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<journal-title><![CDATA[Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Naturais]]></journal-title>
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<issn>1981-8114</issn>
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<publisher-name><![CDATA[Museu Paraense Emílio Goeldi, Ministério da Ciência e Tecnologia]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Licófitas e monilófitas (Pteridophyta) da floresta nacional de Caxiuanã, estado do Pará, Brasil: chave para as famílias e as espécies de Aspleniaceae e Blechnaceae]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Lycophytes and monilophytes (Pteridophytes) of the floresta nacional de Caxiuanã, Pará state, Brazil: key to the families, and to species of Aspleniaceae and Blechnaceae]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study of the Aspleniaceae and Blechnaceae of the Caxiuanã National Forest (FLONA), is part of a series on the floristic, taxonomic and ecological studies of the Lycophyte and Monilophyte flora of the ecosystems of the Brazilian state of Pará. The FLONA is situated in the municipalities of Melgaço and Portel (1º37'S / 51º19'W and 1º54'S / 51º58'W and limits south of 2º15'S / 51º15'W and 2º15'S / 51º56'W) in the micro-region of Furos, in the bay of Caxiuanã, between the Xingu a Tocantins rivers, and occupies about 200.000 ha. The FLONA includes several vegetation types, including non-flooded (terra firme forest with islands of savanna-like and secondary forest) and flooded forest (várzea and igapó), well as abundant aquatic vegetation, the terra firme forest being the predominant type. Taxonomic identification was made following the usual methods and using the specialist literature. Representative specimens were deposited in the "João Murça Pires" (MG) herbarium of the Museu Paraense Emílio Goeldi and duplicates sent to other Brazilian herbaria. A key to the families of Lycophyta and Monilophyta (Pteridophyta) which occur in the area and a taxonomic treatment of the Aspleniaceae and Blechnaceae which occur in the FLONA are presented, with descriptions of the species and genera, illustrations, key to species and genera together with commentaries about the taxa. In the study area the family Aspleniaceae is represented by Asplenium angustum Sw., A. juglandifolium Lam. and A. serratum L. and the family Blechnaceae by Blechnum serrulatum Rich. and Salpichlaena hookeriana (Kuntze) Alston.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Taxonomia]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="Verdana"><b><a name="topo"></a>Lic&oacute;fitas e monil&oacute;fitas    (Pteridophyta) da floresta nacional de Caxiuan&atilde;, estado do Par&aacute;,    Brasil: chave para as fam&iacute;lias e as esp&eacute;cies de Aspleniaceae e    Blechnaceae</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Lycophytes and monilophytes (Pteridophytes)    of the floresta nacional de Caxiuan&atilde;, Par&aacute; state, Brazil: key    to the families, and to species of Aspleniaceae and Blechnaceae</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Marcio Roberto Pietrobom da Silva<sup>I</sup>; Sebasti&atilde;o    Maciel do Ros&aacute;rio<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. Coordena&ccedil;&atilde;o    de Bot&acirc;nica. Bel&eacute;m, Par&aacute;, Brasil (<a href="mailto:pietrobomsilva@yahoo.com">pietrobomsilva@yahoo.com</a>)    <br>   <sup>II</sup>Universidade Federal Rural da Amaz&ocirc;nia. Bel&eacute;m, Par&aacute;,    Brasil (<a href="mailto:macielbio@yahoo.com.br">macielbio@yahoo.com.br</a>)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Est&atilde;o em desenvolvimento estudos flor&iacute;sticos,    taxon&ocirc;micos e ecol&oacute;gicos sobre as monil&oacute;fitas ocorrentes    nos v&aacute;rios ecossistemas paraenses. Considerando a grande car&ecirc;ncia    de trabalhos cient&iacute;ficos sobre a flora de pterid&oacute;fitas da Amaz&ocirc;nia,    este trabalho foi desenvolvido como uma contribui&ccedil;&atilde;o ao conhecimento    de duas fam&iacute;lias ocorrentes na &aacute;rea selecionada para estudo, localizada    nos munic&iacute;pios de Melga&ccedil;o e Portel. A Floresta Nacional (FLONA)    est&aacute; posicionada geograficamente a 1<sup>o</sup>37'S / 51<sup>o</sup>19'W    e 1<sup>o</sup>54'S / 51<sup>o</sup>58'W e limites sul de 2<sup>o</sup>15'S    / 51<sup>o</sup>15'W e 2<sup>o</sup>15'S / 51<sup>o</sup>56'W, na microrregi&atilde;o    dos Furos, nas proximidades da ba&iacute;a de Caxiuan&atilde;, entre os rios    Xingu e Tocantins, com cerca de 200.000 ha. A FLONA &eacute; composta por florestas    n&atilde;o inund&aacute;veis (floresta de terra firme, manchas de vegeta&ccedil;&atilde;o    savan&oacute;ide e capoeira) e florestas inund&aacute;veis (v&aacute;rzea e    igap&oacute;), com predom&iacute;nio da floresta de terra firme, al&eacute;m    de abundante vegeta&ccedil;&atilde;o aqu&aacute;tica. Para a identifica&ccedil;&atilde;o    taxon&ocirc;mica dos esp&eacute;cimes coletados, foram utilizadas t&eacute;cnicas    usuais e literaturas especializadas. Exsicatas representativas foram depositadas    no Herb&aacute;rio &quot;Jo&atilde;o Mur&ccedil;a Pires&quot; (MG), do Museu    Paraense Em&iacute;lio Goeldi, com duplicatas doadas para v&aacute;rios herb&aacute;rios    do pa&iacute;s. O estudo apresenta uma chave para identifica&ccedil;&atilde;o    das fam&iacute;lias de Lycophyta e Monilophyta (Pteridophyta) ocorrentes na    &aacute;rea e o tratamento taxon&ocirc;mico das fam&iacute;lias Aspleniaceae    e Blechnaceae ocorrentes na FLONA de Caxiuan&atilde;. S&atilde;o apresentadas    descri&ccedil;&otilde;es das esp&eacute;cies e dos g&ecirc;neros, ilustra&ccedil;&otilde;es,    chave para as esp&eacute;cies e g&ecirc;neros, bem como coment&aacute;rios sobre    todos os t&aacute;xons. Na &aacute;rea de estudos, a fam&iacute;lia Aspleniaceae    est&aacute; representada por <i>Asplenium angustum</i> Sw., <i>A. juglandifolium</i>    Lam. e <i>A. serratum</i> L., e a fam&iacute;lia Blechnaceae por <i>Blechnum    serrulatum</i> Rich. e <i>Salpichlaena hookeriana</i> (Kuntze) Alston.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave</b>: Taxonomia. Aspleniaceae.    