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<journal-title><![CDATA[Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi Ciências Humanas]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O Museu Goeldi e a pesquisa arqueológica: um panorama dos últimos dezessete anos (1991-2008)]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The Goeldi Museum and archaeological research: an overview of the past seventeen years (1991-2008)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The paper presents an overview of the recent history (1991-2008) of the Archaeology Department in the Goeldi Museum (Museu Paraense Emílio Goeldi), with all its contributions for the archaeology of Amazonia. In order to assemble this overview, the research work undertaken, the formation of human resources, the various aspects related to the growth of and research on the collection housed in the institution, and infrastructural factors were all considered.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="Verdana"><b><a name="topo"></a>O Museu Goeldi e a pesquisa    arqueol&oacute;gica:</b> <b>um panorama dos &uacute;ltimos dezessete anos (1991-2008)<sup><a href="#n1"><font size="3">1</font></a></sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>The Goeldi Museum and archaeological research:</b>   <b>an overview of the past seventeen years (1991-2008)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Edithe Pereira</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. Coordena&ccedil;&atilde;o     de Ci&ecirc;ncias   Humanas. Bel&eacute;m, Par&aacute;, Brasil (<a href="mailto:edithepereira@museu-goeldi.br">edithepereira@museu-goeldi.br</a>)</font></p>     <p><a href="#endereco"><font size="2" face="Verdana">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</font></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O texto apresenta um panorama da hist&oacute;ria recente (1991-2008) da &Aacute;rea   de Arqueologia do Museu Paraense Em&iacute;lio   Goeldi, com as contribui&ccedil;&otilde;es dadas por essa institui&ccedil;&atilde;o   para a arqueologia da Amaz&ocirc;nia. Para compor esse panorama,   foram consideradas as pesquisas realizadas, a forma&ccedil;&atilde;o de recursos   humanos, os aspectos relacionados ao crescimento   e &agrave; pesquisa do acervo sob a guarda da institui&ccedil;&atilde;o e os   aspectos infra-estruturais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>Arqueologia amaz&ocirc;nica. Museu Paraense Em&iacute;lio   Goeldi. Acervo arqueol&oacute;gico.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The paper presents an overview of the recent     history (1991-2008) of the Archaeology Department in the Goeldi Museum   (Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi), with all its contributions for the archaeology   of Amazonia. In order to assemble this   overview, the research work undertaken, the formation of human resources, the   various aspects related to the growth   of and research on the collection housed in the institution, and infrastructural   factors were all considered.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>Amazonian archaeology. Museu     Paraense Em&iacute;lio   Goeldi. Archaeological collections.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">A avalia&ccedil;&atilde;o dos primeiros cem anos de pesquisas arqueol&oacute;gicas   na Amaz&ocirc;nia foi o tema apresentado por Clifford Evans (1967)   durante o Simp&oacute;sio sobre a Biota Amaz&ocirc;nica, realizado em   1966, em Bel&eacute;m. O autor apresentou o hist&oacute;rico dos trabalhos   realizados na regi&atilde;o, destacando as pesquisas desenvolvidas   com Betty Meggers e mencionando a import&acirc;ncia do   Museu Em&iacute;lio Goeldi no desenvolvimento das pesquisas   arqueol&oacute;gicas na Amaz&ocirc;nia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 1981, M&aacute;rio Sim&otilde;es (1981b)     escreveu sobre o mesmo tema, particularmente sobre as pesquisas desenvolvidas     pelo Museu Em&iacute;lio Goeldi entre 1870 e 1981. De acordo com sua avalia&ccedil;&atilde;o,     esse longo per&iacute;odo foi marcado por dois momentos: o Pioneiro (1870-1954)     e o Atual (1955-1981). O primeiro se caracterizou pelas pesquisas explorat&oacute;rias     e pelas primeiras pesquisas acad&ecirc;micas. Algumas delas consistiram na     colabora&ccedil;&atilde;o com pesquisadores de institui&ccedil;&otilde;es     estrangeiras. O per&iacute;odo considerado como &quot;atual&quot; foi marcado     pela estrutura&ccedil;&atilde;o do setor de Arqueologia do Museu Goeldi,     pela forma&ccedil;&atilde;o de recursos humanos e pela execu&ccedil;&atilde;o     de um conjunto de pesquisas arqueol&oacute;gicas coordenadas pelo pr&oacute;prio autor. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Dez anos depois, Barreto (1992) retoma o tema   e apresenta a sua vers&atilde;o para a hist&oacute;ria da pesquisa   arqueol&oacute;gica realizada pelo Museu Goeldi. Para isso, foi   buscar, tal como Sim&otilde;es, desde as origens da pesquisa   arqueol&oacute;gica no s&eacute;culo XIX at&eacute; o ano de 1991. Essa longa   hist&oacute;ria foi dividida por Barreto em quatro per&iacute;odos: Pioneiro   (1866-1894), Goeldiano (1894-1907), Estacion&aacute;rio (1907-1948), M&aacute;rio   Sim&otilde;es (1962-1985) e Atual (1985-1991). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As origens do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi foi   o tema de um livro publicado por Crispino, Bastos e   Toledo em 2006. Uma an&aacute;lise minuciosa do contexto   hist&oacute;rico no qual se desenvolveram as pesquisas   realizadas por esse Museu entre a d&eacute;cada de 1860 e 1907   foi desenvolvida por Sanjad (2005). Aspectos da hist&oacute;ria   da pesquisa arqueol&oacute;gica realizada pelo Museu Goeldi   est&atilde;o presentes nessas obras e n&atilde;o poderia ser diferente,   visto que a cria&ccedil;&atilde;o dessa institui&ccedil;&atilde;o e o in&iacute;cio   da pesquisa   arqueol&oacute;gica na Amaz&ocirc;nia s&atilde;o indissoci&aacute;veis. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As refer&ecirc;ncias acima citadas se encarregam    de apresentar, sob diferentes enfoques, a hist&oacute;ria da pesquisa arqueol&oacute;gica    do Museu Goeldi para o per&iacute;odo anterior a 1991. Decorridos mais de 15    anos desde a &uacute;ltima atualiza&ccedil;&atilde;o acerca da atua&ccedil;&atilde;o    da &Aacute;rea de Arqueologia do Museu Goeldi, &eacute; oportuno, nesse momento    - quando se comemoram os 40 anos do I Simp&oacute;sio da Biota Amaz&ocirc;nica    - , apresentar um quadro atualizado das pesquisas e das a&ccedil;&otilde;es    para a preserva&ccedil;&atilde;o do patrim&ocirc;nio arqueol&oacute;gico da    Amaz&ocirc;nia, realizadas pelo Museu Em&iacute;lio Goeldi entre os anos de    1991 e 2008. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esse per&iacute;odo constitui um novo momento na hist&oacute;ria   da pesquisa arqueol&oacute;gica, n&atilde;o apenas no Museu Em&iacute;lio   Goeldi, mas na Amaz&ocirc;nia, na medida em que a institui&ccedil;&atilde;o   continua sendo o mais importante centro de pesquisa   arqueol&oacute;gica da regi&atilde;o. Essa import&acirc;ncia est&aacute; assentada   n&atilde;o   s&oacute; nas pesquisas que realiza, mas tamb&eacute;m no seu quadro   de pesquisadores e t&eacute;cnicos, na sua infra-estrutura e no   acervo que mant&eacute;m sob a sua guarda. Ser&aacute; com base nesses   pilares que apresentarei as a&ccedil;&otilde;es realizadas pela &Aacute;rea   de   Arqueologia do Museu Em&iacute;lio Goeldi nos &uacute;ltimos 17 anos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>PESQUISA</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nos &uacute;ltimos anos, a &Aacute;rea de Arqueologia do Museu   Em&iacute;lio Goeldi realizou tanto pesquisas acad&ecirc;micas como   pesquisas de contrato, al&eacute;m de colaborar constantemente   com o Instituto do Patrim&ocirc;nio Hist&oacute;rico e Art&iacute;stico Nacional   (IPHAN).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As pesquisas acad&ecirc;micas, nesse per&iacute;odo, foram   marcadas pelo ineditismo, pela consolida&ccedil;&atilde;o da linha   de pesquisa voltada para a arqueologia hist&oacute;rica, pela   retomada de pesquisas em  &aacute;reas exploradas no s&eacute;culo   XIX, por pesquisas em regi&otilde;es at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas   do ponto de vista arqueol&oacute;gico e pela parceria com   pesquisadores de institui&ccedil;&otilde;es estrangeiras.    A arte rupestre foi um tema deixado de lado durante   d&eacute;cadas pelas pesquisas arqueol&oacute;gicas desenvolvidas na   Amaz&ocirc;nia. A partir de 1990, esses vest&iacute;gios passaram   a ser estudados de forma sistem&aacute;tica. Sua import&acirc;ncia e presen&ccedil;a   em grande quantidade na regi&atilde;o foram   evidenciadas pelas pesquisas realizadas e que n&atilde;o   permitem mais exclu&iacute;-la da hist&oacute;ria pr&eacute;-colonial da regi&atilde;o.   Mais de cem s&iacute;tios com arte rupestre foram identificados   somente no estado do Par&aacute;  (Pereira, 2003). Outros   duzentos s&iacute;tios foram evidenciados nos demais estados   da Amaz&ocirc;nia Brasileira (Pereira, 1996). Os estudos   realizados identificaram estilos pr&oacute;prios da regi&atilde;o e deram   visibilidade para esse tipo de registro, at&eacute; ent&atilde;o ausente   no cen&aacute;rio arqueol&oacute;gico nacional e internacional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As pesquisas de arqueologia hist&oacute;rica, iniciadas na   d&eacute;cada de 1980 (Barreto, 1992), s&atilde;o incrementadas na   d&eacute;cada de 1990 e se consolidam com a realiza&ccedil;&atilde;o de uma   s&eacute;rie de projetos de pesquisa, disserta&ccedil;&otilde;es de mestrado,   teses de doutorado e diversos artigos cient&iacute;ficos. Os   engenhos movidos &agrave; mar&eacute;  (Marques, 1993, 2004, 2003a;   Anderson e Marques, 1992; Anderson <i>et al.</i>, 1992, 1993,   1996, 1997, 1999), as fortifica&ccedil;&otilde;es militares (Marques,   2006; Magalh&atilde;es, 2006b), as constru&ccedil;&otilde;es religiosas   (Marques, 2005b) e as miss&otilde;es religiosas da Amaz&ocirc;nia   (Lopes, 1999b) s&atilde;o alguns temas pesquisados. A hist&oacute;ria,   na Amaz&ocirc;nia, ganhou novos contornos revelados pelos   dados oriundos das pesquisas arqueol&oacute;gicas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao mesmo tempo em que a pesquisa arqueol&oacute;gica    se aproxima de per&iacute;odos mais recentes por meio do estudo de s&iacute;tios    hist&oacute;ricos, ocorre tamb&eacute;m o inverso. Per&iacute;odos muito antigos    da ocupa&ccedil;&atilde;o humana passam a ser o foco de interesse de pesquisadores.    Uma das data&ccedil;&otilde;es mais antigas para a Amaz&ocirc;nia - 8.000 A.P.    - &eacute; proveniente da Serra de Caraj&aacute;s, regi&atilde;o onde o Museu    Goeldi conduziu, por v&aacute;rios anos, pesquisas arqueol&oacute;gicas (Sim&otilde;es,    1986; Magalh&atilde;es, 1990, 1993, 1994a, 1994b, 1997, 2005, 2006a).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Cento e vinte anos ap&oacute;s a descoberta da cer&acirc;mica   da Cultura Marac&aacute;, feita por Francisco da Silva Castro e   divulgada por Domingos Soares Ferreira Penna (1973), a   regi&atilde;o volta a ser foco de interesse do Museu Goeldi. Um   projeto espec&iacute;fico para a regi&atilde;o do rio Marac&aacute; e Igarap&eacute;   do Lago foi elaborado por Ana Machado e Mauro Barreto,   e, posteriormente, executado por Guapindaia e Machado (1997) entre 1994 e 2002.   Por meio desse projeto,   foram descobertos treze s&iacute;tios-cemit&eacute;rios com cento e   cinq&uuml;enta urnas funer&aacute;rias relacionadas &agrave; Cultura Marac&aacute;,   cujo estudo permitiu conhecer as pr&aacute;ticas funer&aacute;rias desse   povo (Guapindaia, 1999, 2000, 2001, 2008b; Souza <i>et</i>   <i>al.</i>, 2001; Santos <i>et al.</i>, 1996).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No final da d&eacute;cada de 1990, os s&iacute;tios    arqueol&oacute;gicos da ilha de Maraj&oacute; - que j&aacute; eram conhecidos    e pesquisados desde o final do s&eacute;culo XIX - voltam a ser foco de interesse    da &Aacute;rea de Arqueologia do Museu Goeldi. Novos s&iacute;tios s&atilde;o    cadastrados e outros, j&aacute; tantas vezes explorados, passam a ser pesquisados    sob um novo olhar. Estudos sobre iconografia, g&ecirc;nero, organiza&ccedil;&atilde;o    social e pr&aacute;ticas funer&aacute;rias da cultura marajoara s&atilde;o o    foco principal dessas pesquisas (Schaan, 2000a, 2000b, 2001a, 2001b, 2001c,    2003, 2004, 2005a, 2005b). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A costa atl&acirc;ntica do Par&aacute;  foi     uma das &aacute;reas pesquisadas   pelo Museu Em&iacute;lio Goeldi durante as d&eacute;cadas de 1970 e   1980 (Sim&otilde;es, 1981a; Corr&ecirc;a, 1987). Os sambaquis dessa   regi&atilde;o voltam a despertar o interesse de pesquisadores   da &Aacute;rea de Arqueologia, que est&atilde;o preocupados em   documentar novos s&iacute;tios, dando um enfoque particular   para a dieta alimentar dos grupos pescadores-coletores-ca&ccedil;adores   que habitaram essa regi&atilde;o (Gaspar e Imazio,   1999; Silveira e Schaan, 2005a, 2005b).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Se, por um lado, regi&otilde;es como Marac&aacute;, Maraj&oacute; e o   litoral paraense j&aacute; haviam sido exploradas anteriormente,   muitas outras continuavam desconhecidas do ponto de   vista arqueol&oacute;gico. Caxiuan&atilde;, Barcarena e Abaetetuba   eram algumas delas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A instala&ccedil;&atilde;o de uma base f&iacute;sica do Museu Em&iacute;lio   Goeldi   na Floresta Nacional de Caxiuan&atilde;, nos munic&iacute;pios de Portel   e Melga&ccedil;o, propiciou a realiza&ccedil;&atilde;o de um projeto que tinha   por objetivo identificar a presen&ccedil;a de s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos   na   &aacute;rea. O que efetivamente foi alcan&ccedil;ado, sendo registrados   tr&ecirc;s novos s&iacute;tios, cujas caracter&iacute;sticas seguem o padr&atilde;o   predominante para os s&iacute;tios amaz&ocirc;nicos, com manchas de   terra preta localizadas nas margens dos rios, por&eacute;m com   baixa densidade de material (Guapindaia <i>et al.</i>, 1996). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em Barcarena e Abaetetuba, munic&iacute;pios    localizados pr&oacute;ximo a Bel&eacute;m, vinte novos s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos    - hist&oacute;ricos e pr&eacute;-hist&oacute;ricos - foram identificados em    um projeto que tinha por objetivo caracterizar as potencialidades arqueol&oacute;gicas    dessas &aacute;reas e contribuir para o conhecimento sobre os processos arqueol&oacute;gicos    e hist&oacute;ricos ocorridos na &aacute;rea do estu&aacute;rio amaz&ocirc;nico.    Al&eacute;m desses s&iacute;tios, foram registradas quarenta e duas ocorr&ecirc;ncias    e doze locais considerados como potenciais para a exist&ecirc;ncia de s&iacute;tio    arqueol&oacute;gico (Silveira e Marques, 2004). