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<journal-title><![CDATA[Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Naturais]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Marchantiophyta e Bryophyta de manguezais do estado de São Paulo, Brasil]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto de Botânica. Seção de Briologia e Pteridologia  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Mangrove vegetation has born an abundance of epiphytes which usually are omitted in studies about this ecosystem. The results of the present study include collection data and literature records about the occurrence of Marchantiophyta and Bryophyta species in the mangroves of Ubatuba, São Vicente, Praia Grande, Itanhaém, Peruíbe, Iguape and Cananéia. Nineteen families with 56 genera, and 115 species are listed. The checklist adds 43% of the 115 species of Marchantiophyta and Bryophyta, which are now know to occur in the studied mangroves of São Paulo state. Hepatics predominate in the species of Marchantiophyta and Bryophyta of these mangroves, which is very similar to species found in the "paulista" Mata Atlântica.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="verdana"><b><a name="topo"></a>Marchantiophyta e Bryophyta    de manguezais do estado de S&atilde;o Paulo, Brasil</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Marchantiophyta and Bryophyta from the    mangroves of S&atilde;o Paulo state, Brazil</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Sandra Regina Visnadi</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Instituto de Bot&acirc;nica. Se&ccedil;&atilde;o    de Briologia e Pteridologia. S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, Brasil (<a href="mailto:svisnadi@uol.com.br" target="_blank">svisnadi@uol.com.br</a>)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O manguezal possui    vegeta&ccedil;&atilde;o denominada mangue, cujas abundantes ep&iacute;fitas    s&atilde;o geralmente omitidas nas abordagens sobre este ecossistema. Os resultados    desse estudo incluem dados de coletas e registros na literatura sobre a ocorr&ecirc;ncia    de esp&eacute;cies de Marchantiophyta e Bryophyta nos manguezais, em Ubatuba,    S&atilde;o Vicente, Praia Grande, Itanha&eacute;m, Peru&iacute;be, Iguape e    Canan&eacute;ia. O trabalho lista 19 fam&iacute;lias, com 56 g&ecirc;neros e    115 esp&eacute;cies. A lista acrescenta 43% das 115 esp&eacute;cies de Marchantiophyta    e Bryophyta, que ora ocorrem nos manguezais estudados do estado de S&atilde;o    Paulo. As hep&aacute;ticas predominam nas esp&eacute;cies de Marchantiophyta    e Bryophyta destes manguezais, que s&atilde;o muito semelhantes &agrave;s esp&eacute;cies    encontradas na Mata Atl&acirc;ntica paulista.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Palavras-chave:</b> Hep&aacute;ticas.    Manguezal. Musgos. S&atilde;o Paulo.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Mangrove vegetation has born an abundance of    epiphytes which usually are omitted in studies about this ecosystem. The   results of the present study include collection data and literature records    about the occurrence of Marchantiophyta and   Bryophyta species in the mangroves of Ubatuba, S&atilde;o Vicente, Praia Grande,    Itanha&eacute;m, Peru&iacute;be, Iguape and Canan&eacute;ia.   Nineteen families with 56 genera, and 115 species are listed. The checklist    adds 43% of the 115 species of Marchantiophyta   and Bryophyta, which are now know to occur in the studied mangroves of S&atilde;o    Paulo state. Hepatics predominate in the   species of Marchantiophyta and Bryophyta of these mangroves, which is very similar    to species found in the "paulista"   Mata Atl&acirc;ntica.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Keywords:</b> Hepatics. Mangrove.    Mosses. S&atilde;o Paulo.