<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1981-8114</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Naturais]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Bol. Mus. Para. Emilio Goeldi Cienc. Nat.]]></abbrev-journal-title>
<issn>1981-8114</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Museu Paraense Emílio Goeldi, Ministério da Ciência e Tecnologia]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1981-81142009000300003</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aspectos taxonômicos e morfológicos do processo germinativo e da plântula de Peltogyne venosa subsp. densiflora (Spruce ex Benth.) M.F. Silva (Leguminosae - Caesalpinioideae)]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Taxonomic and morphological aspects of the germination and seedling of Peltogyne venosa subsp. densiflora (Spruce ex Benth.) M.F. Silva (Leguminosae - Caesalpinioideae)]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[Maria Maricélia Félix-da-]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bastos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Maria de Nazaré do Carmo]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gurgel]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ely Simone Cajueiro]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Museu Paraense Emílio Goeldi Coordenação de Botânica ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Belém Pará]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Museu Paraense Emílio Goeldi Coordenação de Botânica ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Belém Pará]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A03">
<institution><![CDATA[,Museu Paraense Emílio Goeldi Coordenação de Botânica ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Belém Pará]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2009</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2009</year>
</pub-date>
<volume>4</volume>
<numero>3</numero>
<fpage>291</fpage>
<lpage>302</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1981-81142009000300003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1981-81142009000300003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.iec.gov.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1981-81142009000300003&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Peltogyne venosa subsp. densiflora (Spruce ex Benth.) M.F Silva, proveniente da região amazônica e conhecida popularmente como pau-roxo, fornece madeira de excelente qualidade, principalmente para a construção civil e marcenaria. Este trabalho apresentou o objetivo de descrever as estruturas reprodutivas, o processo germinativo e a morfologia da plántula da referida subespécie, além de apresentar ilustrações inéditas, visando subsidiar o reconhecimento dessa subespécie nas formações naturais e o manejo dela. As áreas de coleta foram o igarapé Caquajó e a grade do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio), em Portel; em Melgaço, foram a área da Estação Científica Ferreira Penna (ECFPn) e o rio Curuá. O estudo foi realizado em laboratório e condições de viveiro. A identificação taxonômica da subespécie foi baseada principalmente em literatura especializada. Exsicatas representativas foram depositadas no herbário 'João Murça Pires' (MG), do Museu Paraense Emílio Goeldi. A subespécie apresentou inflorescencias em panículas terminais ou subterminais; bractéolas ovais ou orbiculares, rígidas e côncavas; flor com quatro sépalas, cinco pétalas e dez estames; fruto seco, indeiscente e monospérmico; e sementes largamente obovadas, com hilo terminal. A germinação é epígea e fanerocotiledonar. Aos 35 dias, a plántula estava completamente desenvolvida.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Peltogyne venosa subsp. densiflora (Spruce ex Benth.) M.F Silva, from the Amazon region and known popularly as purpleheart, supplies wood of excellent quality, mainly for construction and carpentry. This study aimed to describe the reproductive structures, the germination and seedling morphology of this subspecies, and present unpublished illustrations and to support its recognition in the natural formations and its management. Collecting areas: Caquajó stream and plot of the Research Program in Biodiversity (PPBio) in Portel. In Melgaço, the area of the Ferreira Penna Research Station (ECFPn) and Curuá river. The study was conducted in laboratory and nursery conditions. The taxonomic identification of the subspecies was mainly based in literature. Representative specimens were deposited in the herbarium 'João Murça Pires' (MG), the Museu Paraense Emílio Goeldi. The subspecies presents the inflorescence in terminal or subterminal panicles; bracteoles oval or orbicular, rigid and concaves; flower with four sepals, five petals and ten stamens; fruit dry, indehiscent and monospermic; and seeds broadly obovate, with hilum terminal. The germination is epigeal and phanerocotylar. At thirty-five days, the seedling was fully developed.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Pau-roxo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Caxiuanã]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Igarapé Caquajó]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Rio Curuá]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Purpleheart]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Caxiuanã]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Caquajó stream]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Curuá river]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="Verdana"><b><a name="topo"></a>Aspectos taxon&ocirc;micos    e morfol&oacute;gicos do processo germinativo e da pl&acirc;ntula de <i>Peltogyne   venosa</i> subsp. <i>densiflora</i> (Spruce ex Benth.) M.F. Silva (Leguminosae &#8211;    Caesalpinioideae)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"> <b>Taxonomic and morphological aspects of the    germination and seedling of <i>Peltogyne venosa</i> subsp. <i>densiflora</i> (Spruce ex Benth.)    M.F. Silva (Leguminosae &#8211; Caesalpinioideae)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Maria Maric&eacute;lia F&eacute;lix-da-Silva<sup>I</sup>;    Maria de Nazar&eacute; do Carmo Bastos<sup>II</sup>; Ely Simone Cajueiro Gurgel<sup>III</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi.    Coordena&ccedil;&atilde;o de Bot&acirc;nica. Bel&eacute;m, Par&aacute;, Brasil    (<a href="mailto:mariafelix29@yahoo.com.br">mariafelix29@yahoo.com.br</a>)    <br>   </font><font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Museu Paraense Em&iacute;lio    Goeldi. Coordena&ccedil;&atilde;o de Bot&acirc;nica. Bel&eacute;m, Par&aacute;,    Brasil (<a href="mailto:nazir@museu-goeldi.br">nazir@museu-goeldi.br</a>)    <br>   </font><font size="2" face="Verdana"><sup>III</sup>Museu Paraense Em&iacute;lio    Goeldi. Coordena&ccedil;&atilde;o de Bot&acirc;nica. Bel&eacute;m, Par&aacute;,  Brasil (<a href="mailto:esgurgel@museu-goeldi.br">esgurgel@museu-goeldi.br</a>)</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><b><font size="2" face="Verdana">RESUMO</font></b></p>     <p><font size="2"><i><font face="verdana">Peltogyne venosa </font></i><font face="verdana">subsp. <i>densiflora </i>(Spruce     ex Benth.) M.F Silva, proveniente da regi&atilde;o amaz&ocirc;nica e conhecida popularmente como   pau-roxo, fornece madeira de excelente qualidade, principalmente para a constru&ccedil;&atilde;o   civil e marcenaria. Este trabalho apresentou o objetivo de descrever as estruturas   reprodutivas, o processo germinativo e a morfologia da pl&aacute;ntula da referida   subesp&eacute;cie, al&eacute;m de apresentar ilustra&ccedil;&otilde;es in&eacute;ditas,   visando subsidiar o reconhecimento dessa subesp&eacute;cie nas forma&ccedil;&otilde;es   naturais e o manejo dela. As &aacute;reas de coleta foram o igarap&eacute; Caquaj&oacute; e   a grade do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio), em Portel; em Melga&ccedil;o,   foram a &aacute;rea da Esta&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica Ferreira Penna   (ECFPn) e o rio Curu&aacute;. O estudo foi realizado em laborat&oacute;rio   e condi&ccedil;&otilde;es de viveiro. A identifica&ccedil;&atilde;o taxon&ocirc;mica   da subesp&eacute;cie foi baseada principalmente em literatura especializada.   Exsicatas representativas foram depositadas no herb&aacute;rio 'Jo&atilde;o   Mur&ccedil;a Pires' (MG), do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. A subesp&eacute;cie   apresentou inflorescencias em pan&iacute;culas terminais ou subterminais; bract&eacute;olas   ovais ou orbiculares, r&iacute;gidas e c&ocirc;ncavas; flor com quatro s&eacute;palas,   cinco p&eacute;talas e dez estames; fruto seco, indeiscente e monosp&eacute;rmico;   e sementes largamente obovadas, com hilo terminal. A germina&ccedil;&atilde;o &eacute;  ep&iacute;gea e fanerocotiledonar. Aos 35 dias, a pl&aacute;ntula estava completamente desenvolvida.</font></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <b>Palavras-chave:</b> Pau-roxo. Caxiuan&atilde;.    Igarap&eacute; Caquaj&oacute;. Rio Curu&aacute;.