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<journal-title><![CDATA[Revista Pan-Amazônica de Saúde]]></journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Instituto Evandro Chagas. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Ministério da Saúde]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O Instituto Evandro Chagas em busca da preservação patrimonial: estudos preliminares]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Instituto Evandro Chagas in the pursuit of patrimonial preservation: preliminary studies]]></article-title>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[El Instituto Evandro Chagas en busca de la preservación patrimonial: estudios preliminares]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Instituto Evandro Chagas/  ]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO HIST&Oacute;RICO | HISTORICAL ARTICLE | ART&Iacute;CULO  HIST&Oacute;RICO</b> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b><a name="topo"></a>O Instituto Evandro Chagas em busca da preserva&#231;&#227;o patrimonial: estudos preliminares</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Instituto Evandro Chagas in the pursuit of patrimonial preservation: preliminary studies</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>El Instituto Evandro Chagas en busca de la preservaci&#243;n patrimonial: estudios preliminares</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Claudia Regina Ferreira Santos</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><i>Centro de Documenta&#231;&#227;o, Informa&#231;&#227;o e Mem&#243;ria, Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Ananindeua, Par&#225;, Brasil</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia    <br> </a></font><font size="2" face="verdana"><a href="#endereco">Correspondence    <br> Direcci&oacute;n para correspondencia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="right"><font face="Verdana" size="2"><i>Os lugares de mem&#243;ria nascem e vivem do sentimento que n&#227;o h&#225; mem&#243;ria espont&#226;nea,    <br> </i></font><font face="Verdana" size="2"><i>que &#233; preciso criar arquivos, que &#233; preciso manter anivers&#225;rios, organizar celebra&#231;&#245;es,    <br> </i></font><font face="Verdana" size="2"><i>pronunciar elogios f&#250;nebres, notariar atas, porque essas opera&#231;&#245;es n&#227;o s&#227;o naturais.</i></font></p>     <p align="right"><font face="Verdana" size="2">Pierre Nora</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="right">&nbsp;</p>     <p align="right">&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">O casar&#227;o de estilo ecl&#233;tico, situado em Bel&#233;m, Estado do Par&#225;, Brasil, no bairro do Marco, na Avenida Almirante Barroso, ainda hoje chama a aten&#231;&#227;o dos transeuntes. Tal constru&#231;&#227;o abrigou, ao longo de muito tempo, uma institui&#231;&#227;o que &#233; bastante significativa em termos de sa&#250;de p&#250;blica na Regi&#227;o Amaz&#244;nica (<a href="#f1">Figura 1</a>). O Instituto Evandro Chagas, denominado inicialmente Instituto de Pathologia Experimental do Norte (IPEN), l&#225; se estabeleceu no momento de sua cria&#231;&#227;o, em novembro de 1936, por ato do governador Jos&#233; Malcher<sup>1</sup>.</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/rpas/v4n1/1a02f1.gif" border="0"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">Sobre a instala&#231;&#227;o do IPEN, pode-se dizer que ela est&#225; diretamente ligada aos estudos desenvolvidos pelo ent&#227;o Instituto Oswaldo Cruz, onde se identificou a presen&#231;a de casos de leishmaniose no interior do Pa&#237;s, o que levou posteriormente &#224; cria&#231;&#227;o de uma comiss&#227;o para a investiga&#231;&#227;o dessa doen&#231;a. Tal comiss&#227;o foi chefiada pelo dr. Evandro Chagas, j&#225; m&#233;dico com comprovada experi&#234;ncia cl&#237;nica e de pesquisa que, chegando ao Par&#225;, conseguiu apoio do governo estadual para o in&#237;cio de suas a&#231;&#245;es<sup>2</sup>.