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<journal-title><![CDATA[Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Naturais]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise fitossociológica de floresta ombrófila densa e determinação de espécies-chave para recuperação de área degradada através da adequação do índice de valor de importância]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Phytosociological analysis of tropical rain forest and determination of key-species to recovery of degraded area based through the importance value index]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In the National Forest of Saracá-Taquera, Para State, the bauxite mining is made in open pits. The mining operations involve since the complete removal of the tropical rain forest to the land restoration by heterogeneous reforestation where are employed on average 80 species. The objective of this paper is to provide an index of horizontal phytosociology dummy (IHP), calculated through the same variables used to obtain the importance value index (IVI), by ranking tree species sampled in the inventories of the tropical rain forest in ecologic categories of high, medium and low priorities. The phytosociological inventories done in the Saracá plateau recorded 23,166 individuals, summing 796 species and 58 families. The adequacy of the factor analysis was determined by the tests of Bartlett, which evaluated the overall significance of the correlation matrix and shows that the correlations are significant to the 1% probability level, and Kaiser-Meyer-Olkin (KMO), which shows that the variables are correlated and that the factor model has a good fitness to the data set. The statistical tests validated the data set for use of multivariate analysis technique, and therefore for the construction of the IHP which selected 65 key species for use in forest restoration purposes, against only six indicated by the IVI.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="2" face="verdana"><b><a name="topo"></a><font size="4">An&aacute;lise fitossociol&oacute;gica  de floresta ombr&oacute;fila densa e determina&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies-chave para recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;rea degradada atrav&eacute;s da adequa&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de valor de import&acirc;ncia </font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Phytosociological analysis of tropical rain forest and determination of key-species  to recovery of degraded area based through the importance value index</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"> <b>Rafael  de Paiva Salom&atilde;o<sup>I</sup>; Ant&ocirc;nio Cordeiro Santana<sup>II</sup>; Silvio Brienza J&uacute;nior<sup>III</sup>; Vitor  Hugo Freitas Gomes<sup>IV</sup> </b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><sup>I</sup>Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi/Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia Tecnologia e  Inova&ccedil;&atilde;o. Coordena&ccedil;&atilde;o de Bot&acirc;nica. Bel&eacute;m, Par&aacute;, Brasil</font>    <br> <font size="2" face="verdana"><sup>II</sup>Universidade  Federal Rural da Amaz&ocirc;nia. Instituto S&oacute;cio-Ambiental e de Recursos H&iacute;dricos.  Bel&eacute;m, Par&aacute;, Brasil</font>    <br> <font size="2" face="verdana"><sup>III</sup>Embrapa Amaz&ocirc;nia Oriental. Bel&eacute;m, Par&aacute;, Brasil    <br> </font><font size="2" face="verdana"><sup>IV</sup>Universidade  Federal do Par&aacute;. N&uacute;cleo de Meio Ambiente. Bel&eacute;m, Par&aacute;, Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a href="#endereco">Autor para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Na Floresta Nacional  Sarac&aacute;-Taquera, estado do Par&aacute;, a lavra da bauxita &eacute; feita a c&eacute;u aberto. As  opera&ccedil;&otilde;es de lavra envolvem desde a supress&atilde;o da floresta ombr&oacute;fila densa at&eacute; a  restaura&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas atrav&eacute;s de reflorestamentos heterog&ecirc;neos, onde s&atilde;o  empregadas por volta de 80 esp&eacute;cies. Objetivou-se, neste trabalho, apresentar  um &iacute;ndice de fitossociologia horizontal (IFH), obtido pelas mesmas vari&aacute;veis  que fornecem o &iacute;ndice de valor de import&acirc;ncia (IVI), atrav&eacute;s do ranqueamento  das esp&eacute;cies amostradas nos invent&aacute;rios da floresta ombr&oacute;fila densa em  categorias ecol&oacute;gicas de prioridade alta, intermedi&aacute;ria e baixa. Nos  invent&aacute;rios fitossociol&oacute;gicos do plat&ocirc; Sarac&aacute;, foram  registrados 23.166 indiv&iacute;duos, totalizando 796 esp&eacute;cies e 58 fam&iacute;lias. A  adequa&ccedil;&atilde;o da an&aacute;lise fatorial foi determinada pelos testes de Bartlett, que avaliaram a signific&acirc;ncia geral  da matriz de correla&ccedil;&atilde;o, indicando que as correla&ccedil;&otilde;es s&atilde;o significantes no n&iacute;vel de 1% de probabilidade, e de Kaiser-Meyer-Olkin (KMO), que indicou que as vari&aacute;veis est&atilde;o correlacionadas e que o  modelo fatorial apresentou um n&iacute;vel bom de adequa&ccedil;&atilde;o aos dados. Os testes  estat&iacute;sticos validaram a amostra de dados para emprego da t&eacute;cnica de an&aacute;lise  multivariada e, portanto, para a constru&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de fitossociologia  horizontal com vari&aacute;vel <i>dummy </i>-  IFH, que selecionou 65 esp&eacute;cies-chave para plantio em trabalhos de restaura&ccedil;&atilde;o  florestal, contra apenas seis indicadas pelo &iacute;ndice IVI.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">  <b>Palavras-chave: </b>Sele&ccedil;&atilde;o  de esp&eacute;cies. Floresta tropical densa. Restaura&ccedil;&atilde;o florestal. Minera&ccedil;&atilde;o de  bauxita. An&aacute;lise multivariada. Amaz&ocirc;nia.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">In the National Forest of Sarac&aacute;-Taquera, Para State, the  bauxite mining is made in open pits. The mining operations involve since the  complete removal of the tropical rain forest to the land restoration by  heterogeneous reforestation where are employed on average 80 species. The  objective of this paper is to provide an index of horizontal phytosociology dummy  (IHP), calculated through the same variables used to obtain the importance  value index (IVI), by ranking tree species sampled in the inventories of the  tropical rain forest in ecologic categories of high, medium and low priorities.  The phytosociological inventories done in the Sarac&aacute; plateau  recorded 23,166  individuals, summing 796 species and 58 families. The  adequacy of the factor analysis was determined by the tests of Bartlett, which  evaluated the overall significance of the correlation matrix and shows that the  correlations are significant to the 1% probability level, and  Kaiser-Meyer-Olkin (KMO), which shows that the variables are correlated and  that the factor model has a good fitness to the data set. The statistical tests  validated the data set for use of multivariate analysis technique, and  therefore for the construction of the IHP which selected 65 key species for  use in forest restoration purposes, against only six indicated by the IVI.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">  <b>Keywords: </b>Species selection. Dense tropical forest. Forest  restoration. Bauxite mining. Multivariate analysis. Amazonia.