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<journal-title><![CDATA[Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Naturais]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Dinâmica da regeneração natural de árvores em áreas mineradas na Amazônia]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Forest restoration on strip mines is done with many native species in an effort to enrich floral composition and accelerate soil protection, along with the replacement of top soil and its contained seed bank. The aims of this study are to analyze the dynamics and structure of natural tree regeneration, identify the trees' seeds and their dispersers, elaborate a set of indicators for the dynamics oftree regeneration, and to rank reforested areas on a year by year basis at the Mineração Rio do Norte bauxite strip mine in the Saracá-Taqüera National Forest in Porto Trombetas, Pará state, northern Brazil. The study is based on the results of monitoring 26 permanent forest plots over four years (2001-2005) in areas reforested by the mining company between 1981-1987 and 1992-1996. All trees over 1,5 m in height were sampled. Of the observed tree regeneration, it is possible to conclude the following: (i) more tree species are found in younger areas (9-13 years of reforesting) than in older ones (18-24 years); (ii) the oldest areas show the largest annual increase in number of tree species; (iii) tree abundance (individuals per ha) tend to be greater in younger areas; (iv) the annual recruitment rate tends to be higher in older areas than in younger ones; (vi) annual mortality rates are greater in younger areas than in older ones; (vii) the annual turnover rate is much greater in older areas; (viii) turnover time is greater in younger areas; (ix) medium tree diameter was practically constant during the monitoring period; (x) the annual increase in basal area is greater in older areas than in young ones; (xi) the median total height is greater in younger areas than in older ones; (xii) many tree species are dispersed by more than one agent and more than 80% of the monitored tree species are dispersed by animals whose role in ecological succession is fundamental; (xiii) the plots reseeded in 1992 are ranked as having the best forest regeneration, whereas those from 1987, on the other extreme, exhibit the most problems; (xiv) research on top soil management is needed in areas strongly impacted by human activities that are to be reforested; (xv) forestry practices and soil preparation should also be refined in order to accomplish efficient forest restoration where the objective is to maximize tree diversity and biomass, especially of well-adapted, fast-growing native species.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="verdana"><b><a name="topo"></a>Din&acirc;mica da regenera&ccedil;&atilde;o natural de  &aacute;rvores em &aacute;reas mineradas na Amaz&ocirc;nia<sup><a href="#endereco"><font size="3">1</font></a></sup> </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Dynamics of natural tree regeneration after strip-mining in the Amazon</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Rafael Paiva Salom&atilde;o<sup>I</sup>; N&eacute;lson Ara&uacute;jo  Rosa<sup>II</sup>; K&aacute;cio Andrey C&acirc;mara Morais<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> <sup>I</sup>Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. Bel&eacute;m, Par&aacute;, Brasil (<a href="mailto:salomao@museu-goeldi.br">salomao@museu-goeldi.br</a>)    <br>     <sup>II</sup>Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. Bel&eacute;m, Par&aacute;, Brasil    <br>   <sup>III</sup>Consultor Coopertec/Minera&ccedil;&atilde;o Rio do Norte S.A. (<a href="mailto:kacio_andrey@yahoo.com.br">kacio_andrey@yahoo.com.br</a>)</font></p>     <p><a href="#endereco"><font size="2" face="Verdana">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</font></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A restaura&ccedil;&atilde;o florestal das &aacute;reas mineradas tornou-se uma condicionante indispens&aacute;vel  no licenciamento das minas. A restaura&ccedil;&atilde;o da paisagem florestal em &aacute;reas  lavradas a c&eacute;u aberto &eacute; feita atrav&eacute;s do reflorestamento heterog&ecirc;neo com esp&eacute;cies  regionais, visando a enriquecer a composi&ccedil;&atilde;o flor&iacute;stica e acelerar a cobertura  do solo, aliado &agrave; pr&aacute;tica de incorpora&ccedil;&atilde;o de solo superficial que facilita/induz a regenera&ccedil;&atilde;o e  a sucess&atilde;o natural. Os objetivos deste trabalho foram analisar a din&acirc;mica e a  estrutura da regenera&ccedil;&atilde;o natural de arb&oacute;reas, identificar os tipos e os agentes  de dispers&atilde;o dos prop&aacute;gulos, elaborar uma matriz dos indicadores da din&acirc;mica  dessa regenera&ccedil;&atilde;o natural e ranquear as &aacute;reas anuais de restaura&ccedil;&atilde;o florestal  da Minera&ccedil;&atilde;o Rio do Norte, Flona Sarac&aacute;-Taq&uuml;era/IBAMA, Porto Trombetas, Par&aacute;. O estudo  toma como base os resultados de 26 parcelas permanentes, abrangendo um per&iacute;odo  de quatro anos de monitoramento (2001   a 2005) nas &aacute;reas restauradas pela empresa entre 1981 e  1987; 1992 e 1996. Todos os indiv&iacute;duos arb&oacute;reos com mais de 1,5 m de altura total foram  qualificados e registrados na amostragem. Sobre a regenera&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies  arb&oacute;reas, concluiu-se que: (i) apresenta maior n&uacute;mero de esp&eacute;cies nas &aacute;reas  jovens (entre 9 e 13 anos) do que as mais maduras (entre 18 e 24 anos de  idade); (ii) as &aacute;reas mais antigas apresentam maior incremento anual do n&uacute;mero  de esp&eacute;cies; (iii) a abund&acirc;ncia (ind/ha) tende a ser maior nas &aacute;reas mais  jovens; (iv) o recrutamento, a ser bem mais intenso na &aacute;reas maduras do que nas  jovens; (vi) a mortalidade anual nas &aacute;reas jovens &eacute; maior do que naquelas  maduras; (vii) a taxa anual de renova&ccedil;&atilde;o (<i>turnover</i>) &eacute; bem mais intensa  nas &aacute;reas maduras; (viii) o tempo de substitui&ccedil;&atilde;o (<i>turnover time</i>) &eacute; mais  extenso nas &aacute;reas jovens; (ix) o di&acirc;metro m&eacute;dio manteve-se praticamente  constante no per&iacute;odo analisado; (x) o incremento anual da &aacute;rea basal &eacute; maior  nas &aacute;reas maduras do que nas &aacute;reas jovens; (xi) a altura total m&eacute;dia &eacute; maior  nas &aacute;reas jovens do que nas &aacute;reas maduras; (xii) v&aacute;rias esp&eacute;cies arb&oacute;reas s&atilde;o  dispersas por mais de um agente e mais de 80% das esp&eacute;cies arb&oacute;reas monitoradas  s&atilde;o dispersas pela fauna, que exerce um papel fundamental na sucess&atilde;o  ecol&oacute;gica; (xiii) a &aacute;rea anual de  1992 foi ranqueada como a de melhor restaura&ccedil;&atilde;o florestal e, no extremo oposto,  com maiores problemas, tem-se a &aacute;rea de 1987; (xiv) deve-se investir em  pesquisas sobre o manejo do solo superficial em &aacute;reas fortemente impactadas pela atividade  humana, objetivando a restaura&ccedil;&atilde;o florestal de maior riqueza, abund&acirc;ncia e  crescimento das esp&eacute;cies arb&oacute;reas; (xv) pr&aacute;ticas silviculturais e de preparo do  solo devem ser tamb&eacute;m objeto de pesquisa visando &agrave; otimiza&ccedil;&atilde;o do paradigma da  restaura&ccedil;&atilde;o florestal: a maximiza&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e da biomassa vegetal de &aacute;rvores, sobretudo  daquelas regionais de r&aacute;pido crescimento e adaptadas a esses ambientes.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Palavras-chave: </b>Din&acirc;mica florestal. Regenera&ccedil;&atilde;o  natural. &Aacute;reas degradadas. Parcelas permanentes de floresta. Amaz&ocirc;nia brasileira.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Forest restoration on strip mines is done with many native species in an  effort to enrich floral composition and accelerate soil protection, along with  the replacement of top soil and its contained seed bank. The aims of this study  are to analyze the dynamics and structure of natural tree regeneration,  identify the trees' seeds and their dispersers, elaborate a set of indicators  for the dynamics of tree regeneration, and to rank reforested areas on a year by  year basis at the Minera&ccedil;&atilde;o Rio do Norte bauxite strip mine in the Sarac&aacute;-Taq&uuml;era National Forest in Porto Trombetas, Par&aacute; state, northern Brazil. The  study is based on the results of monitoring 26 permanent forest plots over four  years (2001-2005) in areas reforested by the mining company between 1981-1987  and 1992-1996. All trees over 1,5   m in height were sampled. Of the observed tree  regeneration, it is possible to conclude the following: (i) more tree species  are found in younger areas (9-13 years of reforesting) than in older ones  (18-24 years); (ii) the oldest areas show the largest annual increase in number  of tree species; (iii) tree abundance (individuals per ha) tend to be greater  in younger areas; (iv) the annual recruitment rate tends to be higher in older  areas than in younger ones; (vi) annual mortality rates are greater in younger  areas than in older ones; (vii) the annual turnover rate is much greater in  older areas; (viii) turnover time is greater in younger areas; (ix) medium tree  diameter was practically constant during the monitoring period; (x) the annual  increase in basal area is greater in older areas than in young ones; (xi) the  median total height is greater in younger areas than in older ones; (xii) many  tree species are dispersed by more than one agent and more than 80% of the  monitored tree species are dispersed by animals whose role in ecological  succession is fundamental; (xiii) the plots reseeded in 1992 are ranked as  having the best forest regeneration, whereas those from 1987, on the other  extreme, exhibit the most problems; (xiv) research on top soil management is  needed in areas strongly impacted by human activities that are to be  reforested; (xv) forestry practices and soil preparation should also be refined  in order to accomplish efficient forest restoration where the objective is to  maximize tree diversity and biomass, especially of well-adapted, fast-growing  native species.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Keywords: </b>Forest dynamics. Natural regeneration. Degraded areas. Permanent forest plots.  Brazilian Amazon.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Devido &agrave; presen&ccedil;a de jazidas de  import&acirc;ncia mundial, a explora&ccedil;&atilde;o e a produ&ccedil;&atilde;o brasileira de min&eacute;rio,  especialmente a bauxita na Amaz&ocirc;nia, est&atilde;o em plena fase de expans&atilde;o. O  Governo, assim como a sociedade, t&ecirc;m mostrado interesse e preocupa&ccedil;&atilde;o  crescentes com a prote&ccedil;&atilde;o, conserva&ccedil;&atilde;o e qualidade do meio ambiente, criando  novas diretrizes para a ind&uacute;stria mineraria. A recupera&ccedil;&atilde;o florestal das &aacute;reas mineradas, entre outras, tornou-se, ent&atilde;o, uma condicionante indispens&aacute;vel  no licenciamento das minas. Essas tend&ecirc;ncias, presentes h&aacute; mais tempo em outros  pa&iacute;ses, t&ecirc;m estimulado pesquisas que geraram uma vasta literatura sobre a  recupera&ccedil;&atilde;o conservacionista de &aacute;reas mineradas. Czapowskyj  (1976) listou mais de seis centenas de trabalhos desenvolvidos em v&aacute;rias partes  do planeta.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A descoberta das reservas de bauxita  - principal mat&eacute;ria-prima utilizada na produ&ccedil;&atilde;o de alumina (Al<sub>2</sub>O<sub>3</sub>)  e de alum&iacute;nio met&aacute;lico - na regi&atilde;o de Trombetas data de 1966, sendo o volume estimado das reservas em torno de 800  milh&otilde;es de toneladas, distribuido em v&aacute;rios plat&ocirc;s na Floresta  Nacional Sarac&aacute;-Taq&uuml;era/IBAMA.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em 1967, foi criada a Minera&ccedil;&atilde;o Rio  do Norte S.A. (MRN) com o objetivo de explorar, beneficiar e comercializar a  bauxita de Porto Trombetas. Na primeira d&eacute;cada de atividades, entre 1979 e  1989, foram produzidas aproximadamente 125 milh&otilde;es de toneladas de min&eacute;rio  bruto, gerando algo em torno de 90 milh&otilde;es de toneladas de produto embarcado  para o mercado externo e interno (Lapa, 2000). Atualmente, a MRN responde por  mais de 80% da produ&ccedil;&atilde;o brasileira de bauxita, colocando o pa&iacute;s na posi&ccedil;&atilde;o de  terceiro produtor mundial, ao lado da Jamaica e atr&aacute;s da Guin&eacute; e Austr&aacute;lia.