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">No relat&#243;rio do ano de 1936, dirigido ao diretor do Instituto Oswaldo Cruz<sup>3</sup>, Evandro Chagas narra os passos iniciais em Bel&#233;m que concretizariam a possibilidade de desenvolvimento das pesquisas, a partir de sua chegada em 24 de outubro, contatando pol&#237;ticos de diferentes bancadas, que poderiam auxiliar na empreitada, e acompanhando todos os momentos, desde a apresenta&#231;&#227;o do projeto de lei na Assembleia Legislativa Estadual at&#233; sua efetiva aprova&#231;&#227;o. Nesse mesmo per&#237;odo estudava tamb&#233;m o local apropriado para a instala&#231;&#227;o do servi&#231;o de pesquisas rurais no interior do Estado, que acabou por ser definido na cidade de Abaet&#233;, a 53 km da capital.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">E interessante observar que na estrutura delineada para o IPEN, constante em seu regulamento de funcionamento publicado em 11 de novembro de 1936<sup>4</sup>, est&#225; presente o servi&#231;o de museu. Percebe-se na exist&#234;ncia desse servi&#231;o a influ&#234;ncia da estrutura do Instituto Oswaldo Cruz, que desde sua funda&#231;&#227;o tamb&#233;m contava com um museu em seu organograma. Esses espa&#231;os funcionavam como locais de pesquisa e de forma&#231;&#227;o te&#243;rica e pr&#225;tica dos alunos, e suas cole&#231;&#245;es eram estrat&#233;gicas para a constru&#231;&#227;o do conhecimento cient&#237;fico.</font><a name="top"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Apesar do museu j&aacute; existir no regulamento de 1936, somente em meados dos anos 2000, o assunto come&#231;ou a ser trabalhado, quando boa parte da institui&#231;&#227;o j&#225;</font> <font face="Verdana" size="2">estava instalada no Munic&#237;pio de Ananindeua<sup><a href="#endereco">*</a></sup>. Como afirma Nora<sup>6</sup> na ep&#237;grafe, n&#227;o sendo espont&#226;neos nem naturais, os lugares de mem&#243;ria, como os museus, devem ser planejados, pensados, arquitetados, com vistas &#224; preserva&#231;&#227;o da mem&#243;ria. Foi institu&#237;da, ent&#227;o, uma comiss&#227;o interna para pensar em sua cria&#231;&#227;o<sup>7</sup>. Fatores adversos fizeram com que o projeto, naquele momento, n&#227;o seguisse adiante, apesar da prof&#237;cua discuss&#227;o inicial, assim como da coleta de algum material que posteriormente poderia ser incorporado ao acervo.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Com a nova e recente estrutura&#231;&#227;o do Centro de Documenta&#231;&#227;o, Informa&#231;&#227;o e Mem&#243;ria - CEDIM, antiga Biblioteca, j&#225; se pode pensar efetivamente na quest&#227;o, e executar a&#231;&#245;es de modo a concretiz&#225;-la. O CEDIM disp&#245;e agora de profissionais de Museologia e Hist&#243;ria, e as equipes est&#227;o dedicadas aos procedimentos t&#233;cnicos para a elabora&#231;&#227;o do projeto em termos de pesquisa patrimonial, institucional e dos objetos que far&#227;o parte da cole&#231;&#227;o.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">E seguramente n&#227;o haveria lugar mais emblem&#225;tico para a instala&#231;&#227;o do Museu que o pr&#243;prio casar&#227;o que abrigou a Institui&#231;&#227;o em seus prim&#243;rdios, que testemunhou seu nascimento, importante exemplar de patrim&#244;nio arquitet&#244;nico de Bel&#233;m. Nos levantamentos iniciais que est&#227;o sendo realizados em v&#225;rias institui&#231;&#245;es, como bibliotecas e arquivos estaduais, municipais e federais, p&#244;de-se averiguar que tal constru&#231;&#227;o data do final do per&#237;odo &#225;ureo da borracha, &#233;poca de Augusto Montenegro e de Antonio Lemos. O primeiro, governador do Estado do Par&#225; de 1900 a 1908 e o segundo, &#224; frente da Intend&#234;ncia Municipal de 1897 a 1912, s&#227;o os respons&#225;veis por imprimir a Bel&#233;m mudan&#231;as na concep&#231;&#227;o urbana, dentro dos padr&#245;es europeus daquele momento e nos moldes do discurso civilizador, amparados, inequivocamente, pelos recursos provenientes da exporta&#231;&#227;o gom&#237;fera<sup>8</sup>.