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os manguezais s&atilde;o um ecossistema &uacute;nico    e especializado, que se distribuem ao longo dos litorais e das ilhas, em cerca    de 75% da faixa intertropical do planeta; ocorrem em locais onde as temperaturas    m&eacute;dias s&atilde;o superiores a 20 <sup>o</sup>C, sem per&iacute;odos    de seca prolongada (Vannucci, 2003; Schaeffer-Novelli <i>et al.</i>, 2004).    O manguezal liga o ambiente terrestre, de &aacute;gua doce e o marinho e se    desenvolve em &aacute;reas encharcadas, salobras e calmas, com influ&ecirc;ncia    das mar&eacute;s, por&eacute;m n&atilde;o atingidas pela a&ccedil;&atilde;o    direta das ondas (Rossi &amp; Mattos, 1992).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">O substrato &eacute; lodoso e formado por uma    mistura de lama e areia; os sedimentos apresentam cor cinza-escura, possuem    grande quantidade de &aacute;gua, baixas concentra&ccedil;&otilde;es de oxig&ecirc;nio,    elevados teores de sal, muita mat&eacute;ria org&acirc;nica e s&atilde;o ricos    em sulfeto de hidrog&ecirc;nio; a vegeta&ccedil;&atilde;o &eacute; relativamente    pobre em n&uacute;mero de esp&eacute;cies vegetais fanerog&acirc;micas t&iacute;picas,    denomina-se mangue e consiste em um estrato arb&oacute;reo formado por plantas    hal&oacute;filas e heli&oacute;filas, com adapta&ccedil;&otilde;es que as favorecem    na competi&ccedil;&atilde;o pelo espa&ccedil;o litor&acirc;neo (Rossi &amp;    Mattos, 1992; Schaeffer-Novelli &amp; Cintron-Molero, 1994; Schaeffer- Novelli    <i>et al.</i>, 2004).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os manguezais apresentam grande import&acirc;ncia    na   conten&ccedil;&atilde;o da eros&atilde;o das margens e do assoreamento   dos rios (Oliveira &amp; Azevedo, 2004). Adicionado a isto, o   manguezal possui grande diversidade biol&oacute;gica, a qual &eacute;   respons&aacute;vel por uma complexa cadeia alimentar; dentre   todos os ecossistemas costeiros, como restingas, cost&otilde;es,   estu&aacute;rios, deltas, lagunas, marismas e recifes de coral, o   manguezal &eacute; um dos mais produtivos e tamb&eacute;m o mais   vulner&aacute;vel aos efeitos do desenvolvimento econ&ocirc;mico   e do crescimento desordenado da popula&ccedil;&atilde;o humana   (Schaeffer-Novelli <i>et al.</i>, 2004). E, uma vez destru&iacute;do,   o manguezal s&oacute; pode ser reconstitu&iacute;do atrav&eacute;s de muito   esfor&ccedil;o, trabalho e investimento (Vannucci, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O Brasil possui a maior extens&atilde;o territorial    de manguezal do planeta, com 6.800 km de costa, entre o rio Oiapoque, no Amap&aacute;,    latitude 4<sup>o</sup>30'N e a Praia do Sonho, em Santa Catarina, latitude 28<sup>o</sup>53'S;    os manguezais brasileiros apresentam import&acirc;ncia socioecon&ocirc;mica    para o pa&iacute;s desde tempos coloniais, como fonte de madeira e de recursos    naturais de subsist&ecirc;ncia para as popula&ccedil;&otilde;es cai&ccedil;aras,    embora tenham sido e ainda s&atilde;o bem menos utilizados que os manguezais    da &Aacute;sia ou da Am&eacute;rica Central; atualmente, encontram-se amea&ccedil;ados    pela expans&atilde;o urbana, obras de engenharia, lix&otilde;es, marinas, cultivo    de camar&atilde;o e aterros (Vannucci, 2003; Schaeffer-Novelli <i>et al.</i>,    2004).