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Em 1979, a Minera&ccedil;&atilde;o Rio do  Norte (MRN) iniciou as opera&ccedil;&otilde;es de lavra da bauxita na Floresta Nacional  (FLONA) Sarac&aacute;-Taquera/ICMBio, em Porto Trombetas, estado do Par&aacute;. A lavra do  min&eacute;rio, que ocorre no subsolo da floresta ombr&oacute;fila densa dos diversos plat&ocirc;s  da &aacute;rea, &eacute; feita a c&eacute;u aberto. As opera&ccedil;&otilde;es de lavra envolvem desde a supress&atilde;o  (corte raso) de toda a vegeta&ccedil;&atilde;o at&eacute; a completa restaura&ccedil;&atilde;o florestal das &aacute;reas  de lavra por meio dos reflorestamentos heterog&ecirc;neos, onde s&atilde;o empregadas  por volta de 80 esp&eacute;cies  arb&oacute;reas, e a indu&ccedil;&atilde;o da regenera&ccedil;&atilde;o natural, via adi&ccedil;&atilde;o e espalhamento de solo  superficial (<i>top soil, </i>'terra preta') nas &aacute;reas anuais de plantio. Antes  da opera&ccedil;&atilde;o de supress&atilde;o, a empresa tem que avaliar quali e quantitativamente a  vegeta&ccedil;&atilde;o florestal, por meio de invent&aacute;rios florestais e fitossociol&oacute;gicos,  para possibilitar o aproveitamento de toda a madeira comercial e tamb&eacute;m  subsidiar as a&ccedil;&otilde;es de  restaura&ccedil;&atilde;o florestal das &aacute;reas desmatadas para a extra&ccedil;&atilde;o de bauxita.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A a&ccedil;&atilde;o antr&oacute;pica &eacute;  necess&aacute;ria para a recupera&ccedil;&atilde;o desses ecossistemas degradados pela atividade  miner&aacute;ria, pois j&aacute; n&atilde;o disp&otilde;em de mecanismos naturais de regenera&ccedil;&atilde;o, tais como  banco de sementes, banco de pl&acirc;ntulas, chuva de sementes e rebrota,  apresentando, portanto, baixa resili&ecirc;ncia, isto &eacute;, seu retorno ao estado  anterior pode ou n&atilde;o ocorrer ou ser extremamente lento (Carpanezzi <i>et al., </i>1990). Nos processos de  recupera&ccedil;&atilde;o destes ecossistemas, podem ser usadas duas t&eacute;cnicas distintas:  restaura&ccedil;&atilde;o e reabilita&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Restaura&ccedil;&atilde;o,  de acordo com Rodrigues <i>et al. </i>(2009), &eacute; o retorno de uma condi&ccedil;&atilde;o  perturbada ou totalmente alterada a um estado anterior que existia  naturalmente. Moscatelli <i>et al. </i>(1993) afirmaram que a restaura&ccedil;&atilde;o  refere-se ao retorno a um estado pr&eacute;-existente sem que, necessariamente, o  sistema retorne &agrave;s suas caracter&iacute;sticas originais. Segundo Viana (1990), a restaura&ccedil;&atilde;o refere-se ao conjunto de  tratamentos que visam recuperar a forma original do ecossistema, ou seja, a sua  estrutura, din&acirc;mica e intera&ccedil;&otilde;es  biol&oacute;gicas, sendo uma t&eacute;cnica recomendada para   ecossistemas  raros e amea&ccedil;ados, nos quais os processos de recupera&ccedil;&atilde;o demandam maior tempo e  resultam em custos elevados (caso das &aacute;reas de minera&ccedil;&atilde;o). A restaura&ccedil;&atilde;o  ecol&oacute;gica de &aacute;reas degradadas envolve o atendimento a pelo menos nove atributos  listados pela Society for Ecologial Restoration (SER, 2004), entre os quais se  destaca que o ecossistema restaurado deve conter um conjunto caracter&iacute;stico de  esp&eacute;cies-chave ocorrentes no ecossistema de refer&ecirc;ncia, fornecendo uma  estrutura apropriada de comunidade, e tamb&eacute;m que seja constitu&iacute;do pelo maior  n&uacute;mero poss&iacute;vel de esp&eacute;cies nativas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os  plat&ocirc;s da FLONA Sarac&aacute;-Taquera/ICMBIO, em especial, o plat&ocirc; Sarac&aacute;, objeto deste estudo, podem  ser considerados como o extremo da degrada&ccedil;&atilde;o antr&oacute;pica, pois todas as  propriedades f&iacute;sicas, qu&iacute;micas, biol&oacute;gicas e ecol&oacute;gicas do ecossistema original  foram intensamente alteradas ou destru&iacute;das ap&oacute;s a lavra da bauxita, acarretando  uma profunda instabilidade de todo o ecossistema artificial criado (Salom&atilde;o <i>et  al.</i>,  2007).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Na  base da defini&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos adequados para a restaura&ccedil;&atilde;o florestal, uma  quest&atilde;o &eacute; fundamental para o sucesso do objetivo, independentemente do m&eacute;todo selecionado: quais esp&eacute;cies  plantar de modo a recobrir o solo e restaurar os processos ecol&oacute;gicos em menos  tempo, com menores perdas e ao menor custo. A sele&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies  adequadas &eacute; de fundamental import&acirc;ncia para o sucesso da restaura&ccedil;&atilde;o. A grande  maioria, se n&atilde;o a totalidade, dos Planos de Recupera&ccedil;&atilde;o de &Aacute;reas Degradadas  (PRAD) das empresas miner&aacute;rias indica que se use as esp&eacute;cies de maior &iacute;ndice de  valor de import&acirc;ncia (IVI), descrito por Curtis &amp; McIntosh (1951). No entanto, n&atilde;o  existe nenhum estudo para a Amaz&ocirc;nia que seja fundamentado em uma an&aacute;lise amparada por  modelos estat&iacute;sticos robustos e indique quais esp&eacute;cies plantar.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Um importante instrumento da ecologia de comunidade &eacute;  a an&aacute;lise multivariada, que trata todas as vari&aacute;veis simultaneamente,  sumariando os dados e revelando a sua estrutura com a menor perda de  informa&ccedil;&otilde;es poss&iacute;vel (Gauch, 1982; Pielou, 1984). Diferentemente da estat&iacute;stica cl&aacute;ssica, que possibilita o teste de  hip&oacute;tese, as an&aacute;lises multivariadas se prestam mais a investigar os dados e  gerar hip&oacute;teses (Gauch, 1982; Oliveira-Filho &amp; Ratter, 1995). S&oacute; recentemente as  an&aacute;lises multivariadas tornaram-se instrumentos acess&iacute;veis, apesar de h&aacute; muito  conhecidas (Goodall,  1954). Muitos estudos em comunidades vegetais  utilizam como base esse tipo de an&aacute;lise, seja para agrupar amostras,  classificar tipos de forma&ccedil;&otilde;es, relacionar vari&aacute;veis ambientais a diferen&ccedil;as na  comunidade, ou mesmo para definir prioridades para a conserva&ccedil;&atilde;o (Toledo <i>et  al., </i>2009; Santos <i>et al., </i>2007; Johnson &amp; Wichern, 2007;  Stella, 2002; Silva &amp; Shepherd, 1986).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A an&aacute;lise multivariada foi empregada por Toledo <i>et al. </i>(2009)  para caracteriza&ccedil;&atilde;o fitossociol&oacute;gica em vegeta&ccedil;&atilde;o de cerrado no norte de Minas  Gerais. Santos <i>et al. </i>(2007) analisaram a riqueza e a similaridade  flor&iacute;stica de fragmentos florestais no norte de Minas Gerais baseando-se no  dendrograma e na dist&acirc;ncia euclidiana entre as parcelas, calculada a partir da  matriz de correla&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis selecionadas. Stella (2002)  testou uma metodologia de sele&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies arb&oacute;reas tropicais priorit&aacute;rias  para a conserva&ccedil;&atilde;o, a partir de um total de 214 esp&eacute;cies lenhosas conhecidas,  sendo cinco delas selecionadas; concluiu informando que a an&aacute;lise do sistema  dos algoritmos, bem como a da sele&ccedil;&atilde;o e uso dos crit&eacute;rios, revelou pontos  fortes e fracos da metodologia. Silva e Shepherd (1986) estabeleceram rela&ccedil;&otilde;es  entre diferentes amostras de mata atl&acirc;ntica e floresta amaz&ocirc;nica, utilizando a  an&aacute;lise de agrupamento no n&iacute;vel de g&ecirc;neros.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Para estudos fitossociol&oacute;gicos, o estabelecimento de parcelas na  &aacute;rea que se deseja estudar &eacute; o procedimento mais comumente empregado. Usa-se a  m&eacute;dia das contagens e mensura&ccedil;&otilde;es feitas para cada esp&eacute;cie em cada parcela, e  sup&otilde;e-se que as m&eacute;dias assim obtidas possam ser generalizadas para toda a  fitocenose. Esses m&eacute;todos permitem avaliar quantitativamente a variabilidade dos par&acirc;metros estimados e tamb&eacute;m podem fornecer, simultaneamente,  informa&ccedil;&otilde;es sobre o padr&atilde;o espacial de   distribui&ccedil;&atilde;o de indiv&iacute;duos em cada popula&ccedil;&atilde;o. O trabalho de Cain <i>et  al. </i>(1956) marcou o in&iacute;cio da utiliza&ccedil;&atilde;o, na Amaz&ocirc;nia, de par&acirc;metros  fitossociol&oacute;gicos como densidade, frequ&ecirc;ncia e  valor de import&acirc;ncia (Curtis &amp; Mcintosh, 1951) e da  metodologia de caracteriza&ccedil;&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o de Raunkiaer (1934),  utilizando formas de vida e tamanho de folha.