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ainda no &acirc;mbito da pesquisa acad&ecirc;mica, destaca-se   a parceria estabelecida com arque&oacute;logos de institui&ccedil;&otilde;es   nacionais e estrangeiras no desenvolvimento de novas   investiga&ccedil;&otilde;es. Entre esses  &uacute;ltimos, foi importante a   colabora&ccedil;&atilde;o do Museu Em&iacute;lio Goeldi nas pesquisas   realizadas por Anna Roosevelt na ilha de Maraj&oacute; (Roosevelt,   1991) e na regi&atilde;o do Baixo Amazonas (Roosevelt <i>et al.</i>,   1991, 1996), e por Michael Heckenberger no alto Xingu   (Heckenberger, 2005; Heckenberger <i>et al.</i>, 2008). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No Brasil, destacam-se os estudos interdisciplinares   feitos em parceria com a Universidade Federal do Par&aacute;   (UFPA) e com a Funda&ccedil;&atilde;o Oswaldo Cruz (Fiocruz). A   UFPA foi uma das institui&ccedil;&otilde;es pioneiras na Amaz&ocirc;nia na   utiliza&ccedil;&atilde;o de m&eacute;todos geof&iacute;sicos aplicados &agrave; arqueologia   (Alves, 1979; Alves e Louren&ccedil;o, 1981). A partir dessa   experi&ecirc;ncia, diversos trabalhos utilizando esses m&eacute;todos   foram realizados com &ecirc;xito atrav&eacute;s da parceria entre   pesquisadores do Museu Goeldi e da UFPA (Roosevelt,   1991b; Pereira <i>et al.</i>, 1986; Barradas <i>et al.</i>, 1999; Bevan e   Roosevelt, 2003; Luiz e Pereira, 2005; Arag&atilde;o, 2006). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estudo de restos esqueletais oriundos de s&iacute;tios   arqueol&oacute;gicos da Amaz&ocirc;nia &eacute;  o foco de uma frut&iacute;fera   parceria entre pesquisadores da UFPA, da Fiocruz e do   Museu Em&iacute;lio Goeldi. Destacam-se os trabalhos realizados   na regi&atilde;o de Marac&aacute;, no sul do Amap&aacute; (Santos <i>et al.</i>,   1996;   Guapindaia, 2000; Souza <i>et al.</i>, 2001) e em Cana&atilde; dos   Caraj&aacute;s (Rodrigues-Carvalho, 2005; Souza, 2003). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estudo dos restos faun&iacute;sticos encontrados em   s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos &eacute;  feito no &acirc;mbito da zooarqueologia   (ou arqueozoologia). Essa  &aacute;rea do conhecimento tamb&eacute;m   esteve presente nas pesquisas realizadas pelo Museu   Goeldi nos &uacute;ltimos anos (Silveira, 1995, 2001). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Paralelamente &agrave;s atividades voltadas para as   pesquisas acad&ecirc;micas, registra-se o aumento consider&aacute;vel   na demanda de trabalho que chega &agrave; institui&ccedil;&atilde;o.   Essa demanda tem sua origem tanto em &oacute;rg&atilde;os   governamentais, como o IPHAN, como em empresas   (estatais e privadas) respons&aacute;veis por empreendimentos   cuja implanta&ccedil;&atilde;o acarretar&aacute;  danos ao patrim&ocirc;nio   arqueol&oacute;gico que, porventura, exista na &aacute;rea. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesse &uacute;ltimo caso, o aumento na demanda ocorreu por   for&ccedil;a da legisla&ccedil;&atilde;o brasileira, que condiciona o licenciamento   de empreendimentos com determinadas caracter&iacute;sticas &agrave;   realiza&ccedil;&atilde;o de diversas pesquisas, entre as quais, a arqueol&oacute;gica.   Conhecida como arqueologia de contrato, esse tipo de   pesquisa visa identificar os s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos localizados   nas &aacute;reas sob influ&ecirc;ncia direta e indireta de determinado   empreendimento e proceder ao seu salvamento, ou seja,   pesquisar, produzir e difundir conhecimento sobre os s&iacute;tios   arqueol&oacute;gicos existentes nas &aacute;reas afetadas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Museu Em&iacute;lio Goeldi, sendo a institui&ccedil;&atilde;o de   refer&ecirc;ncia da pesquisa arqueol&oacute;gica na Amaz&ocirc;nia, passou   a ser procurado desde o final dos anos 1970 por diversas   empresas para realizar esse tipo de pesquisa na regi&atilde;o. A   demanda foi grande na d&eacute;cada 1980, diminuiu na primeira   metade dos anos 1990 e voltou a crescer na segunda   metade da d&eacute;cada, dessa feita de maneira vertiginosa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Trabalhos de levantamento para identifica&ccedil;&atilde;o   do potencial arqueol&oacute;gico de determinadas &aacute;reas ou   o salvamento de s&iacute;tios que ser&atilde;o irremediavelmente   destru&iacute;dos passaram a fazer parte, juntamente com   as pesquisas acad&ecirc;micas, da rotina de trabalho dos   pesquisadores da &Aacute;rea de Arqueologia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Museu Goeldi foi uma das primeiras institui&ccedil;&otilde;es   do pa&iacute;s a realizar pesquisa visando o salvamento de s&iacute;tios   arqueol&oacute;gicos. Preocupados com o destino de uma s&eacute;rie   de sambaquis e de outros s&iacute;tios cer&acirc;micos localizados no   litoral paraense, Sim&otilde;es (1981a), Corr&ecirc;a (1987) e Sim&otilde;es   e Corr&ecirc;a (1971) realizaram, na d&eacute;cada de 1970, pesquisas   em v&aacute;rios s&iacute;tios dessa regi&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diversas pesquisas de contrato foram realizadas   pela &Aacute;rea de Arqueologia do Museu Goeldi entre os   anos de 1998 e 2008. Essas pesquisas possibilitaram a   identifica&ccedil;&atilde;o de um grande n&uacute;mero de s&iacute;tios em &aacute;reas   arqueologicamente j&aacute; conhecidas, como o baixo curso do   rio Xingu (Pereira, 2002b; Pereira e Guapindaia, 1999a),   o rio Madeira (Magalh&atilde;es, 2005c; Marques, 2005a), o rio   Trombetas (Guapindaia, 2001), a regi&atilde;o da Transamaz&ocirc;nica   (Magalh&atilde;es, 2001, 2003) e o rio Tocantins (Guapindaia <i>et al.</i>,   1998), e em outras, um pouco menos conhecidas, como o rio Capim (Magalh&atilde;es,   2000) e o rio Oiapoque (Pereira e Guapindaia, 1999b). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por meio desses projetos de contrato, foi poss&iacute;vel   descobrir muitos s&iacute;tios situados em locais que dificilmente   seriam percorridos<a name="s2"></a><sup><a href="#n2">2</a></sup> se n&atilde;o fosse pela implanta&ccedil;&atilde;o de   algum empreendimento, como s&atilde;o os casos daqueles   instalados nos plat&ocirc;s e vales da regi&atilde;o de Porto   Trombetas, no noroeste do Par&aacute; (Guapindaia, 2008a),   nas serras de Caraj&aacute;s (Magalh&atilde;es, 1994a, 1994b, 2005),   na &aacute;rea do Salobo (Silveira, 2007) e em Cana&atilde; dos   Caraj&aacute;s (Pereira, 2008a), esses tr&ecirc;s &uacute;ltimos localizados   no sudeste do Par&aacute;. O mesmo ocorreu em extensas   &aacute;reas cortadas pela constru&ccedil;&atilde;o ou repavimenta&ccedil;&atilde;o   de   rodovias, como a Transamaz&ocirc;nica (Magalh&atilde;es, 2001,   2003; Schaan, 2005b; Schaan e Silva, 2005), a BR-163   (Schaan, 2006) e a Al&ccedil;a Vi&aacute;ria de Bel&eacute;m (Magalh&atilde;es,   2002a; Marques, 2002, 2003b), ou com a implanta&ccedil;&atilde;o de   linhas de transmiss&atilde;o no Par&aacute; (Pereira, 2000; Magalh&atilde;es,   2003, 2001; Guapindaia <i>et al.</i>, 1998), no Acre (Schaan e   Plens, 2005; Schaan, 2005c), no Amap&aacute; (Guapindaia <i>et</i>   <i>al.</i>, 2005) e em Rond&ocirc;nia (Bueno e Machado, 2005). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em que pesem as cr&iacute;ticas internas e externas que   a &Aacute;rea de Arqueologia do Museu Em&iacute;lio Goeldi sofre   por realizar a chamada arqueologia de contrato, nenhum   trabalho teria sido feito se n&atilde;o houvesse interesse na </font><font size="2" face="Verdana">procura   de respostas a quest&otilde;es acad&ecirc;micas ou para o   conhecimento de &aacute;reas ainda inexploradas do ponto de   vista arqueol&oacute;gico. Diferentemente de uma empresa de   arqueologia, que atua em qualquer regi&atilde;o do pa&iacute;s, o Museu   Goeldi s&oacute; executa pesquisas de contrato em &aacute;reas dentro   da Amaz&ocirc;nia Brasileira, particularmente no estado do Par&aacute;,   priorizando sempre &aacute;reas de seu interesse cient&iacute;fico. A   pesquisa de contrato possibilita a identifica&ccedil;&atilde;o e a investiga&ccedil;&atilde;o   de diversos s&iacute;tios, al&eacute;m dos dados e do material coletado   ficarem acess&iacute;veis para outras pesquisas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Atuando h&aacute; mais de 140 anos na Amaz&ocirc;nia, n&atilde;o &eacute; rara   a coincid&ecirc;ncia entre o local onde um empreendimento vai   ser executado com &aacute;reas onde o Museu Goeldi j&aacute; tenha   realizado pesquisas anteriormente. Nesses casos, s&atilde;o as   informa&ccedil;&otilde;es das pesquisas realizadas por essa institui&ccedil;&atilde;o   que,   muitas vezes, subsidiam Estudos de Impacto Ambiental (EIA)   realizados por empresas de arqueologia. Alguns exemplos   s&atilde;o os estudos de impacto ambiental das Usinas Hidrel&eacute;tricas   de Santa Isabel, no rio Araguaia, de Belo Monte, no rio   Xingu, e de Tucuru&iacute;, no rio Tocantins. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um reflexo da forma como a &Aacute;rea de Arqueologia do   Museu Goeldi atua com rela&ccedil;&atilde;o aos projetos de contrato   est&aacute; na produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica que foi gerada com   base em   informa&ccedil;&otilde;es obtidas por meio desses projetos. Em 2000,   Caldarelli e Santos (2000) apresentaram um quadro da   produ&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica da arqueologia de contrato no Brasil.   Nele, a Amaz&ocirc;nia &eacute; representada por apenas um artigo   (Ara&uacute;jo Costa <i>et al.</i>, 1988). No entanto, at&eacute; 2000, a produ&ccedil;&atilde;o   cient&iacute;fica do Museu Goeldi oriunda de projetos de contrato   contava com uma tese de doutorado (Magalh&atilde;es, 1999),   duas disserta&ccedil;&otilde;es de mestrado (Magalh&atilde;es, 1990; Silveira,   1995), dois livros (Magalh&atilde;es, 1994a, 1994b), dois artigos   cient&iacute;ficos (Sim&otilde;es, 1986; Magalh&atilde;es, 1993) e duas publica&ccedil;&otilde;es   completas em anais de congresso (Magalh&atilde;es, 1997, 1999). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A partir de 2000, a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica associada   &agrave;s pesquisas de contrato passa a contar com novas   contribui&ccedil;&otilde;es. Entre elas, destacam-se a publica&ccedil;&atilde;o   de um livro (Magalh&atilde;es, 2005a), a elabora&ccedil;&atilde;o de uma tese   de doutorado (Marques, 2004) e de uma disserta&ccedil;&atilde;o de   mestrado (Arag&atilde;o, 2006), tr&ecirc;s cap&iacute;tulos de livro (Lima,   2006c; Pereira, 2008; Pereira <i>et al.</i>, 2008a) e doze   artigos publicados em anais de congressos (Magalh&atilde;es,   2002b; Luiz e Pereira, 2005; Arag&atilde;o <i>et al.</i>, 2005; Lopes   <i>et al.</i>, 2006; Luiz <i>et al.</i>, 2007a; 2007b; Ruivo <i>et al.</i>,   2006;   Oliveira <i>et al.</i>, 2005; Lima, 2005; Lima e Machado, 2005;   Lima e Pereira, 2007; Silveira <i>et al.</i>, 2007). Muitos desses   trabalhos t&ecirc;m sido apresentados em congressos nacionais   e internacionais tamb&eacute;m na forma de pain&eacute;is. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Al&eacute;m da produ&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica e dos relat&oacute;rios,   os   projetos de contrato tamb&eacute;m possibilitaram a forma&ccedil;&atilde;o   b&aacute;sica em arqueologia de diversos estudantes universit&aacute;rios   que passaram a fazer est&aacute;gio na &Aacute;rea de Arqueologia.   Entusiasmados com a aproxima&ccedil;&atilde;o com a pesquisa   arqueol&oacute;gica, muitos deles, al&eacute;m de auxiliar nas atividades   dos projetos de contrato, utilizaram o tempo para produzir   os seus trabalhos de final de curso ou de especializa&ccedil;&atilde;o,   elegendo temas voltados para a arqueologia da Amaz&ocirc;nia.   Destacam-se os trabalhos de Barbosa (2001) sobre as urnas   funer&aacute;rias da regi&atilde;o de Marac&aacute; (AP); de Martins (2005)   sobre a cer&acirc;mica arqueol&oacute;gica da regi&atilde;o de Caxiuan&atilde;   (PA); de Silva (2002) sobre mudan&ccedil;as paisag&iacute;sticas e os   vest&iacute;gios arquitet&ocirc;nicos remanescentes do final do s&eacute;culo   XVII em Santo Ant&ocirc;nio do Gurup&aacute; (PA); de Fonseca Jr.   (2004) sobre a hist&oacute;ria dos &iacute;dolos de pedra amaz&ocirc;nicos;   de Martins (2007a) sobre o material cer&acirc;mico do s&iacute;tio   Bitoca 2; e de Nascimento (2006) sobre as rela&ccedil;&otilde;es entre   os arque&oacute;logos e as comunidades. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estudantes que ingressaram na &Aacute;rea de Arqueologia   por meio de est&aacute;gios e bolsas de inicia&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica   tamb&eacute;m   fizeram suas monografias de conclus&atilde;o de curso com temas   relacionados &agrave; arqueologia. Entre eles, est&atilde;o os trabalhos   de Rosa (2003, 2004) sobre a cer&acirc;mica tapaj&ocirc;nica das   cole&ccedil;&otilde;es Townsend e Frederico Barata, pertencentes   ao acervo do Museu Goeldi; de Ramos (2005) sobre as   transforma&ccedil;&otilde;es urbanas e paisag&iacute;sticas da antiga miss&atilde;o   religiosa de Cai&aacute;, na ilha de Maraj&oacute;; e de Cruz (2002) sobre   pe&ccedil;as lascadas de hematita provenientes da Serra   Norte de Caraj&aacute;s. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Al&eacute;m das pesquisas de contrato, a &Aacute;rea de Arqueologia   realizou diversos trabalhos de salvamento em s&iacute;tios   arqueol&oacute;gicos que, por raz&otilde;es diversas, estavam com a sua   integridade comprometida. Em 1997, durante a abertura   de uma vala para a implanta&ccedil;&atilde;o de canos para escoamento   de &aacute;gua no campus da Funda&ccedil;&atilde;o Universidade Federal do   Amap&aacute; (UNIFAP), foi identificado um s&iacute;tio arqueol&oacute;gico.   O trabalho emergencial para salvaguardar o patrim&ocirc;nio   encontrado foi realizado (Machado, 1997) e, em seguida,   foi apresentado &agrave; UNIFAP, por solicita&ccedil;&atilde;o da mesma, um   projeto para dar continuidade &agrave; pesquisa no s&iacute;tio. Apesar do   interesse moment&acirc;neo demonstrado pelos dirigentes dessa   universidade, o assunto n&atilde;o teve prosseguimento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 1996, um s&iacute;tio arqueol&oacute;gico localizado &agrave;s   margens do rio Novo, no munic&iacute;pio de Cal&ccedil;oene (AP),   foi encontrado casualmente por um morador durante   suas atividades de plantio. Tratava-se de um po&ccedil;o   artificial contendo, em sua base, urnas funer&aacute;rias da   cultura Cunani. As intensas atividades agr&iacute;colas na &aacute;rea   haviam comprometido seriamente o s&iacute;tio arqueol&oacute;gico,   restando apenas quatro urnas inteiras das onze que   haviam sido encontradas (Coirolo, 1996). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No munic&iacute;pio de Melga&ccedil;o (PA), sob a comunidade   de Ilha de Terra, doze vasilhames arqueol&oacute;gicos   afloravam &agrave; superf&iacute;cie e, a cada per&iacute;odo de chuvas, sua   integridade era comprometida. O salvamento desse   patrim&ocirc;nio foi realizado entre os anos de 2003 e 2004   (Coirolo, 2004; Coirolo e D'Aquino, 2005). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 1999, um s&iacute;tio arqueol&oacute;gico    foi descoberto nas proximidades da cidade de Porto de Moz (PA), na &aacute;rea    onde estava sendo implantada uma serraria. Todos os procedimentos legais para    a realiza&ccedil;&atilde;o do salvamento foram providenciados por parte do IPHAN    e dos arque&oacute;logos respons&aacute;veis (Pereira e Guapindaia, 1999a).    No entanto, o propriet&aacute;rio do terreno onde estava o s&iacute;tio n&atilde;o    cumpriu a sua parte - custear a pesquisa - , o que impossibilitou a realiza&ccedil;&atilde;o    do salvamento. O caso foi encaminhado ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico e,    at&eacute; hoje, desconhecemos o seu desfecho. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O caso de Porto de Moz remete a uma outra   atividade constante da &Aacute;rea de Arqueologia do Museu   Goeldi, a colabora&ccedil;&atilde;o com o IPHAN. A car&ecirc;ncia de   arque&oacute;logos atinge tamb&eacute;m o &oacute;rg&atilde;o destinado a proteger   o patrim&ocirc;nio arqueol&oacute;gico do pa&iacute;s. Na falta desse   profissional, a 2<sup>a</sup> Superintend&ecirc;ncia Regional do IPHAN   recorre constantemente ao Museu Goeldi, solicitando   seus pesquisadores para realizar vistorias t&eacute;cnicas em   s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos nos estados do Par&aacute; e Amap&aacute;, &aacute;rea   de abrang&ecirc;ncia daquela Superintend&ecirc;ncia. Tratam-se, via   de regra, de den&uacute;ncias sobre saque e destrui&ccedil;&atilde;o de s&iacute;tios   arqueol&oacute;gicos ou de informa&ccedil;&otilde;es sobre a exist&ecirc;ncia   de s&iacute;tios,   acompanhadas de pedidos para a realiza&ccedil;&atilde;o de pesquisas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nos &uacute;ltimos anos, v&aacute;rias den&uacute;ncias t&ecirc;m sido feitas   como conseq&uuml;&ecirc;ncia do di&aacute;logo entre os arque&oacute;logos   e   as comunidades, e dos projetos de educa&ccedil;&atilde;o patrimonial   realizados pelo Museu Goeldi. A expectativa criada pelos   denunciantes, algumas vezes, acaba sendo frustrada, na   medida em que nem sempre a vistoria pode ser realizada   de forma imediata ou a pesquisa realizada ap&oacute;s a vistoria. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Atualmente, est&atilde;o sendo realizadas, pelo menos,   duas a&ccedil;&otilde;es do IPHAN em parceria com o Museu   Goeldi, ambas motivadas por den&uacute;ncias de moradores   das comunidades sobre a destrui&ccedil;&atilde;o e o vandalismo nos   s&iacute;tios. Uma delas &eacute; na Vila de Joanes, ilha de Maraj&oacute;,   cujas   a&ccedil;&otilde;es est&atilde;o voltadas para a preserva&ccedil;&atilde;o,   conserva&ccedil;&atilde;o,   pesquisa e educa&ccedil;&atilde;o patrimonial no s&iacute;tio hist&oacute;rico   de   Joanes, uma miss&atilde;o religiosa fundada no s&eacute;culo XVII   (Marques e Schaan, 2006). A outra a&ccedil;&atilde;o est&aacute; sendo   realizada no Distrito do Pacoval do Curu&aacute;, em Prainha   (PA), e tem como foco a pesquisa arqueol&oacute;gica, a   educa&ccedil;&atilde;o patrimonial e o turismo sustent&aacute;vel na regi&atilde;o   (Pereira <i>et al.</i>, 2008b). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A colabora&ccedil;&atilde;o com o IPHAN n&atilde;o se resume a   vistorias t&eacute;cnicas em s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos. O Museu   Goeldi tamb&eacute;m tem colaborado, constantemente, com   esse instituto, fornecendo informa&ccedil;&otilde;es sobre os s&iacute;tios   arqueol&oacute;gicos da Amaz&ocirc;nia, para alimentar a base de dados   do Cadastro Nacional de S&iacute;tios Arqueol&oacute;gicos (CNSA).   Informa&ccedil;&otilde;es constantes nessa base est&atilde;o disponibilizadas   na internet, no <i>site </i>do IPHAN, para consulta p&uacute;blica.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>EDUCA&Ccedil;&Atilde;O PATRIMONIAL</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As rela&ccedil;&otilde;es que se estabelecem entre os pesquisadores e   as comunidades das &aacute;reas onde s&atilde;o feitas as investiga&ccedil;&otilde;es   arqueol&oacute;gicas constituem um tema que s&oacute; recentemente   passou a merecer a aten&ccedil;&atilde;o por parte tanto de pesquisadores   como dos &oacute;rg&atilde;os gestores do patrim&ocirc;nio cultural. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Museu Goeldi foi uma das institui&ccedil;&otilde;es pioneiras a   apresentar, ainda na d&eacute;cada de 1980, uma reflex&atilde;o sobre as   rela&ccedil;&otilde;es entre os arque&oacute;logos e as popula&ccedil;&otilde;es   ribeirinhas.   Esse trabalho foi baseado na experi&ecirc;ncia de um grupo   de jovens pesquisadores que participou de um projeto   de contrato realizado entre 1986 e 1988 no baixo curso   do rio Xingu (Oliveira <i>et al.</i>, 1988). Entre as conclus&otilde;es   apresentadas nesse trabalho, consta a recomenda&ccedil;&atilde;o   para incluir, nos projetos arqueol&oacute;gicos, a&ccedil;&otilde;es no sentido   de informar adequadamente as comunidades sobre   o significado do trabalho do arque&oacute;logo e, com isso,   promover a sua aproxima&ccedil;&atilde;o com a pesquisa. Ao conhecer   a import&acirc;ncia da pesquisa, a preserva&ccedil;&atilde;o do patrim&ocirc;nio   arqueol&oacute;gico viria como uma conseq&uuml;&ecirc;ncia natural. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com vistas &agrave; intera&ccedil;&atilde;o construtiva    entre os arque&oacute;logos e o p&uacute;blico - particularmente entre as comunidades    que vivem pr&oacute;ximas &agrave;s &aacute;reas afetadas por empreendimentos    cuja constru&ccedil;&atilde;o e opera&ccedil;&atilde;o provocam altera&ccedil;&otilde;es    ambientais e patrimoniais - o IPHAN determinou, atrav&eacute;s da Portaria n<sup>o</sup>    230, de 17 de dezembro de 2002, a necessidade de realiza&ccedil;&atilde;o de    programas de educa&ccedil;&atilde;o patrimonial em todas as fases do licenciamento    ambiental dos empreendimentos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 2001, antes da publica&ccedil;&atilde;o da referida Portaria,   a &Aacute;rea de Arqueologia do Museu Goeldi deu in&iacute;cio ao   primeiro trabalho de educa&ccedil;&atilde;o patrimonial vinculado a   um projeto de pesquisa de contrato na Amaz&ocirc;nia. Esse   trabalho vem sendo realizado no munic&iacute;pio de Oriximin&aacute; (PA),   na regi&atilde;o de Porto Trombetas, e beneficia quatro   comunidades. Crian&ccedil;as, adolescentes e adultos participam   das atividades do projeto, que incentiva a leitura e a   pesquisa, estimula atividades empreendedoras por meio   da produ&ccedil;&atilde;o de artesanato e valoriza os ceramistas locais.   O projeto j&aacute; produziu um v&iacute;deo e uma s&eacute;rie de jogos   educativos, cartilhas e exposi&ccedil;&otilde;es itinerantes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nos anos seguintes, tiveram in&iacute;cio tr&ecirc;s outros   projetos de educa&ccedil;&atilde;o patrimonial vinculados a projetos   de contrato, abrangendo os munic&iacute;pios de Cana&atilde; dos   Caraj&aacute;s<sup><a name="s3"></a><a href="#n3">3</a></sup>, Moju<a name="s4"></a><sup><a href="#n4">4</a></sup>, Abaetetuba<sup><a name="s5"></a><a href="#n5">5</a></sup> e Parauapebas<sup><a name="s6"></a><a href="#n6">6</a></sup>, todos no   Par&aacute;. Por meio desses projetos, foram elaboradas v&aacute;rias   m&iacute;dias pedag&oacute;gicas com o objetivo de atender &agrave;s diversas   faixas et&aacute;rias das comunidades existentes no entorno do   empreendimento. Assim, foram elaboradas duas revistas   com hist&oacute;rias em quadrinhos (Cunha <i>et al.</i>, 2004; Cruz   <i>et al.</i>, 2004), tr&ecirc;s v&iacute;deos (Figueiredo, 2005, 2006,   2007), um livro (Lima, 2003) e sete cartilhas de leitura   e exerc&iacute;cios (Leal, 2005; Atikun, 2005; Lima, 2005a,   2005b, 2006a, 2006b; Soeiro <i>et al.</i>, 2008). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dois projetos pioneiros voltados para educa&ccedil;&atilde;o   patrimonial, realizados nos munic&iacute;pios de Oriximin&aacute; e Cana&atilde;   dos Caraj&aacute;s, renderam frutos importantes para os participantes.   Em ambos, o objetivo maior foi alcan&ccedil;ado, que &eacute; a valoriza&ccedil;&atilde;o   da mem&oacute;ria cultural dos antepassados evidenciada nas formas   e na decora&ccedil;&atilde;o da cer&acirc;mica arqueol&oacute;gica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em Cana&atilde; dos Caraj&aacute;s, o projeto de educa&ccedil;&atilde;o   patrimonial envolveu quatro comunidades situadas no   entorno de uma mina de cobre. Al&eacute;m da valoriza&ccedil;&atilde;o   do patrim&ocirc;nio arqueol&oacute;gico, o projeto atingiu outros   objetivos, como a multiplica&ccedil;&atilde;o do conhecimento por   parte dos professores locais e tamb&eacute;m de crian&ccedil;as e   adolescentes, e o desenvolvimento sustent&aacute;vel dessas   comunidades (Lima e Pereira, 2007).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RECURSOS HUMANOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma das mudan&ccedil;as mais marcantes ocorridas nos &uacute;ltimos   anos est&aacute; relacionada com a dr&aacute;stica redu&ccedil;&atilde;o no   n&uacute;mero   de pesquisadores atuando na &Aacute;rea de Arqueologia<a name="s7"></a><sup><a href="#n7">7</a></sup>. Essa   redu&ccedil;&atilde;o foi ocasionada por aposentadorias, transfer&ecirc;ncias   para outros departamentos dentro da institui&ccedil;&atilde;o e para   outras institui&ccedil;&otilde;es. O quadro de pesquisadores, que em 1991   era de treze arque&oacute;logos, foi reduzido, em 1998, para seis e,   em 2004, para cinco, o que significa uma redu&ccedil;&atilde;o de mais de   60%. Se, por um lado, houve a diminui&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de   pesquisadores, por outro, registra-se o retorno &agrave; institui&ccedil;&atilde;o   daqueles que haviam sa&iacute;do para cursar p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A capacita&ccedil;&atilde;o profissional dos funcion&aacute;rios, aliada   &agrave; presen&ccedil;a de pesquisadores bolsistas, trouxe novo   f&ocirc;lego para a &Aacute;rea de Arqueologia. Novos projetos   acad&ecirc;micos come&ccedil;aram a ser desenvolvidos, alguns   abordando temas at&eacute; ent&atilde;o pouco ou nada explorados   pelas pesquisas anteriores, como s&atilde;o os casos da   arqueologia hist&oacute;rica e da arte rupestre. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Acompanhando esse novo cen&aacute;rio, registra-se   a aproxima&ccedil;&atilde;o de um n&uacute;mero importante de alunos   universit&aacute;rios interessados na pesquisa arqueol&oacute;gica. Se,   por um lado, isso se configura como um est&iacute;mulo, por   outro, esbarra em um cen&aacute;rio desanimador, marcado   pela aus&ecirc;ncia de cursos de gradua&ccedil;&atilde;o e p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o   (<i>strictu </i>e <i>lato sensu</i>) em arqueologia na regi&atilde;o Norte   e pela   dist&acirc;ncia geogr&aacute;fica da Amaz&ocirc;nia em rela&ccedil;&atilde;o   aos centros   de forma&ccedil;&atilde;o de arque&oacute;logos no pa&iacute;s. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Visando suprir um pouco dessa car&ecirc;ncia,     estabeleceu-se como metas a serem alcan&ccedil;adas a forma&ccedil;&atilde;o     de recursos humanos e o fortalecimento da &Aacute;rea de   Arqueologia por meio de pesquisadores visitantes. Apesar   de tradicionalmente atuar na realiza&ccedil;&atilde;o de pesquisas   arqueol&oacute;gicas, essa &Aacute;rea foi a respons&aacute;vel pela forma&ccedil;&atilde;o   b&aacute;sica de v&aacute;rios profissionais que atuam hoje na regi&atilde;o.   A   partir de 1992, quando o Programa Institucional de Bolsas   de Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica foi implantado no Museu Goeldi,   com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento   Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (CNPq), a forma&ccedil;&atilde;o de   estudantes   ficou vinculada, principalmente, a esse programa. Quanto   aos pesquisadores visitantes, cerca de vinte atuaram na   &Aacute;rea de Arqueologia por meio de bolsas de pesquisa do   CNPq ou de projetos de contrato. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dando continuidade a esse processo e visando   a reciclagem de t&eacute;cnicos e profissionais que atuavam   tanto no Par&aacute; como em outros estados da Amaz&ocirc;nia,   a &Aacute;rea de Arqueologia promoveu, em 1997, o curso   &quot;Pr&aacute;tica em Arqueologia Amaz&ocirc;nica&quot;. Ministrado pelo   Dr. Michael Heckenberger, o curso constou de aulas   te&oacute;ricas e de pr&aacute;tica de campo. Teve como p&uacute;blico   profissionais de diversas institui&ccedil;&otilde;es do Par&aacute;, Amap&aacute;   e Amazonas, al&eacute;m de contar com a participa&ccedil;&atilde;o de   estudantes de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o da Universidade de S&atilde;o   Paulo e da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio   Grande do Sul (Pereira, 1998). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar do esfor&ccedil;o que o Museu Goeldi tem   despendido para a forma&ccedil;&atilde;o de pessoal, seja por meio   de cursos de curta dura&ccedil;&atilde;o ou de est&aacute;gios, ainda &eacute;   fundamental para a regi&atilde;o Norte a implanta&ccedil;&atilde;o de um curso   de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o <i>strictu sensu </i>em arqueologia.   A regi&atilde;o   amaz&ocirc;nica tem um potencial arqueol&oacute;gico proporcional &agrave;   sua dimens&atilde;o geogr&aacute;fica, e n&atilde;o h&aacute; arque&oacute;logos   suficientes   fixados na regi&atilde;o para atender a demanda de trabalho. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao longo desses dezessete anos, observou-se   que um dos motivos que desestimulam os estudantes a   seguir a carreira de arque&oacute;logo &eacute; a falta de perspectiva   de absor&ccedil;&atilde;o de novos profissionais por centros de   pesquisa e universidades. Essa situa&ccedil;&atilde;o, aliada &agrave; enorme   demanda de trabalho oriunda de empreendimentos   que, por for&ccedil;a da lei, s&atilde;o obrigados a realizar pesquisa   arqueol&oacute;gica para a obten&ccedil;&atilde;o de licen&ccedil;as ambientais,   estimulou a cria&ccedil;&atilde;o de diversas empresas especializadas   em pesquisa arqueol&oacute;gica de contrato. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Atualmente, um grande n&uacute;mero de arque&oacute;logos   aut&ocirc;nomos, estudantes de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o e at&eacute;   mesmo alunos em forma&ccedil;&atilde;o tem sido recrutado para   trabalhar para essas empresas. Essa situa&ccedil;&atilde;o, ainda que   rent&aacute;vel, proporciona pouco incentivo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o   de   conhecimento, restringe a cr&iacute;tica social (Funari, 2003)   e limita a atua&ccedil;&atilde;o do profissional a atender (enquanto   houver) a demanda por esse tipo de trabalho. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">H&aacute; seis anos, Caldarelli e Santos (2000) consideravam   que as universidades eram as grandes preferidas na   contrata&ccedil;&atilde;o para a execu&ccedil;&atilde;o de programas de resgate   pelas   condi&ccedil;&otilde;es que ofereciam para a an&aacute;lise, guarda e curadoria   do material coletado. De acordo com a sua avalia&ccedil;&atilde;o, esse   quadro come&ccedil;ava a mudar face &agrave; crescente contrata&ccedil;&atilde;o   de empresas especializadas nesse tipo de servi&ccedil;o, que   passavam a contar com o apoio das universidades. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Atualmente, essa &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o    que parece predominar no pa&iacute;s. Cada vez mais empreendedores deixam de    lado universidades e centros de pesquisa regionais - antes respons&aacute;veis    pelas pesquisas - e passam a procurar empresas de arqueologia - a maioria sediada    no Sul e Sudeste do pa&iacute;s - para realizar pesquisas em todo o territ&oacute;rio    nacional com o objetivo de obter licenciamentos. A pesquisa arqueol&oacute;gica    passou a ser, do ponto de vista das empresas, uma atividade muito melhor de    ser negociada entre duas empresas - a do empreendedor e a do arque&oacute;logo-empres&aacute;rio    - do que com os centros de pesquisa.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INFRA-ESTRUTURA E ACERVO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 1996, a Coordena&ccedil;&atilde;o de Ci&ecirc;ncias    Humanas do Museu Goeldi teve a sua base f&iacute;sica transferida do Parque    Zoobot&acirc;nico - local de suas antigas instala&ccedil;&otilde;es - para o    Campus de Pesquisa do Museu Goeldi. As novas instala&ccedil;&otilde;es foram    constru&iacute;das visando dar melhor infraestrutura para os pesquisadores e    para o acervo. Al&eacute;m de salas para pesquisadores, t&eacute;cnicos e bolsistas,    a &Aacute;rea de Arqueologia conta hoje com tr&ecirc;s laborat&oacute;rios projetados    para an&aacute;lise de material arqueol&oacute;gico, um laborat&oacute;rio para    restaura&ccedil;&atilde;o e um amplo sal&atilde;o para guarda provis&oacute;ria    e processamento inicial do material a ser analisado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 1997, o acervo arqueol&oacute;gico foi transferido para   o novo pr&eacute;dio, projetado especificamente para receber   esse tipo de acervo. O local recebeu o nome de Reserva   T&eacute;cnica &quot;M&aacute;rio Ferreira Sim&otilde;es&quot; em homenagem &agrave;   contribui&ccedil;&atilde;o dada por esse pesquisador para a arqueologia   da Amaz&ocirc;nia (Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2002).   Com 360 m<sup>2</sup>, abriga todo o acervo arqueol&oacute;gico do   Museu Goeldi. Esse novo espa&ccedil;o foi preparado visando   dar condi&ccedil;&otilde;es ideais de acondicionamento e seguran&ccedil;a ao   acervo, cuja forma&ccedil;&atilde;o data do s&eacute;culo XIX. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para o acondicionamento do material arqueol&oacute;gico,   s&atilde;o usadas caixas e bandejas de polietileno, organizadas   em estantes em chapa de a&ccedil;o, um material de forte   resist&ecirc;ncia a ataques de insetos e micro-organismos.   O espa&ccedil;o da reserva t&eacute;cnica &eacute; climatizado, com   temperaturas entre 18<sup>o</sup> e 21 <sup>o</sup>C e umidade relativa entre   55% e 65%, para melhor conserva&ccedil;&atilde;o do acervo. O   controle desse ambiente &eacute; monitorado por meio de   desumidificadores, termohigr&ocirc;metros e termohigrogr&aacute;fos   (Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2002). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com o acervo reunido em um s&oacute; espa&ccedil;o, teve   in&iacute;cio um projeto cujos objetivos s&atilde;o a reorganiza&ccedil;&atilde;o   e a documenta&ccedil;&atilde;o das cole&ccedil;&otilde;es. Esse projeto visa   n&atilde;o   apenas o acondicionamento do acervo no novo espa&ccedil;o,   mas tamb&eacute;m a reformula&ccedil;&atilde;o do sistema de gest&atilde;o   e   documenta&ccedil;&atilde;o. O registro do acervo arqueol&oacute;gico   era feito, anteriormente, de forma manual em livros   e fichas criados para esse fim. Hoje, o sistema &eacute;   informatizado, permitindo acesso r&aacute;pido e f&aacute;cil &agrave;s pe&ccedil;as   e &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es sobre elas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No &acirc;mbito desse projeto, tem sido estimulado o   estudo cient&iacute;fico de cole&ccedil;&otilde;es arqueol&oacute;gicas do   Museu   Goeldi. Muitas cole&ccedil;&otilde;es que comp&otilde;em o acervo foram   formadas no final do s&eacute;culo XIX e no in&iacute;cio do s&eacute;culo   XX, sem que houvesse grande preocupa&ccedil;&atilde;o do coletor   em sistematizar a coleta ou contextualizar as pe&ccedil;as. No   entanto, trata-se de um material importante, muitas vezes representativo de &aacute;reas   pouco (ou nada) conhecidas do   ponto de vista arqueol&oacute;gico, que quando devidamente   estudado ganha significado cient&iacute;fico, tornando-se uma   nova fonte de informa&ccedil;&atilde;o. O estudo das cole&ccedil;&otilde;es   arqueol&oacute;gicas tem privilegiado n&atilde;o apenas o acervo em   si, mas tamb&eacute;m o seu colecionador. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dentre os estudos realizados com as cole&ccedil;&otilde;es do   acervo arqueol&oacute;gico do Museu Goeldi, destacam-se as   contribui&ccedil;&otilde;es de Guapindaia (1993) sobre os Tapaj&oacute;,   realizado a partir da cole&ccedil;&atilde;o cer&acirc;mica formada por   Frederico Barata; de Rosa (2003) sobre as cole&ccedil;&otilde;es de   cer&acirc;mica tapaj&ocirc;nica formadas por Charles Townsend e   Frederico Barata; de D`Aquino (2001, 2003) sobre os   cachimbos cer&acirc;micos de Alenquer e Santar&eacute;m; de Fonseca   Jr. (2004) sobre os &iacute;dolos de pedra; e de Martins (2007b)   sobre a cole&ccedil;&otilde;es formadas por Prot&aacute;sio Frikel. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O acervo arqueol&oacute;gico do Museu Goeldi vem   crescendo continuamente ao longo dos anos, seja por   meio de pesquisas acad&ecirc;micas, de contrato ou doa&ccedil;&otilde;es.   Atualmente, o acervo da institui&ccedil;&atilde;o ultrapassa dois   milh&otilde;es de itens, entre fragmentos, pe&ccedil;as inteiras e   semi-inteiras. Algumas das mais importantes cole&ccedil;&otilde;es   arqueol&oacute;gicas da Amaz&ocirc;nia est&atilde;o sob a guarda do Museu   Goeldi. Entre elas, destacam-se a cole&ccedil;&atilde;o de pe&ccedil;as   Cunani, formada por Em&iacute;lio Goeldi e Aureliano Lima   Guedes, em 1895; a cole&ccedil;&atilde;o de pe&ccedil;as Marac&aacute; formada   por Aureliano Lima Guedes, em 1896; a cole&ccedil;&atilde;o de   pe&ccedil;as Santar&eacute;m formada por Frederico Barata, Curt   Nimuendaju e Townsend; a cole&ccedil;&atilde;o de pe&ccedil;as do Maraj&oacute;   formada por Betty Meggers; e as cole&ccedil;&otilde;es formadas por   Prot&aacute;sio Frikel em diversas regi&otilde;es do Par&aacute;, em particular   aquelas provenientes dos rios Paru de Leste, Paru de   Oeste, Serra do Tumucumaque e rio Itacai&uacute;nas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O acervo arqueol&oacute;gico do Museu Goeldi, constitu&iacute;do   fundamentalmente por artefatos cer&acirc;micos e l&iacute;ticos, cont&eacute;m   pe&ccedil;as representativas dos diversos povos ind&iacute;genas que   viveram na Amaz&ocirc;nia antes e no momento do contato com   o colonizador europeu. Essas pe&ccedil;as t&ecirc;m sido apresentadas   ao p&uacute;blico em diversas exposi&ccedil;&otilde;es realizadas em Bel&eacute;m,   em outros estados do Brasil e em diversos pa&iacute;ses. Entre   os anos 1998 e 2008, foram realizadas 17 exposi&ccedil;&otilde;es em   cinco pa&iacute;ses e em cinco estados brasileiros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O acervo conta, ainda, com uma cole&ccedil;&atilde;o osteol&oacute;gica   proveniente de diversos s&iacute;tios da Amaz&ocirc;nia, que tamb&eacute;m   &eacute; objeto de estudo. Entre os trabalhos realizados com   esse acervo, destacam-se a an&aacute;lise feita por Sab&aacute; (2000)   sobre os restos esqueletais oriundos das urnas funer&aacute;rias   de Marac&aacute;, no Amap&aacute;, e o estudo feito por Queir&oacute;z (2001)   para os restos faun&iacute;sticos das Grutas do Gavi&atilde;o e do Pequi&aacute;,   localizadas na regi&atilde;o de Caraj&aacute;s, no Par&aacute;. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Atualmente, parte do acervo osteol&oacute;gico     da &Aacute;rea   de Arqueologia do Museu Goeldi est&aacute; sendo analisado   por dois projetos relacionados com o estudo de restos   humanos provenientes de s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos. Trata-se   dos projetos &quot;Paleogen&eacute;tica e paleoepidemiologia em   popula&ccedil;&otilde;es pr&eacute;-hist&oacute;ricas da Amaz&ocirc;nia&quot; e &quot;Diversidade   Morfol&oacute;gica Craniana, Microevolu&ccedil;&atilde;o e Ocupa&ccedil;&atilde;o   Pr&eacute;-Hist&oacute;rica da Costa Brasileira&quot;<i> </i>O primeiro &eacute; desenvolvido   em parceria com o Laborat&oacute;rio de Gen&eacute;tica Humana do   Departamento de Patologia da Universidade Federal do   Par&aacute;, sob a coordena&ccedil;&atilde;o da Dra. &Acirc;ndrea Santos, e   visa   associar os estudos de restos humanos provenientes de   s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos da Amaz&ocirc;nia com estudos sobre o   DNA antigo encontrado em tais materiais. A finalidade   desse projeto &eacute; a busca de dados que possam auxiliar no   entendimento sobre a vida de nossos antepassados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O segundo projeto &eacute; coordenado pelo Dr. Walter   Neves e por Mercedes Okumura, do Laborat&oacute;rio de   Estudos Evolutivos Humanos do Departamento de Biologia   da Universidade de S&atilde;o Paulo, e tem por objetivo testar   hip&oacute;teses relativas &agrave; diversidade morfol&oacute;gica de cr&acirc;nios   oriundos dos sambaquis do litoral brasileiro.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>PR&Ecirc;MIOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao longo dos &uacute;ltimos anos, o trabalho desenvolvido pela   &Aacute;rea de Arqueologia tem merecido reconhecimento   nacional, seja por meio de premia&ccedil;&otilde;es ou pela sua   classifica&ccedil;&atilde;o entre os finalistas de importantes pr&ecirc;mios. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O cuidado, a dedica&ccedil;&atilde;o e a busca constante de   melhores condi&ccedil;&otilde;es para a preserva&ccedil;&atilde;o do acervo   arqueol&oacute;gico mantido sob a guarda do Museu Goeldi,   foram nacionalmente reconhecidos em 1998, quando a   institui&ccedil;&atilde;o recebeu do IPHAN o Pr&ecirc;mio &quot;Rodrigo Melo   Franco de Andrade&quot;, na categoria &quot;Patrim&ocirc;nio Natural   e Arqueol&oacute;gico&quot;, concedido pelo seu destaque na   preserva&ccedil;&atilde;o, apoio e divulga&ccedil;&atilde;o do patrim&ocirc;nio   nacional. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 2005, o Projeto de Educa&ccedil;&atilde;o    Patrimonial realizado em Cana&atilde; dos Caraj&aacute;s - no &acirc;mbito de    um projeto de contrato - recebeu da Sociedade de Arqueologia Brasileira o Pr&ecirc;mio    &quot;Loureiro Fernandes&quot;, devotado a a&ccedil;&otilde;es educativas com    a finalidade de estimular estrat&eacute;gias pedag&oacute;gicas que difundam    amplamente os conhecimentos sobre a Arqueologia Brasileira. Esse mesmo projeto    foi classificado entre os 30 finalistas do Pr&ecirc;mio Cultura Viva, do Minist&eacute;rio    da Cultura. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As premia&ccedil;&otilde;es recebidas pelo projeto desenvolvido   em Cana&atilde; dos Caraj&aacute;s demarcam, pelo menos na   Amaz&ocirc;nia, um momento significativo na exist&ecirc;ncia   e realiza&ccedil;&atilde;o de programas de pesquisa arqueol&oacute;gica   integrados a programas de educa&ccedil;&atilde;o patrimonial. O   m&eacute;rito desses pr&ecirc;mios provavelmente se deve aos   seguintes aspectos, que caracterizaram o projeto: sua   natureza inter e transdisciplinar, que permitiu a integra&ccedil;&atilde;o   de profissionais de diversas &aacute;reas, como arqueologia,   educa&ccedil;&atilde;o, arte e turismo; seu car&aacute;ter n&atilde;o-formal,   que   possibilitou a inclus&atilde;o de moradores locais de diversas   faixas et&aacute;rias, diversos n&iacute;veis de escolaridade ou sem   escolaridade nenhuma, diversas profiss&otilde;es e tamb&eacute;m   pessoas sem uma profiss&atilde;o definida. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os princ&iacute;pios te&oacute;ricos e metodol&oacute;gicos que   nortearam o projeto foram importantes tamb&eacute;m, pois   definiram: a) seu car&aacute;ter te&oacute;rico-pr&aacute;tico, ou seja, teoria   e   pr&aacute;tica foram tratadas de forma insepar&aacute;vel, evitando-se   verbalismos sem a&ccedil;&atilde;o e ativismos sem reflex&atilde;o; b) os   processos educativos foram exercidos como processos   culturais e n&atilde;o apenas como transmissores de cultura,   propiciando o protagonismo social. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ainda no ano de 2005, o livro &quot;Arte rupestre    na Amaz&ocirc;nia&quot; foi premiado pela Academia Paulistana de Hist&oacute;ria,    al&eacute;m de ficar classificado entre os dez finalistas do Pr&ecirc;mio Jabuti    - o mais tradicional e importante pr&ecirc;mio liter&aacute;rio brasileiro -    em duas categorias: melhor livro de ci&ecirc;ncias humanas e melhor projeto    gr&aacute;fico.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>A&Ccedil;&Otilde;ES DIVERSAS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 1998, uma parceria entre o Museu Goeldi e     o Servi&ccedil;o   de Apoio &agrave;s Micro e Pequenas Empresas do Estado do   Par&aacute; (Sebrae) no &acirc;mbito do Projeto Par&aacute; Artesanal resultou   em um conjunto de atividades voltadas para o incentivo   da produ&ccedil;&atilde;o e renova&ccedil;&atilde;o do artesanato com inspira&ccedil;&atilde;o   arqueol&oacute;gica. Nesse sentido, foi ministrado um curso   sobre as culturas pr&eacute;-hist&oacute;ricas da Amaz&ocirc;nia a um grupo   de ceramistas de Icoaraci, distrito de Bel&eacute;m conhecido   pela produ&ccedil;&atilde;o de cer&acirc;mica com inspira&ccedil;&atilde;o   arqueol&oacute;gica,   particularmente a marajoara, a tapaj&ocirc;nica e a marac&aacute;. A   arte rupestre da Amaz&ocirc;nia, at&eacute; ent&atilde;o pouco conhecida,   foi tamb&eacute;m apresentada aos artes&atilde;os. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dessa parceria resultou uma exposi&ccedil;&atilde;o    com 50 r&eacute;plicas de cer&acirc;mica arqueol&oacute;gica e pe&ccedil;as    cer&acirc;micas contempor&acirc;neas utilizando grafismos arqueol&oacute;gicos,    bem como a publica&ccedil;&atilde;o do livro &quot;Arte da Terra - resgate da    cultura material e iconogr&aacute;fica do Par&aacute;&quot;se livro, elaborado    com linguagem acess&iacute;vel e fartamente ilustrado, apresenta informa&ccedil;&otilde;es    sobre a arte rupestre da Amaz&ocirc;nia, as culturas Marajoara, Tapaj&ocirc;nica,    Marac&aacute; e tamb&eacute;m sobre artefatos ind&iacute;genas contempor&acirc;neos.    