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O litoral compreendido entre Rio de Janeiro   e Santa Catarina inclui somente 5% da &aacute;rea total de   manguezais do Brasil; nessa faixa, a Serra do Mar limita   a extens&atilde;o das plan&iacute;cies costeiras, onde os manguezais   est&atilde;o restritos ao interior de ba&iacute;as e s&atilde;o formados por   florestas com &aacute;rvores baixas, raramente com mais de 10 m   de altura, sem domin&acirc;ncia de esp&eacute;cies; parte razo&aacute;vel da   cobertura original de mangues foi destru&iacute;da pela acelerada   urbaniza&ccedil;&atilde;o e industrializa&ccedil;&atilde;o (Vannucci, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O manguezal &eacute; objeto de muitos estudos    sobre   a flora, fauna, biogeografia, zona&ccedil;&atilde;o e import&acirc;ncia   econ&ocirc;mica, mas poucos trabalhos referem-se &agrave;s ep&iacute;fitas   (Marcelli, 1992), pois s&atilde;o freq&uuml;entemente omitidas nas   descri&ccedil;&otilde;es das florestas de mangue, apesar de abundantes   nas &aacute;reas mais &uacute;midas e no centro dos manguezais   mais densos, especialmente do continente americano   (Vannucci, 2003). As ep&iacute;fitas que crescem sobre os   mangues s&atilde;o os liquens, as Marchantiophyta e Bryophyta,   pterid&oacute;fitas, brom&eacute;lias e os cactos (Schaeffer-Novelli <i>et al.</i>, 2004). Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s esp&eacute;cies de Marchantiophyta   e Bryophyta, oito trabalhos totalizam 66 esp&eacute;cies   registradas para manguezais, nos munic&iacute;pios de Ubatuba   (Vital &amp; Pursell, 1992; Peralta &amp; Yano, 2006), S&atilde;o Vicente   (Visnadi <i>et al.</i>, 1994; Yano, 2002), Itanha&eacute;m (Yano &amp;   Carvalho, 1994; Yano &amp; Mello, 1999; Yano, 2002),   Peru&iacute;be (Mello &amp; Yano, 1991; Yano &amp; Mello, 1999; Vital   &amp; Visnadi, 2000; Yano, 2002) e Iguape (Yano &amp; Mello,   1999; Yano, 2002), no estado de S&atilde;o Paulo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O trabalho visa listar as esp&eacute;cies de    Marchantiophyta   e Bryophyta provenientes dos manguezais paulistas, acrescentando dados de coletas    de material aos registros   da literatura, a fim de incrementar o conhecimento   sobre as esp&eacute;cies ocorrentes neste ecossistema no   estado de S&atilde;o Paulo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O ecossistema estudado enquadra-se em &aacute;reas    das forma&ccedil;&otilde;es pioneiras, com influ&ecirc;ncia fluviomarinha; trata-se    de um complexo vegetacional ed&aacute;fico de primeira ocupa&ccedil;&atilde;o,    em constante sucess&atilde;o, sobre terrenos inst&aacute;veis, rejuvenescidos    pelas seguidas deposi&ccedil;&otilde;es de aluvi&otilde;es fluviomarinhas nas    embocaduras dos rios e nos regatos de mar. O ambiente &eacute; salobro, com    solos limosos cuja vegeta&ccedil;&atilde;o &eacute; especializada (Veloso &amp;    G&oacute;es-Filho, 1982; Veloso <i>et al.</i>, 1991; IBGE, 1992).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As Marchantiophyta e Bryophyta estudadas s&atilde;o   provenientes de manguezais em Ubatuba, S&atilde;o Vicente,   Praia Grande, Itanha&eacute;m, Peru&iacute;be, Iguape e Canan&eacute;ia, no   estado de S&atilde;o Paulo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Para o estudo, analisaram-se dados do material   coletado e do material relacionado em Mello &amp; Yano   (1991), Vital &amp; Pursell (1992), Visnadi <i>et al.</i> (1994), Yano   &amp; Carvalho (1994), Yano &amp; Mello (1999), Vital &amp; Visnadi   (2000), Yano (2002), Peralta &amp; Yano (2006).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O material coletado refere-se aos n&uacute;meros    C. Giancotti, R. M. Schuster &amp; D. M. Vital s.n. (SP375175- SP375228), D.    M. Vital 15239-15283 (SP257293- SP257337), D. M. Vital 15421-15426 (SP257476-SP257481),    D. M. Vital 15620-15637 (SP257675-SP257692), D. M. Vital 15727-15730 (SP259820-SP259823),    D. M. Vital &amp; S. R. Visnadi 16291-16320 (SP372919-SP372948), D. M. Vital    &amp; S. R. Visnadi 16343-16345 (SP372971-SP372973), D. M. Vital &amp; S. R.    