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<journal-title><![CDATA[Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Naturais]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estrutura dos bosques de mangue da península de Bragança, Pará, Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The study describes the forest structure of three mangrove stands (Acarajó, Furo do Meio and Furo Grande) on Bragança peninsula, north-eastern Pará state, Brazil, using the point centered quarter method (PCQM). Three typical mangrove tree species were found: Rhizophora mangle, Avicennia germinans and Laguncularia racemosa. At all stands, R. mangle reached the highest importance values. At AC, we found individuals of various size classes, indicating possibly a constant rejuvenation process. At Furo do Meio, there were various individuals of medium size, indicating a peak of renovation event in the past. Furo Grande was characterised by a stand still in development, with mainly medium-sized trees and few larger specimens. The relationship between dbh and height showed that height growth is size limited. Tree density appeared low in comparison to other reports; however, examination of the dbh size class distribution reveals that the stands of the present investigation are mainly composed of comparatively large trees. Cluster analysis separated two groups, segregating Furo do Meio from both other sites (Acarajó, Furo Grande).]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="verdana"><b><a name="topo" id="topo"></a>Estrutura dos bosques de mangue da pen&iacute;nsula de Bragan&ccedil;a, Par&aacute;,  Brasil<a href="#n1"><sup><font size="3">1</font></sup></a></b></font><a name="s1" id="s1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="verdana"><b>Structure of mangrove stands on the Bragan&ccedil;a peninsula, Par&aacute;, Brazil</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Adriana dos Santos Matni<sup>I</sup>; Moirah  Paula Machado de Menezes<sup>I</sup>; Ulf Mehlig<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><sup>I</sup>Universidade  Federal do Par&aacute;. Campus de Bragan&ccedil;a. Instituto de Estudos Costeiros.  Laborat&oacute;rio de Biologia Vegetal. Bragan&ccedil;a, Par&aacute;, Brasil (<a href="mailto:amantnii@yahoo.com.br">amantnii@yahoo.com.br</a>) (<a href="mailto:moirah@ufpa.br">moirah@ufpa.br</a>)    <br>   <sup>II</sup>Zentrum f&uuml;r Marine Tropen&ouml;kologie (Centro de Ecologia Marinha Tropical) (<a href="mailto:ulf.mehlig@gmx.net">ulf.mehlig@gmx.net</a>)</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O presente estudo visa a descrever da estrutura de tr&ecirc;s bosques de mangue (Acaraj&oacute;, Furo  do Meio e Furo Grande) na pen&iacute;nsula de Bragan&ccedil;a, nordeste do estado do Par&aacute;. Neste estudo foi utilizado o m&eacute;todo do quadrante centrado  (PCQM). Foi constatada a presen&ccedil;a de tr&ecirc;s esp&eacute;cies t&iacute;picas de mangue: <i>Rhizophora mangle, Avicennia germinans </i>e <i>Laguncularia racemosa. </i>Todos  os bosques apresentaram valor de import&acirc;ncia mais elevado para <i>R. mangle. </i>Na &aacute;rea Acaraj&oacute;, h&aacute; presen&ccedil;a de indiv&iacute;duos de diferentes portes,  o que pode ser ind&iacute;cio de um processo constante de renova&ccedil;&atilde;o. Na &aacute;rea Furo do  Meio, h&aacute; v&aacute;rios indiv&iacute;duos de porte m&eacute;dio, o que pode ser ind&iacute;cio de uma  renova&ccedil;&atilde;o pret&eacute;rita. Furo Grande trata-se de um bosque ainda em fase de  crescimento, pois h&aacute; &aacute;rvores de porte m&eacute;dio e poucas de grande porte, como nas  outras &aacute;reas. A