Blechnaceae. Pterid&oacute;fitas. Floresta Amaz&ocirc;nica.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">This study of the Aspleniaceae and Blechnaceae    of the Caxiuan&atilde; National Forest (FLONA), is part of a series on the floristic,    taxonomic and ecological studies of the Lycophyte and Monilophyte flora of the    ecosystems of the Brazilian state of Par&aacute;. The FLONA is situated in the    municipalities of Melga&ccedil;o and Portel (1<sup>o</sup>37'S / 51<sup>o</sup>19'W    and 1<sup>o</sup>54'S / 51<sup>o</sup>58'W and limits south of 2<sup>o</sup>15'S    / 51<sup>o</sup>15'W and 2<sup>o</sup>15'S / 51<sup>o</sup>56'W) in the micro-region    of Furos, in the bay of Caxiuan&atilde;, between the Xingu a Tocantins rivers,    and occupies about 200.000 ha. The FLONA includes several vegetation types,    including non-flooded (<i>terra firme</i> forest with islands of savanna-like    and secondary forest) and flooded forest (<i>v&aacute;rzea</i> and <i>igap&oacute;</i>),    well as abundant aquatic vegetation, the <i>terra firme</i> forest being the    predominant type. Taxonomic identification was made following the usual methods    and using the specialist literature. Representative specimens were deposited    in the &quot;Jo&atilde;o Mur&ccedil;a Pires&quot; (MG) herbarium of the Museu    Paraense Em&iacute;lio Goeldi and duplicates sent to other Brazilian herbaria.    A key to the families of Lycophyta and Monilophyta (Pteridophyta) which occur    in the area and a taxonomic treatment of the Aspleniaceae and Blechnaceae which    occur in the FLONA are presented, with descriptions of the species and genera,    illustrations, key to species and genera together with commentaries about the    taxa. In the study area the family Aspleniaceae is represented by <i>Asplenium    angustum</i> Sw., <i>A. juglandifolium</i> Lam. and <i>A. serratum</i> L. and    the family Blechnaceae by <i>Blechnum serrulatum</i> Rich. and <i>Salpichlaena    hookeriana</i> (Kuntze) Alston.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords</b>: Taxonomic. Aspleniaceae. Blechnaceae.    Pteridophytes. Amazonian Forest.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Segundo Tryon &amp; Conant (1975), a diversidade    das pterid&oacute;fitas na Amaz&ocirc;nia brasileira (lic&oacute;fitas e monil&oacute;fitas)    &eacute; considerada relativamente pobre e de baixo endemismo. Este fato representa    um contraste acentuado em rela&ccedil;&atilde;o ao elevado endemismo de muitos    g&ecirc;neros de plantas superiores. Atualmente, estima-se aproximadamente 550    esp&eacute;cies para a regi&atilde;o Norte (Prado, 2003). Para o estado do Par&aacute;,    &eacute; referido, at&eacute; o presente, aproximadamente 313 esp&eacute;cies,    entre lic&oacute;fitas e monil&oacute;fitas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os estudos sobre as lic&oacute;fitas e monil&oacute;fitas    no Par&aacute; foram iniciados por J. Huber, no final do s&eacute;culo XIX,    com os trabalhos desenvolvidos na Ilha do Maraj&oacute; (Huber, 1898), onde    foram registradas tr&ecirc;s esp&eacute;cies; na regi&atilde;o dos &quot;furos&quot;    de Breves (Huber, 1902), onde foram registradas 47 esp&eacute;cies, e nas proximidades    de Bragan&ccedil;a (Huber, 1906), em vegeta&ccedil;&atilde;o de igarap&eacute;,    com o registro de <i>Alsophila ferox</i> Presl &#091;= <i>Cyathea microdonta</i>    (Desv.) Domin&#093;. Outro trabalho pioneiro foi o de Sampaio (1930), que publicou    a primeira colet&acirc;nea de eufilic&iacute;neas da Amaz&ocirc;nia, apresentando    uma lista das esp&eacute;cies coletadas no rio Cumin&aacute; (afluente do rio    Trombetas - Par&aacute;). Destacam-se tamb&eacute;m trabalhos mais recentes    feitos na regi&atilde;o metropolitana de Bel&eacute;m, como o de Rodrigues <i>et    al.</i> (2004), que referiram 38 esp&eacute;cies na &aacute;rea de Pesquisa    Ecol&oacute;gica do Guam&aacute;, o de Costa <i>et al.</i> (2006), que citam    <i>Trichomanes pinnatinervium</i> Jenman como sendo primeiro registro para o    Brasil, e J. M. Costa, que, em 2007, em sua disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado,    referiu 70 esp&eacute;cies de lic&oacute;fitas e monil&oacute;fitas para a ilha    de Mosqueiro.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; situa&ccedil;&atilde;o    das fam&iacute;lias aqui estudadas, Aspleniaceae &eacute; a que possui mais    trabalhos de cunho flor&iacute;stico, entretanto tem sido pouco estudada taxonomicamente.    O trabalho mais amplo sobre a fam&iacute;lia para o Brasil foi desenvolvido    por Sylvestre &amp; Windisch (2002), que tratam das novas combina&ccedil;&otilde;es    do g&ecirc;nero <i>Antigramma</i> C. Presl e da sinopse das esp&eacute;cies.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estudos mais regionais referentes &agrave;s esp&eacute;cies    de Aspleniaceae no Brasil foram realizados por Pietrobom &amp; Barros (2001)    para a Mata do Estado (Pernambuco), Sylvestre &amp; Ramos (2005) para a Flora    do Distrito Federal, e Prado (2005a) para a Flora da Reserva Ducke (Amazonas).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; fam&iacute;lia    Blechnaceae, a escassez de estudos no Brasil &eacute; mais acentuada. No que    se refere a esta fam&iacute;lia, tem-se Prado (2004), com os Cript&oacute;gamos    do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (S&atilde;o Paulo), e Prado (2005b),    na Flora da Reserva Ducke (Amazonas).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A maioria dos trabalhos desenvolvidos na Floresta    Nacional (FLONA) de Caxiuan&atilde; &eacute; espec&iacute;fica para a Esta&ccedil;&atilde;o    Cient&iacute;fica Ferreira Penna (ECFPn), que se localiza dentro da FLONA. Na    ECPFn, existem estudos a respeito de espermat&oacute;fitas (Almeida <i>et al.</i>,    1993, 1997; Lisboa <i>et al.</i>, 1997), bri&oacute;fitas (Lisboa &amp; Nazar&eacute;,    1997; Luizi-Ponzo <i>et al.</i>, 1997) e fungos (Sot&atilde;o <i>et al.