Visnadi 16364 (SP372992), S. R. Visnadi 4095-4213 (SP372886-SP372918, SP375155-SP375174,    SP377583-SP377648) e aos n&uacute;meros inclu&iacute;dos em Visnadi (1998) para    as coletas em manguezal, que s&atilde;o S. R. Visnadi &amp; D. M. Vital 1042-1044    (SP282753-SP282755), S. R. Visnadi &amp; D. M. Vital 1137-1208 (SP282756-SP282827),    os quais se encontram depositados no Herb&aacute;rio do Instituto de Bot&acirc;nica    de S&atilde;o Paulo (SP); duplicatas de parte desse material pertencem ao Herb&aacute;rio    da Universidade Estadual Paulista, campus de Rio Claro (HRCB).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Prepararam-se l&acirc;minas semipermanentes com    a   solu&ccedil;&atilde;o de Hoyer (Anderson, 1954; Visnadi, 2005), a   fim de melhor visualizar as estruturas das esp&eacute;cies; a   identifica&ccedil;&atilde;o delas foi baseada em Crum &amp; Anderson   (1981), Allen (1994, 2002), Sharp <i>et al.</i> (1994), Buck   (1998), Gradstein &amp; Costa (2003) e em compara&ccedil;&otilde;es   com outros materiais provenientes do Brasil e do exterior,   depositados no Herb&aacute;rio SP.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As esp&eacute;cies de Marchantiophyta e Bryophyta    foram   listadas por ordem alfab&eacute;tica de divis&otilde;es, fam&iacute;lias, g&ecirc;neros,   esp&eacute;cies e variedades para sete localidades, no estado de   S&atilde;o Paulo, segundo sistemas de classifica&ccedil;&atilde;o em Goffinet    &amp;   Buck (2004), para os musgos, e Crandall-Stotler &amp; Stotler   (2000), para as hep&aacute;ticas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Quando o substrato foi especificado no material   estudado, analisou-se a ocorr&ecirc;ncia das esp&eacute;cies em   barrancos, mangues e termiteiro, os quais situavam-se   dentro dos limites do manguezal. As Marchantiophyta e   Bryophyta estavam sujeitas aos respingos da &aacute;gua salobra   nos barrancos e ocorriam at&eacute; o limite da mar&eacute; alta nos   mangues e em termiteiro.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As cita&ccedil;&otilde;es in&eacute;ditas de    determinadas esp&eacute;cies para alguns tipos de substratos, a discuss&atilde;o    sobre a ocorr&ecirc;ncia das esp&eacute;cies em outros ecossistemas e os coment&aacute;rios    sobre a distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica foram baseados nos trabalhos,    relacionados anteriormente, para a identifica&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies    e em Yano (1981, 1984, 1989, 1995), Yano &amp; Bastos (1998, 2004), Yano &amp;    Peralta (2004, 2005), C&acirc;mara &amp; Costa (2006), Peralta &amp; Yano (2006)    e Yano &amp; P&ocirc;rto (2006).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O trabalho lista nove fam&iacute;lias, com 20    g&ecirc;neros e 36 esp&eacute;cies de Bryophyta (musgos), e dez fam&iacute;lias,    com 36 g&ecirc;neros e 79 esp&eacute;cies de Marchantiophyta (hep&aacute;ticas),    totalizando 19 fam&iacute;lias, com 56 g&ecirc;neros e 115 esp&eacute;cies para    os manguezais em Ubatuba, S&atilde;o Vicente, Praia Grande, Itanha&eacute;m,    Peru&iacute;be, Iguape e Canan&eacute;ia, SP (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="t1"></a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana"><b><img src="/img/revistas/bmpegcn/v3n1/1a04t1.gif" border="0"></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">Os musgos est&atilde;o contidos em 213 amostras,    distribu&iacute;das entre Orthotrichaceae (74), Calymperaceae (47), Sematophyllaceae    (33), Dicranaceae (27), Leucobryaceae (13), Pylaisiadelphaceae (9), Bryaceae    (8), Pilotrichaceae (1) e Plagiotheciaceae (1). Listou-se o maior n&uacute;mero    de g&ecirc;neros (3) e de esp&eacute;cies (8) para Calymperaceae, cujo g&ecirc;nero    <i>Syrrhopodon</i> possui o maior n&uacute;mero de esp&eacute;cies (5).