regress&atilde;o entre altura e di&acirc;metro mostra que a partir de 30 cm de DAP o crescimento em  altura cessa. A densidade de &aacute;rvores dos bosques parece baixa quando comparada  aos outros trabalhos desenvolvidos na regi&atilde;o, por&eacute;m, quando a distribui&ccedil;&atilde;o das  &aacute;rvores nas classes de di&acirc;metro e altura s&atilde;o observadas, percebe-se que os  bosques apresentam &aacute;rvores de grande porte. A an&aacute;lise de agrega&ccedil;&atilde;o mostra a  exist&ecirc;ncia de dois grupos de bosque, um formado por Furo do Meio e outro por  Acaraj&oacute; e Furo Grande</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Palavras-chave</b>: Manguezal.  Estrutura de bosques. Bragan&ccedil;a.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>ABSTRACT</b> </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">The study describes the forest structure of three mangrove stands  (Acaraj&oacute;, Furo do Meio and Furo Grande) on  Bragan&ccedil;a peninsula, north-eastern Par&aacute; state, Brazil, using the point centered  quarter method (PCQM). Three typical mangrove tree species were found: <i>Rhizophora  mangle, Avicennia germinans </i>and <i>Laguncularia racemosa. </i>At all  stands, <i>R. mangle </i>reached the highest importance values. At AC, we found  individuals of various size classes, indicating possibly a constant  rejuvenation process. At Furo do Meio, there were various individuals of medium  size, indicating a peak of renovation event in the past. Furo Grande  was characterised by a stand still in development, with mainly medium-sized  trees and few larger specimens. The relationship between dbh and height showed  that height growth is size limited. Tree density appeared low in comparison to  other reports; however, examination of the dbh size class distribution reveals  that the stands of the present investigation are mainly composed of  comparatively large trees. Cluster analysis separated two groups, segregating  Furo do Meio from both other sites (Acaraj&oacute;, Furo Grande).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Keywords</b>: Mangrove. Forest  structure. Bragan&ccedil;a.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Os manguezais de macromar&eacute;s da costa nordeste do Par&aacute; e noroeste do  Maranh&atilde;o estendem-se da ba&iacute;a de Maraj&oacute;,  Par&aacute; at&eacute; a Ponta de Tubar&atilde;o, ba&iacute;a de S&atilde;o Jos&eacute;, Maranh&atilde;o, totalizando 650 km de litoral em  linha reta (LACERDA, 1999), ocupando, somente  no estado do Par&aacute;, 2 177 km<sup>2</sup>  (SOUZA FILHO, 2005). Estes manguezais desenvolvem-se atr&aacute;s de praias e  dunas, &agrave;s margens das ba&iacute;as, em cons&oacute;rcio com restingas, nos estu&aacute;rios. Apesar  da baixa diversidade de esp&eacute;cies arb&oacute;reas, os manguezais caracterizam-se por  uma grande variabilidade espacial, como resposta &agrave;s diferentes condi&ccedil;&otilde;es locais  de salinidade, inunda&ccedil;&atilde;o e din&acirc;mica costeira (PROST; RABELO, 1996). A pen&iacute;nsula de  Bragan&ccedil;a, uma costa com diversas ba&iacute;as e estu&aacute;rios, localizada no nordeste do  estado do Par&aacute;, apresenta cerca de 180 km<sup>2</sup>, dos quais 160 km<sup>2</sup> constituem  bosques de manguezal (KRAUSE; SCHORIES; DIELE, 2001). Estes bosques constituem um bom exemplo desta variabilidade fito-espacial,  pois apresentam manguezais sob diferentes condi&ccedil;&otilde;es, desde alta salinidade e  baixa inunda&ccedil;&atilde;o at&eacute; manguezais de estu&aacute;rio sob a influ&ecirc;ncia da &aacute;gua doce do rio  Caet&eacute;. Portanto, este trabalho visou &agrave; descri&ccedil;&atilde;o da estrutura e &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o  de poss&iacute;veis diferen&ccedil;as estruturais em manguezais sob diferentes condi&ccedil;&otilde;es de  salinidade e de inunda&ccedil;&atilde;o ao longo da pen&iacute;nsula de Bragan&ccedil;a, Par&aacute;, Brasil.