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</front><body><![CDATA[ <p align="left"><span style="line-height:115%; font-family:'Arial','sans-serif'; font-size:9.0pt; "><font color="#990033">http://dx.doi.org/10.5123/S2176-62232014000100008</font></span></p>     <p align="right"><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO DE TESE E DISSERTA&Ccedil;&Atilde;O | SUMMARY OF THESIS AND  DISSERTATION | RESUMEN DE TESIS Y DISERTACI&#211;N</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="4"><b><a name="topo"></a>An&#225;lise do escorpionismo no Brasil no per&#237;odo de 2000 a 2010<sup><a href="#endereco">*</a></sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>Analysis of the scorpionism in Brazil from 2000 to 2010</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="3"><b>An&#225;lisis del alacranismo en Brasil en el per&#237;odo de 2000 a 2010</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><b>Guilherme Carneiro Reckziegel<sup>I</sup>; Vitor Laerte Pinto Junior<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>I</sup><i>Programa de P&#243;s-gradua&#231;&#227;o em Sa&#250;de Coletiva, Faculdade de&nbsp;Ci&#234;ncias da Sa&#250;de, Universidade de Bras&#237;lia, Bras&#237;lia, Distrito Federal,&nbsp;Brasil</i></font>. <font face="Verdana" size="2"><i>Programa Nacional de Controle de Acidentes por Animais Pe&#231;onhentos, Minist&#233;rio da Sa&#250;de, Bras&#237;lia, Distrito Federal, Brasil</i></font>    <br> <font face="Verdana" size="2"><sup>II</sup><i>Laborat&#243;rio de Epidemiologia e Vigil&#226;ncia em Sa&#250;de, Funda&#231;&#227;o</i></font> <font face="Verdana" size="2"><i>Oswaldo Cruz, Bras&#237;lia, Distrito Federal, Brasil</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#endereco">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia    <br> Correspondence    <br> Direcci&oacute;n para correspondencia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O: </b>O escorpionismo no Brasil apresenta-se como problema de sa&#250;de frente ao crescente n&#250;mero de acidentes e &#243;bitos. Naquele Pa&#237;s, os escorpi&#245;es distribuem-se por todas as regi&#245;es e ecossistemas, sendo reconhecidos como escorpi&#245;es de import&#226;ncia m&#233;dica os pertencentes ao g&#234;nero <i>Tityus, </i>em especial quatro esp&#233;cies: <i>T. serrulatus, T. stigmurus, T. bahiensis</i> e <i>T. obscurus. </i>As atividades de vigil&#226;ncia do escorpionismo no Brasil, coordenadas pelo Minist&#233;rio da Sa&#250;de, tiveram in&#237;cio oficial em 1988, por&#233;m, somente a partir de 1997, os acidentes por animais pe&#231;onhentos passaram a ser notificados no Sistema Informa&#231;&#227;o de Agravos de Notifica&#231;&#227;o (SINAN), sendo este atualmente o sistema oficial de registro. Desde o in&#237;cio da vigil&#226;ncia do escorpionismo no pa&#237;s, vem se verificando um aumento no n&#250;mero de registros de casos e &#243;bitos. Nos &#250;ltimos anos, o escorpionismo mostrou-se como o acidente por animal pe&#231;onhento de maior crescimento, apresentando-se com elevada letalidade em crian&#231;as, alta incid&#234;ncia na Regi&#227;o Nordeste, acometendo, em sua maioria, indiv&#237;duos em faixa et&#225;ria economicamente ativa.    <br> <b>OBJETIVOS: </b>Descrever as caracter&#237;sticas do escorpionismo no Brasil e definir grupos, &#225;reas e fatores de risco para o &#243;bito, em dois estudos: 1) O escorpionismo no Brasil nos anos de 2000 a 2010: uma an&#225;lise descritiva; e 2) An&#225;lise cl&#237;nico-epidemiol&#243;gica do escorpionismo no Brasil no per&#237;odo de 2007 a 2010.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <b>METODOLOGIA: </b>Para a realiza&#231;&#227;o dos estudos propostos, utilizou-se os registros dos bancos de dados do SINAN, vers&#245;es SINAN-Windows, correspondendo aos anos de 2000 a 2006, e vers&#227;o SINAN-NET, correspondendo aos anos de 2007 a 2010, atualizados at&#233; a data de 9 de outubro de 2012. Quanto ao estudo 1, foi realizada an&#225;lise epidemiol&#243;gica descritiva, per&#237;odo de 2000 a 2010, com abordagem de tempo, pessoa e lugar; quanto ao estudo 2, limitado aos anos de 2007 a 2010 devido &#224; melhor qualidade dos dados cl&#237;nicos presentes na vers&#227;o mais atual do SINAN (SINAN-NET), foi realizada an&#225;lise cl&#237;nico-epidemiol&#243;gica descritiva e anal&#237;tica. Para a tabula&#231;&#227;o e an&#225;lise dos dados foram utilizados os softwares TabWin32 3.6b, EpiInfo 3.5.3 e Microsoft Excel 2010; sendo utilizados para apresenta&#231;&#227;o dos resultados, dados brutos, medidas simples de frequ&#234;ncia, m&#233;dias aritm&#233;ticas e c&#225;lculos de risco relativo (intervalo de confian&#231;a de 95%) com base na taxa de letalidade.    <br>   <b>RESULTADOS: </b>Estudo 1 - per&#237;odo de 2000 a 2010: Foram notificados, nesse per&#237;odo, 359.427 acidentes escorpi&#244;nicos, dos quais 561 evolu&#237;ram para &#243;bito. As taxas m&#233;dias anuais de incid&#234;ncia e mortalidade, para cada 100 mil habitantes, foram de 17,7 e 0,028, respectivamente; sendo de 0,16% a taxa m&#233;dia anual de letalidade. As maiores frequ&#234;ncias de registros foram em indiv&#237;duos do sexo masculino, de ra&#231;a/cor negra, na faixa et&#225;ria de 20 a 49 anos, nos meses de outubro a janeiro e em zona urbana. Excepcionalmente na Regi&#227;o Norte do Pa&#237;s, observou-se predom&#237;nio de acidentes nos meses de junho e julho e em zonas rurais. A taxa de incid&#234;ncia foi maior em indiv&#237;duos de 65 anos de idade ou mais, sendo maior a taxa de letalidade em crian&#231;as de at&#233; 9 anos de idade. As maiores frequ&#234;ncias de casos e &#243;bitos e taxas m&#233;dias anuais de incid&#234;ncia e mortalidade foram registradas nas Regi&#245;es Nordeste e Sudeste do Pa&#237;s, por&#233;m as maiores taxas m&#233;dias anuais de letalidade</font> <font face="Verdana" size="2">foram registradas nas Regi&#245;es Centro-Oeste e Norte. Estudo 2 - per&#237;odo de 2007 a 2010: Foram notificados, nesse per&#237;odo, 179.545 acidentes escorpi&#244;nicos, dos quais 303 evolu&#237;ram para &#243;bito. A maioria dos acidentes foi clinicamente leve (82,8%), com apenas 1,4% de casos graves, os quais apresentaram letalidade de 4,71% e risco de &#243;bito 18,97 vezes maior em rela&#231;&#227;o aos casos moderados. As manifesta&#231;&#245;es cl&#237;nicas locais mais frequentes foram dor (90,2%) e v&#244;mito/diarreia (3%). Apenas 0,9% dos acidentados apresentaram alguma complica&#231;&#227;o sist&#234;mica. Indiv&#237;duos clinicamente graves, tratados com soro antiescorpi&#244;nico (SAEsc) em 3 h ou mais do acidente, apresentaram risco de &#243;bito 2,84 vezes maior em rela&#231;&#227;o aos tratados em at&eacute; 1 h p&#243;s-acidente. Observou-se como &#225;rea, grupo e fatores de risco para o &#243;bito os acidentes em zona rural, em crian&#231;as de at&#233; 9 anos de idade, os casos graves e o atendimento soroter&#225;pico tardio (acima de 3 h).    <br> <b>CONCLUS&Atilde;O: </b>Nos &#250;ltimos anos, observou-se aumento das taxas de incid&#234;ncia e mortalidade, devendo ser estimulada a intensifica&#231;&#227;o dos programas de preven&#231;&#227;o de acidentes e controle de escorpi&#245;es. O perfil epidemiol&#243;gico descrito refor&#231;a a necessidade de capacita&#231;&#227;o cont&#237;nua dos profissionais de sa&#250;de envolvidos no diagn&#243;stico e tratamento dos acidentados, visando, em tempo oportuno, a identifica&#231;&#227;o do g&#234;nero do escorpi&#227;o agressor e a classifica&#231;&#227;o cl&#237;nica do caso para institui&#231;&#227;o do tratamento adequado e oportuno. O refor&#231;o da &#225;rea assistencial, quanto ao treinamento de m&#233;dicos e enfermeiros no diagn&#243;stico e tratamento de acidentados por escorpi&#227;o, &#233; essencial para que se diminua a letalidade do agravo, principalmente nos grupos mais vulner&#225;veis, sendo estes os indiv&#237;duos residentes em zona rural e as crian&#231as de at&#233; 9 anos de idade.</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras-chave: </b>Escorpionismo; Escorpi&#227;o; Envenenamento; Perfil Epidemiol&#243;gico; Sa&#250;de P&#250;blica; Brasil.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2"><b><font size="2" face="verdana"><b><b><a name="endereco"></a><a href="#topo"><img src="img/revistas/ess/v20n1/seta.gif" border="0"></a></b></b></font></b></font><font face="Verdana" size="2"><b>Correspond&#234;ncia / Correspondence / Correspondencia:</b></font>    <br> <font face="Verdana" size="2">Guilherme Carneiro Reckziegel</font>    <br> <font face="Verdana" size="2">SHCES, 1205. Bl. D, apto. 101.    <br> Bairro: Cruzeiro Novo</font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <font face="Verdana" size="2">CEP: 70658-254    <br> Bras&#237;lia-Distrito Federal-Brasil</font>    <br> <font face="Verdana" size="2">E-mail: <a href="mailto:guilhermereckziegel@gmail.com">guilhermereckziegel@gmail.com</a></font>    <br> <font face="Verdana" size="2">Recebido em / Received / Recibido en: 19/7/2013    <br> Aceito em / Accepted / Aceito en: 17/1/2014</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup><a href="#topo">*</a></sup>Resumo de disserta&#231;&#227;o apresentada ao Programa de P&#243;s-gradua&#231;&#227;o em Sa&#250;de Coletiva da Universidade de Bras&#237;lia, sob orienta&#231;&#227;o do prof. dr. Vitor Laerte Pinto Junior, para a obten&#231;&#227;o do t&#237;tulo de mestre em Sa&#250;de Coletiva, na &#225;rea de concentra&#231;&#227;o: Epidemiologia, Ambiente e Trabalho, em 11 de junho de 2013. Bras&#237;lia, Distrito Federal, Brasil.</font></p> <script type="text/javascript"> var gaJsHost = (("https:" == document.location.protocol) ? "https://ssl." : "http://www."); document.write(unescape("%3Cscript src='" + gaJsHost + "google-analytics.com/ga.js' type='text/javascript'%3E%3C/script%3E")); </script> <script type="text/javascript"> try { var pageTracker = _gat._getTracker("UA-7885746-4"); pageTracker._setDomainName("none"); pageTracker._setAllowLinker(true); pageTracker._trackPageview(); } catch(err) {}</script>      ]]></body>
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