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> Prance <i>et al. </i>(1976) produziram o primeiro, e por muito  tempo o &uacute;nico, estudo quantitativo da floresta de terra firme da regi&atilde;o,  utilizando coletas para identifica&ccedil;&otilde;es no n&iacute;vel de esp&eacute;cie. Rankin-de-Merona <i>et  al. </i>(1992) publicaram os dados preliminares do levantamento de 70 ha de  mata de terra firme pr&oacute;ximo a Manaus, dentro das reservas do Projeto Din&acirc;mica  Biol&oacute;gica de Fragmentos Florestais (PDBFF), onde foram computadas 698  morfoesp&eacute;cies, com as fam&iacute;lias Lecythidaceae, Leguminaceae, Sapotaceae e  Burseraceae. Essas fam&iacute;lias foram as mais abundantes em n&uacute;mero de indiv&iacute;duos e  tamb&eacute;m as mais ricas em esp&eacute;cies. Valencia <i>et  al. </i>(1994) amostraram, no Equador,  1 ha de floresta ombr&oacute;fila com a maior alfa-diversidade de &aacute;rvores do mundo.  Foram computadas 307 esp&eacute;cies com DAP &#8805; 10 cm, sendo que <i>Jessenia bataua </i>(Arecaceae) e <i>Eschweilera </i>aff. <i>coriacea </i>(Lecythidaceae) foram as esp&eacute;cies com maior  densidade, e Leguminosae, Lauraceae, Sapotaceae, Moraceae e Burseraceae, as  fam&iacute;lias mais diversas. Assim, os invent&aacute;rios na Amaz&ocirc;nia t&ecirc;m demonstrado que  as matas de terra firme apresentam alta diversidade, grande porcentagem de  esp&eacute;cies com baixa densidade e baixa similaridade flor&iacute;stica entre parcelas  pr&oacute;ximas. Esses padr&otilde;es foram estabelecidos muito cedo na hist&oacute;ria dos  invent&aacute;rios florestais quantitativos nessa regi&atilde;o (Davis &amp;  Richards,  1934; Black <i>et al., </i>1950; Pires <i>et al., </i>1953;  Cain <i>et al., </i>1956), pouco tendo sido acrescentado desde ent&atilde;o quanto a  padr&otilde;es estruturais e flor&iacute;sticos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> &Eacute; muito dif&iacute;cil destacar  algumas dezenas de esp&eacute;cies para a restaura&ccedil;&atilde;o, entre as centenas que ocorrem,  de um modo geral, nos plat&ocirc;s da FLONA Sarac&aacute;-Taquera/ICMBio, que devem  apresentar uma grande import&acirc;ncia na estrutura dessas florestas. O mat&aacute;-mat&aacute; (<i>Eschweilera</i> <i>coriacea, </i>Lecythidaceae) &eacute; a &uacute;nica esp&eacute;cie que aparece com  grande densidade em levantamentos por toda a Amaz&ocirc;nia (Valencia <i>et al., </i>1994; Rollet, 1993; Silva <i>et al., </i>1992; Prance <i>et al., </i>1976; SUDAM, 1973; Cain <i>et al., </i>1956; Pires <i>et al., </i>1953).  Contudo, alguns padr&otilde;es bem estabelecidos emergem das an&aacute;lises no n&iacute;vel de  fam&iacute;lia, na quais, com raras exce&ccedil;&otilde;es, Leguminosae (<i>sensu lato</i>)<i>, </i>Lecythidaceae,  Sapotaceae, Burseraceae, Chrysobalanaceae, Moraceae e Lauraceae est&atilde;o entre as  fam&iacute;lias com maior densidade e diversidades no dossel de matas prim&aacute;rias.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A  Secretaria de Meio Ambiente (SMA) do estado de S&atilde;o Paulo publicou uma  legisla&ccedil;&atilde;o in&eacute;dita para orientar a recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas: a Resolu&ccedil;&atilde;o  SMA 47, de 21/11/2003  (SMA, 2003), preconiza, entre outras normas, que nos trabalhos de  restaura&ccedil;&atilde;o florestal, em &aacute;reas originalmente cobertas por florestas, dever&aacute;  ser usado um n&uacute;mero m&iacute;nimo de 80 esp&eacute;cies. No estado do Par&aacute;, o Decreto n<sup>o</sup>. 31.594, de 27/01/2010 (IDEFLOR, 2010), disp&otilde;e no artigo 7<sup>o</sup>, inciso III, que o  plantio de mudas para fins de recomposi&ccedil;&atilde;o da Reserva Legal (80% da &aacute;rea total do  im&oacute;vel) dever&aacute; utilizar o maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de esp&eacute;cies nativas de  ocorr&ecirc;ncia regional.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Considerando  que as empresas miner&aacute;rias t&ecirc;m que restaurar as &aacute;reas florestais cuja cobertura  vegetal foi suprimida, objetivou-se, neste estudo, analisar a estrutura  fitossociol&oacute;gica horizontal por meio da adequa&ccedil;&atilde;o de um &iacute;ndice fitossociol&oacute;gico  com vari&aacute;vel <i>dummy </i>(IFH), obtido por t&eacute;cnicas de an&aacute;lise multivariada,  envolvendo as mesmas vari&aacute;veis do &iacute;ndice de valor de import&acirc;ncia (IVI) proposto  por Curtis &amp; McIntosh  (1951). Posteriormente,  foi feita a compara&ccedil;&atilde;o dos resultados obtidos pelos dois m&eacute;todos atrav&eacute;s da  hierarquiza&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies amostradas na floresta ombr&oacute;fila densa em tr&ecirc;s  categorias ecol&oacute;gicas previamente estabelecidas (prioridade alta, intermedi&aacute;ria  e baixa). Ap&oacute;s o ranqueamento, foi feita a sele&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies mais adequadas  (esp&eacute;cies-chave) para o plantio nas &aacute;reas anuais de restaura&ccedil;&atilde;o florestal  (m&eacute;dia de 400 ha/ano), onde devem ser usadas um m&iacute;nimo de 80 esp&eacute;cies.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <b>MATERIAIS  E M&Eacute;TODOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>&Aacute;REA DE ESTUDO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os  invent&aacute;rios florestais foram realizados, no per&iacute;odo de 2002 a 2006, em uma &aacute;rea  total de 1.290,5 ha, no plat&ocirc; Sarac&aacute;, com altitude m&eacute;dia de 180 m, localizado na  Floresta Nacional Sarac&aacute;-Taquera/ICMBio, no distrito de Porto Trombetas (1<sup>o</sup> 21' S - 56<sup>o</sup> 22' W), munic&iacute;pio de  Oriximin&aacute;, estado do Par&aacute;, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> De  acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE, 1992), a &aacute;rea de estudo acha-se inserida na regi&atilde;o da  Floresta Ombr&oacute;fila Densa, sub-regi&atilde;o  dos Baixos Plat&ocirc;s da Amaz&ocirc;nia, dom&iacute;nio da floresta  densa das baixas altitudes, cuja fisionomia refere-se &agrave; floresta localizada  principalmente nos plat&ocirc;s Terci&aacute;rios e terra&ccedil;os antigos e recentes,  apresentando-se em dois estratos distintos: um emergente e outro uniforme. As  principais esp&eacute;cies que caracterizam o estrato emergente s&atilde;o <i>Dinizia excelsa </i>(angelim-pedra), <i>Bertholletia excelsa </i>(castanheira) e <i>Cedrelinga  cateniformis </i>(cedrorana). O estrato uniforme &eacute; caracterizado por <i>Manilkara </i>spp. (ma&ccedil;arandubas), <i>Protium </i>spp. (breus) e <i>Pouteria </i>spp.  (abius).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>PROCESSO  DE AMOSTRAGEM</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> O  processo amostral utilizado nos invent&aacute;rios florestais foi baseado na  amostragem sistem&aacute;tica, tamb&eacute;m conhecida como sele&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica, onde as  unidades amostrais s&atilde;o selecionadas segundo um r&iacute;gido e pr&eacute;-determinado esquema  que procura cobrir toda a popula&ccedil;&atilde;o (Campos &amp; Leite, 2002).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O princ&iacute;pio b&aacute;sico do m&eacute;todo consiste em selecionar as  unidades amostrais (ou parcelas) seguindo um intervalo <i>k, </i>definido  antecipadamente. A sele&ccedil;&atilde;o da primeira parcela automaticamente determina a  posi&ccedil;&atilde;o das demais. Assim sendo, o elemento chance pode ser introduzido somente  no ponto de partida (Soares <i>et al., </i>2006). Por outro lado, a dire&ccedil;&atilde;o a  seguir pela linha imagin&aacute;ria (eixo) das parcelas muitas vezes &eacute; definida  propositalmente, sen&atilde;o os resultados poder&atilde;o ser influenciados,  por exemplo, pela  topografia.  Procura-se, geralmente, o sentido da linha de  declividade.