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As hep&aacute;ticas predominam no material coletado,    pois foram encontradas em maior n&uacute;mero de amostras (1.209), divididas    entre Lejeuneaceae (699), Jubulaceae (456), Bryopteridaceae (20), Geocalycaceae    (16), Lepidoziaceae (9), Cephaloziellaceae (3), Chonecoleaceae (2), Radulaceae    (2), Calypogeiaceae (1) e Pallaviciniaceae (1). Lejeuneaceae tamb&eacute;m possui    maior n&uacute;mero de g&ecirc;neros (26) e de esp&eacute;cies (55). <i>Frullania</i>    (14) de Jubulaceae e <i>Lejeunea</i> (11) de Lejeuneaceae totalizam os maiores    n&uacute;meros de esp&eacute;cies.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As Marchantiophyta e Bryophyta foram registradas    para <i>Laguncularia racemosa</i> (L.) C.F. Gaertn. (50% das amostras com 67%    das esp&eacute;cies), <i>Rhizophora mangle</i> L. (35% das amostras com 49%    das esp&eacute;cies), <i>Avicennia schaueriana</i> Stapf. &amp; Leechm. <i>ex</i>    Moldenke (6,6% das amostras com 23% das esp&eacute;cies), barranco (1,8% das    amostras com 12% das esp&eacute;cies), <i>Hibiscus pernambucencis</i> Arruda    (1,7% das amostras com 16% das esp&eacute;cies), Annonaceae (1,6% das amostras    com 12% das esp&eacute;cies), <i>Tabebuia cassinoides</i> (Lam.) DC. (0,8% das    amostras com 9% das esp&eacute;cies), <i>Acrostichum aureum</i> L. (0,4% das    amostras com 5% das esp&eacute;cies), <i>Typha sp.</i> (0,2% das amostras com    2% das esp&eacute;cies) e em termiteiro (0,1% das amostras com 1% das esp&eacute;cies).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As esp&eacute;cies dos manguezais estudados foram    encontradas geralmente num &uacute;nico tipo de substrato (46,1% das esp&eacute;cies)    e, menos freq&uuml;entemente em dois (24% das esp&eacute;cies), tr&ecirc;s (14%    das esp&eacute;cies) e quatro (7% das esp&eacute;cies) tipos de substratos;    as hep&aacute;ticas <i>Bryopteris diffusa, Cheilolejeunea trifaria, Frullania    brasiliensis, Lejeunea glaucescens, Leucolejeunea unciloba</i> (4,3% das esp&eacute;cies)    foram relacionadas para cinco e apenas <i>Cheilolejeunea rigidula e Frullania    caulisequa</i> (2% das esp&eacute;cies), para seis tipos de substratos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Alguns musgos foram registrados pela primeira    vez em <i>Typha sp.</i> (<i>Bryum densifolium</i>), caule morto de <i>Acrostichum    aureum</i> e em <i>Laguncularia racemosa</i> (<i>Rhodobryum grandifolium</i>)    e, algumas hep&aacute;ticas, em termiteiro (<i>Anoplolejeunea conferta</i>)    e caule morto de <i>Acrostichum aureum</i> (<i>Cheilolejeunea rigidula</i> e    <i>Lejeunea grossitexta</i>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O trabalho lista estas esp&eacute;cies pela primeira    vez para manguezais em Praia Grande (22 esp&eacute;cies) e Canan&eacute;ia (28    esp&eacute;cies); a lista aumenta cerca de 25 vezes (74 esp&eacute;cies) o n&uacute;mero    de t&aacute;xons (3 esp&eacute;cies), j&aacute; conhecidos para este ecossistema    em Ubatuba, e em 30% (11 esp&eacute;cies) o total de esp&eacute;cies j&aacute;    registradas para as esp&eacute;cies de Marchantiophyta e Bryophyta de manguezal    em Peru&iacute;be (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Quarenta e nove esp&eacute;cies s&atilde;o acrescentadas    &agrave; lista j&aacute; conhecida e composta por 66 esp&eacute;cies (Mello    &amp; Yano, 1991; Vital &amp; Pursell, 1992; Visnadi <i>et al.