</i>, 1997), dentre    outros publicados em Lisboa (1997a). Sendo assim, o presente estudo &eacute;    pioneiro sobre as monil&oacute;fitas na FLONA de Caxiuan&atilde;, confirmando    a necessidade de coletas e estudos para o grupo no estado do Par&aacute;, bem    como na regi&atilde;o Norte do pa&iacute;s.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Desta forma, este estudo tem por objetivos apresentar    uma chave anal&iacute;tica de identifica&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias    de Lycophyta e Monilophyta ocorrentes na FLONA de Caxiuan&atilde;, bem como    informa&ccedil;&otilde;es taxon&ocirc;micas sobre as esp&eacute;cies de Aspleniaceae    e Blechnaceae, visando a facilitar a identifica&ccedil;&atilde;o dos t&aacute;xons    em futuros estudos, al&eacute;m de contribuir com o conhecimento da Flora do    Par&aacute; e do Brasil.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A regi&atilde;o de Caxiuan&atilde; est&aacute;    situada na por&ccedil;&atilde;o inferior do rio Anapu, entre os rios Tocantins    e Xingu, Amaz&ocirc;nia Oriental, nos munic&iacute;pios de Melga&ccedil;o e    Portel, estado do Par&aacute;, onde se situa a FLONA de Caxiuan&atilde;, com    limites norte de 1<sup>o</sup>37&acute;S / 51<sup>o</sup>19&acute;W e 1<sup>o</sup>54&acute;S    / 51<sup>o</sup> 58&acute;W e limites sul de 2<sup>o</sup>15'S / 51<sup>o</sup>15'W    e 2<sup>o</sup>15'S / 51<sup>o</sup>56'W (Montag <i>et al.</i>, 2008), pertencendo    &agrave; microrregi&atilde;o dos Furos (IBGE, 1981). Abrange uma &aacute;rea    de aproximadamente 200.000 ha (Brasil, 1961; Lisboa, 1997b).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A vegeta&ccedil;&atilde;o &eacute; caracterizada    por floresta densa de terra firme, florestas de inunda&ccedil;&atilde;o (v&aacute;rzea    e igap&oacute;), vegeta&ccedil;&atilde;o savan&oacute;ide (campo hidrom&oacute;rfico),    vegeta&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria (capoeira) e vegeta&ccedil;&atilde;o    residual em s&iacute;tios de pomares (Lisboa <i>et al.</i>, 1997).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O tipo clim&aacute;tico &eacute; Am &#8211; clima    tropical &uacute;mido, classifica&ccedil;&atilde;o de K&ouml;ppen, com excesso    de precipita&ccedil;&atilde;o pluviom&eacute;trica durante alguns meses (outubro    e novembro, com pluviosidade inferior a 60 mm). A temperatura m&eacute;dia anual    &eacute; de cerca de 26<sup>o</sup>C. A umidade relativa do ar &eacute;, aproximadamente,    de 85% (Almeida <i>et al.</i>, 1993).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As coletas do material bot&acirc;nico foram realizadas    em mar&ccedil;o, outubro e novembro de 2004, fevereiro de 2005 e janeiro de    2007. O trabalho consistiu em explorar (aleatoriamente) o maior n&uacute;mero    poss&iacute;vel de micro-ambientes ocorrentes nos tipos de forma&ccedil;&otilde;es    vegetacionais da &aacute;rea estudada, visando ao registro das esp&eacute;cies    de monil&oacute;fitas nessas forma&ccedil;&otilde;es, bem como na observa&ccedil;&atilde;o    dos tipos de substratos das esp&eacute;cies. Primeiramente, foram exploradas    as &aacute;reas de igarap&eacute;s, dos igap&oacute;s e v&aacute;rzeas e os    seis plotes permanentes de 100 ha que fazem parte do Projeto TEAM (Tropical    Ecology, Assessement and Monitoring) - Caxiuan&atilde;, al&eacute;m da Grade    de 5 km<sup>2</sup> do Programa de Biodiversidade da Amaz&ocirc;nia (PPBIO).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As amostras foram coletadas e herborizadas de    acordo com a metodologia padr&atilde;o para as plantas vasculares (Mori <i>et al.</i>,    1989; Windisch, 1992). O material testemunho foi depositado no Herb&aacute;rio    MG, do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, com o envio de duplicatas como doa&ccedil;&atilde;o    para v&aacute;rios Herb&aacute;rios do Brasil designados pelos acr&ocirc;nimos    MBM, PACA, RB, SP e UB, segundo o Index Herbariorum (Holmgren <i>et al.</i>, 1990).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A identifica&ccedil;&atilde;o do material bot&acirc;nico    foi realizada mediante literatura especializada (Stolze, 1986; Tryon &amp; Stolze,    1993; Smith, 1995a, b).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A circunscri&ccedil;&atilde;o aceita neste trabalho    para as fam&iacute;lias e g&ecirc;neros da linhagem Monilophyta segue Smith    <i>et al.</i> (2006). Para o tratamento dos g&ecirc;neros das fam&iacute;lias    Cyatheaceae, Hymenophyllaceae e Thelypteridaceae, seguiram-se os seguintes autores,    respectivamente: Lellinger (1987), Pryer <i>et al.</i> (2001) e Smith (1992).    Para as lic&oacute;fitas, a circunscri&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias    e g&ecirc;neros foi realizada segundo Kramer &amp; Green (1990). Os termos &quot;Lycophyta    e Monilophyta&quot; foram baseados em Pryer <i>et al.</i> (2004) para referir    as linhagens que constituem o grupo das Pteridophytas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A abreviatura dos nomes dos autores das esp&eacute;cies    seguiu Pichi-Sermolli (1996). Os dados referentes &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o    geogr&aacute;fica dos t&aacute;xons foram baseados nas Floras do Equador (Stolze,    1986), do Peru (Tryon &amp; Stolze, 1994), da Guiana Venezuelana (Smith, 1995a,    b) e Mesoamericana (Adams, 1995). A distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica    para os estados brasileiros foi baseada nos seguintes trabalhos: Bastos &amp;    Cutrin (1999), Windisch &amp; Tryon (2001), Pietrobom &amp; Barros (2006) e    Costa &amp; Pietrobom (2007).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">At&eacute; o presente momento, foram registradas    na FLONA de Caxiuan&atilde; 19 fam&iacute;lias, duas de Lycophyta e 17 de Monilophyta,    que podem ser reconhecidas atrav&eacute;s da chave de identifica&ccedil;&atilde;o    a seguir:</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Chave para as fam&iacute;lias ocorrentes na FLONA    de Caxiuan&atilde;</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v3n2/ponto.gif" border="0"></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Aspleniaceae</b> Newman</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Fam&iacute;lia monofil&eacute;tica, com distribui&ccedil;&atilde;o    quase cosmopolita, comum nos tr&oacute;picos e subtr&oacute;picos, com apenas    um g&ecirc;nero <i>Asplenium</i> L. (Smith <i>et al.