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</front><body><![CDATA[ <p><font size="2" face="verdana"><b><a name="topo"></a><font size="4">Obitu&aacute;rio de Osvaldo Rodrigues da Cunha  (1928-2011)</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"> <b>Marinus  Steven Hoogmoed<sup>I</sup>; Teresa  Cristina Sauer de Avila-Pires<sup>I</sup>; Nelson  Sanjad<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> <sup>I</sup>Coordena&ccedil;&atilde;o  de Zoologia, Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi    <br>     <sup>II</sup>Coordena&ccedil;&atilde;o  de Comunica&ccedil;&atilde;o e Extens&atilde;o, Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">No dia 11 de mar&ccedil;o de 2011, faleceu Osvaldo Rodrigues da Cunha (<a href="#f1">Figuras 1</a>,  <a href="#f2">2</a> e <a href="#f7">7</a>), pesquisador aposentado do Museu Paraense Em&iacute;lio  Goeldi (MPEG), fundador do setor de herpetologia e da cole&ccedil;&atilde;o herpetol&oacute;gica da institui&ccedil;&atilde;o, incans&aacute;vel estudioso  dos r&eacute;pteis da Amaz&ocirc;nia e tamb&eacute;m da hist&oacute;ria cient&iacute;fica da regi&atilde;o,  especialmente com rela&ccedil;&atilde;o ao MPEG e &agrave;s pessoas a ele vinculadas ao longo do  tempo. Cunha faleceu em Bel&eacute;m, aos 82 anos de idade, depois de tr&ecirc;s anos com a sa&uacute;de  debilitada e de ter perdido a vis&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="#ff"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v6n1/1a04f1.gif" border="0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="#ff"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v6n1/1a04f2.gif" border="0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f7"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a href="#ff"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v6n1/1a04f7.gif" border="0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"> Osvaldo Cunha nasceu no dia 6  de abril de 1928,  em Bel&eacute;m do Par&aacute;, Brasil, como  primog&ecirc;nito do casal portugu&ecirc;s Carlos Pereira da Cunha e Ana Cerqueira  Rodrigues da Cunha, os quais tiveram ainda mais um filho e duas filhas. Cursou  a escola prim&aacute;ria e o gin&aacute;sio em Bel&eacute;m, at&eacute; 1946. Segundo seu pr&oacute;prio testemunho, recusou-se  a seguir o curso universit&aacute;rio oferecido &agrave; sua &eacute;poca, pois o considerou  inadequado aos estudos de hist&oacute;ria natural a que queria se dedicar,  influenciado por sua conviv&ecirc;ncia, desde  menino, com o Parque Zoobot&acirc;nico do MPEG, do qual era vizinho. Preferiu  preparar-se a partir da pr&aacute;tica do trabalho no museu e estudando nas  bibliotecas dessa institui&ccedil;&atilde;o e na do Museu Nacional do Rio de Janeiro (MNRJ),  onde encontrou um vasto acervo sobre a literatura zool&oacute;gica que lhe  interessava. Aos poucos, foi ele mesmo adquirindo tamb&eacute;m uma valiosa  biblioteca.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Em 1945, ingressou no MPEG como estagi&aacute;rio da ent&atilde;o Se&ccedil;&atilde;o de  Zoologia. iniciou estudando borboletas e besouros dos arredores de Bel&eacute;m, especialmente  das matas de Utinga e icoaraci, atualmente bastante   reduzidas. Entre 1947 e 1954, fez algumas viagens de campo para coletar  material para as cole&ccedil;&otilde;es  do MPEG no entorno da capital e  no baixo Amazonas, rio Tapaj&oacute;s (&aacute;rea de Fordl&acirc;ndia e ao sul de itaituba) e rio  Tocantins. Em 1948, realizou,  por seis meses, o servi&ccedil;o militar na base da Aeron&aacute;utica em Bel&eacute;m, per&iacute;odo em  que precisou interromper seus estudos zool&oacute;gicos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Osvaldo tinha talentos cient&iacute;ficos e tamb&eacute;m  art&iacute;sticos. Entre 1948 e 1963, fez v&aacute;rios desenhos, tanto em nanquim como a l&aacute;pis,  retratando pessoas, paisagens e alguns animais. Reproduzimos aqui dois desses  desenhos: o retrato de Em&iacute;lio Goeldi (1859-1917), feito a partir de uma fotografia existente no  arquivo do MPEG (<a href="#f3">Figura 3</a>); e um hem&iacute;ptero (<a href="#f4">Figura 4</a>).</font></p>     <p><a name="f3" id="f3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="#ff"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v6n1/1a04f3.gif" border="0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f4"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="#ff"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v6n1/1a04f4.gif" border="0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"> De setembro de 1949 at&eacute; janeiro de 1951, Cunha estagiou na Divis&atilde;o de Zoologia do MNRJ.  Durante esse tempo, frequentou cursos ali ministrados em Biologia, Anatomia  Comparada, Estat&iacute;stica aplicada &agrave; Biologia, Hist&oacute;ria Natural Pr&aacute;tica e Biologia  Geral. Retornando a Bel&eacute;m e ao MPEG, passou a ocupar-se mais com os  vertebrados, especialmente com os r&eacute;pteis. Cunha justificou seu novo interesse  em raz&atilde;o da influ&ecirc;ncia que recebeu de Antenor Leit&atilde;o de Carvalho (1910-1985),  ent&atilde;o chefe da Se&ccedil;&atilde;o de R&eacute;pteis  do MNRJ, que conhecera durante o est&aacute;gio.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> No dia 17  de dezembro de 1953,  Osvaldo Cunha foi nomeado  'Naturalista Padr&atilde;o R' do MPEG. No final de 1955, foi transferido para a Divis&atilde;o de Geologia da  institui&ccedil;&atilde;o, onde trabalhou sob a orienta&ccedil;&atilde;o de C&acirc;ndido Sim&otilde;es Ferreira, em  projeto sobre a Forma&ccedil;&atilde;o Pirabas, no leste do Par&aacute;. Entre 1957 e 1962, respondeu   provisoriamente pela divis&atilde;o. As contribui&ccedil;&otilde;es de Cunha  &agrave; Geologia e Paleontologia foram reconhecidas durante   o XXi Congresso Brasileiro de Paleontologia, ocorrido   em Bel&eacute;m, em 2009. nessa ocasi&atilde;o, foi homenageado   por sua colabora&ccedil;&atilde;o na reativa&ccedil;&atilde;o dos estudos e das   cole&ccedil;&otilde;es geol&oacute;gicas e paleontol&oacute;gicas do MPEG, e pela   obra pioneira e detalhada sobre o conte&uacute;do malacol&oacute;gico   da forma&ccedil;&atilde;o Pirabas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em 1962, Cunha retornou &agrave; divis&atilde;o de Zoologia   do MPEG. Ainda no per&iacute;odo em que estava na divis&atilde;o   de Geologia, publicou seus primeiros trabalhos sobre os   lagartos da Amaz&ocirc;nia brasileira. A publica&ccedil;&atilde;o de 1961,   um estudo preliminar sobre os lagartos (&quot;II. Lacert&iacute;lios   da Amaz&ocirc;nia&quot;), abordando as v&aacute;rias esp&eacute;cies ent&atilde;o   conhecidas, representou o primeiro trabalho de maior abrang&ecirc;ncia sobre um grupo da herpetofauna sulamericana. o estudo foi baseado apenas no material da cole&ccedil;&atilde;o do MPEG, mas esse trabalho pioneiro foi   o fundamento para outros estudos mais abrangentes   sobre o assunto, por exemplo, o estudo de Avila-Pires   (1995, &quot;Lizards of Brazilian Amazonia&quot;, Zo&ouml;logische   Verhandelingen, n. 299), que incorporou tamb&eacute;m material dos principais museus da Europa e dos Estados Unidos. Aquele segundo trabalho de Cunha sobre lagartos foi seguido por mais seis da mesma s&eacute;rie, at&eacute; o ano de 1981. o n&uacute;mero IV da s&eacute;rie &quot;Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia&quot; (Cunha,   1970) tratou da descri&ccedil;&atilde;o de uma nova esp&eacute;cie e um   novo g&ecirc;nero (Amapasaurus tetradactylus), baseada em   dois exemplares coletados em 1960 e 1969 no ent&atilde;o   territ&oacute;rio federal do Amap&aacute;. somente entre 2004 e 2006, esse lagarto veio novamente a ser coletado no Amap&aacute;. Em 2008, a esp&eacute;cie tamb&eacute;m foi encontrada no norte do   Par&aacute; (Avila-Pires, Hoogmoed &amp; rocha, 2010, Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. Ci&ecirc;ncias naturais, 5(1)).