</i>, 1994; Yano    &amp; Carvalho, 1994; Yano &amp; Mello, 1999; Vital &amp; Visnadi, 2000; Yano,    2002; Peralta &amp; Yano, 2006) em manguezais no estado de S&atilde;o Paulo;    Gradstein &amp; Costa (2003) citaram 18 esp&eacute;cies de hep&aacute;ticas,    listadas no trabalho, para manguezais do Brasil, por&eacute;m n&atilde;o especificam    o estado brasileiro da ocorr&ecirc;ncia das esp&eacute;cies neste ecossistema    (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">A flora dos manguezais do litoral brasileiro    &eacute; formada   por um pequeno n&uacute;mero de esp&eacute;cies exclusivas deste   ecossistema e de esp&eacute;cies que podem ocorrer em outras   forma&ccedil;&otilde;es litor&acirc;neas (Vannucci, 2003). As esp&eacute;cies    de   Marchantiophyta e Bryophyta listadas s&atilde;o mais ricas que   aquelas registradas para o cerrado, com 99 esp&eacute;cies   (Visnadi, 2004a) e menos rica que as ocorrentes nas   forma&ccedil;&otilde;es vegetacionais da restinga, com 178 esp&eacute;cies   (Visnadi <i>et al.</i>, 1994; Vital &amp; Visnadi, 1994; Visnadi, 2004b;   Peralta &amp; Yano, 2006; Visnadi, dados n&atilde;o publicados) e na   Mata Atl&acirc;ntica, com 366 esp&eacute;cies (Visnadi, 2005; Peralta   &amp; Yano, 2006), no estado de S&atilde;o Paulo. Adicionado a   isto, todas as 115 esp&eacute;cies listadas j&aacute; foram registradas para    outros tipos de ambientes e, portanto, n&atilde;o se restringem   aos manguezais.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A diversidade de esp&eacute;cies de plantas associadas   aos manguezais depende, em parte, da proximidade   com outras forma&ccedil;&otilde;es vegetacionais; ao longo do litoral   sudeste, v&aacute;rias &aacute;reas de manguezais s&atilde;o marginais &agrave;    Mata   Atl&acirc;ntica (Vannucci, 2003). As esp&eacute;cies de Marchantiophyta   e Bryophyta do manguezal s&atilde;o mais semelhantes &agrave;quelas   registradas para a vegeta&ccedil;&atilde;o de encosta no estado de S&atilde;o   Paulo, pois, dentre as 115 esp&eacute;cies listadas, 71 esp&eacute;cies   (62%) ocorrem nas forma&ccedil;&otilde;es vegetacionais das restingas   (Visnadi <i>et al.</i>, 1994; Vital &amp; Visnadi, 1994; Visnadi, 2004b;   Peralta &amp; Yano, 2006; Visnadi, dados n&atilde;o publicados)   e 81 esp&eacute;cies (70%) na Mata Atl&acirc;ntica (Visnadi, 2005;   Peralta &amp; Yano, 2006).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Dezessete (15%) das 115 esp&eacute;cies listadas    s&atilde;o pantropicais: <i>Bryum coronatum</i> (tamb&eacute;m ocorre nas zonas    temperadas dos hemisf&eacute;rios norte e sul), <i>Calymperes tenerum, Octoblepharum    albidum, Syrrhopodon parasiticus</i> (musgos), <i>Aphanolejeunea truncatifolia,    Frullania apiculata, F. arecae, F. ericoides, F. riojaneirensis, Cheilolejeunea    trifaria, Cololejeunea cardiocarpa, C. minutissima, Diplasiolejeunea rudolphiana,    Lejeunea flava, Leucolejeunea xanthocarpa, Lopholejeunea subfusca </i>e<i> Pycnolejeunea    contigua</i> (hep&aacute;ticas). Quatro esp&eacute;cies (3%), do total relacionado    para os manguezais, s&atilde;o exclusivas do Brasil: <i>Campylopus controversus,    Leucobryum clavatum</i> (musgos), <i>Frullania schaefer-verwimpii</i> e <i>F.    vitalii</i> (hep&aacute;ticas). As 94 esp&eacute;cies restantes (82%) ocorrem    principalmente na regi&atilde;o neotropical (75%), pois algumas esp&eacute;cies    tamb&eacute;m alcan&ccedil;am a Am&eacute;rica do Norte (22%) e o sul do continente    sul-americano (25%), <i>Radula quadrata</i> (1%) atinge a regi&atilde;o subtropical    do continente americano, poucas esp&eacute;cies distribuem-se por todo o continente    americano (2%), outras alcan&ccedil;am a Europa (2%), &Aacute;sia (6%), &Aacute;frica    (14%) e Oceania (4%).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A ocorr&ecirc;ncia da esp&eacute;cie do norte    do Caribe, <i>Trocholejeunea bahamensis</i>, no estado de S&atilde;o Paulo (Vital    &amp; Visnadi, 2000) &eacute; improv&aacute;vel; possivelmente, trata-se de    identifica&ccedil;&atilde;o err&ocirc;nea de <i>Frullanoides corticalis</i>,    segundo Gradstein &amp; Costa (2003). Entretanto, <i>Trocholejeunea bahamensis</i>    (Schuster, 1992) foi registrada para o manguezal, pois o material estudado apresenta    caracteres diagn&oacute;sticos, que foram relacionados para o