</i>, 2006).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><i>Asplenium</i> L., Sp. Pl. 2: 1078. 1753.</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Plantas terrestres, ep&iacute;fitas ou rup&iacute;colas.    Caule curto-reptante, ascendente ou subereto, robusto a delgado, glabro ou com    escamas clatradas, iridescentes, inteiras, raramente com tricomas. Frondes monom&oacute;rficas,    fasciculadas a espa&ccedil;adas; pec&iacute;olos com escamas na base (algumas    vezes outros eixos), usualmente glabros; l&acirc;mina inteira ou lobada, freq&uuml;entemente    1-2-pinada, ocasionalmente mais dividida a 4-pinada, truncada na base, usualmente    sem tricomas ou v&aacute;rias esp&eacute;cies com tricomas diminutos ou escamas    reduzidas no lado abaxial; raque freq&uuml;entemente alada, levemente sulcada    adaxialmente, sulcos interrompidos a unidos com a pina lateral, margem inferior    da pina decurrente na raque; pinas freq&uuml;entemente desiguais, escavadas    no lado proximal, comumente truncadas, anguladas ou auriculadas no lado distal;    vena&ccedil;&atilde;o livre, furcada ou n&atilde;o, raramente anastomosada,    as ar&eacute;olas sem v&ecirc;nulas inclusas. Soros alongados a lineares, ao    longo do lado acrosc&oacute;pico da v&ecirc;nula; ind&uacute;sio ao longo do    soro, ou raramente sobre uma bolsa quase marginal formada pelo ind&uacute;sio    e tecido laminar adjacente; esporos monoletes, sem clorofila.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Asplenium</i> apresenta distribui&ccedil;&atilde;o    cosmopolita, com cerca de 700 esp&eacute;cies predominantemente tropicais (Mickel    &amp; Smith, 2004). Destas, 72 esp&eacute;cies (incluindo <i>Antigramma</i>    C. Presl) ocorrem no Brasil (Sylvestre &amp; Ramos, 2005); no estado do Par&aacute;,    s&atilde;o conhecidas para o g&ecirc;nero 20 esp&eacute;cies e, na FLONA de    Caxiuan&atilde;, foram registradas tr&ecirc;s esp&eacute;cies.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Chave para as esp&eacute;cies de <i>Asplenium</i>    L. da FLONA de Caxiuan&atilde;</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v3n2/ponto1.gif" border="0"></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i><b>Asplenium angustum</b></i><b> Sw., Kongl.    Vetensk. Acad. Handl. 38: 66, t. 4. <a href="#f1">fig. 1</a>. 1847. (<a href="#f1">Figura    1</a>)</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/bmpegcn/v3n2/2a05f1.gif " border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Plantas ep&iacute;fitas. Caule ereto, escamas    linear-lanceoladas, castanho-escuras a nigrescentes, margem inteira, fimbriadas    na base, &aacute;pice acuminado, uniseriado; frondes 15-48 cm de comprimento,    inteiras, eretas, fasciculadas, 6-8 por caule; pec&iacute;olo curto, 2-3 cm    de comprimento, castanho a pale&aacute;ceo, sulcado na face adaxial, alado na    por&ccedil;&atilde;o distal pela base da l&acirc;mina decurrente, com escamas    esparsas, nigrescentes; l&acirc;mina 15-45 cm de comprimento, 1-3,5(-4) cm de    largura, inteira, linear-lanceolada, cart&aacute;cea, longamente atenuada em    dire&ccedil;&atilde;o &agrave; base e &aacute;pice, margem inteira a sinuosa;    raque castanha na face adaxial, especialmente na por&ccedil;&atilde;o proximal    da l&acirc;mina, com escamas esparsas, castanho-claras a nigrescentes; vena&ccedil;&atilde;o    simples ou 1-furcada, v&ecirc;nulas secund&aacute;rias partindo da costa em    &acirc;ngulo de 45<sup>o</sup>-65<sup>o</sup> com a costa, mais evidentes no lado abaxial;    soros 50-100 por l&acirc;mina, ao longo das v&ecirc;nulas, lineares; ind&uacute;sio    da mesma cor da l&acirc;mina, margem inteira, cerca de 0,5 mm de largura.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Asplenium angustum</i> caracteriza-se pela    l&acirc;mina longamente atenuada em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; base e &aacute;pice    e v&ecirc;nulas secund&aacute;rias em &acirc;ngulo de 45<sup>o</sup>-65<sup>o</sup>    com a costa. Smith (1995a) comenta que muitos esp&eacute;cimes identificados    como <i>A. angustum</i> em herb&aacute;rio s&atilde;o, provavelmente, somente    formas mais estreitas de <i>A. serratum</i> L.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Planta pouco comum na &aacute;rea, observada    em floresta de terra firme, crescendo na base de tronco vivo ou sobre galhos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Distribui&ccedil;&atilde;o neotropical, restrita    para a Am&eacute;rica do Sul, com registros na Guiana, Guiana Francesa, Suriname,    Venezuela, Col&ocirc;mbia, Peru e Bol&iacute;via. No Brasil, &eacute; citado    no Amap&aacute;, Amazonas, Par&aacute;, Acre e Rond&ocirc;nia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Material examinado: Brasil, Par&aacute;: munic&iacute;pio    Melga&ccedil;o, Esta&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica Ferreira Penna, atr&aacute;s    da base f&iacute;sica da ECFPn, trilha para a torre de 55 m do Projeto Grande    Escala da Biosfera-Atmosfera na Amaz&ocirc;nia (LBA), 31/10/2004, Sanjuan &amp;    Pietrobom 205 (MG); munic&iacute;pio Melga&ccedil;o/Portel, Floresta Nacional    de Caxiuan&atilde;, grade do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio),    linha A, ca. 1<sup>o</sup>57'36&quot;S- 51<sup>o</sup>36'55&quot;W, 21/01/2007,    Pietrobom <i>et al.</i> 6397 (MG).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><i>Asplenium juglandifolium</i> Lam., Encycl.    2: 307. 1786. (<a href="#f2">Figura 2</a>)</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/bmpegcn/v3n2/2a05f2.