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O livro esgotou rapidamente, transformando-se   em uma importante fonte de inspira&ccedil;&atilde;o para o artesanato   local. A arte rupestre, at&eacute; ent&atilde;o desconhecida e ausente   do artesanato regional, transformou-se em um elemento   presente em todo tipo de produto, desde a simples camiseta   de algod&atilde;o, passando por sacolas, quadros, bon&eacute;s, bijuterias   e at&eacute; j&oacute;ias em ouro e prata. O alcance que o livro teve (e   ainda tem) entre o p&uacute;blico leigo tem refletido positivamente   para a divulga&ccedil;&atilde;o da pr&eacute;-hist&oacute;ria da Amaz&ocirc;nia   e para a   necessidade de preservar o patrim&ocirc;nio arqueol&oacute;gico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A turistifica&ccedil;&atilde;o de s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos &eacute; um   tema   recente e ainda pouco debatido no pa&iacute;s, que o Museu   Goeldi abra&ccedil;ou como um novo desafio. Nesse sentido,   a institui&ccedil;&atilde;o promoveu, em 2005, o F&oacute;rum de Debates   sobre Arqueologia e Turismo na Amaz&ocirc;nia<i>. </i>Esse evento,   um dos pioneiros no pa&iacute;s, teve como objetivo refletir   sobre a pr&aacute;tica do turismo em s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos,   analisando problemas e oportunidades e propondo   medidas para que o turismo possa ocorrer de forma   organizada e instrutiva, sem causar danos ao patrim&ocirc;nio   arqueol&oacute;gico e trazendo benef&iacute;cios para as comunidades   onde os s&iacute;tios est&atilde;o localizados. A segunda edi&ccedil;&atilde;o   desse   F&oacute;rum aconteceu em setembro de 2008. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esse novo desafio se traduz n&atilde;o apenas na realiza&ccedil;&atilde;o   de eventos para debater o tema, mas tamb&eacute;m no incentivo   &agrave; pesquisa relacionada ao turismo em s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos.   Nesse sentido, destacam-se os trabalhos de Pereira e   Figueiredo (2005), Figueiredo e Pereira (2007), Guedes   (2007), Nogueira (2007), Baccino (2007), Moreira (2007),   Barroso (2007) e Farias (2006).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Atendendo a uma necessidade h&aacute; muito sentida   pelos arque&oacute;logos que atuam na regi&atilde;o, o Museu Goeldi,   em parceria com o IPHAN e a Secretaria de Cultura   do Estado do Par&aacute;, realizou em setembro de 2008 o   Encontro Internacional de Arqueologia Amaz&ocirc;nica. Esse   evento reuniu os profissionais que atuam na regi&atilde;o em um   intenso interc&acirc;mbio de informa&ccedil;&otilde;es, um momento para a   reflex&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o das pesquisas arqueol&oacute;gicas   realizadas   na Amaz&ocirc;nia nos &uacute;ltimos 20 anos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A&ccedil;&otilde;es como as descritas nas p&aacute;ginas anteriores   mostram o compromisso do Museu Goeldi com a   pesquisa, a prote&ccedil;&atilde;o, a difus&atilde;o e a educa&ccedil;&atilde;o   relacionadas   ao patrim&ocirc;nio arqueol&oacute;gico do pa&iacute;s. Consciente do seu   papel na Amaz&ocirc;nia, o Museu Goeldi n&atilde;o mede esfor&ccedil;os   para colaborar com outras institui&ccedil;&otilde;es da regi&atilde;o que t&ecirc;m   material arqueol&oacute;gico sob a sua guarda. Partid&aacute;rio da   perman&ecirc;ncia do patrim&ocirc;nio arqueol&oacute;gico na sua regi&atilde;o   de   origem, o Museu Goeldi, por meio da &Aacute;rea de Arqueologia,   tem colaborado na organiza&ccedil;&atilde;o do acervo arqueol&oacute;gico de   diversas institui&ccedil;&otilde;es localizadas no Par&aacute;, como a Funda&ccedil;&atilde;o   Casa da Cultura de Marab&aacute; (Pereira, 2002a), o Museu   Integrado de &Oacute;bidos (Lopes, 1999a) e o Centro Cultural   Jo&atilde;o Fona, em Santar&eacute;m (Guapindaia, 1998). Al&eacute;m dessas   institui&ccedil;&otilde;es, o Museu Goeldi tem colaborado com o Museu   do Maraj&oacute;, em Cachoeira do Arari, desde 1993. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Acontecimentos recentes ocorridos em torno de   uma cole&ccedil;&atilde;o arqueol&oacute;gica formada majoritariamente   por pe&ccedil;as provenientes do estado do Par&aacute; precisam ser   mencionados, na medida em que est&atilde;o na contram&atilde;o   das recomenda&ccedil;&otilde;es nacionais e internacionais de   repatria&ccedil;&atilde;o do patrim&ocirc;nio arqueol&oacute;gico. Trata-se   de   uma cole&ccedil;&atilde;o formada por meios n&atilde;o oficiais pelo Sr.   Edmar Cid Ferreira, propriet&aacute;rio do Banco Santos,   que estava sob a guarda oficial do Instituto Cultural   Banco Santos. Em dezembro de 2004, foi decretada a   interven&ccedil;&atilde;o no Banco Santos. T&atilde;o logo tomou ci&ecirc;ncia   desse fato, o Museu Goeldi, preocupado com a situa&ccedil;&atilde;o   de vulnerabilidade institucional desse patrim&ocirc;nio e com   o seu destino, se pronunciou formalmente ao Minist&eacute;rio   da Cultura e ao IPHAN, colocando-se &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para   assumir a guarda da cole&ccedil;&atilde;o. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As quest&otilde;es relacionadas com o Banco Santos   estavam nas m&atilde;os de um juiz de S&atilde;o Paulo, ligado &agrave; Vara   de crimes contra o sistema financeiro e que, indiferente &agrave;s   recomenda&ccedil;&otilde;es nacionais e internacionais de repatria&ccedil;&atilde;o   do patrim&ocirc;nio arqueol&oacute;gico e &agrave; solicita&ccedil;&atilde;o   de guarda feita   pelo Museu Goeldi, decidiu dar a guarda da referida cole&ccedil;&atilde;o   ao Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de   S&atilde;o Paulo. Ressalta-se que a determina&ccedil;&atilde;o da guarda de   bens arqueol&oacute;gicos &eacute; de compet&ecirc;ncia constitucional do   IPHAN, que, nesse caso, parece n&atilde;o ter sido ouvido.   Hoje, o Museu Goeldi, com o apoio do IPHAN, luta   na Justi&ccedil;a para que a decis&atilde;o do juiz seja revertida de   forma a possibilitar que a Amaz&ocirc;nia possa ter de volta um   patrim&ocirc;nio que lhe foi retirado de forma ilegal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 1966, ao avaliar os primeiros cem anos da   pesquisa arqueol&oacute;gica na Amaz&ocirc;nia, Clifford Evans (1967)   identificou alguns problemas que persistem at&eacute; os dias de hoje, como   a car&ecirc;ncia de pesquisa cient&iacute;fica na regi&atilde;o   e a destrui&ccedil;&atilde;o de s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos em raz&atilde;o   do   desenvolvimento urbano e da expans&atilde;o da agricultura.   Se considerarmos as dimens&otilde;es geogr&aacute;ficas da regi&atilde;o,   constataremos que muito j&aacute; foi feito, mas que ainda h&aacute;   muito a fazer. Existem na Amaz&ocirc;nia grandes &aacute;reas sobre   as quais nada se conhece, enquanto outras concentram   um n&uacute;mero importante de pesquisas. Centenas de s&iacute;tios   j&aacute; foram pesquisados, mas muitos ainda est&atilde;o por ser   descobertos e outros tantos est&atilde;o irremediavelmente   destru&iacute;dos sem que qualquer estudo tenha sido feito. H&aacute;,   portanto, muito a se fazer.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Desde que Ferreira Penna criou a Sociedade Filom&aacute;tica    - origem do Museu Goeldi - os avan&ccedil;os foram muitos. A trajet&oacute;ria    dessa institui&ccedil;&atilde;o &eacute; marcada por importantes contribui&ccedil;&otilde;es    para a pesquisa arqueol&oacute;gica e para o conhecimento da ocupa&ccedil;&atilde;o    humana na regi&atilde;o. Desde a descoberta dos po&ccedil;os artificiais de    Cunani, feita no s&eacute;culo XIX por Em&iacute;lio Goeldi, passando pela contribui&ccedil;&atilde;o    dada por M&aacute;rio Sim&otilde;es para a arqueologia na Amaz&ocirc;nia durante    mais de duas d&eacute;cadas, at&eacute; os dias de hoje, quando as pesquisas    se diversificaram abrangendo da mais remota ocupa&ccedil;&atilde;o humana at&eacute;    o per&iacute;odo hist&oacute;rico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em 1966, durante o Simp&oacute;sio da Biota Amaz&ocirc;nica,   Clifford Evans (1967) expressou a sua expectativa com   rela&ccedil;&atilde;o ao futuro da pesquisa arqueol&oacute;gica na Amaz&ocirc;nia   da seguinte maneira: </font></p>     <p align="right"><font size="2" face="Verdana">&Eacute; minha esperan&ccedil;a sincera que quando o Museu   Paraense &quot;Emilio Goeldi&quot;  comemore os 200   anos de sua funda&ccedil;&atilde;o - em 2066 - o panorama   arqueol&oacute;gico seja totalmente diferente do que &eacute;   hoje. Entretanto, eu estou orgulhoso de relatar   que durante estes primeiros 100 anos, o Museu   Paraense &quot;Emilio Goeldi&quot;  foi um l&iacute;der em patrocinar   e dirigir a pesquisa arqueol&oacute;gica na Amaz&ocirc;nia,   compartilhando &agrave;s vezes as honras com uma outra   institui&ccedil;&atilde;o brasileira, o Museu Nacional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">N&atilde;o ser&aacute; preciso esperar tanto tempo para   constatar que o panorama arqueol&oacute;gico da Amaz&ocirc;nia   mudou bastante desde a d&eacute;cada de 1960. Hoje, a realidade da regi&atilde;o &eacute; outra,   mas alguns dos problemas   mencionados por Evans naquela &eacute;poca ainda persistem.   O que se mant&ecirc;m desde ent&atilde;o &eacute; o destaque do Museu   Goeldi na realiza&ccedil;&atilde;o de pesquisas arqueol&oacute;gicas na regi&atilde;o   e nas a&ccedil;&otilde;es para a preserva&ccedil;&atilde;o do legado material   deixado   por nossos antepassados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ALVES, Jos&eacute; Jer&ocirc;nimo de Alencar. <b>M&eacute;todos Geof&iacute;sicos     Aplicados</b>     <b>&agrave; Arqueologia no Estado do Par&aacute;</b>, 1979. Disserta&ccedil;&atilde;o     (Mestrado   em Ci&ecirc;ncias Geof&iacute;sicas e Geol&oacute;gicas) - Universidade Federal   do   Par&aacute;, Bel&eacute;m, 1979. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ALVES, Jos&eacute; Jer&ocirc;nimo de Alencar; LOUREN&Ccedil;O, Jos&eacute; Seixas.   M&eacute;todos Geof&iacute;sicos Aplicados &agrave; Arqueologia no Estado do   Par&aacute;. <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, s&eacute;rie   Geologia, </b>v.   26, p. 1-52, 1981.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ANDERSON, Scott Douglas; MARQUES, Fernando Luiz Tavares;   NOGUEIRA, Manoel Fernandes Martins. The Use of Traditional   Technology for Rural Development: The Case of Tidal Energy near the   Mouth of the Amazon. <b>Advances in Economic Botany</b>, v. 13, 1999.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ANDERSON, Scott Douglas; MESQUITA, Andr&eacute; Luiz Amarante;   ALENCAR JR., Julio Augusto; MARQUES, Fernando Luiz Tavares.   O Uso do Rotor Darrieus para Gerar Eletricidade no Estu&aacute;rio do   Amazonas. In: ENCONTRO LATINO AMERICANO DE FLUIDOMEC&Acirc;NICA,   4., 1997, Itajub&aacute;. <b>Anais... </b>Itajub&aacute;: Escola Federal de   Engenharia de Itajub&aacute;, 1997.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ANDERSON, Scott Douglas; MESQUITA, Andr&eacute; Luiz Amarante;   ALENCAR JR., Julio Augusto; NOGUEIRA, Manoel Fernandes   Martins; MARQUES, Fernando Luiz Tavares. A mar&eacute; como fonte   energ&eacute;tica na costa norte brasileira: tecnologias de aproveitamento   e regi&otilde;es com potencial para implanta&ccedil;&atilde;o. In: ENCONTRO   PARA   O DESENVOLVIMENTO DE ENERGIAS RENOV&Aacute;VEIS, 3., 1996,   S&atilde;o Paulo. <b>Anais... </b>S&atilde;o Paulo: IDER, 1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ANDERSON, Scott Douglas; MARQUES, Fernando Luiz Tavares;   NOGUEIRA, Manoel Fernandes Martins. Tide-generated energy   at the estuary of the Amazon: the use of traditional technology to   support modern development. <b>Renewable Energy</b>, n. 3, 1993.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ANDERSON, Scott Douglas; MARQUES, Fernando Luiz     Tavares. Engenhos movidos &agrave; mar&eacute; no estu&aacute;rio do amazonas:     vest&iacute;gios   encontrados no munic&iacute;pio de Igarap&eacute;-miri, Par&aacute;. <b>Boletim   do Museu</b>   <b>Paraense Em&iacute;lio Goeldi</b>, <b>s&eacute;rie Antropologia, </b>v.   8, n. 2, 1992.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ANDERSON, Scoth Douglas; NOGUEIRA, Manoel Fernandes   Martins; MARQUES, Fernando Luiz Tavares. A energia da mar&eacute;:   resgate de uma tecnologia tradicional do estu&aacute;rio do amazonas.   In: ENCONTRO DE CI&Ecirc;NCIAS SOCIAIS E O MAR NO BRASIL,   4., 1992a, S&atilde;o Paulo. <b>Anais... </b>S&atilde;o Paulo: Universidade   de S&atilde;o   Paulo, 1992. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ARAG&Atilde;O, Rigler da Costa. <b>Metodologia       geof&iacute;sica       aplicada a</b>     <b>estudos arqueol&oacute;gicos nos s&iacute;tios Bittencourt, Jambua&ccedil;u     e Jaburu,</b>     <b>Estado do Par&aacute;</b>, 2006<i>. </i>Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado     em Geof&iacute;sica) -   Universidade Federal do Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2006.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ARAG&Atilde;O, Rigler da Costa; LUIZ, Jos&eacute; Gouv&ecirc;a; LOPES, Paulo   Roberto do Canto. Metodologia geof&iacute;sica aplicada a salvamento   arqueol&oacute;gico de &aacute;rea adjacente a mineroduto no Nordeste do   Par&aacute;. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DA SOCIEDADE   BRASILEIRA DE GEOF&Iacute;SICA, 9., 2005, Salvador. <b>Anais... </b>Salvador:   Sociedade Brasileira de Geof&iacute;sica, 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ARA&Uacute;JO COSTA, Fernanda; NEVES, Walter     Alves; CALDARELLI, Solange Bezerra. Rescue Archaeology in Brazilian Amazon:     retrospect and perspectives. In: <b>Archaeology and Society</b>. Stockholm: ICAHM Report, 1988. n. 1, p. 277-286.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ATIKUM, Nilza Firmina de Lucena. <b>Povo ind&iacute;gena       da aldeia Kana&iacute;</b>.   Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BACCINO, Marcelo Pamplona. <b>Pr&aacute;ticas       de turismo no Parque da</b>     <b>Serra dos Mart&iacute;rios/Andorinhas</b>: estudos de potencialidades,     2007.   Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso (Gradua&ccedil;&atilde;o em Bacharelado   em   Turismo) - Universidade Federal do Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2007.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BARBOSA, Carlos Augusto Palheta. <b>As urnas       funer&aacute;rias da regi&atilde;o     de Marac&aacute; (AP)</b>: Uma vis&atilde;o cosmol&oacute;gica do espa&ccedil;o     vivido, 2001.   Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso (Bacharelado em Geografia)   - Universidade Federal do Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2001.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BARRADAS, Jo&atilde;o Augusto; SCHAAN, Denise Pahl; LUIZ, Jos&eacute;   Gouv&ecirc;a. Magnetic and GPR Survey to Identify Archaeological   Features on Cacoal Site, Anaj&aacute;s River, Maraj&oacute; Island, Par&aacute;,   Brazil. In:   CONGRESSO INTERNACIONAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA   DE GEOF&Iacute;SICA, 6., 1999, Rio de Janeiro. <b>Anais... </b>Rio de Janeiro:   Sociedade Brasileira de Geof&iacute;sica, 1999. 1 CD-ROM.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BARRETO, Mauro Viana. A hist&oacute;ria da pesquisa arqueol&oacute;gica no   Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio</b>   <b>Goeldi, s&eacute;rie Antropologia</b>, v. 8, n. 2, p. 203-294, 1992.