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Atualmente, ainda perduram diverg&ecirc;ncias quanto &agrave; precis&atilde;o das  estimativas provenientes da amostragem sistem&aacute;tica, sendo defendida a ideia de que somente as t&eacute;cnicas da sele&ccedil;&atilde;o aleat&oacute;ria dos par&acirc;metros da  popula&ccedil;&atilde;o oferecem estimativas isentas de tend&ecirc;ncia (Sanquetta <i>et al., </i>2009). N&atilde;o obstante, no  presente estudo, utilizou-se uma concep&ccedil;&atilde;o de amostragem sistem&aacute;tica com  m&uacute;ltiplos in&iacute;cios aleat&oacute;rios, convergindo, assim, para um procedimento casualizado, tal como o fizeram Queiroz &amp; Barros (1998). A amostragem sistem&aacute;tica, em muitos casos, produz  estimativas confi&aacute;veis, al&eacute;m de ser bem menos onerosa devido ao modo como &eacute; esquematizada a localiza&ccedil;&atilde;o das parcelas. A  fixa&ccedil;&atilde;o das unidades amostrais &eacute; mais f&aacute;cil e mais r&aacute;pida, assim como a  organiza&ccedil;&atilde;o, a supervis&atilde;o e a checagem tornam-se mais simples de serem  executadas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A vari&acirc;ncia  da m&eacute;dia, sob o ponto de vista te&oacute;rico da  amostragem sistem&aacute;tica, de acordo com Queiroz &amp; Barros (1998),  somente poder&aacute; ser obtida uma vez que se disponha dos valores m&eacute;dios de todas  as amostras sistem&aacute;ticas poss&iacute;veis, ou no caso de serem conhecidos os valores  verdadeiros da vari&acirc;ncia  entre unidades dentro das amostras sistem&aacute;ticas, o  que corresponde a ter que enumerar ou levantar totalmente a popula&ccedil;&atilde;o, o que  n&atilde;o &eacute; fact&iacute;vel em termos de invent&aacute;rio florestal. Os autores sugerem que, em  face da impossibilidade de se obter a vari&acirc;ncia da m&eacute;dia de uma &uacute;nica amostra  sistem&aacute;tica, pode-se, relativamente aos levantamentos florestais, analis&aacute;-la  como inteiramente casualizada, uma vez que as &aacute;rvores est&atilde;o distribu&iacute;das  aleatoriamente por algum crit&eacute;rio objetivo, ocorrendo na floresta segundo leis naturais.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A vantagem mais importante da amostra sistem&aacute;tica, quando aplicada  em florestas prim&aacute;rias, &eacute; que as unidades amostrais se distribuem mais  uniformemente na popula&ccedil;&atilde;o, originando uma maior representatividade, tornando-se eficiente para detectar tend&ecirc;ncia ou concentra&ccedil;&atilde;o de  certas caracter&iacute;sticas, sendo tamb&eacute;m mais precisa na observa&ccedil;&atilde;o   das vari&aacute;veis tipol&oacute;gicas (Queiroz  &amp; Barros, 1998; Campos &amp; Leite, 2002; Soares <i>et al., </i>2006;  Sanquetta <i>et al., </i>2009).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A unidade amostral empregada tinha a forma retangular, com 10 m de  largura por 250 m de comprimento (0,25 ha), onde foram registradas,  identificadas e mensuradas todas as &aacute;rvores, cip&oacute;s e palmeiras com DAP &#8805; 10 cm. Foram empregadas 195 parcelas na amostragem, resultando  em uma intensidade amostral de 3,78%.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O material f&eacute;rtil coletado est&aacute; depositado no Herb&aacute;rio do Museu  Paraense Em&iacute;lio Goeldi (MPEG), com sigla internacional MG. A identifica&ccedil;&atilde;o do  material bot&acirc;nico foi feita por compara&ccedil;&atilde;o pelos parabot&acirc;nicos do MPEG, sendo  que o material f&eacute;rtil foi encaminhado aos especialistas. O sistema de  classifica&ccedil;&atilde;o adotado foi o Angiosperm Phylogeny  Group (APG iii).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">  <b>ESTRUTURA HORIZONTAL</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A estrutura horizontal da floresta foi caracterizada por meio das  vari&aacute;veis fitossociol&oacute;gicas inclu&iacute;das na an&aacute;lise fatorial, como abund&acirc;ncia, frequ&ecirc;ncia e domin&acirc;ncia  (absolutas e relativas) das esp&eacute;cies registradas  nas parcelas da amostra. Estas vari&aacute;veis foram utilizadas na defini&ccedil;&atilde;o de um &iacute;ndice  de fitossociologia horizontal (IFH) para ser comparado com o &iacute;ndice de valor de  import&acirc;ncia ecol&oacute;gica da esp&eacute;cie (IVI), proposto por Curtis &amp; Mcintosh (1951). Alternativamente, incluiu-se uma vari&aacute;vel qualitativa  (vari&aacute;vel <i>dummy </i>- VD) para captar a influ&ecirc;ncia das esp&eacute;cies em que pelo menos 50%  dos valores das vari&aacute;veis estudadas constavam na amostra.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O IVI &eacute; definido de acordo com a equa&ccedil;&atilde;o IVI = ABR + FRR +DOR em  que: (i) ABR = (n&uacute;mero de indiv&iacute;duos da esp&eacute;cie / n&uacute;mero total de indiv&iacute;duos x  100); (ii) FRR = (n&uacute;mero de parcelas em que ocorre a esp&eacute;cie / soma do n&uacute;mero  total de parcelas de todas as esp&eacute;cies) x 100; (iii) DOR = (&aacute;rea seccional  total dos indiv&iacute;duos da esp&eacute;cie / &aacute;rea seccional total de todos os indiv&iacute;duos  das esp&eacute;cies) x 100.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> Para a an&aacute;lise da riqueza e da  diversidade arb&oacute;rea, foram utilizados os &iacute;ndices de Shannon &amp;  Wiener (1949), de equabilidade  (Pielou, 1975) e o &iacute;ndice de Simpson (Simpson, 1949).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>MODELO  ANAL&Iacute;TICO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O  modelo de an&aacute;lise fatorial, conforme Santana (2005, 2007, 2008), foi utilizado para  definir as dimens&otilde;es latentes comuns, ou fatores comuns, a partir da estrutura de  inter-rela&ccedil;&otilde;es apresentadas entre as vari&aacute;veis quantitativas e qualitativas da  amostra de dados utilizada no trabalho.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A  express&atilde;o matem&aacute;tica que especifica o modelo geral de an&aacute;lise fatorial,  conforme apresentado em Dillon &amp; Goldstein (1984), &eacute; dada por:</font></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v7n1/1a05f1.gif" border="0"></p>     <p><font size="2" face="verdana">em que:  (i) <i>X</i> = &eacute; o vetor transposto  p-dimensional das vari&aacute;veis observ&aacute;veis, dado por <i>X </i>= (<i>x<sub>1'</sub> x<sub>2'</sub> </i>X<i><sub>p</sub></i>), (ii) <i>F </i>&eacute; o vetor transposto  q-dimensional das vari&aacute;veis latentes ou fatores comuns, dado por <i>F </i>= (<i>f<sub>1'</sub> f<sub>2'</sub> ..., f<sub>q</sub></i>), assumindo q &lt; p; (iii) <i><img src="/img/revistas/bmpegcn/v7n1/1a05f5.gif" border="0" align="absmiddle"> </i>= &eacute; o vetor transposto  p-dimensional das vari&aacute;veis aleat&oacute;rias ou fatores &uacute;nicos, dado por <i><img src="/img/revistas/bmpegcn/v7n1/1a05f6.gif" border="0" align="absmiddle"></i>  = (<i>e<sub>1'</sub> e<sub>2' </sub>..., e<sub>p</sub></i>)<i>; </i>e (iv) &#945; = &eacute; a matriz (p, q) dos par&acirc;metros  ou cargas fatoriais a serem estimados.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> As  cargas fatoriais geradas a partir da solu&ccedil;&atilde;o inicial do modelo de an&aacute;lise  fatorial podem n&atilde;o representar um padr&atilde;o significativo, caso n&atilde;o se consiga uma  ortogonalidade perfeita entre elas. Para corrigir esta quest&atilde;o, conforme Dillon  &amp; Goldstein (1984) e Johnson &amp; Wichern (1992), adotou-se o m&eacute;todo <i>varimax </i>de  rota&ccedil;&atilde;o ortogonal dos fatores pela simplicidade e pelos bons resultados que  apresenta (Hair <i>et al., </i>2005; Santana, 2005).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A  t&eacute;cnica de raiz unit&aacute;ria foi utilizada para a extra&ccedil;&atilde;o dos fatores (Hair <i>et al., </i>2005; Mingoti, 2005; Santana, 2007, 2008). Sendo assim, as  vari&aacute;veis que contribu&iacute;ram com um autovalor igual ou superior a 1 foram  escolhidas, uma vez que somente estas s&atilde;o consideradas significantes para  representar o fen&ocirc;meno  estudado.