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Plantas ep&iacute;fitas. Caule curto-reptante    a subereto, escamas filiformes, castanho-escuras, margem inteira, uniseriada    e contorcida na extremidade. Frondes 16-48 cm de comprimento, arqueadas, fasciculadas,    2-4 por caule; pec&iacute;olo (6,5-)11-13 cm de comprimento, castanho-esverdeado,    sulcado e achatado na face abaxial, alado na por&ccedil;&atilde;o distal, com    escamas semelhantes as do caule; l&acirc;mina (16-) 25-31 cm de comprimento,    8-17 cm de largura, 1-pinada, cart&aacute;cea, deltado-ovada, &aacute;pice agudo,    n&atilde;o pinat&iacute;fido, pina terminal conforme, base truncada; raque p&aacute;lea    a castanho-clara ou esverdeada, glabra, achatada ou angulosa, alada mais vis&iacute;vel    na por&ccedil;&atilde;o distal; pinas (6,5-)9-11 cm de comprimento, 1,7-2 cm    de largura, lanceoladas a falcadas, (3-)4-9 pares, afastadas, longo acuminadas,    margem inteira ou levemente crenada, base cuneada, assim&eacute;trica, lado    acrosc&oacute;pico levemente arredondado, &aacute;pice atenuado, indumento no    lado adaxial com tricomas clavados, espalhados, adpressos, esbranqui&ccedil;ados    a castanho-claros; vena&ccedil;&atilde;o imersa, livre, 1-2-furcada, v&ecirc;nula    partindo da costa 60<sup>o</sup>-65<sup>o</sup>, evidente na superf&iacute;cie adaxial; soros    lineares, 7-14 pares por pinas, ao longo das v&ecirc;nulas; ind&uacute;sio mais    escuro que a l&acirc;mina, margem inteira, ca. 0,8-1 mm de largura.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Asplenium juglandifolium</i> &eacute; a &uacute;nica    esp&eacute;cie da fam&iacute;lia registrada, at&eacute; o presente estudo, que    possui frondes 1-pinadas, as demais esp&eacute;cies possuem frondes inteiras.    Prado (2005a) comenta que varia o n&uacute;mero de pares de pinas por fronde    (7-12 pares) registrado na Flora da Reserva Ducke. No material registrado na    FLONA de Caxiuan&atilde;, ocorre de (3-)5-7 pares por fronde.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Planta com poucos indiv&iacute;duos, observada    na floresta de terra firme ou de igap&oacute;, crescendo na base de tronco vivo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Distribui&ccedil;&atilde;o neotropical, com registros    no M&eacute;xico, Am&eacute;rica Central, Caribe (Grandes Antilhas e Trinidad),    Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Venezuela, Col&ocirc;mbia, Equador, Peru,    Bol&iacute;via e Brasil (Amap&aacute;, Amazonas, Par&aacute;, Acre e Rond&ocirc;nia).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Material examinado: Brasil, Par&aacute;: munic&iacute;pio    Melga&ccedil;o, Esta&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica Ferreira Penna, plote    6 de 100 ha do Projeto Tropical Ecology Assessment and Monitoring (TEAM), 05/11/2004,    Sanjuan &amp; Pietrobom 349 (MG); <i><i>ibid</i></i>., plote 3 de 100 ha do    Projeto TEAM, 20/11/2004, Sanjuan &amp; Pietrobom 599 (MG, RB); <i>ibid</i>.,    pr&oacute;ximo do igarap&eacute; Sapucuzinho, 04/03/2005, Pietrobom 5835 (MBM,    MG, RB); munic&iacute;pio Melga&ccedil;o/Portel, Floresta Nacional de Caxiuan&atilde;,    grade do PPBio, linha D, parcela 19, ca.1<sup>o</sup>59'14,4&quot;-51<sup>o</sup>38'48,4&quot;W,    15/01/2007, Pietrobom <i>et al.</i> 6659 (MG, MBM, RB).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i><b>Asplenium serratum</b></i><b> L., Sp. Pl.    2: 1079. 1753. (<a href="#f3">Figura 3</a>)</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/bmpegcn/v3n2/2a05f3.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Plantas ep&iacute;fitas. Caule ereto, com escamas    lanceoladas, castanho-escuras, margem inteira, com extremidade atenuada ou filiforme.    Frondes 15-104 cm de comprimento, inteiras, eretas, fasciculadas, 5-20 por caule;    pec&iacute;olo 2-4 cm de comprimento, castanho-escuro a negro ou esverdeado,    achatado e sulcado na face adaxial, alado, glabro; l&acirc;mina 15-100 cm de    comprimento, 4-12,5 cm de largura, inteira, estreitamente oblanceolada, cart&aacute;cea,    &aacute;pice obtuso a agudo, &agrave;s vezes caudado, base atenuadamente cuneada,    margem inteira a crenulada a serreada; raque esverdeada a nigrescente, com escamas    esparsas, castanho-escuras; vena&ccedil;&atilde;o simples ou 1-furcada, v&ecirc;nulas    secund&aacute;rias em &acirc;ngulo de 20<sup>o</sup>-40<sup>o</sup>(-45<sup>o</sup>) com a costa,    usualmente vis&iacute;veis em ambos os lados; soros +100 por l&acirc;mina, ao    longo das v&ecirc;nulas, lineares, formando uma faixa cont&iacute;nua mais pr&oacute;xima    da costa, nunca atingindo a margem; ind&uacute;sio esbranqui&ccedil;ado, margem    inteira, linear, ca. 1 mm de largura.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Asplenium serratum</i>, quando jovem, pode    ser confundido com <i>A. angustum</i> por apresentar frondes com l&acirc;minas    atenuadas em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; base e &aacute;pice. Entretanto,    <i>A. serratum</i> apresenta l&acirc;mina com &aacute;pice obtuso a agudo, &agrave;s    vezes caudado, base atenuadamente cuneada e as v&ecirc;nulas secund&aacute;rias    em &acirc;ngulo de 20<sup>o</sup>-40<sup>o</sup>(-45<sup>o</sup>) com a costa,    enquanto que <i>A. angustum</i> possui l&acirc;mina mais estreita, 1- 3,5(-4)    cm de largura, base e &aacute;pice longamente atenuada e v&ecirc;nulas em &acirc;ngulo    de 45<sup>o</sup>-65<sup>o</sup> com a costa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Planta muito comum na &aacute;rea, observada    no interior da floresta de terra firme, de igap&oacute; e em capoeiras, crescendo    na base de troncos vivos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Distribui&ccedil;&atilde;o neotropical, com registros    nos Estados Unidos da Am&eacute;rica (Fl&oacute;rida), sul do M&eacute;xico,    Am&eacute;rica Central, Caribe (Antilhas e Trinidad), Guiana, Guiana Francesa,    Suriname, Venezuela, Col&ocirc;mbia, Equador, Peru, Bol&iacute;via, Paraguai    e norte da Argentina. No Brasil, &eacute; citado em Roraima, Amap&aacute;, Amazonas,    Par&aacute;, Acre, Rond&ocirc;nia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goi&aacute;s,    Maranh&atilde;o, Cear&aacute;, Para&iacute;ba, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas    Gerais, Esp&iacute;rito Santo, Rio de Janeiro, S&atilde;o Paulo, Paran&aacute;    e Santa Catarina.