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BARROSO, Mary Rodrigues. <b>Turismo e Arqueologia</b>:     Uma Proposta de Valoriza&ccedil;&atilde;o Hist&oacute;rico-Cultural do S&iacute;tio Jaguarari,   no Munic&iacute;pio de   Moju, Par&aacute;, 2007. Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso (Bacharelado   em Turismo) - Universidade Federal do Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2007.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BEVAN, B.W.; ROOSEVELT, A. C. Geophysical Exploration     of Guajar&aacute;, a prehistoric earth mound in Brazil. <b>Geoarchaelogy</b>,   v. 18,   n. 3, p. 287-331, 2003.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">BUENO, Lucas, MACHADO; Juliana Sales S. <b>Relat&oacute;rio    Final de</b> <b>Levantamento Arqueol&oacute;gico da &aacute;rea de implanta&ccedil;&atilde;o    do sistema</b> <b>de Transmiss&atilde;o 230 kV Ji-Paran&aacute;/ Pimenta Bueno/    Vilhena - RO</b>. Relat&oacute;rio t&eacute;cnico. Bel&eacute;m: Museu Paraense    Em&iacute;lio Goeldi, 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">CALDARELLI, Solange Bezerra; SANTOS, Maria do Carmo Mattos   M. dos. Arqueologia de Contrato no Brasil. <b>Revista da USP</b>, v. 44,   n. 1, p. 52-73, 2000. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">COIROLO, Alicia Dur&aacute;n. <b>Salvamento       arqueol&oacute;gico no s&iacute;tio     Ilha</b>     <b>de Terra, regi&atilde;o de Caxiuan&atilde;, Melga&ccedil;o (PA)</b>. 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Horticultores pr&eacute;-hist&oacute;ricos   do Par&aacute;,   Brasil. <b>Revista de Arqueologia, </b>v. 4, n. 2, p. 139-252, 1987.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">CRUZ, Roberto Borges da. <b>Ca&ccedil;adores-coletores da Amaz&ocirc;nia</b>     <b>Pr&eacute;-hist&oacute;rica</b>: o caso Caraj&aacute;s, 2002. Trabalho     de Conclus&atilde;o de   Curso (Gradua&ccedil;&atilde;o em Hist&oacute;ria) - Universidade Federal do   Par&aacute;,   Bel&eacute;m, 2002.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">CRUZ, Deusarina; LIMA, Janice; SOEIRO, Milton; OLIVEIRA,   Simone. <b>Uma visita ao s&iacute;tio arqueol&oacute;gico</b>. Bel&eacute;m:   Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2004.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">CUNHA, Ana Paula Macedo; COSTA, Dayseane Ferraz     da; MARQUES, Fernando Luiz Tavares. <b>Um Passeio Cultural</b>: S&iacute;tios Arqueol&oacute;gicos na Al&ccedil;a Vi&aacute;ria. 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Amazon Archeology - a centennial    appraisal. <b>Atas do Simp&oacute;sio sobre a Biota Amaz&ocirc;nica, Antropologia</b>,    v. 2, p. 1-12, 1967.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FARIAS, Ana Priscila de Souza. <b>Turismo Arqueol&oacute;gico</b>:     oportunidades e amea&ccedil;as no s&iacute;tio arqueol&oacute;gico da Vila de Joanes (Salvaterra,   Par&aacute;),   2006. Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso (Bacharelado em Turismo)   - Universidade Federal do Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2006.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FIGUEIREDO, Silvio Jos&eacute; de Lima. <b>Educa&ccedil;&atilde;o       Patrimonial em</b>     <b>Abaetetuba e Moju/PA</b>. Document&aacute;rio. Dire&ccedil;&atilde;o de     S&iacute;lvio   Figueiredo. Bel&eacute;m: MPEG/FIDESA/CVRD, 2007. 1 DVD (17 min),   son., color.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FIGUEIREDO, Silvio Jos&eacute; de Lima. <b>Arqueologia</b>.     V&iacute;deo.   Dire&ccedil;&atilde;o   de S&iacute;lvio Figueiredo. Bel&eacute;m: MPEG/FIDESA/CVRD, 2006. 1 DVD   (13 min), son., color. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FIGUEIREDO, Silvio Jos&eacute; de Lima. <b>Arqueologia       e Educa&ccedil;&atilde;o     em</b>     <b>Cana&atilde; dos Caraj&aacute;s</b>. Document&aacute;rio. Dire&ccedil;&atilde;o     de S&iacute;lvio Figueiredo.   Bel&eacute;m: MPEG/FIDESA/CVRD, 2005. 1 videocassete/1 DVD (30   min), VHS, son., color.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FIGUEIREDO, Silvio Jos&eacute; Lima; PEREIRA, Edithe. Turismo e   Arqueologia na Amaz&ocirc;nia Brasil: aspectos de preserva&ccedil;&atilde;o   e   planejamento. In: SEMIN&Aacute;RIO DA ASSOCIA&Ccedil;&Atilde;O NACIONAL   DE PESQUISA E P&Oacute;S-GRADUA&Ccedil;&Atilde;O EM TURISMO, 4. 2007, S&atilde;o   Paulo. <b>Anais... </b>S&atilde;o Paulo: Anptur/Universidade Anhembi-Morumbi,   2007. v. 1, p. 235-250.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FONSECA JR., Jo&atilde;o Aires Ata&iacute;de. <b>Hist&oacute;ria dos &iacute;dolos     de</b>     <b>Pedra Amaz&ocirc;nicos</b>, 2004. Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso   (Licenciatura em Hist&oacute;ria) - Universidade Federal do Par&aacute;,   Bel&eacute;m, 2004.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">FUNARI, Pedro Paulo. <b>Arqueologia</b>. S&atilde;o   Paulo: Contexto, 2003.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GASPAR, Maria Dulce; IMAZIO, Maura. Os pescadores-coletoresca&ccedil;adores   do litoral norte brasileiro. In: TEN&Oacute;RIO, Maria Cristina   (Org.). <b>Pr&eacute;-hist&oacute;ria da Terra Brasilis</b>. 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Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 1998.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GUAPINDAIA, Vera L&uacute;cia Calandrini. <b>Fontes    Hist&oacute;ricas e</b> <b>Arqueol&oacute;gicas sobre os Tapaj&oacute; de Santar&eacute;m    - </b>A cole&ccedil;&atilde;o Frederico Barata do Museu Paraense Em&iacute;lio    Goeldi, 1993<i>. </i>Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Hist&oacute;ria)    - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 1993.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GUAPINDAIA, Vera L&uacute;cia Calandrini; SCHAAN,     Denise Pahl; LOPES, Paulo Roberto do Canto. <b>Levantamento Arqueol&oacute;gico</b>   <b>na Linha de Transmiss&atilde;o Tucuru&iacute;-Vila do Conde (PA)</b>. Relat&oacute;rio   t&eacute;cnico. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio   Goeldi, 1998.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GUAPINDAIA, Vera L&uacute;cia Calandrini; MACHADO, Ana L&uacute;cia da Costa. O Potencial Arqueol&oacute;gico da Regi&atilde;o do Rio Marac&aacute;/Igarap&eacute; do Lago (AP). <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi</b>, <b>s&eacute;rie</b> <b>Antropologia </b>v. 13 n. 1, p. 67-102, 1997.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GUAPINDAIA, Vera L&uacute;cia Calandrini; MACHADO, Ana L&uacute;cia da Costa;   SILVEIRA, Isolda Maciel; QUARESMA, Helena D&oacute;ris. As Popula&ccedil;&otilde;es   Pr&eacute;-hist&oacute;ricas e Atuais em Caxiuan&atilde; (PA). In: LISBOA,   Pedro L. B. (Org.). <b>Caxiuan&atilde;</b>. Bel&eacute;m: Museu Paraense Emilio   Goeldi, 1996. p. 53-81.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">GUEDES, Josiel Rodrigues. <b>Estudo da Capacidade    de Carga Tur&iacute;stica</b> <b>dos S&iacute;tios Arqueol&oacute;gicos de Arte    Rupestre da Serra das Andorinhas</b> <b>- Par&aacute;</b>, 2007. Trabalho de    Conclus&atilde;o de Curso (Bacharelado em Turismo) - Universidade Federal do    Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2007.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">HECKENBERGER, Michael J.,; RUSSELL, J. Christian;     FAUSTO, Carlos; TONEY Joshua R.; SCHMIDT, Morgan J.; PEREIRA, Edithe;   FRANCHETTO, Bruna; KUIKURO, Afukaka. The archaeology   of pre-Columbian polities in the Amazon River basin forces a   reconsideration. <b>Science</b>, v. 321, p. 1214-1217, 2008.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">HECKENBERGER, Michael J. <b>The Ecology of Power</b>:     Culture, Place, and Personhood in the Southern Amazon, A.D. 1000-2000.   New York/London: Routledge, 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LEAL, V&acirc;nia. <b>Grafismo da cer&acirc;mica arqueol&oacute;gica de Cana&atilde; dos</b>     <b>Caraj&aacute;s</b>: proposta de uso em produtos contempor&acirc;neos.     Bel&eacute;m:   Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LIMA, Janice. <b>Caderno de Educa&ccedil;&atilde;o para o Patrim&ocirc;nio</b>     <b>Arqueol&oacute;gico n. 2</b>. Bel&eacute;m: MPEG, 2006a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LIMA, Janice. <b>Caderno de Educa&ccedil;&atilde;o para o Patrim&ocirc;nio</b>     <b>Arqueol&oacute;gico n. 3</b>. Bel&eacute;m: MPEG, 2006b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LIMA, Janice. Acendendo mem&oacute;rias entre territ&oacute;rios.     In: MOKARZEL, Marisa. (Org.). <b>Estudos de artes visuais e suas</b>     <b>interfaces</b>. Bel&eacute;m: Unama, 2006c. p. 31-56 (Linguagens: Estudos   interdisciplinares e multiculturais, v. 5).</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LIMA, Janice. <b>Rela&ccedil;&otilde;es interculturais</b>:     apresenta&ccedil;&atilde;o   do Projeto   de educa&ccedil;&atilde;o para o patrim&ocirc;nio arqueol&oacute;gico em comunidades   ribeirinhas dos Munic&iacute;pios de Abaetetuba e Moju. Bel&eacute;m: MPEG/   CVRD/FIDESA, 2005a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LIMA, Janice. <b>Caderno de Educa&ccedil;&atilde;o para o Patrim&ocirc;nio</b>     <b>Arqueol&oacute;gico n. 1. </b>Bel&eacute;m: MPEG/CVRD/FIDESA, 2005b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LIMA, Janice. Educa&ccedil;&atilde;o Patrimonial    e Arqueologia de Contrato - a experi&ecirc;ncia de Cana&atilde; dos Caraj&aacute;s.    In: In: CONGRESSO DA SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA, 13., 2005, Campo Grande.    <b>Anais... </b>Campo Grande: Sociedade de Arqueologia Brasileira, 2005c. 1    CD-ROM. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LIMA, Janice. <b>Educa&ccedil;&atilde;o Patrimonial na  &aacute;rea       do Projeto Serra</b>     <b>do Sossego Cana&atilde; dos Caraj&aacute;s (PA)</b><i>. </i>Bel&eacute;m:     MPEG/CVRD-MSS/   FIDESA, 2003.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LIMA, Janice; PEREIRA, Edithe. Arqueologia e     educa&ccedil;&atilde;o no interior   da Amaz&ocirc;nia - o exemplo de Cana&atilde; dos Caraj&aacute;s (PA). In:   SEMANA   DOS MUSEUS DA UNIVERSIDADE DE S&Atilde;O PAULO - A&Ccedil;&Otilde;ES   AFIRMATIVAS EM MUSEUS: EDUCAR E PRESERVAR, 5., 2007,   S&atilde;o Paulo. <b>Resumos... </b>S&atilde;o Paulo: Universidade de S&atilde;o   Paulo,   2007. 1 CD-ROM.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LIMA, Janice; MACHADO, V&acirc;nia Leal. Arqueologia e Arte: processos   de ensino-aprendizagem do Projeto de Educa&ccedil;&atilde;o Patrimonial na   &Aacute;rea do Sossego em Cana&atilde; dos Caraj&aacute;s (PA). In: MARTINS,   A. F.;   COSTA, L. E.; MONTEIRO, R. H. (Orgs.). <b>Cultura visual e desafios</b>   <b>da pesquisa em artes</b>. Goi&acirc;nia: ANPAP, 2005. 2 v, p. 387-397.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LOPES, Paulo Roberto do Canto. <b>Levantamento    do acervo</b> <b>Arqueol&oacute;gico, Etnogr&aacute;fico e Documental do Museu    Integrado</b> <b>de &Oacute;bidos - Par&aacute;</b>. Relat&oacute;rio. Bel&eacute;m:    Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 1999a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LOPES, Paulo Roberto do Canto. <b>A Coloniza&ccedil;&atilde;o       Portuguesa</b>     <b>da Ilha de Maraj&oacute;</b>: Espa&ccedil;o e Contexto Arqueol&oacute;gico-Hist&oacute;rico   na Miss&atilde;o Religiosa de Joanes, 1999. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado   em   Hist&oacute;ria) - Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande   do Sul,   Porto Alegre, 1999b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LOPES, Paulo Roberto do Canto; NASCIMENTO, Ivete;     SENNA, Cristina do Socorro; RUIVO, Maria de Lourdes; LUIZ, Jos&eacute;   Gouv&ecirc;a. Linking Archaeology with local Communities in Amazonia:   An Ethnoarchaeological study in the Bauxite Paragominas Project,   Par&aacute;, Brazil. In: SOCIETY FOR AMERICAN ARCHAEOLOGY   71ST ANNUAL MEETING, 71., 2006, San Juan . <b>Anais... </b>San Juan:   Society for American Archaeology, 2006.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LUIZ, Jos&eacute; Gouv&ecirc;a; ARAG&Atilde;O,     Rigler da Costa; LOPES, Paulo Roberto do Canto. M&eacute;todos magn&eacute;tico     e cintilom&eacute;trico   aplicados ao salvamento arqueol&oacute;gico do s&iacute;tio Jaburu do rio   Paru. In: INTERNATIONAL CONGRESS OF THE BRAZILIAN   GEOPHYSICAL SOCIETY, 10., 2007, Rio de Janeiro. <b>Anais... </b>Rio   de Janeiro: Sociedade Brasileira de Geof&iacute;sica, 2007a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LUIZ, Jos&eacute; Gouv&ecirc;a; ARAG&Atilde;O, Rigler da Costa; LOPES, Paulo   Roberto do Canto. M&eacute;todos magn&eacute;tico e cintilom&eacute;trico aplicados   ao   salvamento arqueol&oacute;gico. In: INTERNATIONAL CONGRESS OF   THE BRAZILIAN GEOPHYSICAL SOCIETY, 10., 2007, Rio de Janeiro. <b>Anais... </b>Rio   de Janeiro: Sociedade Brasileira de Geof&iacute;sica, 2007b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">LUIZ, Jos&eacute; Gouv&ecirc;a; PEREIRA, Edithe.     Prospec&ccedil;&atilde;o   arqueol&oacute;gica por   m&eacute;todos geof&iacute;sicos no sudeste do Par&aacute;: o caso do S&iacute;tio   Domingos.   Cana&atilde; dos Caraj&aacute;s. In: INTERNATIONAL CONGRESS OF THE   BRAZILIAN GEOPHYSICAL SOCIETY, 9., 2005, Salvador. <b>Anais...</b> Salvador:   Sociedade Brasileira de Geof&iacute;sica, 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MACHADO, Ana L&uacute;cia da Costa. <b>Relat&oacute;rio       do salvamento</b>     <b>arqueol&oacute;gico no s&iacute;tio AP-MA-5</b>: Campus Universit&aacute;rio,     Macap&aacute;   (AP). Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 1997. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. O Homem das cavernas de Caraj&aacute;s.   In: TEIXEIRA, Jo&atilde;o Batista Guimar&atilde;es; BEISIEGEL, Vanderlei   Rui (Orgs.). <b>Caraj&aacute;s</b>: geologia e ocupa&ccedil;&atilde;o humana.   Bel&eacute;m: Museu   Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2006a. p. 91-126.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. Arqueologia na Fortaleza de S&atilde;o Jos&eacute;   de Macap&aacute;. <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. Ci&ecirc;ncias</b>   <b>Humanas</b>, v. 1, n. 3, p. 33-59, 2006b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. <b>A Physis da Origem</b>:     o sentido hist&oacute;ria na Amaz&ocirc;nia. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio   Goeldi, 2005a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. <b>Levantamento       Arqueol&oacute;gico</b>     <b>Alto Rio Madeira</b>. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi,     2005b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. Ca&ccedil;adores-Coletores    na Amaz&ocirc;nia. In: CONGRESSO DA SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA - ARQUEOLOGIA,    PATRIM&Ocirc;NIO E TURISMO, 13., 2005, Campo Grande. <b>Anais... </b>Campo Grande:    Sociedade Arqueologia Brasileira, 2005c. 1 CD-ROM.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. <b>Levantamento       arqueol&oacute;gico</b>     <b>longo das BR&acute;s 230 (PA</b>): Transamaz&ocirc;nica e 422 (PA): Novo   Repartimento-Tucuru&iacute;. Relat&oacute;rio de pesquisa. Bel&eacute;m: Museu   Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2003.