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2"><i><font face="verdana">Peltogyne venosa </font></i><font face="verdana">subsp. <i>densiflora </i>(Spruce       ex Benth.) M.F Silva, from the Amazon region and known popularly as purpleheart,       supplies wood of excellent quality, mainly for construction and carpentry.       This study aimed to describe the reproductive structures, the germination       and seedling morphology of this subspecies, and present unpublished illustrations       and to support its recognition in the natural formations and its management.       Collecting areas: Caquaj&oacute; stream and plot of the Research Program       in Biodiversity (PPBio) in Portel. In Melga&ccedil;o, the area of the Ferreira       Penna Research Station (ECFPn) and Curu&aacute; river. The study was conducted       in laboratory and nursery conditions. The taxonomic identification of the       subspecies was mainly based in literature. Representative specimens were       deposited in the herbarium 'Jo&atilde;o Mur&ccedil;a Pires' (MG), the Museu       Paraense Em&iacute;lio Goeldi. The subspecies presents the inflorescence       in terminal or subterminal panicles; bracteoles oval or orbicular, rigid       and concaves; flower with four sepals, five petals and ten stamens; fruit       dry, indehiscent and monospermic; and seeds broadly obovate, with hilum       terminal. The germination is epigeal and phanerocotylar. At thirty-five days, the seedling was fully developed.</font></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <b>Keywords:</b> Purpleheart. Caxiuan&atilde;.    Caquaj&oacute; stream. Curu&aacute; river.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Peltogyne</i> Vogel       (1837) &eacute; um g&ecirc;nero neotropical, podendo   ser encontrado do M&eacute;xico ao Panam&aacute;, Venezuela, Guiana, Suriname,   Guiana Francesa, Col&ocirc;mbia, Bol&iacute;via e Brasil, tendo como centro   de diversidade a Amaz&oacute;nia Central (Silva, 1976). Seus indiv&iacute;duos   t&ecirc;m porte vari&aacute;vel e ocorre em diversos tipos de habitat. A madeira   da maioria das esp&eacute;cies de <i>Peltogyne </i>sp. &eacute; avermelhada   a viol&aacute;cea, empregada na movelaria, pela beleza de sua colora&ccedil;&atilde;o,   bem como na constru&ccedil;&atilde;o civil e hidr&aacute;ulica, por ser de   excelente qualidade, pela durabilidade e resist&ecirc;ncia que oferece ao ataque   de insetos. Outros segmentos, como o artesanato e o mercado joalheiro, est&atilde;o   utilizando a madeira como material alternativo - os res&iacute;duos ou aparas   das ind&uacute;strias madeireiras - na produ&ccedil;&atilde;o de bijuterias   e joias, puramente feitas destes ou em combina&ccedil;&atilde;o com outros   materiais, como o metal, cristais, porcelana, acr&iacute;lico e conchas, uma   forma inteligente e respons&aacute;vel de utilizar os recursos da natureza e um est&iacute;mulo a valorizar a diversidade de madeiras no mercado.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Esse g&ecirc;nero &eacute; subordinado &agrave; Leguminosae,     a qual compreende 36 tribos, 727 g&ecirc;neros, 19.325 esp&eacute;cies (Lewis <i>et     al., </i>2005;   Engler, 1964) e &agrave; Caesalpinioideae, com cerca de 3.000 esp&eacute;cies   (Martins &amp; Silva, 1999), abrangendo, principalmente, &aacute;rvores e arbustos   (Martins &amp; Silva, 1999; Lewis <i>et al., </i>2005). Para o Brasil, estimam-se 178 g&ecirc;neros e 1.550 esp&eacute;cies de leguminosas (Barroso <i>et al., </i>1984).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Estudos iniciais sobre <i>Peltogyne </i>foram     realizados por Bentham (1870). Uma das maiores contribui&ccedil;&otilde;es sobre esse g&ecirc;nero foi publicada   por Ducke (1938), o qual apresenta uma chave taxon&oacute;mica e coment&aacute;rios   sucintos sobre as esp&eacute;cies que ocorrem na Amaz&oacute;nia brasileira.   O estudo mais recente sobre o g&ecirc;nero foi realizado por Silva (1976),   que contempla as esp&eacute;cies amaz&ocirc;nicas e extra-amaz&oacute;nicas.   Neste estudo, a autora apresenta duas novas esp&eacute;cies: <i>Peltogyne heterophylla </i>M.F   Silva e <i>Peltogyne prancei </i>M.F Silva, ambas da Amaz&oacute;nia brasileira,   totalizando 23 esp&eacute;cies e a breve descri&ccedil;&atilde;o de cinco t&aacute;xons   infraespec&iacute;ficos: <i>Peltogyne campestris </i>var. <i>rigida </i>(Ducke)   M.F. Silva, <i>Peltogyne catingae </i>subsp. <i>glabra </i>(W. Rodrigues) M.F   Silva, <i>Peltogyne paniculata </i>subsp. <i>pubescens </i>(Benth.) M.F Silva, <i>Peltogyne   parvifolia </i>var. <i>glabra </i>M.F Silva e <i>Peltogyne venosa </i>subsp. <i>densiflora </i>(Spruce   ex Benth.) M.F Silva. De acordo com Lewis <i>et al. </i>(2005), o g&ecirc;nero, atualmente, compreende 25 esp&eacute;cies.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A breve descri&ccedil;&atilde;o realizada por Silva (1976) n&atilde;o inclui   informa&ccedil;&otilde;es referentes aos aspectos morfol&oacute;gicos da germina&ccedil;&atilde;o   e da pl&aacute;ntula. Esses estudos morfol&oacute;gicos auxiliam na identifica&ccedil;&atilde;o   bot&aacute;nica da esp&eacute;cie e no reconhecimento dela em bancos de sementes   do solo e em fase de pl&aacute;ntulas em forma&ccedil;&otilde;es florestais.   Al&eacute;m disso, informa&ccedil;&otilde;es sobre a morfologia do processo   germinativo e da pl&aacute;ntula contribuem para o estudo dos mecanismos de   dispers&atilde;o, sucess&atilde;o e regenera&ccedil;&atilde;o natural (Melo <i>et   al., </i>2004).</font></p> <font size="2" face="verdana">Os principais estudos de classifica&ccedil;&atilde;o de pl&aacute;ntulas foram realizados por De Candolle (1825), Duke (1965, 1969), Vogel (1980), Duke &amp; Polhill (1981), Garwood (1983), Parra (1984) e Miquel (1987), com base na posi&ccedil;&atilde;o, exposi&ccedil;&atilde;o, consist&ecirc;ncia e fun&ccedil;&atilde;o dos cotil&eacute;dones durante o processo de germina&ccedil;&atilde;o e crescimento inicial, dentre outros fatores.</font>     <p><font size="2" face="verdana">No Brasil, estudos sobre as caracter&iacute;sticas morfol&oacute;gicas de   sementes, germina&ccedil;&atilde;o e pl&aacute;ntulas s&atilde;o recentes e   escassos se comparados ao n&uacute;mero de ambientes (biomas) e t&aacute;xons   que ocorrem no pa&iacute;s. De acordo com Miquel (1987), Oliveira &amp; Beltrati   (1992) e Garwood (1995), isso se deve, principalmente, &agrave; falta de tradi&ccedil;&atilde;o   no uso dessas caracter&iacute;sticas e de informa&ccedil;&otilde;es sobre a   biologia reprodutiva de alguns t&aacute;xons. Entretanto, v&aacute;rios pesquisadores   est&atilde;o empenhados em preencher essa lacuna, desenvolvendo estudos sobre   a morfologia da germina&ccedil;&atilde;o e da pl&aacute;ntula, envolvendo esp&eacute;cies   florestais e n&atilde;o florestais, como demonstram as Disserta&ccedil;&otilde;es   de Mestrado de C. M. Beltrati, de 1973, intitulada &quot;Morfologia das sementes   e de sua germina&ccedil;&atilde;o, em dezoito esp&eacute;cies de <i>Eucalyptus&quot;, </i>e   de E. S. C. Gurgel, de 2000, intitulada &quot;Morfologia de frutos, sementes,   germina&ccedil;&atilde;o e pl&aacute;ntulas de leguminosas presentes em uma   vegeta&ccedil;&atilde;o de mata secund&aacute;ria na Amaz&oacute;nia central&quot;,   e a Tese de Doutorado de R. C. V Martins-da-Silva, de 2006, intitulada &quot;Taxonomia   das esp&eacute;cies de <i>Copaifera </i>L. (Leguminosae-Caesalpinioideae) ocorrentes   na Amaz&ocirc;nia brasileira&quot;, bem como as pesquisas de Melhem (1975),   Silva <i>et al. </i>(1988), Varela &amp; Ferraz (1991), Oliveira &amp; Beltrati   (1992), Oliveira (1993), Ferreira <i>et al. </i>(1998), Donadio  &amp; Dematt&ecirc; (2000),   Oliveira (1999, 2001), Melo <i>et al. </i>(2004), Brum <i>et al. </i>(2007) e Lima <i>et al. </i>(2008).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As pl&acirc;ntulas apresentam extraordin&aacute;ria diversidade morfol&oacute;gica   (Garwood, 1996) e podem auxiliar na identifica&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies   em estudos de regenera&ccedil;&atilde;o natural (Ara&uacute;jo Neto <i>et al., </i>2002),   recebendo, inclusive, uma classifica&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica, fanerocotiledonar   ou criptocotiledonar, em refer&ecirc;ncia &agrave; libera&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o dos cotil&eacute;dones do tegumento da semente (Duke, 1965).</font></p> <font size="2" face="verdana">O presente estudo objetivou descrever e ilustrar as estruturas reprodutivas, o processo germinativo e a morfologia da pl&acirc;ntula de <i>Peltogyne venosa </i>subsp. <i>densiflora </i>(Spruce ex Benth.) M.F. Silva, e apresentar uma descri&ccedil;&atilde;o mais detalhada, al&eacute;m de ilustra&ccedil;&otilde;es in&eacute;ditas, visando subsidiar o reconhecimento dessa subesp&eacute;cie (identifica&ccedil;&atilde;o) nas forma&ccedil;&otilde;es naturais e o manejo dela.