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Material examinado: Brasil, Par&aacute;: munic&iacute;pio    Melga&ccedil;o, Esta&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica Ferreira Penna, igarap&eacute;    do Laranjal, limite da FLONA de Caxiuan&atilde;, 28/10/2004, Sanjuan 182 (MG,    RB, UB); <i>ibid</i>., atr&aacute;s da base f&iacute;sica da ECFPn, trilha para    a torre de 55 m do Projeto LBA, 31/10/2004, Sanjuan &amp; Pietrobom 223 (MG,    RB, UB); <i><i>ibid</i></i>., trilha para o plote 6 de 100 ha do Projeto TEAM,    05/10/2004, Sanjuan &amp; Pietrobom 337 (MBM, MG, RB); <i>ibid</i>., plote 2    de 100 ha do Projeto TEAM, 08/10/2004, Sanjuan &amp; Pietrobom 432 (MBM, MG);    <i>ibid</i>., plote 3 de 100 ha do Projeto TEAM, 20/11/2004, Sanjuan &amp; Pietrobom    621 (MG); <i>ibid</i>., margem do igarap&eacute; Caxiuan&atilde;, 04/03/2005,    Pietrobom 5829 (MBM, MG); munic&iacute;pio Melga&ccedil;o, Caxiuan&atilde;,    sa&iacute;da do refeit&oacute;rio para o campo de futebol da ECFPn, 08/03/2004,    Freitas 1039 (MG); munic&iacute;pio Melga&ccedil;o/Portel, Floresta Nacional    de Caxiuan&atilde;, grade do PPBio, linha C, parcela 14, ca. 1<sup>o</sup>58',41,9&quot;S-51<sup>o</sup>38'48,4&quot;W,    14/01/2007, Pietrobom <i>et al.</i> 6582 (MG, RB).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Blechnaceae</b> Newman</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Fam&iacute;lia monofil&eacute;tica, subcosmopolita,    com 200- 250 esp&eacute;cies, em aproximadamente nove g&ecirc;neros (Smith,    1995b; Smith <i>et al.</i>, 2006), dos quais somente tr&ecirc;s ocorrem nas    Am&eacute;ricas, <i>Salpichlaena</i> Hook. exclusivamente neotropical, <i>Woodwardia</i>    Sm. chegando at&eacute; a Am&eacute;rica Central e <i>Blechnum</i> L. de ampla    distribui&ccedil;&atilde;o (Tryon &amp; Tryon, 1982), e cerca de 200 esp&eacute;cies    (Smith <i>et al.</i>, 2006). Na flora do estado do Par&aacute; e na FLONA de    Caxiuan&atilde;, foram registrados dois g&ecirc;neros, <i>Blechnum</i> e <i>Salpichlaena</i>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Chave para os g&ecirc;neros de Blechnaceae da    FLONA de Caxiuan&atilde;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Frondes de crescimento determinado, n&atilde;o    trepadeiras; raque rugosa; l&acirc;minas simples a 1-pinadas ......................................................................<i>Blechnum</i>    Frondes de crescimento indeterminado, trepadeiras; raque entrela&ccedil;ada    a escandente; l&acirc;minas </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">2-pinadas ......................................................................<i></i><i>Salpichlaena</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i><b>Blechnum</b></i><b> L., Sp. Pl. 2: 1077.    1753.</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Plantas terrestres, raro rup&iacute;colas, ocasionalmente    hemiep&iacute;fitas ou subarborescentes. Caule longo-reptante, compacto a ereto,    ocasionalmente escandente, &agrave;s vezes formando tronco, ramificado ou n&atilde;o,    estolon&iacute;feros em algumas esp&eacute;cies, com escamas castanhas. Frondes    monom&oacute;rficas a fortemente dim&oacute;rficas, as f&eacute;rteis usualmente    maiores que as est&eacute;reis e com segmentos mais estreitos; b&aacute;culos    algumas vezes cobertos com mucilagem e apresentando aer&oacute;foros semelhantes    a escamas ou tuberculiformes ao longo do pec&iacute;olo e na base da pina; pec&iacute;olo    adaxialmente sulcado; l&acirc;minas usualmente pinat&iacute;fidas ou 1-pinadas    (raramente inteiras ou 2-pinadas); pinas inteiras ou serruladas, com escamas,    tricomas ou glabras sobre o eixo; vena&ccedil;&atilde;o furcada, livre, &#177; paralela    ou anastomosada, sem v&ecirc;nula livre inclusa. Soros lineares, sobre uma comissura    vascular paralela &agrave; costa; ind&uacute;sio linear, fixo &agrave; comissura    e abrindo em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; costa, firme, inteiro, a eroso ou    lacerado, especialmente na maturidade; esporos monoletes sem clorofila.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Blechnum</i> apresenta distribui&ccedil;&atilde;o    pantropical (principalmente no Hemisf&eacute;rio Sul, incluindo as regi&otilde;es    temperadas do sul, com uma &uacute;nica esp&eacute;cie estendendo-se &agrave;s    regi&otilde;es temperadas do Hemisf&eacute;rio Norte), com cerca de 200 esp&eacute;cies    (Mickel &amp; Smith, 2004; Smith, 1995b). Na flora do estado do Par&aacute;,    s&atilde;o conhecidas para o g&ecirc;nero quatro esp&eacute;cies e, na FLONA    de Caxiuan&atilde;, foi registrada apenas <i>Blechnum serrulatum</i> Rich.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i><b>Blechnum serrulatum</b></i><b> Rich., Actes    Soc. Hist. Nat. Paris 1: 114. 1792. (<a href="#f4">Figura 4A</a>)</b></font></p>     <p><a name="f4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="img/revistas/bmpegcn/v3n2/2a05f4.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Plantas terrestres. Caule longo-reptante, subterr&acirc;neo,    com escamas linear-lanceoladas, castanhas ou negras, margens inteiras. Frondes    40-90 cm de comprimento, monom&oacute;rficas a levemente dim&oacute;rficas,    fasciculadas, eretas; pec&iacute;olos 14-34 cm de comprimento, com a por&ccedil;&atilde;o    distal sulcada, glabros ou a base com escamas semelhantes &agrave;s do caule;    l&acirc;minas foliares 40-60 cm de comprimento, (5-)11-18 cm de largura, 1-pinadas,    oblongas a lanceoladas, cart&aacute;ceas a subcori&aacute;ceas, pina terminal    conforme a sub-conforme, base truncada e sem pina vestigial, glabra; raque p&aacute;lea    a castanho-claras, adaxialmente sulcada, glabra; pinas (3-)5- 10,5 cm de comprimento,    0,7-1,4 cm de largura, 12-25 pares, lineares ou lineares oblongas, curto-pecioluladas    ou s&eacute;sseis, nunca adnadas, eq&uuml;ilaterais, articuladas a raque e dec&iacute;duas,    margens cartilaginosas, serreadas, n&atilde;o revolutas, &aacute;pice agudo    a acuminado, abaxialmente com escamas castanho-claras na costa, adaxialmente    glabras; v&ecirc;nulas 1-2-furcadas; soros lineares, paralelos, adjacentes &agrave;    costa; ind&uacute;sio inteiro a eroso, abrindo-se em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;    costa; espor&acirc;ngios persistentes, &agrave;s vezes encobrindo a costa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Blechnum serrulatum</i> &eacute; a &uacute;nica    esp&eacute;cie do g&ecirc;nero que ocorre nos neotr&oacute;picos a apresentar    pinas articuladas com a raque (Moran, 1995).