#233;ola, a escarlatina    ou exantema s&#250;bito. Apesar de a regi&#227;o Nordeste ser uma &#225;rea    end&#234;mica para o v&#237;rus da dengue (DENV), algumas avalia&#231;&#245;es    sorol&#243;gicas para o DENV foram negativas.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Devido ao fato de alguns pacientes apresentarem    edema articular, a infec&#231;&#227;o pelo v&#237;rus chikungunya (CHIKV) tamb&#233;m    foi investigada, igualmente com resultados sorol&#243;gicos e exames pela t&#233;cnica    de <i>polymerase chain reaction </i>(PCR) negativos para o CHIKV.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Os casos suspeitos estavam presentes nas cidades    de Natal, capital do Rio Grande do Norte, e Recife, capital do estado de Pernambuco,    entre outras localidades menores. Ap&#243;s extensa investiga&#231;&#227;o desses    casos, foi confirmada a circula&#231;&#227;o do v&#237;rus Zika (ZIKV) nessa    regi&#227;o do pa&#237;s, registrada nas primeiras publica&#231;&#245;es sobre    sua ocorr&#234;ncia no Rio Grande do Norte e na Bahia.<sup>1,2</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Desde ent&#227;o, m&#233;dicos infectologistas    dedicaram-se &#224; investiga&#231;&#227;o da in&#233;dita epidemia. Em maio    de 2015, a Organiza&#231;&#227;o Pan-Americana da Sa&#250;de emitiu um comunicado    a respeito do risco de transmiss&#227;o do v&#237;rus Zika (ZIKV) entre algumas    cidades nordestinas: casos aut&#243;ctones atribu&#237;dos &#224; cepa asi&#225;tica    do ZIKV, provavelmente trazida ao Brasil por turistas durante a Copa do Mundo    de Futebol de 2014, foram confirmados laboratorialmente, alertando para o potencial    de difus&#227;o global do v&#237;rus, de maneira semelhante ao DENV e CHIKV.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">O ZIKV foi inicialmente isolado em macacos Rhesus    na &#193;frica, mais precisamente em Uganda, no ano de 1947, e &#233; respons&#225;vel,    nos dias atuais, por uma arbovirose emergente no mundo. At&#233; recentemente,    apenas casos humanos espor&#225;dicos foram registrados. Em 2007, casos relacionados    ao ZIKV foram documentados fora dos continentes asi&#225;tico e africano, com    destaque para uma epidemia na Polin&#233;sia Francesa e a circula&#231;&#227;o    do v&#237;rus por v&#225;rios pa&#237;ses da Oceania.<sup>3</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">O v&#237;rus Zika &#233; um v&#237;rus ARN -    ou v&#237;rus RNA, <i>ribonucleic acid virus, </i>que tem o &#225;cido ribonucleico    como seu material gen&#233;tico. Ele pertence ao g&#234;nero Flaviv&#237;rus,    fam&#237;lia <i>Flaviviridae. </i>O genoma consiste em uma mol&#233;cula de    RNA, de cadeia simples e de sentido positivo. Alguns estudos relatam tr&#234;s    linhagens principais do ZIKV, uma original da &#193;sia e duas da &#193;frica.    O ZIKV &#233; transmitido principalmente pelos mosquitos <i>Aedes aegypti </i>e    <i>Aedes albopictus. </i>Tamb&#233;m existe a possibilidade de transmiss&#227;o    pela via sexual, por transfus&#227;o sangu&#237;nea e neonatal, embora n&#227;o    se saiba o real protagonismo dessas vias de transmiss&#227;o na propaga&#231;&#227;o    da infec&#231;&#227;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Pela an&#225;lise dos casos diagnosticados no    Nordeste brasileiro, pode-se inferir que a incid&#234;ncia dessa infec&#231;&#227;o    virai est&#225; intimamente relacionada &#224; prolifera&#231;&#227;o vetorial    e, consequentemente, &#224;s condi&#231;&#245;es sanit&#225;rias da regi&#227;o.    No munic&#237;pio de Natal, por exemplo, a maioria dos casos procediam da Zona    Norte da cidade, onde apenas 5% da rede de esgotamento sanit&#225;rio &#233;    adequadamente tratada. Em Natal, os dados entomol&#243;gicos apontam para presen&#231;a    significativa dos mosquitos <i>Aedes aegypti </i>e <i>Aedes albopictus. </i>&#201;    sempre importante lembrar: al&#233;m do homem, o ZIKV pode infectar animais,    sendo poss&#237;vel que estes venham a desempenhar um papel importante na perpetua&#231;&#227;o    dos casos no Brasil.