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>&Aacute;rea de estudo</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O estudo foi desenvolvido em tr&ecirc;s &aacute;reas de manguezais localizadas na  pen&iacute;nsula de Bragan&ccedil;a, no estu&aacute;rio do rio Caet&eacute;, Bragan&ccedil;a, Par&aacute; (<a href="#f1">Figura  1</a>). A plan&iacute;cie costeira bragantina apresenta cerca de 40 km de linha de costa,  estendendo-se desde a ponta do Maia&uacute; at&eacute; a foz do rio Caet&eacute; (SOUZA FILHO, 1995). O acesso ao manguezal &eacute;  facilitado pela rodovia PA-458, que corta cerca de 25 km de manguezal  (CARVALHO, 2000). Nesta pen&iacute;nsula  foram escolhidas tr&ecirc;s &aacute;reas sob diferentes condi&ccedil;&otilde;es de salinidade e inunda&ccedil;&atilde;o:</font></p>     <p><a name="f1" id="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/bmpegcn/v1n3/3a05f1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">&Aacute;rea 1 - Furo Grande (FG):  localizada na por&ccedil;&atilde;o norte da pen&iacute;nsula, inundada aproximadamente 175 dias por ano e com  salinidade intersticial entre 34 e 42 (MENEZES; BERGER;  WORBES, 2003).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">&Aacute;rea 2 - Furo do Meio (FdM): localizada na por&ccedil;&atilde;o central da pen&iacute;nsula,  inundada cerca de 120 dias por ano e com  salinidade intersticial entre 17 e 42 (MENEZES; BERGER;  WORBES., 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&Aacute;rea 3 - Acaraj&oacute; (AC): localizada a 6 km da cidade de Bragan&ccedil;a &agrave; margem do rio  Caet&eacute;, na comunidade do Acaraj&oacute;, inundada cerca de 140 dias por ano e com  salinidade intersticial entre 3 e 22 (MENEZES; BERGER; WORBES, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Estrutura do bosque</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Para o estudo dos par&acirc;metros estruturais foi utilizado o m&eacute;todo do  quadrante centrado (PCQM), segundo Schaeffer-Novelli e Cintr&oacute;n (1986). A altura das  &aacute;rvores foi estimada, usando-se como base de refer&ecirc;ncia uma r&eacute;gua de  aproximadamente 6 m  de altura. O di&acirc;metro do fuste foi medido &agrave; altura do peito (1,3 m), sendo que em indiv&iacute;duos de <i>Rhizophora </i>este par&acirc;metro  foi medido acima da &uacute;ltima raiz escora. &Aacute;rvores com di&acirc;metro menor que 2,5 cm n&atilde;o entraram no  invent&aacute;rio e aquelas com mais de um tronco foram consideradas como um &uacute;nico  indiv&iacute;duo. Com os dados de altura, di&acirc;metro e dist&acirc;ncia entre os indiv&iacute;duos,  foram calculados par&acirc;metros de &aacute;rea basal (m<sup>2</sup>.ha<sup>-1</sup>) e  densidade absoluta (ind.ha<sup>-1</sup>), que foram determinadas para o bosque  e por esp&eacute;cie. Densidade relativa, domin&acirc;ncia relativa, freq&uuml;&ecirc;ncia relativa e valor de  import&acirc;ncia foram estimados para cada esp&eacute;cie.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A rela&ccedil;&atilde;o entre altura e di&acirc;metro foi examinada atrav&eacute;s de an&aacute;lise de  regress&atilde;o n&atilde;o linear, usando o programa Xact vers&atilde;o 7.21d, e a similaridade  entre as &aacute;reas de estudo foi determinada atrav&eacute;s da an&aacute;lise de agrega&ccedil;&atilde;o  (cluster an&aacute;lise) com o uso do programa STATISTICA 6.0.