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As opera&ccedil;&otilde;es de lavra nas minas de  bauxita s&atilde;o compostas das seguintes etapas: desmatamento, decapeamento,  perfura&ccedil;&atilde;o, desmonte, escava&ccedil;&atilde;o, carregamento, transporte e recupera&ccedil;&atilde;o de  &aacute;reas mineradas. Antes da opera&ccedil;&atilde;o de desmatamento, a empresa precisa avaliar  quali e quantitativamente a vegeta&ccedil;&atilde;o florestal para, entre outras,  possibilitar o aproveitamento de toda a madeira comercial pelas serrarias da  regi&atilde;o e subsidiar as a&ccedil;&otilde;es de recupera&ccedil;&atilde;o florestal das &aacute;reas desmatadas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A lavra do min&eacute;rio &eacute; feita a c&eacute;u  aberto sendo que o mesmo se encontra entre 4 e 10 m de profundidade em uma  &aacute;rea coberta pela floresta ombr&oacute;fila densa, da sub-regi&atilde;o dos baixos plat&ocirc;s da  Amaz&ocirc;nia, dom&iacute;nio da floresta densa de baixas altitudes cuja fisionomia  apresenta dois estratos distintos: um emergente e outro uniforme. Trata-se de  uma floresta que se destaca no bioma amaz&ocirc;nico por apresentar uma grande  riqueza arb&oacute;rea, elevados valores de biomassa (Salom&atilde;o <i>etal., </i>2000a) e,  conseq&uuml;entemente, grande volume de madeira, sobretudo daquelas de valor  comercial (RADAMBRASIL, 1976).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">De acordo com a meta anual de  produ&ccedil;&atilde;o, a empresa desmata uma &aacute;rea que varia de 300 a 400 ha por ano. Ap&oacute;s a lavra, inicia-se o processo  de restaura&ccedil;&atilde;o da paisagem florestal atrav&eacute;s do reflorestamento com esp&eacute;cies  arb&oacute;reas amaz&ocirc;nicas e da indu&ccedil;&atilde;o da regenera&ccedil;&atilde;o natural, via adi&ccedil;&atilde;o de solo  superficial com seu rico banco de sementes nas &aacute;reas de plantio. Deve-se  atentar para o fato de que o ecossistema artificial formado ap&oacute;s a lavra da  bauxita pode ser considerado como o extremo da degrada&ccedil;&atilde;o ambiental, pois todas  as propriedades f&iacute;sicas, qu&iacute;micas, biol&oacute;gicas e ecol&oacute;gicas do solo foram  totalmente alteradas. Estes ecossistemas artificiais formados s&atilde;o superados t&atilde;o  somente pelo ambiente formado pelos 'lagos de rejeito' estudados por, entre  outros, Franco <i>et al. </i>(1992).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A restaura&ccedil;&atilde;o em &aacute;reas de minas a  c&eacute;u aberto tem preocupado pesquisadores e t&eacute;cnicos h&aacute; mais de 60 anos.  Inicialmente, com &ecirc;nfase na necessidade da revegeta&ccedil;&atilde;o para o controle de  eros&atilde;o e para atender aspectos est&eacute;ticos, a restaura&ccedil;&atilde;o passou, a partir dos  anos 80, a  visar, al&eacute;m da recupera&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria l&iacute;quida (biomassa), ao aumento  do incremento da biodiversidade nestas &aacute;reas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Estudos em minas de bauxita, carv&atilde;o  mineral e pedreiras indicaram que a devolu&ccedil;&atilde;o do solo superficial sobre a superf&iacute;cie da &aacute;rea minerada gerou efeitos  ben&eacute;ficos de grande impacto sobre a restaura&ccedil;&atilde;o florestal, sobretudo no que  tange &agrave; regenera&ccedil;&atilde;o natural. Os estudos sobre os mecanismos envolvidos nestes  efeitos ben&eacute;ficos iniciaram na d&eacute;cada de 1980, tornando evidente que o assunto &eacute; extremamente complexo e necessita de  trabalhos complementares. Todavia, &eacute; un&acirc;nime entre pesquisadores que a pr&aacute;tica  de devolu&ccedil;&atilde;o do solo superficial traz vantagens imediatas nas &aacute;reas a serem  reabilitadas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As t&eacute;cnicas silviculturais e ecol&oacute;gicas empregadas  pela MRN, para a restaura&ccedil;&atilde;o florestal das &aacute;reas degradadas, s&atilde;o desenvolvidas  desde a d&eacute;cada de 1980 e n&atilde;o seguiram nenhuma orienta&ccedil;&atilde;o formal das  institui&ccedil;&otilde;es ambientais dos poderes p&uacute;blicos federal, estadual e municipal. A  tecnologia de restaura&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas foi aperfei&ccedil;oada ao longo dos  anos com a experi&ecirc;ncia adquirida pelo corpo t&eacute;cnico da empresa, assessorado por  diversos especialistas das &aacute;reas de manejo, conserva&ccedil;&atilde;o e ecologia florestal,  pedologia e geologia, entre outras.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Ao conjunto dos processos utilizados para recompor  ecossistemas, tendo em vista as condi&ccedil;&otilde;es iniciais naturais, as altera&ccedil;&otilde;es  registradas e os progn&oacute;sticos resultantes do monitoramento denominam-se restaura&ccedil;&atilde;o ambiental; no caso de uma floresta  tem-se a restaura&ccedil;&atilde;o florestal. Restaura&ccedil;&atilde;o, de acordo com Lewis (1982), &eacute; o retorno de uma condi&ccedil;&atilde;o perturbada ou  totalmente alterada a um estado anterior existente naturalmente. Moscatelli <i>et  al. </i>(1993) afirmam que a restaura&ccedil;&atilde;o refere-se ao retorno a um estado pr&eacute;-existente sem,  necessariamente, que o sistema retorne &agrave;s suas caracter&iacute;sticas originais.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Segundo Carpanezzi <i>et al. </i>(1999a),  ecossistema degradadado &eacute; aquele que, ap&oacute;s dist&uacute;rbios, teve eliminado,  juntamente com a vegeta&ccedil;&atilde;o, os seus meios de regenera&ccedil;&atilde;o bi&oacute;ticos, como o banco  de sementes, banco de pl&acirc;ntulas, chuva de sementes e rebrota, apresentando,  portanto, baixa resili&ecirc;ncia, isto &eacute;, seu retorno ao estado anterior pode ou n&atilde;o  ocorrer ou ser extremamente lento. Nestes ecossistemas degradados a a&ccedil;&atilde;o antr&oacute;pica para a recupera&ccedil;&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, pois  eles j&aacute; n&atilde;o mais disp&otilde;em daqueles eficientes mecanismos de regenera&ccedil;&atilde;o (jesus, 1997).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A recupera&ccedil;&atilde;o de um ambiente natural,  diferentemente da recomposi&ccedil;&atilde;o, que &eacute; a restaura&ccedil;&atilde;o natural do ambiente sem a  interfer&ecirc;ncia do homem, necessita de t&eacute;cnicas e iniciativas antr&oacute;picas para  lograr &ecirc;xito. Nos processos de recupera&ccedil;&atilde;o, podem ser usadas duas t&eacute;cnicas  distintas: restaura&ccedil;&atilde;o e reabilita&ccedil;&atilde;o. Segundo Viana (1990), a restaura&ccedil;&atilde;o refere-se ao conjunto de tratamentos que visam a recuperar a forma original do  ecossistema, ou seja, a sua estrutura original, din&acirc;mica e intera&ccedil;&otilde;es  biol&oacute;gicas, sendo recomendada para ecossistemas raros e amea&ccedil;ados que demandam  maior tempo e resultam em custos elevados. A reabilita&ccedil;&atilde;o, de acordo com Jesus (1997,  1994), diz respeito a tratamentos que buscam &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o  de uma ou mais fun&ccedil;&otilde;es do ecossistema, as quais podem ser basicamente econ&ocirc;mica  e/ou ambiental; ela &eacute; aplicada normalmente em &aacute;reas onde o n&iacute;vel de degrada&ccedil;&atilde;o  &eacute; elevado e h&aacute; a necessidade de imediata recupera&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os plantios de enriquecimento e a indu&ccedil;&atilde;o da  regenera&ccedil;&atilde;o natural t&ecirc;m sido as pr&aacute;ticas mais recomendadas para a recupera&ccedil;&atilde;o  de fragmentos degradados, podendo ainda, segundo Rodrigues e Gandolfi (1996), serem utilizadas em &aacute;reas muito degradadas e sem  nenhuma das caracter&iacute;siticas bi&oacute;ticas da forma&ccedil;&atilde;o original.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A restaura&ccedil;&atilde;o da paisagem florestal em &aacute;reas  lavradas pela MRN apresenta bons resultados em Porto Trombetas,  estado do Par&aacute;. O reflorestamento heterog&ecirc;neo (acelerando a cobertura do solo)  aliado &agrave; pr&aacute;tica de incorpora&ccedil;&atilde;o de solo superficial (propiciando a regenera&ccedil;&atilde;o  natural e a sucess&atilde;o natural) nas &aacute;reas a serem restauradas t&ecirc;m-se mostrado  promissores, podendo melhorar desde que sejam feitos alguns ajustes apontados  pelo monitoramento, tanto dos reflorestamentos quanto da regenera&ccedil;&atilde;o natural. O  plantio de esp&eacute;cies arb&oacute;reas regionais (Salom&atilde;o <i>et al., </i>2000a, 2000b;  Carpanezzi <i>et al.</i>, 1999b) priorizando aquele grupo de esp&eacute;cies de  melhor crescimento inicial s&atilde;o alguns dos ajustes que devem ser almejados e  praticados.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O paradigma da restaura&ccedil;&atilde;o da  paisagem florestal objetiva induzir o reflorestamento &agrave; melhoria das condi&ccedil;&otilde;es  que propiciam a sucess&atilde;o natural no menor espa&ccedil;o de tempo poss&iacute;vel e ao menor  custo, propiciando o m&aacute;ximo de acumula&ccedil;&atilde;o de biomassa aliada a uma alta  biodiversidade, de tal forma que os benef&iacute;cios sociais e ecol&oacute;gicos da recupera&ccedil;&atilde;o  das &aacute;reas degradadas pela minera&ccedil;&atilde;o a c&eacute;u aberto, em regi&otilde;es originalmente  cobertas por florestas tropicais amaz&ocirc;nicas, sejam otimizados, quer pela  instala&ccedil;&atilde;o de sistemas agroflorestais (Wandelli <i>et al., </i>1997) ou pela conserva&ccedil;&atilde;o ambiental  em si (Carpanezzi <i>et al., </i>1990).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Fisionomicamente, a restaura&ccedil;&atilde;o  florestal executada pela empresa, a partir de 1981, mostra-se promissora.  Contudo, os par&acirc;metros para uma avalia&ccedil;&atilde;o mais precisa, sob a &oacute;tica cient&iacute;fica  e empresarial, n&atilde;o eram conhecidos (Barth, 1989). Assim, o monitoramento desses reflorestamentos e da  regenera&ccedil;&atilde;o natural &eacute; executado como forma de diagnosticar e subsidiar os  diversos procedimentos de recupera&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas degradadas pelas atividades  intr&iacute;nsecas &agrave; minera&ccedil;&atilde;o. Para conhecer essa din&acirc;mica, parcelas permanentes  foram ent&atilde;o instaladas nestas &aacute;reas (Salom&atilde;o <i>et al., </i>1997, 2000a), bem  como na floresta tropical prim&aacute;ria que ali se encontra. As informa&ccedil;&otilde;es obtidas  no estudo da floresta prim&aacute;ria visam a subsidiar as decis&otilde;es acerca das t&eacute;cnicas  silviculturais de produ&ccedil;&atilde;o e restaura&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas degradadas, prover um  estoque de sementes das esp&eacute;cies empregadas - j&aacute; identificadas cientificamente  - e permitir avalia&ccedil;&otilde;es comparativas da din&acirc;mica destas florestas em  contraposi&ccedil;&atilde;o &agrave;s florestas artificiais resultantes do p&oacute;s-lavra.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Objetivou-se, neste trabalho,  analisar a din&acirc;mica da composi&ccedil;&atilde;o flor&iacute;stica e da estrutura da vegeta&ccedil;&atilde;o entre  2001 e 2005, procurando identificar os tipos e os agentes de dispers&atilde;o dos  prop&aacute;gulos, assim como as caracter&iacute;sticas gerais da morfologia dos frutos e sementes dessas  esp&eacute;cies; elaborar uma matriz dos indicadores da din&acirc;mica da regenera&ccedil;&atilde;o  natural e tamb&eacute;m propor a experimenta&ccedil;&atilde;o de novas t&eacute;cnicas, ou modifica&ccedil;&otilde;es de  algumas j&aacute; praticadas, visando a um melhor desenvolvimento da regenera&ccedil;&atilde;o  natural das esp&eacute;cies arb&oacute;reas nas respectivas &aacute;reas anuais de restaura&ccedil;&atilde;o  florestal.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>METODOLOGIA</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">O estudo da din&acirc;mica da vegeta&ccedil;&atilde;o  nas &aacute;reas mineradas pela MRN, na  Floresta Nacional Sarac&aacute;-Taq&uuml;era/ IBAMA, teve in&iacute;cio em 1996, envolvendo o monitoramento dos  reflorestamentos anuais (ou plantios florestais) realizados pela MRN entre 1981  e 1987 e 1992 e 2002 (Salom&atilde;o <i>et al., </i>1997, 2000a, 2002, 2004, 2006) e  tamb&eacute;m em duas &aacute;reas de floresta tropical prim&aacute;ria densa, uma em solo franco-argiloso  e outra em solo franco-arenoso. A partir de 2001, teve in&iacute;cio o monitoramento da regenera&ccedil;&atilde;o  natural de arb&oacute;reas nas mesmas parcelas permanentes dos plantios florestais  anuais (Salom&atilde;o; Pires, 2006).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O estudo da regenera&ccedil;&atilde;o natural de  arb&oacute;reas teve, ent&atilde;o, in&iacute;cio em 2001 (ano 1), quando tamb&eacute;m foi estabelecido  que as medi&ccedil;&otilde;es obedeceriam intervalos de dois anos. Em 2003 (ano 2) foi feita  a segunda medi&ccedil;&atilde;o e em 2005 (ano 3) a terceira. Neste trabalho s&atilde;o analisados  os dados referentes ao per&iacute;odo de 2001 a 2005, abrangendo um per&iacute;odo de quatro  anos, ou seja, as mensura&ccedil;&otilde;es do ano 2 n&atilde;o foram consideradas.</font></p>     <p><b><font size="2" face="verdana">CARACTERIZA&Ccedil;&Atilde;O DA &Aacute;REA DE ESTUDO</font></b></p>     <p><font size="2" face="verdana">O estudo foi desenvolvido no plat&ocirc; Sarac&aacute;, com altitude  m&eacute;dia de 180 m,  na Flona Sarac&aacute;-Taq&uuml;era, subordinada ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e  dos Recursos Naturais Renov&aacute;veis (IBAMA), inserida na Microrregi&atilde;o do m&eacute;dio Amazonas paraense, no distrito  de Porto Trombetas, munic&iacute;pio de Oriximin&aacute;, estado do Par&aacute;, onde se encontra o projeto de minera&ccedil;&atilde;o de bauxita da MRN. O  distrito de Porto Trombetas (1<sup>o</sup> 21' S - 56<sup>o</sup>  22' W) est&aacute; localizado a 100   km a oeste da conflu&ecirc;ncia do rio Tombetas com o rio  Amazonas, distante 450 km  de Manaus a leste e 850 km  a oeste de Bel&eacute;m, em linha reta.