<sup>1</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A apresenta&#231;&#227;o cl&#237;nica da infec&#231;&#227;o    por ZIKV &#233; inespec&#237;fica e por essa raz&#227;o, pode ser confundida    com outras doen&#231;as febris, principalmente dengue e febre chikungunya. Esse    aspecto dos achados cl&#237;nicos, associado ao fato de parte dos pacientes    apresentarem sintomas leves e n&#227;o procurarem atendimento m&#233;dico, somado    &#224; indisponibilidade de testes diagn&#243;sticos espec&#237;ficos nas unidades    hospitalares, contribui para a subnotifica&#231;&#227;o dos casos e desconhecimento    da real incid&#234;ncia da febre pelo v&#237;rus Zika.<sup>1</sup> O Minist&#233;rio    da Sa&#250;de do Brasil chama a aten&#231;&#227;o para casos de febre acompanhada    de exantema pruriginoso como indicativos de suspeita de infec&#231;&#227;o pelo    ZIKV. Em alguns casos, n&#227;o pouco frequentes, a infec&#231;&#227;o se manifesta    sem febre. Entretanto, deve-se considerar a possibilidade de rea&#231;&#227;o    cruzada com outros flaviv&#237;rus nos testes sorol&#243;gicos, superestimando    as estimativas epidemiol&#243;gicas.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A maioria dos pacientes sintom&#225;ticos infectados    pelo ZIKV apresenta uma doen&#231;a branda e autolimitada, com dura&#231;&#227;o    pr&#243;xima a uma semana. Recomenda-se o diagn&#243;stico em todo paciente    com quadro agudo de febre baixa, cefal&#233;ia e <i>rash </i>maculopapular pruriginoso    ou n&#227;o. Enquanto na dengue, a fragilidade capilar justifica a possibilidade    de a doen&#231;a evoluir com manifesta&#231;&#245;es hemorr&#225;gicas e implica    progn&#243;stico reservado, na febre por ZIKV, os principais sintomas s&#227;o    febre, cefaleia e exantema maculopapular pruriginoso. A prova do la&#231;o &#233;,    portanto, uma ferramenta importante para o manejo dos pacientes nas unidades    de pronto-atendimento, visto que pode indicar casos de infec&#231;&#227;o pelo    v&#237;rus da dengue.<sup>4</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Apesar de tratar-se de uma doen&#231;a de evolu&#231;&#227;o    benigna, a maioria dos pacientes procuram atendimento m&#233;dico, principalmente    em prontos-socorros. Assim, a epidemia foi respons&#225;vel por um aumento significativo    do n&#250;mero de pacientes atendidos nos servi&#231;os p&#250;blicos de urg&#234;ncia    e emerg&#234;ncia, com consequente superlota&#231;&#227;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Em alguns grupos, a febre pelo ZIKV apresenta    certas peculiaridades. Nas crian&#231;as, o quadro cut&#226;neo pode ser at&#237;pico,    caracterizado, por exemplo, de les&#245;es maculares com tend&#234;ncia &#224;    conflu&#234;ncia, les&#245;es vesiculares, e at&#233; mesmo tend&#234;ncia &#224;    recorr&#234;ncia sob determinados fatores precipitantes, como estresse. Em imunosuprimidos,    &#233; poss&#237;vel a ocorr&#234;ncia de quadros com complica&#231;&#245;es    viscerais graves, prolongados ou fatais, como acontece com outras infec&#231;&#245;es    virais nesse segmento da popula&#231;&#227;o.<sup>1</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Embora a doen&#231;a tenda a evoluir de forma    favor&#225;vel, h&#225; relatos de complica&#231;&#245;es neurol&#243;gicas    tardias, provavelmente imunomediadas, como a s&#237;ndrome de Guillain-Barr&#233;    (SGB), relatada tanto nos surtos ocorridos na Polin&#233;sia Francesa (na &#250;ltima    d&#233;cada) como nas epidemias recentes no Rio Grande do Norte e na Bahia (Brasil).    Portanto, os cl&#237;nicos devem estar atentos para quadros de fraqueza nos    membros inferiores, observados em pacientes com quadro sugestivo de ZIKV. O    diagn&#243;stico da SGB &#233; baseado principalmente - al&#233;m das manifesta&#231;&#245;es    cl&#237;nicas de fraqueza muscular nos membros inferiores - na cl&#225;ssica    dissocia&#231;&#227;o prote&#237;no-citol&#243;gica no l&#237;quido cefalorraquidiano.    Algumas vezes, esse achado n&#227;o se revela em uma primeira pun&#231;&#227;o    lombar, sendo necess&#225;rio que se repita a pun&#231;&#227;o para que se evidencie    tal altera&#231;&#227;o. Em alguns casos de SGB causados pelo ZIKV, o surgimento    das manifesta&#231;&#245;es cl&#237;nicas &#233; bastante precoce, cerca de    duas semanas ap&#243;s a infec&#231;&#227;o clinicamente manifesta. Casos de    maior gravidade poder&#227;o ocorrer por descompensa&#231;&#227;o da doen&#231;a    de base, como nos diab&#233;ticos e cardiopatas.