</font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&Aacute;REA DE ESTUDO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">A Floresta Nacional (FLONA) de Caxiuan&atilde; abrange uma &aacute;rea de   330.000 hectares com limites 1<sup>o</sup> 30' e 2<sup>o</sup> 30' latitude Sul e 51<sup>o</sup> 15'   e 52<sup>o</sup> 15' longitude Oeste, na por&ccedil;&atilde;o inferior do rio Anapu,   Amaz&ocirc;nia Oriental, nos munic&iacute;pios de Melga&ccedil;o e Portel,   estado do Par&aacute;, distando 400 km da cidade de Bel&eacute;m. As &aacute;reas   de coleta foram a Esta&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica Ferreira Penna (1<sup>o</sup> 30'   / 1<sup>o</sup> 50' S e 51<sup>o</sup> 15' / 51<sup>o</sup> 45' W) e a floresta ao longo do rio   Curu&aacute; (1<sup>o</sup> 44' 29&quot; S e 51<sup>o</sup> 25' 58&quot; W), em Melga&ccedil;o.   Em Portel, as &aacute;reas foram a grade do Programa de Pesquisa em Biodiversidade   (PPBio) (1<sup>o</sup> 58' 58&quot; S e 51<sup>o</sup> 38' 16&quot; W), uma &aacute;rea que   compreende 25 km<sup>2</sup>, dividida em 30 parcelas permanentes de 250 m x 40 m, e a   floresta &agrave;s margens do igarap&eacute; Caquaj&oacute; (1<sup>o</sup> 57' 37&quot; S   e 51<sup>o</sup> 37' 52&quot; W), o qual d&aacute; acesso &agrave; referida grade (<a href="#f1">Figura 1</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="f1"></a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v4n3/3a03f1.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">O clima da regi&atilde;o &eacute;  do tipo Am (classifica&ccedil;&atilde;o   de K&otilde;ppen), clima tropical &uacute;mido (Lisboa <i>et al., </i>1997),   com temperatura m&eacute;dia anual de 26 <sup>o</sup>C e umidade relativa do ar em   torno de 85% (Lisboa &amp; Ferraz, 1999). Geologicamente, a regi&atilde;o de   Caxiuan&atilde; apresenta sedimentos da forma&ccedil;&atilde;o Alter do Ch&atilde;o   (Kern &amp; Costa, 1997), com relevo plano a ondulado, sem grandes eleva&ccedil;&otilde;es   e os Latossolos Amarelos representam a unidade mais importante daquela regi&atilde;o (Costa <i>et al., </i>2002).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A cobertura vegetal da FLONA de Caxiuan&atilde;    &eacute;   diversificada. Os ecossistemas t&iacute;picos de floresta est&atilde;o   representados por &aacute;reas de terra firme e alagadas (igap&oacute;   e v&aacute;rzea), al&eacute;m de manchas de vegeta&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria    e vegeta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o florestal, semelhantes a savanas (Lisboa    &amp; Ferraz, 1999).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>TRABALHO DE CAMPO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As coletas do material bot&acirc;nico foram efetuadas    em janeiro, fevereiro, julho e novembro de 2007. A coleta, a preserva&ccedil;&atilde;o    e a herboriza&ccedil;&atilde;o dos esp&eacute;cimes est&atilde;o de acordo com    as t&eacute;cnicas propostas por Fidalgo &amp; Bononi (1984). Coletaram-se frutos    diretamente da &aacute;rvore, os quais foram acondicionados em saco de papel    Kraft e, posteriormente, transportados ao Laborat&oacute;rio de Bot&acirc;nica    do Museu Goeldi.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <b>EXPERIMENTO, AN&Aacute;LISE E IDENTIFICA&Ccedil;&Atilde;O    DO MATERIAL</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> O experimento para a descri&ccedil;&atilde;o    e caracteriza&ccedil;&atilde;o do tipo   de germina&ccedil;&atilde;o e morfologia da pl&acirc;ntula foi conduzido em   viveiro, &agrave; temperatura ambiente, no campus de pesquisa   do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Os frutos e as sementes foram medidos, descritos   e fotografados. As sementes foram retiradas dos frutos   manualmente. A semeadura (50 sementes) foi efetuada   em bandejas de pl&aacute;stico de 80 x 40 x 20 cm, contendo   terra preta como substrato, a &#177; 0,5 cm de profundidade.   Todas as fases, a partir do intumescimento da semente   at&eacute; a forma&ccedil;&atilde;o da pl&acirc;ntula, foram fotografadas. A    partir da emiss&atilde;o da raiz prim&aacute;ria, os indiv&iacute;duos foram    removidos   e desidratados em estufa a g&aacute;s, a fim de confeccionar   as exsicatas. Durante o experimento, regas manuais   foram efetuadas em dias alternados, a fim de manter   umidade adequada para germina&ccedil;&atilde;o das sementes e para   o desenvolvimento das pl&acirc;ntulas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Considerou-se 'germina&ccedil;&atilde;o'    o per&iacute;odo compreendido   entre o intumescimento da semente at&eacute; o rompimento do   tegumento pela raiz prim&aacute;ria e 'pl&acirc;ntula completamente   desenvolvida' a fase em que o primeiro par de eofilos estava   totalmente formado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Segundo Andrade &amp; Dami&atilde;o Filho (1989)    e Oliveira   (1993), a germina&ccedil;&atilde;o &eacute; chamada ep&iacute;gea quando os   cotil&eacute;dones se elevam acima do n&iacute;vel do solo, e hip&oacute;gea   quando permanecem enterrados at&eacute; o final do processo   de forma&ccedil;&atilde;o da pl&acirc;ntula.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> De acordo com Duke (1965), as pl&acirc;ntulas    podem ser   classificadas em fanerocotiledonares ou criptocotiledonares,   isto se refere &agrave; libera&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o dos cotil&eacute;dones    do tegumento   da semente. Nas fanerocotiledonares, os cotil&eacute;dones saem   por completo do tegumento e, nas criptocotiledonares, estes   permanecem envolvidos pelo tegumento.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Para o processo germinativo e a morfologia da pl&aacute;ntula, a terminologia   empregada est&aacute; de acordo com Duke (1965, 1969), Radford <i>et al.</i> (1974),   Duke &amp; Polhill (1981), Andrade &amp; Dami&atilde;o Filho (1989), Stearn (1992) e Oliveira (1993)</font>.</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Infloresc&ecirc;ncias   foram desidratadas em estufa a g&aacute;s.   Posteriormente, foram dissecadas e montadas em suportes   met&aacute;licos (<i>stub</i>) e metalizadas com ouro durante dois   minutos e meio. O material foi analisado em microsc&oacute;pio   eletr&ocirc;nico LEO modelo 1450 VP, pertencente ao Laborat&oacute;rio   Institucional de Microscopia Eletr&ocirc;nica de Varredura do   Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> A terminologia utilizada para as estruturas   morfol&oacute;gicas da planta matriz est&aacute; baseada nos trabalhos   de Hickey (1973), Radford et al. (1974) e Rizzini (1977).   A identifica&ccedil;&atilde;o da subesp&eacute;cie foi baseada em   literatura, associada ao m&eacute;todo cl&aacute;ssico da morfologia   comparada, utilizando-se esp&eacute;cimes herborizados, identificados por especialistas.    Exsicatas representativas   foram depositadas no herb&aacute;rio 'Jo&atilde;o Mur&ccedil;a Pires'    (MG),   do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> O material examinado foi citado de acordo com    o Index Herbariorum (Holmgren &amp; Holmgren, 1998). A abreviatura dos nomes    dos autores dos t&aacute;xons est&aacute; de acordo com Brummitt &amp; Powell    (1992). As informa&ccedil;&otilde;es sobre distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica,    flora&ccedil;&atilde;o, frutifica&ccedil;&atilde;o e nomes vernaculares foram    retiradas das etiquetas das exsicatas e da literatura.</font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> <i>Peltogyne venosa </i>subsp. <i>densiflora</i> (Spruce     ex Benth.) M.F. Silva. Acta Am</font><font size="2" face="Verdana">azonica     6(1): 50. Supl. 1976 (<a href="#f2">Figuras    2</a> e <a href="#f3">3</a>).</font></p>     <p><a name="f2"></a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v4n3/3a03f2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v4n3/3a03f3.gif"></p>     <p></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Peltogyne densiflora</i> Spruce ex Benth., in Martius   Fl. Bras. 15(2): 232-233. Pl. 60, f. 2. 1870. Tipo. Brasil. Par&aacute;. Ilha   de Maraj&oacute;, fr., Martius s.n. (is&oacute;tipo M).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Peltogyne paraensis</i> Huber, Bol. Mus. Para. Em&iacute;lio Goeldi 6: 82. 1910.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <i>Peltogyne venosa</i> var. <i>densiflora</i> (Spruce ex    Benth.)   Amshoff, Meded. Bot. Mus. Herb. Rijks Univ. Utrecht 52:   15-16. 1939.