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Para a  defini&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice fitossociol&oacute;gico horizontal com vari&aacute;vel <i>dummy </i>(IFH),  procedeu-se conforme  Santana (2007), a partir da estima&ccedil;&atilde;o dos escores fatoriais. Assim, para cada fator extra&iacute;do <i>f<sub>j'</sub></i> oi-&eacute;simo escore fatorial extra&iacute;do &eacute; definido por <i>F<sub>ij'</sub></i> expresso conforme Dillon e Goldstein (1984):</font></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v7n1/1a05f2.gif" border="0"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">  onde <i>b<sub>i</sub> </i>s&atilde;o os coeficientes de regress&atilde;o estimados para os <i>n </i>escores  fatoriais comuns e <i>x<sub>ij</sub></i> s&atilde;o as <i>n </i>observa&ccedil;&otilde;es  das <i>p </i>vari&aacute;veis observ&aacute;veis, padronizadas pelo m&eacute;todo <i>Z-score </i>para  apresentar uma distribui&ccedil;&atilde;o com m&eacute;dia 0 e desvio igual a 1.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Para a  constru&ccedil;&atilde;o do IFH, o escore fatorial (<i>F<sub>i</sub></i>) foi  padronizado a fim de se obter valores positivos dos escores originais para  variar entre 0 e 1 (<i>FP<sub>i</sub></i>) e permitir a  hierarquiza&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies. A f&oacute;rmula matem&aacute;tica &eacute; a seguinte:</font></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v7n1/1a05f3.gif" border="0"></p>     <p><font size="2" face="verdana"> onde <i>Fmax </i>e <i>Fm&iacute;n </i>s&atilde;o os valores m&aacute;ximo e m&iacute;nimo observados para os escores  fatoriais associados &agrave;s vari&aacute;veis (abund&acirc;ncia, frequ&ecirc;ncia e domin&acirc;ncia) das  esp&eacute;cies.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O IFH  foi definido com base em Santana (2007):</font></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v7n1/1a05f4.gif" border="0"></p>     <p><font size="2" face="verdana">onde <b>&#955;</b>  &eacute; a vari&acirc;ncia explicada por cada fator e <b>&#8721;&#955;</b> &eacute; a soma total da vari&acirc;ncia  explicada pelo conjunto de fatores comuns extra&iacute;dos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Para  facilitar a interpreta&ccedil;&atilde;o dos resultados, foram estabelecidos tr&ecirc;s intervalos  de valores do IFH<i> </i>e do IVI, obtidos pela diferen&ccedil;a entre o maior e o  menor valores calculados, dividida por 3, aqui denominada amplitude de  ranqueamento (AR).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Esp&eacute;cies de alta prioridade foram aquelas com &iacute;ndices  situados no intervalo entre o maior valor do IFH calculado, subtra&iacute;do da  amplitude de ranqueamento, enquanto as esp&eacute;cies com prioridade baixa foram  aquelas cujos &iacute;ndices calculados encontravam-se no intervalo entre o  menor valor do IFH mais a amplitude de ranqueamento. As esp&eacute;cies cujos &iacute;ndices  calculados situaram-se entre IFH <i>+ </i>AR e IFH <i>- AR </i>foram  classificadas como de prioridade intermedi&aacute;ria; analogamente, tal procedimento  foi estendido para os c&aacute;lculos do IFH e IVI.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Na an&aacute;lise fatorial, as vari&aacute;veis explicativas <i>X<sub>i</sub></i> (<i>i = 1, 2, n</i>) s&atilde;o  quantitativas e qualitativas. A vari&aacute;vel de natureza qualitativa inclu&iacute;da na  an&aacute;lise teve a miss&atilde;o de identificar a import&acirc;ncia de algumas esp&eacute;cies na  amostra. Para isso, atribuiu-se valor 1 para indicar a presen&ccedil;a da  caracter&iacute;stica de interesse e valor 0 para revelar a aus&ecirc;ncia do fen&ocirc;meno.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> Os fen&ocirc;menos analisados, cuja vari&aacute;vel <i>dummy </i>assumiu  valor igual a 1, referem-se &agrave;quelas esp&eacute;cies domi n an tes cu jos m ai ores  valores acu mu lados e individuais da abund&acirc;ncia, frequ&ecirc;ncia e domin&acirc;ncia  absolutas responderam por mais de 50% do valor total de cada uma dessas  vari&aacute;veis. Por exemplo: a abund&acirc;ncia absoluta de todas as esp&eacute;cies foi de <i>x </i>indiv&iacute;duos;  ap&oacute;s a hierarquiza&ccedil;&atilde;o decrescente das esp&eacute;cies, do maior para o menor valor  desta vari&aacute;vel, procedeu-se &agrave; soma do n&uacute;mero de indiv&iacute;duos de cada esp&eacute;cie at&eacute;  se atingir 50% do total de <i>x </i>e as esp&eacute;cies a&iacute; inclu&iacute;das receberam valor  1 na vari&aacute;vel <i>dummy, </i>enquanto as demais receberam o valor zero.  Racioc&iacute;nio an&aacute;logo foi feito para a frequ&ecirc;ncia e a  domin&acirc;ncia.  Normalmente, essas vari&aacute;veis constituem um n&uacute;mero  pequeno em rela&ccedil;&atilde;o ao tamanho da amostra.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Para aferir a adequa&ccedil;&atilde;o do m&eacute;todo &agrave; amostra de dados, foram  aplicados os testes de Kaiser-Meyer-Olkin (KMO), que compara as correla&ccedil;&otilde;es entre as vari&aacute;veis observ&aacute;veis (Hair <i>et al., </i>2005) e de esfericidade de Bartlett, que testa a hip&oacute;tese  nula de que a matriz de correla&ccedil;&atilde;o &eacute; uma  matriz identidade (Dillon &amp; Goldstein, 1984; Gama <i>et al., </i>2007).  Os resultados foram obtidos por meio do <i>software </i>SPSS Statistics 17.0<sup>&#8482;</sup>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>FLOR&Iacute;STICA E DIVERSIDADE</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Foram registrados nos invent&aacute;rios fitossociol&oacute;gicos do plat&ocirc; Sarac&aacute;, nas 195 parcelas (0,25 ha cada, totalizando 48,75 ha de vegeta&ccedil;&atilde;o  amostrada), 23.166 indiv&iacute;duos (DAP &#8805; 10 cm), totalizando 796 esp&eacute;cies,  distribu&iacute;das em 58 fam&iacute;lias (<a href="pdf/bmpegcn/v7n1/apenv7n1a05.pdf" target="_blank">Ap&ecirc;ndice</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os &iacute;ndices de diversidade calculados (Shannon e Wiener - H' =  5,438 e de Simpson, 1-D = 0,987), de domin&acirc;ncia de  Simpson (D = 0,013) e equabilidade (J = 0,812) entre as parcelas  analisadas, mostram que a comunidade &eacute; altamente diversa. O &iacute;ndice de  diversidade de esp&eacute;cies de Shannon e Wiener, de acordo com Margalef (1972),  normalmente apresenta valores entre 1,5 a 3,5, raramente ultrapassando 4,5 para  logaritmo  neperiano. Todavia, Oliveira e Amaral (2004)  registraram, em floresta de vertente na Amaz&ocirc;nia Central, o valor de 5,01 para  esse &iacute;ndice, considerado muito elevado dentro do contexto de levantamentos  semelhantes na regi&atilde;o. Salom&atilde;o <i>et al. </i>(2007) apresentam resultados de  mais de duas dezenas de registros para a Amaz&ocirc;nia cujos &iacute;ndices variaram de  4,90 a 2,63; ressaltando que na floresta ombr&oacute;fila densa do m&eacute;dio rio Xingu  foram registrados valores de 4,78 em Senador Jos&eacute; Porf&iacute;rio (Par&aacute;),  4,64 em Anapu (Par&aacute;), e 4,40 em Altamira (Par&aacute;).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O &iacute;ndice de diversidade de Simpson (1-D) correspondeu a  aproximadamente 1 (0,987). O &iacute;ndice de domin&acirc;nica de Simpson (D) indicou que n&atilde;o  h&aacute; domin&acirc;ncia  de esp&eacute;cies nas parcelas inventariadas, ficando em  1,1% a probabilidade de se amostrar ao acaso dois indiv&iacute;duos que perten&ccedil;am &agrave;  mesma esp&eacute;cie. A equabilidade &eacute; alta, indicando que os valores de diversidade  de Shannon e Wiener s&atilde;o distantes da m&eacute;dia esperada para o n&uacute;mero de esp&eacute;cies  amostradas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A maior riqueza de esp&eacute;cies foi apresentada por Sapotaceae (97  esp&eacute;cies), Mimosaceae (56), Chrysobalanaceae (46), Lauraceae (45), Fabaceae  (42), Annonaceae  (39), Myrtaceae (37), Moraceae (35), Lecythidaceae  (33), Burseraceae e Caesalpiniaceae (31 esp&eacute;cies cada); em toda a amostragem,  oito fam&iacute;lias (ou 13,8% do total) ocorreram com apenas uma esp&eacute;cie.  