sin&ocirc;nimo    <i>Frullanoides bahamensis</i> (A. Evans) van Slageren, em Slageren (1985),    como planta aut&oacute;ica, l&oacute;bulos do fil&iacute;dio com dentes formados    geralmente por tr&ecirc;s c&eacute;lulas, raramente por cinco e com uma ou duas    c&eacute;lulas na base, o primeiro dente fica distante da extremidade final    da margem livre do l&oacute;bulo e as br&aacute;cteas masculinas possuem l&oacute;bulos    que se sobrep&otilde;em ventralmente ou n&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">At&eacute; o presente momento, as regi&otilde;es    Norte, Nordeste, Sudeste e Sul do Brasil apresentam mais da metade das esp&eacute;cies    listadas, exceto a Regi&atilde;o Centro- Oeste (36%). Excluindo o Sudeste, &eacute;    o Nordeste a regi&atilde;o que possui o maior n&uacute;mero de esp&eacute;cies    em comum com os manguezais paulistas, dentre as tr&ecirc;s regi&otilde;es restantes    do Brasil. Apenas Par&aacute;, Pernambuco, Bahia e todos os estados da Regi&atilde;o    Sudeste possuem 50% ou mais das esp&eacute;cies estudadas, dentre os quais,    &eacute; no estado do Rio de Janeiro onde se encontra o maior n&uacute;mero    das esp&eacute;cies listadas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A lista acrescenta 43% das 115 esp&eacute;cies    de Marchantiophyta   e Bryophyta que ora ocorrem nos manguezais estudados   do estado de S&atilde;o Paulo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As hep&aacute;ticas predominam nas esp&eacute;cies    de   Marchantiophyta e Bryophyta destes manguezais, cujas esp&eacute;cies de foram    encontradas em sua maior parte sobre   as faner&oacute;gamas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As Marchantiophyta e Bryophyta registradas s&atilde;o   mais ricas em esp&eacute;cies do que as ocorrentes em cerrado   e, o contr&aacute;rio, quanto &agrave;s restingas e &agrave; Mata Atl&acirc;ntica   em S&atilde;o Paulo; &eacute; tamb&eacute;m muito semelhante &agrave;s esp&eacute;cies   encontradas na Mata Atl&acirc;ntica deste mesmo estado.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">As esp&eacute;cies de Marchantiophyta e Bryophyta    listadas para os manguezais paulistas n&atilde;o se restringem a este &uacute;ltimo    ecossistema, ocorrendo tamb&eacute;m em outros tipos de ambientes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&Agrave; Vera L&uacute;cia Ramos Bononi e ao    Daniel Moreira Vital, ambos   do Instituto de Bot&acirc;nica de S&atilde;o Paulo, pela orienta&ccedil;&atilde;o    do   trabalho de Tese de Doutorado, e ao &uacute;ltimo pesquisador, pela   identifica&ccedil;&atilde;o de alguns materiais estudados; &agrave; Universidade   Estadual Paulista de Rio Claro e ao Instituto de Bot&acirc;nica de   S&atilde;o Paulo, pelo apoio na realiza&ccedil;&atilde;o de parte do trabalho,   durante o curso de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o; ao Instituto Florestal,    pela   permiss&atilde;o da coleta do material bot&acirc;nico no Parque Estadual   da Serra do Mar, N&uacute;cleo Picinguaba, em Ubatuba, SP.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ALLEN, B. H., 2002. Moss flora of Central America.    Part 2. Encalyptaceae-Orthotrichaceae. <b>Missouri Botanical Garden, Monographs    in Systematic Botany</b> 90:1-699.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ALLEN, B. H., 1994. Moss flora of Central America.    Part 1. Sphagnaceae-Calymperaceae. <b>Missouri Botanical Garden, Monographs    in Systematic Botany</b> 49:1-242.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ANDERSON, L. E., 1954. Hoyer's solution as a    rapid permanent mounting medium for bryophytes. <b>The Bryologist</b> 57(3):    242-244.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">BUCK, W. R. 1998. Pleurocarpous mosses of the    west Indies. <b>Memoirs of The New york Botanical Garden</b> 82:1-400.