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Ocorr&ecirc;ncia de esp&eacute;cies</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em todas as &aacute;reas estudadas ocorreram  tr&ecirc;s esp&eacute;cies t&iacute;picas de mangue: <i>Rhizophora mangle </i>L. (Rhizophoraceae), <i>Avicennia germinans </i>(L.) Stearn 1958 (Avicenniaceae) e <i>Laguncularia  racemosa </i>(L.) Gaertn. f. (Combretaceae). <i>R. mangle </i>foi a esp&eacute;cie  mais abundante em todas as &aacute;reas (densidade relativa: 77,5% AC, 63,8% FdM; 85%  FG); <i>A. germinans </i>a  segunda mais abundante (densidade relativa: 15% AC, 23,8% FdM; 10% FG)  ocorrendo principalmente em &aacute;reas mais altas; e, <i>L. racemosa </i>foi a esp&eacute;cie menos freq&uuml;ente (densidade  relativa: 7,5% AC, 12,5% FdM; 5% FG), aparecendo principalmente em &aacute;reas de  recoloniza&ccedil;&atilde;o (clareiras e &aacute;reas degradadas). <i>R. mangle </i>apresentou Valores de Import&acirc;ncia (VI) mais  elevados em todas as &aacute;reas estudadas (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</font></p>     <p><a name="t1" id="t1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="#tt"><img src="../img/revistas/bmpegcn/v1n3/3a05t1.gif" border="0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Par&acirc;metros estruturais</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Na &aacute;rea AC, <i>R. mangle </i>apresentou  maiores valores m&eacute;dios de di&acirc;metro (34 cm &#177; 21) e altura (14,6 m &#177; 5), enquanto que,  nas &aacute;reas FdM e FG, <i>A. germinans </i>apresentou  os maiores valores para esses par&acirc;metros (43,2 cm &#177; 21,7 e 33,4 cm &#177; 16,1 - di&acirc;metro e  13,8 m  &#177; 3,1 e 14,8 m  &#177; 4,4 &ndash; altura,&nbsp; respectivamente) (<a href="#t1">Tabela 1</a>). Em todas as &aacute;reas estudadas <i>L. racemosa </i>apresentou os  menores valores para os par&acirc;metros estruturais.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">FdM foi a &aacute;rea com maior valor de  &aacute;rea basal (<a href="#t1">Tabela 1</a>). Observando a distribui&ccedil;&atilde;o das classes  de di&acirc;metro em cada &aacute;rea, percebe-se que na &aacute;rea AC os indiv&iacute;duos est&atilde;o  distribu&iacute;dos em diferentes classes de forma mais equilibrada; em FG concentram-se  entre 12,5 e 32,5 cm;  enquanto na &aacute;rea FdM est&atilde;o concentrados entre 12,5 e 42,5 cm DAP &Eacute; poss&iacute;vel notar,  tamb&eacute;m, a presen&ccedil;a de indiv&iacute;duos de elevado di&acirc;metro tanto na &aacute;rea AC, que  chega a 89,13 cm,  quanto na FdM, chegando a 95   cm de di&acirc;metro. Considerando-se a altura, apesar da  similaridade das m&eacute;dias, observa-se que na &aacute;rea FG h&aacute; maior concentra&ccedil;&atilde;o de  &aacute;rvores entre 14 a  19 m,  enquanto na FdM elas est&atilde;o distribu&iacute;das entre 9 e 18 m. J&aacute; na &aacute;rea AC, a altura  das &aacute;rvores est&aacute; distribu&iacute;da entre 14 e 24 m (<a href="#f2">Figura 2</a>). As an&aacute;lises  de regress&atilde;o entre altura e di&acirc;metro mostram que o crescimento em altura &eacute;  limitado, enquanto o crescimento em di&acirc;metro &eacute; cont&iacute;nuo (<a href="#f3">Figura 3</a>).  Na &aacute;rea AC as &aacute;rvores crescem concomitantemente em altura e di&acirc;metro at&eacute; o  ponto em que atingem o tamanho de 37   cm de di&acirc;metro (r = 0,88). Na &aacute;rea FG, altura e di&acirc;metro  crescem simultaneamente at&eacute; atingirem 38 cm de di&acirc;metro (r = 0,86), e na FdM  alca&ccedil;aram 31 cm.  