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Clima</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O clima da regi&atilde;o &eacute; o AF1 e apresenta precipita&ccedil;&atilde;o pluviom&eacute;trica m&eacute;dia  anual variando entre 2.200 e 2.500 mm. As &aacute;reas sob influ&ecirc;ncia desse subtipo localizam-se na por&ccedil;&atilde;o nordeste e  oeste do estado. As &aacute;reas que apresentam esses valores pluviom&eacute;tricos ocorrem,  predominantemente, no litoral paraense, com penetra&ccedil;&otilde;es para o continente no  eixo Bel&eacute;m-Tail&acirc;ndia e tamb&eacute;m na dire&ccedil;&atilde;o nordeste-sudoeste da ilha do Maraj&oacute;.  Al&eacute;m dessas, existem outras duas mais: uma na conflu&ecirc;ncia dos rios Tapaj&oacute;s e  Juruena e a outra abrangendo as partes m&eacute;dia e baixa dos rios Trombetas e  Nhamund&aacute;.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Como regra geral na Amaz&ocirc;nia, o clima apresenta dois per&iacute;odos clim&aacute;ticos distintos: inverno, de dezembro  a maio, quando ocorrem as maiores precipita&ccedil;&otilde;es pluviom&eacute;tricas; e ver&atilde;o, de  junho a novembro, quando a estiagem &eacute; bem acentuada. De acordo com o Instituto  Nacional de Meteorologia (INEMET) (<a href="http://www.inmet.gov.br/" target="_blank">www.inemet.gov.br</a>), a temperatura m&eacute;dia, a precipita&ccedil;&atilde;o pluviom&eacute;trica,  a umidade relativa e a insola&ccedil;&atilde;o anual para regi&atilde;o s&atilde;o, respectivamente, 26<sup>o</sup>C, 2.197 mm, 81% e 2.026 h.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Geologia</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Na bacia amaz&ocirc;nica, os dep&oacute;sitos de bauxita s&atilde;o associados &agrave; s&eacute;rie Barreiras do Terci&aacute;rio,  constitu&iacute;dos de arenitos, siltitos e, ocasionalmente, conglomerados. As  lateritas s&atilde;o encontradas no topo dos plat&ocirc;s, fortemente dissecados pela  eros&atilde;o, remanescentes do peneplano Terci&aacute;rio que se estende ao longo do lado  nordeste do rio Amazonas, desde as vizinhan&ccedil;as de Oriximin&aacute; at&eacute; Jardil&acirc;ndias,  no rio Jari (Lapa, 2000). Estes plat&ocirc;s s&atilde;o bem definidos, t&ecirc;m os topos planos,  achatados, cuja eleva&ccedil;&atilde;o varia de 70 a 120 m, com altitude de 150 a 200 m em rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel do mar.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Solo e geomorfologia</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Predominam na &aacute;rea o Latossolo Amarelo distr&oacute;fico, textura muito argilosa e o  Latossolo Amarelo distr&oacute;fico textura argilosa, sob floresta densa de relevo  plano com bordos dissecados (RADAMBRASIL, 1974).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Geomorfologicamente a regi&atilde;o encontra-se na unidade  morfoestrutural do Planalto Dissecado rio Trombetas - rio Negro, e nas  proximidades da margem direita do rio Trombetas h&aacute; relevos tabulares em que  ocorre a explora&ccedil;&atilde;o de bauxita (RADAMBRASIL, 1976).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Vegeta&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A &aacute;rea acha-se inserida na regi&atilde;o da Floresta Tropical Densa, sub-regi&atilde;o dos Baixos Plat&ocirc;s  da Amaz&ocirc;nia, dom&iacute;nio da floresta densa das baixas altitudes, cuja fisionomia refere-se  &agrave; floresta localizada principalmente nos plat&ocirc;s Terci&aacute;rios e terra&ccedil;os antigos e  recentes, apresentando-se em dois estratos  distintos: um emergente e outro uniforme. As principais esp&eacute;cies que  caracterizam o estrato emergente s&atilde;o: <i>Dinizia excelsa </i>(angelim-pedra), <i>Bertholletia  excelsa </i>(castanheira) e <i>Cedrelinga catanaeformis </i>(cedrorana). O  estrato uniforme &eacute; caracterizado por <i>Manilkara </i>spp. (ma&ccedil;arandubas), <i>Protium </i>spp. (breus) e <i>Pouteria </i>spp. (abius). Trata-se de florestas com alto  volume de madeira de grande valor comercial. Comparada com outras &aacute;reas  florestais da Amaz&ocirc;nia, &eacute; uma das mais belas, com sub-bosque limpo, boa  regenera&ccedil;&atilde;o natural e de f&aacute;cil locomo&ccedil;&atilde;o (RADAMBRASIL, 1976).</font></p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">CARACTERIZA&Ccedil;&Atilde;O DAS  PARCELAS PERMANENTES</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Todas as parcelas implantadas t&ecirc;m a forma retangular e foram caracterizadas no campo com piquetes de  madeira-de-lei ou tubos r&iacute;gido de pvc nos v&eacute;rtices, sendo o per&iacute;metro  delimitado por um fio de arame. No total, foram implantadas 26 parcelas permanentes de 25 m x 10 m (250 m<sup>2</sup>); duas para cada ano analisado (1981 a 1987 e 1992 a 1995) e quatro para o ano de 1996. A caracteriza&ccedil;&atilde;o detalhada da &aacute;rea de estudo, das parcelas permanentes e dos  procedimentos de medi&ccedil;&atilde;o s&atilde;o apresentadas por Salom&atilde;o <i>et al. </i>(1997,  2002).</font></p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">PROCEDIMENTOS DE  MEDI&Ccedil;&Atilde;O</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Todos os indiv&iacute;duos arb&oacute;reos com altura total igual  ou superior a 1,5 m, oriundos da regenera&ccedil;&atilde;o natural, foram registrados, plaqueados e identificados. Os indiv&iacute;duos, independentemente do ano de restaura&ccedil;&atilde;o  florestal, tiveram medidos  o di&acirc;metro a 1,3 m  do solo (DAP) e a altura  total.</font></p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">PAR&Acirc;METROS CALCULADOS</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Para a an&aacute;lise da din&acirc;mica  florestal, os par&acirc;metros calculados foram: a diversidade arb&oacute;rea, a abund&acirc;ncia  arb&oacute;rea, a mortalidade peri&oacute;dica (ou acumulada) e a mortalidade m&eacute;dia anual, o  incremento m&eacute;dio em di&acirc;metro, o incremento m&eacute;dio em altura, o incremento m&eacute;dio  da &aacute;rea basal, a taxa de renova&ccedil;&atilde;o (<i>turnover</i>) e o tempo de substitui&ccedil;&atilde;o (<i>turnover  time</i>)<i>.</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07f0.gif" border="0"></p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">CONVEN&Ccedil;&Otilde;ES E  CONCEITUA&Ccedil;&Otilde;ES</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&bull; A denomina&ccedil;&atilde;o  solo superficial (sinon&iacute;mia: solo vegetal,  solo org&acirc;nico, <i>top soil, </i>terra preta) refere-se &agrave;  serrapilheira, camada superficial do solo constitu&iacute;da de folhas ca&iacute;das, ramos,  caules, cascas, frutos, sementes e material org&acirc;nico em decomposi&ccedil;&atilde;o,  equivalente ao horizonte 0 (zero) dos solos, acrescida do horizonte A.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&bull; Registro: t&aacute;xon  (unidade taxon&ocirc;mica: fam&iacute;lia, g&ecirc;nero e esp&eacute;cie) que foi registrado.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&bull; Ingresso:  esp&eacute;cie que entrou na amostragem ap&oacute;s o ano 1, apresentando tamanho m&iacute;nimo  (altura total) &#8805; 1,5 m.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&bull; Egresso:  esp&eacute;cie que saiu da amostragem atrav&eacute;s da morte do(s) indiv&iacute;duo(s) que a  representava(m); termo usado em refer&ecirc;ncia &agrave; esp&eacute;cie e n&atilde;o a indiv&iacute;duo para o  qual se usa o termo morte/mortalidade.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&bull; Recrutamento:  indiv&iacute;duo de uma esp&eacute;cie presente na primeira medi&ccedil;&atilde;o, que entrou na amostragem  ap&oacute;s o ano 1 por apresentar o tamanho m&iacute;nimo de qualifica&ccedil;&atilde;o (altura total   &#8805; 1,5 m).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&bull; Mortalidade:  refere-se ao esp&eacute;cime ou indiv&iacute;duo que saiu da amostragem, independentemente da  esp&eacute;cie a qual perten&ccedil;a; rela&ccedil;&atilde;o percentual entre o n&uacute;mero de indiv&iacute;duos mortos  ap&oacute;s o ano 1 e o n&uacute;mero de indiv&iacute;duos no ano inicial.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&bull; Reingresso:  t&aacute;xon registrado no ano inicial que saiu da amostra para num outro momento  retornar; por exemplo, uma determinada esp&eacute;cie foi registrada num censo e, num  outro posterior, o indiv&iacute;duo foi registrado como morto para em um novo censo  voltar a ocorrer.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&bull; O termo '&Aacute;rea  Anual de Restaura&ccedil;&atilde;o Florestal' (ARF) refere-se &agrave; &aacute;rea total de um determinado ano que tem que ser  reflorestada ap&oacute;s a completa incorpora&ccedil;&atilde;o de solo superficial na referida &aacute;rea.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2"><b><font size="3" face="verdana">RESULTADOS E  DISCUSS&Atilde;O</font></b></font></p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">DIN&Acirc;MICA DA  COMPOSI&Ccedil;&Atilde;O FLOR&Iacute;STICA</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">No ano 1 (2001), foi registrado um  total de 137 esp&eacute;cies arb&oacute;reas e 1.780 indiv&iacute;duos para todas as ARF's (<a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen01.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 1</a>);  quatro anos depois (ano 3, 2005) estes n&uacute;meros aumentaram para 153 esp&eacute;cies e  2.323 indiv&iacute;duos (<a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen02.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 2</a>). O ingresso apurado para o per&iacute;odo de quatro anos  foi de 16 esp&eacute;cies (4 esp&eacute;cies/ano) e 543 indiv&iacute;duos (135,8 ind/ano).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O maior n&uacute;mero de esp&eacute;cies,  registrado em 2001, foi observado nas ARF's de 1995 e 1994, 42 e 40,  respectivamente. O menor, na ARF de 1982 (nove esp&eacute;cies) e ARF's de 1983 e 1985  (18 cada); enquanto em 2005 o maior n&uacute;mero foi observado nas ARF's de 1992 e  1984, 42 e 41, respectivamente, e o menor na ARF de 1982 (16) e 1985 (19)  (<a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen01.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 1</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As esp&eacute;cies mais abundantes na  regenera&ccedil;&atilde;o natural, em 2001, foram lacre vermelho (<i>Vismia latifolia</i>)<i>, </i>goiaba  de anta/mu&uacute;ba (<i>Bellucia grossularioides</i>)<i>, </i>pau jacar&eacute; (<i>Laetia  procera</i>)<i>, </i>lacre (<i>Vismia guianensis</i>)<i>, </i>gaivotinha (<i>Croton  lanjouwensis</i>)<i>, </i>lacre branco (<i>Vismia cayennensis</i>) e cupi&uacute;ba (<i>Goupia glabra</i>) com,  respectivamente, 247, 236, 175, 127, 109, 107 e 101 indiv&iacute;duos; 47 esp&eacute;cies  ocorreram com apenas um indiv&iacute;duo (<a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen01.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 1</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Quatro anos ap&oacute;s, em 2005, as  esp&eacute;cies mais abundantes foram lacre vermelho (<i>V. latifolia</i>)<i>, </i>goiaba de  anta/mu&uacute;ba (<i>B. grossularioides</i>)<i>, </i>lacre (<i>V. guianensis</i>)<i>, </i>lacre  branco (<i>V. cayennensis</i>)<i>, </i>pau jacar&eacute; (<i>L. procera</i>)<i>, </i>lacre goiabinha  (V <i>cayennensis </i>ssp. <i>sessilifolia</i>)<i>, </i>cupi&uacute;ba (<i>G. glabra</i>) e  gaivotinha (<i>C. lanjouwensis</i>)<i>, </i>respectivamente com 552, 252, 161, 146,  116, 97, 91 e 89 indiv&iacute;duos; com apenas um indiv&iacute;duo foram registradas 52  esp&eacute;cies (<a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen02.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 2</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Na d&eacute;cada de 1990, j&aacute; n&atilde;o se fazia  nenhum plantio florestal sem a incorpora&ccedil;&atilde;o de preta, da&iacute; a maior diversidade  de esp&eacute;cies oriundas da regenera&ccedil;&atilde;o natural naquelas &aacute;reas. J&aacute; na d&eacute;cada de  1980, sabe-se, seguramente, que at&eacute; 1985 n&atilde;o se adotava essa t&eacute;cnica; j&aacute; nas  &aacute;reas de 1985, 1986 e 1987, houve pouca incorpora&ccedil;&atilde;o do solo superficial com  seu rico banco de sementes.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As ARF's apresentaram ingresso de  esp&eacute;cies entre 2001 e 2005, variando de 15 novas esp&eacute;cies (ARF's de 1984 e  1987) a uma esp&eacute;cie (ARF's de 1986, 1993, 1994 e 1995); e egresso variando de  sete esp&eacute;cies (ARF de 1996) a zero  (ARF de 1982) (<a href="#t1">Tabela 1</a>). Na d&eacute;cada de 1980, todas as ARF's apresentaram  incremento positivo do n&uacute;mero de novas esp&eacute;cies, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o da ARF de 1986,  quando entrou uma esp&eacute;cie e sa&iacute;ram duas; contrariamente, na d&eacute;cada de 1990,  todas as ARF's apresentaram incremento negativo, exceto a ARF de 1992, onde  houve ingresso de 12 esp&eacute;cies e egresso de cinco (<a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen03.