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Planta comumente encontrada em &aacute;rea alagada,    sobre as ra&iacute;zes de outros vegetais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Distribui&ccedil;&atilde;o pantropical, com registro    na Mal&aacute;sia, Austr&aacute;lia, Estados Unidos da Am&eacute;rica (sul da    Fl&oacute;rida), M&eacute;xico, Am&eacute;rica Central, Caribe (Antilhas e Trinidad),    Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Venezuela, Col&ocirc;mbia, Equador, Peru,    Bol&iacute;via, Paraguai, norte da Argentina e Brasil (Roraima, Amap&aacute;,    Amazonas, Par&aacute;, Rond&ocirc;nia, Maranh&atilde;o, Alagoas, Mato Grosso,    Mato Grosso do Sul, Goi&aacute;s, Distrito Federal, Piau&iacute;, Para&iacute;ba,    Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Esp&iacute;rito Santo, Rio de Janeiro, S&atilde;o    Paulo, Paran&aacute;, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Material examinado: Brasil, Par&aacute;: munic&iacute;pio    Melga&ccedil;o, Esta&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica Ferreira Penna, igarap&eacute;    Curuazinho, 27/10/2004, Sanjuan 177 (MG, MBM, RB, UB); <i>ibid</i>., igarap&eacute;    do Laranjal, limite da FLONA de Caxiuan&atilde;, 27/10/2004, Sanjuan &amp; Pietrobom    185 (MG, SP, PACA); <i>ibid</i>., igarap&eacute; Puraquequara, 02/03/2005, Pietrobom    5805 (MBM, MG, PACA, UB).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><i>Salpichlaena</i> Hook., Gen. Fil. t. 93.    1842.</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Plantas terrestres. Caule longo-reptante, escamoso,    as escamas pequenas, r&iacute;gidas, castanho-escuro a nigrescentes. Frondes    monom&oacute;rficas ou dim&oacute;rficas; raque entrela&ccedil;ado e escandente    at&eacute; 15 m; l&acirc;minas foliares 2-pinadas, as juvenis simples a trifolioladas;    pinas distantes, opostas ou subopostas, longo-pecioladas, glabras abaxialmente    ou escamosas no eixo, algumas vezes com tricomas; p&iacute;nulas linear-el&iacute;pticas    ou linear-lanceoladas, inteiras, serreadas no &aacute;pice, as est&eacute;reis    com margem cartilaginosa; vena&ccedil;&atilde;o simples ou 1-furcada pr&oacute;ximo    da base, extremidades conectadas por uma v&ecirc;nula marginal. Soros dec&iacute;duos,    deixando a p&iacute;nula aparentemente est&eacute;ril, lineares, em uma longa    comissura vascular paralela pr&oacute;ximo &agrave; costa; ind&uacute;sio dec&iacute;duo,    linear, castanho-escuro, abrindo-se em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; costa,    reflexo e fragmentado na maturidade; par&aacute;fises ausentes; esporos monoletes,    sem clorofila.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">G&ecirc;nero com distribui&ccedil;&atilde;o neotropical    e somente tr&ecirc;s esp&eacute;cies (Moran, 1995). Na flora do estado do Par&aacute;,    s&atilde;o conhecidas, para o g&ecirc;nero, apenas duas esp&eacute;cies, e,    na FLONA de Caxiuan&atilde;, foi registrada apenas <i>Salpichlaena hookeriana</i>    (Kuntze) Alston.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b><i>Salpichlaena hookeriana</i> (Kuntze) Alston,    Bull. Misc. Inform. 1932: 312. 1932. (<a href="#f4">Figura 4B-D</a>)</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Blechnum volubile</i> var. <i>lomarioidea</i>    Baker <i>in</i> Mart., Fl. Bras. 1(2): 428. 1870.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Salpichlaena laminarioidea</i> (Baker) A.R.    Sm., Ann. Missouri Bot. Gard. 77: 250. 1990.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Plantas terrestres. Caule longo-reptante, com    escamas lanceoladas, castanho-claras a castanho-escuras. Frondes dim&oacute;rficas,    longo-trepadeiras; pec&iacute;olo pale&aacute;ceo, achatado; l&acirc;minas foliares    est&eacute;reis 2-pinadas, cart&aacute;ceas a subcori&aacute;ceas, margens cartilaginosas,    glabras; raque pale&aacute;cea, longo-escandente, glabra; pinas (28-)34-77 cm    de comprimento, 35-60 cm de largura, 1-pinadas, gemas presentes na axila de    algumas pinas basais; p&iacute;nulas 17-30 cm de comprimento, 3,5-6,5 cm de    largura, 2-6 pares, inteiras, el&iacute;pticas, subopostas, longo-pecioluladas,    base arredondada, levemente inequilateral, &aacute;pice agudo, margem inteira    nas regi&otilde;es basal e mediana e serreada na regi&atilde;o apical, com escamas    sobre a costa abaxialmente; l&acirc;minas foliares f&eacute;rteis 2-pinadas;    pinas f&eacute;rteis na extremidade da l&acirc;mina; p&iacute;nulas 18-30 cm    de comprimento, 0,2-0,5 cm de largura, 3-6 pares, inteiras, lineares, subopostas,    pecioluladas; espor&acirc;ngios facilmente dec&iacute;duos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Salpichlaena hookeriana</i> tem sido sinonimizada    em <i>S. volubilis</i> (Kaulf.) J. Sm., sendo que, segundo Tuomisto &amp; Groot    (1995), h&aacute; diferen&ccedil;as morfol&oacute;gicas significativas que podem    sustentar a separa&ccedil;&atilde;o em dois t&aacute;xons distintos. <i>S. hookeriana</i>    possui frondes fortemente dim&oacute;rficas, com as pinas f&eacute;rteis na    extremidade da l&acirc;mina e gemas presentes na axila de algumas pinas basais    est&eacute;reis, enquanto que <i>S. volubilis</i> (Kaulf.) J. Sm. possui frondes    monom&oacute;rficas e pinas f&eacute;rteis comumente na maior parte da l&acirc;mina    e gemas ausentes na axila das pinas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Planta observada sempre em florestas de igap&oacute;,    em ambiente sempre encharcado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Distribui&ccedil;&atilde;o neotropical, restrita    para a Am&eacute;rica do Sul, com registros na Guiana, Guiana Francesa, Suriname,    Col&ocirc;mbia, Peru e Brasil (Amazonas e Par&aacute;).