A densidade geral das &aacute;reas foi 101 ind.ha<sup>-1</sup> (AC), 146 ind.ha<sup>-1</sup> (FdM) e 79,4 ind.ha<sup>-1</sup> (FG). Em uma an&aacute;lise da  densidade de cada ponto amostrado para cada uma das tr&ecirc;s &aacute;reas, nota-se que os  padr&otilde;es de distribui&ccedil;&atilde;o das &aacute;rvores difere entre as &aacute;reas (<a href="#f4">Figura  4</a>). Em FdM, por exemplo, nos primeiros oito pontos a densidade &eacute; mais  elevada e irregular, enquanto no AC e FG a distribui&ccedil;&atilde;o das &aacute;rvores  apresenta-se bastante homog&ecirc;nea ao longo da transec&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><a name="f2" id="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/bmpegcn/v1n3/3a05f2.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f3" id="f3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/bmpegcn/v1n3/3a05f3.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f4" id="f4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/bmpegcn/v1n3/3a05f4.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Quando as caracter&iacute;sticas estruturais  (composi&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies, di&acirc;metro, altura, &aacute;rea basal e inunda&ccedil;&atilde;o) dos bosques  s&atilde;o examinadas, atrav&eacute;s da an&aacute;lise de agrupamento, h&aacute; dois grupos: um formado  pela &aacute;rea FdM e outro pelas &aacute;reas AC e FG (<a href="#f5">Figura 5</a>).</font></p>     <p><a name="f5" id="f5"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="../img/revistas/bmpegcn/v1n3/3a05f5.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b> </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As esp&eacute;cies t&iacute;picas de mangue  encontradas nas &aacute;reas estudadas s&atilde;o as mesmas descritas por Menezes, Berger e Worbes (2003), Seixas (2003) e Abreu  (2004) para diferentes &aacute;reas da pen&iacute;nsula bragantina. Estas mesmas esp&eacute;cies  tamb&eacute;m foram encontradas por Mello <i>et al. </i>(1995),  Almeida (1996), Bastos e Lobato (1996), Costa Neto e Senna (2000) para  outras regi&otilde;es da costa paraense. Amaral <i>et al. </i>(2001) e Santos <i>et al. </i>(2003) apontam a ocorr&ecirc;ncia de <i>A. schaueriana </i>na ilha de Canelas e praia de Ajuruteua, respectivamente, ainda  que esta esp&eacute;cie apresente apenas indiv&iacute;duos de pequeno porte, n&atilde;o tendo sido  encontrada nas &aacute;reas do presente estudo. Almeida (1996) sugere que no nordeste  do Par&aacute;, em manguezais sob influ&ecirc;ncia marinha e altos teores de salinidade, as  esp&eacute;cies arb&oacute;reas encontradas s&atilde;o <i>R. mangle</i>,<i> A. germinans </i>e <i>L. racemosa</i>.</font><a name="tt"></a></p>     <p><font size="2" face="verdana">No presente trabalho &eacute; poss&iacute;vel  constatar, pelos altos valores de VI (<a href="#t1">Tabela 1</a>), que os  manguezais estudados s&atilde;o bosques de <i>R.  mangle</i>,pois esta esp&eacute;cie apresentou os maiores valores  deste &iacute;ndice em todas as &aacute;reas de estudo, tal como encontrado por Seixas  (2003), Menezes, Berger e Worbes (2003) e Abreu (2004). No presente estudo, <i>R. mangle </i>alcan&ccedil;ou maiores  valores de di&acirc;metro, altura e &aacute;rea basal na &aacute;rea de manguezal salobro (AC),  enquanto <i>A. germinans </i>apresenta  maiores valores nos bosques das &aacute;reas FdM e FG. Esta constata&ccedil;&atilde;o provavelmente  indica que <i>R. mangle </i>desenvolve-se  melhor em condi&ccedil;&otilde;es de baixa salinidade. Bosques dominados por <i>R. mangle</i> tamb&eacute;m s&atilde;o descritos para outras &aacute;reas  da costa paraense, como Marapanim (COSTA-NETO; SENNA, 2000) e Crispim (BASTOS;  LOBATO, 1996). <i>L. racemosa </i>sempre aparece como parte menor do bosque, com  presen&ccedil;a em bordas de canais e clareiras. Esta esp&eacute;cie &eacute; a pioneira na  recoloniza&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas de clareiras nos bosques de mangue da &aacute;rea AC (ADAMS;  BERGER, 2002) e coloniza &aacute;reas de  manguezais degradados com defici&ecirc;ncia de inunda&ccedil;&atilde;o na pen&iacute;nsula de Bragan&ccedil;a  (MENEZES; COMPTON, 2003; CARVALHO, 2000).  