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">de setembro de 1963 at&eacute; dezembro de 1964, Cunha   foi estagiar com Paulo Em&iacute;lio Vanzolini, diretor do Museu   de Zoologia da Universidade de s&atilde;o Paulo (MZUsP) e   herpet&oacute;logo treinado nos Estados Unidos. Esse est&aacute;gio   lhe permitiu aprofundar os conhecimentos sobre r&eacute;pteis,   por ter acesso &agrave; biblioteca herpetol&oacute;gica de Vanzolini e   por participar em trabalhos cient&iacute;ficos, palestras, reuni&otilde;es   e semin&aacute;rios. nesse mesmo per&iacute;odo, encontrou tamb&eacute;m   Alphonse richard Hoge (1912-1982), chefe da se&ccedil;&atilde;o de Herpetologia do instituto Butantan, em s&atilde;o Paulo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Em 1966, Cunha foi nomeado 'esquisador em   Zoologia' do MPEG. Em junho de 1965, instalou a se&ccedil;&atilde;o   de Herpetologia da institui&ccedil;&atilde;o, com um acervo inicial   de 650 esp&eacute;cimes (a cole&ccedil;&atilde;o de serpentes coletadas   entre 1896 e 1916, durante as gest&otilde;es de Em&iacute;lio Goeldi,   Jacques Huber e Em&iacute;lia snethlage, havia sido enviada ao   instituto Butantan e nunca foi devolvida). no mesmo ano, Cunha come&ccedil;ou a orientar os trabalhos herpetol&oacute;gicos   de francisco Paiva do nascimento, que viria a ser seu   principal colaborador, com resultados muito frut&iacute;feros   para o conhecimento da herpetofauna amaz&ocirc;nica,   especialmente do Par&aacute;, e para a cole&ccedil;&atilde;o herpetol&oacute;gica do   MPEG. depois da entrada de nascimento na se&ccedil;&atilde;o de   Herpetologia, ambos desenvolveram diversos projetos   e nascimento realizou trabalhos de campo no Amap&aacute;,   Maranh&atilde;o, Par&aacute;, rond&ocirc;nia e roraima, que resultaram em novas publica&ccedil;&otilde;es por Cunha e nascimento.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A fim de realizar um invent&aacute;rio o mais completo   poss&iacute;vel da herpetofauna, Cunha e nascimento   desenvolveram um sistema simples, mas efetivo, de   obter exemplares para a cole&ccedil;&atilde;o. Estabeleceram contatos   com moradores em uma s&eacute;rie de localidades no leste   do Par&aacute; e, posteriormente, tamb&eacute;m no sul do estado e oeste do  Maranh&atilde;o (ver os mapas nos trabalhos de   Cunha e  nascimento sobre os of&iacute;dios dessas &aacute;reas). Em   cada um  desses locais, treinaram uma pessoa para fixar os   exemplares  encontrados (injetando nos animais formol a   4%, ou  seja, uma parte de formol e nove partes de &aacute;gua),   os quais,  posteriormente, eram colocados em um tambor   com &aacute;lcool  a 70-80% (todo o material era acondicionado   no local,  j&aacute; nas dilui&ccedil;&otilde;es desejadas). Aproximadamente a   cada m&ecirc;s  (ou em intervalos maiores, no caso de &aacute;reas   de mais  dif&iacute;cil acesso), eles visitavam cada um dos locais,   recolhendo  o material coletado. dessa forma, exemplares   encontrados  no dia a dia das pessoas, inclusive durante o   preparo da  ro&ccedil;a, por exemplo, puderam ser incorporados  &agrave; cole&ccedil;&atilde;o.  isso permitiu a coleta de esp&eacute;cies dificilmente   encontradas  durante expedi&ccedil;&otilde;es, por serem raras ou   dif&iacute;ceis de  detectar. Assim, a cole&ccedil;&atilde;o herpetol&oacute;gica do   MPEG  cresceu muito em relativamente pouco tempo. Esse  sistema foi especialmente &uacute;til para as serpentes, cuja   coleta &eacute;  usualmente espor&aacute;dica, e para os r&eacute;pteis e anf&iacute;bios   fossoriais,  respectivamente, Amphisbaenidae (m&atilde;e-desa&uacute;va,   cobras-de-duas-cabe&ccedil;as)  e Gymnophiona (cobrascegas). resultou  tamb&eacute;m na coleta de uma grande s&eacute;rie   de alguns  lagartos, entre os quais vale destacar <i>Stenocercusdumerilii </i>(steindachner, 1867), at&eacute; ent&atilde;o conhecido apenas   por uns  poucos exemplares. Essa s&eacute;rie foi a base de uma   publica&ccedil;&atilde;o  com a redescri&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie (sob o nome <i>Ophryoessoides  tricristatus</i>) e com notas sobre sua ecologia   e  distribui&ccedil;&atilde;o (Cunha, 1981).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O abundante  material obtido a partir dessas coletas   constituiu  a base da s&eacute;rie pioneira e seminal intitulada &quot;of&iacute;dios   da  Amaz&ocirc;nia&quot;, de autoria de Cunha e nascimento, com   numera&ccedil;&atilde;o  de I a XXII (o n&uacute;mero I foi publicado por Cunha   como &uacute;nico  autor e o n&uacute;mero XII contou com Hoge como   coautor).  de especial interesse foi o n&uacute;mero X, &quot;As cobras da   regi&atilde;o  Leste do Par&aacute;&quot; (Cunha &amp; nascimento, 1978), que se   tornou um  cl&aacute;ssico para estudos de serpentes da Amaz&ocirc;nia   (<a href="#f5">figura 5</a>).  Em 1993, foi publicado um segundo livro,   anunciado  como segunda edi&ccedil;&atilde;o, mas que, na realidade,&eacute;  mais um  complemento ao primeiro livro, contendo dados adicionais  &agrave; publica&ccedil;&atilde;o de 1978 e outras fotos (em preto e   branco),  incluindo 87 esp&eacute;cies (12 a  mais que no trabalho   original).  Este foi o &uacute;ltimo trabalho em herpetologia de   Cunha (e  tamb&eacute;m de nascimento).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="#ff"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v6n1/1a04f5.gif" border="0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"> no momento  da aposentadoria de Cunha, em   1990, a cole&ccedil;&atilde;o  herpetol&oacute;gica do MPEG contava com   38.000  exemplares, um aumento de quase 60 vezes em   compara&ccedil;&atilde;o  com o n&uacute;mero de exemplares existentes em   1965.  Constitu&iacute;a, ent&atilde;o, a maior cole&ccedil;&atilde;o herpetol&oacute;gica   com  material da Amaz&ocirc;nia brasileira e a terceira do Brasil. A cole&ccedil;&atilde;o  continuou a crescer ap&oacute;s a aposentadoria de   Cunha,  contando atualmente com aproximadamente   86.000  exemplares. Ainda est&aacute; entre as tr&ecirc;s maiores   cole&ccedil;&otilde;es  herpetol&oacute;gicas do Brasil, sendo a maior com   rela&ccedil;&atilde;o &agrave;  herpetofauna amaz&ocirc;nica.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Quando, em 1985, a cole&ccedil;&atilde;o  herpetol&oacute;gica foi   transferida  para um novo pr&eacute;dio, no Campus de Pesquisa do MPEG,  osvaldo Cunha preferiu permanecer em   sua antiga  sala, no Parque Zoobot&acirc;nico, afastando-se   da cole&ccedil;&atilde;o.  Esse foi um momento decisivo na carreira   de Cunha, a  partir do qual sua produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica sobre   herpetologia  declinou. depois da mudan&ccedil;a da cole&ccedil;&atilde;o, ele   publicou  apenas quatro trabalhos herpetol&oacute;gicos, sendo   dois como  terceiro coautor.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os  trabalhos sobre herpetofauna amaz&ocirc;nica de   Cunha e  nascimento formam uma boa base para estudos   mais  abrangentes sobre os r&eacute;pteis da regi&atilde;o, os quais   continuam a  ser desenvolvidos por pesquisadores do   MPEG e,  mais recentemente, da Universidade federal do   Par&aacute;, junto  com graduandos, mestrandos e doutorandos   em herpetologia. Pode-se afirmar,  ainda, que, ao menos   em parte,  osvaldo Cunha foi o respons&aacute;vel pela presen&ccedil;a   desses  pesquisadores nas duas institui&ccedil;&otilde;es do Par&aacute;. sem   seu  trabalho pioneiro e a cole&ccedil;&atilde;o herpetol&oacute;gica que iniciou, o  MPEG certamente n&atilde;o seria t&atilde;o atrativo para   herpet&oacute;logos  de outras partes do pa&iacute;s e do estrangeiro.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> osvaldo  Cunha se aposentou aos 62 anos de idade,   mas  continuou trabalhando em outra &aacute;rea de seu interesse,   a hist&oacute;ria  do MPEG e dos cientistas que l&aacute; trabalharam   ou por l&aacute;  passaram. Um dos trabalhos mais interessantes   que Cunha  elaborou nesse per&iacute;odo foi um pequeno livro   (Cunha,  1991) sobre o naturalista Alexandre rodrigues   ferreira  (1756-1815), que viajou pela Amaz&ocirc;nia entre 1783   e 1792.  