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Material examinado: Brasil, Par&aacute;: munic&iacute;pio    Melga&ccedil;o, Esta&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica Ferreira Penna, plote    2 de 100 ha do Projeto TEAM, 08/11/2004, Sanjuan &amp; Pietrobom 398 MG, MBM,    SP, RB); <i>ibid</i>., plote 1 de 100 ha do Projeto TEAM, 09/11/2004, Sanjuan    &amp; Pietrobom 543 (MBM, MG, PACA, RB, SP); <i>ibid</i>., pr&oacute;ximo do    igarap&eacute; Puraquequara, 28/02/2005, Pietrobom 5790 (MG, RB); <i>ibid</i>.,    atr&aacute;s da base f&iacute;sica da ECFPn, igarap&eacute; Puraquequara, 03/11/2004,    Sanjuan 290 (MG); munic&iacute;pio Melga&ccedil;o/Portel, Floresta Nacional    de Caxiuan&atilde;, grade do PPBio, linha B, ca. 1<sup>o</sup>50'09&quot;S-51<sup>o</sup>36'55&quot;W,    13/01/2007, Pietrobom <i>et al.</i> 6326 (MG, RB, SP, UB, PACA); <i>ibid</i>.,    grade do PPBio, linha C, ca. 1<sup>o</sup>56'41,9&quot;S-51<sup>o</sup>36'55&quot;W,    13/01/2007, Pietrobom <i>et al.</i> 6338 (MG, RB).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os autores agradecem ao Dr. Michael Hopkins pela    elabora&ccedil;&atilde;o do Abstract.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ADAMS, C. D., 1995. <i>Asplenium</i> L. In: R.    C. MORAN &amp; R. RIBA (Eds.): <b>Flora Mesoamericana 1. Psilotaceae a Salviniaceae</b>:    290-324. Universidad Nacional Aut&oacute;noma de M&eacute;xico, M&eacute;xico.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ALMEIDA, S. S., G. O. RIBEIRO, J. M. PIRES, P.    L. B. LISBOA &amp; A. S. L. SILVA, 1997. Abund&acirc;ncia, riqueza e similaridade    em duas florestas de terra firme da Amaz&ocirc;nia Oriental. In: P. L. B. LISBOA    (Ed.): <b>Caxiuan&atilde;</b>: 263-271. Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi,    Bel&eacute;m.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ALMEIDA, S. S., P. L. B. LISBOA &amp; A. S. L.    SILVA, 1993. Diversidade flor&iacute;stica de uma comunidade arb&oacute;rea    da Esta&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica Ferreira Penna, em Caxiuan&atilde;    (Par&aacute;). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, s&eacute;rie    Bot&acirc;nica</b> 9(1): 93-188.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BASTOS, C. C. C. &amp; M. V. J. CUTRIM, 1999.    Pteridoflora da Reserva Florestal do Sacav&eacute;m, S&atilde;o Luiz &#8211;    Maranh&atilde;o. <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, s&eacute;rie    Bot&acirc;nica</b> 15(1): 3-37.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BRASIL. Decreto n<sup>o</sup> 239, de 28 de novembro    de 1961. Cria a Floresta Nacional de Caxiuan&atilde; e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias.    <b>Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o</b>. Bras&iacute;lia, DF, 30 nov. 1961.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">COSTA, J. M. &amp; M. R. PIETROBOM, 2007. Pterid&oacute;fitas    (Lycophyta e Monilophyta) da Ilha de Mosqueiro, munic&iacute;pio de Bel&eacute;m,    Estado do Par&aacute;, Brasil. <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi.    Ci&ecirc;ncias Naturais</b> 2(3): 45-56.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">COSTA, J. M., M. R. PIETROBOM &amp; M. G. C.    SOUZA, 2006. Primeiro registro de <i>Trichomanes pinnatinervium</i> Jenman (Hymenophyllaceae    - Monilophyta) para o Brasil. <b>Bradea</b> 11: 33-36.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">HOLMGREN, P. K., N. H. HOLMGREN &amp; L. BARNETT,    1990. <b>Index herbariorum</b>. Part 1: The herbaria of the world. 8 ed. New    York Botanical Garden, New York.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">HUBER, J., 1906. Vegeta&ccedil;&atilde;o na beira    d'um igarap&eacute; d'&aacute;gua preta de Bragan&ccedil;a. In:    J. HUBER. <b>Arboretum Amazonicum</b>: 1-4: 40. Museu Paraense Em&iacute;lio    Goeldi, Bel&eacute;m.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">HUBER, J., 1902. Materiais para a Flora Amaz&ocirc;nica.    V. Plantas Vasculares colhidas ou observadas na regi&atilde;o dos furos de Breves    em 1900 e 1901. <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi</b> 3: 400-406.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">HUBER, J., 1898. Materiais para a Flora Amaz&ocirc;nica.    I. Lista das plantas coligidas da ilha de Maraj&oacute; no ano de 1896. <b>Boletim    do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi</b> 1-4: 288-322.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">IBGE, 1981. <b>Sinopse preliminar do censo demogr&aacute;fico:    Par&aacute;</b>: 1(5): 1-46. IBGE, Rio de Janeiro.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">KRAMER, K. U. &amp; P. S. GREEN, 1990. <b>Pteridophytes    and Gymnosperms. The families and genera of vascular plants 1</b>: 1-404. Springer-Verlag,    Berlin.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LELLINGER, D. B., 1987. The disposition of <i>Trichipteris</i>    (Cyatheaceae). <b>American Fern Journal</b> 77: 90-94.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LISBOA, P. L. B. (Ed.), 1997a. <b>Caxiuan&atilde;</b>:    1-446. Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, Bel&eacute;m.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LISBOA, P. L. B., 1997b. A Esta&ccedil;&atilde;o    Cient&iacute;fica Ferreira Penna/ECFPn. In: P. L. B LISBOA (Ed.): <b>Caxiuan&atilde;</b>:    23-49. Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, Bel&eacute;m.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LISBOA, R. C. L. &amp; J. M. M. NAZAR&Eacute;,    1997. A Flora Briol&oacute;gica. In: P. L. B. LISBOA (Ed.): <b>Caxiuan&atilde;</b>:    221-233. Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, Bel&eacute;m.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LISBOA, P. L. B., A. S. L. SILVA &amp; S. S.    ALMEIDA, 1997. 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<body><![CDATA[<br>   Telefone/fax: 55-91- 3249 -1141     <br>   E-mail:<a href="mailto:boletim@museu-goeldi.br">boletim@museu-goeldi.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido: 07/08/2007    <br>   Aprovado: 05/11/2008</font></p>      ]]></body><back>
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