</font><a name="top1"></a></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A Avenida Almirante Barroso, naquela &#233;poca chamada Tito Franco, era parte do projeto de expans&#227;o do centro urbano para al&#233;m do chamado Marco da L&#233;gua<sup><a href="#endereco">&#8224;</a></sup>, acompanhando a Estrada de Ferro de Bragan&#231;a. L&#225; est&#225; situado um dos grandes monumentos do per&#237;odo, que &#233; o Bosque Rodrigues Alves. Pois bem, a constru&#231;&#227;o do casar&#227;o &#233; atribu&#237;da ao engenheiro Henrique Santa Rosa<sup>10</sup>, aparentemente como uma resid&#234;ncia particular, j&#225; que a regi&#227;o constitu&#237;a local onde se estabeleciam aqueles que buscavam tranquilidade e dist&#226;ncia do movimento do centro urbano. O engenheiro, de fam&#237;lia tradicional, foi por muitos anos diretor de Via&#231;&#227;o e Obras P&#250;blicas do governo estadual e dentre suas obras destacam-se relevantes constru&#231;&#245;es da arquitetura paraense<sup>11</sup>. A suntuosidade de seu trabalho revela-se at&#233; os dias atuais.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Mas, h&#225; que se destacar tamb&#233;m a produ&#231;&#227;o intelectual de Santa Rosa, que &#233; bastante significativa e extensa, tendo sido considerado importante ge&#243;grafo e historiador do per&#237;odo. Sobre Bel&#233;m, afirma: &quot;nossa capital &#233; daquelas que reclamam mais ativos cuidados</font> <font face="Verdana" size="2">para a adapta&#231;&#227;o de suas condi&#231;&#245;es tel&#250;ricas e hidrol&#243;gicas &#224;s da salubridade da popula&#231;&#227;o.&quot;<sup>12</sup>. Nesse sentido, mostra-se bastante afinado com as concep&#231;&#245;es modernizantes que se desenhavam para a na&#231;&#227;o naquele momento. O progresso, a modernidade e a civiliza&#231;&#227;o estavam na &quot;ordem do dia&quot;, e Santa Rosa, como um representante do Estado, &#233; um dos propagadores desse discurso.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Se o engenheiro construiu o casar&#227;o para si ou para outros, ainda n&#227;o &#233; poss&#237;vel dizer de forma decisiva. Sabe-se que v&#225;rios propriet&#225;rios existiram at&#233; que se estabelecesse o IPEN em 1936. De sua edifica&#231;&#227;o, em 1908, fazendo parte daquele momento de desenvolvimento da cidade dentro da l&#243;gica do &quot;processo civilizador&quot;, passando por abrigar uma institui&#231;&#227;o de sa&#250;de p&#250;blica na d&#233;cada de 1930, at&#233; agora tornar-se um museu, pode-se come&#231;ar a discuss&#227;o referente &#224; conquista da mem&#243;ria coletiva. Dentro da miss&#227;o do Museu est&#225; presente a democratiza&#231;&#227;o da informa&#231;&#227;o, possibilitando o acesso aos temas de sa&#250;de p&#250;blica, de desenvolvimento da ci&#234;ncia e da tecnologia. Al&#233;m disso, considera-se a valoriza&#231;&#227;o daqueles que ao longo do tempo participaram desse movimento, como atores ou como testemunhos. Nesse sentido, Le Goff<sup>13</sup> afirma:</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">A mem&#243;ria, na qual cresce a hist&#243;ria, que por sua vez a alimenta, procura salvar o passado para servir ao presente e ao futuro. Devemos trabalhar de forma que a mem&#243;ria coletiva sirva para a liberta&#231;&#227;o e n&#227;o para a servid&#227;o dos homens.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Levando em conta a import&#226;ncia da mem&#243;ria coletiva, no que diz respeito &#224; constru&#231;&#227;o de identidades dentro de determinada comunidade, bem como para a elabora&#231;&#227;o das representa&#231;&#245;es do passado, os profissionais envolvidos com o processo de elabora&#231;&#227;o do Museu estar&#227;o tamb&#233;m trabalhando com a&#231;&#245;es que ampliem a participa&#231;&#227;o da sociedade em suas atividades, seja por meio de exposi&#231;&#245;es, cursos ou outros projetos, para que os grupos possam efetivamente entender-se e reconhecer-se como parte ativa do processo hist&#243;rico.