Considerando-se Leguminosae (<i>sensu lato</i>)<i>, </i>esta seria a fam&iacute;lia com maior  riqueza: 129 esp&eacute;cies.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Sapotaceae foi a fam&iacute;lia q ue  apresentou o maior valor de abund&acirc;ncia nos 48,75 ha da amostra (3.578  indiv&iacute;duos ou 73,4 ind. ha<sup>-1</sup>), seguindo-se Violaceae (3.113 ou 63,9  ind. ha<sup>-1</sup>),  Lecythidaceae (2.078  ou 42,6 ind. ha<sup>-1</sup>), Annonaceae (1.142 ou 23,4 ind. ha<sup>-1</sup>),  Mimosaceae (1.089  ou 22,3 ind. ha<sup>-1</sup>), Euphorbiaceae (1.015 ou 20,8 ind. ha<sup>-1</sup>),  Burseraceae (969 ou 19,9 ind. ha<sup>-1</sup>)  e Chrysobalanaceae (834 ou 17,1 ind. ha<sup>-1</sup>);  apenas estas oito fam&iacute;lias responderam por 59,6% (ou 13.818 esp&eacute;cimes) do total  de indiv&iacute;duos da amostra. Considerando-se  Leguminosae (<i>sensu lato</i>)<i>, </i>esta seria a fam&iacute;lia  mais abundante, com 4.832 indiv&iacute;duos ou   99,1  ind. ha<sup>-1</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> Os  g&ecirc;neros com maior n&uacute;mero de esp&eacute;cies foram <i>Pouteria </i>(Sapotaceae), <i>Protium </i>(Burseracae) e <i>Eschweilera </i>(Lecythidaceae), com, respectivamente, 2.621, 1.797 e 802 &aacute;rvores; a maior  abund&acirc;ncia foi observada para <i>Rinorea </i>(Vilaceae), com 3.042 &aacute;rvores na amostra.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> As  esp&eacute;cies de maior abund&acirc;ncia na amostra foram <i>Rinorea riana </i>(1.741  indiv&iacute;duos em 48,75 ha ou 35,7 ind. ha<sup>-1</sup>), <i>Rinorea racemosa </i>(942  ou 19,3 ind. ha<sup>-1</sup>), <i>Eschweilera amazonica </i>(656 ou 13,5 ind. ha<sup>-1</sup>), <i>Eschweilera coriacea </i>(613 ou 12,6 ind. ha<sup>-1</sup>), <i>Geissospermum  sericeum </i>(523 ou 10,7 ind. ha<sup>-1</sup>), <i>Oenocarpusbacaba </i>(473 ou 9,7 ind. ha<sup>-1</sup>), <i>Eschweilera grandiflora </i>(376 ou 7,7 ind. ha<sup>-1</sup>), <i>Rinorea guianensis </i>(348 ou 7,1 ind. ha<sup>-1</sup>)  e <i>Hevea guianensis </i>(286 ou 5,9 ind. ha<sup>-1</sup>);  apenas estas nove esp&eacute;cies (ou 1,1% do total) ocorreram com 5.958 do total de  indiv&iacute;duos (ou 25,7% do total); no outro extremo, 137 esp&eacute;cies (ou 16,9% do total) ocorreram  com apenas um indiv&iacute;duo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Nenhuma  esp&eacute;cie ocorreu em todas as 195 unidades amostrais, consequentemente nenhuma  apresentou 100% de  frequ&ecirc;ncia. <i>Eschweilera coriacea</i>, <i>Geissospermum sericeum</i>, <i>Eschweilera  amazonica, Rinorea racemosa, Oenocarpus bacaba, Eschweilera grandiflora </i>e <i>Rinorea  riana </i>ocorreram em 180 (92,3%  do total), 178 (91,3%), 170 (87,2%), 168 (86,2%), 161 (82,6%),  152 (77,9%) e 151 (77,4%) parcelas, respectivamente; no outro extremo, 154 esp&eacute;cies (ou 18,9% do total) ocorreram  em apenas uma parcela da amostra.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">  <b>&Iacute;NDICES FITOSSOCIOL&Oacute;GICOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os &iacute;ndices  ecol&oacute;gicos, biol&oacute;gicos e fitossociol&oacute;gicos permitem uma melhor compreens&atilde;o dos  ecossistemas,   sobretudo  os tropicais, que apresentam uma grande diversidade biol&oacute;gica, classificando e  agrupando as comunidades vegetais e as popula&ccedil;&otilde;es em categorias semelhantes,  tornando mais simples a percep&ccedil;&atilde;o e a integra&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis envolvidas nas  an&aacute;lises e refletidas nos respectivos &iacute;ndices.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">  <b>&Iacute;ndice  de Fitossociologia Horizontal com Vari&aacute;vel <i>Dummy </i>(IFH)</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A  vari&aacute;vel <i>dummy </i>(VD), com valor igual a 1, foi atribu&iacute;da &agrave;quelas  esp&eacute;cies cuja abund&acirc;ncia, frequ&ecirc;ncia e domin&acirc;ncia, classificadas separadamente  do maior para o menor valor, apresentaram valor cumulativo da respectiva  vari&aacute;vel igual ou imediatamente superior a 50%, atingindo desta forma, metade do  valor total da vari&aacute;vel, ou seja, para a abund&acirc;ncia, frequ&ecirc;ncia e domin&acirc;ncia  foram registradas, respectivamente, 51, 16 e 48 esp&eacute;cies que  compreendem mais de 50% do  total da vari&aacute;vel em quest&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A  adequa&ccedil;&atilde;o da an&aacute;lise fatorial foi determinada pelos testes <i>Bartlett </i>e  KMO. O teste de <i>Bartlett </i>avaliou a signific&acirc;ncia geral da matriz de  correla&ccedil;&atilde;o e apresentou um valor de 3.579,473, indicando que as correla&ccedil;&otilde;es, em  geral, s&atilde;o significantes ao n&iacute;vel de 1% de probabilidade, ou seja, a  matriz de correla&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; diagonal. O teste KMO, da ordem de 0,829, indicou que as  vari&aacute;veis est&atilde;o correlacionadas e o modelo fatorial apresentou um n&iacute;vel bom de  adequa&ccedil;&atilde;o aos dados. Estes resultados respaldam o emprego da an&aacute;lise fatorial  para a extra&ccedil;&atilde;o de fatores e a estima&ccedil;&atilde;o dos escores fatoriais  fitossociol&oacute;gicos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os resultados da solu&ccedil;&atilde;o inicial foram rotacionados  para os tr&ecirc;s fatores  pr&eacute;-determinados, visando confirmar a adequa&ccedil;&atilde;o dos  resultados obtidos com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; signific&acirc;ncia das cargas fatoriais estimadas. Aplicando-se o crit&eacute;rio da raiz  latente, tr&ecirc;s componentes foram mantidas ou extra&iacute;das (Dillon &amp; Goldstein, 1984). Observou-se que os tr&ecirc;s fatores explicaram 87,012% da vari&acirc;ncia total da  nuvem de dados (<a href="#t1">Tabela 1</a>), o que  &eacute; amplamente explicado pelo crit&eacute;rio da porcentagem da vari&acirc;ncia. Na referida  tabela, a pen&uacute;ltima linha cont&eacute;m o resultado para a vari&acirc;ncia total explicada por cada uma das componentes, e na  &uacute;ltima linha est&atilde;o os porcentuais da vari&acirc;ncia explicada  pelas respectivas componentes: a componente 1 explicou 30,058% da vari&acirc;ncia  total, a componente 2 explicou 28,837% e a componente 3 explicou 28,117%.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v7n1/1a05t1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"> A estat&iacute;stica, detalhando o grau em que cada vari&aacute;vel &eacute; explicada  pelas tr&ecirc;s componentes, &eacute; denominada de Comunalidade, cuja soma do quadrado de  cada fator est&aacute; representado na respectiva coluna (Comunalidade) da <a href="#t1">Tabela 1</a>; o  n&uacute;mero 5,22 representa o total das cargas fatoriais ao quadrado e indica a  parcela total de vari&acirc;ncia extra&iacute;da pela solu&ccedil;&atilde;o fatorial rotacionada, igual a  87,012%.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O &iacute;ndice IFH para esta solu&ccedil;&atilde;o mostrou que 87,012% da vari&acirc;ncia total s&atilde;o representados pela informa&ccedil;&atilde;o contida na matriz fatorial  da solu&ccedil;&atilde;o em termos dos tr&ecirc;s fatores. O &iacute;ndice &eacute; considerado muito bom, e as  vari&aacute;veis est&atilde;o, como esperado, estreitamente relacionadas umas com as outras.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O IFH calculado variou de 0,357% a 0,107%, consequentemente, a  amplitude de 0,250% dividida por 3 definiu a amplitude de ranqueamento (AR) de  0,083%, gerando os tr&ecirc;s intervalos das categorias pr&eacute;-estabelecidas de  prioridade das esp&eacute;cies: alta (0,357% a 0,274%), intermedi&aacute;ria (0,273% a  0,190%) e baixa (0,189% a 0,107%). Foram registradas 11 esp&eacute;cies com prioridade  alta, 54 como de categoria intermedi&aacute;ria e as demais 731 como esp&eacute;cies de baixa  prioridade (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v7n1/1a05t2.