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">&Aacute;rvore com 4-8 m de altura, fuste tortuoso,      ramos   com indumento, castanho-avermelhados. Est&iacute;pulas   ausentes. Folhas alternas, bifolioladas, com pec&iacute;olos de   1-2,5 cm de comprimento, sulcados a plano enrugados;   peci&oacute;lulos 2-5 mm de comprimento; fol&iacute;olos 7-18 cm   de comprimento, 2,5-9 cm de largura, oblongos a ovaloblongos,   levemente falcados, margem inteira, glabra,   &aacute;pice acuminado ou obtuso, base assim&eacute;trica, cuneada,   obtusa, glabros na face adaxial, cart&aacute;ceos, nervura central   abaxial proeminente; plana a levemente sulcada na   adaxial, vena&ccedil;&atilde;o broquid&oacute;droma, nervuras secund&aacute;rias   consp&iacute;cuas e alternas, em ambas as faces, com gl&acirc;ndulas   distribu&iacute;das por todo o limbo. Infloresc&ecirc;ncias em   pan&iacute;culas terminais ou subterminais, com tricomas simples   e perolados; eixo pubescente, tricomas perolados;   pedicelo 4-4,4 mm de comprimento, 1-1,3 mm de   espessura; br&aacute;cteas n&atilde;o observadas; bract&eacute;olas 5-6   mm de comprimento, 3-30 mm de largura, ovais ou orbiculares, r&iacute;gidas,    c&ocirc;ncavas, face interna glabra, externa   pilosa e carenada no dorso, margem ciliada. Bot&atilde;o floral   15-17,1 mm de comprimento, com indumento. Hipanto   4-4,4 mm de espessura, tomentoso. S&eacute;palas 4, com 7-12   mm de comprimento, pilosas, brilhosas, com tricomas   perolados, imbricadas, a s&eacute;pala interna &eacute; totalmente pilosa   e a externa possui as laterais glabras e glandulosas. As   duas s&eacute;palas que s&atilde;o mais internas no c&aacute;lice apresentam   a parte interna pilosa e a externa glabra. P&eacute;talas 5, com   8-13 mm de comprimento, 2-5 mm de largura, rosadas,   glandulosas. Estames 10, com 3 cm de comprimento, rosados, glabros, localizados    entre as p&eacute;talas, de dois   em dois; anteras oblongas, rimosas e dorsifixas. Ov&aacute;rio   obovado, 4-7,7 mm de comprimento, 4-5,5 mm de   largura, 0,5-0,8 mm de espessura, densamente piloso,   tricomas perolados, unilocular, com 6-8-&oacute;vulos, 0,9   mm de comprimento, 0,4 mm de largura, placenta&ccedil;&atilde;o   parietal; est&iacute;pite com tricomas perolados, concentrando-se   mais no &aacute;pice; estilete 1-2,5 cm de comprimento,   rosado, terminal, filiforme e glabro; estigma peltado, 1,16   mm de comprimento, 0,8 mm de largura. Fruto legume,   2,5-3,5 cm de comprimento, 2,5-3 cm de largura, 4-4,8 mm de espessura, seco,    indeiscente, monosp&eacute;rmico,   lenhoso, plano-comprimido, verde quando imaturo e   castanho-avermelhado quando maduro, com tricomas   simples na superf&iacute;cie, mesmo quando maduro. Semente   largamente obovada, 13-14,5 mm de comprimento,   11,5-12,5 mm de largura, 3-3,8 mm de espessura, hilo   terminal, com inser&ccedil;&atilde;o apical p&ecirc;ndula no fruto, castanho-clara,   glabra, com tegumento perme&aacute;vel.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Material examinado: Brasil. Amap&aacute;: rio      Araguari,   04/09/1961 (fl.), J. M. Pires et al. 50710 (MG); Amazonas:   Manaus, 07/08/1949 (fr.), R. L. Fr&oacute;es 24932 (IAN); Novo   Aripuan&atilde;, BR-230 (Rodovia Transamaz&ocirc;nica), a 400 km de   Humait&aacute;, (fr.), C. A. C. Ferreira <i>et al.</i> 5928 (MG, INPA,   NY); Rond&ocirc;nia: Guajar&aacute;-Mirim, estrada para Lago do   Pompeu, Guajar&aacute;-Mirim, 16/09/1996 (fr.), L. C. B. Lobato   <i>et al.</i> 1421 (MG); Par&aacute;: Melga&ccedil;o, Floresta Nacional de   Caxiuan&atilde;, Esta&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica Ferreira Penna, rio    Caxiuan&atilde;,   v&aacute;rzea, 14/10/1991 (fr.), A. S. L. Silva <i>et al.</i> 2413 (MG); <i>ibid.</i>,   rio Curu&aacute;, igap&oacute;, 14/01/1993, (fr.), L. C. B. Lobato <i>et al.</i> 559   (MG); <i>ibid.</i>, rio Curu&aacute;, 23/07/2007 (fl., fr.), M. M. F&eacute;lix-da-Silva   <i>et al.</i> 334 (MG, IAN); Portel, Floresta Nacional de Caxiuan&atilde;, igarap&eacute; Caquaj&oacute;,   30/01/2007 (fr.), M. M. F&eacute;lix-da-Silva    <i>et al.</i> 123 (MG, IAN); <i>ibid.</i>, igarap&eacute; Caquaj&oacute;,   08/07/2007 (fl., fr.), M. M. F&eacute;lix-da-Silva <i>et al.</i> 234 (MG,   IAN); Maranh&atilde;o: Santa Luzia, rio Pindar, 05/04/1983 (fr.),   M. F. F. Silva <i>et al.</i> 1010 (MG). Suriname: Sipaliwini, 4<sup>o</sup> 45'   N, 56<sup>o</sup> 52' W 50 m, 20/11/1995, R. Evans &amp; S. Koemar   2453 (IAN, MO); Sipaliwini, 4<sup>o</sup> 45' N, 56<sup>o</sup> 52' W 50 m,   05/08/1995 (fl.), R. Evans &amp; E. Bakboord 2385 (IAN, MO).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica:    Venezuela, Guiana, Suriname,   Guiana Francesa e Brasil (Silva, 1976; Silva <i>et al.</i>, 1998).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Nomes vernaculares: no Brasil, &eacute; conhecido   como 'pau-roxo', 'roxinho', 'violeta', 'pau    violeta', 'juta&iacute;   a&ccedil;u'; na Venezuela, 'palo de concha' e 'merecurillo';    na   Guiana, 'purpleheart' e 'saka'; no Suriname, 'purpleheart'   e 'paapati'; na Guiana Francesa como 'papaaty' e   'purpleheart' (Silva, 1976).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Usos: madeira para constru&ccedil;&atilde;o    civil e naval, obras   hidr&aacute;ulicas, carroceria e marcenaria (Corr&ecirc;a, 1909).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Observa&ccedil;&otilde;es fenol&oacute;gicas:      <i>Peltogyne venosa</i> subsp.     <i>densiflora</i> floresce de mar&ccedil;o a dezembro e frutifica de   junho a fevereiro.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Germina&ccedil;&atilde;o e morfologia da pl&acirc;ntula    de <i>Peltogyne venosa</i> subsp. <i>densiflora</i> (Spruce ex Benth.) M.F. Silva (<a href="#f4">Figura    4</a>).</b></font></p>     <p><b><font size="2" face="Verdana"><a name="f4"></a></font></b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v4n3/3a03f4.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">As sementes apresentaram taxa de germina&ccedil;&atilde;o    de 100%. A germina&ccedil;&atilde;o &eacute; ep&iacute;gea e a pl&acirc;ntula    &eacute; fanerocotiledonar. As sementes ficam intumescidas, com o tegumento    fissurado. A emiss&atilde;o da raiz prim&aacute;ria ocorreu aos seis dias, pr&oacute;xima    ao hilo; raiz com 2,7 mm de comprimento, branco-amarelada, glabra, nesta fase;    em 11 dias ocorre o alongamento da raiz; presen&ccedil;a de colo branco, com    5 mm de comprimento, 4,5 mm de espessura, carnoso, com margem ondulada, formando    quatro ou mais lobos, superf&iacute;cie glabra; aos 18 dias, ocorre o alongamento    do hipoc&oacute;tilo, arredondado em corte transversal, verde-claro, crasso,    superf&iacute;cie glabra; cotil&eacute;dones largamente obovados, 20-21 mm de    comprimento, 16-18,5 mm de largura, carnosos, no &aacute;pice do hipoc&oacute;tilo,    s&eacute;sseis, ep&iacute;geos, valvares, glabros, nervuras n&atilde;o evidentes,    oblongos em corte transversal, branco-amarelados a creme com gl&acirc;ndulas    brancas e circulares por toda a superf&iacute;cie, principalmente pr&oacute;ximo    &agrave; base; os cotil&eacute;dones come&ccedil;am a cair aos 29 dias, alguns    perduram at&eacute; 60 dias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Aos 21 dias, surgem dois pares de eofilos, membran&aacute;ceos,      castanhos, com gl&acirc;ndulas transl&uacute;cidas que podem ser melhor      visualizadas  quando os eofilos tornam-se verdes; entre 25-35 dias, a pl&acirc;ntula      torna-se  completamente desenvolvida, quando os eofilos se mostram verdes      e subcori&aacute;ceos.    A pl&acirc;ntula apresenta raiz principal axial com 6-10 cm de comprimento,    sublenhosa, com base e meio castanho-escura, &aacute;pice branco a branco-amarelado     ou totalmente castanho-escura, assim como ra&iacute;zes laterais; o colo     torna-se  castanho-claro; hipoc&oacute;tilo 7-10 cm de comprimento, 1-1,3     mm de espessura,  ep&iacute;geo, glabro, canaliculado em corte transversal,     base alaranjada, parte  mediana castanho-clara e &aacute;pice esverdeado,     localizado acima do colo,  posteriormente torna-se castanho-avermelhado;     pec&iacute;olos com 1-1,5 cm de    comprimento, 0,8 mm de espessura; fol&iacute;olos falcados a subfalcados, 3,5-4,5    cm de comprimento, 1,5-3 cm de largura, &aacute;pice acuminado, base assim&eacute;trica,     consist&ecirc;ncia subcori&aacute;cea, margem glabra, face adaxial verde-oliva,      face abaxial verde-prateado, superf&iacute;cie com gl&acirc;ndulas transl&uacute;cidas,       vena&ccedil;&atilde;o broquid&oacute;droma; epic&oacute;tilo ep&iacute;geo,        curto, reto, glabro, verde-claro.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> <i>Peltogyne venosa</i> subsp. <i>densiflora</i> diferencia-se    de <i>P. venosa</i>  subsp. <i>venosa</i> pela presen&ccedil;a de indumento no ov&aacute;rio   e no fruto, pelo porte da &aacute;rvore e pela cor da p&eacute;tala.   Na primeira, a flor apresenta p&eacute;talas rosadas, o ov&aacute;rio   densamente piloso e seus frutos apresentam tricomas   hialinos ou castanhos, mesmo quando maduros, e a &aacute;rvore   &eacute; de porte pequeno a mediano. Na segunda subesp&eacute;cie, a   flor apresenta p&eacute;talas brancas, o ov&aacute;rio glabro a subglabro,   com frutos glabros e &aacute;rvore geralmente de grande porte   (acima de 20 m de altura).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> As bract&eacute;olas da subesp&eacute;cie estudada    apresentaram   margem ciliada, discordando do relato de Silva (1976),   segundo o qual as bract&eacute;olas possuem margem glabra. Os   esp&eacute;cimes estudados apresentaram de 6-8 &oacute;vulos (dado   novo), igualmente a esp&eacute;cie <i>Peltogyne pauciflora</i> Benth.; e   placenta&ccedil;&atilde;o parietal (dado novo).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os esp&eacute;cimes encontrados na FLONA de Caxiuan&atilde;   habitam as margens de rios e igarap&eacute;s, concordando com Silva   (1976). A referida subesp&eacute;cie foi encontrada &agrave;s margens do   igarap&eacute; Caquaj&oacute; (Portel), do rio Curu&aacute; e do rio Caxiuan&atilde;,    n&atilde;o   sendo registrada, at&eacute; o momento, na grade do PPBio (&aacute;rea   de terra firme, com alguns canais de drenagem ou c&oacute;rregos).