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. <b>Relat&oacute;rio da Prospec&ccedil;&atilde;o</b>     <b>Arqueol&oacute;gica no Tra&ccedil;ado da Al&ccedil;a Rodovi&aacute;ria</b><i>. </i>Relat&oacute;rio     t&eacute;cnico.   Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2002a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. Ca&ccedil;adores-Coletores pr&eacute;agricultores   da Gruta do Pequi&aacute;. In: CONGRESSO DA SOCIEDADE   DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA, 11., 2002, Rio de Janeiro. <b>Anais...</b>   Rio de Janeiro: Sociedade de Arqueologia Brasileira, 2002b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. Nota sobre    tr&ecirc;s pontas-de-proj&eacute;til provenientes da bacia do rio Xingu (Par&aacute;,    Brasil). <b>Boletim do</b> <b>Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, s&eacute;rie    Antropologia</b>, v. 18, n. 1, p. 89-105, 2002c.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. <b>Relat&oacute;rio de prospec&ccedil;&atilde;o</b>     <b>arqueol&oacute;gica do projeto de estudos arqueol&oacute;gicos na linha</b>     <b>Transmiss&atilde;o Tramo-Oeste, trecho Altamira-Rur&oacute;polis</b>.     Relat&oacute;rio   t&eacute;cnico. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2001.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. <b>Prospec&ccedil;&otilde;es Arqueol&oacute;gicas     no</b>     <b>rio Capim</b>. Relat&oacute;rio t&eacute;cnico. Bel&eacute;m: Museu Paraense     Em&iacute;lio   Goeldi, 2000.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. As Origens das Sociedades   Amaz&ocirc;nicas. In: REUNI&Atilde;O CIENT&Iacute;FICA DA SOCIEDADE DE   ARQUEOLOGIA BRASILEIRA, 10., 1999, Recife. <b>Anais... </b>Recife:   Universidade de S&atilde;o Paulo, 1999.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. Os novos achados arqueol&oacute;gicos em   Caraj&aacute;s.. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE ARQUEOLOGIA   BRASILEIRA, 9., 1997, Rio de Janeiro. <b>Anais... </b>Rio de Janeiro:   Sociedade de Arqueologia Brasileira, 1997. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. <b>Arqueologia       de Caraj&aacute;s</b>. Rio   de   Janeiro: CVRD, 1994a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. <b>The pre-historic presence of man</b>     <b>in Amazonia</b>. Rio de Janeiro: CVRD, 1994b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. A Gruta do Gavi&atilde;o. <b>American</b>     <b>Antiquity</b>, v. 59, n. 01, p. 98-99, 1993.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MAGALH&Atilde;ES, Marcos Pereira. <b>Oito Mil Anos Antes do Presente</b>,   1990. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Hist&oacute;ria Social) - Universidade   Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1990.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARQUES, Fernando Luiz Tavares. Investiga&ccedil;&atilde;o    arqueol&oacute;gica na Feliz Luzit&acirc;nia. In: Secretaria Executiva de Cultura    do Estado (Org.). <b>Feliz</b> <b>Luzit&acirc;nia/Forte do Pres&eacute;pio -    Casa das Onze Janelas - Casario da Rua</b> <b>Padre Champanhat</b>. Bel&eacute;m:    SECULT-PA, 2006. v. 4, p. 147-190.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARQUES, Fernando Luiz Tavares. <b>Levantamento       Arqueol&oacute;gico</b>     <b>Hist&oacute;rico na &aacute;rea de Influ&ecirc;ncia da Constru&ccedil;&atilde;o     da Hidrel&eacute;trica</b>     <b>Jirau, Alto Rio Madeira, Rond&ocirc;nia</b><i>. </i>Relat&oacute;rio t&eacute;cnico     (final). Bel&eacute;m:   Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2005a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARQUES, Fernando Luiz Tavares. Prospec&ccedil;&atilde;o     Arqueol&oacute;gica   no   Pal&aacute;cio Episcopal de Bel&eacute;m. In: Secretaria Executiva de Cultura   do Estado (Org.). <b>Feliz Lusit&acirc;nia/ Museu de Arte Sacra </b><i>- </i>S&eacute;rie   Restauro. Bel&eacute;m: SECULT, 2005b. v. 3, p. 1-308.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARQUES, Fernando Luiz Tavares. <b>Modelo da       Agroind&uacute;stria</b>     <b>Canavieira Colonial no Estu&aacute;rio Amaz&ocirc;nico</b>: Estudo Arqueol&oacute;gico   de Engenhos dos S&eacute;culos XVIII e XIX, 2004. Tese (Doutorado em   Hist&oacute;ria) - Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Rio Grande   do Sul,   Porto Alegre, 2004.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARQUES, Fernando Luiz Tavares. Organiza&ccedil;&atilde;o Espacial e Cultura   Material no Engenho Murutucu: uma abordagem arqueol&oacute;gica. In: <b>Landi   e o S&eacute;culo xVIII na Amaz&ocirc;nia</b>, 2003a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARQUES, Fernando Luiz Tavares. <b>Programa de    salvamento</b> <b>e monitoramento de s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos no tra&ccedil;ado    da Al&ccedil;a</b> <b>Rodovi&aacute;ria - Bel&eacute;m/PA</b>. Relat&oacute;rio    t&eacute;cnico. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2003b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARQUES, Fernando Luiz Tavares. <b>Programa de    salvamento</b> <b>e monitoramento de s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos no tra&ccedil;ado    da Al&ccedil;a</b> <b>Rodovi&aacute;ria - Bel&eacute;m/PA</b>. Relat&oacute;rio    t&eacute;cnico. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2002.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARQUES, Fernando Luiz Tavares. <b>Engenhos       de Mar&eacute; em</b>     <b>Barcarena, Par&aacute;</b>: Arqueologia de seus sistemas Motrizes, 1993. </font><font size="2" face="Verdana">Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Hist&oacute;ria) - Pontif&iacute;cia   Universidade Cat&oacute;lica   do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 1993.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARQUES, Fernando Luiz Tavares; SCHAAN, Denise Pahl.     <b>Projeto Preserva&ccedil;&atilde;o, conserva&ccedil;&atilde;o, pesquisa     e educa&ccedil;&atilde;o</b>     <b>patrimonial no s&iacute;tio hist&oacute;rico de Joanes</b>. Relat&oacute;rio     final. Bel&eacute;m:   Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi/Instituto do Patrim&ocirc;nio Hist&oacute;rico   e   Art&iacute;stico Nacional, 2006. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARTINS, Cristiane Maria Pires. <b>O s&iacute;tio arqueol&oacute;gico       Bitoca</b>     <b>2</b>: contribui&ccedil;&otilde;es provenientes da an&aacute;lise do material     cer&acirc;mico,   2007a. Monografia (Especializa&ccedil;&atilde;o em FIPAM XXI) - N&uacute;cleo   de Altos Estudos Amaz&ocirc;nicos/Universidade Federal do Par&aacute;,   Bel&eacute;m, 2007a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARTINS, Vitor Nazareno da Mata. Estudo hist&oacute;rico, organiza&ccedil;&atilde;o,   an&aacute;lise e descri&ccedil;&atilde;o da cole&ccedil;&atilde;o Prot&aacute;sio   Frikel. In: <b>II Semin&aacute;rio do</b>   <b>Programa de Capacita&ccedil;&atilde;o Institucional (PCI)</b>. Bel&eacute;m:   Museu   Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2007b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MARTINS, Vitor Nazareno da Mata. <b>A Cer&acirc;mica       de Caxiuan&atilde;</b>:   Mais um vest&iacute;gio deixado pelo homem Pr&eacute;-hist&oacute;rico Amaz&ocirc;nico,   2005. Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso (Licenciatura em Hist&oacute;ria)   - Universidade Federal do Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MOREIRA, Gisele Lopes. <b>Turismo e Arqueologia</b>:     Uma Proposta de Valoriza&ccedil;&atilde;o Hist&oacute;rico-Cultural do S&iacute;tio Jaguarari,   no Munic&iacute;pio de   Moju, Par&aacute;, 2007. Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso (Bacharelado   em Turismo) - Universidade Federal do Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2007.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">MUSEU PARAENSE EM&Iacute;LIO GOELDI. <b>Relat&oacute;rio       Anual da</b>     <b>Coordena&ccedil;&atilde;o de Ci&ecirc;ncias Humanas do Museu Paraense     Em&iacute;lio Goeldi</b>. Bel&eacute;m, 2002.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">NASCIMENTO, Hannah Fernandes. <b>Por uma Antropologia da</b>   <b>Arqueologia</b>: as possibilidades de percep&ccedil;&otilde;es do contato   entre arque&oacute;logo e moradores da Vila de Guajara&uacute;na, Moju/PA, 2006. Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso (Gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias Sociais) - Universidade Federal do Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2006.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">NOGUEIRA, Marcela Andrade. <b>Turismo e Arqueologia na</b>     <b>Amaz&ocirc;nia</b>: Planejamento e Visita&ccedil;&atilde;o de S&iacute;tios     Arqueol&oacute;gicos na   Regi&atilde;o da Serra dos Mart&iacute;rios/Andorinhas, 2007. Trabalho de   Conclus&atilde;o de Curso (Bacharelado em Turismo) - Universidade   Federal do Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2007.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">OLIVEIRA, Rita Denise de; RUIVO, Maria de Lourdes;     LOPES, Paulo Roberto do Canto; RODRIGUES, Tarc&iacute;sio Ewerton. An&aacute;lise   Preliminar da Morfologia e da Micromorfologia de alguns solos   antr&oacute;picos dos munic&iacute;pios de Barcarena, Abaetetuba e Moju no   nordeste do Par&aacute;. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CI&Ecirc;NCIAS   DO SOLO, 30., 2005, Recife. <b>Anais... </b>Recife: Universidade Federal   do Rio Grande do Sul, 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">OLIVEIRA, Alde&iacute;des G.; MACHADO, Chritiane Lopes; MAGALH&Atilde;ES,   C&iacute;ntia Jales; &Aacute;LVARO, Maria Angel Gemaque; BARRETO, Mauro   Viana; MELLO, Paulo Jobim C.; MURRIETA, Rui S&eacute;rgio Sereni.   Arque&oacute;logos e popula&ccedil;&otilde;es ribeirinhas. <b>Cadernos do Centro   de</b>   <b>Filosofia e Ci&ecirc;ncias Humanas</b>, n. 1, p. 37-60, 1988.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PENNA, Domingos Soares Ferreira. <b>Obras completas de</b>     <b>Domingos Soares Ferreira Penna</b>. Bel&eacute;m: Conselho Estadual de   Cultura, 1973. 2 v.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe. <b>A tradi&ccedil;&atilde;o    Tupiguarani na Amaz&ocirc;nia - um estudo</b> <b>de caso na regi&atilde;o de    Cana&atilde; dos Caraj&aacute;s, PA</b>. Relat&oacute;rio de pesquisa. Bel&eacute;m:    Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2008a. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe. Arqueologia na regi&atilde;o     da Serra das Andorinhas. In: GORAYEB, Paulo (Org.). <b>Parque Mart&iacute;rios-Andorinhas</b>:   conhecimento, hist&oacute;ria e preserva&ccedil;&atilde;o. Bel&eacute;m: Universidade   Federal   do Par&aacute;, 2008b. p. 128-153.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe. <b>Arte rupestre na Amaz&ocirc;nia    - Par&aacute;</b>. S&atilde;o Paulo/ Bel&eacute;m: Unesp/Museu Paraense Em&iacute;lio    Goeldi, 2003.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe. <b>Registros rupestres e contexto       arqueol&oacute;gico       na</b>     <b>regi&atilde;o do baixo/m&eacute;dio Araguaia - setembro/2002</b>. Relat&oacute;rio     de   pesquisa. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2002a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe. <b>Levantamento arqueol&oacute;gico       na &aacute;rea       da UHE-Belo</b>     <b>Monte, rio xingu (PA)</b>. Relat&oacute;rio de pesquisa. Bel&eacute;m:     Museu   Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2002b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe. <b>Salvamento e resgate do       s&iacute;tio Pedra       das Arraias,</b>     <b>Senador Jos&eacute; Porf&iacute;rio (PA)</b>. Relat&oacute;rio de pesquisa.     Bel&eacute;m: Museu   Paraense Em&iacute;lio Goeldi. 2000.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe. <b>Curso Pr&aacute;tica em Arqueologia Amaz&ocirc;nica</b>.   Relat&oacute;rio   de Atividades. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 1998.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe. <b>Las pinturas y los grabados    rupestres del</b> <b>noroeste de Par&aacute;, Amaz&ocirc;nia, Brasil</b>, 1996.    Tese (Doutorado em Arqueologia e Pr&eacute;-hist&oacute;ria) - Universidade    de Valencia, Espanha, 1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe; SILVEIRA, Maura Imazio; RODRIGUES,     Maria Cristina Leal; COSTA, C&iacute;ntia Jalles Carvalho de Ara&uacute;jo; MACHADO,   Christiane Lopes. A Tradi&ccedil;&atilde;o Tupiguarani na Amaz&ocirc;nia. In:   PROUS,   Andr&eacute;; LIMA, T&acirc;nia Andrade (Org.). <b>Os ceramistas Tupiguarani</b>.   Belo Horizonte: Sigma, 2008a. v. 1, p. 49-66.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe; FIGUEIREDO, Silvio Lima de; LIMA, Janice;   BARBOSA, Carlos Augusto Palheta; MARTINS, Vitor Nazareno da   Mata Martins; ANDRADE, Marcela Nogueira. <b>Pacoval do Curu&aacute; -</b>   <b>arqueologia, educa&ccedil;&atilde;o e turismo no interior da Amaz&ocirc;nia</b>.   Relat&oacute;rio   de pesquisa. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2008b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe; FIGUEIREDO, Silvio L. Arqueologia    e Turismo na Amaz&ocirc;nia: problemas e perspectivas. <b>Cadernos do LEPAARQ</b>    <b>- textos de Arqueologia, Antropologia e Patrim&ocirc;nio</b>, v. 2, n. 3,    p. 21-36, 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe; GUAPINDAIA, Vera L&uacute;cia     Calandrini. <b>Levantamento       arqueol&oacute;gico em Porto de Moz (PA)</b><i>. </i>Relat&oacute;rio   t&eacute;cnico. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 1999a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe; GUAPINDAIA, Vera L&uacute;cia     Calandrini. <b>Levantamento       Arqueol&oacute;gico na &aacute;rea da Pequena Central</b>     <b>Hidroel&eacute;trica Salto Cafesoca, Rio Oiapoque (Amap&aacute;)</b>.     Relat&oacute;rio   t&eacute;cnico. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 1999b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">PEREIRA, Edithe; KERN, Dirse C.; VER&Iacute;SSIMO, C&eacute;sar U. Vieira. Nota sobre o salvamento arqueol&oacute;gico do Sitio AP-MA-3: Pacoval - Macap&aacute; (Ap). <b>Revista do Centro de Estudos e Pesquisas</b> <b>Arqueol&oacute;gicas</b>, v. 5, p. 55-67, 1986. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">QUEIR&Oacute;Z, Alb&eacute;rico Nogueira. Contribution &agrave; l'&eacute;tude   arch&eacute;ozoologique des vert&eacute;br&eacute;s de cinq sites pr&eacute;historiques   de trois   r&eacute;gions du Br&eacute;sil, 2001. Tese (Doutorado em Ci&ecirc;ncias) -   Universit&eacute;   de Geneve, Geneve, 2001.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">RAMOS, Lilyan Fernanda Menezes. <b>Levantamento    de arqueologia</b> <b>hist&oacute;rica na Vila de Monsar&aacute;s</b>: transforma&ccedil;&otilde;es    no aspecto urbano e paisag&iacute;stico da antiga miss&atilde;o religiosa de    Cai&aacute; - Ilha do Maraj&oacute;, 2005<i>.