nessa publica&ccedil;&atilde;o, Cunha escreveu uma breve   biografia  de rodrigues ferreira e incluiu informa&ccedil;&otilde;es sobre   outros  naturalistas viajantes que estiveram na Amaz&ocirc;nia no   s&eacute;culo XIX,  al&eacute;m de mapas com os percursos percorridos   por cada um  deles. sua inten&ccedil;&atilde;o foi comparar o percurso   das  expedi&ccedil;&otilde;es e demonstrar que a viagem pioneira de   rodrigues  ferreira criou certo padr&atilde;o ou estabeleceu   uma  refer&ecirc;ncia geogr&aacute;fica para os que vieram depois, demarcando  roteiros e pontos de coleta. dessa forma, a   publica&ccedil;&atilde;o  constitui uma fonte bastante &uacute;til sobre o trabalho   dos  naturalistas viajantes que coletaram os primeiros dados   sobre a  fauna e a flora da Amaz&ocirc;nia.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> infelizmente,  a perda da vis&atilde;o impediu osvaldo Cunha   de  finalizar algumas biografias, deixando v&aacute;rios manuscritos   inacabados.  Em 2009, surgiu ainda uma publica&ccedil;&atilde;o de   sua  autoria, sobre o bot&acirc;nico Jacques Huber (1867-1914),   sucessor de  Goeldi na dire&ccedil;&atilde;o do Museu Paraense, que havia   sido  anteriormente publicada, em parte, no jornal &quot;di&aacute;rio do   Par&aacute;&quot;, e  que foi resgatada e atualizada, com o consentimento   de Cunha,  por nelson sanjad, editor do Boletim do Museu   Paraense  Em&iacute;lio Goeldi. Ci&ecirc;ncias Humanas. Ali&aacute;s, Cunha   publicou,  entre 1954 e 1988, al&eacute;m dos artigos cient&iacute;ficos,   in&uacute;meros  textos em jornais de Bel&eacute;m, tanto sobre temas de   zoologia  como da hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia, indicando a import&acirc;ncia   que dava &agrave;  divulga&ccedil;&atilde;o do conhecimento. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">numa  primeira impress&atilde;o, Cunha parecia uma   pessoa  fechada e dif&iacute;cil, mas aqueles que tiveram a oportunidade  de estabelecer um contato um pouco maior com  ele encontraram um homem atento, com uma mem&oacute;ria  prodigiosa e que podia conversar horas a fio sobre  assuntos muito diversos, al&eacute;m da herpetologia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> Era tamb&eacute;m  uma pessoa extremamente honesta em suas   opini&otilde;es e  em seus trabalhos, sendo seus relatos hist&oacute;ricos   fontes  fidedignas de informa&ccedil;&atilde;o. Em retrospecto, osvaldo   Cunha foi  um desbravador que soube identificar &aacute;reas do   conhecimento  relevantes para a regi&atilde;o, mas at&eacute; ent&atilde;o   negligenciadas,  dedicando-se a preencher algumas dessas   lacunas.  Com o falecimento de Cunha, o MPEG perdeu   um grande  pesquisador e o maior conhecedor da hist&oacute;ria   da  institui&ccedil;&atilde;o e de seus cientistas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> no dia 11  de abril 2011, durante um tributo a   osvaldo  rodrigues da Cunha, a cole&ccedil;&atilde;o herpetol&oacute;gica do   Museu  Paraense Em&iacute;lio Goeldi foi renomeada &quot;Cole&ccedil;&atilde;o   Herpetol&oacute;gica  osvaldo rodrigues da Cunha&quot; e uma placa   com o novo  nome colocada na cole&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Este  obitu&aacute;rio foi baseado, primordialmente, na   biografia  de Cunha publicada em 1991, por francisco Paiva do   nascimento,  no Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi,   s&eacute;rie Zoologia,  7(1), n&uacute;mero dedicado ao pesquisador, assim   como em  nossa conviv&ecirc;ncia e nas longas conversas que   tivemos com  ele ao longo dos anos. Um de n&oacute;s (tCsAP)   chegou ao  MPEG em 1983, como mestre em Zoologia, mas sem  qualquer experi&ecirc;ncia com a herpetofauna amaz&ocirc;nica.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Passou,  ent&atilde;o, a trabalhar com osvaldo Cunha e francisco   nascimento,  parceria que resultou em tr&ecirc;s publica&ccedil;&otilde;es   conjuntas  e, mais do que isso, em aprendizado, amizade   e  admira&ccedil;&atilde;o. o primeiro autor (MsH) manteve, a partir   dos anos  1960, correspond&ecirc;ncia regular com osvaldo   Cunha sobre  a herpetofauna das Guianas e, em 1976, teve   a  oportunidade de conhec&ecirc;-lo pessoalmente durante uma   visita de  uma semana &agrave;s cole&ccedil;&otilde;es do MPEG. Posteriormente,   quando  passou a realizar trabalhos de campo no Brasil   com maior  frequ&ecirc;ncia e finalmente mudou-se para c&aacute;, o   contato se  estreitou. Por sua vez, ns conheceu Cunha em meados  da d&eacute;cada de 1990, quando ingressou no MPEG,   tomando  sua obra historiogr&aacute;fica como ponto de partida e   inspira&ccedil;&atilde;o  para ampliar os estudos sobre a hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia   na  Amaz&ocirc;nia, particularmente o per&iacute;odo de funda&ccedil;&atilde;o e   reformula&ccedil;&atilde;o  do Museu Paraense, entre 1866 e 1921.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A  seguir, apresentamos os <i>taxa </i>descritos  por osvaldo   rodrigues  da Cunha, as homenagens que recebeu e a   obra  completa. Esta foi copiada de nascimento (1991   &#91;vide  refer&ecirc;ncia anterior&#93;), com algumas corre&ccedil;&otilde;es e com   a  adi&ccedil;&atilde;o das publica&ccedil;&otilde;es surgidas ap&oacute;s 1990.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3"><b><i><span lang=PT-BR style='font-family:Verdana; mso-ansi-language:PT-BR'>TAXA </span></i><span lang=PT-BR style='font-family:Verdana;mso-ansi-language:PT-BR'>DESCRITOS POR OSVALDO RODRIGUES DA CUNHA (<i>ET AL.</i>)</span></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> (*  indica novo g&ecirc;nero)   </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>REPTILIA, SERPENTES:</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">  <i>Atractus albuquerquei </i>Cunha &amp; nascimento,  1983  <i>Atractus alphonsehogei </i>Cunha &amp; nascimento,  1983</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">  <i>Atractus flammigerus snethlagae </i>Cunha &amp;  nascimento, 1983</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> &#91;= <i>Atractus snethlagae </i>Cunha &amp;  nascimento, 1983&#93;  </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Liophis carajasensis </i>Cunha, nascimento &amp;  Avila-Pires, 1985  <i>Mastigodryas bifossatus lacerdai </i>Cunha  &amp; nascimento, 1978   </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&#91;= <i>Mastigodryas b. bifossatus </i>(raddi,  1820)&#93; </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Micrurus psiches </i>&#91;<i>sic</i>!&#93; <i>paraensis </i>Cunha &amp; nascimento, 1973   &#91;= <i>Micrurus paraensis </i>Cunha &amp;  nascimento, 1973&#93;  <i>Oxyrhopus melanogenys orientalis </i>Cunha  &amp; nascimento, 1993  <i>Sibynomorphus mikani </i>&#91;<i>sic</i>&#93; <i>septentrionalis </i>Cunha,   nascimento  &amp; Hoge, 1980 &#91;= <i>Sibynomorphus mikanii</i> (schlegel,  1837)&#93;   </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>REPTILIA, LAGARTOS: </b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>*Amapasaurus tetradactylus </i>Cunha, 1970</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> <i>Arthrosaura amapaense </i>Cunha, 1967 &#91;= <i>Arthrosaura</i><i>reticulata </i>(o&rsquo;shaugnessy, 1881)&#93;  </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Colobosaura landii </i>Cunha, 1977 &#91;= <i>Colobosaura modesta</i> (reinhardt  &amp; L&uuml;tken, 1862)&#93;</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">  <i>*Colobosauroides cearensis </i>Cunha, Lima-Verde &amp;  Lima, 1991  <i>Gonatodes eladioi </i>nascimento, Cunha &amp;  Avila-Pires, 1987  <i>Placosoma cipoensis </i>Cunha, 1966 </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><b>REPTILIA, QUEL&Ocirc;NIO</b>: <i>Kinosternon scorpioides carajasensis </i>Cunha,  1970   &#91;= <i>Kinosternon s. scorpioides </i>(Linnaeus,  1766)&#93;   </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>INVERTEBRADOS F&Oacute;SSEIS:</b>  </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Mollusca, Gastropoda  </b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Astrea brasiliensis </i>ferreira &amp; Cunha, 1957  <i>Cypraea macrovoluta </i>ferreira &amp; Cunha,  1957  <i>Diodora fortalezensis </i>ferreira &amp; Cunha,  1957  <i>Diodora siqueirai </i>ferreira &amp; Cunha,  1957  <i>Simpulum carlotae </i>ferreira &amp; Cunha &#91;= <i>Cymatium </i>(<i>Septra</i>)</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> <i>carlotae </i>(ferreira &amp; Cunha, 1957)&#93;  <i>Strombus goeldii </i>ferreira &amp; Cunha,  1957  <i>Vasum kraatzi </i>ferreira &amp; Cunha, 1957  <i>Xancus amazonianum </i>ferreira &amp; Cunha,  1957 &#91;= <i>Turbinella amazoniana </i>(ferreira &amp; Cunha, 1957)&#93;  </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Xancus mauryae </i>ferreira &amp; Cunha,  1957 &#91;(=<i>Turbinella </i><i>mauryae </i>(ferreira &amp; Cunha, 1957)&#93;</font></p>     <p><b><font size="2" face="verdana"> Mollusca, Bivalvia </font></b></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Atrina pirabensis </i>ferreira &amp; Cunha,  1959  <i>Mytilus vidali </i>ferreira &amp; Cunha,  1959 &#91;= <i>Mytilus canoasensis</i><i>vidali </i>ferreira &amp; Cunha, 1959&#93;  </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Modiolus domingosi </i>ferreira &amp; Cunha,  1959  <i>Divaricella castelensis </i>ferreira &amp; Cunha,  1959</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="verdana"><b>ESP&Eacute;CIES DE R&Eacute;PTEIS E ANF&Iacute;BIOS NOMEADAS   EM HOMENAGEM A OSVALDO RODRIGUES   DA CUNHA </b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Amphisbaena cunhai </i>Hoogmoed &amp;  Avila-Pires, 1991  <i>Leposoma osvaldoi </i>Avila-Pires, 1995 </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Typhlonectes cunhai </i>Cascon, Lima-Verde  &amp; Marques,   1991  &#91;= <i>Typhlonectes compressicauda </i>(dum&eacute;ril&amp;  Bibron,  1841)&#93;   </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>HONRARIAS RECEBIDAS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> 1978  - Diploma de Honra ao M&eacute;rito, instituto nacional   de  Pesquisas da Amaz&ocirc;nia (INPA). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">1986 - Diploma e Medalha de M&eacute;rito em Zoologia, Sociedade Brasileira de Zoologia,  durante o Xiii Congresso Brasileiro de Zoologia, Cuiab&aacute;, Mato Grosso.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> 1986 - Diploma de Pesquisador Em&eacute;rito do MPEG.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> 1991 - Grau de Comendador da Ordem do M&eacute;rito Gr&atilde;o Par&aacute;.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> 2007 - Homenagem prestada pela Sociedade Brasileira de Herpetologia durante o III  Congresso Brasileiro de Herpetologia, Bel&eacute;m, Par&aacute; (<a href="#f6">Figura 6</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f6"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="#ff"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v6n1/1a04f6.gif" border="0"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"> 2009 - Homenagem prestada pela  Sociedade Brasileira de   Paleontologia durante o XXI Congresso Brasileiro de  Paleontologia, Bel&eacute;m, Par&aacute;.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> 2011 - Homenagem p&oacute;stuma renomeando a cole&ccedil;&atilde;o  herpetol&oacute;gica do Museu Paraense  Em&iacute;lio Goeldi como &quot;Cole&ccedil;&atilde;o Herpetol&oacute;gica Osvaldo Rodrigues da Cunha&quot;.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <b>DEDICAT&Oacute;RIAS EM PUBLICA&Ccedil;&Otilde;ES</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> 1979 - Augusto Meira Filho, &quot;Landi, esse desconhecido (O naturalista)&quot;  (p. 21).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> 1991 - Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi,  s&eacute;rie Zoologia 7(1), n&uacute;mero dedicado a Osvaldo Rodrigues da Cunha, por  ocasi&atilde;o de sua aposentadoria.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> 1998 - M&aacute;rcio Martins &amp; M. Ermelinda Oliveira, &quot;Natural history  of snakes in forests of the Manaus region, central Amazonia, Brazil&quot;,  Herpetological Natural History 6: 78-150 (p. 78).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> 2010 - Nelson Sanjad, &quot;A  coruja de Minerva:  o Museu   Paraense entre o imp&eacute;rio e a Rep&uacute;blica  (1866-1907)&quot; (p. 33).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <b>PUBLICA&Ccedil;&Otilde;ES DE OSVALDO RODRIGUES DA CUNHA</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> AYRES, M., M. M. SAMPAiO, R. M. BARROS, L. B. DiAS &amp;  O. R. CUNHA, 1968.  Estudos preliminares sobre o  n&uacute;mero cromoss&ocirc;mico de quel&ocirc;nios do g&ecirc;nero <i>Podocnemis. </i><b>Ci&ecirc;ncia e Cultura </b>20: 174-175.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> AYRES, M., M. M. SAMPAIO, R. M. BARROS, L. B. DIAS &amp;  O. R. CUNHA, 1969. A karyological study of turtles from the Brazilian  Amazon Region. <b>Cytogenetics </b>8: 401-409.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> BARROS, R.  M., M. AYRES, M.  M. SAMPAIO, O. R.  CUNHA &amp;  M. F. ASSiS, 1971. Karyotypes  of &quot;two subspecies of turtles from the Amazon region of Brazil. <b>Caryologia </b>25(4): 463-469.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">BARROS, R.  M.; M. M. SAMPAIO, M. F. ASSIS, M. AYRES &amp; O. R. CUNHA, 1975. A karyological study of <i>Geoemyda punctularia punctularia </i>(Daudin, 1802) from the Amazon region of Brazil (Chelonia,  Emydidae). <b>Acta Amazonica</b> 5(1): 95-96.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> BARROS , R.  M., M. M. SAMPAIO , M. F. ASSIS, M. AYRES &amp; O. R.   CUNHA, 1976. General considerations on the karyotypic  evolution of   Chelonia from the Amazon region of Brazil. <b>Cytologia</b> 41:  559-568.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1958. I. Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. Sobre a ocorr&ecirc;ncia   do g&ecirc;nero <i>Bachia </i>Gray, 1845, na Amaz&ocirc;nia brasileira. <b>Boletim do   Museu  Paraense Em&iacute;lio Goeldi</b>, nova s&eacute;rie Zoologia 11: 1-12.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1961. II. Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. Os lagartos da   Amaz&ocirc;nia  brasileira, com especial refer&ecirc;ncia aos representados na cole&ccedil;&atilde;o do  Museu Goeldi. <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio</b></font><b><font size="2" face="verdana"> </font></b><font size="2" face="verdana"><b>Goeldi,  nova s&eacute;rie Zoologia</b> 39: 1-189.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1966. Sobre uma nova esp&eacute;cie de lagarto do Estado   de Minas  Gerais, <i>Placosoma cipoense </i>sp. n.  (Lacertilia: Teiidae). <b>Boletim   Museu  Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia</b> 61: 1-9.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1967. Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. III . O g&ecirc;nero &quot;  <i>Arthrosaura</i>&rsquo;&rsquo;  Boulenger, 1885. (Lacertilia, Teiidae). In: <b>Atas do   Simp&oacute;sio  sobre a Biota Amaz&oacute;nica</b>: 5 (Zoologia): 141-170. CNPq, Rio de  Janeiro.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1967. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia. I. A ocorr&ecirc;ncia de  <i>Bothrops  bilineatus bilineatus </i>(Wied, 1825) nas matas dos arredores   da cidade de  Bel&eacute;m, Par&aacute;. <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio   Goeldi,  nova s&eacute;rie Zoologia</b> 66: 1-12.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1968. Um terat&oacute;dimo der&oacute;dimo em gib&oacute;ia (<i>Constrictor constrictor  constrictor</i>) (Linn., 1766) (Ophidia; Boidae). Boletim do   Museu  Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia 67: 1-17.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1970. Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. IV. Um novo g&ecirc;nero   e esp&eacute;cie de  lagarto do Territ&oacute;rio Federal do Amap&aacute; (Lacertilia:   Teiidae). <b>Boletim  do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie   Zoologia </b>74:  1-8.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1970. Uma nova subesp&eacute;cie de quel&ocirc;nio,  <i>Kinosternon  scorpioides carajasensis </i>da Serra dos Caraj&aacute;s, Par&aacute;  (Testudinata-Kinosternidae). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio</b></font> <font size="2" face="verdana"><b>Goeldi,  nova s&eacute;rie Zoologia </b>73: 1-12.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1971. Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia, V. Sobre <i>Gonatodes annularis </i>Boulenger e <i>Neusticurus racenisi </i>Roze, no  Brasil. (Lacertilia:   Gekkonidae). <b>Revista Brasileira de Biologia </b>31(1): 113-117.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1973. Domingos Soares Ferreira Penna. Uma   an&aacute;lise de  sua vida e de sua obra. In: O. R. CUNHA (Org.): <b>Obras   completas  de Domingos Soares Ferreira Penna:</b> 1: 11-41. Conselho   Estadual de  Cultura, Bel&eacute;m.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1974. 108<sup>o</sup> Anivers&aacute;rio do Museu Paraense Em&iacute;lio   Goeldi,  s&iacute;ntese de sua hist&oacute;ria. <b>Revista de Cultura do Par&aacute; </b>4(16-   17): 151-173.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">CUNHA, O.  R., 1975. Sobre a ocorr&ecirc;ncia da Tartaruga de couro  <i>Dermochelys  cariacea </i>(Linnaeus, 1758) na foz do rio Amazonas (Chelonia:  Dermochelydae). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi,  nova s&eacute;rie Zoologia </b>81: 1-16.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1976. Estampas de Ant&ocirc;nio Jos&eacute; Landi. In: A. MEIR A    FILHO (Ed.): <b>Landi esse desconhecido (O naturalista)</b>: 193-202.</font><font size="2" face="verdana"> Conselho  Federal de Cultura, Bel&eacute;m. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">CUNHA, O.  R., 1977. Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. VI. Uma nova   esp&eacute;cie de lagarto <i>Colobosaura landii </i>da regi&atilde;o leste do Par&aacute;.   (Lacertilia:  Teiidae). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi,      nova  s&eacute;rie Zoologia </b>86: 1-13.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1981. VII. Lagartos da regi&atilde;o nordeste do Territ&oacute;rio   de Roraima,  Brasil. (Lacertilia: Gekkonidae, Scincidae e Teiidae).  <b>Boletim  do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia    </b> 107: 1-25.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1981. Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. VIII . Sobre  <i>Ophryoessoides  tricristatus </i>Dum&eacute;ril, 1851, com redescri&ccedil;&atilde;o da   esp&eacute;cie e  notas sobre a ecologia e distribui&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o leste do    Par&aacute;  (Lacertilia: Iguanidae). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio   Goeldi,  nova s&eacute;rie Zoologia</b> 108: 1-23.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1983. Em&iacute;lio Augusto Goeldi (1859-1917). <b>Ci&ecirc;ncia   e  Cultura</b> 35(12): 1965-1972.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1986. Hist&oacute;rico do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi.   In: G. M. DE  LA PENHA, S. A.  BRUNI &amp; N. PAPAVERO (Eds.):  <b>O  Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi</b>: 7-19. Banco Safra, S&atilde;o Paulo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1989. <b>Talento e atitude</b>: estudos biogr&aacute;ficos do   Museu Em&iacute;lio  Goeldi. I: 1-159. MPEG (Cole&ccedil;&atilde;o Alexandre Rodrigues   Ferreira),  Bel&eacute;m.   CUNHA, O.  R., 1991. Biografias de Domingos Soares F. Penna,   Em&iacute;lio A. Goeldi e E. Snethlage In: WINT ERS ,  Christopher (Ed.):  <b>International dictionary of Anthropologists</b>. Garland Pub, New York.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 1991. <b>O naturalista Alexandre Rodrigues   Ferreira</b>. Uma  an&aacute;lise comparativa de sua Viagem Filos&oacute;fica (1783-   1793) pela  Amaz&ocirc;nia e Mato Grosso com a de outros naturalistas   posteriores:  1-88. MPEG (Cole&ccedil;&atilde;o Alexandre Rodrigues Ferreira),   Bel&eacute;m.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., 2009. Jacques Huber (1867-1914). <b>Boletim do   Museu  Paraense Em&iacute;lio Goeldi. Ciencias Humanas</b> 4(3): 489-502.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R.  &amp; T. X. BASTOS, 1973. A  contribui&ccedil;&atilde;o do Museu   Paraense  Em&iacute;lio Goeldi &agrave; meteorologia na Amaz&ocirc;nia. <b>Publica&ccedil;&otilde;es   Avulsas  do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi</b> 23: 1-42.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O.  R., J. S. LIMA-VERDE &amp; A. C. M. LIMA, 1991. Novo   g&ecirc;nero e  esp&eacute;cie de lagarto do Estado do Cear&aacute; (Lacertilia: Teiidae).  <b>Boletim  do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, s&eacute;rie Zoologia </b>7(2):   163-176.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">CUNHA, O. R. &amp; F. P .NASCIMENTO, 1970. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia. II. <i>Liophis miliaris </i>(Linnaeus, 1758) na Amaz&ocirc;nia norte oriental (Territ&oacute;rio Federal do Amap&aacute;).  (Ophidia: Colubridae). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie  Zoologia </b>70: 1-6.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1972. Ofidios da Amaz&ocirc;nia.   III. A ocorr&ecirc;ncia de <i>Bothrops lichenosus </i>Roze,  1958, no Brasil (Ophidia: Crotalidae). <b>Revista Brasileira  de Biologia </b>32(1): 27.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1973. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.   IV As cobras corais (g&ecirc;nero <i>Micrurus) </i>da regi&atilde;o leste do Par&aacute;. (Ophidia: Elapidae) Nota  preliminar. <b>Publica&ccedil;&otilde;es Avulsas do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi </b>20:  273-286.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1975. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.   V <i>Bothropslichenosus </i>Roze, 1958, sin&ocirc;nimo de <i>Bothrops castelnaudi </i>Dum&eacute;ril, Bibron &amp;  Dum&eacute;ril, com nova descri&ccedil;&atilde;o e  coment&aacute;rios. <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia </b>80:  1-14.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1975. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.   VI. <i>Liotyphlops ternetzii </i>(Boulenger, 1896), of&iacute;dio raro e de h&aacute;bitos subterr&acirc;neos, na regi&atilde;o  leste do Par&aacute;. (Ophidia: Anomalepididae). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio  Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia</b>  82: 1-8.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1975. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.   VII. As serpentes pe&ccedil;onhentas do g&ecirc;nero <i>Bothrops </i>(jararaca)  e <i>Lachesis </i>(surucucu) da regi&atilde;o leste do Par&aacute;. (Ophidia: Viperidae). <b>Boletim  do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia</b>  83: 1-42.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1976. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia. VIII. A ocorr&ecirc;ncia de <i>Rhinobothryum  lentiginosum </i>(Scopoli, 1785) nas proximidades de Bel&eacute;m, Par&aacute;. (Ophidia:  Colubridae). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia </b>84:  1-6.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1976. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.   IX. O g&ecirc;nero <i>Liophis </i>Wagler, 1830, na  regi&atilde;o leste do Par&aacute;. (Ophidia: Colubridae). <b>Boletim do Museu Paraense  Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia </b>85: 1-32.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1978. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.   X. As cobras da regi&atilde;o leste do Par&aacute;. <b>Publica&ccedil;&otilde;es  Avulsas do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi </b>32: 1-218.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1980. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.   XI. Of&iacute;dios de Roraima e notas sobre <i>Erythrolamprus  bauperthuisii </i>Dum&eacute;ril, Bibron &amp; Dum&eacute;ril, 1954, sin&ocirc;nimo de <i>Erythrolamprus  aesculapii </i>(Linnaeus, 1758). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi,  nova s&eacute;rie Zoologia </b>102: 1-21.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1981. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia. XIII.  Observa&ccedil;&otilde;es sobre a viviparidade em of&iacute;dios do Par&aacute; e Maranh&atilde;o. (Ophidia:  Aniliidae, Boidae, Colubridae e Viperidae). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio  Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia</b>  109: 1-20.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1982. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia. XIV. As  esp&eacute;cies de <i>Micrurus, Bothrops, Lachesis </i>e <i>Crotalus </i>do sul do  Par&aacute; e oeste do Maranh&atilde;o, incluindo &aacute;reas de cerrado desse Estado. (Ophidia:  Elapidae e Viperidae). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie  Zoologia </b>112: 1-58.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1982. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia. XV. As esp&eacute;cies de <i>Chironius </i>da Amaz&ocirc;nia oriental (Par&aacute;, Amap&aacute; e Maranh&atilde;o). <b>Mem&oacute;rias do Instituto  Butantan</b>  46: 139-172.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1982. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.   XVI. A esp&eacute;cie <i>Uromacerina ricardinii </i>(Peracca,  1897) na Amaz&ocirc;nia oriental (leste do Par&aacute;). (Ophidia: Colubridae). <b>Boletim  do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia </b>113: 1-9.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1982. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.   XVII. Revalida&ccedil;&atilde;o de <i>Micrurus ornatissimus </i>Jan, 1858)  diferenciada de <i>M. langsdorffi </i>(Wagler, 1824) e distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica das duas esp&eacute;cies (Ophidia:  Elapidae). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia </b>116:  1-19.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1982. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.   XVIII. O g&ecirc;nero <i>Chironius </i>Fitzinger na Amazonia oriental (Ophidia: Colubridae). <b>Boletim do Museu  Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia </b>119: 1-17.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F P NASCIMENTO, 1983. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.   XIX. As esp&eacute;cies de <i>Oxyrhopus </i>Wagler, com uma  subesp&eacute;cie nova, e <i>Pseudoboa </i>Schneider na Amaz&ocirc;nia oriental e Maranh&atilde;o. (Ophidia: Colubridae). <b>Boletim  do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia </b>122: 1-47.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1983. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.   XX. As esp&eacute;cies de <i>Atractus </i>Wagler, 1848, na  Amaz&ocirc;nia oriental e Maranh&atilde;o (Ophidia: Colubridae). <b>Boletim do Museu  Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia </b>123: 38.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1984. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia. XXI. <i>Atractus zidoki </i>na regi&atilde;o leste do Par&aacute; e  notas sobre <i>A. alphonsehogei </i>e <i>A. schach </i>(Ophidia: Colubridae). <b>Boletim  do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, s&eacute;rie Zoologia </b>1(2): 219-228.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. P. NASCIMENTO, 1991. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.   XXII. Revalida&ccedil;&atilde;o e redescri&ccedil;&atilde;o de <i>Micrurus  albicinctus </i>Amaral, de Rond&ocirc;nia, e sobre a validade de <i>Micrurus waehnerorum </i>Meise, do Amazonas (Ophidia: Elapidae). <b>Boletim  do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, s&eacute;rie Zoologia </b>7(1): 43-52.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F P NASCIMENTO, 1993. Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia. As cobras da  regi&atilde;o leste do Par&aacute;. <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, s&eacute;rie  Zoologia </b>9(1):  1-191.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., F. P. NASCIMENTO &amp;  A. R. HOGE, 1980.  Of&iacute;dios da Amaz&ocirc;nia.  XII. Uma subesp&eacute;cie de <i>Sibynomorphus  mikani </i>&#91;sic!&#93; do noroeste do Maranh&atilde;o (Ophidia: Colubridae, Dipsadinae). <b>Boletim  do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Zoologia</b>  103: 1-15.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">CUNHA, O. R., F. P.  NASCIMENTO &amp; T. C. S. AVILA-PIRES, 1985. Os R&eacute;pteis da &aacute;rea de Caraj&aacute;s.  (Testudines e Squamata). <b>Publica&ccedil;&otilde;es Avulsas do Museu Paraense  Em&iacute;lio Goeldi, Zoologia</b> 40: 1-100.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; F. C.  NOVAES, 1981. &Aacute;rea de vertebrados do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, Herpetologia  In: O INPA e o Museu Goeldi nos 30 anos do CNPq. <b>Acta Amazonica </b>2(1):  183-187. Suplemento.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., P. M. TOLEDO  &amp; C. W. MAURIN 1990. Hist&oacute;ria da pesquisa geol&oacute;gica no Museu  Paraense Em&iacute;lio Goeldi. In: M. M. LOPES &amp; S. F. M. FIGUEIR&Ocirc;A (Orgs.): <b>O conhecimento geol&oacute;gico na Am&eacute;rica Latina: </b>Quest&otilde;es de hist&oacute;ria e  teoria: 115&shy;120. Universidade Estadual de Campinas, Campinas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> FERREIRA, C. S. &amp; O.  R. CUNHA, 1957. Contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; Paleontologia do Estado do Par&aacute;. Notas sobre a  forma&ccedil;&atilde;o Pirabas, com descri&ccedil;&atilde;o de novos invertebrados f&oacute;sseis. I - (Mollusca-Gastropoda). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Geologia </b>2: 1-61.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> FERREIRA, C. S. &amp; O.  R. CUNHA, 1957. Contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; Paleontologia do Estado do Par&aacute;. Redescri&ccedil;&atilde;o e  novas ocorr&ecirc;ncias do <i>Dentalium paulini </i>Maury,  1924, na  &aacute;rea da forma&ccedil;&atilde;o Pirabas. II. (Mollusca-Scaphopoda). <b>Boletim do Museu  Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Geologia </b>3: 1-11.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> FERREIRA, C. S. &amp; O.  R. CUNHA, 1957. Contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; Paleontologia do Estado do Par&aacute;. Novos  invertebrados f&oacute;sseis e redescri&ccedil;&otilde;es de mais duas esp&eacute;cies da forma&ccedil;&atilde;o Pirabas.  III. (Mollusca-Gastropoda). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, nova  s&eacute;rie Geologia </b>4: 1-33.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> FERREIRA, C. S. &amp; O.  R. CUNHA, 1959. Contribui&ccedil;&atilde;o &agrave;   Paleontologia do Estado  do Par&aacute;. Novas contribui&ccedil;&otilde;es sobre a forma&ccedil;&atilde;o Pirabas e descri&ccedil;&atilde;o de novos  invertebrados f&oacute;sseis. V. (Mollusca-Pelecypoda). <b>Boletim do Museu Paraense  Em&iacute;lio Goeldi, nova s&eacute;rie Geologia </b>8: 1-76.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> NASCIMENTO, F. P., T. C.  S. AVILA-PIRES &amp; O. R. CUNHA,   1987. Os R&eacute;pteis da &aacute;rea  de Caraj&aacute;s, Par&aacute;, Brasil (Squamata). II. <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio  Goeldi, s&eacute;rie Zoologia</b>  3(1): 1-65.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> NASCIMENTO, F. P., T. C. S.  AVILA-PIRES &amp; O. R. CUNHA, 1988. R&eacute;pteis Squamata de Rond&ocirc;nia e Mato  Grosso, coletados atrav&eacute;s do programa POLONOROESTE. <b>Boletim do Museu  Paraense Em&iacute;lio Goeldi, s&eacute;rie Zoologia </b>4(1): 21-66.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> SAMPAIO, M. M., R. M. BARROS, M.  AYRES &amp; O. R. CUNHA, 1969. Contribui&ccedil;&atilde;o cromoss&ocirc;mica  de quel&ocirc;nios  da regi&atilde;o Amaz&ocirc;nica brasileira. II. Estudos preliminares do g&ecirc;nero <i>Geochelone </i>fitzinger, 1835. <b>Ci&ecirc;ncia e Cultura </b>21(2): 276.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> SAMPAIO, M. M., R. M. BARROS, M.  AYRES, &amp; O. R. CUNHA, 1971. A karyological study of two species  ofturtles from the Amazon region of Brazil. <b>Cytologia </b>36(2):  199-204.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <b>TRABALHOS EM JORNAIS DE BEL&Eacute;M OU SIMILARES</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Algumas observa&ccedil;&otilde;es sobre o  comportamento da pipira em seu habitat. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>15  jul.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. A Biblioteca do Museu Paraense. Um templo da Ci&ecirc;ncia. <b>O  Estado do Par&aacute;, </b>31 out.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Biografia da Amaz&ocirc;nia. Cap&iacute;tulo I. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>17 ago.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Biografia da Amaz&ocirc;nia. Cap&iacute;tulo II. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>22 ago.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Biografia da Amaz&ocirc;nia. Cap&iacute;tulo III. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>29 ago.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Biografia da Amaz&ocirc;nia. Cap&iacute;tulo IV <b>O Estado do Par&aacute;, </b>5 set.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Biografia de Ant&ocirc;nio Corr&ecirc;a de Lacerda. <b>O Estado  do Par&aacute;, </b>19 set.   CUNHA, O. R., 1954. Um Bot&acirc;nico na Amaz&ocirc;nia. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>7 nov.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. O cientista solit&aacute;rio. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>13  jun.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. O C&iacute;rio de Nazar&eacute; na opini&atilde;o de  alguns naturalistas. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>10 out.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. O desastre de Von Martius no rio Amazonas. <b>O  Estado do Par&aacute;, </b>14 out.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. O fundador da Zoogeografia do Brasil. <b>A  Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>25 jul.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Os grandes Lacert&iacute;lios da  Amaz&ocirc;nia. Cap&iacute;tulo I. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>12 dez.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Os grandes Lacert&iacute;lios da  Amaz&ocirc;nia. Cap&iacute;tulo    II. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>22 dez.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Os grandes Lacert&iacute;lios da  Amaz&ocirc;nia. Cap&iacute;tulo III. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>28 dez.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Jo&atilde;o Barbosa Rodrigues. Cap&iacute;tulo I. <b>O Estado do  Par&aacute;, </b>21 nov.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Jo&atilde;o Barbosa Rodrigues. Cap&iacute;tulo II. <b>O Estado do  Par&aacute;, </b>28 nov.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Jo&atilde;o Barbosa Rodrigues. Cap&iacute;tulo III. <b>O Estado  do Par&aacute;, </b>5 dez.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Leonardo da Vinci como  naturalista. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>12 set.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">CUNHA, O. R., 1954. Lysenko ou Mendel. <b>O Estado do Par&aacute;,</b> 1 ago.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Mimetismo em Lepid&oacute;pteros da Amaz&ocirc;nia. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>19 nov.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Motivos que impediram Humboldt de visitar a  Amaz&ocirc;nia. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>26 set.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. A origem da medicina  tropical. Cap&iacute;tulo I. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>19 out.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. A origem da medicina tropical. Cap&iacute;tulo II.  <b>O Estado do Par&aacute;, </b>24 out. c. 2.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. O primeiro naturalista na  Amaz&ocirc;nia. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>8 ago.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. Um Rei Naturalista. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;,</b>  16 maio.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1954. A respira&ccedil;&atilde;o do peixe-boi. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>25  jul.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1955. I. Os grandes Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia.   Cap&iacute;tulo IV. <b>O Estado  do Par&aacute;, </b>24 fev.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1955. I. Os  grandes Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. Cap&iacute;tulo V. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>13 mar.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1955. I. Os  grandes Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. Cap&iacute;tulo VI. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>23 mar.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1955. I. Os  grandes Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. Cap&iacute;tulo VII. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>8 abr.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1955. II. Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. <b>A Palavra, </b>1 jan.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1955. II. Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. <b>A Palavra, </b>27 fev.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1955. III. Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. Sobre a oviviparidade do lagarto-cobra <i>(Mabuya  mabouya mabouya </i>(Lac&eacute;pede), 1788. <b>A Palavra, </b>29 maio.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1955. IV. Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. <b>O  Estado do Par&aacute;, </b>17 mar.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1955. V. Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. <b>O  Estado do Par&aacute;, </b>29 mar.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1955. VI. Lacert&iacute;lios da Amaz&ocirc;nia. <b>O Estado do Par&aacute;, </b>15 abr.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1959. O Museu Paraense e a Geologia do Par&aacute; I. <b>A  Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>28 ago.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1959. O Museu Paraense e a Geologia do Par&aacute; II. <b>A  Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>30 ago.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1959. O Museu Paraense e a Geologia do Par&aacute; III  (Conclus&atilde;o). <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>1 set.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1960. Alexandre Von Humboldt e a Amaz&ocirc;nia. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>6 mar.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1960. Ant&ocirc;nio Corr&ecirc;a de Lacerda. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>31  jan.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1961. Esbo&ccedil;o biogr&aacute;fico de um cientista -  Walter Egler. <b>A Prov&iacute;ncia do  Par&aacute;, </b>17 set.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1965. O Centen&aacute;rio do Museu Paraense I. As origens. <b>A  Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>17 out.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1965. O Centen&aacute;rio do Museu Paraense &quot;Em&iacute;lio  Goeldi&quot; II. Os fundamentos e evolu&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>20  out.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1965. O centen&aacute;rio do Museu Paraense &quot;Em&iacute;lio  Goeldi&quot; III. Ainda o museu de 1866 a 1871. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>24  out.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1965. O centen&aacute;rio do Museu Paraense &quot;Em&iacute;lio  Goeldi&quot; IV O Museu de 1871 a 1891. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>31  out.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1965. O centen&aacute;rio do Museu Paraense &quot;Em&iacute;lio  Goeldi&quot; V Ainda o Museu de 1871 a 1881 &#91;1891&#93;. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>7 nov.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1965. O centen&aacute;rio do Museu Paraense &quot;Em&iacute;lio   Goeldi&quot; VI. O Museu de 1871 a 1891 (continua&ccedil;&atilde;o). <b>A  Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>14 nov.