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 3</a>). Quando o  incremento da entrada de novas esp&eacute;cies &eacute; negativo, significa que, naquelas  &aacute;reas anuais e no per&iacute;odo considerado, o egresso de esp&eacute;cie(s) foi superior ao  ingresso.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07t1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">As &aacute;reas plantadas/restauradas da  d&eacute;cada de 1980, por serem mais antigas, apresentaram incrementos positivos  devido a uma maior estabiliza&ccedil;&atilde;o das ARF's, que j&aacute; s&atilde;o mais visitadas pela  fauna dispersora de sementes. Em contrapartida, naquelas &aacute;reas da d&eacute;cada de  1990, onde foi registrado um maior egresso do que ingresso de esp&eacute;cies,  acarretando num incremento negativo, pode-se concluir que a fauna dispersora  ainda n&atilde;o est&aacute; sendo atra&iacute;da e tamb&eacute;m que o grande n&uacute;mero de indiv&iacute;duos das  esp&eacute;cies pioneiras est&aacute; inibindo o desenvolvimento das demais esp&eacute;cies.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A rela&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies com  respectivos n&uacute;meros de indiv&iacute;duos, para cada ano de restaura&ccedil;&atilde;o florestal  (reflorestamento), e seu respectivo ingresso e egresso, tomando-se 2005 (ano 3)  como refer&ecirc;ncia, &eacute; apresentada no <a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen03.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 3</a>.</font></p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">RECRUTAMENTO</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em 2001, ano 1 do monitoramento, a  abund&acirc;ncia variou de 1.020 ind/ha na &aacute;rea anual de restaura&ccedil;&atilde;o florestal de  1987 (ARF de 1987) a  6.980 ind/ha na ARF de 1994, com  m&eacute;dia de 2.772,5&#177;1.510,7 ind/ha (<a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen01.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 1</a>); e, em 2005 (ano 3), de 1.600 (ARF  de 1987) a 5.860 ind/ha (ARF de 1994), com m&eacute;dia de 3.605,8&#177;1.108,5 ind/ha  (<a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen02.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 2</a>), ou seja, houve um aumento m&eacute;dio de 1.608 ind/ha no per&iacute;odo de  quatro anos de monitoramento. A rela&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies com o respectivo n&uacute;mero de  indiv&iacute;duos recrutados em cada &aacute;rea anual de restaura&ccedil;&atilde;o florestal &eacute; apresentada  no <a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen03.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 3</a>.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O recrutamento variou de 860 (ARF de  1982) a 70 ind/ha/ano (ARF de 1993), m&eacute;dia de 402,9&#177;194,6 ind ha/ano; em termos  percentuais, a varia&ccedil;&atilde;o foi de 39,1 (ARF de 1982) a 2% (ARF de 1994), m&eacute;dia de  17,7&#177;8,9 % (<a href="#t2">Tabela 2</a>). Nas &aacute;reas da d&eacute;cada de 1980, mais antigas e mais  estabilizadas, o recrutamento pode ser considerado como muito bom em todas as  &aacute;reas (superior a 14%); j&aacute; nas &aacute;reas mais recentes (d&eacute;cada de 1990), somente a  de 1996 apresentou valor naquele intervalo, as demais variaram de 2 a 13,6% (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07t2.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">MORTALIDADE</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A mortalidade anual variou de 460 (ARF de 1996) a 60  ind/ha (ARF de 1987); m&eacute;dia de 213,3&#177;81,9 ind/ha; em termos percentuais foi de  19,7 (ARF de 1996) a 5 % ao ano (ARF de 1995). A mortalidade na &aacute;rea, de 1996,  foi excessivamente alta se comparada com as demais &aacute;reas (<a href="#t3">Tabela 3</a>).</font></p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07t3.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">As altas taxas de mortalidade na  &aacute;rea, de 1996, podem indicar que a quantidade de solo superficial n&atilde;o foi  suficiente para aproxim&aacute;-la da m&eacute;dia geral. Outros fatores relacionados  diretamente com a mortalidade em todas as demais &aacute;reas anuais, e sobretudo  nesta, s&atilde;o a grande infesta&ccedil;&atilde;o de formigas sa&uacute;vas, que devem ser combatidas por  ocasi&atilde;o do per&iacute;odo de estiagem (agosto-novembro); e a queda de &aacute;rvores em  conseq&uuml;&ecirc;ncia de ventos fortes e do sistema radicular superficial apresentado  por v&aacute;rias esp&eacute;cies (<a href="#f1">Figura 1</a>).</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07f1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Uma caracter&iacute;stica marcante na  floresta tropical pluvial refere-se ao fato de muitas esp&eacute;cies desenvolverem o sistema  radicular superficialmente.  Esta adapta&ccedil;&atilde;o &eacute; um eficiente mecanismo na conserva&ccedil;&atilde;o e ciclagem de  nutrientes, amplamente encontrado nessas florestas (Jordan, 1985). Nas &aacute;reas restauradas (reflorestadas), este processo  tamb&eacute;m se verifica. Tal fato &eacute; comprovado quando se avalia as causas da  mortalidade, sobretudo aquela causada pela queda de &aacute;rvores durante as fortes  chuvas e/ou ventos, causa majorit&aacute;ria dessas mortes (<a href="#f1">Figura 1</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O processo de secagem da liteira (e conseq&uuml;ente inibi&ccedil;&atilde;o da atividade microbiana e da mesofauna  do solo, para decomposi&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica, prejudicando a ciclagem de nutrientes)  tem sua origem no reduzido grau de cobertura vegetal do solo. As altas  temperaturas e os baixos teores de umidade fazem com que as esp&eacute;cies de &aacute;rvores  pioneiras origin&aacute;rias da chuva de sementes sobre o local n&atilde;o tenham condi&ccedil;&otilde;es  para germinar ou se estabelecer (Ferraz, 1991). Quando ocorrem na esta&ccedil;&atilde;o  chuvosa, as novas plantas, em sua grande maioria, n&atilde;o chegam a suportar a seca  subseq&uuml;ente, como demonstrado pela aus&ecirc;ncia ou um n&uacute;mero extremamente reduzido  de &aacute;rvores pioneiras em v&aacute;rias &aacute;reas de restaura&ccedil;&atilde;o. Deve&shy;se atentar para o fato dessas &aacute;reas  anuais em processo de restaura&ccedil;&atilde;o terem pouca liteira (solo superficial) acumulada,  diferentemente das clareiras que s&atilde;o formadas em conseq&uuml;&ecirc;ncia da explora&ccedil;&atilde;o  florestal em florestas prim&aacute;rias, onde essa camada &eacute; bem espessa.</font></p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">TAXA DE RENOVA&Ccedil;&Atilde;O E  TEMPO DE SUBSTITUI&Ccedil;&Atilde;O</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A taxa de renova&ccedil;&atilde;o pode ser  entendida como sendo a parte de uma popula&ccedil;&atilde;o que &eacute; renovada num determinado  espa&ccedil;o de tempo. A &aacute;rea de restaura&ccedil;&atilde;o florestal anual, que apresentou a menor  taxa de renova&ccedil;&atilde;o, foi a de 1994 (4,4%), em contraposi&ccedil;&atilde;o a maior, que foi a de  1982 (19,3%) (<a href="#t4">Tabela 4</a>).</font></p>     <p><a name="t4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07t4.gif" border="0"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Observando-se as taxas anuais m&eacute;dias  de renova&ccedil;&atilde;o, percebe-se que, nas &aacute;reas de restaura&ccedil;&atilde;o florestal da d&eacute;cada de  1980, os valores s&atilde;o mais altos, talvez pelo fato de haver um maior n&uacute;mero de  visitas pela fauna dispersora de sementes e do ambiente, sobretudo o solo encontrar&shy;se mais  estabilizado em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s &aacute;reas mais recentes da d&eacute;cada de 1990 (<a href="#t4">Tabela 4</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">De acordo com Oliveira (1997),  citando Uhl (1982), o <i>turnover time </i>&eacute; um descritor que procura dar uma no&ccedil;&atilde;o do regime  de dist&uacute;rbio da floresta, sendo definido como o tempo m&eacute;dio necess&aacute;rio para que  morra um n&uacute;mero igual ao das &aacute;rvores inicialmente amostradas. Muitos autores  consideram o tempo de substitui&ccedil;&atilde;o como o inverso da taxa de mortalidade, o  que, na realidade, representa uma adapta&ccedil;&atilde;o da f&oacute;rmula descrita por Uhl <i>et  al. </i>(1988). A ARF de 1995 apresentou o maior tempo de substitui&ccedil;&atilde;o com 20,1  anos e a ARF de 1996 o menor com 5,1 anos (<a href="#t4">Tabela 4</a>).</font></p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">DIN&Acirc;MICA DO  CRESCIMENTO DAS &Aacute;RVORES</font></b></font></p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">CRESCIMENTO EM DI&Acirc;METRO E &Aacute;REA BASAL</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O DAP em 2001, variou de 4,79 (ARF 1992) a  1,94 cm  (ARF 1982), m&eacute;dia de 3,30&#177;0,74   cm; e, em 2005, variou de 5,51 (ARF 1993) a 2,3 cm (ARF 1982 e ARF  1987), m&eacute;dia de 3,34&#177;0,85 cm,  ou seja, o diam&eacute;trico m&eacute;dio manteve-se praticamente constante no per&iacute;odo de 4  anos, com varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia desprez&iacute;vel de 0,03 &#177; 0,58 cm em quatro anos de  monitoramento (<a href="#t5">Tabela 5</a>). A varia&ccedil;&atilde;o do DAP entre 2001 e 2005 foi negativa em  sete &aacute;reas anuais de restaura&ccedil;&atilde;o e positiva nas demais cinco &aacute;reas. Mantendo-se  essa tend&ecirc;ncia nas pr&oacute;ximas medi&ccedil;&otilde;es, pode-se afirmar que a camada de solo  superficial espalhada nas &aacute;reas a restaurar est&aacute; aqu&eacute;m da ideal.</font></p>     <p><a name="t5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07t5.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">O di&acirc;metro m&eacute;dio tende a manter-se  constante ao longo dos anos em florestas clim&aacute;cicas (prim&aacute;rias) quando em  ecossistemas semelhantes. Nas &aacute;reas de restaura&ccedil;&atilde;o florestal de Porto  Trombetas, as varia&ccedil;&otilde;es observadas s&atilde;o decorrentes da instabilidade do  ecossistema artificial em recupera&ccedil;&atilde;o, devendo, quando estabilizadas,  apresentar valores semelhantes nas diferentes &aacute;reas consideradas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os teores de nitrog&ecirc;nio nos solos acompanham aqueles da mat&eacute;ria org&acirc;nica: os solos mais ricos em  mat&eacute;ria org&acirc;nica s&atilde;o aqueles que tamb&eacute;m t&ecirc;m os maiores teores de nitrog&ecirc;nio (Ferraz, 1991). Nas &aacute;reas onde o crescimento arb&oacute;reo e o grau de cobertura do solo foram  maiores, notou-se tamb&eacute;m uma maior quantidade de liteira, indicando,  assim, o estabelecimento do processo de ciclagem de nutrientes; nestas &aacute;reas o  crescimento em di&acirc;metro &eacute; superior &agrave; m&eacute;dia.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As esp&eacute;cies que apresentaram os maiores valores de  DAP s&atilde;o apresentadas na <a href="#t6">Tabela 6</a>. As enviras (<i>Rollinia  exsucca </i>e <i>Xylopia n&iacute;tida</i>) geralmente t&ecirc;m bom crescimento em &aacute;reas  abertas, assim como o morotot&oacute; (<i>Schefflera morototoni</i>), imba&uacute;ba tor&eacute;m (<i>Cecropia sciadophylla</i>)<i>, </i>os  lacres (<i>Vismia cayenensis, V guianensis </i>e <i>V latifolia</i>)<i>, </i>os  murucis (<i>Byrsonima aerugo, B. densa </i>e <i>B. stipulacea</i>)<i>, </i>goiaba de  anta (<i>Bellucia grossularioides</i>)<i>, </i>tinteiros (<i>Miconia serialis </i>e <i>M.  pyrifolia</i>) e as Euphorbiaceae <i>Croton lanjowvensis </i>e <i>C.  trombetensis; </i>as quatro esp&eacute;cies de Leguminosae (<i>Cassia fastuosa - </i>mari-mari da terra firme; <i>Stryphnodendron  obovatum - </i>fava camuz&ecirc;; <i>Parkia multijuga - </i>paric&aacute; grande; <i>Acacia auriculiformis - </i>ac&aacute;cia mangium) t&ecirc;m desenvolvimento muito bom em  &aacute;reas degradadas da Amaz&ocirc;nia. Destas esp&eacute;cies, apenas <i>A. auriculiformis </i>&eacute;  introduzida. A esp&eacute;cie <i>C. trombetensis </i>foi encontrada pela primeira vez em Porto Trombetas,  na &aacute;rea deste estudo.</font></p>     <p><a name="t6"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07t6.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">As esp&eacute;cies que apresentaram os maiores incrementos  no crescimento em di&acirc;metro no per&iacute;odo, considerando al&eacute;m daquelas apresentadas  na <a href="#t6">Tabela 6</a>, s&atilde;o <i>Cordia sericalyx </i>(freijozinho), <i>Vochysia  vismiaefolia </i>(quaruba-cedro), <i>Sclerolobium paniculatum </i>(tachi do  campo), <i>Miconia poeppigii </i>(tinteiro branco f. peluda), <i>Laetia procera </i>(pau jacar&eacute;) e <i>Hymenolobium pulcherrimum </i>(angelim folha peluda)  (<a href="#t7">Tabela 7</a>). Entre todas essas, a esp&eacute;cie mais promissora na  recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas &eacute;, sem d&uacute;vida, <i>S. paniculatum </i>e <i>Bertholletia  excelsa </i>- castanheira (que n&atilde;o ocorreu no monitoramento  da regenera&ccedil;&atilde;o natural at&eacute; o momento). Conforme  demonstrado por Salom&atilde;o <i>et al. </i>(2006) e Le&atilde;o <i>et al. </i>(2005), a presen&ccedil;a de quaruba-cedro, freijozinho e angelim  folha peluda, esp&eacute;cies da floresta  clim&aacute;tica da regi&atilde;o com bom crescimento diam&eacute;trico, &eacute; um bom indicador da  recupera&ccedil;&atilde;o dos ecossistemas artificiais formados ap&oacute;s o processo da lavra do  min&eacute;rio.