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"> Silva <i>et al.</i> (1988) estudaram a germina&ccedil;&atilde;o    e a   morfologia da pl&acirc;ntula de <i>Peltogyne prancei</i> M.F. Silva e   analisaram 50 sementes semeadas em areia lavada em   caixas de madeira. A germina&ccedil;&atilde;o ocorreu aos 18 dias,   atingindo a taxa de 26%. Os pesquisadores relataram   que o baixo valor pode ter ocorrido devido ao tegumento   rijo e imperme&aacute;vel das sementes dessa esp&eacute;cie, diferindo das caracter&iacute;sticas    da subesp&eacute;cie objeto deste estudo, que   apresenta tegumento perme&aacute;vel.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Melo <i>et al.</i> (2004) descreveram a germina&ccedil;&atilde;o    de <i>Hymenaea intermedia</i> var. <i>adenotricha</i> (Ducke) Lee &amp; Lang. (Leguminosae-Caesalpinioideae)    e encontraram alguns resultados iguais aos da subesp&eacute;cie em estudo, tais    como: tipo de germina&ccedil;&atilde;o, quantidade de dias para a emiss&atilde;o    da raiz prim&aacute;ria, localiza&ccedil;&atilde;o e consist&ecirc;ncia dos    cotil&eacute;dones. Vale ressaltar que os cotil&eacute;dones da pl&acirc;ntula    de <i>P. venosa</i> subsp. <i>densiflora</i> s&atilde;o persistentes e os eofilos apresentam    gl&acirc;ndulas transl&uacute;cidas por todo o limbo, caracter&iacute;sticas    que podem auxiliar no reconhecimento da subesp&eacute;cie no campo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Agradecemos ao Coordenador do curso de Mestrado    da Universidade Federal Rural da Amaz&ocirc;nia/Museu Paraense Em&iacute;lio    Goeldi (UFRA/MPEG), prof. Dr. Jo&atilde;o Ubiratan M. Santos, pelas valiosas    sugest&otilde;es; ao Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio &#8211; Amaz&ocirc;nia    Oriental), pelo apoio log&iacute;stico &agrave;s viagens de campo para coleta    de material bot&acirc;nico e ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico    e Tecnol&oacute;gico (CNPq), pela bolsa concedida &agrave; primeira autora,    no per&iacute;odo de mar&ccedil;o de 2006 a fevereiro de 2008. Este trabalho    &eacute; parte da Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado da primeira autora.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ANDRADE, V. M. M. &amp; C. F. DAMI&Atilde;O     FILHO, 1989. <b>Morfologia Vegetal</b>: (1): 1-259. FUNEP/UNESP, Jaboticabal.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ARA&Uacute;JO NETO, J. C., I. B. AGUIAR, V.     M. FERREIRA &amp; R. C. PAULA, 2002. Caracteriza&ccedil;&atilde;o morfol&oacute;gica     de frutos e sementes e desenvolvimento p&oacute;s-seminal de monjoleiro <i>(Acacia     polyphylla </i>DC.). <b>Revista     Brasileira de Sementes </b>24(1): 203-211.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">BARROSO, G. M., A. L. PEIXOTO, C. G. COSTA,     C. L. F. ICHASO, E. F. GUIMAR&Atilde;ES &amp; H. C. LIMA, 1984. Leguminosae.     In: G. M. BARROSO, E. F. GUIMAR&Atilde;ES, C. L. F. ICHASO, C. G. COSTA &amp; A.     L. PEIXOTO (Eds.): <b>Sistem&aacute;tica de angiospermas do Brasil: </b>2:     15-100. Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Vi&ccedil;osa.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">BENTHAM, G., 1870. <i>Peltogyne. </i>In: C.     F. P. von MARTIUS, A. W. EICHER &amp;  I. URBAN (Eds.). <b>Flora Brasiliensis </b>15(2):     230-234.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">BRUM, H. D., M. R. MESQUITA &amp; I. D. K. FERRAZ,     2007. Descri&ccedil;&atilde;o comparativa dos prop&aacute;gulos e pl&acirc;ntulas     de <i>Copaifera multijuga </i>Hayne e <i>C. officinalis </i>Jacq. (Fabaceae). <b>Revista     Brasileira de Bioci&ecirc;ncias </b>5(1): 351-353.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">BRUMMITT, R. K &amp; C. E. POWELL, 1992. <b>Authors       of plant names: </b>1-732. Royal Botanic Gardens, Kew.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">CORR&Ecirc;A, M. P, 1909. <b>Flora do Brasil:       algumas plantas &uacute;teis, suas aplica&ccedil;&otilde;es e distribui&ccedil;&atilde;o       geogr&aacute;fica: </b>1-154. Diretoria Geral de Estat&iacute;stica, Rio       de janeiro.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">COSTA, M. L., D. C. KERN, H. BEHLING &amp;  M.     S. BORGES, 2002. Geologia e Solos. In: P. L. B. LISBOA (Ed.): <b>Caxiuan&atilde;: </b>Popula&ccedil;&otilde;es     tradicionais, meio f&iacute;sico e diversidade biol&oacute;gica: 179-213.     Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, Bel&eacute;m.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">DE CANDOLLE, A. P., 1825. Leguminosae. In: A.     P. DE CANDOLLE (Ed.): <b>Prodromus systematis naturalis regni vegetabilis: </b>2:     93-423. Treuttel &amp;  W&uuml;rtz, Paris.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">DONADIO, N. M. M. &amp; M. E. S. P. DEMATT&Ecirc;,     2000. Morfologia de frutos, sementes e pl&acirc;ntulas de canaf&iacute;stula <i>(Peltophorum     dubium </i>(Spreng.) Taub.) e jacarand&aacute;-da-bahia <i>(Dalbergia nigra </i>(Vell.)     Fr. All. ex Benth.) - Fabaceae. <b>Revista Brasileira de Sementes </b>22(1):     64-73.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">DUCKE, A., 1938. Notes on the purpleheart trees <i>(Peltogyne </i>Vog.)     of Brazilian Amazonia. Yale University: School of Forestry. <b>Tropical Woods </b>54:     1-7.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">DUKE, J. A., 1965. Key for the identification     of seedlings of some prominent woody species in eight forest types in Puerto     Rico. <b>Annals of the Missouri Botanical Garden </b>52(3): 314-350.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">DUKE, J. A., 1969. On tropical tree seedlings,     systems and systematics. <b>Annals of the Missouri Botanical Garden </b>56(2):     135-161.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">DUKE, J. A. &amp; R. M. POLHILL, 1981. Seedlings     of Leguminosae. In: R. M. POLHILL &amp; P. H. RAVEN (Eds.): <b>Advances in     legume systematics: </b>part 2: 941-949. Royal Botanic Garden, Kew.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ENGLER, A., 1964. <b>Syllabus der Pflanzenfamilien: </b>2:     193-242. Gebr&uuml;der Borntraeger, Berlin. Revisado por H. Melchior:</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">FERREIRA, R. A., S. A. BOTELHO, A. C. DAVIDE &amp;  M.     M. MALAVASI, 1998. Caracteriza&ccedil;&atilde;o morfol&oacute;gica de fruto,     semente, pl&acirc;ntula e muda de <i>Dipteryx alata </i>Vogel - Baru (Leguminosae     -Papilionoideae). <b>Revista Cerne </b>4(1): 73-87.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">FIDALGO, O. &amp; V L. R. BONONI, 1984. <b>T&eacute;cnicas       de coleta, preserva&ccedil;&atilde;o e herboriza&ccedil;&atilde;o do material       bot&acirc;nico: </b>1-62. Instituto de Bot&acirc;nica (Manual, n. 4), S&atilde;o       Paulo.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">GARWOOD, N. C., 1983. Seed germination in a     seasonal tropical forest in Panama: a community study. <b>Ecological Monographs </b>53:     159-181.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">GARWOOD, N. C., 1995. Studies in Annonaceae.     XX. Morphology and ecology of seedlings, fruits and seeds of selected Panamanian     species. <b>Botanische Jahrb&uuml;cher f&uuml;r Systematik, Pflanzengeschichte     und Pflanzengeographie </b>117: 1-152.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">GARWOOD, N. C., 1996. Functional morphology     of tropical tree seedlings. In: M. D. SWAINE (Ed.): <b>The ecology of tropical     forest tree seedlings: </b>17: 59-129. Unesco &amp; The Parthenon Publishing     Group (Man and the biosphere series), Paris.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">HICKEY, L. J., 1973. Classification of the arquitecture     of dicotyledonous leaves. <b>American Journal of Botany </b>60: 17-33.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">HOLMGREN, P K. &amp; N. H. HOLMGREN, 1998. Onwards    (continuously updated). Index Herbariorum. <b>New York Botanical Garden. </b>Dispon&iacute;vel    em: &lt;<a href="http://sciweb.nybg.org/science2/IndexHerbariorum.asp" target="_blank">http://sciweb.nybg.org/science2/IndexHerbariorum.asp</a>&gt;.    Acesso em: 10 fevereiro 2008.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">KERN, D. C. &amp; M. L. COSTA, 1997. Os solos     antr&oacute;picos. In: P L. B. LISBOA (Org.): <b>Caxiuan&atilde;: </b>105-119.     Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, Bel&eacute;m.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">LEWIS, G. P, B. D. SCHRIRE, B. MACKINDER &amp; M.     LOCK, 2005. <b>Legumes of the world: </b>1-577. Royal Botanic Gardens, Kew.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">LIMA, V. V. F., D. L. M. VIEIRA, A. C. SEVILHA &amp; A.     N. SALOM&Atilde;O, 2008. Germina&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies arb&oacute;reas     de floresta estacional decidual do vale do rio Parana em Goi&aacute;s ap&oacute;s     tr&ecirc;s tipos de armazenamento por at&eacute; 15 meses. <b>Biota Neotropica</b> 8(3):     89-97.