<sup>1</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Ainda, h&#225; que se considerar a implica&#231;&#227;o    da infec&#231;&#227;o pelo ZIKV em gestantes na ocorr&#234;ncia de microcefalia    em rec&#233;m-nascidos. Esta hip&#243;tese foi levantada ap&#243;s a detec&#231;&#227;o    do aumento inesperado no n&#250;mero de casos de microcefalia, inicialmente    em Pernambuco e posteriormente em outros da regi&#227;o Nordeste do Brasil,    a partir de outubro de 2015.<sup>5 </sup>Em novembro de 2015, o Minist&#233;rio    da Sa&#250;de confirmou a rela&#231;&#227;o entre a infec&#231;&#227;o pelo    v&#237;rus Zika e a ocorr&#234;ncia de microcefalia. A presen&#231;a do v&#237;rus    foi identificada por pesquisadores do Instituto Evandro Chagas (IEC) em amostras    de sangue e tecidos de um rec&#233;m-nascido no Cear&#225; que apresentava microcefalia    e outras malforma&#231;&#245;es cong&#234;nitas.<sup>6</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A testagem para ZIKV encontra-se entre as medidas    indicadas pelo Minist&#233;rio da Sa&#250;de no protocolo que define os procedimentos    preliminares a serem adotados para a vigil&#226;ncia dos casos de microcefalia    no Brasil.<sup>7</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Laboratorialmente, na maioria das vezes, o hemograma    n&#227;o exibe altera&#231;&#245;es. Leucopenia, linfocitose e plaquetopenia    s&#227;o poss&#237;veis, embora incomuns e inespec&#237;ficas. O diagn&#243;stico    definitivo &#233; realizado por meio de exames dispendiosos e - com raras exce&#231;&#245;es    - dispon&#237;veis apenas em alguns centros de refer&#234;ncia, caso da <i>reverse    transcription polymerase chain reaction </i>(RT-PCR).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Sorologias, como a realizada pela t&#233;cnica    ELISA, podem ser positivas ap&#243;s a fase sintom&#225;tica da doen&#231;a,    adquirindo import&#226;ncia enquanto diagn&#243;stico retrospectivo para fins    epidemiol&#243;gicos. Entretanto, deve-se lembrar que a sorologia pode ter menor    especificidade em regi&#245;es onde circulam diferentes flaviv&#237;rus e, nesse    contexto, o RT-PCR assume grande relev&#226;ncia. O governo do Brasil tem empreendido    esfor&#231;os no sentido de disponibilizar testes sorol&#243;gicos para os casos    suspeitos.<sup>1</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Todavia, n&#227;o existem guias que orientem    o tratamento. Assim, o manejo depende de relatos de outras epidemias (asi&#225;ticas    e africanas) e da experi&#234;ncia adquirida na abordagem de outras arboviroses,    como dengue. O tratamento da febre Zika inclui, basicamente, repouso, hidrata&#231;&#227;o    e tratamento sintom&#225;tico. O uso de anti-inflamat&#243;rios n&#227;o hormonais    &#233; contraindicado, devendo ser reavaliado naqueles que se utilizam, com    frequ&#234;ncia, desses medicamentos para doen&#231;as reumatol&#243;gicas.    Os casos de SGB dever&#227;o ser imediatamente tratados, em ambiente hospitalar,    sendo &#224;s vezes necess&#225;rio suporte de terapia intensiva. O uso da imunoglobulina    &#233; necess&#225;rio nesses casos. E, em casos especiais, a plasmaferese.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Devido &#224; sobreposi&#231;&#227;o dos sintomas    nas diferentes arboviroses, o diagn&#243;stico espec&#237;fico de ZIKV em regi&#245;es    tropicais representa um desafio. Ademais, em per&#237;odos de chuvas, outras    doen&#231;as tamb&#233;m devem ser consideradas, como a leptospirose. Farmacodermia    &#233; sempre um diagn&#243;stico diferencial importante, face &#224; automedica&#231;&#227;o    de muitos pacientes por quest&#245;es culturais, e por constituir um processo    de evolu&#231;&#227;o r&#225;pida e potencialmente fatal.<sup>8-10</sup></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Para a equipe de sa&#250;de, mostra-se necess&#225;rio    treinamento espec&#237;fico e maior vigil&#226;ncia de sinais e sintomas indicativos    de evolu&#231;&#227;o at&#237;pica ou grave da infec&#231;&#227;o. Deve-se disponibilizar    uma educa&#231;&#227;o m&#233;dica continuada sobre o tema, haja vista a maioria    dos pacientes serem conduzidos clinicamente, por m&#233;dicos generalistas lotados    em unidades de pronto-atendimento.