</font></p>     <p><a name="t7"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07t7.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">A &aacute;rea basal, em 2001, variou de  10,9 (ARF 1994) a 0,88 m<sup>2</sup>/ha  (ARF 1987); m&eacute;dia de 5,3 &#177; 3,16 m<sup>2</sup>/ha. Em 2005 houve varia&ccedil;&atilde;o de  14,39 (ARF 1994) a 1,11 m<sup>2</sup>/ha (ARF 1987); m&eacute;dia de 6,71 &#177; 4,12 m<sup>2</sup>/ha.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Todas as ARF's da d&eacute;cada de 1990  apresentaram valores superiores &agrave; m&eacute;dia, em contrapartida, todas as ARF's da  d&eacute;cada de 1980 ficaram abaixo da m&eacute;dia devido &agrave; n&atilde;o incorpora&ccedil;&atilde;o do solo  superficial naquelas &aacute;reas de plantio, ou seja, a regenera&ccedil;&atilde;o natural nas &aacute;reas  da d&eacute;cada de 1980 &eacute; oriunda quase que exclusivamente da atividade dos  dispersores de sementes (at&eacute; 1985); conseq&uuml;entemente, a diversidade e a riqueza  de esp&eacute;cies ser&atilde;o reduzidos, implicando indiretamente nos baixos valores da  &aacute;rea basal. As &aacute;reas da d&eacute;cada de 1990 que contaram com os benef&iacute;cios dos  dispersores naturais e da riqueza do banco de sementes presente no solo superficial  apresentam valores superiores &agrave; m&eacute;dia (<a href="#t8">Tabela 8</a>).</font></p>     <p><a name="t8"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07t8.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">A &aacute;rea de restaura&ccedil;&atilde;o florestal de  1987 apresentou os menores valores de &aacute;rea basal para a regenera&ccedil;&atilde;o natural de  arb&oacute;reas nos dois anos considerados. Tal fato &eacute; explicado porque, naquela &aacute;rea,  o reflorestamento foi feito usando-se um desenho de plantio diferente dos  demais anos. Ali se usou a mesma esp&eacute;cie nas v&aacute;rias linhas de plantio, com  predomin&acirc;ncia de linhas de taxi-do-campo (<i>Sclerolobium paniculatum</i>)<i>. </i>Esta  esp&eacute;cie teve um desenvolvimento excepcional, causando um sombreamento forte no piso da mata, fazendo com  que v&aacute;rias esp&eacute;cies do pr&oacute;prio plantio e da regenera&ccedil;&atilde;o natural morressem,  aliados ao n&atilde;o favorecimento das condi&ccedil;&otilde;es prop&iacute;cias &agrave; regenera&ccedil;&atilde;o, da&iacute; os  baixos valores (Salom&atilde;o, 2004).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Quanto maior a &aacute;rea basal de uma  determinada floresta, maior ser&aacute; a acumula&ccedil;&atilde;o de biomassa. Em rela&ccedil;&atilde;o aos  demais ecossistemas antr&oacute;picos da Amaz&ocirc;nia, como se comportam as &aacute;reas de  restaura&ccedil;&atilde;o florestal no tocante &agrave; acumula&ccedil;&atilde;o de biomassa? Esta  interroga&ccedil;&atilde;o pode ser em parte respondida atrav&eacute;s da avalia&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea basal.  Em uma floresta secund&aacute;ria originada ap&oacute;s o abandono dos tratos silviculturais  de uma planta&ccedil;&atilde;o de seringueira, com aproximadamente 50 anos, no planalto de  Belterra, munic&iacute;pio de Santar&eacute;m, Par&aacute;, Oliveira e Silva (1995) calcularam uma &aacute;rea basal de 21,2 m<sup>2</sup>/ha para indiv&iacute;duos com DAP &#8805; 5 cm.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Na mais antiga &aacute;rea de coloniza&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola da  Amaz&ocirc;nia brasileira (regi&atilde;o Bragantina, nordeste do Par&aacute;) submetida a mais de  uma dezena de ciclos de corte-queima-plantio-abandono, desde o final do s&eacute;culo  passado, Vieira <i>et al. </i>(1996) demonstraram a diminui&ccedil;&atilde;o da diversidade e da riqueza nestas &aacute;reas,  enquanto Salom&atilde;o <i>et al. </i>(1998) avaliaram a biomassa e estimaram para  capoeiras (florestas secund&aacute;rias) de 5, 10 e 20 anos uma &aacute;rea basal de 4, 10,9 e 17,5 m<sup>2</sup>/ha, respectivamente. Em pastagens abandonadas de uso  intensivo a moderado com at&eacute; 8 anos de idade, em Paragominas, Par&aacute;, Uhl <i>et  al. </i>(1988) observaram valor inferior &agrave;quele observado por Salom&atilde;o <i>et al. </i>(1998) para capoeiras de 5 anos, que foi de 4 m<sup>2</sup>/ha.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As capoeiras estudadas por Salom&atilde;o <i>et al. </i>(1996,  1998) e Vieira <i>et al. </i>(1996), assim como as pastagens avaliadas por Uhl <i>et  al. </i>(1988), s&atilde;o exemplos de grande degrada&ccedil;&atilde;o florestal em consequ&ecirc;ncia da  atividade antr&oacute;pica e n&atilde;o servem como padr&atilde;o para a Amaz&ocirc;nia e sim para um alerta. Todavia, se comparados os  resultados destes estudos com os das &aacute;reas de minera&ccedil;&atilde;o, que s&atilde;o solos extremamente degradados (f&iacute;sica, qu&iacute;mica  e biologicamente), percebe-se que  estes resultados parciais podem ser considerados promissores no que tange &agrave;  &aacute;rea basal das ARF's de Porto Trombetas, sobretudo se observados os resultados  das &aacute;reas da d&eacute;cada de 1990, onde as novas pr&aacute;ticas silviculturais adotadas  contribuem para um melhor desenvolvimento da regenera&ccedil;&atilde;o natural e dos  plantios.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os incrementos anuais m&eacute;dios da &aacute;rea  basal variaram de 0,9421 (ARF 1992) a 0,0334 m<sup>2</sup>/ha (ARF 1981), sendo  negativo na ARF de 1986 (-0,4085 m<sup>2</sup>/ha); m&eacute;dia de 0,3521 &#177; 0,2404 m<sup>2</sup>/ha.  Todas as &aacute;reas anuais de restaura&ccedil;&atilde;o da d&eacute;cada de 1990 apresentaram incrementos  superiores &agrave; m&eacute;dia (exceto a ARF 1996); contrariamente, as &aacute;reas da d&eacute;cada de  1980 ficaram abaixo da m&eacute;dia, com exce&ccedil;&atilde;o das ARF's de 1985 e 1982.</font></p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">CRESCIMENTO EM ALTURA</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O crescimento m&eacute;dio em altura das  &aacute;rvores oriundas da regenera&ccedil;&atilde;o natural variou de 5,7 (ARF 1986) a 2,3 m (ARF 1982), m&eacute;dia de  4,55&#177;0,98 m  (<a href="#t9">Tabela 9</a>). Todas as &aacute;reas anuais de restaura&ccedil;&atilde;o da d&eacute;cada de 1990 apresentaram  valores superiores &agrave; m&eacute;dia, contrariamente, todas as &aacute;reas da d&eacute;cada de 1980,  exceto a ARF de 1986, t&ecirc;m valores inferiores &agrave; m&eacute;dia.</font></p>     <p><a name="t9"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07t9.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Nas ARF's da d&eacute;cada de 1980, com  mais de 18 anos de restaura&ccedil;&atilde;o, a altura apresentou m&eacute;dia de 4,04 m; enquanto as &aacute;reas da  d&eacute;cada de 1990, entre nove e 13 anos, apresentaram m&eacute;dia de 5,26 m, ou seja, 30,1% superior &agrave;quela (<a href="#t8">Tabela 8</a>). Tal fato deve  estar intimamente relacionado com a deposi&ccedil;&atilde;o de solo superficial nas &aacute;reas de  restaura&ccedil;&atilde;o, pois, como dito anteriormente, somente a partir de 1985, a MRN passou a adotar sistematicamente esta pr&aacute;tica ed&aacute;fica.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> As esp&eacute;cies de maior crescimento em altura (<a href="#t10">Tabela 10</a>) t&ecirc;m todas, sem exce&ccedil;&atilde;o, algo em comum, s&atilde;o esp&eacute;cies pioneiras que apresentam alto crescimento em  altura, superior ao das demais esp&eacute;cies de outros grupos ecol&oacute;gicos.</font></p>     <p><a name="t10"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07t10.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">PR&Aacute;TICAS DE CAR&Aacute;TER  ED&Aacute;FICO</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A minera&ccedil;&atilde;o de superf&iacute;cie e a completa remo&ccedil;&atilde;o da  cobertura florestal provocam grandes impactos no solo e na topografia do local  atrav&eacute;s da eros&atilde;o e da sedimenta&ccedil;&atilde;o, que atingem seu m&aacute;ximo impacto sobre os  recursos h&iacute;dricos a partir do in&iacute;cio das atividades at&eacute; pelo menos seis meses  depois das opera&ccedil;&otilde;es (Curtis, 1973a). O depauperamento e o car&aacute;ter t&oacute;xico dos solos tamb&eacute;m precisam ser corrigidos  caso pretenda-se que o local alterado torne-se produtivo e n&atilde;o seja prejudicial ao meio ambiente. A &uacute;nica maneira de  mitigar a maior parte desses impactos negativos &eacute; atrav&eacute;s do restabelecimento  de uma cobertura vegetal perene sobre o local modificado. Thompson e Hutnik (1972) citam alguns problemas intr&iacute;nsecos a esses solos:  instabilidade, inadequada textura, altas temperaturas diurnas da camada  superficial e caracter&iacute;sticas qu&iacute;micas e biol&oacute;gicas dos solos remanescentes.  Prevendo o estabelecimento de uma cobertura florestal perene como a melhor  solu&ccedil;&atilde;o para recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas mineradas, &eacute; necess&aacute;rio proceder ao preparo  do local em que ser&atilde;o plantadas as mudas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Incorpora&ccedil;&atilde;o de solo superficial na &aacute;rea a restaurar</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A minera&ccedil;&atilde;o de superf&iacute;cie exige a retirada da  vegeta&ccedil;&atilde;o e da capa superior do solo, existentes sobre o min&eacute;rio. Essa capa de  solo, enriquecida com material org&acirc;nico, &eacute; deslocado para qualquer posi&ccedil;&atilde;o, o  que muitas vezes favorece sua perda, causada pela a&ccedil;&atilde;o da eros&atilde;o h&iacute;drica. Davis  e Hill (1972) informam que a armazenagem da capa superior diminui o conte&uacute;do org&acirc;nico do min&eacute;rio de bauxita.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Farmer <i>etal. </i>(1976) fizeram importante estudo sobre a revegeta&ccedil;&atilde;o dos restos  &aacute;cidos provenientes da minera&ccedil;&atilde;o de cobre-cobalto. Conclu&iacute;ram que a armazenagem e a posterior redistribui&ccedil;&atilde;o da capa superior do solo e da camada  imediatamente inferior (at&eacute; aproximadamente 20,5 cm de profundidade),  em conjunto com um programa de  fertiliza&ccedil;&atilde;o, foram mais eficientes em estimular o revestimento vegetal do local.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">V&aacute;rios autores t&ecirc;m sugerido normas  para armazenagem de solos org&acirc;nicos. O ideal &eacute; remov&ecirc;-los e armazen&aacute;-los  misturados com a vegeta&ccedil;&atilde;o do mesmo local, convertida mecanicamente em cobertura morta (Tyson, 1979). De acordo com Geiser e Oliveira (1977), o solo pode ser amontoado em camadas de terra de  at&eacute; 1,5 m  de altura e de 3 a  4 m de  largura, com qualquer comprimento. De prefer&ecirc;ncia, o local deve ser plano e  protegido das enxurradas e da eros&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Deve-se evitar a compacta&ccedil;&atilde;o do solo  durante a opera&ccedil;&atilde;o de armazenamento. O solo armazenado tamb&eacute;m deve ser  protegido dos raios solares com uma cobertura de palha. N&atilde;o se deve armazenar  solos muito &uacute;midos, nem faz&ecirc;-lo em &eacute;poca de chuva (Geiser; Oliveira, 1977). Os solos  compactados durante mais de um ano em grandes mont&otilde;es come&ccedil;am a perder  nutrientes e microorganismos (Canada, 1975).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Por ocasi&atilde;o da incorpora&ccedil;&atilde;o do solo  no local a ser recuperado com vegeta&ccedil;&atilde;o, o subsolo a ser revestido com a nova  capa deve ter superf&iacute;cie &aacute;spera e &uacute;mida, por&eacute;m n&atilde;o saturado. O solo, ou solo  misturado com cobertura morta feita das plantas do local, deve ser distribu&iacute;do  a uma profundidade uniforme (Tyson, 1979).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em geral, os estudos sobre o  tratamento de solos minerados recomendam a aplica&ccedil;&atilde;o de uma cobertura morta  para facilitar o estabelecimento da vegeta&ccedil;&atilde;o (Cook <i>et al., </i>1974; Sandoval <i>et al., </i>1973; Sutton, 1970); o material  utilizado pode ser palha, casca desfibrada de &aacute;rvore, folha, cavacos de madeira  ou outro material org&acirc;nico. A  vegeta&ccedil;&atilde;o removida do local a ser minerado, por exemplo, pode fornecer material  para ser convertido em cobertura morta.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Tyson (1979) concluiu que o sucesso da cobertura  morta depende do uso da pr&oacute;pria vegeta&ccedil;&atilde;o do local em combina&ccedil;&atilde;o com o solo  original. Tamb&eacute;m verificou, em recupera&ccedil;&atilde;o dos cortes de estradas, que o uso de  fertilizantes n&atilde;o tornou a cobertura morta mais efetiva no processo da  regenera&ccedil;&atilde;o natural.