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">LISBOA, P L. B., S. S. ALMEIDA &amp; A. S. L.     SILVA, 1997. Flor&iacute;stica e estrutura dos ambientes. In: P L. B. LISBOA     (Org.): <b>Caxiuan&atilde;: </b>163-193. Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi,     Bel&eacute;m.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">LISBOA, P L. B. &amp; M. G. FERRAZ, 1999. <b>Esta&ccedil;&atilde;o       Cient&iacute;fica Ferreira Penna: Ci&ecirc;ncia &amp; desenvolvimento sustent&aacute;vel       na Amaz&ocirc;nia: </b>1-151. Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, Bel&eacute;m.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">MARTINS, L. H. &amp; M. F. SILVA, 1999. Leguminosae-Caesalpinioideae.     In: F. MARTINS &amp; M. R. PINHEIRO (Eds.): <b>Flora da reserva Ducke: </b>guia     de identifica&ccedil;&atilde;o de plantas vasculares de uma floresta de terra-firme     na Amaz&ocirc;nia Central: 382-395. INPA, Manaus.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">MELHEM, T. S., 1975. Desenvolvimento da pl&aacute;ntula     de <i>Dipteryx alata </i>Vog. (Leguminosae - Lotoideae). <b>Hoehnea </b>5:     91-121.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">MELO, M. G. G., M. S. MENDON&Ccedil;A &amp; A.     M. S. MENDES, 2004. An&aacute;lise morfol&oacute;gica de sementes, germina&ccedil;&atilde;o     e pl&aacute;ntulas de jatob&aacute; <i>(Hymenaea intermedia </i>Ducke var. <i>adenotricha </i>(Ducke)     Lee &amp; Lang.) (Leguminosae - Caesalpinioideae). <b>Acta Amaz&ocirc;nica </b>34(1):     9-14.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">MIQUEL, S., 1987. Morphologie fonctionelle de     plantules d' esp&egrave;ces foresti&egrave;res du Gabon. <b>Bulletin du Mus&eacute;um     National d'Histoire Naturelle </b>9(1): 101-121.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">MONTAG, L. F. A., T. M. S. FREITAS, W. B. WOSIACKI &amp;  R.     B. BARTHEM, 2008. Os peixes da Floresta Nacional de Caxiuan&atilde; (munic&iacute;pios     de Melga&ccedil;o e Portel, Par&aacute; - Brasil). <b>Boletim do Museu Paraense     Em&iacute;lio Goeldi. Ci&ecirc;ncias Naturais </b>3(1): 11-34.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">OLIVEIRA, E. C., 1993. Morfologia de pl&aacute;ntulas     florestais. In: I. B. AGUIAR, F C. M. PI&Ntilde;A-RODRIGUES &amp; M. B. FIGLIOLA     (Eds.): <b>Sementes florestais tropicais: </b>175-214. ABRATES, Bras&iacute;lia.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">OLIVEIRA, D. M. T., 1999. Morfologia de pl&aacute;ntulas     e plantas jovens de 30 esp&eacute;cies arb&oacute;reas de Leguminosae. <b>Acta     Botanica Brasilica </b>13(3): 263-269.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">OLIVEIRA, D. M. T., 2001. Morfologia comparada     de pl&aacute;ntulas e plantas jovens de leguminosas arb&oacute;reas nativas:     esp&eacute;cies de Phaseoleae, Sophoreae, Swartzieae e Tephrosieae. <b>Revista     Brasileira de Bot&acirc;nica </b>24(1): 85-97.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">OLIVEIRA, D. M. T. &amp; C. M. BELTRATI, 1992.     Morfologia e desenvolvimento das pl&aacute;ntulas de <i>Inga fagifolia </i>e <i>Inga     uruguensis.</i><b>Turrialba </b>42(3): 306-313.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">PARRA, P., 1984. Estudio de la morfolog&iacute;a     externa de pl&aacute;ntulas de <i>Calliandra gracilis, Mimosa albida, Mimosa     arenosa, Mimosa camporum </i>y <i>Mimosa tenuiflora. </i><b>Revista de la     Facultad de</b> <b>Agronom&iacute;a </b>13(1-4): 311-350.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> RADFORD, A. E., W. C. DICKISON, J. R. MASSEY &amp; C.     R. BELL, 1974. <b>Vascular plant systematics: </b>1-891. Harper  &amp; Row,     New York.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">RIZZINI, C. T., 1977. Sistematiza&ccedil;&atilde;o     terminol&oacute;gica da folha. <b>Rodrigu&eacute;sia </b>29(42): 103-125.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">SILVA, M. F., 1976. Revis&atilde;o taxon&oacute;mica     do g&ecirc;nero <i>Peltogyne </i>Vog. (Leguminosae - Caesalpinioideae). <b>Acta     Amazonica </b>6(1): 1-61 (supl.).</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">SILVA, M. F., G. H. GOLDMAN, F. M. MAGALH&Atilde;ES &amp; F.     W. MOREIRA, 1988. Germina&ccedil;&atilde;o natural de 10 leguminosas arb&oacute;reas     da Amaz&oacute;nia - 1. <b>Acta Amazonica </b>18(1-2): 9-26.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">SILVA, M. F., A. S. TAVARES &amp; P. E. BERRY,     1998. <i>Peltogyne </i>Vog. In: J. S. STEYERMARK, P. E. BERRY &amp; B. K.     HOLST (Eds.): <b>Flora of the Venezuelan Guayana. </b>Caesalpiniaceae - Ericaceae:     4: 93-97. Missouri Botanical Garden, Portland.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">STEARN, W. T., 1992. <b>Botanical Latin: </b>(4):     1-546. Oregon, Portland.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">VARELA, V. P. &amp; I. D. K. FERRAZ, 1991. Germina&ccedil;&atilde;o     de sementes de pau-de-balsa. <b>Pesquisa Agropecu&aacute;ria Brasileira </b>26(10):     1685-1689.</font><!-- ref -->VOGEL, E. F, 1980. <b>Seedlings of Dicotyledons: </b>1-150. Centre for Agricultural Publishing and Documentation, Wageningen.</font>    <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v3n2/seta.gif" border="0"></a><b></b><b>Endere&ccedil;o    para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi     <br>   Editor do Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. Ci&ecirc;ncias Naturais        <br>   Av. Magalh&atilde;es Barata, 376     <br>   S&atilde;o Braz &#8211; CEP 66040-170     <br>   Caixa Postal 399     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Telefone/fax: 55-91- 3249 -1141     <br>   E-mail:<a href="mailto:boletim@museu-goeldi.br%20">boletim@museu-goeldi.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido: 19/03/2009    <br>   Aprovado: 28/12/2009    <br>   Responsabilidade editorial: Anna Luiza Ilkiu Borges</font></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ANDRADE]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. M. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DAMIÃO FILHO]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Morfologia Vegetal]]></source>
<year>1989</year>
<volume>1</volume>
<page-range>1-259</page-range><publisher-loc><![CDATA[Jaboticabal ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[FUNEP/UNESP]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ARAÚJO NETO]]></surname>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[AGUIAR]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FERREIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PAULA]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Sementes]]></source>
<year></year>
<volume>24</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>203-211</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[BARROSO]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PEIXOTO]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[COSTA]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ICHASO]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. L. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[GUIMARÃES]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LIMA]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[BARROSO]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[GUIMARÃES]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ICHASO]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. L. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[COSTA]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PEIXOTO]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Sistemática de angiospermas do Brasil]]></source>
<year></year>
<volume>2</volume>
<page-range>15-100</page-range><publisher-loc><![CDATA[Viçosa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidade Federal de Viçosa]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[BENTHAM]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Peltogyne]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[von MARTIUS]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. F. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[EICHER]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[URBAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Flora Brasiliensis]]></source>
<year>1870</year>
<volume>15</volume>
<page-range>230-234</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[BRUM]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MESQUITA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FERRAZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. D. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Descrição comparativa dos propágulos e plântulas de Copaifera multijuga Hayne e C. officinalis Jacq. (Fabaceae)]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Biociências]]></source>
<year>2007</year>
<volume>5</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>351-353</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[BRUMMITT]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. K]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[POWELL]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Authors of plant names]]></source>