Esta esp&eacute;cie tamb&eacute;m &eacute; citada colonizando bancos de lama na Guiana Francesa  (FROMARD <i>et al.</i>,1998) e no Maranh&atilde;o, onde  tamb&eacute;m &eacute; descrita colonizando &aacute;reas degradadas (MOCHEL <i>et al.</i>,2001). Excess&atilde;o parecem  ser os mangues da ilha de Marac&aacute;, onde esta esp&eacute;cie forma bosques  monoespec&iacute;ficos de grande porte (FERNANDES, 1997). <i>A. germinans </i>aparece como a  segunda esp&eacute;cie em ocorr&ecirc;ncia em todos os mangues estudados na pen&iacute;nsula,  por&eacute;m, na FdM h&aacute; um alto VI, valor bem pr&oacute;ximo do VI registrado para <i>R. mangle</i> nesta &aacute;rea. Segundo Lugo e Snedaker (1974), a distribui&ccedil;&atilde;o das  esp&eacute;cies de mangue est&aacute; relacionada &agrave; inunda&ccedil;&atilde;o. <i>R. mangle </i>desenvolve-se melhor em &aacute;reas de frequente inunda&ccedil;&atilde;o, enquanto <i>A. germinans </i>&eacute; capaz de sobreviver em &aacute;reas pouco inundadas  (TOMLINSON, 1986).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os dados de di&acirc;metro e altura mostram que os bosques estudados apresentam  grande porte se comparados aos mangues estudados por Seixas (2003) e Abreu (2004). Os altos valores de  &aacute;rea basal observados no FdM s&atilde;o decorrentes dos grandes di&acirc;metros das &aacute;rvores  de <i>A. germinans</i>. A  distribui&ccedil;&atilde;o dos valores de di&acirc;metro evidenciam a diferen&ccedil;a estrutural dos  bosques. Em AC h&aacute; presen&ccedil;a de indiv&iacute;duos de pequeno porte, assim como de m&eacute;dio  e grande porte, o que pode ser ind&iacute;cio de que na &aacute;rea h&aacute; um processo constante  de renova&ccedil;&atilde;o. Na &aacute;rea FdM observa-se  a exist&ecirc;ncia  de v&aacute;rios indiv&iacute;duos de porte m&eacute;dio, o que pode ser ind&iacute;cio de que em um  determinado per&iacute;odo houve uma grande renova&ccedil;&atilde;o do bosque, embora a exist&ecirc;ncia  de grandes &aacute;rvores mostrem tratar-se  de um bosque  antigo. Na &aacute;rea FG os bosques parecem ainda estar em fase de crescimento, pois  h&aacute; muitas &aacute;rvores de porte m&eacute;dio.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Assumindo o ponto em que &aacute;rvores cessam o crescimento em altura como o  momento em que estas atingem a idade madura, chamar-se-&aacute; este momento de 'ponto  de matura&ccedil;&atilde;o'. Partindo deste princ&iacute;pio e considerando que o di&acirc;metro m&eacute;dio das  &aacute;rvores das &aacute;reas FdM e AC (<a href="#t1">Tabela 1</a>) est&aacute; pr&oacute;ximo ao ponto de matura&ccedil;&atilde;o, assume-se que este bosques s&atilde;o maduros, pois est&atilde;o apenas crescendo em di&acirc;metro. Por outro  lado, o di&acirc;mtero m&eacute;dio das &aacute;rvores do FG est&aacute; abaixo do ponto de matura&ccedil;&atilde;o (<a href="#t1">Tabela 1</a>), por isso este  bosque &eacute; considerado jovem.