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">C&Acirc;MARA, P. E. A. S. &amp; D. P. COSTA,    2006. Hep&aacute;ticas e ant&oacute;ceros das matas de galeria da Reserva Ecol&oacute;gica    do IBGE, RECOR, Distrito Federal, Brasil. <b>Hoehnea</b> 33(1): 79-87.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">CRANDALL-STOTLER, B. &amp; R. E. STOTLER, 2000.    Morphology and classification of the Marchantiophyta. In: A. J. SHAW &amp; B.    GOFFINET (Eds.): <b>Bryophyte biology</b>: 21-70. Cambridge University Press,    Cambridge.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">CRUM, H. A. &amp; L. E. ANDERSON, 1981. <b>Mosses    of Eastern North America</b>: 1-1328. Columbia University Press, New York.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">GOFFINET, B. &amp; W. R. BUCK, 2004. Systematics    of bryophyta (mosses): from molecules to a revised classification. In: B. GOFFINET,    V. HOLLOWELL &amp; R. MAGILL (Eds.): <b>Molecular systematics of bryophytes</b>:    205-239. Missouri Botanical Garden, St. Louis.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">GRADSTEIN, S. R. &amp; D. P. COSTA, 2003. The    Hepaticae and Anthocerotae of Brazil. <b>Memoirs of The New York Botanical Garden</b>    87: 1-318.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">IBGE, 1992. <b>Manual T&eacute;cnico da    Vegeta&ccedil;&atilde;o Brasileira</b>: 1- 92. Secretaria de Planejamento,    Or&ccedil;amento e Coordena&ccedil;&atilde;o, Funda&ccedil;&atilde;o Instituto    Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica &#8211; IBGE, Diretoria de Geoci&ecirc;ncias,    Departamento de Recursos Naturais e Estudos Ambientais, Rio de Janeiro (S&eacute;rie    Manuais T&eacute;cnicos em Geoci&ecirc;ncias). </font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">MARCELLI, M. P., 1992. Ecologia liqu&ecirc;nica    nos manguezais do sulsudeste brasileiro. <b>Bibliotheca Lichenologica</b>    47: 1-288. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">MELLO, Z. R. &amp; O. YANO, 1991. <span lang=PT-BR style='font-size:10.0pt;font-family:Verdana;mso-ansi-language:PT-BR'>Musgos do    manguezal do Rio Guara&uacute;, Peru&iacute;be, S&atilde;o Paulo</span>. <b>Revista    Brasileira de Bot&acirc;nica</b> 14(1): 35-44. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">OLIVEIRA, M. T. C. &amp; E. E. AZEVEDO, 2004.    <b>Verde perto, a natureza ao redor de S&atilde;o Paulo</b>: 1-151.    Eduardo Eitelberg Azevedo e Marcelo T.C de Oliveira, S&atilde;o Paulo. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">PERALTA, D. F. &amp; O. YANO, 2006. Novas ocorr&ecirc;ncias    de musgos (Bryophyta) para o Estado de S&atilde;o Paulo, Brasil. <b>Revista    Brasileira de Bot&acirc;nica</b> 29(1): 49-65. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ROSSI, M. &amp; I. F. A. MATTOS, 1992. O ecossistema    mangue - uma an&aacute;lise dos solos e da vegeta&ccedil;&atilde;o no Estado    de S&atilde;o Paulo. <b>Revista do Instituto Florestal</b> 4: 930-936.    </font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">SCHAEFFER-NOVELLI, Y. &amp; G. CINTRON-MOLERO,    1994. Manguezais brasileiros: uma s&iacute;ntese sobre aspectos hist&oacute;ricos    (s&eacute;culos XVI e XIX), zona&ccedil;&atilde;o, estrutura e impactos ambientais.    In: </font><font size="2" face="verdana">S. WATANABE (Ed.). <b>Anais do    III Simp&oacute;sio de Ecossistemas da Costa Brasileira</b> S&atilde;o    Paulo: ACIESP, (1): 333-341. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">SCHAEFFER-NOVELLI, Y., C. COELHO JUNIOR &amp;    M. TOGNELLADE- ROSA, 2004. <b>Manguezais</b>: 1-48. &Aacute;tica,    S&atilde;o Paulo. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">SCHUSTER, R. M., 1992. The oil-bodies of the    hepaticae, II. 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