<year>1992</year>
<page-range>1-732</page-range><publisher-loc><![CDATA[Kew ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Royal Botanic Gardens]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[CORRÊA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. P]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Flora do Brasil: algumas plantas úteis, suas aplicações e distribuição geográfica]]></source>
<year></year>
<page-range>1-154</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Diretoria Geral de Estatística]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[COSTA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[KERN]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BEHLING]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BORGES]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Geologia e Solos]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[LISBOA]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. L. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Caxiuanã: Populações tradicionais, meio físico e diversidade biológica]]></source>
<year>2002</year>
<page-range>179-213</page-range><publisher-loc><![CDATA[Belém ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Museu Paraense Emílio Goeldi]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[DE CANDOLLE]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Leguminosae]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[DE CANDOLLE]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Prodromus systematis naturalis regni vegetabilis]]></source>
<year>1825</year>
<volume>2</volume>
<page-range>93-423</page-range><publisher-loc><![CDATA[Paris ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Treuttel & Würtz]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[DONADIO]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. M. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DEMATTÊ]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E. S. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Morfologia de frutos, sementes e plântulas de canafístula (Peltophorum dubium (Spreng.) Taub.) e jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra (Vell.) Fr. All. ex Benth.): Fabaceae]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Sementes]]></source>
<year>2000</year>
<volume>22</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>64-73</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[DUCKE]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Notes on the purpleheart trees (Peltogyne Vog.) of Brazilian Amazonia: Yale University: School of Forestry]]></article-title>
<source><![CDATA[Tropical Woods]]></source>
<year>1938</year>
<volume>54</volume>
<page-range>1-7</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[DUKE]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Key for the identification of seedlings of some prominent woody species in eight forest types in Puerto Rico]]></article-title>
<source><![CDATA[Annals of the Missouri Botanical Garden]]></source>
<year>1965</year>
<volume>52</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>314-350</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[DUKE]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[On tropical tree seedlings, systems and systematics]]></article-title>
<source><![CDATA[Annals of the Missouri Botanical Garden]]></source>
<year>1969</year>
<volume>56</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>135-161</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[DUKE]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[POLHILL]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Seedlings of Leguminosae]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[POLHILL]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[RAVEN]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Advances in legume systematics]]></source>
<year>1981</year>
<volume>2</volume>
<page-range>941-949</page-range><publisher-loc><![CDATA[Kew ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Royal Botanic Garden]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[ENGLER]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Syllabus der Pflanzenfamilien]]></source>
<year>1964</year>
<volume>2</volume>
<page-range>193-242</page-range><publisher-loc><![CDATA[Berlin ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Gebrüder Borntraeger]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FERREIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BOTELHO]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DAVIDE]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MALAVASI]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Caracterização morfológica de fruto, semente, plântula e muda de Dipteryx alata Vogel - Baru (Leguminosae -Papilionoideae)]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Cerne]]></source>
<year>1998</year>
<volume>4</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>73-87</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[FIDALGO]]></surname>
<given-names><![CDATA[O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BONONI]]></surname>
<given-names><![CDATA[V L. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Técnicas de coleta, preservação e herborização do material botânico]]></source>
<year>1984</year>
<page-range>1-62</page-range><publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Instituto de Botânica (Manual, n. 4)]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GARWOOD]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Seed germination in a seasonal tropical forest in Panama: a community study]]></article-title>
<source><![CDATA[Ecological Monographs]]></source>
<year>1983</year>
<volume>53</volume>
<page-range>159-181</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GARWOOD]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Studies in Annonaceae: XX. Morphology and ecology of seedlings, fruits and seeds of selected Panamanian species. Botanische Jahrbücher für Systematik, Pflanzengeschichte und Pflanzengeographie]]></source>
<year>1995</year>
<volume>117</volume>
<page-range>1-152</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[GARWOOD]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Functional morphology of tropical tree seedlings]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[SWAINE]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The ecology of tropical forest tree seedlings]]></source>
<year>1996</year>
<volume>17</volume>
<page-range>59-129</page-range><publisher-loc><![CDATA[Paris ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Unesco & The Parthenon Publishing Group (Man and the biosphere series)]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[HICKEY]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Classification of the arquitecture of dicotyledonous leaves]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Botany]]></source>
<year>1973</year>
<volume>60</volume>
<page-range>17-33</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[HOLMGREN]]></surname>
<given-names><![CDATA[P K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[HOLMGREN]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Onwards (continuously updated). Index Herbariorum: New York Botanical Garden]]></source>
<year>1998</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[KERN]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[COSTA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Os solos antrópicos]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[LISBOA]]></surname>
<given-names><![CDATA[P L. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Caxiuanã]]></source>
<year>1997</year>
<page-range>105-119</page-range><publisher-loc><![CDATA[Belém ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Museu Paraense Emílio Goeldi]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LEWIS]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. P., B. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MACKINDER]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[LOCK]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Legumes of the world]]></source>
<year>2005</year>
<page-range>1-577</page-range><publisher-loc><![CDATA[Kew ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Royal Botanic Gardens]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LIMA]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. V. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[VIEIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. L. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SEVILHA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SALOMÃO]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Germinação de espécies arbóreas de floresta estacional decidual do vale do rio Parana em Goiás após três tipos de armazenamento por até 15 meses]]></article-title>
<source><![CDATA[Biota Neotropica]]></source>
<year>2008</year>
<volume>8</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>89-97</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LISBOA]]></surname>