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">Se no passado os museus eram entendidos como edif&#237;cio, cole&#231;&#227;o e p&#250;blico, h&#225; novos significados agora para esses termos, que incluem as no&#231;&#245;es de territ&#243;rio, patrim&#244;nio e comunidade<sup>14</sup>. Nesse sentido, ao lado de outras importantes institui&#231;&#245;es de sa&#250;de da Regi&#227;o Norte que j&#225; se dispuseram a contribuir para a preserva&#231;&#227;o da mem&#243;ria institucional, como por exemplo, a Funda&#231;&#227;o Santa Casa de Miseric&#243;rdia do Par&#225;, o Museu Evandro Chagas tem tamb&#233;m o intento de contribuir para a produ&#231;&#227;o e difus&#227;o do conhecimento, especialmente em termos do patrim&#244;nio cultural da sa&#250;de. Mem&#243;ria da cidade, mem&#243;ria da sa&#250;de e mem&#243;ria coletiva manter-se-&#227;o protegidas e abrigadas nesses lugares de mem&#243;ria.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="3"><b>AGRADECIMENTOS</b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">&Agrave; equipe do Museu, Giselle Santos Silva, Clarissa Almeida Santos, Francisco Soares Chagas Neto, pela participa&#231;&#227;o na pesquisa e coleta de fontes bem como na revis&#227;o do texto.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>REFER&#202;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">1&nbsp;Par&#225;. Lei Estadual n<sup>o</sup> 59 de 10 de novembro de 1936. Cr&#234;a o Instituto de Pathologia Experimental do Norte e define suas attribui&#231;&#245;es. Bel&#233;m: Officinas Graphicas do Instituto Lauro Sodr&#233;; 1936. &#91;<a href="http://iah.iec.pa.gov.br/iah/fulltext/legislacao/LeiN5911nov1936.pdf" target="_blank">Link</a>&#93;</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">2&nbsp;Guimar&#227;es MRC, Paula RN. Hospital de Manguinhos: 85 anos de pesquisa cl&#237;nica. Rio de Janeiro: Fiocruz;</font> <font face="Verdana" size="2">2004. p. 27-30. &#91;<a href="http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=431385&indexSearch=ID" target="_blank">Link</a>&#93;</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">3&nbsp;Funda&#231;&#227;o Oswaldo Cruz. Casa de Oswaldo Cruz. Departamento de Arquivo e Documenta&#231;&#227;o. Relat&#243;rio de 25 de novembro de 1936 ao Diretor Geral do Instituto Oswaldo Cruz. Fundo Evandro Chagas: invent&#225;rio. Rio de Janeiro; 2009.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">4&nbsp;Par&#225;. Decreto n<sup>o</sup> 2346 de 11 de novembro de 1936. Approva, para todos os effeitos legaes, o Regulamento annexo do Instituto de Pathologia Experimental do Norte. Bel&#233;m: Officinas Graphicas do Instituto Lauro</font> <font face="Verdana" size="2">Sodr&#233;; 1936. &#91;<a href="http://iah.iec.pa.gov.br/iah/fulltext/legislacao/LeiN5911nov1936.pdf" target="_blank">Link</a>&#93;</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">5&nbsp;Deane LM. Hist&#243;rico do Instituto Evandro Chagas: per&#237;odo 1936-1949. In: Instituto Evandro Chagas: 50 anos de contribui&#231;&#227;o &#224;s ci&#234;ncias biol&#243;gicas e &#224; medicina tropical. Bel&#233;m: Funda&#231;&#227;o Servi&#231;os de</font> <font face="Verdana" size="2">Sa&#250;de P&#250;blica; 1986. &#91;<a href="http://iah.iec.pa.gov.br/iah/fulltext/pc/monografias/iec/iec50anos/vol1/cap02(53-67).pdf" target="_blank">Link</a>&#93;</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">6&nbsp;Nora P. Entre mem&#243;ria e hist&#243;ria: a problem&#225;tica dos</font> <font face="Verdana" size="2">lugares. Projeto Hist&#243;ria. 1993 dez;10:1-178. &#91;<a href="http://www.pucsp.br/projetohistoria/downloads/revista/PHistoria10.pdf" target="_blank">Link</a>&#93;</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">7&nbsp;Minist&#233;rio da Sa&#250;de (BR). Secretaria de Vigil&#226;ncia em Sa&#250;de. Portaria n<sup>o</sup> 75 de 22 de novembro de 2004. Institui a Comiss&#227;o de Implanta&#231;&#227;o do Museu Evandro Chagas. Bol Serv. 2005 abr;20(16):57. &#91;<a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/IEC/2004/prt0075_22_11_2004.html" target="_blank">Link</a>&#93;</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">8&nbsp;Derenji JS, Derenji J. Igrejas, pal&#225;cios e palacetes de</font> <font face="Verdana" size="2">Bel&#233;m. Bras&#237;lia: Iphan; 2009. p. 101-4. (Roteiros do</font> <font face="Verdana" size="2">Patrim&#244;nio).