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Haja vista a prolifera&#231;&#227;o do mosquito    ser diretamente proporcional &#224;s p&#233;ssimas condi&#231;&#245;es sanit&#225;rias,    e dengue, chikungunya e ZIKV compartilharem o mesmo vetor, o Estado deve implementar    medidas efetivas para o controle da doen&#231;a, com especial enfoque na educa&#231;&#227;o    da popula&#231;&#227;o. Outrossim, o complexo contexto epidemiol&#243;gico da    co-circula&#231;&#227;o desses tr&#234;s v&iacute;rus deve ser considerado em futuras    pesquisas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Refer&#234;ncias</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">1. Zanluca C, Melo VCA, Mosimann ALP, Sartos    GIV, Santos CND, Luz K. First report of autochthonous transmission of Zika virus    in Brazil. Mem Inst Oswaldo Cruz. 2015 jun;110(4):569-72.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">2. Campos GS, Bandeira AC, Sardi SI. Zika Virus    outbreak, Bahia, Brazil. Emerg Infect Dis. 2015 Oct;21(10):1885-6.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">3.&nbsp;Faye O, Dupressoir A, Weidmann M, Ndiaye    M, Alpha Sall A. One-step RT-PCR for detection of Zika virus. J Clin Virology.    2008 Sep;43(1):96-101.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">4. Musso D, Cao-Lormeau VM, Guble DJ. Zika virus:    following the path of dengue and chikungunya? Lancet. 2015 Jul;386(990):243-4.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">5. Minist&#233;rio da Sa&#250;de (BR). Secretaria    de Vigil&#226;ncia em Sa&#250;de. Situa&#231;&#227;o epidemiol&#243;gica de    ocorr&#234;ncia de microcefalias no Brasil, 2015. Bol Epidemiol. 2015;46(34):1-3.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">6. Minist&#233;rio da Sa&#250;de (BR). Minist&#233;rio    da Sa&#250;de confirma rela&#231;&#227;o entre v&#237;rus Zika e microcefalia    &#91;Internet&#93;. Bras&#237;lia: Minist&#233;rio da Sa&#250;de; 2015. &#91;citado em 2015    dez 01&#93;. Dispon&#237;vel em: <a href="http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/21014-ministerio-da-saude-confirma-relacao-entre-virus-zika-e-microcefalia" target="_blank">http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/21014-ministerio-da-saude-confirma-relacao-entre-virus-zika-e-microcefalia</a></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">7. Minist&#233;rio da Sa&#250;de (BR). Secretaria    de Vigil&#226;ncia em Sa&#250;de. Departamento de Vigil&#226;ncia Epidemiol&#243;gica.    Nota informativa n&deg;1, de 17 de novembro de 2015. Procedimentos preliminares    a serem adotados para a vigil&#226;ncia dos casos de microcefalia no Brasil    &#91;Internet&#93;. Bras&#237;lia: Minist&#233;rio da Sa&#250;de; 2015 &#91;acesso 2015    nov .30&#93;. Dispon&#237;vel em: <a href="http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2015/novembro/18/microcefalia-nota-informativa-17nov2015-c.pdf" target="_blank">http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2015/novembro/18/microcefalia-nota-informativa-17nov2015-c.pdf</a></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">8. Hayes EB. Zika virus outside Africa. Emerg    Infect Dis. 2009 Sep;15(9):1.347-50.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">9. Foy BD, Kobylinski KC, Chilson Foy JL, Blitvich    BJ, Travassos da Rosa A, Haddow AD, et al. Probable non-vector-borne transmission    of Zika virus, Colorado, USA. Emerg Infect Dis. 2011 May;17(5):880-2.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">10. Duffy MR, Tai-Ho C, Hancock WT, Powers AM,    Kool JL, Lanciotti RS, et al. Zika virus outbreak on Yap Island, Federated States    of Micronesia. N Engl J Med. 2009 Jun;360(24):2536-43.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="img/revistas/ess/v20n1/seta.gif" border="0"></a>Endere&#231;o    para correspond&#234;ncia:</b></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <font face="Verdana" size="2"><b>Kleber Giovanni Luz    <br>   </b>Rua C&#244;nego Monte, n<sup>o</sup> 110,    <br>   Quintas, Natal-RN, Brasil.    <br>   CEP: 59037-170    <br>   <i>E-mail: </i><a href="mailto:klebergluz@gmail.com">klebergluz@gmail.com</a></font></p>      ]]></body>
</article>