<given-names><![CDATA[P L. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[ALMEIDA]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SILVA]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. S. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Florística e estrutura dos ambientes]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[LISBOA]]></surname>
<given-names><![CDATA[P L. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Caxiuanã]]></source>
<year>1997</year>
<page-range>163-193</page-range><publisher-loc><![CDATA[Belém ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Museu Paraense Emílio Goeldi]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[LISBOA]]></surname>
<given-names><![CDATA[P L. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FERRAZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Estação Científica Ferreira Penna: Ciência & desenvolvimento sustentável na Amazônia]]></source>
<year>1999</year>
<page-range>1-151</page-range><publisher-loc><![CDATA[Belém ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Museu Paraense Emílio Goeldi]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MARTINS]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[SILVA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Leguminosae-Caesalpinioideae]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[MARTINS]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PINHEIRO]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>1999</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MELHEM]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Hoehnea]]></source>
<year>1975</year>
<volume>5</volume>
<page-range>91-121</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MELO]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. G. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MENDONÇA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MENDES]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise morfológica de sementes, germinação e plántulas de jatobá (Hymenaea intermedia Ducke var. adenotricha (Ducke) Lee & Lang.) (Leguminosae - Caesalpinioideae)]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Amazônica]]></source>
<year>2004</year>
<volume>34</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>9-14</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MIQUEL]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="fr"><![CDATA[Morphologie fonctionelle de plantules d' espèces forestières du Gabon]]></article-title>
<source><![CDATA[Bulletin du Muséum National d'Histoire Naturelle]]></source>
<year>1987</year>
<volume>9</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>101-121</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[MONTAG]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. F. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FREITAS]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. M. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[WOSIACKI]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BARTHEM]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Os peixes da Floresta Nacional de Caxiuanã (municípios de Melgaço e Portel, Pará - Brasil)]]></article-title>
<source><![CDATA[Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Naturais]]></source>
<year>2008</year>
<volume>3</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>11-34</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[OLIVEIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Morfologia de plántulas florestais]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[AGUIAR]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[PIÑA-RODRIGUES]]></surname>
<given-names><![CDATA[F C. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FIGLIOLA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Sementes florestais tropicais]]></source>
<year>1993</year>
<page-range>175-214</page-range><publisher-name><![CDATA[ABRATES]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[OLIVEIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M. T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Morfologia de plántulas e plantas jovens de 30 espécies arbóreas de Leguminosae]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Botanica Brasilica]]></source>
<year>1999</year>
<volume>13</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>263-269</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[OLIVEIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M. T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Morfologia comparada de plántulas e plantas jovens de leguminosas arbóreas nativas: espécies de Phaseoleae, Sophoreae, Swartzieae e Tephrosieae]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Botânica]]></source>
<year>2001</year>
<volume>24</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>85-97</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[OLIVEIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BELTRATI]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Morfologia e desenvolvimento das plántulas de Inga fagifolia e Inga uruguensis]]></article-title>
<source><![CDATA[Turrialba]]></source>
<year>1992</year>
<volume>42</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>306-313</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[PARRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estudio de la morfología externa de plántulas de Calliandra gracilis, Mimosa albida, Mimosa arenosa, Mimosa camporum y Mimosa tenuiflora]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de la Facultad de Agronomía]]></source>
<year>1984</year>
<volume>13</volume>
<numero>1-4</numero>
<issue>1-4</issue>
<page-range>311-350</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[RADFORD]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[DICKISON]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MASSEY]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BELL]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Vascular plant systematics]]></source>
<year>1974</year>
<page-range>1-891</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Harper & Row]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[RIZZINI]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Sistematização terminológica da folha]]></article-title>
<source><![CDATA[Rodriguésia]]></source>
<year>1977</year>
<volume>29</volume>
<numero>42</numero>
<issue>42</issue>
<page-range>103-125</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SILVA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Revisão taxonómica do gênero Peltogyne Vog. (Leguminosae - Caesalpinioideae)]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Amazonica]]></source>
<year>1976</year>
<volume>6</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>1-61</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SILVA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[GOLDMAN]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MAGALHÃES]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[MOREIRA]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Germinação natural de 10 leguminosas arbóreas da Amazónia - 1]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Amazonica]]></source>
<year>1988</year>
<volume>18</volume>
<numero>1-2</numero>
<issue>1-2</issue>
<page-range>9-26</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[SILVA]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[TAVARES]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BERRY]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Peltogyne Vog]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[STEYERMARK]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[BERRY]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[HOLST]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Flora of the Venezuelan Guayana: Caesalpiniaceae - Ericaceae]]></source>
<year>1998</year>
<volume>4</volume>
<page-range>93-97</page-range><publisher-loc><![CDATA[Portland ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Missouri Botanical Garden]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[STEARN]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Botanical Latin]]></source>
<year>1992</year>
<volume>4</volume>
<page-range>1-546</page-range><publisher-loc><![CDATA[Portland ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Oregon]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[VARELA]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[FERRAZ]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. D. K.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Germinação de sementes de pau-de-balsa]]></article-title>
<source><![CDATA[Pesquisa Agropecuária Brasileira]]></source>
<year>1991</year>
<volume>26</volume>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
<page-range>1685-1689</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[VOGEL]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. F]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Seedlings of Dicotyledons]]></source>
<year>1980</year>
<page-range>1-150</page-range><publisher-loc><![CDATA[Wageningen ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Centre for Agricultural Publishing and Documentation]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