</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">9&nbsp;Cruz E. Ruas de Bel&#233;m. 2. ed. Bel&#233;m: Cejup; 1992.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">10&nbsp;Meira C. O Instituto Evandro Chagas. O Liberal</font> <font face="Verdana" size="2">1991 maio 21;p.6.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">11&nbsp;Moraes TC. Geografia do poder: c&#237;rculos intelectuais, natureza e historiografia na Rep&#250;blica Paraense - s&#233;culo XX. In: Anais do 26 Simp&#243;sio Nacional de Hist&#243;ria 2011 jul; S&#227;o Paulo: Anpuh. &#91;<a href="http://www.snh2011.anpuh.org/resources/anais/14/1300893365_ARQUIVO_GeografiadopoderANPUH2010.pdf" target="_blank">Link</a>&#93;</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">12&nbsp;Santa Rosa H. Vis&#227;o Futura. In: Moura I, organizador. Annu&#225;rio de Bel&#233;m; p. 12-4.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">13&nbsp;Le Goff J. Hist&#243;ria e Mem&#243;ria. 5. ed. Campinas:</font> <font face="Verdana" size="2">Unicamp; 2003. p. 471.</font><!-- ref --><p><font face="Verdana" size="2">14&nbsp;Chagas M. Educa&#231;&#227;o, museu e patrim&#244;nio: tens&#227;o, devora&#231;&#227;o e adjetiva&#231;&#227;o. Rev Eletr Iphan &#91;Internet&#93;. 2006 jan-fev &#91;citado 2013 jul 15&#93;;(3). Dispon&#237;vel em: <a href="http://www.labjor.unicamp.br/patrimonio/materia.php?id=145" target="_blank">http://www.labjor.unicamp.br/patrimonio/materia.php?id=145</a>.</font><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="img/revistas/ess/v20n1/seta.gif" border="0"></a><b>Correspond&ecirc;ncia / Correspondence / Correspond&ecirc;ncia:</b></font>    <br>   <font face="Verdana" size="2"><b>Claudia Regina Ferreira Santos</b></font>    <br>     <font face="Verdana" size="2">Instituto Evandro Chagas/SVS/MS</font>    <br>     <font face="Verdana" size="2">Centro de Documenta&#231;&#227;o,    Informa&#231;&#227;o e Mem&#243;ria</font>    <br>     <font face="Verdana" size="2">Rodovia BR 316 km 7, s/n.     <br>   Bairro: Levil&#226;ndia</font>    <br>     <font face="Verdana" size="2">CEP: 67030-000         <br>   Ananindeua-Par&#225;-Brasil</font>    <br>   <font face="Verdana" size="2">Tel.: +55 (91) 3214-2183</font>    <br> <font face="Verdana" size="2">E-mail: <a href="mailto:claudiasantos@iec.pa.gov.br">claudiasantos@iec.pa.gov.br</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">Recebido em / Received / Recibido en: 4/3/2013</font>    <br> <font face="Verdana" size="2">Aceito em / Accepted / Aceito en: 26/3/2013</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup><a href="#top">*</a></sup>A partir de 1940 o IPEN passou a chamar-se Instituto Evandro Chagas, em homenagem ao m&#233;dico morto em acidente a&#233;reo em novembro daquele ano<sup>5</sup>. </font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup><a href="#top1">&#8224;</a></sup>Primeira l&#233;gua patrimonial doada &#224; C&#226;mara de Bel&#233;m no s&#233;culo XVII. A medi&#231;&#227;o, e consequente demarca&#231;&#227;o, no entanto, somente aconteceu no s&#233;culo XVIII<sup>9</sup>.</font></p> <script type="text/javascript"> var gaJsHost = (("https:" == document.location.protocol) ? "https://ssl." : "http://www."); document.write(unescape("%3Cscript src='" + gaJsHost + "google-analytics.com/ga.js' type='text/javascript'%3E%3C/script%3E")); </script> <script type="text/javascript"> try { var pageTracker = _gat._getTracker("UA-7885746-4"); pageTracker._setDomainName("none"); pageTracker._setAllowLinker(true); pageTracker._trackPageview(); } catch(err) {}</script>      ]]></body><back>
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