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A densidade de &aacute;rvores dos bosques deste estudo parece baixa quando  comparada aos resultados de Menezes, Berger e Worbes (2003). Por&eacute;m, quando a  distribui&ccedil;&atilde;o das &aacute;rvores nas classes de di&acirc;metro e altura s&atilde;o consideradas,  nota-se que os bosques apresentam &aacute;rvores de grande porte, o que pode ser  refletido na baixa densidade.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A ocorr&ecirc;ncia de dois grupos de bosques, como mostrado pelo dendrograma, &eacute;  um reflexo das caracter&iacute;sticas estruturais e de inunda&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas estudadas.  A semelhan&ccedil;a entre as &aacute;reas AC e FG est&aacute; na composi&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies, estrutura  do bosque e na inunda&ccedil;&atilde;o mais freq&uuml;ente.  A &aacute;rea FdM diferencia-se pelos altos valores  de domin&acirc;ncia relativa de <i>A.  germinans</i>, diferenciando-se das outras &aacute;reas,  onde <i>R. mangle </i>foi  a esp&eacute;cie com maiores valores nos  par&acirc;metros estruturais, al&eacute;m de apresentar  valores inferiores na freq&uuml;&ecirc;ncia de  inunda&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Pode-se dizer que a pen&iacute;nsula de  Bragan&ccedil;a apresenta bosques de mangue de grande porte, dominada por <i>R. mangle</i>. O crescimento em altura &eacute; limitado,  enquanto o crescimento em di&acirc;metro &eacute; cont&iacute;nuo. AC mostrou tratar-se de um  bosque maduro com renova&ccedil;&atilde;o constante. FdM trata-se de um bosque com um pico de  coloniza&ccedil;&atilde;o em um determinado per&iacute;odo do passado. Na &aacute;rea FG dominam &aacute;rvores de  porte m&eacute;dio e a rela&ccedil;&atilde;o ente altura e di&acirc;metro sugere tratar-se de um bosque  jovem. Finalmente, freq&uuml;&ecirc;ncia de inunda&ccedil;&atilde;o parece ser um fator importante na  diferencia&ccedil;&atilde;o estrutural entre os bosques, pois as &aacute;reas com inunda&ccedil;&atilde;o mais  freq&uuml;ente agruparam-se juntas na an&aacute;lise de agrega&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O primeiro autor agradece ao  PIBIC/UFPA pela concess&atilde;o da bolsa de inicia&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. Este trabalho foi  financiado pelo CNPq (Brasil) e BMBF (Alemanha), atrav&eacute;s do Projeto Mangrove  Dynamics and Management (MADAM), um projeto de coopera&ccedil;&atilde;o bilateral  Brasil-Alemanha. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ABREU, M. M. O. 2004. <b>Caracteriza&ccedil;&atilde;o estrutural e composi&ccedil;&atilde;o flor&iacute;stica em um bosque de  terra firme e um manguezal da peninsula de Ajuruteua, Bragan&ccedil;a, Par&aacute;, Brasil</b>. Monografia (Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso em Licenciatura em  Biologia) - Universidade Federal do Par&aacute;, Campus de Bragan&ccedil;a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ADAMS, M.; BERGER, U. 2002. Regenera&ccedil;&atilde;o e sucess&atilde;o em &aacute;reas  de manguezal ap&oacute;s cultivo de arroz Bragan&ccedil;a-Par&aacute;. In: WOKSHOP ECOLAB, 6.,&nbsp;  &nbsp;<b>Resumos expandidos</b>... &#091;S.l.:s.n.&#093;. 1 CD ROM.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ALMEIDA, S. 1996. Estrutura e  flor&iacute;stica em &aacute;reas de manguezais paraenses: evid&ecirc;ncias da influ&ecirc;ncia do  estu&aacute;rio amaz&ocirc;nico. <b>Bol. Mus. Para. Em&iacute;lio Goeldi,  s&eacute;r. Cienc. da Terra</b>, v. 8, p. 93-100.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">AMARAL, D. D. <i>et al</i>. 2001. A vegeta&ccedil;&atilde;o da Ilha de Canela, munic&iacute;pio de Bragan&ccedil;a - Par&aacute; -  Brasil. <b>Bol. Mus. Para. Emilio Goeldi. s&eacute;r. Bot</b>. v. 17, n. 2,  p. 389-402.