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1965. O centen&aacute;rio do Museu Paraense  &quot;Em&iacute;lio   Goeldi&quot; VIII &#91;VII&#93;. O Museu de 1871 a 1891 (continua&ccedil;&atilde;o). <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>21 nov.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1965. O centen&aacute;rio do Museu Paraense &quot;Em&iacute;lio  Goeldi&quot; VIII. O Museu de 1871 a 1891. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>28  nov.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1965. O centen&aacute;rio do Museu Paraense &quot;Em&iacute;lio   Goeldi&quot; IX. O Museu de 1871 a 1891 (continua&ccedil;&atilde;o). <b>A  Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>5 dez.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1965. O centen&aacute;rio do Museu Paraense  &quot;Em&iacute;lio   Goeldi&quot;. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>12 dez.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1966. Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi: Um s&eacute;culo de Hist&oacute;ria  e Ci&ecirc;ncia I. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>6 out.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1966. Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi: Um s&eacute;culo de Hist&oacute;ria  e Ci&ecirc;ncia II. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>16 out.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1966. Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi: Um s&eacute;culo de Hist&oacute;ria  e Ci&ecirc;ncia 3. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>17  out.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1966.  Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi: Um  s&eacute;culo de Hist&oacute;ria e Ci&ecirc;ncia 4. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>6  nov.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">CUNHA, O. R., 1967.  Augusto Montenegro e o Museu Paraense. <b>A Prov&iacute;ncia do  Par&aacute;, </b>18 jul.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1967.  Centen&aacute;rio da abertura do rio Amazonas (1867-1967). <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>21  maio.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1969. O  Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi e a Atualidade da Amaz&ocirc;nica. <b>A Prov&iacute;ncia do  Par&aacute;, </b>28 e 29 set.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1972. O  Museu e a febre amarela. <b>O Liberal: </b>2,   11 ago.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1974. 108<sup>o </sup>anivers&aacute;rio do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>13  out.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1974. 108<sup>o </sup>anivers&aacute;rio do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. <b>Correio Braziliense, </b>Bras&iacute;lia,  18 out.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1974. 108<sup>o </sup>anivers&aacute;rio do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. <b>O Di&aacute;rio do Congresso Nacional, </b>Bras&iacute;lia, out.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1976. A cria&ccedil;&atilde;o do Pirarucu  nos lagos do Museu. <b>O Liberal, </b>24 maio.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1978.  Pesquisas herpetol&oacute;gicas no Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. <b>A Prov&iacute;ncia do  Par&aacute;, </b>16 abr. Caderno 2: 6.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1984.  Viagem Filos&oacute;fica pelas capitanias do Gr&atilde;o-Par&aacute;, Rio Negro, Mato Grosso e Cuiab&aacute;  (1783/1793). Bicenten&aacute;rio da chegada a Bel&eacute;m de Alexandre Rodrigues Ferreira. <b>O  Liberal, </b>15 nov.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1985. Maria  Em&iacute;lia Snethlage (1868-1929): a primeira mulher cientista na  Amaz&ocirc;nia. <b>O Liberal, </b>15 nov.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1986.  Domingos Soares Ferreira Penna (1818-1888). <b>O  Liberal, </b>29 set.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1986. O  edif&iacute;cio central do Museu (Pavilh&atilde;o Domingos S. Ferreira Penna,  1879). <b>O  Liberal: </b>42, 22 set.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1986.  Em&iacute;lio Augusto Goeldi (1859-1917). <b>O Liberal, </b>29 nov.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1988. Centen&aacute;rio  da morte de Domingos S. Ferreira Penna. <b>O Liberal, </b>10 jan.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1988. O  criador do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. <b>O Liberal, </b>22 jan.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1988. O  Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. O Diploma outorgado pelo Museu Paraense Em&iacute;lio  Goeldi, Hist&oacute;rico. <b>O Di&aacute;rio do Par&aacute;, </b>5 maio. Caderno de cultura: B6-B7.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1988. Dr. Jacques Huber (1867-1914): o grande diretor do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi.  Cap&iacute;tulo I. <b>O Di&aacute;rio do Par&aacute;, </b>28 jul. Caderno de cultura.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R., 1988. Dr.  Jacques Huber (1867-1914): o grande diretor do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi.  Cap&iacute;tulo II. <b>O Di&aacute;rio do Par&aacute;, </b>Bel&eacute;m, 4 ago. Caderno de cultura.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; A. MEIRA FILHO,  1970. Landi, esse desconhecido. Cap&iacute;tulo I. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>3 dez.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; A. MEIRA FILHO,  1970. Landi, esse desconhecido. Cap&iacute;tulo II. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>20  out.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; A. MElRA FILHO,  1970. Landi, esse desconhecido. Cap&iacute;tulo III. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>20  out.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; A. MEIRA FILHO,  1970. Landi, esse desconhecido. Cap&iacute;tulo IV <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>3 jan.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> CUNHA, O. R. &amp; A. MEIRA FILHO,  1971. Landi, esse desconhecido. Cap&iacute;tulo V. <b>A Prov&iacute;ncia do Par&aacute;, </b>28 mar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <b>OUTRAS PUBLICA&Ccedil;&Otilde;ES</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">CUNHA, O. R., 2009.  Apresenta&ccedil;&atilde;o. In: M. I. F RAMOS, H. M. M. SANTOS, S. A. R. F COSTA &amp; P. M.  TOLEDO (Eds.): <b>Cat&aacute;logo de F&oacute;sseis: </b>Cole&ccedil;&atilde;o Paleontol&oacute;gica do Museu  Paraense Em&iacute;lio Goeldi. Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, Bel&eacute;m.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os  autores agradecem a Ligia Maria da Cunha Barbosa pelo acesso aos desenhos e &agrave;s  fotografias de Osvaldo Rodrigues da Cunha, bem como pela autoriza&ccedil;&atilde;o para  public&aacute;-los.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><a name="endereco" id="endereco"></a><a href="#topo"><img src="img/revistas/bmpegcn/v5n3/seta.gif" border="0" /></a>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b></font>    <br> <font size="2" face="Verdana">Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi</font>    <br> <font size="2" face="Verdana">Editor do Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. Ci&ecirc;ncias Naturais</font>    <br> <font size="2" face="Verdana">Av. Magalh&atilde;es Barata, 376</font>    <br> <font size="2" face="Verdana">S&atilde;o Braz &ndash; CEP 66040-170</font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <font size="2" face="Verdana">Bel&eacute;m - PA - Brasil</font>    <br> <font size="2" face="Verdana">Caixa Postal 399</font>    <br> <font size="2" face="Verdana">Telefone: 55-91-3182-3246</font>    <br> <font size="2" face="Verdana">Fax: 55-91-3249-6373</font>    <br> <font size="2" face="Verdana">E-mail:<a href="mailto:boletim.naturais@museu-goeldi.br">boletim.naturais@museu-goeldi.br</a></font></p>      ]]></body>
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