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A acidez dos solos remanescentes das  minera&ccedil;&otilde;es inibe o estabelecimento de vegeta&ccedil;&atilde;o no processo de recupera&ccedil;&atilde;o e  tamb&eacute;m influi na disponibilidade de nutrientes e nos processos biol&oacute;gicos das  plantas (Berg, 1965). Plass (1969) verificou que s&atilde;o poucas as esp&eacute;cies herb&aacute;ceas  ou arb&oacute;reas capazes de sobreviver em solos &aacute;cidos, com pH entre 3,5 e 4, e que  quase nenhuma esp&eacute;cie sobrevive em solos com pH inferior a 3,5. O calc&aacute;rio &eacute;  freq&uuml;entemente utilizado para corrigir problemas ed&aacute;ficos provenientes da alta  acidez. O tratamento dos solos com cinzas  industriais pode corrigir, pelo menos parcialmente, a acidez dos solos  minerados (Adams <i>et al., </i>1972; Capp e Gillmore, 1973; Kovacic, 1972; Plass e Capp, 1974). De acordo com v&aacute;rios estudos, a acidez, embora  corrigida originalmente, freq&uuml;entemente retorna a um alto  n&iacute;vel (Farmer <i>et al., </i>1976).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Ferraz (1991), no 'Diagn&oacute;stico do comportamento do reflorestamento realizado na mina  Sarac&aacute; entre 1981 e 1987', concluiu que (i) a mat&eacute;ria org&acirc;nica  permite o desenvolvimento da estrutura do solo melhorando a capacidade de  reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua e de absor&ccedil;&atilde;o de nutrientes; (ii) fertilizantes qu&iacute;micos n&atilde;o  suprem as defici&ecirc;ncias minerais das plantas nos plantios sem solo superficial;  (iii) &aacute;rea com solo superficial apresenta esp&eacute;cies com crescimento satisfat&oacute;rio  no ecossistema artificialmente restaurado; (iv) o solo superficial &eacute;  indispens&aacute;vel na reestrutura&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica, f&iacute;sica e biol&oacute;gica do solo; (v) al&eacute;m  de fonte de nutrientes, o solo superficial possibilita uma maci&ccedil;a inocula&ccedil;&atilde;o de  micorrizas e riz&oacute;bios, vitais na regenera&ccedil;&atilde;o e sucess&atilde;o florestal; (vi) a  acidez dos solos minerados &eacute; alta ou muito alta; (vii) o teor m&eacute;dio de mat&eacute;ria  org&acirc;nica nos solos sem solo superficial &eacute; muito baixo (0,1%), o que faz a  liteira produzida pelas &aacute;rvores n&atilde;o sofrer decomposi&ccedil;&atilde;o e sim secagem e fragmenta&ccedil;&atilde;o com conseq&uuml;ente eros&atilde;o  pelo vento e &aacute;gua; (viii) a n&atilde;o decomposi&ccedil;&atilde;o <i>in situ </i>da mat&eacute;ria org&acirc;nica  produzida reflete na indisponibilidade de f&oacute;sforo para as plantas, o que  explica a inexist&ecirc;ncia de microorganismos que realizam a fermenta&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria  org&acirc;nica; e (ix) a liteira produzida, quando fixada numa &aacute;rea, permite a  regenera&ccedil;&atilde;o natural de grande n&uacute;mero de esp&eacute;cies e o conseq&uuml;ente  desenvolvimento da mesofauna indicando que a ciclagem do nutriente foi  iniciada.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Segundo O.H. Knowles (comunica&ccedil;&atilde;o pessoal, 2006), havia  recomenda&ccedil;&atilde;o da MRN para que se raspasse uma camada de 20 a 25 cm do solo superficial nas  &aacute;reas a serem lavradas - este volume consistiria no solo superficial a ser  incorporado nas &aacute;reas anuais de plantios florestais. Esse solo superficial era  separado durante o preparo da &aacute;rea para retirada da bauxita. Posteriormente,  era incorporado naquelas &aacute;reas onde a lavra j&aacute; fora processada e que deveriam  ser restauradas visando &agrave; restaura&ccedil;&atilde;o do ecossistema florestal.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Deve-se ressaltar que o ambiente  artificial formado ap&oacute;s a lavra que deveria ser restaurado encontra-se no  extremo de degrada&ccedil;&atilde;o ambiental, pois todas as propriedades f&iacute;sicas, qu&iacute;micas,  biol&oacute;gicas e ecol&oacute;gicas do solo foram drasticamente alteradas ou destru&iacute;das  pela atividade miner&aacute;ria.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Normalmente, o solo superficial &eacute;  estocado de um ano para o outro. Caso fosse poss&iacute;vel adequar a retirada &agrave;  'imediata' deposi&ccedil;&atilde;o do mesmo nas &aacute;reas a serem restauradas, a regenera&ccedil;&atilde;o  natural, muito provavelmente, seria mais vigorosa, rica e diversa aos &iacute;ndices  hoje observados.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">A restaura&ccedil;&atilde;o da paisagem florestal  nas &aacute;reas submetidas &agrave; lavra &eacute; feita atendendo a dois pressupostos b&aacute;sicos e  necess&aacute;rios para o sucesso da opera&ccedil;&atilde;o: a facilita&ccedil;&atilde;o dos processos da regenera&ccedil;&atilde;o natural  (atrav&eacute;s da reincorpora&ccedil;&atilde;o do solo superficial) e o plantio de &aacute;rvores e  palmeiras regionais (reflorestamento).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">De acordo com Knowles (1992), em 1985 a MRN passou a adotar a  pr&aacute;tica de reincorpora&ccedil;&atilde;o do solo superficial nas &aacute;reas anuais de plantios  florestais, formando uma camada de 15 cm. A partir desse ano, a MRN n&atilde;o mais  realiza somente o reflorestamento em suas &aacute;reas p&oacute;s-lavra e sim a restaura&ccedil;&atilde;o  da paisagem florestal nessas &aacute;reas atrav&eacute;s do manejo das duas mais importantes  condicionantes para o pleno sucesso desse objetivo: o manejo da regenera&ccedil;&atilde;o  natural aliada ao plantio florestal.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">T&ecirc;m-se, atualmente, como diretriz no  preparo da &aacute;rea, a coloca&ccedil;&atilde;o de uma camada de 15 cm de solo superficial que  deve ser espalhado seguindo o modelo da malha diamante (<a href="#f2">Figura 2</a>).  Considerando-se que tenha uma espessura de 15 cm, ent&atilde;o, cada hectare  deve receber um volume m&eacute;dio de 1.500 m3 de solo superficial.</font></p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07f2.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Pesquisas visando ao manejo mais  adequado do solo superficial nessas &aacute;reas fortemente antropizadas na Amaz&ocirc;nia  devem ser desenvolvidas objetivando otimizar as duas premissas b&aacute;sicas para o  sucesso do programa de restaura&ccedil;&atilde;o florestal: a maximiza&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e da biomassa  vegetal de &aacute;rvores, sobretudo aquelas de r&aacute;pido crescimento adaptadas a esses ambientes  (Salomao <i>et al.</i>, 2000b, 2006).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A incorpora&ccedil;&atilde;o de solo superficial &eacute;  uma pr&aacute;tica ed&aacute;fica de fundamental import&acirc;ncia e completamente indispens&aacute;vel &agrave;  restaura&ccedil;&atilde;o florestal de &aacute;reas degradadas. Aspectos do desenvolvimento da  vegeta&ccedil;&atilde;o em parcelas de estudos de duas &aacute;reas distintas do ano de 1996, uma  com solo superficial (parcela permanente 96A18) e outra sem (parcela permanente  96A25), s&atilde;o apresentados na <a href="#f3">Figura 3</a>.</font></p>     <p><a name="f3"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07f3.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">As palmeiras sem estipe palha-branca (<i>Attalea attaleoides</i>) e murumuru (<i>Astrocaryum acaule</i>) devem ser semeadas por  ocasi&atilde;o dos plantios em todas as &aacute;reas, pois al&eacute;m de apresentar &oacute;tima  regenera&ccedil;&atilde;o natural, s&atilde;o esp&eacute;cies muito comuns no sub-bosque das florestas  prim&aacute;rias de todos os plat&ocirc;s dessa Flona. Uma caracter&iacute;stica muito interessante  nessas palmeiras refere-se ao fato delas acumularem 'sua' pr&oacute;pria mat&eacute;ria  org&acirc;nica, da&iacute; a &oacute;tima adaptabilidade nos ecossistemas artificiais criados no  ambiente p&oacute;s-lavra. Uma outra esp&eacute;cie comum na regi&atilde;o &eacute; a mumbaca (<i>Astrocaryum mumbaca</i>)<i>, </i>com estipe, que  tamb&eacute;m &eacute; indicada por favorecer os processos de recoloniza&ccedil;&atilde;o e sucess&atilde;o  natural.</font></p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">ESCARIFICA&Ccedil;&Atilde;O DO SOLO</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Alguns dos efeitos da escarifica&ccedil;&atilde;o superficial do  solo s&atilde;o bem conhecidos: fornece leito e ref&uacute;gio para as sementes; abre solos  compactados para facilitar a infiltra&ccedil;&atilde;o h&iacute;drica; e facilita a utiliza&ccedil;&atilde;o de  nutrientes e oxig&ecirc;nio pelas plantas. Por&eacute;m, Curtis (1973b) constatou que a escarifica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o alterou a  densidade e a umidade de solos remanescentes da explora&ccedil;&atilde;o de minas de carv&atilde;o.  A escarifica&ccedil;&atilde;o feita por arados comuns pode apresentar problemas, como  alcan&ccedil;ar pouca profundidade e danificar o arado, quando em solos rochosos, fato muito comum em locais minerados (Brown, 1977).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Aldon (1976) e Aldon e Garcia (1972) estudaram os efeitos da escarifica&ccedil;&atilde;o profunda em terreno semi-&aacute;rido, usando um aparelho especial, puxado por um  trator, contendo dois  'dentes', com 2,2 m  entre si, os quais cortavam sulcos de 71 cm de profundidade e 10 cm de largura. Duas  chapas, com a configura&ccedil;&atilde;o de um tri&acirc;ngulo e montadas na parte superior dos  dentes, abriram mais ainda a parte superior dos sulcos, deixando-os com  aproximadamente 38 cm  de largura. Verificou-se que a escarifica&ccedil;&atilde;o profunda reduziu em 85% o  escoamento de &aacute;gua e de 31% a eros&atilde;o, efeitos medidos tr&ecirc;s anos depois da  aplica&ccedil;&atilde;o do tratamento; quando a camada superficial for composta de xisto  argiloso, o tratamento pode acarretar eros&atilde;o subterr&acirc;nea. A repeti&ccedil;&atilde;o do  tratamento pode estender o efeito ben&eacute;fico por alguns anos, mas pode tamb&eacute;m  danificar a vegeta&ccedil;&atilde;o j&aacute; estabelecida no local.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em outro estudo de caso, Aldon e Garcia (1972)  observaram que a repeti&ccedil;&atilde;o causou mudan&ccedil;a ben&eacute;fica no tipo de vegeta&ccedil;&atilde;o que  recobria naturalmente o local. Deve-se notar que esse estudo n&atilde;o foi feito em  &aacute;rea minerada, mas numa bacia  hidrogr&aacute;fica altamente suscet&iacute;vel &agrave; eros&atilde;o. H&aacute; equipamentos especiais para a escarifica&ccedil;&atilde;o profunda. Um  exemplo &eacute; o <i>ripper, </i>dente grande,  puxado por um trator e movido por cilindros hidr&aacute;ulicos, que pode quebrar at&eacute;  rochas (Brown, 1977).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Nas &aacute;reas anuais de restaura&ccedil;&atilde;o florestal em Porto Trombetas, o solo  superficial &eacute; espalhado no terreno pela l&acirc;mina de um trator de esteira D-6. Um  outro trator de esteira mais potente (D-8) procede a escarifica&ccedil;&atilde;o do solo com  um equipamento acoplado na tomada de for&ccedil;a traseira, tamb&eacute;m denominado <i>ripper, </i>que apresenta tr&ecirc;s garras de 100   cm de comprimento com dist&acirc;ncia de 1 m entre elas (<a href="#f4">Figura 4</a>). Esse  equipamento, uma vez passado no terreno que j&aacute; se encontra nivelado, forma as  linhas de plantio para as 1.666 muda/ha (linhas alternadas, j&aacute; que o espa&ccedil;amento adotado pela MRN &eacute;  de 2 m  entre linhas e 3 m  na linha de plantio).</font></p>     <p><a name="f4"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07f4.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="2" face="verdana">Neste processo, o solo superficial cai dentro das linhas (no sulco), o  que &eacute; interessante e desej&aacute;vel por favorecer com mat&eacute;ria org&acirc;nica e &aacute;gua o  estabelecimento da futura muda ali plantada. Esta opera&ccedil;&atilde;o deve ser feita no  fim do ver&atilde;o (outubro-novembro-dezembro), enquanto o solo ainda est&aacute; seco para  que as primeiras chuvas de janeiro possam levar mais solo superficial para os  sulcos (linhas de </font> <font size="2" face="verdana">plantio) e, em fevereiro, tenha  in&iacute;cio o plantio florestal. A drenagem nas &aacute;reas de plantios &eacute; excelente, pois  a camada de solo est&eacute;ril chega at&eacute; 12   m de profundidade.</font>     <p><font size="2" face="verdana">A escarifica&ccedil;&atilde;o &eacute; uma pr&aacute;tica silvicultural que  mostrou desempenhar um papel importante no estabelecimento das &aacute;rvores nas  &aacute;reas de restaura&ccedil;&atilde;o. Tal procedimento, al&eacute;m de diminuir a compacta&ccedil;&atilde;o nas  linhas de plantio, promove uma incorpora&ccedil;&atilde;o profunda de mat&eacute;ria org&acirc;nica no  solo subsuperficial, facilitando e estimulando, pela maior oferta de nutrientes  e &aacute;gua nas camadas mais profundas, o desenvolvimento radicular (Ferraz, 1991).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Todavia, alguns itens devem ser  avaliados:</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&bull; Ap&oacute;s o espalhamento de terra preta,  o solo estaria mesmo compactado? A compacta&ccedil;&atilde;o produzida pelas m&aacute;quinas durante  a sistematiza&ccedil;&atilde;o do terreno,  para o posterior plantio, n&atilde;o deve compactar o solo ao n&iacute;vel de produzir um  estrangulamento que venha impedir 0 crescimento do  sistema radicular; ressalta-se que  uma certa compacta&ccedil;&atilde;o favorece a reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua, vital para as plantas no  per&iacute;odo seco.