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">BASTOS, M. N.; LOBATO, L. C. 1996.  Estudos fitossociol&oacute;gicos em &aacute;reas de bosque de mangue na praia do Crispim e Ilha de  Algodoal. <b>Bol. Mus. Para. Em&iacute;lio Goeldi,  s&eacute;r. Cienc. da Terra</b>, v. 8, p. 1 57-167.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">CARVALHO, E. A. 2000. <b>Impactos ambientais na zona costeira: o  caso da estrada Bragan&ccedil;a-Ajuruteua, estado do Par&aacute;</b>. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado  em p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em   Ciencia Ambiental) - Universidade de S&atilde;o Paulo, PROCAM.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">COSTA NETO, S. V.; SENNA, C. 2000. <b>Estrutura e diversidade de bosques de  manguezal da ba&iacute;a de Marapanim</b>. &#091;S.l.:s.n.&#093;. Full Papers. 1 CD  ROM. Mangrove 2000 - Conference.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">FERNANDES, M.  E. B. 1997. The ecology and productivity of mangroves in the Amazon region. Tese (Doutorado) - University of York, England.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">FROMARD, F. <i>et al. </i>1998. Structure, above-ground biomass and dynamics of mangrove systems:  new data from French Guiana. <b>Oecologia</b>, v.  115, p. 39-53. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">KRAUSE, G.; SCHORIES, D.; DIELE, K. 2001. Spatial patterns of mangrove  ecosystems: the bragantinian mangroves of northern Brazil (Bragan&ccedil;a, Par&aacute;). <b>Ecotropica</b>, v. 7, p. 93-107. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">LUGO, A.  E.; SNEDACKER, S. C. 1974. 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Anais... &#091;S.l.:s.n.&#093;.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">SCHAEFFER-NOVELLI, Y.; CINTR&Oacute;N, G. 1986. <b>Guia para estudos  de &aacute;reas de manguezais (estrutura, fun&ccedil;&atilde;o e flora)</b>. &#091;S.l.&#093;: Caribean  Ecological Research. 156 p.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">SEIXAS, J. A. S. 2003. <b>Estudo  comparativo da estrutura da vegeta&ccedil;&atilde;o dos bosques de mangue do Furo Grande,  Bragan&ccedil;a, Par&aacute;</b>. Monografia (Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso  Licenciatura em Biologia) - Universidade Federal do Par&aacute;, Campus de Bragan&ccedil;a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">SOUZA-FILHO, P. W. 2005. 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Cambridge: Cambridge   University Press. 418 p. </font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2"><b><font size="2" face="Verdana"><a name="endereco" id="endereco"></a><a href="#topo"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v4n1/seta.gif" border="0"></a></font></b></font><font size="2" face="verdana"><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br> Editora do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi    <br> Av. Magalh&atilde;es Barata, 376    <br> S&atilde;o Braz &ndash; CEP 66040-170    <br> Caixa Postal 399    <br> Telefone/fax: 55-91-3219-3317    <br> E-mail: <a href="mailto:boletim@museu-goeldi.br">boletim@museu-goeldi.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Recebido: 10/03/05    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Aprovado: 27/03/06</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><a name="n1" id="n1"></a><a href="#s1"><sup>1</sup></a>Publicado  inicialmente em forma de relat&oacute;rio pelo Projeto MADAM n<sup>o</sup> 98.</font></p>      ]]></body><back>
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