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> A rela&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies classificadas como de alta e  intermedi&aacute;ria prioridade &eacute; apresentada na <a href="#t3">Tabela 3</a>.</font></p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/bmpegcn/v7n1/1a05t3.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">  <b>&Iacute;ndice de Valor de Import&acirc;ncia (IVI)</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O IVI calculado para cada esp&eacute;cie variou de 3,479% a 0,349%,  produzindo uma amplitude de 3,13% que, dividida por 3, resultou numa amplitude  de ranqueamento (AR) igual a 1,043%, gerando as respectivas categorias  pr&eacute;-estabelecidas de prioridade ecol&oacute;gica das esp&eacute;cies: alta (de 3,479% a 2,436%), intermedi&aacute;ria (de 2,435% a 1,393%) e baixa (de 1,392% a 0,349%). Foram registradas apenas  tr&ecirc;s esp&eacute;cies nas categorias de prioridade alta e intermedi&aacute;ria; a quase  totalidade das demais 790 esp&eacute;cies (ou 99,25% do total) foi classificada como  de prioridade baixa (<a href="#t2">Tabela 2</a>). A rela&ccedil;&atilde;o nominal de todas as esp&eacute;cies  classificadas como de alta e intermedi&aacute;ria prioridades e de outras 59 de baixa  prioridade &eacute; apresentada na <a href="#t3">Tabela 3</a>.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Em termos de biodiversidade e  de fatores socioecon&ocirc;micos, e devido &agrave; grande riqueza e diversidade de esp&eacute;cies  vegetais presentes nas florestas tropicais, a interpreta&ccedil;&atilde;o dos dados pode  tornar-se um grande problema, e ao mesmo tempo ser uma grande vantagem. Tome-se  como exemplo este trabalho, onde foram registradas 796 esp&eacute;cies, distribu&iacute;das  em 58 fam&iacute;lias, totalizando 23.166 indiv&iacute;duos (m&eacute;dia de 475,2 &aacute;rvores ha<sup>-1</sup>)  presentes em uma &aacute;rea que abrangeu 48,75 ha de cobertura florestal prim&aacute;ria. Como  proceder na escolha das esp&eacute;cies a serem replantadas, de forma a considerar n&atilde;o  t&atilde;o somente a disponibilidade de sementes num dado momento, mas tamb&eacute;m, por  exemplo, em fatores  inerentes &agrave; fitossociologia horizontal das esp&eacute;cies  presentes na floresta primitiva, anterior &agrave; supress&atilde;o da vegeta&ccedil;&atilde;o para a lavra  do min&eacute;rio? Neste sentido, s&atilde;o gerados &iacute;ndices estat&iacute;sticos para, entre outras  fun&ccedil;&otilde;es, auxiliar o silvicultor na tomada de decis&otilde;es a esse respeito.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">  <b>COMPARA&Ccedil;&Atilde;O  ENTRE OS &Iacute;NDICES FITOSSOCIOL&Oacute;GICOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Uma  compara&ccedil;&atilde;o entre os &iacute;ndices IFH e IVI foi efetuada com o intuito de avaliar qual deles trazia  mais informa&ccedil;&otilde;es acerca das esp&eacute;cies e das associa&ccedil;&otilde;es existentes na  floresta ombr&oacute;fila submontana densa, a qual apresentou uma alta abund&acirc;ncia e  riqueza de esp&eacute;cies.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> O  ranqueamento das esp&eacute;cies, feito de forma uniforme para os &iacute;ndices, permitiu  visualizar que, para os &iacute;ndices IFH e IVI, foram classificadas na categoria de  prioridade A (alta) 11 e tr&ecirc;s  esp&eacute;cies, na categoria B (intermedi&aacute;ria) 54 e tr&ecirc;s esp&eacute;cies, e na categoria C  (baixa) 731 e 790 esp&eacute;cies,  respectivamente para os &iacute;ndices IFH e IVI (<a href="#t2">Tabela 2</a>). Todas as esp&eacute;cies  classificadas como de alta e m&eacute;dia prioridade, pelo &iacute;ndice IFH, encontram-se  relacionadas na <a href="#t3">Tabela 3</a>, incluindo  o IVI e suas respectivas vari&aacute;veis absolutas de abund&acirc;ncia, frequ&ecirc;ncia e  domin&acirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O  &iacute;ndice IVI classificou apenas tr&ecirc;s esp&eacute;cies como de alta prioridade (<i>Geissospermum  sericeum, Eschweilera coriacea </i>e <i>Rinorea riana</i>)<i>, </i>enquanto o &iacute;ndice  IFH hierarquizou 11 esp&eacute;cies  (<a href="#t3">Tabela 3</a>).  Observou-se que o &iacute;ndice IFH conseguiu captar, na categoria de  prioridade alta, tr&ecirc;s esp&eacute;cies do   g&ecirc;nero <i>Eschweilera </i>e duas das principais fam&iacute;lias (Sapotaceae e Lecythidaceae). Considerando-se, ent&atilde;o, que os resultados referentes &agrave;s esp&eacute;cies de alta  prioridade n&atilde;o foram suficientes para explicar as esp&eacute;cies priorit&aacute;rias da  fitofisionomia estudada, as categorias A e B foram agruapadas em uma &uacute;nica,  quando ent&atilde;o foram observadas 65 esp&eacute;cies para o IFH e seis  esp&eacute;cies para o IVI nesta nova categoria (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Mesmo  com este procedimento, o IVI n&atilde;o incluiu nenhuma esp&eacute;cie de <i>Pouteria </i>e <i>Protium, </i>importantes g&ecirc;neros  na caracteriza&ccedil;&atilde;o da flor&iacute;stica de florestas amaz&ocirc;nicas, sobretudo no local  deste estudo. Por considerar t&atilde;o somente a soma aritm&eacute;tica das tr&ecirc;s vari&aacute;veis  que o formam, todas com o mesmo peso, este &iacute;ndice n&atilde;o conseguiu transmitir uma  an&aacute;lise consistente da composi&ccedil;&atilde;o flor&iacute;stica da floresta atrav&eacute;s das seis  esp&eacute;cies-chave por ele classificadas como de prioridade ecol&oacute;gica alta e  intermedi&aacute;ria.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O IVI, quando proposto por Curtis &amp; McIntosh (1951), foi desenvolvido para  florestas temperadas do sudeste do Wisconsin, nos Estados Unidos, com poucas  esp&eacute;cies (25). Ao se  generalizar o seu emprego para todas as demais fitofisionomias, &eacute; de se esperar  que tais inconsist&ecirc;ncias sejam captadas. Uma floresta temperada com 25 esp&eacute;cies &eacute;  completamente diferente de uma floresta tropical amaz&ocirc;nica com 796 esp&eacute;cies, distribu&iacute;das  em 58 fam&iacute;lias. Um &iacute;ndice eficaz deve transmitir ao tomador de decis&atilde;o uma  vis&atilde;o realista e mais sumarizada poss&iacute;vel do todo, de tal  forma que contenha os principais componentes avaliados, traduzidos em algumas  dezenas de esp&eacute;cies-chave da fitofisionomia, assim como deve apresentar as  principais fam&iacute;lias. O IVI n&atilde;o permitiu visualizar nem uma dezena de  esp&eacute;cies-chave, nem as fam&iacute;lias mais caracter&iacute;sticas e tampouco as associa&ccedil;&otilde;es de g&ecirc;neros descritas por diversos autores, para diferentes locais  da Amaz&ocirc;nia.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> O IFH, obtido por meio de an&aacute;lise multivariada, pelo m&eacute;todo de  componentes principais, considerando uma vari&aacute;vel <i>dummy </i>(qualitativa)  para cada uma das vari&aacute;veis inclu&iacute;das no modelo, conseguiu traduzir com muito  mais fidelidade a sumariza&ccedil;&atilde;o da composi&ccedil;&atilde;o flor&iacute;stica predominante da floresta  analisada. Consequentemente, gerou uma melhor compreens&atilde;o da complexa  composi&ccedil;&atilde;o flor&iacute;stica representada pelas 796 esp&eacute;cies registradas. As 65  esp&eacute;cies classificadas como de prioridade alta e intermedi&aacute;ria (8,17% do total)  envolveram as fam&iacute;lias e as associa&ccedil;&otilde;es de g&ecirc;neros mais caracter&iacute;sticas da  fitocenose estudada. As fam&iacute;lias com maior riqueza e abund&acirc;ncia, relatadas em  diversos estudos para diferentes locais da Amaz&ocirc;nia, foram captadas por este  &iacute;ndice, destacando-se Sapotaceae (14 esp&eacute;cies), Leguminosae <i>sensu lato </i>(9),  Annonaceae  (5) e Burseraceae, Chrysobalanaceae, Euphorbiaceae e Mimosaceae (4 de cada), al&eacute;m de Fabaceae, Lecythidaceae,  Myristicaceae e Violaceae (3 de cada). As associa&ccedil;&otilde;es de g&ecirc;neros intrinsecamente presentes nas diversas facies da floresta amaz&ocirc;nica, como <i>Pouteria,  Escheweilera </i>e <i>Protium </i>(respectivamente 10, 3 e 3 esp&eacute;cies), tamb&eacute;m  foram captadas pelo &iacute;ndice. Finalmente, as 65 esp&eacute;cies ranqueadas pelo IFH como  de prioridade ecol&oacute;gica alta e intermedi&aacute;ria, com ampla distribui&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea  (12.122 indiv&iacute;duos em 48,75 ha da amostra), indicam que este &iacute;ndice mostrou-se eficiente  para uma an&aacute;lise da fitossociologia horizontal das esp&eacute;cies (<a href="#t3">Tabela 3</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Observou-se que os resultados do IFH atenderam mais amplamente as  recomenda&ccedil;&otilde;es da Resolu&ccedil;&atilde;o SMA 47, de 21/11/2003, do estado de S&atilde;o Paulo (SMA,  2003), que preconiza para os trabalhos de restaura&ccedil;&atilde;o florestal, em &aacute;reas  originalmente cobertas por florestas, um n&uacute;mero m&iacute;nimo de 80 esp&eacute;cies e tamb&eacute;m  ao Decreto n<sup>o</sup>. 