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&bull; A escarifica&ccedil;&atilde;o profunda (<i>ripper </i>com garras de 1 m  de profundidade) promove o enterramento da mat&eacute;ria org&acirc;nica e, conseq&uuml;entemente, dos prop&aacute;gulos presentes  no rico banco de sementes, inviabilizando-os; n&atilde;o se sabe qual o grau desta  invibializa&ccedil;&atilde;o sobre o n&uacute;mero de esp&eacute;cies e de indiv&iacute;duos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&bull; A escarifica&ccedil;&atilde;o talvez deva ser  feita com, no m&aacute;ximo, 40 a  50 cm de  profundidade e n&atilde;o a 1 m,  como &eacute; atualmente, e somente nas linhas de plantio; sendo o espa&ccedil;amento atualmente adotado de 3 x 2 m, ou seja, 2 m entre linhas e 3 m nas linhas, deve-se retirar a garra central do <i>ripper; </i>tal pr&aacute;tica dever&aacute; favorecer a  germina&ccedil;&atilde;o das sementes do banco, implicando em favorecimento &agrave; regenera&ccedil;&atilde;o  natural.</font></p>     <p><font size="2"><b><font face="verdana">DISPERS&Atilde;O NATURAL DE  SEMENTES</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A evolu&ccedil;&atilde;o reprodutiva proporcionou &agrave;s plantas o  desenvolvimento de caracter&iacute;sticas morfol&oacute;gicas e fisiol&oacute;gicas para atrair  potenciais disseminadores de suas sementes e garantir a dispers&atilde;o que pode ser  definida como o deslocamento da semente para garantir a sobreviv&ecirc;ncia da  esp&eacute;cie e evitar o ac&uacute;mulo dos descentes em pequenas &aacute;reas (Modesto; Siqueira, 1981).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">A intera&ccedil;&atilde;o entre a fauna e a vegeta&ccedil;&atilde;o &eacute; de fundamental import&acirc;ncia dentro do processo  de recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas. Os animais frug&iacute;voros fazem o papel de  agentes dispersores das sementes, transportando-as em seu interior (tubo  digestivo) e, posteriormente, eliminando-as nas fezes ou regurgitando-as pela boca para longe da planta m&atilde;e em lugares  favor&aacute;veis &agrave; germina&ccedil;&atilde;o e ao desenvolvimento da pl&acirc;ntula.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">De acordo com Pires-O'Brien e O'Brien (1995), a dispers&atilde;o &eacute; considerada um tipo de mutualismo  planta-animal, embora ainda haja muitas d&uacute;vidas acerca das for&ccedil;as evolutivas  que a originou. De qualquer forma, as di&aacute;sporas representam uma unidade  fundamental de dispers&atilde;o da esp&eacute;cie, podendo constituir-se de sementes isoladas ou sementes junto com os frutos - inteiros ou n&atilde;o. Os  mecanismos de dispers&atilde;o das esp&eacute;cies por suas di&aacute;sporas constituem um aspecto  importante da biologia evolutiva. O animal, ou agente f&iacute;sico, que transporta a semente  ou o fruto &eacute; denominado de dispersor. Em &eacute;pocas de abund&acirc;ncia, alguns mam&iacute;feros  enterram os frutos para com&ecirc;-los posteriormente, o que corresponde &agrave; dispers&atilde;o  sinzooc&oacute;rica, pois muitos frutos s&atilde;o esquecidos e suas sementes acabam por  germinar (Pires-O'Brien; O'Brien, 1995).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Uma breve caracteriza&ccedil;&atilde;o morfol&oacute;gica do fruto e  semente das esp&eacute;cies arb&oacute;reas monitoradas na regenera&ccedil;&atilde;o natural, assim como  respectivos dispersores &eacute; apresentada no <a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen04.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 4</a>.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Do ano de 2001 (1a avalia&ccedil;&atilde;o) a 2005 (3a avalia&ccedil;&atilde;o), foram registradas 164 esp&eacute;cies arb&oacute;reas nas  parcelas permanentes de monitoramento nas &aacute;reas anuais de restaura&ccedil;&atilde;o florestal  da MRN (<a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen04.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 4</a>). Avaliando-se a dispers&atilde;o natural das sementes  dessas esp&eacute;cies, observa-se que 136 (82,9%) s&atilde;o dispersas pela fauna, 33 (20,1%) pelo vento (anemoc&oacute;rica), 29 (17,7%) por gravidade (baroc&oacute;rica) e oito (4,9%) por bal&iacute;stica (baloc&oacute;rica) (<a href="#f5">Figura  5</a>).</font></p>     <p><a name="f5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07f5.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Das 136 esp&eacute;cies dispersas  pela fauna, 127 (77,4%) s&atilde;o endozooc&oacute;ricas e nove (5,5%) s&atilde;o sinzooc&oacute;ricas  (<a href="#f6">Figura 6</a>). Deve-se atentar para o fato de que muitas esp&eacute;cies t&ecirc;m as sementes  dispersadas por mais de um agente (<a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen04.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 4</a>).</font></p>     <p><a name="f6"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07f6.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">As esp&eacute;cies arb&oacute;reas florestais que t&ecirc;m seus frutos  enterrados intencionalmente pela fauna (sinzoocoria) atrav&eacute;s da paca, cutia,  quatipuru etc nas &aacute;reas anuais de restaura&ccedil;&atilde;o florestal s&atilde;o listadas no  <a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen04.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 4</a>, assim como as esp&eacute;cies arb&oacute;reas cujos frutos e/ou sementes s&atilde;o  digeridas pelos animais (endozoocoria).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As &aacute;rvores cujas sementes s&atilde;o dispersas pelo vento  (anemocoria) nas &aacute;reas de regenera&ccedil;&atilde;o natural s&atilde;o apresentadas no <a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen04.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 4</a>;  essas esp&eacute;cies, em geral, s&atilde;o de dif&iacute;cil reprodu&ccedil;&atilde;o em viveiro devido &agrave;  dificuldade de obten&ccedil;&atilde;o de sementes.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Aquelas esp&eacute;cies arb&oacute;reas que apresentam frutos  grandes e m&eacute;dios e t&ecirc;m a dispers&atilde;o basicamente feita pela gravidade (barocoria)  durante a queda dos frutos est&atilde;o registradas no <a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen04.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 4</a>. Algumas esp&eacute;cies  que apresentam frutos pesados, como a castanheira-do-brasil (<i>Bertholletia  excelsa</i>)<i>, </i>al&eacute;m de apresentar dispers&atilde;o por gravidade t&ecirc;m, tamb&eacute;m, dispers&atilde;o  sinzooc&oacute;rica.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A balocoria consiste na 'explos&atilde;o' do fruto quando  maduro, propiciando &agrave;s sementes serem lan&ccedil;adas a certa dist&acirc;ncia da &aacute;rvore-m&atilde;e;  praticamente todas as euforbi&aacute;ceas apresentam  este tipo de dispers&atilde;o. As esp&eacute;cies monitoradas nas ARF's acham-se listadas no <a href="pdf/bmpegcn/v2n2/v2n2apen04.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice 4</a>.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Knowlles e Parrotta (1995), ao analisarem os dados da  fenofase referente &agrave; frutifica&ccedil;&atilde;o de in&uacute;meras esp&eacute;cies arb&oacute;reas florestais, em Porto Trombetas, observaram que existe uma correla&ccedil;&atilde;o  entre os meses de frutifica&ccedil;&atilde;o e da esta&ccedil;&atilde;o chuvosa (janeiro-maio) 'inverno  amaz&ocirc;nico', da estiagem (setembro-dezembro) 'ver&atilde;o' e da 'primavera amaz&ocirc;nica'  (junho-agosto).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Apesar de haver varia&ccedil;&otilde;es anuais do  m&ecirc;s de frutifica&ccedil;&atilde;o entre indiv&iacute;duos da mesma esp&eacute;cie, a tabela fenol&oacute;gica tem  utilidade no planejamento da coleta e armazenagem de sementes e tamb&eacute;m na  produ&ccedil;&atilde;o de mudas no viveiro.</font></p>     <p><font face="verdana"><b><font size="2">MATRIZ DOS  INDICADORES DA DIN&Acirc;MICA DA REGENERA&Ccedil;&Atilde;O NATURAL</font></b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Uma matriz com os valores extremos  das vari&aacute;veis analisadas &eacute; apresentada na <a href="#t11">Tabela 11</a>, com objetivo de ranquear  as &aacute;reas anuais de restaura&ccedil;&atilde;o florestal, no tocante &agrave; regenera&ccedil;&atilde;o natural de  arb&oacute;reas. Foram avaliadas a riqueza e respectivos incrementos (ingresso e  egresso de esp&eacute;cies), a abund&acirc;ncia e o recrutamento de indiv&iacute;duos, a  mortalidade, a taxa de renova&ccedil;&atilde;o e o tempo de substitui&ccedil;&atilde;o, o di&acirc;metro m&eacute;dio, a  &aacute;rea basal e tamb&eacute;m a altura total m&eacute;dia.</font></p>     <p><a name="t11"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="#tt"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07t11.gif" border="0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Para cada ano de restaura&ccedil;&atilde;o  florestal, foram computados os dois valores melhores (mais altos) e os piores  (mais baixos); somente os valores extremos (o maior e o menor) de cada item  analisado acham-se destacados em negrito (<a href="#t11">Tabela 11</a>). O uso das express&otilde;es  melhores e piores, ao inv&eacute;s de maiores ou menores, prende-se ao fato de, no  caso da mortalidade e egresso de esp&eacute;cies, por exemplo, o valor maior n&atilde;o ser o  melhor.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A riqueza de esp&eacute;cies &eacute; uma das mais importantes vari&aacute;veis na  recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas, quanto maior o n&uacute;mero de esp&eacute;cies vegetais,  mais eficientemente est&aacute; se processando a sucess&atilde;o natural, refletindo num  maior n&uacute;mero de dispersores na &aacute;rea e num incremento positivo altamente  desej&aacute;vel da biodiversidade. A amplitude de varia&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de esp&eacute;cies  registradas nas parcelas em 2001 foi surpreendente: 42 na &aacute;rea de 1995 contra  apenas 9 na de 1982; em 2005, essa aplitude foi um pouco menor: 42 na de 1992 e  16 na ARF de 1982 (<a href="#t11">Tabela  11</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O ingresso de esp&eacute;cies, no per&iacute;odo  de quatro anos, foi mais intenso nas &aacute;reas de 1984 e 1987 (15 para cada),  contra apenas uma esp&eacute;cie para as &aacute;reas de 1986, 1993, 1994 e 1995; j&aacute; o  egresso foi m&iacute;nimo na &aacute;rea de 1982 (zero), chegando a sete esp&eacute;cies na &aacute;rea de  1996 (<a href="#t11">Tabela 11</a>). As &aacute;reas da d&eacute;cada de 1980, por serem mais antigas, conseq&uuml;entemente  est&atilde;o mais estabilizadas, da&iacute; apresentarem estes  bons resultados, contrariamente &agrave;quelas da d&eacute;cada de 1990.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A abund&acirc;ncia tamb&eacute;m &eacute; outro fator importante nos programas de recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas  degradadas, pois influir&aacute; diretamente na acumula&ccedil;&atilde;o de biomassa. Como esperado, nestes  ecossistemas artificiais relativamente recentes, em processo de restaura&ccedil;&atilde;o na Amaz&ocirc;nia, as &aacute;rea mais jovens apresentaram maiores  abund&acirc;ncias; coincidentemente, a &aacute;rea de 1984 registrou 6.980 e 5.860 ind/ha nos dois anos analisados (2001 e 2005, respectivamente), enquanto a menor abund&acirc;ncia foi  verificada na ARF de 1987 (1.020 e 1.600 ind/ha, respectivamente para &agrave;queles anos de monitoramento) (<a href="#t11">Tabela 11</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O incremento da abund&acirc;ncia entre dois per&iacute;odos  distintos pode ser entendido, se positivo, como sendo o recrutamento e, se  negativo, como mortalidade. O maior recrutamento m&eacute;dio anual foi na &aacute;rea de 1982, seguida da de 1981 (39,1 e 30,3%, respectivamente), enquanto os menores foram nas  &aacute;reas de 1994 e 1993 com respectivamente, 2 e 2,6% (<a href="#t11">Tabela 11</a>). A mortalidade anual foi muito alta na &aacute;rea de 1996 (19,7%)  e alta na &aacute;rea de 1981 (11,4%); j&aacute; as menores taxas foram observadas nas &aacute;reas de 1995 (5%) e 1992 (5,5%), devido aos fatores j&aacute; discutidos (<a href="#t11">Tabela 11</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">O recrutamento e a mortalidade est&atilde;o diretamente relacionados com o <i>turnover </i>e a mortalidade  inversamente com o <i>turnover time. </i>Quanto maior a taxa de renova&ccedil;&atilde;o, mais  inst&aacute;vel &eacute; o ecossistema; florestas clim&aacute;cicas prim&aacute;rias cont&iacute;nuas apresentaram  taxas anuais entre 2,26 e 1,22%, e as florestas prim&aacute;rias de Porto Trombetas (&aacute;rea deste estudo)  apresentaram taxas de 1,22 (solo franco argiloso) e 1,78% (solo franco arenoso) (Salom&atilde;o, 2006). O mais alto  recrutamento, verificado na &aacute;rea de 1982 (39,1%), aliado a uma baixa taxa anual de mortalidade (7,7%), induziu esta &aacute;rea a apresentar a maior taxa de renova&ccedil;&atilde;o (19,3%), em contraposi&ccedil;&atilde;o &agrave; menor observada na ARF de 1994 (4,4%).