</i> Trabalho de Conclus&atilde;o    de Curso (Licenciatura e Bacharelado em Hist&oacute;ria) - Universidade Federal    do Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">RODRIGUES-CARVALHO, Cl&aacute;udia. <b>Relat&oacute;rio de an&aacute;lise     de</b>     <b>remanescentes humanos recuperados no s&iacute;tio PA-AT-247</b>: Domingos,   Cana&atilde; dos Caraj&aacute;s (PA). Relat&oacute;rio t&eacute;cnico referente   ao componente   Antropologia F&iacute;sica. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi,   2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ROOSEVELT, Anna Curtenius, <b>Moundbuilders of the Amazon</b>:   Geophysical Archaeology on Marajo Island, Brazil. San Diego:   Academic Press, 1991.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ROOSEVELT, A. C.; HOUSE, R.; SILVEIRA, M. I.; MARANCA,   S.; JOHNSON, R. Eight Millenium Pottery from a Prehistoric   Shell Midden in the Brazilian Amazon. <b>Science</b>, v. 254, n. 5038,   p. 1621-1624, 1991.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ROOSEVELT, A. C.; LIMA DA COSTA, M.; MACHADO, C. L.;   MERCIER, N.; VALLADAS, H.; FEATHERS, J.; BARNETT, W.;   SILVEIRA, M. I.; HENDERSON, A.; SILVA, J.; CHERNOFF, B.;   REESE, D. S.; HOLMAN, J. A.; TOTH, N.; SCHICK, K. Paleoindian   Cave Dwellers in the Amazon: The Peopling of the Americas.   <b>Science</b>, v. 272, p. 373-384, 1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ROSA, C&aacute;ssia Santos da. <b>Contribui&ccedil;&atilde;o para a Hist&oacute;ria     e Arqueologia</b>     <b>da Amaz&ocirc;nia</b>: Um estudo hist&oacute;rico e arqueol&oacute;gico     das cole&ccedil;&otilde;es   Townsend e Frederico Barata do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi   (1950-1960), 2004. Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso (Licenciatura   em Hist&oacute;ria) - Universidade Federal do Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2004.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ROSA, C&aacute;ssia Santos da. <b>Um estudo       atual das cole&ccedil;&otilde;es</b>     <b>arqueol&oacute;gicas tapaj&ocirc;nicas</b>: an&aacute;lise e descri&ccedil;&atilde;o     das Cole&ccedil;&otilde;es   Townsend e Frederico Barata. Relat&oacute;rio Final PIBIC. Bel&eacute;m: Museu   Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2003.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">RUIVO, Maria de Lourdes; OLIVEIRA, Rita Denise;     LOPES, Paulo Roberto do Canto. Morfologia e micromorfologia de alguns solos   antr&oacute;picos na regi&atilde;o das Ilhas, Bel&eacute;m-PA. In: SIMP&Oacute;SIO   DE   GEOLOGIA DA AMAZ&Ocirc;NIA, 9., 2006, Bel&eacute;m. <b>Anais... </b>Bel&eacute;m:   Sociedade Brasileira de Geologia, 2006.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SAB&Aacute;, K. L. A. <b>Levantamento bioantropol&oacute;gico de uma popula&ccedil;&atilde;o</b>     <b>amaz&ocirc;nica pr&eacute;-hist&oacute;rica (Marac&aacute;, AP)</b>, 2000.     Trabalho de   Conclus&atilde;o de Curso (Bacharelado em Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas)   -   Universidade Federal do Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2000.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SANJAD, Nelson Rodrigues. <b>A Coruja de Minerva - O Museu</b>     <b>Paraense entre o imp&eacute;rio e a Rep&uacute;blica, 1866-1907</b>, 2005.   Tese (Doutorado em Hist&oacute;ria das Ci&ecirc;ncias e da Sa&uacute;de) -   Funda&ccedil;&atilde;o   Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2005. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SANTOS, Andr&eacute;a Kely R.; SANTOS, Sidney E. B.; GUAPINDAIA,   Vera L&uacute;cia Calandrini; MACHADO, Ana L&uacute;cia da Costa; ZAGO, M.   A. Heterogeneity of Mitochondrial DNA in Pre-Columbian Natives   of Amazon Region. <b>American Journal of Physical Anthropology</b>,   v. 101, p. 29-37, 1996.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHAAN, Denise Pahl. <b>Diagn&oacute;stico do Patrim&ocirc;nio Arqueol&oacute;gico     na</b>     <b>&aacute;rea de Influ&ecirc;ncia da Rodovia BR-163-Trecho</b>: Santar&eacute;m-Rur&oacute;polis.   Relat&oacute;rio t&eacute;cnico. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio   Goeldi, 2006.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHAAN, Denise Pahl. La c&eacute;ramique des f&ecirc;tes, rites et fun&eacute;railles:   le symbolisme sacr&eacute; de l&acute;art marajoara<b>. </b>In: <b>Br&eacute;sil   Indien</b>: les arts   des am&eacute;rindiens du Br&eacute;sil. Paris: R&eacute;union des Mus&eacute;es   Nationaux,   2005a. p. 161-170.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHAAN, Denise Pahl. Origens e Significado da Cultura Marajoara.   In: <b>Motivos Ornamentais da Cer&acirc;mica Marajoara</b>. 3. ed. Bel&eacute;m:   Edi&ccedil;&otilde;es O Museu do Maraj&oacute;, 2005b. p. 21-29.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHAAN, Denise Pahl. Os Geoglifos e a Implanta&ccedil;&atilde;o pela Eletronorte do Sistema de Transmiss&atilde;o do Acre In: <b>Geoglifos da</b> <b>Amaz&ocirc;nia</b>: Perspectiva A&eacute;rea. 2. ed. Bras&iacute;lia: Eletronorte, 2005c.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHAAN, Denise Pahl. <b>The Camutins Chiefdom</b>: Rise and   Development of Social Complexity on Marajo Island, 2004<i>.</i>   Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade de   Pittsburgh, EUA, 2004.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHAAN, Denise Pahl. A ceramista, seu pote e     sua tanga: identidade e pap&eacute;is sociais em um cacicado marajoara. <b>Revista de arqueologia</b>,   v. 16, p. 31-45, 2003.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHAAN, Denise Pahl. Estatuetas Antropomorfas     Marajoara: O Simbolismo de Identidades de G&ecirc;nero em uma Sociedade Complexa   Amaz&ocirc;nica. <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi</b>, <b>s&eacute;rie</b>   <b>Antropologia</b>, v. 17, n. 2, p. 437-477, 2001a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHAAN, Denise Pahl. Os Dados In&eacute;ditos do Projeto Maraj&oacute;   (1962-1965). <b>Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia</b>, v.   11, p. 141-164, 2001b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHAAN, Denise Pahl. Into the Labyrinths of Marajoara Pottery:   Status and Cultural Identity in an Amazonian Complex Society. In:     <b>Unknown Amazon</b>. Nature and Culture in Ancient Brazil<i>. </i>Londres:   The British Museum Press, 2001c. p. 108-133.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHAAN, Denise Pahl. Recent Investigations on Marajoara Culture,   Marajo Island, Brazil. <b>Antiquity</b>, v. 74, p. 469-470, 2000a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHAAN, Denise Pahl. Evid&ecirc;ncias para a perman&ecirc;ncia da cultura   marajoara &agrave; &eacute;poca do contato europeu. <b>Revista de Arqueolog&iacute;a</b>,   n. 12/13, p. 23-42, 2000b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHAAN, Denise Pahl; PLENS, Cl&aacute;udia R. <b>Diagn&oacute;stico       sobre a</b>     <b>Situa&ccedil;&atilde;o do Patrim&ocirc;nio Arqueol&oacute;gico na &aacute;rea     de Implanta&ccedil;&atilde;o das</b>     <b>Linhas de Transmiss&atilde;o LT 138 kV Epitaciol&acirc;ncia/ Rio Branco     e LT</b>     <b>69 kV Rio Branco/ Sena Madureira (incluindo &aacute;reas das subesta&ccedil;&otilde;es)</b>.   Relat&oacute;rio t&eacute;cnico. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio   Goeldi, 2005. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SCHAAN, Denise Pahl; SILVA, Wagner Fernando V.    <b>BR-230</b> <b>Transamaz&ocirc;nica</b>: Trecho Altamira - Medicil&acirc;ndia,    BR-422: Novo Repartimento-Tucuru&iacute;<i>. </i>Relat&oacute;rio t&eacute;cnico.    Bel&eacute;m<i>: </i>Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2005.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SILVA, Francisco Jos&eacute; Oliveira da. <b>Pesquisa       arqueol&oacute;gica     hist&oacute;rica em</b>     <b>Santo Ant&ocirc;nio de Gurup&aacute;</b>: uma an&aacute;lise das mudan&ccedil;as     paisag&iacute;sticas e   dos vest&iacute;gios arquitet&ocirc;nicos remanescentes do final do s&eacute;culo   XVII,   2002. Trabalho de Conclus&atilde;o de Curso (Licenciatura e Bacharelado   em Hist&oacute;ria) - Universidade Federal do Par&aacute;, Bel&eacute;m, 2002.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SILVEIRA, Maura Imazio. <b>Voc&ecirc;  &eacute; o que voc&ecirc; come</b>,   2001. Tese   (Doutorado em Arqueologia) - Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o   Paulo, 2001.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SILVEIRA, Maura Imazio. <b>Estudo sobre estrat&eacute;gias de subsist&ecirc;ncia</b>     <b>de ca&ccedil;adores-coletores pr&eacute;-hist&oacute;ricos do s&iacute;tio     Gruta do Gavi&atilde;o,</b>     <b>Caraj&aacute;s (Par&aacute;)</b>, 1995. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado     em Arqueologia) -   Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, 1995.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SILVEIRA, Maura Imazio da; KERN, Dirse Clara;     OLIVEIRA, Elis&acirc;ngela Regina de; FRAZAO, Francisco Juvenal L. Seriam as Terras   Pretas Arqueol&oacute;gicas grandes &aacute;reas cont&iacute;nuas? O caso dos   s&iacute;tios   Bitoca 1 e Bitoca 2 na regi&atilde;o de Caraj&aacute;s-PA. In: CONGRESSO DA   ASSOCIA&Ccedil;&Atilde;O BRASILEIRA DE ESTUDOS DO QUATERN&Aacute;RIO,   11., 2007, Bel&eacute;m. <b>Anais... </b>Bel&eacute;m: ABEQUA, 2007.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SILVEIRA, Maura Imazio; SCHAAN, Denise Pahl.     Arqueologia (bibliografia). In: SOUZA FILHO, Pedro Walfir M.; CUNHA, Edson   R. S. P; SALES, Maria Em&iacute;lia da Cruz; SOUZA, Luiz Fernando M.   O.; COSTA, Francisco Ribeiro da (Org.). <b>Bibliografia da Zona</b>   <b>Costeira Amaz&ocirc;nica Brasil</b>. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio   Goeldi:   Universidade Federal do Par&aacute;, 2005a. p. 261-264.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SILVEIRA, Maura Imazio, SCHAAN, Denise Pahl.     Onde a Amaz&ocirc;nia   encontra o mar: estudando os sambaquis do Par&aacute;. <b>Revista de</b>   <b>Arqueologia</b>, n. 18, p. 67-79, 2005b. </font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SILVEIRA, Maura Imazio; MARQUES, Fernando Luiz Tavares.     <b>Levantamento das potencialidades arqueol&oacute;gicas e hist&oacute;ricas     na</b>     <b>&aacute;rea dos munic&iacute;pios de Barcarena e Abaetetuba (PA)</b>.     Relat&oacute;rio   final. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2004.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SIM&Otilde;ES, M&aacute;rio Ferreira. Salvamento     Arquel&oacute;gico em Caraj&aacute;s PA). In: ALMEIDA JR., Jos&eacute; Maria Gon&ccedil;alves (Org.). <b>Caraj&aacute;s</b>: desafio pol&iacute;tico, ecol&oacute;gico e desenvolvimento. S&atilde;o Paulo: CNPq/Melhoramentos, 1986. p. 534-559.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SIM&Otilde;ES, Mario Ferreira. Coletores-pescadores    ceramistas do litoral do Salgado (Par&aacute;) - Nota preliminar. <b>Boletim    do Museu Paraense</b> <b>Em&iacute;lio Goeldi, Nova S&eacute;rie, Antropologia</b>,    v. 78, p. 1-26, 1981a.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SIM&Otilde;ES, Mario Ferreira. As pesquisas arqueol&oacute;gicas no Museu   Paraense Em&iacute;lio Goeldi (1870-1981). <b>Acta Amaz&ocirc;nica</b>, v.   11, n. 1,   p. 149-165, 1981b.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SIM&Otilde;ES, Mario Ferreira; CORR&Ecirc;A, Concei&ccedil;&atilde;o Gentil.   Pesquisas   arqueol&oacute;gicas na regi&atilde;o do Salgado. A fase Are&atilde;o do litoral   de   Marapanim. <b>Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, Nova</b>   <b>S&eacute;rie, Antropologia</b>, v. 48, p. 10-30, 1971.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SOEIRO, Milton P.; MOURA, Simone de O.; PAIVA, Zenaide P.     <b>Caderno de Educa&ccedil;&atilde;o Patrimonial e Arqueologia</b>. Bel&eacute;m:     Museu   Paraense Em&iacute;lio Goeldi, 2008.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SOUZA, Sheila Mendon&ccedil;a. <b>Relat&oacute;rio       sobre bioarqueologia de</b>     <b>campo e laborat&oacute;rio</b><i>. </i>Relat&oacute;rio t&eacute;cnico     referente ao componente   Antropologia F&iacute;sica. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi,   2003.</font><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">SOUZA, Sheila Mendon&ccedil;a; GUAPINDAIA, Vera L&uacute;cia Calandrini;   CARVALHO, Cl&aacute;udia Rodrigues. Necr&oacute;pole Marac&aacute; e os problemas   interpretativos em um cemit&eacute;rio sem enterramentos. <b>Boletim do</b>   <b>Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi</b>, <b>s&eacute;rie Antropologia</b>,   v. 17, n. 2,   p. 479-520, 2001. </font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2"><b><font size="2" face="verdana"><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="img/revistas/bmpegch/v4n1/seta.gif" border="0"></a></font></b></font><font size="2" face="Verdana"><b>Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia:</b>    <br>   Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi    <br>   Editor do Boletim do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi. Ci&ecirc;ncias Humanas    <br>   Av. Magalh&atilde;es Barata, 376    <br>   S&atilde;o Braz - CEP 66040-170    <br>   Bel&eacute;m - PA - Brasil    <br> Caixa Postal 399    <br> Telefone/fax: 55-91-3249-1141    <br>   E-mail:<a href="mailto:boletim@museu-goeldi.br">boletim@museu-goeldi.br</a>    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recebido: 23/12/2008    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Aprovado: 31/03/2009</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="n1"></a><a href="#topo"><sup>1</sup></a>Vers&atilde;o    atualizada do trabalho apresentado durante o II Simp&oacute;sio da Biota Amaz&ocirc;nica,    realizado pelo Museu Em&iacute;lio Goeldi em Bel&eacute;m, de 11 a 14 de dezembro    de 2006. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="n2"></a><sup><a href="#s2">2</a></sup>Pela total aus&ecirc;ncia de acesso e infra-estrutura, que s&oacute; foram   viabilizados em fun&ccedil;&atilde;o da implanta&ccedil;&atilde;o de um determinado   empreendimento. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="n3" id="n3"></a><sup><a href="#s3">3</a></sup>Programa de Arqueologia Preventiva na &Aacute;rea da Minera&ccedil;&atilde;o   Serra do Sossego.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="n4" id="n4"></a><sup><a href="#s4">4</a></sup>Programa    de Arqueologia Preventiva na &Aacute;rea do Projeto Bauxita-Paragominas e Programa    de salvamento e monitoramento de s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos no tra&ccedil;ado    da Al&ccedil;a Rodovi&aacute;ria - Bel&eacute;m/PA.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="n5" id="n5"></a><sup><a href="#s5">5</a></sup>Programa de Arqueologia Preventiva na &Aacute;rea do Projeto Bauxita-Paragominas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="n6" id="n6"></a><sup><a href="#s6">6</a></sup>Projeto de Salvamento Arqueol&oacute;gico na &Aacute;rea do Salobo (Caraj&aacute;s).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="n7" id="n7"></a><sup><a href="#s7">7</a></sup>Os n&uacute;meros correspondem apenas aos funcion&aacute;rios   efetivos do Museu Goeldi.</font></p>     ]]></body>
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