31.594, de 27/01/2010, do estado do Par&aacute; (IDEFLOR, 2010), que  recomenda a utiliza&ccedil;&atilde;o do maior n&uacute;mero poss&iacute;vel de esp&eacute;cies nativas de  ocorr&ecirc;ncia regional para o plantio de mudas com fins de recomposi&ccedil;&atilde;o da Reserva  Legal (80% da &aacute;rea total do im&oacute;vel na Amaz&ocirc;nia).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> No entanto, h&aacute; de se frisar que todas as esp&eacute;cies s&atilde;o &uacute;nicas e  relacionadas entre si no complexo ecossistema   florestal amaz&ocirc;nico. Ao se procurar caracterizar as esp&eacute;cies-chave  de um determinado ecossistema, n&atilde;o se pode excluir da an&aacute;lise as demais, pois,  como se sabe, entre 17% e 33% das esp&eacute;cies ocorrem com apenas um indiv&iacute;duo na  totalidade dos levantamentos executados em florestas prim&aacute;rias na Amaz&ocirc;nia  (Salom&atilde;o <i>et al., </i>2007). Neste trabalho, foi observada a ocorr&ecirc;ncia de  132 esp&eacute;cies (ou 16,6% do total) que ocorreram com apenas um indiv&iacute;duo, podendo  ser consideradas como localmente raras; outras 81 esp&eacute;cies (10,2%) ocorreram  com apenas dois indiv&iacute;duos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Os testes estat&iacute;sticos validaram a amostra de dados para o emprego  da t&eacute;cnica de an&aacute;lise multivariada e, portanto, para a constru&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de  fitossociologia horizontal (IFH).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"> Para a an&aacute;lise da fitossociologia horizontal da floresta ombr&oacute;fila  submontana densa, o &iacute;ndice de fitossociologia horizontal com vari&aacute;vel <i>dummy </i>(IFH),  obtido por meio da an&aacute;lise multivariada, apresentou maior efici&ecirc;ncia do que o  &iacute;ndice de valor de import&acirc;ncia (IVI) na sele&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies-chave para a  restaura&ccedil;&atilde;o florestal de &aacute;reas mineradas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Considerando as esp&eacute;cies de alta e intermedi&aacute;ria prioridade como  sendo as priorit&aacute;rias para o plantio nas &aacute;reas anuais de restaura&ccedil;&atilde;o florestal,  o IFH proposto conseguiu captar um n&uacute;mero de esp&eacute;cies-chave 10,8 vezes superior  ao IVI.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> A indica&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice proposto neste trabalho como metodologia  alternativa, em fun&ccedil;&atilde;o do rigor cient&iacute;fico, deve merecer aplica&ccedil;&otilde;es em outras  comunidades vegetais para efeito de sua valida&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Estes &iacute;ndices podem ser de grande contribui&ccedil;&atilde;o para as propostas  que visam a recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas degradadas pelas atividades agropecu&aacute;rias e  miner&aacute;rias, por meio da indica&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies-chave para o plantio, visando  restaurar a paisagem florestal.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Sendo as unidades de  conserva&ccedil;&atilde;o, inclusive a FLONA Sarac&aacute;-Taquera/ICMBio, um patrim&ocirc;nio da  sociedade brasileira, constituindo-se em um rico acervo de recursos naturais e  biol&oacute;gicos, a sua restaura&ccedil;&atilde;o deve atender aos aspectos legais vigentes e  tamb&eacute;m a princ&iacute;pios cient&iacute;ficos r&iacute;gidos, no sentido de recompor a paisagem florestal, tornando-a o  mais pr&oacute;ximo poss&iacute;vel da originalidade anterior &agrave;s atividades econ&ocirc;micas ali  desenvolvidas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">&Agrave; Minera&ccedil;&atilde;o Rio do Norte (MRN), financiadora deste estudo, e a  seus funcion&aacute;rios, em especial, ao Ademar Cavalcanti; ao Jos&eacute; Risonei Assis da  Silva e demais servidores da FLONA Sarac&aacute;-Taquera/lCMBio; ao N&eacute;lson A. Rosa, do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, pelas identifica&ccedil;&otilde;es  bot&acirc;nicas e ao Hans ter Steege, da Universidade de Utrecht, Holanda,  pela completa revis&atilde;o das identifica&ccedil;&otilde;es para o sistema APG lll, expressamos  nossos sinceros agradecimentos. Ao trabalho an&ocirc;nimo dos revisores, que  contribu&iacute;ram para um melhor aperfei&ccedil;oamento do artigo, manifestamos tamb&eacute;m  nossa gratid&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana">  <b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> BLACK, G. A., T. H. DOBZHANSKY &amp; C. PAVAN, 1950. Some attemps to estimate species  diversity and population density of trees in Amazonian forests. <b>Botanical  Gazette </b>111(4): 413-425.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> CAIN,  S. A., G. M. O. CASTRO, J. M. PIRES &amp; N. L. SILVA, 1956. Application of  some phytosociological techniques to Brazilian rain forest. <b>American Journal  of Botany </b>43:  911-941.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> CAMPOS,  J. C. C. &amp;  H. G. LEITE, 2002. <b>Mensura&ccedil;&atilde;o florestal: </b>perguntas e  respostas: 1-407.  Editora UFV Vi&ccedil;osa.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> CARPANEZZI,  A. A., L. G. S. COSTA, P. Y.  KAGEYAMA &amp; C. F. A. CASTRO, 1990. Esp&eacute;cies pioneiras para recupera&ccedil;&atilde;o de  &aacute;reas degradadas: a observa&ccedil;&atilde;o de laborat&oacute;rios naturais. <b>Anais do Congresso  Florestal Brasileiro </b>6: 216-221.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> CURTIS, J. T. &amp; R. P. MCINTOSH, 1951. An upland forest continuum in the prairie-forest border region of  Wisconsin. <b>Ecology </b>32(3): 476-496.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> DAVIS,  T. A. W. &amp;  P. W. RICHARDS, 1934. The vegetation  of Moraballi Creek, British Guiana: an ecological study of a limited area of  tropical rain forest ll. <b>Journal of Ecology </b>22: 106-155.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> DILLON,  W. R. &amp;  M. GOLDSTEIN, 1984. <b>Multivariate  analysis:</b>  methods  and applications: 1-415.  John Wiley &amp; Sons, New York.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana"> GAMA, Z. J. C., A. C. SANTANA, F. A. T. MENDES &amp; A. S. 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<body><![CDATA[<br> </b>Rafael de Paiva Salom&atilde;o.    <br>   Museu Paraense  Em&iacute;lio Goeldi/Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia,    <br>   Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o.    <br>   Coordena&ccedil;&atilde;o de Bot&acirc;nica.    <br>   Av. Perimetral,  1901 - Terra Firme. Bel&eacute;m, PA, Brasil.    <br>   CEP 66017-970    <br>   (<a href="mailto:salomao@museu-goeldi.br">salomao@museu-goeldi.br</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Recebido em 05/10/2010    <br>   Aprovado em 11/04/2012</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Responsabilidade editorial:  Hilton Tulio Costi</font></p>     ]]></body>
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