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Se os ecossistemas mais inst&aacute;veis est&atilde;o sujeitos a  modifica&ccedil;&otilde;es mais intensas no tocante ao recrutamento e mortalidade, num  determinado per&iacute;odo, obviamente o tempo de substitui&ccedil;&atilde;o ser&aacute; menor nesses  ecossistemas. Assim, a &aacute;rea de 1984, conseq&uuml;entemente, apresentou o menor tempo de substitui&ccedil;&atilde;o (4,4 anos) e a de 1995 o maior (20,1 anos) (<a href="#t11">Tabela 11</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O di&acirc;metro m&eacute;dio foi maior, em 2001, nas &aacute;reas de 1992 (4,79 cm) e de 1986 (4,25 cm) e menor nas ARF's de 1982 (1,94 cm) e 1985 (2,26 cm); em 2007, os maiores valores calculados foram para as &aacute;reas de 1993 e 1995 (5,51 e 4,31 cm, respectivamente), enquanto os menores foram para as ARF's de 1982 (3,3 cm) e de 1984 (2,43 cm). O maior incremento anual estimado foi  para a &aacute;rea de 1993 (1,6 cm/ano) e o menor  para a de 1996 (-0,91 cm/ano) (<a href="#t11">Tabela 11</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A maior m&eacute;dia da altura total foi estimada para a  ARF de 1986 (5,74 m), seguida pela &aacute;rea de 1992 (5,62 m); as menores foram 2,3 m (ARF de 1982) e 3,9 m nas &aacute;reas de 1981, 1985 e 1987 (<a href="#t11">Tabela 11</a>).</font><a name="tt"></a></p>     <p><font size="2" face="verdana">O incremento anual m&eacute;dio da &aacute;rea basal, no per&iacute;odo  de quatro anos, foi maior na &aacute;rea de 1992 (0,94 m<sup>2</sup>/ha/ano) e na de 1994 (0,87 m<sup>2</sup>/ha/ano), em oposi&ccedil;&atilde;o aos menores, nas &aacute;reas de 1986 e 1981,  respectivamente -0,41 e 0,03 m<sup>2</sup>/ha/ano (<a href="#t11">Tabela 11</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Ap&oacute;s a tabula&ccedil;&atilde;o dos dados das vari&aacute;veis na matriz,  foi feito o ranqueamento das &aacute;reas anuais de restaura&ccedil;&atilde;o baseando-se no maior  diferencial entre as quantidades de valores extremos melhores e piores de cada  vari&aacute;vel, no n&uacute;mero (quantidade) de valor extremo melhor de cada vari&aacute;vel e no  n&uacute;mero (quantidade) de valor extremo pior de cada vari&aacute;vel. Quando o  diferencial entre os valores melhores e piores eram id&ecirc;nticos, o crit&eacute;rio de  desempate foi o n&uacute;mero (quantidade) de valor extremo melhor (<a href="#t12">Tabela 12</a>).</font></p>     <p><a name="t12"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07t12.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Algumas vari&aacute;veis, como a riqueza de esp&eacute;cies,  foram avaliadas em dois momentos distintos (2001 e 2005) e os seus respectivos  incrementos nesse per&iacute;odo desdobrados em outros dois (ingresso e egresso),  resultando, dessa forma, na avalia&ccedil;&atilde;o da riqueza desdobrada em quatro itens; analogamente, a abund&acirc;ncia, o  di&acirc;metro m&eacute;dio e a &aacute;rea basal tiveram procedimento semelhante.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A &aacute;rea de 1992 (<a href="#f7">Figura 7</a>) foi  ranqueada como a de melhor restaura&ccedil;&atilde;o quando se analisa a regenera&ccedil;&atilde;o natural  de arb&oacute;reas: do total de nove valores computados, oito referem-se &agrave;s melhores  estimativas e apenas um &agrave; pior, sendo que, entre os melhores valores, h&aacute; tr&ecirc;s  valores extremos melhores (maior n&uacute;mero de esp&eacute;cies monitoradas em 2005, maior  di&acirc;metro m&eacute;dio em 2001 e maior incremento da &aacute;rea basal no per&iacute;odo considerado)  e nenhum valor extremo pior.</font></p>     <p><a name="f7"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v2n2/2a07f7.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Contrastando com a &aacute;rea de 1992,  tem-se a pior restaura&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea de 1987, com apenas um valor extremo melhor  (ingresso de esp&eacute;cies) e quatro valores extremos piores (menor abund&acirc;ncia em  2001, menor di&acirc;metro m&eacute;dio em 2005 e menor &aacute;rea basal em 2001 e 2005) (<a href="#t12">Tabela  12</a>). Essa &aacute;rea de 1987, apesar de ser considerada a mais problem&aacute;tica no que se  refere &agrave; regenera&ccedil;&atilde;o natural de arb&oacute;reas, &eacute; a que apresenta o melhor  desenvolvimento do plantio florestal (reflorestamento), onde foi adotado na  &eacute;poca plantio sempre com a mesma esp&eacute;cie na linha (<a href="#f7">Figura 7</a>), variando as  esp&eacute;cies somente entre linhas. Uma das esp&eacute;cies empregadas foi o tachi-do-campo (<i>Sclerolobium paniculatum</i>)<i>, </i>que se desenvolveu espetacularmente,  praticamente fechando o dossel e sombreando o piso da floresta, o que refletiu  diretamente no baixo desenvolvimento da regenera&ccedil;&atilde;o natural de arb&oacute;reas, tanto  no n&uacute;mero de esp&eacute;cies quanto no crescimento dos indiv&iacute;duos (Salom&atilde;o <i>et al., </i>2002).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Nas &aacute;reas do dom&iacute;nio da floresta  prim&aacute;ria ombr&oacute;fila densa da Amaz&ocirc;nia setentrional brasileira, submetidas &agrave;  minera&ccedil;&atilde;o a c&eacute;u aberto, onde toda a vegeta&ccedil;&atilde;o florestal &eacute; suprimida, assim como  o solo, para possibilitar a lavra do min&eacute;rio e, posteriormente, ser submetida &agrave;  restaura&ccedil;&atilde;o da paisagem florestal atrav&eacute;s de plantios florestais  (reflorestamentos) aliados &agrave; indu&ccedil;&atilde;o/facilita&ccedil;&atilde;o da regenera&ccedil;&atilde;o natural via  adi&ccedil;&atilde;o de solo superficial, foi observado para um per&iacute;odo de quatro anos de  monitoramento que a regenera&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies arb&oacute;reas: apresenta maior n&uacute;mero  de esp&eacute;cies nas &aacute;reas jovens (entre nove e 13 anos) do que as mais maduras  (entre 18 e 24 anos de idade); as &aacute;reas mais antigas apresentam maior  incremento no n&uacute;mero de esp&eacute;cies, talvez por serem mais est&aacute;veis ecologicamente;  a abund&acirc;ncia (n&uacute;mero de indiv&iacute;duos por unidade de &aacute;rea) tende a ser maior nas  &aacute;reas mais jovens; o recrutamento tende a ser bem mais intenso na &aacute;reas maduras  do que nas jovens; a mortalidade anual nas &aacute;reas jovens &eacute; maior (9,1%) do que  naquelas maduras (7,5%); a taxa de renova&ccedil;&atilde;o (<i>turnover</i>) &eacute; bem mais intensa nas &aacute;reas maduras;  o tempo de substitui&ccedil;&atilde; (<i>turnover time</i>) &eacute; mais extenso nas &aacute;reas jovens;  o di&acirc;metro m&eacute;dio manteve-se praticamente constante no per&iacute;odo analisado; o  incremento da &aacute;rea basal &eacute; maior nas &aacute;reas maduras do que nas &aacute;reas jovens; a  altura total m&eacute;dia &eacute; maior nas &aacute;reas jovens (5 m) que naquelas maduras (3,9 m); v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o dispersas por mais  de um agente, todavia, mais de 5/4 das esp&eacute;cies monitoradas s&atilde;o dispersas pela fauna que exerce um papel  fundamental na sucess&atilde;o ecol&oacute;gica; a &aacute;rea anual de 1992 foi ranqueada como a de melhor restaura&ccedil;&atilde;o  florestal quando se analisa a regenera&ccedil;&atilde;o natural de arb&oacute;reas; no extremo  oposto, com maiores problemas, est&aacute; a &aacute;rea de 1987; deve-se investir em pesquisas sobre o manejo  do solo superficial em &aacute;reas fortemente impactadas pela atividade humana  objetivando maior riqueza, abund&acirc;ncia e crescimento das esp&eacute;cies arb&oacute;reas;  pr&aacute;ticas silviculturais e de preparo do solo devem ser tamb&eacute;m objeto de  pesquisa visando &agrave; otimiza&ccedil;&atilde;o do paradigma da restaura&ccedil;&atilde;o florestal: a  maximiza&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e da biomassa vegetal de &aacute;rvores, sobretudo  aquelas de r&aacute;pido crescimento adaptadas a esses ambientes.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&Agrave; MRN e seus funcion&aacute;rios, em  especial a Milena Moreira, Ademar  Cavalcanti, Jenaldo Carvalho e Maria Carvalho; ao IBAMA e seus funcion&aacute;rios na Flona  Sarac&aacute;-Taq&uuml;era/ IBAMA, por meio do  coordenador Carlos Augusto A. Pinheiro, nossos sinceros agradecimentos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ADAMS, L. M.; CAPP, J. P.; GILMORE, D. W. Coal mine  spoil and refuse bank raclamation with powerplant fly ash. <b>Compost Science</b>,  &#91;s.l.&#93;, v. 13, n. 6, p. 20-26, 1972.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ALDON, E. F. Soil ripping treatments for runoff  and erosion control. FEDERAL INTER-AGENCY SEDIMENDATION CONFERENCE, 1976, Denver, Colorado. <b>Proceedings</b><i>... </i>3. Denver,  1976. p. 2&shy;24, 2-29, 1976.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ALDON, E. F.; GARCIA, G. Vegetation changes as a  result of soil ripping on the Rio Puerco in New M&eacute;xico. <b>Journal of  Range Management, </b>&#91;s.l.&#93;, n. 25, p. 381-283, 1972.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">BARTH, R.  C. <b>Avalia&ccedil;&atilde;o da recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas mineradas no Brasil. </b>Vi&ccedil;osa:  SIF/UFV/IBRAM, 1989. 41 p. (Boletim T&eacute;cnico, 1).</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">BERG, W. A. Plant-toxic chemicals in  acid-spoils. In: COAL MINE SPOIL  SYMPOSIUM. UNIVERSITY PARK, 1965, Pennsylvania. <b>Proceedings... </b>Pennsylvania: School of Forest  Resources, Pennsylvania   State University.  1965. p. 91-94.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">BROWN, D. <b>Equipment for reclaiming  strip-mined land. </b>Missoula, Montana: Department of Agriculture, Forest  Service. 1977. 58 p. (Handbook).</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">CANADA, Ministry of Natural Resources. <b>Vegetation  for the rehabilitation of pits and quarries. </b>Ont&aacute;rio: Division of Forests, 1975. 38 p.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">C&Acirc;NDIDO, J. F.; GRIFFITH, J. J. <b>Recomenda&ccedil;&otilde;es para a recupera&ccedil;&atilde;o de superf&iacute;cies  mineradas de bauxita. </b>Vi&ccedil;osa: UFV, 1978.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">CAPP, J. P.; GILLMORE, D. W. Soil-making potential  of power-plant fly ash in mined-land raclamation. In: RESEARCH AND APPLIED  TECHNOLOGY SYMPOSIUM ON MINED-LAND RECLAMATION, 1., 1973, Pittsburg, Pennsylvania. <b>Proceedings... </b>Monroeville,   Pennsylvania: National Coal  Association/Bituminous Coal Research, 1973. p. 178-186.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">CARPANEZZI,  A. A.; COSTA, L. G. S.; KAGEYAMA, P. Y.; CASTRO, C. F. A. Fun&ccedil;&otilde;es m&uacute;ltiplas das florestas: conserva&ccedil;&atilde;o e recupera&ccedil;&atilde;o do meio  ambiente. In: CONGRESSO FLORESTAL BRASILEIRO, 6., 1999, Campos do Jord&atilde;o. <b>Anais ... </b>Campos do Jord&atilde;o: SBS/SBEF 1999a. p. 266-277.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">CARPANEZZI, A. A.; COSTA, L. G. S.; KAGEYAMA, P. Y.;  CASTRO, C. F. A. Esp&eacute;cies pioneiras para recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas: a  observa&ccedil;&atilde;o de laborat&oacute;rios naturais. In: CONGRESSO FLORESTAL BRASILEIRO, 6., 1990, Campos do Jord&atilde;o. <b>Anais ... </b>Campos do Jord&atilde;o: SBS/SBEF, 1990b. p. 216-221.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">COOK, C. W.; HYDE, R. M.; SIMS, P. L. <b>Revegetation  guidelines for surface mined &aacute;reas. </b>Fort Collins,  Colorado: Colorado State   University, 1974. 73 p.  (Science Series, 16).</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">CURTIS, W. R. Effects of strip-mining on the  hydrology of small mountain watersheds in Appalachia.  In: HUTNIK, Russell J.; DAVIS, Grant. <b>Ecology and reclamation of devastated  land. </b>New York:  Gordon and Breach, 1973a. p. 145-157, v. 1.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">CURTIS, W. R. Moisture and density relations  on graded strip-mined spoils. In: RUSSELL, Hutnik J.; GRANT, Davis. <b>Ecology  and reclamation of devastated land. </b>New    York: Gordon and Breach, 1973b. p. 135-144, v. 1.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">DAVIS, C. E.; HILI, V. G. Reclamation of  mined-out bauxite lands in Jamaica.  In: SEPARATA DE AIME DE AIME ANNUAL MEETING, 1972, San Francisco, Calif&oacute;rnia. <b>Proceedings... </b>San Francisco, California, 1972. p. 20-24.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">FARMER, E. E.; RICHARDSON, B. 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<body><![CDATA[<br> Caixa Postal 399    <br> Telefone/fax: 55-91- 3249 -1141    <br> E-mail: <a href="mailto:boletim@museu-goeldi.br">boletim@museu-goeldi.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Recebido: 09/10/2006    <br> Aprovado: 30/03/2007 </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><a href="#topo"><sup>1</sup></a>Trabalho financiado pelo Programa de Monitoramento  Ambiental da Minera&ccedil;&atilde;o Rio do Norte S.A.</font></p>      ]]></body><back>
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